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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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O Que Eu Não Posso Mais Sentir Sozinho chega às plataformas de streaming em 15 de outubro

EP que marca lançamento da carreira solo do multiartista Lipsen conta com seis faixas autorais

Depois dos lançamentos dos singles Ninguém e Como o pôr do sol, o multiartista Lipsen comemora seu aniversário na próxima sexta-feira, 15 de outubro, com a chegada de seu EP O que eu não posso mais sentir sozinho, que marca sua carreira solo autoral. O projeto reúne seis canções que apresentam ao público histórias de dores e desamores vividos pelo artista, que utiliza todo seu repertório teatral na interpretação. As faixas foram gravadas em 2021 e contam com composições produzidas durante os últimos dez anos.

O título do EP é uma referência ao desejo de dividir com o público tanto as questões amorosas que permeiam as músicas, como também sobre a necessidade de compartilhar o trabalho autoral do artista. O projeto caracteriza muito bem a múltipla personalidade de Lipsen, profissional que passa por diversos estilos e linguagens: em O que eu não posso mais sentir sozinho é possível ouvir desde referências a Luiz Gonzaga, passando por beats eletrônicos e sintetizadores, o piano romântico ao estilo Elton John, rock e MPB.

Lipsen gravou as canções acompanhado de Viridiana e Gabriela Lery, e assina a produção do EP em parceira com a produtora Corda Solta (com participação na produção de Celso Zanini e Gabriel Severo em Pavão), e colaboração de Dessa Ferreira, Dani Eizirik, Jordana Henriques, Martina Fröhlich e do Grupo Cerco. As seis faixas são de autoria de Lipsen e Ventilador conta com a parceria com Martina Frölich, parceira do artista no teatro e no Bloco da Laje.

O que eu não posso mais sentir sozinho conta com clipes dos singles Ninguém e Como o pôr do sol, já disponíveis nos canais do cantor e compositor. 

A capa, assim como os outros lançamentos, é uma criação da artista Talita Hoffmann, conhecida no mercado editorial por assinar capas de publicações das editoras Todavia Livros, Terreno Estranho, Ubu, Antofágica e Claraboia. Talita já produziu obras para outros nomes da música, como a banda O Terno, Pedro Pastoriz, Mari Romano, Murilo Sá e o selo Light in the Attic, dos EUA.

Na quinta-feira, 14 de outubro, às 20h, Lipsen, acompanhado de parte da equipe do EP, promoverá uma audição comentada, que será transmitida pela plataforma Zoom. Para mais informações, acesse – instagram.com/lipsen.ph e youtube.com/Lipsen 

Rock, pop, MPB, música regional e trilhas sonoras integram a programação de outubro da Cubo Play

Shows de Nikita, Carlos Badia, Pão de Queijo e Chimarrão, Antonio Villeroy e Duca Leindecker ocorrem nas próximas semanas na plataforma de streaming

O mês de outubro conta com diversos estilos musicais na programação da  Cubo Play, plataforma de streaming da Cubo Filmes. O público poderá conferir performances de Nikita, Carlos Badia, Pão de Queijo e Chimarrão, Antonio Villeroy e Duca Leindecker  –  os ingressos já estão à venda. 

A dupla de pop rock Nikita, formada por Jader Cardoso (vocais / violão e guitarra) e Leo Henkin (programas e guitarra / vocais) anima a noite de sexta, 15 de outubro. A performance preparada para exibição na Cubo Play conta com a participação dos músicos Rodrigo Reinheimer (baixo / vocais) e Luke Faro (bateria). A banda se apresenta às 21h, executando músicas do novo álbum, que conta com o single “Estrada zero um”. Ingressos do primeiro lote a R$ 20,00 – https://cuboplay.com.br/nikita/

Carlos Badia lança seu novo álbum, “Voo”, na sexta, 22 de outubro. O terceiro disco do artista é um trabalho totalmente instrumental e com ritmos brasileiros nada óbvios, como milongas e chamamé. O espetáculo, programado para 21h, conta com ingressos entre R$ 20,00 e R$ 100,00 https://cuboplay.com.br/voo-carlos-badia-grupo/ . No sábado, 23 de outubro, é a vez de Pão de Queijo e Chimarrão, projeto criado pelos músicos gaúchos Veco Marques e Diego Dias, que nasceu da admiração de ambos pela música mineira e pela geração do Clube da Esquina. No repertório, pérolas históricas como “Bola de Meia, Bola de Gude”, “Espanhola”, “Clube da Esquina 2”, “Trem Azul”, “San Vicente”, “Nada Será Como Antes”, “Ponta de Areia”, “Quem Sabe Isto Quer Dizer Amor” e “O Sal da Terra”, entre outras. Ingressos de primeiro lote a R$ 15,00 – https://cuboplay.com.br/pao-de-queijo-chimarrao/ 

Na sexta-feira, 29 de outubro, o compositor Antonio Villeroy promove um espetáculo híbrido, com transmissão ao vivo e público presencial. Este ano, Villeroy comemora 60 anos de vida e 40 de carreira musical com diversos lançamentos e o show que estreia na Cubo Play, “Trilhas Sonoras”. No repertório, canções do autor criadas para trilhas de filmes, novelas e peças de teatro, além de músicas de outros nomes como Michel Legrand, Rodrigo Amarante, Roberto Menescal e Chico Buarque. A lotação presencial é de 30 lugares e o público deve apresentar carteira vacinal para acessar o local. Ingressos entre R$ 20,00 e R$ 40,00 – https://cuboplay.com.br/antonio-villeroy-trilhas-sonoras/

Encerrando o mês, Duca Leindecker apresenta no sábado, 30 de outubro, o show “Triângulo”, novo projeto que lança ao lado do filho, Guilherme, no baixo, e Claudio Mattos na bateria, formando um power trio com uma pegada rock. Os ingressos de primeiro lote custam R$ 20,00 – https://cuboplay.com.br/duca-leindecker/

Além das performances, a plataforma conta com podcasts e conteúdos on demand que podem ser acessados gratuitamente. No catálogo de programas estão os podcasts A História do Disco, da artista e comunicadora Bruna Paulin, The Borbacast, do jornalista Mauro Borba, Enchendo os Canecos, com o produtor Marcelo Calçada e a estreia na plataforma, Eu Quero Ser Seu Amigo de Novo, apresentado pelo produtor e radialista Lelê Bortholacci e pela jornalista e doutora em comunicação Carol Govari, que terá seu primeiro episódio veiculado ainda este mês. O Cubo Play podcast também recebe as atrações da plataforma com entrevistas. Na área esportiva, o público pode conferir o CraqueCast com Digão e Lucas Fogs, o podcast da Prosports sobre Jiu Jitsu e o Kumite, apresentado por Márcio Miranda, sobre artes marciais. Para mais informações, acesse www.cuboplay.com.br

PROGRAMAÇÃO DE OUTUBRO CUBO PLAY

15/10 às 21h – Nikitahttps://cuboplay.com.br/nikita/

22/10 às 21h – Carlos Badia & Grupohttps://cuboplay.com.br/voo-carlos-badia-grupo/ 

23/10 às 21h – Pão de Queijo e Chimarrãohttps://cuboplay.com.br/pao-de-queijo-chimarrao/

29/10 às 21h – Antonio Villeroy –  https://cuboplay.com.br/antonio-villeroy-trilhas-sonoras/

30/10 às 21h – Duca Leindecker – Triângulo – https://cuboplay.com.br/duca-leindecker/

SOBRE A CUBO PLAY

A Cubo Play oferece conteúdos de entretenimento on-line com transmissões ao vivo e diversas opções de programas para consumo on demand. São shows musicais, eventos culturais e de esporte nas suas mais variadas formas, além de conteúdos como entrevistas, podcasts e debates.

Com três meses de existência plataforma já alcança mais de 50 mil acessos vindos de 90 países. “A Cubo Play nasceu em plena pandemia e pensada para além dela, com o objetivo de incentivar e permitir que os artistas possam ter um ambiente agradável e profissional para suas performances”, afirma Claudio Fagundes, diretor da Cubo Filmes. “Nosso objetivo é oferecer um conteúdo de alta qualidade com excelência de som e imagem para os usuários, além de proporcionar oportunidades de trabalho com segurança para a classe artística, impossibilitada neste momento de voltar aos palcos”, revela.  “Com a facilidade de comercializar ingressos ilimitados, os produtores também conseguem oferecer um valor mais acessível de ingresso, promovendo acessibilidade não somente para os espectadores que não estão em Porto Alegre, como também pelo acesso com valores mais baixos que ingressos presenciais”. 

Já passaram pela plataforma shows de artistas e grupos como Nenhum de Nós, Zé Caradípia, Nei Van Sória, Trick’n’Roll, Marcelo Gross, Rock de Galpão, Império da Lã, Anka Brasil, o Festival 100 Grandes Álbuns, entre outros. Além de receber os artistas e atrações nos estúdios da produtora, a Cubo Play também transmite eventos de outros locais, como a Copa Evolution de Jiu Jitsu.

Festival Internacional de Folclore de Nova Prata – Brasil ocorre em formato online de 15 a 17 de outubro

Evento contará 21 países participantes

Edição de 2020 recebeu o FIDAF Best Festival Award

Primeiro festival da América a entrar no circuito de concursos de dança da Federation of International Dance Festivals (FIDAF), o Festival Internacional de Folclore de Nova Prata – Brasil ocorre nos dias 15, 16 e 17 de outubro em formato online, com sua programação transmitida através dos canais do festival.

Em sua 17ª edição, o evento já recebeu 100 delegações estrangeiras e mais de 480.000 visitantes e na última semana recebeu o Prêmio de Melhor Festival de 2020 pela FIDAF, Federação Internacional de Festivais de Folclore. Este é o prêmio oficial da FIDAF e outorgado anualmente a festivais de grande expressão como Nova Prata, que em 2020 em sua edição virtual obteve um número muito expressivo de visualizações e qualidade de organização, além da capacidade de se reinventar e manter o espírito da FIDAF vivo durante a pandemia. 

Considerado pela ATUASERRA o maior evento cultural da Região Turística Uva e Vinho, em 2018 passou a integrar o calendário oficial de eventos do Rio Grande do Sul, por seu relevante interesse cultural, conforme Lei Estadual 15.094. Este ano serão 15 grupos locais participantes e 18 internacionais concorrendo ao campeonato que serão avaliados pelo júri formado por Emil Dimitrov (Bulgaria), Gabriel Frontera Mestre (Espanha), Gürhan Ozanoğlu (Turquia), Maria Szupiluk (Polônia), Vincent Reyes (Guam) e Régis Eduardo Bastian (Brasil), este como chefe do júri, além de três grupos convidados.

No campeonato internacional de danças folclóricas serão avaliados itens como técnica, figurino, música, coreografia e harmonia, além de impressão geral por uma equipe de jurados com experiência mínima de 15 júris internacionais da FIDAF. Esses avaliadores elegem os três primeiros lugares, além de melhor coreografia, melhor figurino, melhor música, e o prêmio especial do júri. Os grupos disputam entre si em busca do título de Campeão da 17ª edição do Festival e do FIDAF Brazil World Championship, sendo o Festival Internacional de Folclore de Nova Prata o primeiro na América a sediar o Concurso. As performances competitivas ocorrem na Pedreira De Conto, uma pedreira de basalto ainda em atividade na Comunidade de Gramado, interior de Nova Prata, e iniciam às 19h com transmissão pelos canais do festival e a Conecta TV.  Na noite de sábado, 16 de outubro, ocorre a semi-final, onde apenas 10 dos 18 concorrentes passam para a final. Os nomes serão conhecidos no domingo pela manhã, após a Celebração pela paz.

O público também participa da seleção dos melhores do ano: durante os dias de competição, os espectadores votam em seus grupos favoritos através do júri popular disponível no site do evento, que elege o “Prêmio de Público”. As performances presenciais serão realizadas e transmitidas pelos canais do festival, diretamente do Teatro da Pedreira.

Guardiões dos Saberes Ancestrais é o tema da 17ª edição

A cada edição uma temática norteia o festival, abordando fatos históricos de Nova Prata ou atrelados ao cenário sociocultural do mundo. Em 2021 os saberes ancestrais e seus guardiões pautam o evento. “Havia um tempo em que o ensinar e o aprender eram mais simples e próximos de nós. Um tempo em que os mais velhos eram conhecidos por ser a fonte inesgotável de tudo o que se sabia sobre o mundo e sobre as gentes. Esses saberes e fazeres eles contavam que vinham de antes de nossos avós e que assim sempre foi, desde as lições de bordado até os tratos com a terra, com as pedras, com o couro e com os bichos”, conta o diretor artístico do evento, Marcelo Nedeff.

“A humanidade passa por um momento duro em que os nossos guardiões são os maiores alvos do mal que nos assombra. Verdadeiras bibliotecas vivas silenciam e, com elas, uma imensurável gama de riquezas se dissolve. Sem nos darmos conta, toda a bagagem imaterial que eles carregam se está perdendo, junto daqueles que a guardam. É por esse motivo que o Festival Internacional de Folclore de Nova Prata, em sua décima sétima edição, recolhe aquelas vozes e memórias cheias de saberes e fazeres como forma de perpetuar esses conhecimentos seculares”.

Programação paralela

Além dos espetáculos, uma extensa programação paralela está sendo preparada para o evento. As masterclasses contarão com atividades formativas com experientes profissionais de diferentes segmentos da dança. Em três encontros, diferentes mestres nacionais e internacionais abordarão temas como as danças afro-gaúchas, o frevo e o tango, ministradas por Iara Deodoro, Lairton Guedes e Victor Recalde, da Argentina. As aulas ocorrem pela plataforma Zoom, gratuitamente, e as inscrições ocorrem pelo site do festival até quinta-feira, 14 de outubro. São 100 vagas por atividade, sem pré-requisitos para participação. 

A tradicional feira de artesanato, que reúne artesãos da região e de diversas localidades do Brasil e do exterior, neste ano, vai abrigar saberes ancestrais através de vídeos de alguns guardiões, que apresentarão o processo de criação de suas artes, com quem aprenderam e as relações criadas a partir delas.

A Feira Gastronômica também poderá ser conferida através de três programas virtuais de enogastronomia típica das etnias formadoras de Nova Prata, por meio de receitas tradicionais da região, que foram passadas de pais e avós para seus filhos e netos.

Já a Feira do Livro contará com a contribuição do campus local da Universidade de Caxias do Sul e sua editora (EDUCS), que promoverá um debate sobre ancestralidade, reunindo professores e pesquisadores do tema.  O Projeto Escola, que mobiliza a rede de ensino do município, mais de quatro mil crianças e jovens, em 2021 promoverá um intercâmbio entre os alunos de Nova Prata e de outros países que também falam a Língua Portuguesa, como Moçambique, Portugal, entre outros. Por meio de caixas de memórias produzidas pelos professores e alunos, os estudantes da cidade enviaram por correio e receberam conteúdos culturais e educativos.

Programas de turismo local, apresentações dos grupos folclóricos da região, ações solidárias também integram a programação, que podem ser acessada pelo site do evento festivalnovaprata.com.br.

O 17º Festival Internacional de Folclore de Nova Prata é apresentado por Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e Atria Implementos Agrícolas. Patrocínio Master de Axell Banheiras e Spas e REGGLA. Patrício de Adylnet Telecom, Supermercados Porta, Clip, Super Cassol, Unimed, Postal Engenharia e Sicredi. Apoio de Qualisteel, Agetra Gráfica, Fogocem, Casa Trevo, Basalto Santo Antônio, Pratavera Tour, Mauricio Benigni e Artemobili. Parceria do Município de Nova Prata e da Universidade de Caxias do Sul. Organização de Bailado Gaúcho. Financiamento: PRÓ-CULTURA – Governo do Estado do Rio Grande do Sul. 

Para mais informações, acesse: https://festivalnovaprata.com.br/ | https://www.instagram.com/festivaldenovaprata/

Festival Internacional de Folclore de Nova Prata – BRASIL – 17ª edição

FIDAF Brazil World Championship

15 a 17 de outubro de 2021 – Guardiões dos Saberes Ancestrais

Grupos Locais Participantes: Pré-Bailadinho, Bailadinho, Bailado Gaúcho, Bailado Maior, Bailado Gaúcho Musical, CTG Querência do Prata, CTG Retorno à Querência, Grupo Afro, Grupo Abadá-Capoeira, Grupo CALA, Grupo Kalina, Grupo Per Tutte L’eta, Grupo Novo Milênio, Ascodef e APAE.

Júri: Emil Dimitrov (Bulgaria), Gabriel Frontera Mestre (Espanha), Gürhan Ozanoğlu (Turquia), Maria Szupiluk (Polônia), Vincent Reyes (Guam) e Régis Eduardo Bastian (Brasil)

Grupos Internacionais:

África: Madagascar: Benja Gasy

América:

México: Ballet Folclorico de la Universidad de Guadalajara

 Panamá: Centro Folklórico Atenay Batista

Ásia:

China: Beijing Dance Academy

Coréia do Sul: Neulsum Dance Company 

Filipinas: Leyte Kalipayan Dance Company

Japão: The Dance Company Izena-no-Kai 

Malásia: Sultan Idris Education University

Taiwan: YiTzy Folk Dance Theatre

Europa:

Azerbaijão: Azerbaijan State Academic Dance Ensemble

Eslováquia: Pul’s – Poddukélský umelecký l’udový súbor

Geórgia: National Song And Dance Ensemble “Georgian Folklore” (Tbilisi State Medical University)

Hungria: Duna Art Ensemble

Moldávia: Baletul National JOC

Polônia: The “Mali Gorzowiacy” Folk Dance Group 

Russia : State Song and Dance Ensemble Siverko

Turquia: Büyükçekmece Municipality Golden Bridge Folk Dance Group

Oceania:

Polinésia Francesa: Tamariki Poerani

GRUPOS INTERNACIONAIS CONVIDADOS (NÃO COMPETIDORES)

Argentina: Grupo Coreografico Nomade

Chile: Compañia de Danza Folclorica Poyenmahat

Colômbia: Grupo de Musica y Danza Folclorica de la Universidad CESMAG

Me Diz O Que Que É chega às plataformas de streaming em 08 de Outubro

Single marca a estreia da carreira solo de Miri Brock

Uma canção dançante e a cara do verão chega às plataformas de streaming no dia 08 de outubro, marcando a estreia da carreira solo de Miri Brock. A cantora, compositora e produtora cultural, com uma trajetória de mais de dez anos dedicada à música, lança Me Diz O Que Que É.

Este é o primeiro single autoral de uma série de lançamentos da artista, que conta com produção de Marcelo Fruet, conhecido e premiado por inúmeras produções no mercado fonográfico do Rio Grande do Sul. “A canção surgiu a partir de uma harmonia criada por mim no violão e a letra e melodia vieram logo depois. A inspiração veio de um encontro que tive com uma pessoa com a qual eu trabalhei por um dia. Eu a conheci e  instantaneamente fui impactada pela sua presença única, encantadora, charmosa, doce e sexy ao mesmo tempo. Percebi que não sabia nomear aquele sentimento, fiquei vários dias pensando na pessoa, querendo conviver mais com ela, usufruir mais da presença dela, algo ficou dentro de mim e acabou nascendo a música”, conta Miri. “A confusão de sentimentos é algo muito marcante da minha personalidade, sempre acho que estou apaixonada, mas geralmente é tudo fantasia da minha cabeça, logo passa e se torna música”, se diverte a musicista que já integrou as bandas Louis&Anas (posteriormente rebatizada como apenas Louis) que fundia referências do soul, da disco music e do R&B, e Miri Brock & The Back Band, em que explorava as referências femininas do standard norte-americano e do cancioneiro do samba.

A versão composta por Miri, em voz e violão, foi apresentada a Fruet e Daniel Roitmann, que criou o delicioso beat e o restante do arranjo. As gravações ocorreram nos estúdios 12 Experiências Sonoras (vozes e instrumentos eletrônicos) e Tambor e Arte, onde Lucas Kinoshita registrou as percussões. O público encontrará semelhanças com Yendry, Mahalia, Marina Senna, Duda Beat, entre outras inspirações da compositora, como Céu e Gal Costa. 

A faixa conta com clipe, gravado em Porto Alegre e São Paulo com produção e direção do  jornalista, escritor e diretor de arte Allex Colontonio, que deve ser lançado nas próximas semanas. 

Estão previstos mais lançamentos para os próximos meses, até a chegada do EP às plataformas, com previsão de estreia no primeiro semestre de 2022. Para saber mais, acesse: 

Spotify: https://spoti.fi/3jmP9jv

Instagram: https://www.instagram.com/miribrock/?hl=pt-br

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCiKfaQnvvndH_zaJXTefCgg

Facebook: https://www.facebook.com/miribrockoficial

Miri Brock é cantora, compositora e produtora cultural, com uma trajetória de mais de 10 anos dedicada à música. Após passagens pelas bandas Louis, que fundia referências do soul, da disco music e do R&B, e o projeto Miri Brock & The Back Band, em que explorava as referências femininas do standard norte-americano e do cancioneiro do samba, a artista estreia em carreira solo autoral em 2021, com o lançamento do single Me Diz O Que Que É, que conta com produção de Marcelo Fruet e clipe com direção de Allex Colontonio. 

Miri é uma das integrantes do projeto Gliti, que ela desenvolve em parceria com Victor Fão e Martina Fröhlich, um experimento musical e audiovisual que aborda temáticas de liberação feminina e sexualidades plurais numa roupagem eletropop. 

Como apresentadora, lançou em 2020 o programa de cultura Meio Desligada, em que apresenta nomes consagrados e novidades da cena pop brasileira. Também é produtora e uma das sócias do Circuito Orelhas, projeto de circulação de artistas da nova música brasileira em palcos gaúchos, vencedor do Natura Musical 2020. 

ESPETÁCULO “OS PEQUENOS MUNDOS” DO GRUPO ERANOS (SC) ESTREIA NA PROGRAMAÇÃO DO #CCBBEMCASA

Para crianças de todo o Brasil, a obra convida a uma aventura fantástica construída com caixas de papelão. O trabalho valoriza a presença da criança e sua interação real com espetáculo, ao vivo, pela plataforma Zoom. 

No mês da criança, o premiado grupo catarinense Eranos Círculo de Arte – referência em trabalhos cênicos interativos dedicados à infância – faz sua estreia nacional de “Os Pequenos Mundos” no dia 1º de outubro, sexta-feira, em formato on-line. A obra integra a programação digital do Centro Cultural Banco do Brasil e é um convite a pessoas de todas as idades a participarem de uma aventura por mundos encantados, criados com caixas de papelão. A pessoa responsável pela criança recebe, antecipadamente, um tutorial com uma lista de materiais e orientações para preparação de um espaço cenográfico, em casa, que servirá como ambientação para a experiência teatral. Cada apresentação tem duração aproximada de 35 minutos. O espetáculo é indicado para crianças de 3 a 8 anosEste projeto tem patrocínio do Banco do Brasil. 

espetáculo fica em cartaz até 21 de novembro, aos sábados e domingos com sessões às 15h e às 17h, às quintas-feiras com apresentações às 10h, e nas sextas-feiras às 15h. As sessões de domingo possuem acessibilidade com intérprete de libras e audiodescrição. Toda temporada acontece pela plataforma Zoom e são permitidos até 20 ingressos por sessão – cada bilhete virtual dá direito à participação de toda família. Os ingressos custam R$30 (inteira) e R$15 (meia) e podem ser adquiridos no site www.bb.com.br/culturaO valor arrecadado com a bilheteria será doado integralmente para a Associação Colmeia de acolhimento infantil – Belo Horizonte.  

 “Em qualquer lugar que uma criança se encontre, ela vai criar uma pequena história, um pequeno mundo com aquilo que está a sua volta: pode ser suas próprias mãos, uma sombra, caixas, achados da natureza – plantas, folhas, galhos. A potência criativa é muito natural para as crianças”, explica Sandra Coelho, atriz, psicóloga e integrante do Eranos Círculo de Arte. Durante o processo de criação do espetáculo, o grupo distribuiu kits com caixas de papelão de tamanhos diversos para algumas famílias e pediu que registrassem o que os filhos faziam com os materiais, quais brincadeiras propunham, quais reações, histórias, etc. “A relação que as crianças estabelecem com as caixas – compreendidas aqui como brinquedos não-estruturados, ou seja, não possuem uma funcionalidade específica -, foi o ponto de partida para a criação da peça”, completa a atriz.

Fundado em 2009 por Sandra Coelho e pelo diretor Leandro Maman, é a partir de 2014 que o Eranos Círculo de Arte inicia um processo de investigação sobre o conceito de protagonismo da criança, em especial da primeira infância nas artes presenciais, com pesquisas permanentes em escolas públicas. “A ideia da criança como figura central inicia já na concepção das peças, quando vamos até elas e propomos uma espécie de criação colaborativa através de oficinas criativas.  Nas apresentações as crianças são convidadas a participar, opinar, e estar muito próximas da cena e dos atores, já que todas as obras têm caráter intimista”, explica Sandra Coelho.

Em “Os Pequenos Mundos” o grupo trabalha pela primeira vez com a participação online das crianças. Para aproximar da experiência teatral, a companhia de Itajaí (SC) propõe que aconteça a preparação para o espetáculo dentro da casa do espectador, por meio de tutoriais que auxiliam os adultos na construção de um cenário com o que tiverem à mão, criando assim uma experiência física, tátil e extra cotidiana, para além das telas. “É importante que a cenografia se aproprie da narrativa infantil: crianças são os principais autores da produção desse pequeno espaço cênico. E quando começar a peça, ela vai ter acesso ao pequeno mundo que o adulto construiu para ela ou junto com ela”, diz.

Em “Os Pequenos Mundos”, as crianças são levadas a uma aventura por mundos de fantasia feitos de caixas de papelão. A narrativa é conduzida por bonecos animados pela atriz Sandra Coelho e confeccionados por Leandro Maman. “Desde a fundação do grupo a gente trabalha com conceitos de teatro de animação em projeções digitais, e agora com a pandemia, a gente direcionou a pesquisa de ‘Os Pequenos Mundos’ para construção de bonecos animados. É um espetáculo de natureza híbrida, a gente tem em cena uma atriz, ao vivo, e a animação, com diversas técnicas: boneco de vara, boneco de mesa, todos confeccionados de maneira autoral”, explica Leandro Maman. 

Segundo Sandra, os tutoriais incentivam que os cuidadores construam, com caixas de papelão, um dos bonecos do espetáculo. Ainda durante a peça, Sandra dá indicações para as crianças buscarem, no ambiente, objetos que os adultos já deixaram previamente preparados. A dramaturgia apresenta também abertura para a participação da plateia. “Vou pedir que façam ou que me mostrem coisas, como objetos, suas mãos etc. O microfone delas poderá ser aberto para quando quiserem se manifestar. Vai ter uma música com o nome das crianças que será cantada ao final do espetáculo. Elas de verdade participam e são parte fundamental do espetáculo. E os pais atuam como facilitadores da experiência”, diz.

A tecnologia não é novidade para o Eranos, habituado a utilizá-la em outros trabalhos presenciais da companhia como forma de conexão com o público. Em “Os Pequenos Mundos”, o desafio para o grupo foi tornar o ambiente digital uma ferramenta interativa. “A tecnologia não é um fim em nossas peças. Ela é um meio que a gente usa para se relacionar com as pessoas. Portanto, ‘Os Pequenos Mundos’ não é para ser assistido por uma plataforma. É um espetáculo para participar. Como de fato entrar em contato com a criança e se fazer o mais presente possível pela tela? Esse tempo serviu para que a gente pudesse amadurecer e refletir sobre esse lugar da tecnologia e sobre aquilo que é o cerne do nosso trabalho: a relação”, conclui Sandra Coelho.

A autoria e pesquisa do espetáculo Os Pequenos Mundos são de Sandra Coelho e Leandro Maman, atuação ao vivo de Sandra Coelho, direção geral e confecção de bonecos de Leandro Maman, supervisão artística de Adriano Guimarães, assessoria de animação de Luiz André Cherubini, animação dos bonecos por Sandra Coelho e Leandro Maman, operação técnica por João Freitas e Pietra Garcia, produção por Eranos Círculo de Arte.

ERANOS CÍRCULO DE ARTEhttp://eranos.com.br/

Original de Itajaí/SC, Eranos – Círculo de Arte é um coletivo de artistas que produz e pesquisa arte e suas interfaces entre o teatro de rua, o teatro de animação, a performance, fotografia e poesia. A companhia investe também em processos criativos com linguagem onírica e traz como eixo recorrente em seus trabalhos o uso de aparatos multimídia.

Desde 2009 a companhia desenvolveu mais de 20 criações entre espetáculos e performances e participou de reconhecidos festivais como FIL RJ – Festival de Intercâmbio de Linguagens (2021, 2019 e 2016), Festlambe – Festival Internacional de Teatro Lambe-lambe de Valparaíso (2016), no Chile; Festival Novo Olhar – Jundiaí (2018), FILO – Festival Internacional de Londrina (2016), FITA – Festival Internacional de Teatro de Animação (2016), XII Feverestival – Festival Internacional de Teatro de Campinas (2016) e Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre (2014) entre outros. Além de prêmios como o Iberescena (2017), Elisabete Anderle (2017, 2019 e 2020), Myriam Muniz (2015), Arte como Respiro – Itaú Cultural (2020), FUNARTE Respirarte (2020).

A partir de 2014, o grupo passou a investigar sobre o uso de tecnologias digitais para a primeira infância. Para o grupo, o teatro é uma maneira de democratizar o acesso à cultura, além de contribuir para a formação de plateia, trazendo desde cedo a experiência da fruição artística

SERVIÇO

GRUPO ERANOS (SC) ESTREIA “PEQUENOS MUNDOS” NO CCBB 

1º de outubro a 21 de novembro de 2021 

Sessões aos sábados e domingos, às 15h e 17h 

Quintas-feiras – 10h e sextas-feiras – 15h 

*As sessões de domingo terão acessibilidade com intérprete de libras e audiodescrição
** O valor arrecadado com a bilheteria será doado  

integralmente para a Associação Colmeia de acolhimento infantil – Belo Horizonte, . 

Limite de 20 inscrições na plataforma zoom, por sessão 

(Público potencial mínimo de 40 pessoas) 

Indicado para crianças de 3 a 8 anos 

Ingressos à venda a R$30 (inteira) R$15 (meia) 

Pelo site www.bb.com.br/cultura ou pelo site     www.sympla.com.br/produtor/ospequenosmundos 

Mais informações para o público: 

Nas redes sociais @ccbbbh, @ccbbrj, @ccbbsp e @ccbbbrasilia e do grupo @eranoscirculodearte 

SAC 0800 729 0722 – Ouvidoria BB 0800 729 5678 – 

Deficientes Auditivos ou de Fala 0800 729 0088 

Goethe-Institut Porto Alegre promove projeções urbanas em quatro pontos do Centro Histórico na sexta, 01 de outubro

Encontros Projetados reúne obras de Marina Kerber e Lotte Reiniger

Na próxima sexta-feira, 01 de outubro, o Goethe-Institut Porto Alegre realiza, em quatro locais do Centro Histórico de Porto Alegre, a ação Encontros Projetados, que reúne animações das artistas Marina Kerber (Brasil) e Lotte Reiniger (Alemanha), que serão projetadas em prédios e paredes da cidade. A ideia, como sugere o nome, é colocar em diálogo duas obras distintas, ao mesmo tempo em que traz, através das projeções, a atividade para o espaço público.

O programa conta com 18 filmes, nove de cada diretora, totalizando 45 minutos de programação que inicia às 19h e segue até 22h em repetição continua. A ação das projeções é feita pelo Coletivo Projetores Pela Cultura, que vem também se destacando no cenário com ações no espaço público.

Apesar da técnica da animação ser o ponto de partida da programação de Encontros Projetados, um intervalo de quase um século separa as produções de Kerber e Reiniger. Marina Kerber nasceu em Porto Alegre em 1991 e atua como diretora, diretora de arte e animadora, enquanto Lotte Reiniger nasceu em Berlim em 1899, tendo falecido no início dos anos 1980, e foi a grande pioneira da animação de silhuetas. Os lugares e épocas distintas dos quais as diretoras partem provocam um rico diálogo entre as obras. Há também momentos em que esse encontro apresenta proximidades e conversas entre as obras – seja através da cor, do movimento animado, ou mesmo das sensações que os filmes evocam no espectador. 

O trabalho de Lotte Reiniger ainda não é familiar ao grande público. Através do recorte de papel (paper cutting), do jogo de sombras e sequência de imagens, Reiniger criou mais de 40 filmes de animação de silhuetas durante seis décadas de produção. Seu primeiro filme é de 1919 e seu último de 1980. Sua produção passa por filmes experimentais até contos de fadas e fábulas orientais, passando também por diversas animações de peças publicitárias realizadas quando residia em Londres e por coproduções com outros diretores e criadores nas quais sempre colaborava com suas animações. Nascida na Alemanha, Lotte refugiou-se na Inglaterra com o início da Segunda Guerra. Voltou para Berlim no meio do conflito para cuidar de sua mãe, mas, assim que pode, retornou a Londres e só mudou-se novamente para a Alemanha nos anos 1970, onde residiu até falecer no início dos anos 1980, deixando um legado riquíssimo de filmes espalhados por museus, cinematecas e arquivos cinematográficos europeus. 

­Marina Kerber é multiartista e destaca-se no cenário audiovisual nas funções de direção, direção de arte e animação. Neste último, a artista produz animações potentes utilizando diferentes técnicas, como a de recorte/cut-out, que dialoga com a animação de silhuetas de Lotte Reiniger; e o pixillation – prática que anima pessoas e objetos cotidianos através de fotografias. Mestra em Meios e Processos Audiovisuais pela USP e graduada em Realização Audiovisual pela UNISINOS, Kerber já realizou trabalhos em televisão, curtas-metragens, longas-metragens e videoclipes. Como diretora, participou de diversos festivais com filmes de técnicas híbridas de animação, desenho, fotografia e live action, como “Eu prefiro sem sementes”, “O Céu da Pandemia” e “Visão embaçada” (Festival de Gramado, Fantaspoa at home, Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, Monstra Festival, Diálogo de Cinema e MUMIA). A artista integra ainda o Coletivo Macumba Lab, formado por profissionais negras e negros do audiovisual do Rio Grande do Sul, compõe a Equipe Black de direção de arte e ministra oficinas de animação para iniciantes.

Ainda que a atividade aconteça ao ar livre, marcando a retomada da programação cultural da cidade, o uso de máscara e o distanciamento nos locais de projeção entre espectadores devem ser mantidos. Será possível acompanhar as projeções no Viaduto Otávio Rocha, Escadaria 24 de Maio, Theatro São Pedro e Av. João Pessoa. Na projeção no viaduto da Borges, o público pode conferir um bate-papo com Marina às 20h30.  Em caso de chuva, o evento será transferido para 8 de outubro.

Encontros Projetados: Lotte Reiniger e Marina Kerber

Realização: Goethe-Institut Porto Alegre

1 de outubro | Sexta-feira | Das 19h –  22h

Locais de projeção:

– Borges de Medeiros (Viaduto Otávio Rocha)

– Escadaria 24 de Maio (Rua André da Rocha)  

– Theatro São Pedro (Fachada da Rua Riachuelo)

– Av. João Pessoa (Ao lado do DCE da UFRGS)

*Bate-papo com Marina Kerber às 20h30 na Borges de Medeiros

*Programação composta por 9 filmes de cada diretora, totalizado 45min de programação que inicia às 19h e segue até 22h em repetição continua.

*Em caso de chuva, o evento será transferido para dia 8 de outubro, sexta-feira 

*Mantenha o distanciamento e o uso de máscara mesmo no espaço público e aberto

Programação de filmes | Total: 45min

Father Christmas | Lotte Reiniger | 1978 | 1:31 [trecho]

Trecho em que mostra Lotte Reiniger, já com 70 anos, fazendo animações live action com silhuetas.

Cinderela | Lotte Reiniger | 1922 | 3:29 [trecho]

Trecho inicial de Cinderela.

Recheio de Tinta | Marina Kerber | 2010 | 1:00

Animação recheada com tinta e giz de cera. Ao final todos fazem a digestão.

A Quimera [Fragmento]| Lotte Reiniger | 1960 | 00:56

Um vulcão que se transforma em figura mitológica. Fragmento encontrado nos itens pessoais de Lotte Reiniger após seu falecimento.

Bupreolzapinalatonina 300mg | Marina Kerber | 2021 | 00:30

Sequência de filmes curtos feitos durante a pandemia de Covid-19 no Brasil.

Quarentena Psicodélica | Marina Kerber | 2020 | 00:45

Sequência de filmes curtos feitos durante a pandemia de Covid-19 no Brasil.

O ornamento do coração apaixonado | Lotte Reiniger | 1919 | 4:00 

O jogo gracioso e dramático de um casal apaixonado. Primeiro filme de Lotte Reiniger em 1919.

Sonho de quarentena | Marina Kerber | 2020 | 00:30

Sequência de filmes curtos feitos durante a pandemia de Covid-19 no Brasil.

As quatro estações | Lotte Reiniger | 1980 | 2:33

Último filme de Lotte Reiniger. Animação das quatro estações do ano que representam a estética clássica de Reiniger.

Grotescos na neve | Lotte Reiniger | 1928 | 3:14 [trecho]

Filmagens feitas por Alex Strasse em uma viagem de férias de inverno misturadas com intervenções de silhuetas feitas por Reiniger.

Eu prefiro sem sementes | Marina Kerber | 2012 | 3:36

Uma mulher não suporta a forma arredondada de frutas com sementes.

O Príncipe Sapo | Lotte Reiniger | 1961 | 2:46

Um sapo tenta assegurar um bem precioso embaixo d’água. Animação colorida.

Solo anafilático | Marina Kerber | 2011 | 2:37

Forte reação alérgica em território estrangeiro.

Quando a palheta cai no chão porque eu não sei tocar violão | Marina Kerber | 2020 | 00:30

Sequência de filmes curtos feitos durante a pandemia de Covid-19 no Brasil.

O aniversário de Mary | Lotte Reiniger | 1950/51 | 1:19 [trecho]

Trecho do filme realizado para campanha do Ministério da Saúde britânico sobre higienização.

O Céu da Pandemia | Marina Kerber | 2020 | 5:18

Eu achei que era um sonho. Não tinha ninguém na rua e eu tava sozinha. Todos os dias são iguais, mas hoje é meu aniversário.

O Correio Celestial | Lotte Reiniger | 1938 | 3:34

Filme encomendado pelo General Post Office na Inglaterra. Um dos marcos do cinema britânico colorido. Durante as décadas que viveu em Londres, Reiniger colaborou diversas vezes com a Crown Film Unit.

Visão embaçada | Marina Kerber | 2020| 6:23

As sequelas de uma conjuntivite adenoviral deixam a visão embaçada. Através de uma interpretação artística e estilizada de um exame oftalmológico, o filme revela sensações experimentadas pela paciente. O exagero nas formas amplifica a frustração sentida e, ao mesmo tempo, condiciona a tensão cotidiana. Diagnóstico: “o problema está na estrutura, nas feridas brancas sobre a pupila preta.”

Segundo single de Lipsen chega às plataformas de streaming em 27 de setembro

Como o Pôr do Sol, uma balada romântica, é a segunda canção do trabalho solo autoral do multiartista

A partir da segunda-feira, 27 de setembro, será possível conferir o segundo single do multiartista Lipsen, Como o Pôr do Sol. O lançamento integra uma nova fase do ator e músico, dedicada ao seu trabalho solo autoral. Como o Pôr do Sol é uma balada romântica ao piano, inspirada pelo clássico pôr do sol de Porto Alegre, conhecido como um cartão postal da cidade. Com forte influência das grandes canções românticas de Elton John, Lipsen nos convida para testemunhar o espetáculo do pôr do sol no camarote da janela do seu quarto. 

Como o Pôr do Sol desenha uma metáfora do amor que, como o pôr do sol, acontece na hora certa e não espera por ninguém. Segundo Lipsen, é possível encontrar algumas referências à cultura portoalegrense, como o Bloco da Laje, do qual é integrante, e a música Horizontes, um clássico popular gaúcho. “O sol é o rei’ é parte do repertório do bloco, e a harmonia de Como o Pôr do Sol foi inspirada em parte pela canção de Flávio Bicca Rocha”, revela. 

Assim, como Ninguém, lançada no dia 09 deste mês, a faixa compõe o EP de estreia de Lipsen, previsto para chegar às plataformas no aniversário do compositor, 15 de outubro, apresentam ao público histórias de dores e desamores vividos pelo artista, que utiliza todo seu repertório teatral na interpretação.

O single conta com um clipe, filmado no Palácio Piratini, que integra projeto “Encontros”, uma série de vídeos de artistas gaúchos convidados para performar dentro do Palácio. A série “Encontros” é parte da celebração do centenário do prédio histórico que é sede do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Como o Pôr do Sol repete a parceria de Lipsen com Viridiana e Gabriela Lery, que tocam guitarra e baixo. A produção fonográfica dos singles e do EP  é assinada por Lipsen e em parceria com a Produtora Corda Solta.

As capas dos três lançamentos são uma criação da artista Talita Hoffmann, conhecida no mercado editorial por assinar capas de publicações das editoras Todavia Livros, Terreno Estranho, Ubu, Antofágica e Claraboia. Talita já produziu obras para outros nomes da música, como a banda O Terno, Pedro Pastoriz, Mari Romano, Murilo Sá e o selo Light in the Attic, dos EUA.

Para mais informações, acesse – instagram.com/lipsen.ph e youtube.com/Lipsen 

Lançamento de COMO O PÔR DO SOL, single de Lipsen

27 de setembro, nas plataformas de streaming

youtube.com/Lipsen 

Sobre o artista: Lipsen é ator, cantor e compositor de Porto Alegre e se descreve como uma bixa multiartista. Bacharel em Teatro (UFRGS 2009), mestre em Artes Cênicas (PPGAC-UFRGS 2016) e doutorando em Artes Cênicas (PPGAC-UFRGS). É integrante do Grupo Cerco de teatro desde a sua fundação em 2008 e também colabora como ator e músico junto a outros importantes grupos de teatro do RS em suas produções.

É conhecido por seu trabalho como artista de rua, o qual ele apresenta tradicionalmente aos domingos no Brique da Redenção em Porto Alegre. No show na rua, intitulado “Música para três pulmões”, Lipsen canta grandes hits da música pop nacional e internacional em versões inusitadas para voz e acordeom, com muito fôlego e bom humor.

Lipsen lança sua carreira solo em 2021, trazendo a público suas canções autorais contando as dores e os desamores utilizando todo seu repertório teatral na interpretação.

FICHA TÉCNICA

Composição, voz e piano: Lipsen

Baixo: Gabriela Lery

Guitarra: Viridiana

Edição, Mixagem e Masterização: Viridiana

Produção Fonográfica: Lipsen e Corda Solta

Capa: Talita Hoffmann

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin

Cia La Negra Ana Medeiros apresenta Mujeres de Água nos dias 17 e 18 de setembro no CHC Santa Casa

Sessões em formato híbrido contam com transmissão pelo canal do YouTube da instituição e público presencial reduzido no teatro

A mais recente performance da Cia La Negra Ana Medeiros, Mujeres de Água terá duas sessões nos dias 17 e 18 de setembro, às 20h, pelo projeto CHConecta, do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em formato híbrido. O público poderá adquirir ingressos tanto para exibição on-line, pelo YouTube da instituição, quanto presencial no teatro, com público reduzido.

Mujeres de Água é um projeto inovador que tem o flamenco como linguagem norteadora, em diálogo com o teatro e a música, apresentando trilha sonora inédita de Jef lima e Isadora Arruda, que inclui ritmos como o entre o cante Yorubá, o cancioneiro nordestino, o folclore latino americano além do Flamenco.


Inicialmente criada como uma videodança, a performance conta com um corpo de baile com seis mulheres que amadureceram por meio do Flamenco e apresentam suas vivências e perspectivas de mundo, no ir e vir das ondas do mar. “A água simboliza a origem da vida, a fecundidade, a fertilidade, a transformação, a purificação, a força e a limpeza. Elemento primordial, ela é considerada o ponto de partida para o surgimento da vida e é a força motriz de inspiração para este espetáculo”, revela La Negra Ana Medeiros, diretora e coreógrafa do projeto. No elenco, Emily Borghetti  Patrícia Correa, Thaís Virgínia, Ana Cândida de la Campana, Luciana Meira e La Negra Ana Medeiros, com direção artística de Silvia Canarim.

Os ingressos custam entre R$ 10,00 e R$ 50,00 e podem ser adquiridos através da plataforma Sympla – https://www.sympla.com.br/produtor/CHCSantaCasa . Nos dias 22 e 23 de setembro a companhia se apresenta em Salvador, no Teatro Gamboa Nova.

Direção geral, concepção, figurino, coreografia e produção: La negra Ana Medeiros

Direção Artística: Silvia Canarim

Baile: Emily Borghetti, Patrícia Correa, Thaís Virgínia, Ana Cândida de la Campana, Luciana Meira e La Negra Ana Medeiros

Vídeo arte: 2L produtora

Trilha sonora: Jef lima e Isadora Arruda

Execução figurino: Tânia Ferreira

Fotografia: Fábio Zambom

Luz: Fabrício Simões

Projeto Plataforma promove aula aberta de Produção Executiva de Exposições na terça-feira, 21 de setembro

Plataforma é executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020

Atividade é ministrada pela produtora e curadora Jaqueline Beltrame, criadora do projeto, que surge a partir de um desejo de interlocução com profissionais da área da cultura, promovendo o cruzamento entre as artes

Encerrando o ciclo de lançamento, o projeto Plataforma, iniciativa executada através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, promove uma aula aberta de Produção Executiva de Exposições na terça-feira, 21 de setembro. Ministrada pela produtora e curadora Jaqueline Beltrame, criadora do projeto, a atividade aborda as diversas etapas de realização de exposições. Dentre os tópicos, estão a relação entre curadoria e produção, como montar o orçamento, empréstimo de obras e produção local, cronograma, equipe envolvida e toda documentação necessária para realização de uma exposição.

O Plataforma é um ambiente para promover o compartilhamento de conhecimento através de cursos, conteúdos e divulgação de projetos, espaços culturais, artistas e agentes da cultura que surge a partir de um desejo de interlocução com profissionais da cultura, compartilhamento de conhecimento e informação, e o cruzamento entre as artes. “A busca do Plataforma é construir permanentemente ações, através de aulas e de outras formas de compartilhamento, que propaguem os conhecimentos mais diversos do setor cultural. Em seu lançamento, buscamos fomentar o sistema das Artes Visuais no Rio Grande do Sul, através de dois pilares que se relacionam: formação e compartilhamento de conteúdos”, declara Jaqueline.

A Aula Aberta de Produção Executiva de Exposições contará com Tradução Simultânea em LIBRAS mediante solicitação dos interessados, que devem se inscrever até 14 de setembro. O encontro que ocorre das 19h às 21h através da plataforma Zoom é gratuito, com inscrições (para pessoas que não necessitem intérprete de LIBRAS) até 19 de setembro através do formulário https://forms.gle/bwFuLpYQLHKxoTtn9. Uma aula de produção, em áudio no formato podcast, também será disponibilizada no site do projeto, ampliando a acessibilidade do conteúdo. 

Além de promover cursos, o Plataforma tem uma área destinada ao compartilhamento de conteúdos online como textos críticos, outras plataformas de arte, projetos culturais e bibliografia dos cursos que promove, em permanente atualização. Durante o ciclo de lançamento, o Plataforma promoveu 11 encontros com diversos nomes de referência das artes visuais, recebendo 30 alunos.

Em breve outras atividades serão divulgadas no site. Para mais informações, acesse: www.plataformaonline.art.br | instagram.com/plataformaonline.art/ |  fb.com/plataformaonline.art/

Aula aberta de Produção Executiva de Exposições

ministrada por Jaqueline Beltrame

21 de setembro de 2021, das 19h às 21h

Atividade gratuita, via plataforma Zoom

Inscrições: até 19/09, através do formulário https://forms.gle/bwFuLpYQLHKxoTtn9

Acessibilidade: até o dia 14/09 é possível solicitar tradução simultânea em Libras no formulário de inscrição.

Ementa:

A aula aberta de Produção Executiva de Exposições, ministrada por Jaqueline Beltrame, aborda as diversas etapas de realização de exposições. Dentre os tópicos, estão a relação entre curadoria e produção, como montar o orçamento, empréstimo de obras e produção local, cronograma, equipe envolvida e toda documentação necessária para realização de uma exposição.

Sobre a ministrante:

Jaqueline Beltrame (Porto Alegre – RS) é graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É sócia fundadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira, festival do qual também é diretora, curadora e produtora.

Há mais de duas décadas realiza projetos de cinema e artes visuais; tendo atuado como Produtora Executiva da Fundação Iberê Camargo, de diversas edições da Bienal do Mercosul, além de produzir exposições e projetos em instituições culturais.

É produtora executiva de longas e curtas metragens, tendo filmes exibidos em festivais nacionais e internacionais como Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Cinema de Gramado, Mostra Internacional de Cinema de SP, Berlinale, Sundance e Rotterdam. Participou do ARSENAL / LIVING ARCHIVE, residência curatorial em Berlim na qual pesquisou e programou obras do acervo do Arsenal – Institut for Film and Video Art.

Criou o projeto Plataforma a partir de um desejo de interlocução com profissionais da cultura, compartilhamento de conhecimento e informação, e o cruzamento entre as artes. Para o Ciclo de Aulas Plataforma, realizado no lançamento do projeto, dividiu com Gabriela Motta a formação do grupo de ministrantes e conteúdos, e com Nicole Quines a produção do projeto.

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