Busca

Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Categoria

Uncategorized

Verano con flamencura La Negra promove cursos e tablados durante o mês de janeiro

Workshops são ministrados por profissionais da Bahia, RS e SC sempre acompanhados de música ao vivo

Em Porto Alegre, os tablados ocorrem nos dias 13 e 20 no MED Restaurante e no dia 22 em Bento Gonçalves

A partir desta segunda-feira, 10 de janeiro, os apaixonados pela cultura flamenca terão a oportunidade de acompanhar a quarta edição do Verano com Flamencura La Negra, promovida pela Cia de Arte La Negra Ana Medeiros, que em 2022 comemora 25 anos dedicados à arte flamenca. Até 27 de janeiro a sede da companhia receberá seis workshops ministrados por profissionais de diversos locais do Brasil, além de promover três tablados e sessões de fotos profissionais.

Há cursos de diversos estilos e níveis com as professoras Carol Ferrari (SC), Flora Bacelar (BA), Ana Medeiros (RS), e os músicos Jef Lima (RS) e Isadora Arruda (SP) (confira as modalidades e vagas disponíveis abaixo). Todas as oficinas contarão com música ao vivo.

Além das atividades formativas, os alunos podem colocar em prática os aprendizados em três tablados, shows de dança e música flamenca, desenvolvendo experiência de palco para aplicarem seus conhecimentos de maneira lúdica, amorosa e assertiva, contribuindo para a integração entre o ensino e a prática. Em Porto Alegre, o público poderá conferir os performers nos dias 13 e 27 de janeiro, às 19h, no MED Restaurante (Av. Independência, 891) e no sábado, 22 de janeiro, em Bento Gonçalves na Cia de Arte Nina Aver (Rua Vitória, 258).

Em parceria com a organização do projeto, o Estúdio Visual Anambé estará presente na escola no dia 17 de janeiro, oferecendo sessões de fotos profissionais. Informações e inscrições pelo email contato@lanegra.com.br

Verano com Flamencura La Negra

13 e 20 de janeiro – tablados em Porto Alegre

A partir das 19h no MED Restaurante – Av. Independência, 891

22 de janeiro – em Bento Gonçalves na Cia de Arte Nina Aver (Rua Vitória, 258)

17 de janeiro – sessões de fotos com Estúdio Visual Anambé (na Cia La Negra, agende por email contato@lanegra.com.br

WORKSHOPS

ANA MEDEIROS LA NEGRA

Em 2022 comemora 25 anos dedicados à arte flamenca. Recebeu várias premiações, entre elas, a de Melhor Bailarina no Prêmio Açorianos de Dança 2012 e como o mesmo prêmio,  a de Destaque Flamenco em 2017 e Melhor espetáculo em 2021. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu método pioneiro no toque e arranjo musical da castanhola, aliando a prática como bailarina à utilização como instrumento solista.

TIENTOS (vagas esgotadas)
10,11,12,17,18 e 19/01 – 19h30
Nível – Iniciados no Flamenco
Iniciando as comemorações dos 25 anos dedicados ao flamenco, Ana Medeiros La Negra revisita sua primeira coreografia solo nesse workshop.


FLAMENCO INICIAÇÃO (inscrições abertas)
24, 25, 26 e 27/01 – 18h30
Nível – Para quem está começando, ou nunca fez flamenco!
Técnica de baile, improviso, expressividade, conexão, empoderamento, tudo num ambiente de acolhimento e amor!


IMPROVISO POR TANGOS (vagas esgotadas)
24, 25, 26 e 27 – 19h30
Nível – Iniciados no Flamenco
Workshop lúdico e animado que visa o entendimento e interligação entre cante, baile e guitarra a fim de proporcionar ao aluno autonomia e desfrute no baile de improviso por tango flamenco!


CAROL FERRARI

É proprietária da escola Flamenco Carol Ferrari, de Florianópolis. Atua como professora, bailaora e coreógrafa na cena flamenca desde 2006. Produz espetáculos, tablaos e workshops nacionais e internacionais, fomentando o intercâmbio de artistas. Especializou-se na Espanha, onde fez aulas com maestros renomados e pode bailar no tablao Café Ziryab, em Madri.
Produz anualmente o Caminos, um espetáculo de dança flamenca com música ao vivo, em que os alunos apresentam no palco, tudo que foi trabalhado em sala de aula.

BULERÍA
10,11 e 12/01 – 18h30 (vagas esgotadas)
Nível – Iniciados no Flamenco
Workshop lúdico e animado que visa o entendimento e interligação entre cante, baile e guitarra a fim de proporcionar ao aluno autonomia e desfrute no baile de improviso por buleria!
 

FLORA BACELAR

Professora, bailaora e produtora da arte flamenca em Salvador-BA. Há 20 anos estuda a arte Flamenca, tendo também passado por estudos do ballet clássico. Viveu 6 anos em Palma de Mallorca (Espanha) e sempre participou de workshops nacionais e internacionais, além de espetáculos e tablados. Coordena o projeto “Flamenco Na Praça”, tablado flamenco que acontece mensalmente em Salvador. Durante a pandemia, vem ministrando aulas online de baile e de estrutura do baile. Participou como bailaora convidada do espetáculo Mujeres de água da cia de arte La Negra em Salvador.

ALEGRIAS
17, 18 e 19/01 – 18h30 (vagas esgotadas)
Nível – Iniciados no Flamenco
Workshop técnico que visa o entendimento e interligação entre cante, baile e guitarra a fim de proporcionar o aperfeiçoamento da técnica de sapateado à expressão corporal.
 

ISADORA ARRUDA E JEF LIMA
PALMAS E ESTRUTURA DE BAILE
10,11,12,17,18 E 19/1 – 20h30 (vagas esgotadas)

Nível : livre
Que tal aprimorar teu entendimento no baile flamenco através da estrutura musical do cante e da guitarra flamenca? 

Porta e Janela tem pré-estreia online na segunda-feira, 20 de dezembro

Curta-Metragem escrito e dirigido por Alice Urbim foi gravado em Porto Alegre, Itaara e Santa Maria 

Na próxima segunda-feira, 20 de dezembro, às 20h, ocorre a pré-estreia online do curta metragem Porta e Janela, escrito e dirigido por Alice Urbim, no canal do projeto no YouTube – https://youtu.be/NK04wC0puUM. Rodado ao longo de 2020 e 2021, o filme retrata a trajetória dos pais de Alice, Carmen Julia De Verney Lorenzi e Ildo Natalino Lorenzi, de 96 anos, e que há 69 anos estão juntos. Mais de 290 km de distância e uma pandemia – o medo da perda e da falta de cristalizar certas memórias – levaram Alice a desenvolver o projeto. “Eles enfrentaram movimentos da sociedade que marcaram profundamente suas trajetórias, como a Segunda Guerra Mundial, a morte prematura da minha avó materna, a enchente de 1941 em Porto Alegre, o infarto do meu avô paterno quando meu pai foi convocado para a II Guerra. Neste século de história, a pandemia é um evento marcante na vida dos dois por não poderem conviver com os netos e bisnetos que lhe trazem afeto e o pulso da vida”, conta a jornalista que há 46 anos trabalha na cena cultural do RS.

“Fui buscar minha história através da história deles”, afirma Alice, que narra em primeira pessoa a história da família e suas descobertas ao longo dessa trajetória de autoconhecimento. Hoje o casal vive em Santa Maria e a filha em Porto Alegre. Depois de seis meses de chamada de vídeo, de março a setembro de 2020, a realizadora decidiu que precisava visitar os pais. Com a intuição que poderia ser a última vez, planejou e executou com a produção executiva de Lia Procati parte do projeto, depois de ver e ler vários relatos de cineastas e escritores sobre seus pais e também o livro de Alberto Manguel “A cidade das Palavras: As histórias que contamos para saber quem somos”.

Com financiamento do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Prefeitura de Santa Maria e Lei Aldir Blanc, Porta e Janela conta com imagens produzidas pela própria Alice pelo celular, além de Claudio Verissimo, Emerson Costa de Souza, e Michel Farias, gravado em Porto Alegre, Itaara e Santa Maria, com coordenação de produção da 2112 Estúdio de Criação. Com produção executiva de Lia Procati, o projeto contou com a oficina A Arte de ver – Vestígios da Memória, ministrada por Maurício Alves, educador social, brincador, contador de história, poeta e artista, para pré-adolescentes na Escola de Ensino Fundamental Professora Adelmo Simas Genro em 26 de novembro de 2021 em Santa Maria.   

O curta-metragem estará disponível por 24h no canal no YouTube do projeto https://youtu.be/NK04wC0puUM e em 2022 seguirá a carreira pelo circuito audiovisual. A Edição de imagens é de Emerson Costa de Souza e Michel Farias, a finalização de Gustavo Eder. Emerson Costa de Souza e Lia Procati são os assistentes de direção e Nathalia Pitol a assistente de produção. A coordenação de finalização é de Larissa de Bem. Para acompanhar novidades sobre o projeto, acesse: instagram.com/portaejanelafilme

Porta e Janela – pré-estreia

20 de dezembro, 20h – canal do YouTube – https://youtu.be/NK04wC0puUM

O curta-metragem ficará disponível por 24h.

Roteiro, narração e direção – Alice Urbim

Imagens – Alice Urbim, Claudio Verissimo, Emerson Costa de Souza, Michel Farias

Edição de imagens – Emerson Costa de Souza e Michel Farias

Finalização – Gustavo Eder

Assistentes de Direção – Emerson Costa de Souza e Lia Procati

Assistente de Produção – Nathalia Pitol

Produtora Executiva – Lia Procati

Coordenação de finalização – Larissa de Bem

Coordenação de Produção – 2112 Estúdio de Criação

Assessoria de Comunicação – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor 

Gravado em Porto Alegre, Itaara e Santa Maria

Alice Urbim iniciou sua carreira em 1975 como jornalista diplomada pela FAMECOS – PUCRS. Desde então cursou diversas especializações e cursos livres no Brasil e no exterior nas áreas de comunicação, cinema, marketing, gestão, coaching, escrita, neurociência, palhaçaria, entre outras. Trabalhou para emissoras de TV, jornais, empresas de comunicação, agências de publicidade, produtoras culturais e de audiovisual. Participou de inúmeros festivais de cinema, dança e teatro como jurada e curadora. E durante 10 anos foi delegada brasileira da Conferência Internacional de Televisão – INPUT.

Foi responsável por atividades memoráveis para a indústria criativa do estado como a reinauguração do Theatro São Pedro, a implantação da TV COM e fez parte da equipe de criação e execução do projeto Curtas Gaúchos e do projeto Histórias Curtas da RBS TV.

Na área acadêmica, foi durante oito anos professora universitária na Faculdade de Comunicação da PUCRS nas disciplinas ligadas à área de televisão, e idealizadora do Projeto Caras Novas da RBSTV – Curso de Telejornalismo e Produção Aplicado para alunos recém-formados. Na RBS TV foi gerente executiva de Entretenimento de 1999 a 2019, e na TVCOM de 2004 a 2010. De 2010 até 2019, foi gerente executiva da área de Programação, recebendo o Prêmio Globo de Gestor Destaque em 2014, da Rede Globo. Atualmente é vice-presidente da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro do Rio Grande do Sul e Conselheira Estadual de Cultura do Estado do RS.

Lia Procati é realizadora e produtora cultural e audiovisual, com formação em Relações Públicas pela UFSM e MBA em Marketing na FGV. Atua com produção de conteúdos, eventos e publicidade voltados à música, artes visuais e cinema. Já participou de séries e filmes como Gotas de Fumaça (2013), A Cabeça de Gumercindo Saraiva (2017), Chuteira Preta (2018) e Levítico (2019). Como produtora executiva e diretora de produção, nos últimos três anos assinou campanhas nacionais para Fila, Pompéia, Claro, Embratel, C&A, Meca Inhotim, Warner e Vivo..

Entre seus trabalhos mais recentes na produção executiva estão as séries Segunda Chamada para Globo Play e Manhãs de Setembro para Amazon. Além de estar à frente de produções por diversas regiões do país, Lia também conta com experiência internacional em coordenação de produção para a Avon, na França, pela Noize Media. Também tem passagem pelos setores de trade marketing e comercial da multinacional Heineken, sendo na época (de 2013 a 2017) uma das responsáveis pela gestão da marca no sul do Brasil.

Tássia Reis abre programação do Circuito Orelhas edição 2021/2022 no dia 13 de janeiro no Agulha

Projeto realizará circulação por cinco cidades do RS promovendo atividades formativas e performances de artistas locais e nacionais com patrocínio Natura Musical

Ingressos estão à venda pela plataforma Sympla


A partir de 13 de janeiro o Circuito Orelhas, projeto patrocinado pela plataforma Natura Musical, promove a etapa de performances ao vivo em cinco cidades do RS, iniciando por Porto Alegre, com show de Tássia Reis e os show cases de Nego Joca, Baile do Duda & Daw e Nina Fola no Agulha. Os ingressos já estão à venda pelo Sympla por R$ 20,00.

A edição 2021/2022 do projeto ocorrerá em Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul, Uruguaiana e Pelotas e conta com equipes técnicas selecionadas em cada localidade por meio de edital, além de showcases de grupos locais. A circulação conta também com performances de Filipe Catto, Brisa Flow, Jup do Bairro e Marina Sena.

Tássia Reis retorna à Porto Alegre com o show de lançamento do disco Próspera D+ – um formato deluxe que expande e dá sequência ao universo criado por ela em 2019. Com 11 canções, o quentíssimo e brilhante álbum marca o mergulho que a artista faz na cena pop e vem com uma energia dedicada, de renovação, funcionando como trilha sonora de um levante que pode ser emocional ou até mesmo financeiro. O recado é sobre se reerguer e se manter forte. 

Além de Tássia, três artistas locais se apresentam em formato showcase, a partir das 19h: Nego Joca, Baile do Duda & Daw e Nina Fola. Nego Joca leva à programação o showcase de Pré-História: Introdução ao Sonho de Guri, Vol. II Deluxe (2021). Na companhia do DJ Cainan Xavier, o setlist aborda a sensação de precariedade que pende sobre a cena a atual cena de rap em Porto Alegre, além dos traumas subjetivos de um homem negro. Entretanto, há respiros nas baladas românticas, no desejo de fruição, ambição e ostentação. Aos que buscam a mistura entre versos versáteis e linhas sagazes sobre as camadas de boom bap, trap e R&B, o show será um prato cheio.

Dawmata e Duda Raupp, ambos produtores musicais, transmitem através de suas máquinas e parafernálias tecnológicas a energia sonora de um baile extremamente groovante, performando seus “beats” autorais que transitam dentro do mundo da música eletrônica malemolente. Muito inspirados em artistas como Kaytranada e DeeKapz, a dupla constrói todo seu espetáculo com base na discotecagem e no uso de Hardwares e Softwares de produção musical. A performance promove a tônica de baile e festa, interseccionando gêneros como Funk e R&B para criar uma atmosfera na qual se possa dançar das mais variadas formas sem parar por um segundo sequer.

Nina Fola é mulher negra, cantora, compositora e percussionista, nascida e criada nas rodas – de Batuque, de Samba e de Capoeira. Seu trabalho autoral une a música contemporânea e a sua ancestralidade, com um repertório que passeia pelo samba, batuque, swing e jazz. Neste novo projeto de Nina, temos outras linguagens musicais somadas, buscando nos samples de instrumentos orgânicos, tambores, couros, sementes, guitarras, violão, contrabaixo, inserção de trilhas, efeitos com sonoridades sintéticas que dialogam com uma roupagem mais minimalista e contemporânea, inseridas na produção atual do mercado fonográfico e se aproximando musicalmente das novas gerações sem se afastar dos ritmos e da pesquisa da música afro-brasileira.

O Circuito Orelhas foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de Dessa Ferreira, Pâmela Amaro, Gravina DasMina e Feijoada Turmalina, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para 39 projetos até 2020, como Filipe Catto, Tem Preto no Sul, Borguetti e Yamandu, Zudizilla, Sons que Vem da Serra e Thiago Ramil.

“Natura Musical sempre acreditou na força da música para mobilizar as pessoas. Para refletir esse propósito e dar espaço a diferentes vozes, a plataforma apoia artistas, bandas e projetos de fomento à cena capazes de amplificar debates como a diversidade, a sustentabilidade e o impacto positivo na sociedade”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding.

Dando sequência à circulação, a próxima cidade a receber o projeto é Santa Maria, que contará com performances de Filipe Catto, Agostta, Evelíny Pedroso e Gabro Demais no dia 21 de janeiro no Theatro Treze de Maio. Brisa Flow, Oderiê, W Negro e Banda Teto são as atrações de Caxias do Sul (28 de janeiro), Jup do Bairro, Nandico Saldanha, MEC Johnny e Rasta Rap fazem performances em Uruguaiana (11 de fevereiro) e Marina Sena, Laddy Dee, Cassi3 e Myro Rizoma encerram a circulação com show para o público de Pelotas no dia 18. Além dos espetáculos, os integrantes dos showcases também assistem palestras com os artistas visitantes, que abordarão livremente aspectos relacionados às suas carreiras e o desenvolvimento para alcançar reconhecimento no mercado profissional. 

O Circuito Orelhas foi criado em 2019 com o objetivo de fortalecer o cenário musical de Porto Alegre e impulsionar novos artistas, promovendo shows de variados portes, para públicos diversos e em diferentes palcos da cidade. Idealizado pelos produtores culturais Bruno Melo, Diego Groisman e Miriane Brock, o Orelhas promoveu desde sua criação 15 eventos, recebendo 41 artistas e 5 intervenções de arte visual em 8 palcos diferentes e um festival online, mobilizando ao todo 4.500 pessoas presencialmente e milhares de pessoas online. Os três amigos, apaixonados por música, trabalharam juntos na produção de alguns dos maiores shows que já ocorreram na cidade, como Rolling Stones, Paul McCartney, Roger Waters e Foo Fighters, e levam toda a expertise das mega produções para eventos independentes dentro e fora do palco. 

Vendo a grande diferença de estrutura e mídia que artistas internacionais têm em relação aos artistas brasileiros, e ainda mais para artistas locais em início de carreira, o projeto se propôs a mudar aos poucos essa realidade. Ao longo do seu primeiro ano de vida, o Circuito Orelhas criou parcerias estratégicas com empresas locais para que a suas produções oferecessem todas etapas de um mega evento, como transporte, hospedagem, catering, mídia, nas devidas proporções, mas com qualidade, em um trabalho caloroso e atencioso com todos artistas. 

Para acompanhar as novidades e saber mais informações sobre a edição 2021/2022 do Circuito Orelhas, acesse o perfil do projeto: https://www.instagram.com/circuitoorelhas/

Shows:
PORTO ALEGRE |Tássia Reis + Nego Joca, Baile do Duda & Daw e Nina Fola – 13 de janeiro
Agulha – Rua Conselheiro Camargo, 300 – Ingressos: a R$ 20,00 https://www.sympla.com.br/circuito-orelhas-apresenta–tassia-reis–showcases-de-nego-joca-baile-do-duda–daw-e-nina-fola__1432428


SANTA MARIA | Filipe Catto + Agostta, Evelíny Pedroso, Gabro Demais – 21 de janeiro
Theatro Treze de Maio – Praça Saldanha Marinho, s/n – Ingressos entre R$ 10,00 e R$ 20,00 – https://www.sympla.com.br/circuito-orelhas-apresenta–filipe-catto–showcases-showcases-de-agostta–eveliny-e-gabro-demais__1439080


CAXIAS DO SUL | Brisa Flow + Oderiê, W Negro e Banda Teto – 28 de janeiro
Fluência Casa Hip Hop – R. Francisco Barbosa Velho, 132 – Ingressos entre R$ 10,00 e R$ 20,00 – https://www.sympla.com.br/circuito-orelhas-apresenta–brisa-flow–showcases–showcases-de-oderie—w-negro-e-banda-teto__1439097

URUGUAIANA | Jup do Bairro + Nandico Saldanha, MEC Johnny e Rasta Rap – 11 de fevereiro
Ferrovia Bar – R. Gen. Câmara, 1382 – Ingressos entre R$ 10,00 e R$ 20,00 – https://www.sympla.com.br/circuito-orelhas-apresenta–jup-do-bairro—showcases-de-nandico-saldanha-rasta-rap-e-mec-jhonny__1439091

PELOTAS | Marina Sena + Laddy Dee, Cassi3 e Myro Rizoma – 18 de de fevereiro
Bloco – R. Antônio dos Anjos, 1020  – Ingressos entre R$ 10,00 e R$ 20,00  – https://www.sympla.com.br/circuito-orelhas-apresenta–marina-sena—showcases-de-cassi3-laddy-dee–miro-rizoma__1439094

Sobre Natura Musical
Natura Musical é a plataforma de cultura da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu cerca de R$ 174,5 milhões no patrocínio de mais de 518 projetos – entre trabalhos de grandes nomes da música brasileira, lançamento e consolidação de novos artistas e projetos de fomento às cenas e impacto social positivo. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do País e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais. Em 2020, o edital do Natura Musical selecionou 43 projetos em todo o Brasil e promoveu mais de 300 produtos e experiências musicais, entre lançamentos de álbuns, clipes, festivais digitais, oficinas e conferências. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente da música brasileira, com uma programação contínua de lives, performances, bate-papos e conteúdos exclusivos, agora digitalmente.
 
Circuito Orelhas: Idealizado pelos produtores culturais Diego Groisman, Bruno Melo e Miriane Brock, o Circuito Orelhas fortalece o cenário musical de Porto Alegre e impulsiona novos artistas, promovendo shows de variados portes, para públicos diversos e em diferentes palcos da cidade. Os três amigos, apaixonados por música, já trabalharam juntos na produção de alguns dos maiores shows que já aconteceram na cidade e levam toda a expertise das megaproduções para realizar eventos independentes com muita qualidade dentro e fora do palco. Em 2021 o projeto terá uma edição especial patrocinada pela plataforma Natura Musical, que circulará por cinco cidades do RS.

Romance de estreia de Clara Corleone tem sessão de autógrafos na segunda, 13 de dezembro, na Pocket Store

Porque era ela, porque era eu, lançado pela L&PM Editores, recebeu Troféu Jacarandá 2021 de Autora Revelação

Na segunda-feira, 13 de dezembro, a partir das 18h, o público poderá participar da sessão de autógrafos de Porque era ela, porque era eu, romance de estreia de Clara Corleone, lançado pela L&PM Editores. Vencedor do Troféu Jacarandá 2021, prêmio oferecido pelo jornal Correio do Povo aos destaques da Feira do Livro de Porto Alegre, na categoria Autora Revelação, esta é a segunda publicação da autora, que em 2019 lançou o livro de crônicas O homem infelizmente tem que acabar, que recebeu o Prêmio Minuano de Literatura em 2020. 

Em Porque era ela, porque era eu, Clara aborda as relações amorosas-sexuais do século XXI, com homens e mulheres ora buscando novas formas de estar junto, ora reeditando antigos papéis. Num estilo arejado, com duas vozes e diálogos certeiros instigantes, a autora celebra a amizade entre mulheres e o poder de se reinventar. Um romance pulsante, que nos instiga a devorá-lo inteiro. 

O título é o nome de uma música de amor de Chico Buarque, mas também é uma resposta dada por Montaigne para justificar um laço de amizade. Além de relações amorosas e amizade, autoestima feminina e a forma como as mulheres se envolvem afetivamente são temas que perpassam o romance: enquanto Clarissa não quer abandonar o casamento pelo medo de não conseguir mais um relacionamento, Clara não tem coragem de terminar seu caso pois aceita menos do que merece. “Aquilo que acontece com uma poderia ter acontecido com a outra. Estamos muito aptas a nos ferrar por amor, sendo a oficial ou a amante. Porque achamos que o amor é o Santo Graal da vida das mulheres”, afirma a escritora.

Outra grande personagem da trama é a cidade de Porto Alegre: há diversas referências a bairros, bares e cafés da cidade por onde Clara e Clarissa vivem os amores e desamores ao lado das melhores amigas. Um convite a quem vive na capital gaúcha a revisitar os locais do livro e para quem não os conhece, descobri-los: integram a trama o bar Ocidente, tradicional casa noturna no Bom Fim, a roda de samba do boteco do Paulista,  no Centro Histórico, entre outros espaços.

A sessão de autógrafos de Porque era ela, porque era eu ocorre a partir das 18h na Pocket Store (R. Félix da Cunha, 1167 – Moinhos de Vento). 

Sessão de autógrafos de Porque era ela, porque era eu – Clara Corleone

Livro vencedor do Troféu Jacarandá 2021 na categoria Autora Revelação

Segunda-feira, 13 de dezembro, 18h

Pocket Store – R. Félix da Cunha, 1167 – Moinhos de Vento

168 páginas

À venda em versão impressa e ebook – https://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&CategoriaID=636453&ID=360110

Porque era ela, porque era eu por Martha Medeiros: “Em Porque era ela, porque era eu, Clara novamente ousa. Cede seu talento a duas narradoras simultâneas: ora é a voz de uma, ora a de sua rival. Se no início a gente tonteia, sem entender direito o que está acontecendo, logo a literatura vem em nosso socorro e nos conduz seguros ao final do texto, que além de centrar na intimidade das protagonistas, destaca a importância das personagens paralelas: benditas as amigas, as mulheres a nossa volta que enxergam com transparência aquilo que para nós ainda se apresenta embaçado. Amigas limpam nosso para-brisa. Confio na Clara, na vasta quilometragem que ainda vai trilhar. Porque ela tem fome, sede, impulso, tesão – e uma mirada cristalina para esse século em obras, que ainda está sendo construído. Clara reconhece a potência das múltiplas identidades, da nova ordem amorosa, da sedução implícita da inteligência, sem desprezar a ternura embutida em cada troca de olhar e em cada coração aos pulos. É isso. Uma escritora com apetite pela vida raramente desaponta.” 

Clara Corleone nasceu em Porto Alegre. É atriz (formada pela UFRGS), escritora e professora de escrita criativa. Publicou o livro de crônicas O homem infelizmente tem que acabar (Zouk, 2019), que recebeu o prêmio Minuano de Literatura, do Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul. Mora em sua cidade natal, no bairro boêmio do Bom Fim, com duas cachorras, uma gata e um monte de livros. Porque era ela, porque era eu é o seu primeiro romance, vencedor do Troféu Jacarandá 2021 na categoria Autora Revelação.

Bolero que te quiero estreia na sexta, 10 de dezembro, no teatro CHC Santa Casa

Espetáculo com Ana Medeiros e Daniel Debiagi apresenta um programa de rádio dos anos 1940 mesclando teatro, dança e música

Estreia nesta sexta-feira, 10 de dezembro, o espetáculo Bolero que te quiero, com Ana Medeiros e Daniel Debiagi. Esta é a segunda montagem realizada pela dupla de artistas, que em 2017 estreou Ay mi amor

Bolero que te quiero apresenta os bastidores de um programa de rádio dos anos 1940, mesclando teatro, dança e música. Orlando Alves (Daniel Debiagi) é comunicador na Rádio Almerinda e recebe em seu programa – “Bolero Que Te Quiero” – a Rainha do Rádio Dalva Baptista (Ana Medeiros). Este encontro traz na trilha diversos boleros clássicos executados ao vivo por Daniel, que também assina a direção musical, acompanhado de Jackson Splinder no piano. A direção cênica é de Everson Silva e acompanham a performance as bailaoras da La Negra Cia de Arte Ana Meneguzzo, Ane Antonitsch, Juliana Strey e Luisa Perrone.

A temporada de estreia ocorre em formato híbrido, com sessões nos dias 10 e 11 de dezembro às 20h no teatro e pelo YouTube do CHC. Os ingressos custam entre R$ 10,00 e R$ 50,00 e estão à venda pela plataforma Sympla sympla.com.br/CHCSantaCasa. O teatro CHC Santa Casa fica na Av. Independência, 75

Estreia – Bolero que te quiero com Ana Medeiros e Daniel Debiagi

10 e 11 de dezembro, 20h – presencial e online

Teatro CHC Santa Casa – Av. Independência, 75 – Porto Alegre/RS

Ingresso Presencial e Online – sympla.com.br/CHCSantaCasa

Presencial: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada)

Online: R$ 10,00 (ingresso tradicional) e R$ 50,00 (ingresso “A Arte não Pode Parar”)

FICHA TÉCNICA:

Ana Medeiros – baile, atuação, coreografias, figurinos, design gráfico

Daniel Debiagi – canto, atuação, baile, roteiro, cenografia, direção musical

Jackson Spindler – piano, arranjos e atuação

Everson Silva – direção cênica

Otávio Moura – técnico de áudio

Nara Lúcia Maia – iluminação

Ana Meneguzzo, Ane Antonitsch, Juliana Strey e Luisa Perrone – atuação, corpo de baile La Negra Cia de Arte

Dank Produções – produção executiva

Anambé Estúdio Visual – fotos

Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor – Assessoria de Imprensa 

3˚ Festival de Música de Nova Prata ocorre de 09 a 12 de dezembro em formato híbrido

Evento conta com entrada franca e receberá na Praça da Bandeira Yangos, Fernando do Ó e Zé Montenegro, Lúcio Yanel, Garra e Alma, Thayan Martins Quarteto e Felipe Karam Quarteto

Performances serão transmitida pelas redes sociais do festival, pela Conecta +TV e pela Cubo Play


Os amantes da música instrumental podem comemorar: de 09 a 12 de dezembro ocorre a terceira edição do Festival de Música de Nova Prata, que em 2021, será em formato híbrido, com apresentações diretamente da Praça da Bandeira e transmissões pelos canais do festival, Conecta +TV e Cubo Play. Integram a programação Yangos, Fernando do Ó e Zé Montenegro, Lúcio Yanel, Garra e Alma, Thayan Martins Quarteto e Felipe Karam Quarteto.

O Festival de Música de Nova Prata surgiu com o intuito de promover e difundir a produção de música instrumental e autoral do Estado do RS e já contou com duas edições, em 2015 e 2017, além de edição especial online e com bandas locais, em maio deste ano. A terceira edição contará com atividades formativas e duas noites com apresentações musicais, além da Mostra Paralela, que este ano contará com quatro clipes de bandas residentes no RS selecionadas através de votação popular pelas redes sociais do evento até 02 de dezembro. Os vencedores, vídeos com o maior número de reações e comentários somados, serão conhecidos no domingo, 05 de dezembro. 

A programação formativa conta com quatro atividades, que ocorrem nos dias 09 e 10 de dezembro. Na quinta-feira,  às 19h, André Brasil ministra oficina online de Produção Musical (inscrições abertas e gratuitas pelo site do festival). Já na sexta, às 10h e às 15h os alunos das escolas de ensino médio e fundamental participam das oficinas Uma Breve História da Música Brasileira, com Deise Coccaro e Lucas Volpatto e Ritmos do Sul, com César Casara e Tomás Savaris, do grupo Yangos. Encerrando a série formativa, o violonista Jonathas Ferreira apresenta às 19h o workshop Fingertab Method – Entendendo o violão fingerstyle pela tablatura pela plataforma zoom. As inscrições gratuitas estão abertas até 08 de dezembro. 

Abrindo a programação musical no sábado, às 19h, o palco montado na Praça da Bandeira recebe o grupo Yangos, de Caxias do Sul, que na primeira edição do festival, participou da Mostra Paralela. Yangos faz a união  do piano, percussão, acordeon e violão um encontro potente, adicionando pitadas jazzísticas a milongas, chamamés e chacareras, e seu quarto álbum, lançado em 2017, foi indicado ao mais importante prêmio da música latina, o Grammy Latino.

Às 20h, o público poderá conferir um encontro inédito de Fernando do Ó e Zé Montenegro. Fernando é percussionista há 41 anos, acompanhando artistas como Geraldo Flach, Renato Borghetti, Frank Solari, Nei Lisboa, Os Serranos, Os Fagundes, Os Atuais e 3a Dimensão entre muitos nacionais e internacionais como Ivan Lins, Adriana Calcanhoto, Nana Caymmi, Al Di Meola, Egberto Gismonti, Estrella Morente, Roberto Carlos entre outros. Zé Montenegro é baterista há 48 anos e tem como referência seu pai Argus Montenegro, lendário instrumentista e professor da cena musical porto-alegrense, e atua como professor há quase quatro décadas. Amigos há muitos anos, esta será a primeira vez que se apresentam juntos. 

Encerrando a primeira noite de performances, o festival recebe o violonista intérprete, autor, compositor, ator e folclorista Lúcio Yanel, considerado um dos alicerces do violão solista na música regional sulina e o violonista com maior produção na história do violão gaúcho.

No domingo, a programação inicia às 18h com o Garra e Alma, duo local de Giovani Chrestani e Ricardo Frizon que tem como protagonista os violões em suas composições, mesclando influências brasileiras, nativistas e folclóricas com gêneros musicais estrangeiros como o flamenco, jazz dentre outros. 

Às 19h, um grupo formado por compositoras e musicistas sobe ao palco, com o Thayan Martins Quarteto, que versa o intercâmbio musical, navegando instrumentalmente pelos diversos ritmos da cultura popular brasileira, como o choro, samba e coco de roda. o quinteto busca empoderar a representatividade feminina na música instrumental através da pluralidade de linguagens e estilos presentes em cada uma das artistas, permitindo-se explorar novos horizontes e dialogar entre si.

Encerrando o evento, às 20h, Felipe Karam Quarteto apresenta o show Água de Santo, trazendo o trabalho autoral mais recente do violinista popular gaúcho Felipe Karam e releituras de artistas como Djavan e Dorival Caymmi. No repertório serão apresentados temas instrumentais e autorais de origem brasileira, contendo ritmos e gêneros como choro, samba, chamamé, ijexá e baião, representando a sonoridade de violino e a estética musical, dentro da linguagem do Jazz Brasil, que o músico sempre buscou.

O 3 Festival de Música de Nova Prata é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura e conta com o patrocínio master da VIPAL e CORSAN – Evoluir nos define. Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Novas Façanhas. Patrocínio da Autopratense, Pneus OST, Supermercado Porta e Arte Mobili. Apoio: Prefeitura Municipal de Nova Prata.  Idealização: Eclética e CUCO e Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal Pátria Amada Brasil
Mais informações, acesse www.fmnp.com.br.

Saiba Mais
Irmã Orilde Maria Cremones – homenageada
Nascida há 94 anos (16.11.1927), na cidade de Sobradinho, Orilde Maria Cremones é filha do casal Maria Burin e Angelo Cremonese. Estudou Artes Plásticas e Nutrição na Universidade de Passo Fundo (UPF) e é formada em Música pelo Instituto Palestrina, de Porto Alegre. Religiosa, integrante da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, começou a lecionar no Colégio Nossa Senhora Aparecida em 1962, adotando e sendo adotada por Nova Prata desde então. 
Irmã Orilde, como é carinhosamente chamada, dedica-se, ainda hoje, ao ensino de diversos instrumentos musicais, especialmente piano e acordeon. Além disso, empenha-se num importante trabalho assistencial em auxílio aos mais pobres. Uma personalidade caridosa, sempre disposta a colaborar com o próximo, e que por sua importância na formação de diversos talentos artísticos pratenses e regionais recebeu a justíssima homenagem do Bailado Gaúcho em 2014, durante o 12º Festival Internacional de Folclore de Nova Prata.
Por todos seus feitos na comunidade de Nova Prata nas últimas décadas, também numa noite de 9 de agosto, em 2006, Irmã Orilde recebia na Câmara de Vereadores, o Título de Cidadã Pratense, uma proposição da então vereadora Luciane Maria Bristot (PFL), aprovada por unanimidade em 14 de junho de 2006. A ideia da homenagem foi sugerida pelo Jornal Popular, que indicou também os nomes de Almerita Maria Dalmolin Nunes, Marlene Maria Pisoni e Zaira Galeazzi que, igualmente, na mesma noite, há oito anos, foram agraciadas com a importante distinção do Legislativo pratense.
Pela sua dedicação ao ensino musical em Nova Prata, Irmã Orilde Cremones é a nossa querida homenageada no 3 Festival de Música de Nova Prata.

Felipe Karam
Natural de Porto Alegre, Felipe Karam é bacharel em Violino UFRGS (2002)  e   Mestre  em  Music  Performance  pela   City  University London (Londres-UK 2012). Desde o início de sua trajetória, ainda em 1998, já sabia que queria fazer música popular ao violino. Com o Café Acústico, foi agraciado pelo Prêmio Açorianos (Melhor Grupo de MPB – 1999 e 2000) e vencedor do Festival de Música de Porto Alegre. A partir de 2004, deu início à sua carreira internacional, dividindo-se entre Brasil, Inglaterra e Estados Unidos. As formações internacionais de maior destaque foram Pocket Caravan, (3 discos lançados em Londres-UK), Grupo Caratinga (1 disco/1 Press Award UK 2011 – Melhor CD de Música Brasileira) e o trio Brazilian Ensemble  (Prêmio Funarte de Concertos Didáticos 2012). Músico  internacional,  dividiu palco com artistas e grupos de renome como Xangai, Renato Borghetti, Miltinho Edilberto, Samuca do Acordeon, Chico Chagas, Só Pra Contrariar e Pedrinho Figueiredo. Como formador musical, destaca-se a ida aos Estados Unidos, onde ministrou   a   disciplina   “História   e   Apreciação   da   Música   Latino-Americana” (programa de intercâmbio de professores – bolsa Fulbright Scholar in Residence Award), e o projeto Violino No Choro, contemplado pela Lei Aldir Blanc em 2020.  De trabalho solo, Karam tem dois discos lançados: De Sol a Sol, no qual arranja, compõe e interpreta, gêneros e ritmos da música brasileira e internacionais – duas indicações ao  Prêmio Açorianos de Música e ganhador do FEMUCIC 2019 – e Água de Santo, gravado recentemente, em meio a pandemia. Entre as premiações aqui no Brasil, Karam foi reconhecido pelo Prêmio Trajetórias pela prefeitura de Porto Alegre, Prêmio Fac Digital RS e Festival UP 2020. 

Fernando do Ó
Percussionista desde 1980. Participou do JAZZ FEST BERLIM 82 no teatro Philarmonie. Trabalhou com artistas gaúchos como Geraldo Flach, Renato Borghetti, Frank Solari, Nei Lisboa, Os Serranos, Os Fagundes, Os Atuais e 3a Dimensão entre muitos. Nacionais e internacionais como Ivan Lins, Adriana Calcanhoto, Nana Caymmi, Al Di Meola, Egberto Gismonti, Estrella Morente e Roberto Carlos entre outros. Homenagem em 2013 pela Coordenação de Música de POA e em 2019 no 2o Encontro Nacional Bateras do Sul em Canela. Atuou no POA JAZZ com o grupo Raíz de Pedra em 2019. Atuou em vários países da América do Sul, Central, Europa e Oceânia. Sua última atuação foi nos 25 anos do ALA de Florianópolis na Sociedade Cultural Artística de Jaraguá do Sul em setembro de 2021. Ministrou oficinas de percussão em várias universidades e escolas do estado.

Garra e Alma
O Garra e Alma tem como protagonista os violões em suas composições, que mesclam influências brasileiras, nativistas e folclóricas com gêneros musicais estrangeiros como o flamenco, jazz dentre outros. Surgida em 2012 na cidade de Nova Prata, se iniciou de uma relação entre os primos e alunos Giovani Chrestani e Leonardo Truccollo com o professor Ricardo Frizon. Logo notando o potencial e o talento da dupla, os convidou para compor juntos. Em 2018 o sonho se tornou realidade e foi lançado o disco de estréia do Garra e Alma que pode ser encontrado em todas as plataformas digitais, atualmente Ricardo Frizon e Giovani Chrestani formam o Garra e Alma.

Lucio Yanel
Lucio Yanel atua como violonista, intérprete, autor, compositor, ator e folclorista. Como violonista, realizou apresentações por diversos países como Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, França, Rússia, Suíça, Espanha e Estados Unidos. Radicado no Brasil há 35 anos, Lúcio Yanel é considerado um dos alicerces do violão solista na música regional sulina e o violonista com maior produção na história do violão gaúcho.

Thayan Quinteto
Formada por compositoras e instrumentistas, Thayan Quinteto show/baile se propõe a revisitar obras que são consagradas dentro da música popular, dentro da música instrumental, criando um ambiente dançante, diversificado, inusitado e livre. Enfatiza também o protagonismo da mulher musicista, arranjadora e intérprete. O grupo passeia pelos sambas, maxixes, choros, cocos e outros ritmos afro-brasileiros.

Yangos
Formado pelos músicos César Casara, Cristiano Klein, Rafael Scopel e Tomás Savaris, Yangos faz da união do piano, percussão, acordeon e violão um encontro potente, adicionando pitadas jazzísticas a milongas, chamamés e chacareras. Formada em 2005, na Serra Gaúcha, a banda segue com mesma formação e atuação ininterrupta nos mais de 15 anos de carreira, período em que já somou sete discos e um DVD, tornando-se referência na música instrumental sul-brasileira. O quarto álbum, lançado em 2017, foi indicado ao mais importante prêmio da música latina, o Grammy Latino. Além das mais variadas regiões de do Brasil, Yangos já levou sua música através de shows para diversos
países do mundo.

Zé Montenegro
Músico há 48 anos. Tem como referência seu pai Argus Montenegro, leciona há 39 anos. Formado pela escola especialista em música da Força Aérea Brasileira, formado pela escola de música da sopa. Lecionou na escola de música em Brasília, em São Paulo na escola IMT. No rio na escola maracatu.  Acompanhou diversos artistas como Anai Rosa SP/ Ana Carolina RJ/ orquestra popular gaúcha/ Gerald Albright USA/ Big Band Air Force North América.

BR-TRANS, peça com Silvero Pereira, aclamada no Brasil e em festivais internacionais, encerra sua trajetória em única apresentação dia 08 de dezembro no Theatro São Pedro

Espetáculo estreou há nove anos em Porto Alegre com direção de Jezebel De Carli  

Venda de ingressos inicia nesta terça, 30 de novembro

O palco do Theatro São Pedro recebe na quarta-feira, 08 de dezembro, às 21h, a derradeira sessão de BR-TRANS, espetáculo que estreou há nove anos em Porto Alegre, com direção de Jezebel De Carli e estrelado por Silvero Pereira. Depois de ser assistido por mais de 60 mil espectadores e passar por mais de 70 cidades do Brasil, incluindo Alemanha e Estados Unidos, a montagem, idealizada por Silvero, tem como campo temático e narrativo o universo de travestis, transexuais e artistas transformistas brasileiros. A montagem é resultante de um processo de pesquisa cênica desenvolvida através do Edital Interações Estéticas 2012 (FUNARTE/MINC), em residência no SOMOS Pontão de Cultura LGBT (POA/RS), que teve como propósito reafirmar o teatro enquanto instrumento capaz de entreter, promover e fomentar discussões sociais através da arte.

Um processo cênico, antropológico e documental traz à cena histórias de solidão, superação, medo e empatia. Histórias que se encontram e se confundem entre si, com a vida e as inquietações do ator. Recortes de vidas, e vidas recortadas, a partir da pesquisa de Silvero entre conversas pelas ruas e casas de shows do país. BR-TRANS é um trânsito de informações e de fatos reais. Uma BR construída a partir das convergências, divergências e deslocamentos entre os polos Sul e Nordeste do Brasil.

Criado a partir de fragmentos de vidas reais, BR-TRANS versa acerca de histórias presentes no cotidiano de pessoas do universo LGBTQIA+, onde o preconceito e a violência são imperativos. Entretanto, a peça não se restringe somente a episódios tristes, ela exalta casos de empatia e fraternidade, que garantem à obra perpetuar momentos comoventes, de humor e profunda humanização. A peça foi eleita uma das ‘10 melhores peças de 2016’ – pelo jornal O Globo e foi indicada aos prêmios APTR, CesgranRio, Questão de Crítica e Aplauso Brasil, nas categorias melhor espetáculo, dramaturgia, direção e ator.

A diretora Jezebel De Carli teve seu primeiro contato com Silvero através de um amigo em comum, quando estava participando de um festival em Salvador, que contou sobre a pesquisa que o ator estava desenvolvendo, sobre a arte transformista, e que ele estava a procura de um diretor que pudesse ser seu “provocador cênico”. Um manifesto, uma narrativa documental, um teatro depoimento, uma performance transformista, como a diretora costuma descrever. Desde 2013 a peça integra a programação dos mais importantes festivais de teatro do Brasil e do exterior e em 2023 BR-TRANS cruza o oceano para chegar em terras portuguesas, com apresentações previstas para as cidades de Lisboa, Porto, Braga e outras.
“BR-TRANS é um processo artístico-documental que traça os pontos convergentes e divergentes do universo LGBTQI+ brasileiro entre os pólos regionais Nordeste e Sul. Trata-se de um trabalho estético com base nos afetos, nas relações estabelecidas durante a pesquisa e na oportunidade de provocar questionamento, quiçá uma transformação social a partir da quebra de preconceitos por meio da arte”, afirma Silvero.

A sessão, uma realização da Quintal Produções em parceria com a Árido Produtora, tem apoio da Omertà Produtora, e contará com a participação da multiartista Valéria Barcellos.. Os ingressos, com vendas a partir de 30 de novembro, custam entre R$ 100,00 e R$ 40,00. Mais informações, acesse: http://www.teatrosaopedro.com.br/

O que já disse a crítica sobre o espetáculo:
 “… Em resumo, há um espetáculo em carne viva, puro nervo pulsante exposto, irradiação de revolta diante da qual não se pode calar. A estreita via social traçada em nossa terra para o universo trans aflora, afinal. Escorraçados desde as primeiras manifestações da sua maneira de ser “diferente”, segregados nas escolas, no trabalho, nas ruas, cerceados nos seus direitos civis, empurrados para a prostituição muitas vezes em condições vis, os transgressores são vítimas de atrocidades inaceitáveis.” – crítica Tânia Brandão (http://foliasteatrais.com.br/br-trans/)
 
“… O solo BR trans expõe o ser e o artista na pele, sem resignação. Não abdica do humor e da ternura ao refutar firmemente o preconceito e a violência com recursos performativos bem acionados. O principal deles é o canto. Pereira emite timbre de qualidade ao sabor da melodia e dos músculos, da delicadeza e da veemência…” – crítico teatral Valmir Santos

“… Há três anos fazendo crítica de teatro no Rio de Janeiro, assistindo a produções de toda ordem, tamanho e origem nos mais diversos espaços da cidade, eu nunca tinha visto um espetáculo ser aplaudido tão longamente. O horror do preconceito sentido pelos transexuais, de que a peça fala, pode ser sentido em alguma medida por qualquer pessoa por causa de sua raça, religião, peso, formação escolar, origem, etc. “BR-Trans”, porque conecta as mais diversas pessoas, merece mesmo os longos aplausos. Tocante!” – crítico Rodrigo Monteiro
 (http://teatrorj.blogspot.com.br/2015/08/br-trans-cers.html)
“…Ator magnífico, senhor absoluto de vastíssimos recursos expressivos e possuidor de enorme carisma, Silvero Pereira mostra-se inteiramente à vontade na dinâmica cênica proposta por Jezebel De Carli, que prioriza a relação direta do ator com a plateia e com os muitos objetos que o rodeiam, sempre trabalhados de forma a valorizar incrivelmente os muitos e diversificados climas emocionais em jogo. Brilhante tanto nas passagens mais dilaceradas quanto naquelas impregnadas de irresistível humor, a encenação de Jezebel De Carli converte-se em poderosa referência da atual temporada teatral.” – crítico teatral Lionel Fisher (http://lionel-fischer.blogspot.com.br/2015/08/teatrocritica-br-trans.html)

Silvero Pereira é ator, dramaturgo e diretor. Fundador do Coletivo As Travestidas (Fortaleza- Ce). No Teatro atuou em mais de 30 peças e circulou por quase todo o território brasileiro além dos EUA e Alemanha. Na TV atuou na novela A Força do Querer, participou do Show dos Famosos do Domingão do Faustão e é mobilizador do Programa Criança Esperança. No cinema, além de vários curtas, atuou em Serra Pelada e, recentemente, em BACURAU, de Kleber Mendonça e Juliano Dorneles, onde interpretou o personagem Lunga. Em 2022 Silvero estará no ar na novela Pantanal, da rede Globo.

Jezebel De Carli é diretora, atriz e professora de teatro da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Mestre e bacharel em teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Fez cursos de aperfeiçoamento com Philipp GAulier, Thomas Leabhart, Luis O. Burnier, Eugenio Barba, Carlo Simioni, Pino di Bubuo, Mateo Belli, Vladimir Granov, Fernanda Montenegro, entre outros. Participou  do grupo TEAR, sob a orientação de Maria Helena Lopes. Foi professora por 10 anos do Teatro Escola de Porto Alegre / TEPA e diretora da Santa Estacão Cia de Teatro, onde ficou responsável pelo gerenciamento do projeto Usina das Artes da usina do Gasômetro, entre 2005 e 2013.  Concebeu e dirigiu vários espetáculos que foram premiados em categorias melhor espetáculo”, ”melhor direção”  e “melhor atuação” na cena nacional, dentre os quais BR Trans/; Parada 400:convém tirar os sapatos; Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar; e A Tempestade e os mistérios da  ilha.
  
FICHA TÉCNICA
Direção: Jezebel De Carli 
Texto e atuação: Silvero Pereira
Dramaturgia cênica: Jezebel De Carli e Silvero Pereira
Músico em cena: Rodrigo Apolinário
Operador de projeção: Thiago Miyamoto
Operador de luz (local): Ricardo Vivian
Assessoria de Comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Realização: Quintal Produções Artísticas 
Diretora Geral: Verônica Prates
Coordenadora Artística: Valencia Losada
Produtor executivo: Thiago Miyamoto
Produção local: Árido Produtora
Apoio: Omertà Produtora


ÚLTIMA SESSÃO DE BR-TRANS
Quarta-Feira, 08 de dezembro, 21h
Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n
Ingressos à venda a partir de 30 de novembro – lotação da casa 78% 
Plateia  – R$ 100,00
Camarote Central – R$ 100,00
Camarote Lateral –  R$ 70,00
Galeria – R$ 40,00

Longa-metragem de ação produzido de forma independente promove gravações no RS

Com história original de Allan Riggs, Hell’s Haven –  O Refúgio do Inferno conta com filmagens em Arroio dos Ratos, Gravataí, Lajeado, Lindolfo Collor, Porto Alegre e São Gabriel

Uma produção totalmente independente ocorre em seis municípios do RS até 12 de dezembro: o drama-ação Hell’s Haven – O Refúgio do Inferno, começou a ser rodado no mês de outubro e contará com gravações em Arroio dos Ratos, Gravataí, Lajeado, Lindolfo Collor, Porto Alegre e São Gabriel, onde encerra as filmagens. 
Dirigido por Allan Riggs e Cindi Saicosque, o longa narra a história de Phillips (Roberto Rios), um ex-soldado das forças especiais brasileira que, anos depois de perder sua filha, é chamado para uma missão na Amazônia: resgatar Amanda (Isadora Marchi), uma menina de 17 anos. Nessa jornada, Phillips lentamente recupera sua humanidade enquanto cria uma relação paternal com a garota.
Hell’s Haven é um filme de guerra sobre um pai e uma filha”, conta Riggs. Segundo o produtor audiovisual, os dias de trabalho têm sido cheios de adrenalina: há poucos dias filmamos dentro de um avião. Como uma obra de gênero, temos perseguição de carros, lutas com coreografias e até cena com explosões reais”, revela o nascido em Chapel Hill nos EUA, mas que vive em Porto Alegre desde criança.
Com roteiro original de Allan Riggs, o projeto levou dois anos para ser escrito. O realizador já trabalha há três anos assinando curta-metragens de ação, mas este é seu primeiro projeto no formato longa-metragem. Em 2019 estreou seu primeiro curta-metragem “Operation Shell Shock (2020)”, que ganhou 10 prêmios nos Estados Unidos e Itália – disponível no Youtube. Em seguida, se formou na faculdade de cinema, com seu projeto de conclusão “Floresta da Luz (2019)” – websérie também disponível no Youtube. Além de Riggs, integram a equipe de Cindi Saicosque e Julio Carissini, que se dividem entre produção, direção, assistência, atuação, fotografia, roteiro, operação de câmera, efeitos de vídeo, som e montagem. A equipe reduzida e o projeto independente já são informações curiosas, ainda mais no gênero, raro em produções nacionais. 
No elenco estão Isadora Marchi, Kauê Santos, Roberto Rios, Rubens Sant’Ana, além do ator norte-americano Robert Malcolm Cumming e do cineasta e professor do Teccine Glênio Póvoas. Os atores passaram por algumas preparações para as filmagens, como um curso de defesa pessoal na Elite Artes Marciais, curso de tiro com pistola e armas longas na CTK Lajeado e trilha no Morro do Itacolomi. 
A previsão é que o filme seja finalizado em 2022 e siga a carreira em festivais. Para mais informações, acompanhe as novidades pelo Instagram da produtora: @riggsprodutions . 
Sinopse
Anos depois de perder sua filha, Phillips, um ex-soldado das forças especiais brasileiras, é chamado para uma missão na Amazônia: resgatar Amanda, uma menina de 17 anos. Nessa jornada, Phillips lentamente recupera sua humanidade enquanto cria uma relação paternal com Amanda.
FICHA TÉCNICA
Título Nacional:
O Refúgio do Inferno
Título internacional: Hell’s Haven
Drama-Ação, longa metragem, Porto Alegre, 2021, Digital, colorido, sonoro
Companhia produtora: RIGGS PRODUCTIONS BRASIL
Produção: Allan Riggs, Cindi Saicosque e Julio Carissini
Direção: Allan Riggs, Cindi Saicosque
Assistente de direção: Julio Carissini
Fotografia: Allan Riggs
Roteiro: Allan Riggs e Cindi Saicosque
Assistente geral: Julio Carissini
Operador de câmera: Allan Riggs
Som: Julio Carissini
Música: Nick Audy
Efeitos de som: Allan Riggs
Efeitos de vídeo: Allan Riggs
Montagem: Allan Riggs
Elenco: Roberto Rios, Isadora Marchi, Rubens Sant’Ana, Kauê Santos, Robert Malcolm Cumming e Allan Riggs.
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
RIGGS PRODUCTIONS: Produtora 100% independente que começou a produzir curtas e web séries em 2019. Já recebeu mais de 20 prêmios internacionais e que em cada projeto coloca um desafio de produção novo.

Allan “Riggs” de Bastos nasceu em Chapel Hill, EUA, em 1999. Ainda criança, mudou-se para Porto Alegre, Brasil, onde morou desde então. Seu interesse por cinema começou no Ensino Médio e logo após se formar, cursou Produção Audiovisual na PUCRS. Allan conseguiu seu primeiro papel como ator em 2017, na série de TV brasileira “Liberto (2019)”. Depois disso, ele continuou atuando para TV e começou a produzir seus próprios projetos. Em 2019, estreou seu primeiro curta-metragem “Operation Shell Shock (2020)”, que ganhou 10 prêmios nos Estados Unidos e Itália – disponível no Youtube. Em seguida, se formou na faculdade de cinema, com seu projeto de conclusão “Floresta da Luz (2019)” – websérie também disponível no Youtube.

Clipe de Me Diz O Que Que É estreia nesta terça, 23 de novembro, no YouTube de Miri Brock

Single marca a estreia da carreira solo da artista e conta com criação e direção de Allex Colontonio

“A obsessão de um DJ com abstinência de tocar durante o confinamento social, sonhando alto com a diva de sua baladinha (uma musa livre que deixa o cara roxo de ciúme)” – essa é a sinopse do clipe de Me Diz O Que Que É, single de estreia da carreira solo de Miri Brock, que tem lançamento oficial nos canais da cantora e compositora, nesta terça, 23 de novembro, ao meio-dia: https://www.youtube.com/watch?v=5tCQR_aP5EM

Gravado em Porto Alegre e São Paulo, o vídeo conta com criação, direção e conceito do  jornalista, escritor e diretor de arte Allex Colontonio, um dos curadores de design mais respeitados do país, que atualmente publica a revista Pop-se e o art book @decornautas. Colontonio também assina o roteiro ao lado de Andre Rodrigues e Pri Novo. A Produção de Moda de Fran Piovezan, beleza em Porto Alegre by Cubo e em São Paulo by Lucas Vieira (o atual queridinho de Bruna Marquezine, Gio Ewbank e Fernanda Motta). 

O clipe tem participação de Luiz Oliveira, bailarino do Theatro Municipal de SP/Balé da Cidade de SP, que também integrou o clipe Girl From RIO, de Anitta. O modelo e stylist Fran Piovezan e Guilherme Nakata, baterista das bandas Nomade Orquestra e Samuca e a Selva, também integram o elenco ao lado de Miri e de Tchaka Drag Queen. Alguns dos figurinos, assinados por Anderson Neves, foram feitos diretamente no corpo, utilizando a técnica de moulage. A edição e finalização ficou a cargo de Duronald.

Me Diz O Que Que É é uma canção dançante e a cara do verão, que chegou às plataformas de streaming em outubro, marcando a nova fase artística da cantora, compositora e produtora cultural, com uma trajetória de mais de dez anos dedicada à música.

Este é o primeiro single autoral de uma série de lançamentos da artista, que conta com produção de Marcelo Fruet, conhecido e premiado por inúmeras produções no mercado fonográfico do Rio Grande do Sul. “A canção surgiu a partir de uma harmonia criada por mim no violão e a letra e melodia vieram logo depois. A inspiração veio de um encontro que tive com uma pessoa com a qual eu trabalhei por um dia. Eu a conheci e  instantaneamente fui impactada pela sua presença única, encantadora, charmosa, doce e sexy ao mesmo tempo. Percebi que não sabia nomear aquele sentimento, fiquei vários dias pensando na pessoa, querendo conviver mais com ela, usufruir mais da presença dela, algo ficou dentro de mim e acabou nascendo a música”, conta Miri. “A confusão de sentimentos é algo muito marcante da minha personalidade, sempre acho que estou apaixonada, mas geralmente é tudo fantasia da minha cabeça, logo passa e se torna música”, se diverte a musicista que já integrou a banda Louis&Anas (posteriormente rebatizada como apenas Louis) que fundia referências do soul, da disco music e do R&B.

A versão composta por Miri, em voz e violão, foi apresentada a Fruet e Daniel Roitmann, que criou o delicioso beat e o restante do arranjo. As gravações ocorreram nos estúdios 12 Experiências Sonoras (vozes e instrumentos eletrônicos) e Tambor e Arte, onde Lucas Kinoshita registrou as percussões. O público encontrará semelhanças com Yendry, Mahalia, Marina Senna, Duda Beat, entre outras inspirações da compositora, como Céu e Gal Costa. 

Estão previstos mais lançamentos para os próximos meses, até a chegada do EP às plataformas, com previsão de estreia no primeiro semestre de 2022. Para saber mais, acesse: 

Spotify: https://spoti.fi/3jmP9jv

Instagram: https://www.instagram.com/miribrock/?hl=pt-br

Youtube: https://www.youtube.com/miribrock

Facebook: https://www.facebook.com/miribrockoficial

Miri Brock é cantora, compositora e produtora cultural, com uma trajetória de mais de 10 anos dedicada à música. Após passagens pela banda Louis, que fundia referências do soul, da disco music e do R&B, a artista estreia em carreira solo autoral em 2021, com o lançamento do single Me Diz O Que Que É, que conta com produção de Marcelo Fruet e clipe com direção de Allex Colontonio. 

Miri é uma das integrantes do projeto Gliti, que ela desenvolve em parceria com Victor Fão e Martina Fröhlich, um experimento musical e audiovisual que aborda temáticas de liberação feminina e sexualidades plurais numa roupagem eletropop. 

Como apresentadora, lançou em 2020 o programa de cultura Meio Desligada, em que apresenta nomes consagrados e novidades da cena pop brasileira. Também é produtora e uma das sócias do Circuito Orelhas, projeto de circulação de artistas da nova música brasileira em palcos gaúchos, vencedor do Natura Musical 2020. 

Me diz o que que é – Ficha Técnica

Composição e intérprete: Miriane Brock

Produção Musical: Daniel Roitman e Marcelo Fruet 

Mixagem: Átila Viana

Masterização: Marcos Abreu

Percussões Orgânicas: Lucas Kinoshita

Criação, direção e conceito: Allex Colontonio 

Roteiro: Allex Colontonio, Andre Rodrigues e Pri Novo

Direção de edição: Pri Novo 

Edição e colorização:  Duronald

Colaboração: Matheus Fighera 

Arte: Anderson Miguel e Pri Novo

Elenco

Dj: Fran Piovesan

Baterista: Guilherme Nakata

Dançarino 1: Luiz Oliveira

Dançarino 2: Fabricio Santana

Drag Queen: Tchaka Drag Queen

Performer: Rodrigo Braulina

Shooting POA

Locação: Comando Ambiental da Brigada Militar de Porto Alegre – RS

Produção executiva: Fernanda Ferlauto

Stylists: Fran Piovesan e Lívia Ciprandi

Beleza: Silvia Schultz e Bárbara Degrandi 

Gravação: Sipá Filmes

Agradecimentos: Paulinho Pedroso

Shooting SP

Gravação: Danilo Vieira e Sipa Filmes

Beleza: Lucas Vieira 

Assistente de beleza: Bella Baptista

Produção: Marques Rodrigues e Felippe Chagas

Moulage plástico: Anderson Neves

Blog no WordPress.com.

Acima ↑