Busca

Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Tag

Curitiba

Garage Vinhos inaugura filial em Curitiba

GarageVinhosCuritiba_créditoAbelBlumenkrantz (6)

Porto Alegre, 16 de agosto de 2017 – A Garage Vinhos inaugurou em julho sua primeira filial fora de Porto Alegre. A empresa que trabalha com importação direta de rótulos exclusivos no Brasil vindos da Argentina, Chile, Portugal, Espanha e Itália agora conta com uma loja em Curitiba no bairro Batel.

A sede paranaense segue o mesmo esquema das outras duas lojas – vinhos com preços que vão de R$ 26,00 a R$ 520,00. “Todas as vinícolas que trabalham conosco são familiares, tem envolvimento direto com todas as etapas da produção do vinho e possuem produtos de alta qualidade que expressam a identidade e história do seu terroir”, conta Abel Blumenkrantz, gerente de expansão do negócio.

Com uma curadoria focada – são 14 vinícolas que fornecem mais de 150 rótulos – o objetivo da Garage é aproximar o consumidor de maneira simples e acessível. “Nossa função maior hoje é descomplicar ao máximo o consumo dos vinhos – fazer com que o consumidor, por mais inexperiente que ele acredite ser – possa se aventurar e experimentar sem medo”, afirma.

 Além de uma seleção pontual, fruto de anos de procura por somente o que há de melhor em cada região, a Garage está ambientada em grandes espaços diferenciados intimamente pensados para que o cliente viva uma experiência única de compra. A decoração e a iluminação, foram cuidadosamente projetadas para transportar o cliente numa viagem de paz e tranquilidade. A trilogia natureza, homem e tecnologia está representada em cada detalhe.

 A gerente de vendas e sommelière, Mariane Pradella, acrescenta que um dos grandes diferenciais para o crescimento mesmo em tempos de crise e oscilação do dólar é o sistema de desconto progressivo, que funciona para todos os produtos de importação direta e é um benefício oferecido durante todo o ano. “O cliente sabe que encontrará nas lojas boas opções de vinhos de produtores selecionados e pode garantir o desconto fazendo um mix de sua escolha, sem a necessidade de comprar caixa fechada de um mesmo rótulo. Assim o consumidor se sente muito mais à vontade de experimentar e fazer combinações com qualidade”, revela. Outros benefícios que a empresa oferece são as degustações no final de semana, chamadas Beberetes de Sábado, onde dois rótulos são eleitos para degustação dos visitantes na loja – que gera um alto índice de retorno de clientes.

A filial em Curitiba fica na rua Teixeira Coelho, 182. Para saber mais, acesse: garagevinhos.com.br | facebook.com/Garage.Vinho

 

Sobre a Garage Vinhos

Fundada em 2012, a Garage Vinhos chega ao mercado do Rio Grande do Sul para oferecer o que o mundo tem de melhor em vinhos selecionados, exclusivos e que não são vendidos em locais de consumo massivo.

Todas as vinícolas são familiares, dotadas da máxima tecnologia e estão alinhadas com a filosofia da empresa que busca em um mercado onde cada vez mais impera a padronização dos vinhos – produtos de alta qualidade que expressem a identidade e a história da terra de onde provém.
A Garage trabalha somente com vinhos singulares e de alma única, que valorizam as características e particularidades do solo, do clima e da cultura de cada região.
Por isso tudo, comprar vinhos na Garage é diferente. Cada garrafa representa o melhor de seu tipo em termos de qualidade e preço. E os ambientes especialmente desenvolvidos proporcionam sensações singulares.

Venha viver a experiência Garage!

Muovere Cia de Dança Contemporânea apresenta espetáculo em Curitiba e Londrina

desvioSinal-8-Luciane-Ferreira

Companhia de Porto Alegre apresenta espetáculo “Desvio” em turnê por SC e PR

A Muovere Cia de Dança Contemporânea promove uma turnê do espetáculo “Desvio” por Joinville, Curitiba, Londrina e Florianópolis. Em Curitiba, a montagem integra a programação do FRINGE e tem apresentações nos dias 25, 26 e 27 de março. No dia 28, o público de Londrina poderá conferir. O espetáculo foi concebido em 2012 por Jussara Miranda, inspirado em ações corporais ordinárias de transeuntes na relação com o trânsito, tendo sua pesquisa realizada em três bairros de Porto Alegre, RS, de diferentes características econômicas, sociais e geográficas.

Desde 2008, a companhia incluiu o contexto da cidade como o plano de consistência artística, ou seja, campo de criação, de pesquisa e de produção em dança. De início, a experiência desenvolveu-se pela carência por um espaço físico próprio para o grupo realizar suas experiências laborais, resultando na adoção da cidade como o lugar de realização dos processos.

“Desvio” propõe associar o espaço da cidade com a dança artística, possibilitando que o público sinta-se representado; desafiar o corpo dançante como animador da cidade e estimular o imaginário coletivo. Almeja alterar os modos de produção em dança mediados pelos encadeamentos do corpo em sintonia com a urbanidade, atribuindo o fazer e o recepcionar, como produtores de fruição em dança.

O espetáculo teve o espaço público da cidade, especificamente, os de retenção de semáforos em três bairros de Porto Alegre, como fonte para a sua montagem. O processo de criação deu-se em três etapas: a coleta de materiais coreográficos nos semáforos por meio de improvisação; a votação pública eletrônica sobre os materiais coreográficos coletados nos semáforos, bem como sobre áudios de interesse público; e a composição coreográfica com os materiais coletados nos semáforos e votados pelo público. A elaboração do produto final foi realizada pelos diretores Jussara Miranda, Diego Mac e Jezebel de Carli, cuja tarefa fora fidelizar o protagonismo do público votante, destinado à exibição em espaços da cidade, onde o acesso seja livre e compartilhe com a arquitetura da mesma, por onde o espetáculo circule.

O projeto possui dois formatos: “Desvio Sinal”, uma interferência coreográfica de improviso dirigido e realizada em espaços de retenção de semáforo; e “Desvio Cena”, um espetáculo coreográfico realizado em espaço de domínio público, como estacionamentos e similares.

Além das apresentações, a companhia também promove oficina no local de apresentação. “Desvios de Trânsito” são improvisações guiadas a partir de motes comandados pelos ministrantes Jusssara Miranda e Diego Mac. A atividade ocorre no dia 27 de março, às 11h, com entrada franca, sem inscrições prévias.

Vencedor do Prêmio Funarte Artes na Rua 2013, “Desvio” iniciou sua turnê pela região sul em 2014 com apresentações em Canoas e Santa Maria. Joinville foi a primeira cidade a receber o espetáculo, seguida por Curitiba nos dias 25, 26 e 27 – integrando a programação do FRINGE, Londrina no dia 28 e encerrando em Florianópolis no dia 1º de abril. Para saber mais, acesse http://www.desviomuovere.com.br

Saiba Mais

FICHA TÉCNICA

Direção geral e concepção: Jussara Miranda

Direção artística: Diego Mac

Direção de cena: Jezebel de Carli

Ensaiador e assistente de produção: Denis Gosch

Bailarinos: Joana Amaral, Letícia Paranhos, Dudu Richa, Maria Annita Brusque

Figurinos: Daniel Lion

Produção: Laura Leão

Assessoria de comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Identidade visual: Sandro Ka

http://youtu.be/JXURi4QVJoQ

  • Clip do espetáculo

http://youtu.be/5A8mHNDt7A8

 

HISTÓRICO DA MUOVERE CIA. DE DANÇA

  • 2015: DESVIO: 5 Festival Internacional SESC de Música junto a Orquestra Unisinos Anchieta- regência Maestro Evandro Matté, Pelotas/RS
  • 2014: DESVIO: Muovere 25 Anos junto a Orquestra Unisinos Anchieta/ Porto Alegre. MIXADOS – Mostra resultado Oficina 25 Anos Muovere/ Porto Alegre
  • 2013: DESVIO: Prêmio Funarte Artes na Rua (circo, dança e teatro)
  • 2013: PROCULTURA/ MinC- RE-SINTOS: UM BRASIL MAIS PERTO (turnê região nordeste) com Participação no JANEIRO DE GRANDES ESPETÁCULOS/ Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco (Recife e Caruaru); e VIVADANÇA Festival Internacional (Salvador e Camaçari)
  • 2012: Edital FUMPROARTE de Dança – DESVIO com participação no DANÇA ALEGRE ALEGRETE/RS. Prêmio Funarte de Dança – TÓIN: DANÇA PARA BEBÊS.
  • 2010: CAIXA CULTURAL 2010 – Ocupação dos Espaços da CAIXA CULTURAL Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Espetáculo RE-SINTOS Edital Fumproarte de Dança – Projeto DALI DAQUI: Intrussocial. Prêmio Interações Estéticas 2010: FEEDBACK.
  • 2009: Prêmio Interações Estéticas 2009 “OLHO3: IntrusociaL”- Funarte/MinC.
  • 2008: Integração Comunidades Petrobras: Projeto Dança e Sentidos (cegos e portadores de baixa visão); Seleção Re-Sintos Edital Fumproarte 01- 2008; Montagem e apresentações Re-Sintos Porto Alegre em Cena; Edital de ocupação Teatro de Câmara Túlio Piva e Projeto Usina das Artes. Prêmio Interações Estéticas 2008 “Dali Daqui”. Produção “Cartilha de Dança” em BRAILLE – Feira do Livro 2008 – apoio INSTITUTO VIVO/ RJ.
  • 2007: Pesquisa videocoreográfica Muovere Fashion Week; Oficinas Movimento Progressivo/ Casa de Cultura Mário Quintana/ POA.
  • 2006: CASA BILD, Pesquisa e Difusão de Linguagens autorais em Dança/ Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna; Pesquisa Recintos 1989.
  • 2005: Espetáculo “Beterrabas Caprichosas”/ Condança – Pensamento Coletivo- e Projeto Conesul RS;
  • Troféu Açorianos de Dança POA “Aventuras” / RS; Prêmio Caravana Funarte/ Bild.
  • 2004: Projeto Dança Calvino / Teatro Elis Regina/ POA/RS; Projeto Movimentos Incessantes da SMC Montadas; Programação artística ADVB Empresários do Ano/ RS; Mostra Contemporânea de Joinville Deserto; DANÇA EM PAUTA BB, O Bandido/ CCBB/ SP.
  • 2003: Espetáculo O Bandido/ Da Trilogia Dança Calvino- montagem; Prêmio de Incentivo a Produção Cultural IEACEN/ 3 Motivos/ RS.
  • 2002: Quintas e Feminino na dança SMC POA; Prêmio Em Cena Brasil montagem / Três Motivos; 9º Porto Alegre Em Cena Bild;
  • 2001: Verão Cultural IEACEN /RS; Mostra de Dança Verão SMC/ POA; I Fórum Social Mundial 2001 – Usina do Gasômetro/POA; 1a Usina CRT Brasil Telecom de Dança – M /POA; Condança IEACEN / POA; Prêmio em Cena Brasil montagem Bild; Prêmio Açorianos de Dança Bild.
  • 2000: Verão Cultural IEACEN /RS; Quintas e Feminino na Dança SMC POA; Reveillon RBS TV; Espetáculo Máscaras (circulação RS); Prêmio de Incentivo a Produção Cultural IEACEN Recintos.
  • 1999: Verão Cultural IEACEN; Quintas e Feminino na Dança SMC POA; Mostra de Dança Verão SMC; Projeto Palcos/ Co-produção Unisc – “Máscaras”/ Circulação interior do RS; Quebra Nozes é um Sonho/ Natal Luz de POA; Medalha Cidadão de Porto Alegre – Secretaria Municipal de Cultura/RS; Projeto Uniarte (UFRGS); 7º Porto Alegre Em Cena Recintos e Deserto; Troféu Açorianos de Dança Recintos.
  • 1998: Lançamento catálogo Muovere Cia de Dança Contemporânea 89-2000; Verão Cultural IEACEN; Mostra de Dança Verão SMC; Projeto Solos Duos e Trios/ Centro Cultural de São Paulo/SP;
  • Mostra de Coreógrafos Contemporâneos SMC; III Conesul; Espetáculo Para dois Nomes do Mundo/ Porto Alegre e Buenos Aires; Troféu Açorianos de Dança Deserto.
  • 1997: Feminino na Dança CCSP; Semanas de Dança CCSP; Quintas Feminino na Dança SMC POA; Conesul Dança; Mostra de Dança Verão SMC; Espetáculo Baile à Fantasia 1911.
  • 1996: Movimento Pró-Arte circulação interior do RS; Verão Cultural IEACEN; II Porto Alegre em Cena; Festival Nacional de Joinville Troféu Helena Montenegro/ SC; 5º Prêmio Sogipa para Dança / POA; Troféu Açorianos de Dança Lôcas.
  • 1995: O Feminino na Dança CCSP/SP; Coletiva de Artistas Independentes/ Semanas de Dança CCSP; Encontro Meridional de Dança/ Pelotas RS; Circuito regional Itaú regional; Festival Nacional de Joinville Troféu Mário Avancini de Melhor Coreografia.
  • 1994: O Feminino na Dança CCSP; Duas Semanas de Dança CCSP; Verão Cultural IEACEN; Revelação Festival de Dança Asgadan / RS; Concurso Rio Arte / Rio de Janeiro/RJ.

Desvio – turnê SC e PR

Curitiba / PR – Dentro da programação do FRINGE

25/03/2015 – 11:00 – “Desvio Sinal” na Praça Santos Andrade – Rua XV de Novembro, semáforo próximo a UFP

26/03/2015 – 17:00 – “Desvio Cena” na Praça Generoso Marques

27/03/2015 – 11:00 – Oficina aberta “Desvio de Trânsito” na Praça Santos Andrade – Rua XV de Novembro, semáforo próximo a UFP

Em caso de chuva as apresentações são transferidas para o Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem

 

Londrina / PR

28/03/2015

11:00 – “Desvio Sinal” – na Alameda Miguel Blasi com a rua João Cândido

17:00 – “Desvio Cena” – Zerão

Em caso de chuva a apresentação ocorrerá no Shopping Royal Plaza.

Muovere Cia de Dança Contemporânea promove turnê por Santa Catarina e Paraná

desvioSinal-8-Luciane-Ferreira

Companhia de Porto Alegre apresenta espetáculo “Desvio” em Joinville, Curitiba, Londrina e Florianópolis

A Muovere Cia de Dança Contemporânea promove a partir de 03 de março uma turnê do espetáculo “Desvio” por Joinville, Curitiba, Londrina e Florianópolis. O espetáculo foi concebido em 2012 por Jussara Miranda, inspirado em ações corporais ordinárias de transeuntes na relação com o trânsito, tendo sua pesquisa realizada em três bairros de Porto Alegre, RS, de diferentes características econômicas, sociais e geográficas.

Desde 2008, a companhia incluiu o contexto da cidade como o plano de consistência artística, ou seja, campo de criação, de pesquisa e de produção em dança. De início, a experiência desenvolveu-se pela carência por um espaço físico próprio para o grupo realizar suas experiências laborais, resultando na adoção da cidade como o lugar de realização dos processos.

“Desvio” propõe associar o espaço da cidade com a dança artística, possibilitando que o público sinta-se representado; desafiar o corpo dançante como animador da cidade e estimular o imaginário coletivo. Almeja alterar os modos de produção em dança mediados pelos encadeamentos do corpo em sintonia com a urbanidade, atribuindo o fazer e o recepcionar, como produtores de fruição em dança.

O espetáculo teve o espaço público da cidade, especificamente, os de retenção de semáforos em três bairros de Porto Alegre, como fonte para a sua montagem. O processo de criação deu-se em três etapas: a coleta de materiais coreográficos nos semáforos por meio de improvisação; a votação pública eletrônica sobre os materiais coreográficos coletados nos semáforos, bem como sobre áudios de interesse público; e a composição coreográfica com os materiais coletados nos semáforos e votados pelo público. A elaboração do produto final foi realizada pelos diretores Jussara Miranda, Diego Mac e Jezebel de Carli, cuja tarefa fora fidelizar o protagonismo do público votante, destinado à exibição em espaços da cidade, onde o acesso seja livre e compartilhe com a arquitetura da mesma, por onde o espetáculo circule.

O projeto possui dois formatos: “Desvio Sinal”, uma interferência coreográfica de improviso dirigido e realizada em espaços de retenção de semáforo; e “Desvio Cena”, um espetáculo coreográfico realizado em espaço de domínio público, como estacionamentos e similares.

Além das apresentações, a companhia também promove oficina em Curitiba. “Desvios de Trânsito” são improvisações guiadas a partir de motes comandados pelos ministrantes Jusssara Miranda e Diego Mac.

Vencedor do Prêmio Funarte Artes na Rua 2013, “Desvio” iniciou sua turnê pela região sul em 2014 com apresentações em Canoas e Santa Maria. Joinville recebe o espetáculo no dia 03 de março, Curitiba nos dias 25, 26 e 27 – integrando a programação do FRINGE, Londrina no dia 28 e encerra em Florianópolis no dia 1º de abril. Para saber mais, acesse http://www.desviomuovere.com.br

Saiba Mais

FICHA TÉCNICA

Direção geral e concepção: Jussara Miranda

Direção artística: Diego Mac

Direção de cena: Jezebel de Carli

Ensaiador e assistente de produção: Denis Gosch

Bailarinos: Joana Amaral, Letícia Paranhos, Dudu Richa, Maria Annita Brusque

Figurinos: Daniel Lion

Produção: Laura Leão

Assessoria de comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Identidade visual: Sandro Ka

http://youtu.be/JXURi4QVJoQ

  • Clip do espetáculo

http://youtu.be/5A8mHNDt7A8

 

HISTÓRICO DA MUOVERE CIA. DE DANÇA

  • 2015: DESVIO: 5 Festival Internacional SESC de Música junto a Orquestra Unisinos Anchieta- regência Maestro Evandro Matté, Pelotas/RS
  • 2014: DESVIO: Muovere 25 Anos junto a Orquestra Unisinos Anchieta/ Porto Alegre. MIXADOS – Mostra resultado Oficina 25 Anos Muovere/ Porto Alegre
  • 2013: DESVIO: Prêmio Funarte Artes na Rua (circo, dança e teatro)
  • 2013: PROCULTURA/ MinC- RE-SINTOS: UM BRASIL MAIS PERTO (turnê região nordeste) com Participação no JANEIRO DE GRANDES ESPETÁCULOS/ Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco (Recife e Caruaru); e VIVADANÇA Festival Internacional (Salvador e Camaçari)
  • 2012: Edital FUMPROARTE de Dança – DESVIO com participação no DANÇA ALEGRE ALEGRETE/RS. Prêmio Funarte de Dança – TÓIN: DANÇA PARA BEBÊS.
  • 2010: CAIXA CULTURAL 2010 – Ocupação dos Espaços da CAIXA CULTURAL Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Espetáculo RE-SINTOS Edital Fumproarte de Dança – Projeto DALI DAQUI: Intrussocial. Prêmio Interações Estéticas 2010: FEEDBACK.
  • 2009: Prêmio Interações Estéticas 2009 “OLHO3: IntrusociaL”- Funarte/MinC.
  • 2008: Integração Comunidades Petrobras: Projeto Dança e Sentidos (cegos e portadores de baixa visão); Seleção Re-Sintos Edital Fumproarte 01- 2008; Montagem e apresentações Re-Sintos Porto Alegre em Cena; Edital de ocupação Teatro de Câmara Túlio Piva e Projeto Usina das Artes. Prêmio Interações Estéticas 2008 “Dali Daqui”. Produção “Cartilha de Dança” em BRAILLE – Feira do Livro 2008 – apoio INSTITUTO VIVO/ RJ.
  • 2007: Pesquisa videocoreográfica Muovere Fashion Week; Oficinas Movimento Progressivo/ Casa de Cultura Mário Quintana/ POA.
  • 2006: CASA BILD, Pesquisa e Difusão de Linguagens autorais em Dança/ Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna; Pesquisa Recintos 1989.
  • 2005: Espetáculo “Beterrabas Caprichosas”/ Condança – Pensamento Coletivo- e Projeto Conesul RS;
  • Troféu Açorianos de Dança POA “Aventuras” / RS; Prêmio Caravana Funarte/ Bild.
  • 2004: Projeto Dança Calvino / Teatro Elis Regina/ POA/RS; Projeto Movimentos Incessantes da SMC Montadas; Programação artística ADVB Empresários do Ano/ RS; Mostra Contemporânea de Joinville Deserto; DANÇA EM PAUTA BB, O Bandido/ CCBB/ SP.
  • 2003: Espetáculo O Bandido/ Da Trilogia Dança Calvino- montagem; Prêmio de Incentivo a Produção Cultural IEACEN/ 3 Motivos/ RS.
  • 2002: Quintas e Feminino na dança SMC POA; Prêmio Em Cena Brasil montagem / Três Motivos; 9º Porto Alegre Em Cena Bild;
  • 2001: Verão Cultural IEACEN /RS; Mostra de Dança Verão SMC/ POA; I Fórum Social Mundial 2001 – Usina do Gasômetro/POA; 1a Usina CRT Brasil Telecom de Dança – M /POA; Condança IEACEN / POA; Prêmio em Cena Brasil montagem Bild; Prêmio Açorianos de Dança Bild.
  • 2000: Verão Cultural IEACEN /RS; Quintas e Feminino na Dança SMC POA; Reveillon RBS TV; Espetáculo Máscaras (circulação RS); Prêmio de Incentivo a Produção Cultural IEACEN Recintos.
  • 1999: Verão Cultural IEACEN; Quintas e Feminino na Dança SMC POA; Mostra de Dança Verão SMC; Projeto Palcos/ Co-produção Unisc – “Máscaras”/ Circulação interior do RS; Quebra Nozes é um Sonho/ Natal Luz de POA; Medalha Cidadão de Porto Alegre – Secretaria Municipal de Cultura/RS; Projeto Uniarte (UFRGS); 7º Porto Alegre Em Cena Recintos e Deserto; Troféu Açorianos de Dança Recintos.
  • 1998: Lançamento catálogo Muovere Cia de Dança Contemporânea 89-2000; Verão Cultural IEACEN; Mostra de Dança Verão SMC; Projeto Solos Duos e Trios/ Centro Cultural de São Paulo/SP;
  • Mostra de Coreógrafos Contemporâneos SMC; III Conesul; Espetáculo Para dois Nomes do Mundo/ Porto Alegre e Buenos Aires; Troféu Açorianos de Dança Deserto.
  • 1997: Feminino na Dança CCSP; Semanas de Dança CCSP; Quintas Feminino na Dança SMC POA; Conesul Dança; Mostra de Dança Verão SMC; Espetáculo Baile à Fantasia 1911.
  • 1996: Movimento Pró-Arte circulação interior do RS; Verão Cultural IEACEN; II Porto Alegre em Cena; Festival Nacional de Joinville Troféu Helena Montenegro/ SC; 5º Prêmio Sogipa para Dança / POA; Troféu Açorianos de Dança Lôcas.
  • 1995: O Feminino na Dança CCSP/SP; Coletiva de Artistas Independentes/ Semanas de Dança CCSP; Encontro Meridional de Dança/ Pelotas RS; Circuito regional Itaú regional; Festival Nacional de Joinville Troféu Mário Avancini de Melhor Coreografia.
  • 1994: O Feminino na Dança CCSP; Duas Semanas de Dança CCSP; Verão Cultural IEACEN; Revelação Festival de Dança Asgadan / RS; Concurso Rio Arte / Rio de Janeiro/RJ.

Desvio – turnê SC e PR

Joinville / SC

03/03/2015

11:00 – “Desvio Sinal” – Av José Vieira esquina Rua Max Colin.

17:30 – “Desvio Cena”  no estacionamento do Centro de eventos Cau Hansen

Em caso de chuva a apresentação ocorrerá na escola do Teatro Bolshoi

Curitiba / PR – Dentro da programação do FRINGE

25/03/2015 – 11:00 – “Desvio Sinal” na Praça Santos Andrade – Rua XV de Novembro, semáforo próximo a UFP

26/03/2015 – 17:00 – “Desvio Cena” na Praça Generoso Marques

27/03/2015 – 11:00 – Oficina aberta “Desvio de Trânsito” na Praça Santos Andrade – Rua XV de Novembro, semáforo próximo a UFP

Em caso de chuva as apresentações são transferidas para o Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem

Londrina / PR

28/03/2015

11:00 – “Desvio Sinal” – na Alameda Miguel Blasi com a rua João Cândido

17:00 – “Desvio Cena” – Zerão

Em caso de chuva a apresentação ocorrerá no Shopping Royal Plaza.

Florianópolis / SC

01/04/2015

12:00 – Desvio Sinal – Rua Eurico Gaspar Dutra esquina Rua Santo Saraiva – Estreito em frente ao SESC

15:00 – Desvio Cena – Arena do Centro de Artes UDESC (Av. Madre Bencenuta, 2000)

Em caso de chuva a apresentação ocorrerá no hall do Bloco Amarelo do Ceart-Udesc

Perdas e Ganhos na Gazeta do Povo

gazetadopovo_05.12.2014

gazetadopovo(1)_24.11.2014

Hell chega a Curitiba nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro

hell1_credito_joaocaldas

Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Curitiba ocorrem no Teatro Paulo Autran nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro

 * Entre os 10 melhores espetáculos de 2011 – Jornal O Globo *

* Prêmio Melhor Atriz – Revista Quem *

Chega a Curitiba a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille acontecem nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro, no Teatro Paulo Autran.  

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê segue para Novo Hamburgo (07, 08 e 09 de março no Teatro Feevale) e Campo Bom, cidade natal da atriz, nos dias 14, 15, e 15 de março no Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig). Os ingressos custam R$ 20,00 com desconto de 50% para assinantes da Gazeta do Povo e as vendas iniciam no dia 07 de fevereiro, na bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro das 14h às 18h e também pelo site ingresso.com. Durante os dias de espetáculo, os ingressos poderão ser adquiridos na bilheteria do Teatro Paulo Autran a partir das 14h.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Curitiba

21, 22 e 23 de fevereiro | 21h (sexta e sábado) 18h (domingo)

Teatro Paulo Autran | Al. Dom Pedro II, 255

Ingressos: R$ 20,00

50% de desconto para assinantes Gazeta do Povo

Início das vendas em 07 de fevereiro na bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro, das 14h às 18h e pelo site ingresso.com. Nos dias de espetáculo, os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Paulo Autran a partir das 14h

Hector Babenco dirige Bárbara Paz e André Bankoff em primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille

fotoartehell

Turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná tem patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Apresentações em Porto Alegre ocorrem no Theatro São Pedro nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro

 

Inicia por Porto Alegre a turnê pelo Rio Grande do Sul e Paraná, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, do espetáculo Hell, dirigido por Hector Babenco e estrelado por Bárbara Paz e André Bankoff. As apresentações da primeira adaptação teatral do romance de Lolita Pille acontecem nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro, no Theatro São Pedro.

Fenômeno editorial na França e best-seller em dezenas de países, o romance Hell marcou em 2003 a estreia da escritora Lolita Pille, então com 21 anos. Retrato devastador da juventude rica e consumista de Paris, que preenche suas vidas com sexo, álcool, drogas e roupas de grife, Hell poderia se passar em qualquer grande cidade do mundo, pois espelha os valores e o comportamento de uma classe que, sem encontrar limites para o prazer, vive o angustiante vazio do excesso.

Na adaptação do livro para o teatro, a primeira no mundo, Babenco teve a parceria de Marco Antônio Braz, concentrando a dramaturgia em dois personagens: Hell, a protagonista interpretada por Bárbara Paz, e Andrea, o homem que ama, vivido por André Bankoff.

Hell, pseudônimo da narradora, é uma garota rica, fútil e arrogante. Niilista despreza a natureza e o único credo é que seja bela e consumista. A adaptação concentra a ação da peça na trágica história de amor vivida pela protagonista e Andrea – um jovem tão rico e tão imerso no desespero quanto ela.

A experimentação de um afeto verdadeiro assim como uma total inabilidade para lidar com ele, constituem o fio narrativo principal da transposição para a cena desse romance.

Na equipe de criação da montagem, Giovanni Bianco, o diretor de arte de renome internacional, assina a concepção de imagem (figurinos, visagismo, design); Murilo Hauser é o co-diretor, Felipe Tassara fez a cenografia e Beto Bruel é o responsável pela iluminação.

Esse é o terceiro espetáculo que Hector Babenco dirige. Os anteriores foram Loucos de Amor (1988), de Sam Shepard, com Edson Celulari, Xuxa Lopes, Antonio Calloni e Linneu Dias; e Closer – Mais Perto (2000), de Patrick Marber, com Renata Sorrah, José Mayer, Marco Ricca e Guta Stresser.

A turnê segue para Curitiba (21, 22 e 23 – teatro Paulo Autran), Novo Hamburgo (07, 08 e 09 de março no Teatro Feevale) e Campo Bom, cidade natal da atriz, nos dias 14, 15 e 16 de março no Teatro CEI (Auditório Marlise Saueressig). Os ingressos custam R$ 20,00, com descontos de 50% para os 200 primeiros sócios do Clube do Assinante (após, 20%). As vendas iniciam no dia 31 de janeiro, na bilheteria do teatro.

Hell, por Hector Babenco

“Sou essencialmente um homem de teatro. Foi assim que comecei e assim tenho prosseguido. Deixando esta marca forte dentro dos meus filmes. A descoberta do livro Hell me despertou de uma forma feroz, como nunca antes me aconteceu. Loucos de Amor, de Sam Shepard, Closer, de Patrick Marber, ambos dirigidos por mim, e outros espetáculos que produzi, nasceram de uma vontade enorme de voltar ao palco. O encontro do livro Hell me deixou perplexo diante da devastadora banalidade da vida narrada em primeira pessoa pela personagem principal, que nos leva a uma história de amor, intensa e cega, que com a mesma força que nasce e se mantém, se desfaz, imersa num universo de drogas e futilidades. Penso que a transposição deste texto para dramaturgia de dois atores possa de alguma forma flagrar um instante de vida onde a vida real parece impossível. Gostaria de entregar no palco a sensação do fracasso do amor, entre pessoas que tem tudo para serem felizes e que são impedidas pelos vícios ou por um comportamento doentio delas mesmas.”

Bárbara Paz

Formada pela Centro de Pesquisa Teatral do SESC, dirigido por Antunes Filho. Trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças no currículo, seus principais trabalhos foram A Importância de ser Fiel, de Oscar Wilde, dirigida por Eduardo Tolentino; Madame de Sade, de Yukio Mishima, dirigida por Roberto Lage; Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Alexandre Reinecke; Contos de Sedução, de Guy de Maupassant, direção de Eduardo Tolentino. No cinema, fez Ilha Rá-Tim-Bum, de Eliana Fonseca, e Seja o que Deus quiser, de Murilo Salles. Recebeu o Prêmio Kikito de melhor atriz em 2003 pelo curta-metragem Produto Descartável, de Rafael Primot. Dirigiu e escreveu, em 2005, seu primeiro curta. Dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em televisão, recentemente fez o papel da Renata na novela Viver a Vida, da Rede Globo.

André Bankoff

Participou da minissérie Mad Mariae da telenovela Bang Bang, ambas na Rede Globo.Em Bicho do Mato (2006), da Rede Record, interpretou Juba, o protagonista. Esse foi seu primeiro papel de importância na televisão.Trabalhou como modelo e fez comerciais para a televisão. Estudou teatro e fez a Oficina de atores da Rede Globodurante oito meses. Fez parte do elenco do filme Xuxa popstar em 2000,e também apresentou durante algum tempo o programa Moto’n Roll, no canal por assinatura SporTV.Antes da fama, André tentou carreira no futebol. Jogou nas categorias de base da Ponte Preta e teve uma breve passagem pelo Associazione Sportiva Roma, da Itália.Em 2007, esteve no elenco da telenovela Amor e Intrigas como Pedro,seu último papel na Record foi André Campos na telenovela Poder Paralelo.9 Em 2011 interpretou o paleontólogo Tiago na telenovela Morde e Assopra, essa novela marcou a volta de André a Rede Globo de Televisão.Foi confirmado no elenco de Saramandaia em 2013, no qual interpreta o mudancista Pedro.

Lolita Pille e Hell

“Se Lolita Pille provavelmente fez parte da geração dopada por Bret Easton Ellis e Frédéric Beigbeder, isso não a impediu de reler Harmonie du soir, de Baudelaire. E, por baixo de sua insolência exasperante, descobrimos uma jovem mulher dotada de uma grande lucidez para decodificar as regras do jogo de um mundinho medíocre.”Le Monde

Lolita Pille (nascida em agosto de 1982) descreve sem pudor o mundo ao seu redor. Ela escreveu Hell, “num instante de rebeldia”, segundo suas palavras, quando tinha 18 anos, nas mesas de bares da moda, às quatro horas da manhã, depois de sair das boates mais caras de Paris. Escreveu também nos intervalos (e durante) as aulas, que pouco assistia, no Liceu La Fontaine, frequentado pela juventude pretensamente dourada do 16ème Arrondissement. Não precisou pesquisar muito: bastava olhar para os lados, conversar com as amigas insolentes e mimadas e descrever seu próprio cotidiano, vivido em badalados restaurantes, bares de hotéis e áreas vips de boates, sem falar nos passeios em carros de luxo e nas viagens nos jatinhos de amigos.

Hell é fascinante e provocador, desabusado e lúcido, diante do qual é impossível permanecer indiferente. Talvez o segredo de seu impacto esteja no fato de que, por trás da irritante exaltação do meio que frequenta, Lolita o denuncia da forma mais dura possível. Quando faz um aborto, ela adquire uma consciência amarga da vacuidade da sua existência. É então que a autora desvenda sem hipocrisia o mundinho fútil dos muito ricos, o lado sombrio da juventude dourada.

Ela nunca disse que qualquer semelhança de seu livro com a realidade seria mera coincidência, ao contrário, ela afirma que não exagerou em nada, apenas romanceou um pouco a sua vida real. Ela é filosoficamente pessimista, tendo moldado seu ceticismo nas leituras de Baudelaire e Bataille: “Se os ricos não são felizes, é por que ‘Felicidade não existe’”, reflete. Ou ainda: “A humanidade sofre, e eu sofro com ela”. Mas por mais cínica diante da mediocridade que a rodeia, Lolita/Hell se recusa a assumir o papel de pobre menina rica. Ela não abre mão dessa vida, mordida pela engrenagem infernal da noite. “Não vou parar de sair. O que iria fazer de meu guarda-roupa Gucci?”.

Depois dos relatos, Lolita foi proibida de entrar em boates e rejeitada por amigos que se viram retratados em situações embaraçosas. Ela se mudou da luxuosa casa dos pais para um apartamento no bairro do Marais, desistiu das noitadas e deu continuidade à bem-sucedida carreira literária, lançando Bubble gum (2004) e Crépuscule Ville (2008). Além disso, escreve crônicas na revista Femmes.

Duração: 75 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ficha Técnica:

Texto: Lolita Pille

Adaptação: Hector Babenco e Marco Antonio Braz

Direção: Hector Babenco

Co-direção: Murilo Hauser

Elenco: Barbara Paz e André Bankoff

Concepção de Imagem: Giovanni Bianco

Cenografia: Felipe Tassara

Iluminação: Beto Bruel

Direção de Produção: Henrique Mariano

Realização: HB Filmes Ltda

HELL

Apresentações em Porto Alegre

14 e 15 de fevereiro | 21h

16 de fevereiro | 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Ingressos: R$ 20,00

Descontos: 50% de desconto para Clube do Assinante (200 primeiros. Após, 20% de desconto)

Início das vendas em 31 de janeiro

Blog no WordPress.com.

Acima ↑