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Curso de escrita criativa com Clara Corleone está com inscrições abertas

Atividade terá duas turmas, às quartas-feiras e sábados, a partir de 28 de julho

A partir desta quarta-feira, 28 de julho, a escritora Clara Corleone promove a primeira edição de seu curso de escrita criativa. Com quatro encontros semanais online, a atividade propõe aos alunos que eles possam “escrever a história que desejam ler”. Usando exemplos da literatura – do personagem “Harry Potter” a intelectual Susan Sontag – e também e histórias do audiovisual – tais como os filmes “Era uma vez em Hollywood”, “Psicose” e a série “Roma” -, passando por canções do Chico Buarque, personalidades reais como Marilyn Monroe e Frida Kahlo e até dos quadrinhos “Asterix e Obelix”, Clara promoverá momentos teóricos e práticos em cada uma das aulas. 

“Não importa se o aluno já escreveu ou publicou algo ou se está desenvolvendo algum projeto. Caso o foco não seja publicar uma obra, mas sim produzir conteúdo para redes sociais ou apenas exercitar a criatividade, o curso também atende essas demandas”, revela a atriz e escritora, autora de “O homem infelizmente tem que acabar”, vencedor do Prêmio Minuano em 2020 na categoria crônicas.

É possível se matricular na turma de quarta-feira (encontros nos dias 28 de julho, 4, 11 e 18 de agosto, às 18h30), ou de sábado (14, 21, 28 de agosto e 4 de setembro, às 15h) e também fazer aulas avulsas. O investimento total é R$ 200,00 ou R$ 50,00 a aula com pagamento via PIX ou depósito bancário.

Mais informações claraalencastro@gmail.com ou instagram.com/claracorleone

Curso Escrita Criativa com Clara Corleone

Encontro 1: 

Apresentação

Nenhuma ideia é idiota – e toda a ideia deve ser registrada

Nada se cria, tudo se copia: a cópia como disparador de criatividade

Não se julgue & solte a mão

Exemplos e exercícios práticos

Encontro 2:

Tudo sobre o teu personagem

Autoficção sem drama

Machismo na autoficção

Exemplos e exercícios práticos

Encontro 3

Estrutura: pegue, mas não se apegue

Como fazer uma base que te ajude a criar – e não o contrário 

Ei! Você está contando algo neste capítulo que não contou no anterior?

Os prolixos choram: defina cada capítulo em apenas uma frase

Exemplos e exercícios práticos

Encontro 4

Antes da editora saber que teu livro está pronto: o que fazer?

O que você quis dizer com isso?

Um questionário simples para avaliar o progresso da tua história

Um conselho feito a partir da leitura do mesmo

Exemplos e exercícios práticos

Sobre Clara Corleone

Clara Corleone é atriz e escritora. Já teve textos publicados no jornal Zero Hora e no site Lugar de Mulher. Desde 2017 comanda um sarau literário com seu nome. “O homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas”, seu primeiro livro – editora Zouk com o selo da Casa da Mãe Joanna, de Joanna Burigo –  está, atualmente, em sua quarta impressão e foi vencedor do Prêmio Minuano de Literatura, categoria crônicas (2020). Também em 2020, Clara foi contemplada com dois prêmios no edital FAC Digital RS – como apresentadora com seu sarau virtual em parceria com a produtora Ah Tri Cultural e como dramaturga do projeto “Músicas para remendar o coração” em parceria com a artista Bruna Paulin. 

Curso de escrita criativa com Clara Corleone

Encontros online das 18:30 às 20:30 (quartas-feiras) – 28 de julho e 4, 11 e 18 de agosto

E aos sábados às 15h – 14, 21, e 21 de agosto e 4 de setembro

Investimento: R$ 200,00 (integral) ou R$50,00 (encontro avulso)

Forma de pagamento: PIX para claraalencastro@gmail.com (informar, na descrição do PIX, qual e-mail deseja utilizar para as reuniões e, caso deseje fazer aulas avulsas, quais serão os encontros)

Mais informações claraalencastro@gmail.com ou instagram.com/claracorleone

Lupa – festival de videoclipes premia seis obras

Primeira edição do projeto vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, divulgou os vencedores na noite desta quinta-feira, 15 de julho

Thays Prado, André Paz, Adriana Deffenti, Kelvin bohm, Agnes Mariá, Fabiano Nasi e Lucas Koteck foram os vencedores da noite

Foram anunciados na noite desta quinta-feira, 15 de julho, os vencedores da primeira edição do Lupa – Festival de Videoclipes. O evento premiou seis das 30 obras finalistas com valores entre R$ 1.500,00 e R$ 4.000,00. Foram escolhidos pelo júri os clipes Vals de los Abuelos (Thays Prado), Açúcar (André Paz), Controversa (Adriana Deffenti), Tanto Faz (Kelvin bohm) e Pai nosso (Agnes Mariá). O prêmio de votação popular foi para Boca Suja, de Fabiano Nasi e Lucas Koteck, com 4.713 votos. Com direção de Leonardo Stein, a produção traz uma música instrumental que surpreende com uma narrativa imagética em seu roteiro e recebeu prêmio de R$ 1.500,00.

Pai Nosso, de Agnes Mariá, foi o 5º lugar, com prêmio de R$ 1.500,00. Produzido em 2020, foi filmado em Porto Alegre e Alvorada, no Parque da Solidariedade, inspirado na obra “Pele negra, máscaras brancas”, de Frantz Fanon, e nos traz uma análise crítica da alienação do negro como fenômeno socialmente construído, e coloca a história, esta história, como forma de reconstrução identitária.

Em quarto lugar, Tanto Faz, uma produção da cidade de Santa Rosa. O clipe conta uma história de amor diferente e cheia de lembranças neste mundo paralelo que é a saudade deixada pelas perdas pelas quais passamos, inclusive dos pets. O vídeo recebeu prêmio de R$ 2.000,00.

Controversa é o vencedor do terceiro lugar do festival. Produzido em 2020, o clipe de canção de Adriana Deffenti conta com atuação da cantora e compositora e também da multiartista Valéria Barcellos, recebendo prêmio de R$ 2.500,00.

O segundo lugar do Lupa foi para Açúcar, de André Paz. Gravado em Porto Alegre em 2021, explorando as diferentes possibilidades da linguagem cinematográfica, o videoclipe retrata o universo particular dos ingredientes que temperam a vida cotidiana. Paz recebeu o prêmio de R$ 3.000,00.

E o grande vencedor da noite foi o clipe Vals de los abuelos, de Thays Prado. Produzido durante o último ano para para compor imageticamente a faixa gravada pré-pandemia. Diante da impossibilidade de convivência, a cantautora homenageia seus avós, de origem uruguaia (daí o nome e o idioma da canção), e estende esta homenagem para os avós do seu grupo de amizades, que gentilmente enviaram fotos de suas famílias para a criação de um clipe que utiliza a projeção analógica e a manipulação manual das imagens, combinadas com edição digital. Thays levou para casa o prêmio de R$ 4.000,00.

O festival recebeu 346 inscrições que resultaram em 30 selecionados que foram para votação do público e eleição do júri. O Lupa – festival de videoclipes tem como objetivo dar visibilidade à produção de videoclipes produzidos a partir de 2019, no território do estado do Rio Grande do Sul. O projeto, promovido pela OSC Sempre-Viva, da cidade de Santa Rosa/RS, sob a coordenação geral e produção executiva da GAIA PRODUÇÃO CULTURAL, é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS.

Esta primeira edição do festival abrangeu 45 municípios, representando 9% das cidades do RS. De acordo com o coordenador do projeto, Fernando Keiber, “as inscrições foram um sucesso, reforçando a nossa tese de que o setor do audiovisual, ligado à música, tem uma produção expressiva e clama por atenção. Os tempos de pandemia têm sido ao mesmo tempo que um agravante na situação econômica, um impulso para a criatividade”. Porto Alegre foi o município com o maior número de inscritos, com 159 vídeos enviados. Em segundo lugar vem Pelotas, com 40 videoclipes inscritos; Canoas, 23; Caxias do Sul, 14; Santa Maria, 11; e, empatados com 8 clipes inscritos cada uma, Alvorada e Santa Rosa, a cidade sede da proponente do Lupa, a OSC Sempre-Viva.

O Lupa contemplou entre os inscritos os mais diversos gêneros musicais, tendo sido formado um mosaico muito interessante, com destaque em quantidade de inscritos aos mais variados estilos do Rock (85 inscrições), nos gêneros do rap e hip hop (49), entre baladas de todas as nuances (33), nativista e gauchesca (26 inscrições) além de gospel, fado, MPB, funk, música erudita, sertanejo, soul, bolero, sambas de todas as cores, pop, disco, dance, entre outros. “Um ponto que chama a atenção é a quantidade de inscritos com a categoria videodança, apontando para a necessidade de atenção para este estilo e público específico”, conta Keiber, que também é um dos curadores. A curadoria, formada por Keiber, Lanza Xavier, Henrique de Freitas Lima e Alexandre Mattos.

O LUPA – festival de videoclipes do Rio Grande do Sul é realizado pela Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva e financiado pela lei nº 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e a Fundação Marcopolo.

Lupa – festival de clipes – vencedores

1º Lugar – R$ 4.000,00 – Vals de los Abuelos – Thays Prado

2º Lugar – R$ 3.000,00 – Açúcar – André Paz

3º Lugar – R$ 2.500,00 – Controversa – Adriana Deffenti

4º Lugar – R$ 2.000,00 – Tanto Faz – Kelvin bohm

5º Lugar – R$ 1.500,00 – Pai nosso – Agnes Mariá

Júri Popular – R$ 1.500,00 – Boca Suja – Fabiano Nasi e Lucas Koteck

Curadores

ALEXANDRE MATTOS é natural de Pelotas, é produtor cultural e realizador audiovisual Membro-fundador da produtora Moviola Filmes, tendo produzido vários filmes e documentários. Atualmente, participa do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual da FLUP em parceria com a Rede Globo, onde foi selecionado para desenvolvimento de argumento da série “Sal e Sangue”, também foi selecionado para participar do curso EAD Projeções –Linguagem e Processos Criativos no Cinema Brasileiro Contemporâneo do Itaú Cultural. Durante doze anos integrou a Banda Auto Retrato, participando shows, festivais, gravando videoclipes e compondo.

FERNANDO KEIBER é produtor cultural, professor e músico. É formado em música pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL – 1992); Leitura e Transposição e Harmonia e Improvisação no Conservatório de Música de Pelotas. Atuou como coordenador do Setor de Tomada de Contas da Lei de Incentivo à Cultura – SEDAC/RS (2005 a 2009). Atualmente é conselheiro fiscal da Associação dos Produtores Culturais do Estado do Rio Grande do Sul – APCERGS, proprietário da Gaia Cultura & Arte, empresa especializada em planejamento e gestão de projetos culturais, coordenador do Musicanto, presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Santa Rosa, gestão 2020/2022,presidente da Comissão Municipal e Incentivo à Cultura – CMIC de Santa Rosa/RS e gestor administrativo e financeiro da Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva.

HENRIQUE DE FREITAS LIMA DIRETOR é roteirista, Produtor de Cinema e Televisão e Consultor e Advogado especializado em Cultura, Esportes e Terceiro Setor, nascido em Sobradinho, RS, em 27/10/1959. Dirigiu os longas metragens TEMPO SEM GLÓRIA (1984), LUA DE OUTUBRO (1997), CONCERTO CAMPESTRE (2003), DANUBIO (2010), CONTOS GAUCHESCOS (2012) e ZORAVIA (2018), os curtas em 35 mm A HORA DA VERDADE (1988) e O MACACO E O CANDIDATO (1990), e a Série de Televisão PORTEIRA ABERTA (2004), entre outros. Foi Membro Fundador e 1o Presidente da Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RGS – APTC/RS, Conselheiro do Conselho Nacional de Cinema – CONCINE (1986/1989) e Membro Fundador e 1o Presidente da Associação dos Produtores Culturais do RGS – APCERGS. Sócio Proprietário e Diretor da Cinematográfica Pampeana, fundada em 1995. É advogado e Sócio Gerente da Freitas Lima Consultores Associados S/C, fundada em 2007 e participa de Conselhos da Academia Brasileira de Artes Audiovisuais e API Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro.

LANZA XAVIER possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pelotas (2003) e mestrado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2006). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas nos cursos de Cinema de Animação e Cinema e Audiovisual. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: produção e autoria cinematográfica, cinema gaúcho, políticas públicas para o audiovisual e acompanhamento de egressos. Responsável pelas disciplinas de Introdução à Linguagem Audiovisual, Direção de Produção, Produção Executiva e Projeto em Audiovisual I e II. Integra a equipe da Diretoria do FORCINE, Gestão 2021-2022. Doutoranda em Educação pela UFPEL. Mãe do Theo (9 anos) e da Nalu (5 anos).

Série de vídeo-performances inéditas estreia em 20 de julho

tocArte – que a poesia o faça já que eu não posso é um dos 100 projetos que foram contemplados pelo Edital Sedac 09/2020 da Secretaria de Estado da Cultura do RS e conta com direção artística de Luiz Manoel

Vídeo-performances estarão disponíveis gratuitamente no canal do YouTube do projeto

Mais de 85 profissionais estiveram envolvidos na realização de 33 oficinas e criação e produção de22 vídeo-performances inéditas do projeto tocArte – que a poesia o faça já que eu não posso. A iniciativa, realizada através de recursos da Lei Aldir Blanc, é um dos 100 projetos que foram contemplados pelo Edital Sedac 09/2020 da Secretaria de Estado da Cultura do RS. Com concepção e direção artística de Luiz Manoel, tocArte conta com uma equipe está trabalhando desde janeiro deste ano, com o fim de motivar reflexões e diálogos sobre temas como o amor, o sonho, a festividade, a impossibilidade do toque, a valorização de diferentes grupos identitários e da subjetividade do ser humano contemporâneo. São ações de teatro, música, dança e artes visuais inéditas, disponibilizadas pelas redes sociais da produção.

As vídeo-performances, que estarão disponíveis gratuitamente a partir de 20 de julho no canal do YouTube e no IGTV do projeto, foram registradas em grande parte no Centro Histórico de Porto Alegre e também no teatro do SESC Canoas.

Inicialmente criado para apresentações de rua, que ocorreriam em quatro cidades do Rio Grande do Sul, a proposta foi adaptada diante do agravamento da pandemia que ocorreu nos últimos meses e se reposiciona para o ambiente digital: a programação contou com transmissões em tempo real no Instagram durante o processo de criação dos vídeos, uma série de vídeo-performances de curta duração gravadas e oficinas online gratuitas ministradas por diferentes profissionais envolvidos no projeto, que ocorreram na primeira quinzena de junho. As performances contam com tradução em LIBRAS e audiodescrição.

“Queremos atingir tanto moradores do Rio Grande do Sul, quanto de outros estados, passando por nossas fronteiras físicas e dando a possibilidade para o surgimento desse ambiente de diálogo e troca de saberes com artistas e não-artistas do país inteiro”, declara Manoel. As equipes de vídeo e foto contam com diferentes profissionais trazendo olhares plurais sobre cada atração do projeto.

A programação segue até 25 de julho e as performances seguem disponíveis ao público depois das exibições, que pode ser conferida pelas redes sociais do projeto: https://www.instagram.com/projetotocarte/ | https://www.facebook.com/projetotocarte

https://www.youtube.com/channel/UCj1ZM5dMaRba3LRb-AJVwQA [MOU1] 

VÍDEO – PERFORMANCES – AÇÕES POÉTICAS

Lançamentos no canal do Youtube / Instagram do Projeto tocArte :


20 de julho (Terça-feira)  – 20h


– Somnhe

Sinopse: Conduzida pela artista Viridiana, “Somnhe” é uma ação poética que alterna entre o som analógico e o digital, criando a partir da sobreposição de vocalidades e da palavra, um espaço que nos permite experimentar diferentes emoções por meio de uma sensorialidade músical. Para uma experiência mais imersiva, pedimos gentilmente para que você utilize seus fones de ouvido, relaxe e se permita ser conduzida em uma viagem de som e sonho.

Artista integrante: Viridiana.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Trilha Sonora: Viridiana;

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

– Tropa de Choque LGBTQP+

Sinopse:  A partir de cada uma das cores presentes na bandeira do movimento LGBTQIA+, 6 performers ressignificam símbolos de tropas de choque na perspectiva desses corpos denominados por si mesmos nesse mar de letras como LGBTQP. As artistas utilizam como arma as suas potências individuais e coletivas, colocando em pauta a sua “r(e)xistência” e subjetividade no mundo atual, fazendo parte de um grupo extremamente violentado no Brasil.

Elenco: Eva Carpa, Fayola Ferreira, João Gabriel OM, Matheus Schafer, Qex e Vigo Cigolini.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Thiago Lazeri

Captação de som e imagem: Guilherme Santos

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Thais Diedrich

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

– Encanto

Sinopse: Reclusa no interior de uma grande gaiola, uma cantora canta a capella a música “Over The Rainbow”. “Encanto” é uma ação poética que valoriza as vozes de duas grandes cantoras atuantes no Rio Grande do Sul, Camila Falcão e Manoela Wolff, que trazem como repertório canções que dialogam com o momento atual de suas existências como indivíduos presentes nesse espaço-tempo.

Artistas integrantes: Camila Falcão e Manuela Wolff

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Cenografia: Rodrigo Shalako

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

21 de julho (Quarta-feira)  – 20h


– Ser…Humano?

Sinopse: 

O cidadão contemporâneo, em sua maioria, não para. Corremos contra o tempo em um ritmo frenético de modo que a vida acaba passando por nós e não o contrário. O mundo atual nos incentiva a produzir e a consumir, atrelando a noção de valorização pessoal ao que possuímos e não ao que somos. A pressão à nossa volta é tamanha que, contraditoriamente à aceleração vivenciada no cotidiano, acabamos nos sentindo paralisados. Ter. Produzir. Estar. Trabalhar. Qual o lugar do Ser? 4 artistas de distintos estilos de dança dialogam a partir de imagens e dinâmicas de movimentos, buscando ações cotidianas, a fim de produzir um sentido de identificação com o espectador.

Elenco / Bailarinos: Carol Danni Stein, Caru Arísio, Leonardo Rosa, Melina Baumgarthen.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Ana Girardello

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Thais Diedrich

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

– Encanto

Sinopse: Reclusa no interior de uma grande gaiola, uma cantora canta a capella a música “Como nossos pais”; composição de Belchior popularmente conhecida através da interpretação de Elis Regina. “Encanto” é uma ação poética que valoriza as vozes de duas grandes cantoras atuantes no Rio Grande do Sul, Camila Falcão e Manoela Wolff, que trazem como repertório canções que dialogam com o momento atual de suas existências como indivíduos presentes nesse espaço-tempo.

Artistas integrantes: Camila Falcão e Manuela Wolf.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Cenografia: Rodrigo Shalako

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

– Elo

Sinopse: Uma linhagem familiar composta por corpos de duas gerações dá vida à ação poética “Elo”. Letícia Paranhos e Sofia Paranhos dançam conectadas por um vínculo simbólico e imaterial ao som de um gaiteiro, refletindo por meio da linguagem corporal acerca dessa conexão entre mãe e filha.

Artistas integrantes: Letícia Paranhos, Rafael Cambará e Sofia Paranhos.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, Edição e captação de imagem: Ana Girardello

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Rafa Cambará

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Julia Santos e Thais Diedrich

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

22 de julho (Quinta-feira)  – 20h


Série de vídeos Orixalidade – Sinopse Geral:

Antes mesmo de serem parte de religiões, os Orixás eram filosofias de vida e dialogavam com o meio em que estavam inseridos, demonstrando como o próprio território potencializa essas percepções de perspectiva de vida e, posteriormente, de ritual, transmitidas através do tempo e que se reflete nas vivências diárias de diferentes corpos até o presente momento. Cada performer ajudou a conceber uma das 08 performances que se inspiram em Xangô, Iemanjá, Nanã, Exu, Iansã, Oxossi, Ogum, Oxum, Oxalá e Pombagira, dando vida a diferentes representações imagéticas que transcendem a referência já conhecida dessas divindades, de modo a cruzá-la com suas vivências pessoais.

Concepção e performance: Aterna Pessoa, Eslly Ramão, Gabi Faryas, CIRAdias, Letícia Guimarães, Maya Marqz, Phill, Vivian Azevedo.

  • Orixalidade – Àquelas que gestaram o mundo.

Sinopse:
Dos olhos às mãos um percurso lamacento, vivo, construtor. Por vezes solitário. 

Ao corpo criador de vida cabe mais do que a criação? 

Concepção e performance: Aterna Pessoa

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e roteiro adaptado: Liege Ferreira

Direção de fotografia e edição: Eduardo N Rosa 

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Assistência de Set: Yuri Boelter

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

  • Orixalidade – Ventania

Sinopse:
Chega feito brisa que encosta com delicadeza no rosto, sem pressa, apenas leve. E numa dança o corpo se movimenta, levando para cada folha, cada poeira, cada ser que habita na volta do seu véu um pouco desta brisa. Brisa essa que vira ventania toda vez que ela quer, quando quer. Ela não precisa justificar o motivo de caminhar entres os dois temperamentos. Ela é tão leve, mas tão leve que consigo ver que enquanto ela é borboleta, também afunda o chão com a força de leão. Tu já experimentou a fúria da calmaria?

Concepção e performance: Letícia Guimarães

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e roteiro adaptado: Liege Ferreira

Direção de fotografia e edição: Eduardo N Rosa 

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Assistência de Set: Yuri Boelter

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

  • Orixalidade – Caçador em Selva de Pedra


Sinopse:
Caçando em terras urbanas. Um protetor da mata que hoje quer proteger em terras de pedra. As frutas. As folhas. Os movimentos rápidos e precisos. Um olhar que observa tudo e todes e que está próximo de fazer sua próxima vítima.

Concepção e performance: Eslly Ramão

Direção geral: Luiz Manoel

Direção e captação de imagem: Ana Girardello

Edição: Kanauã Nharu

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

  • Orixalidade – Tomou conta

Sinopse: 

com um corpo das águas 

y guiado pelos movimentos tumultuosos de uma cabeça azul

um tsunami cruza

y inunda

o cinza.

Concepção e performance: Gabi Faryas

Direção geral: Luiz Manoel

Direção e captação de imagem: Ana Girardello

Edição: Kanauã Nharu

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

23 de julho (Sexta-feira)  – 20h


  • Orixalidade – ObstinAção

Sinopse: Entre a construção e a destruição, a proteção e a sensualidade, a performer adentra as ruas cotidianas de Porto Alegre a fim de cavar o que tem de histórico no centro. O objetivo escorre juntamente ao sangue das mãos. Continuidade, espera, ação. As coisas permanecem as mesmas depois de serem limpas?

Concepção e performance: Vivian Azevedo

Direção geral: Luiz Manoel

Direção e captação de imagem: Ana Girardello

Edição: Kanauã Nharu

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

  • Orixalidade – Nutrir

Sinopse:

Cada segundo é consumido, numa constante invenção do que pode vir a torna-se(r) à vida. Haverá faltas e possuirá choro. Porém será possível sentir a umidade sobre a pele enquanto esquenta este velho corpo. É preciso respirar através do que se alimenta e permitir todo o mofo nutrir o que virá depois.

Concepção e performance: CIRAdias

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

  • Orixalidade – Bixá no Mercado


Sinopse:
No mercado, a moeda encara o chão pedindo permissão pra Exú. Deixa eu passar? 

Encruzilhou o corpo dos que espiralam no outro, me faço em nós. Me coroa.   

As chaves de ouro, sustentam um todo que gere fluxo do externo ao eu.

Bixá do Mercado é homenagem ao reinado que Bará me deu.

Tu conhece a história do Bará do Mercado? Sabe quem levantou aquelas paredes? 

O “atroz” discute sobre ancestralidade, pertencimento e territorialidade. Tendo como referência o Bará do Mercado Público, patrimônio histórico-cultural de Porto Alegre.

Concepção e performance: Phill

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e roteiro adaptado: Liege Ferreira

Direção de fotografia e edição: Eduardo N Rosa 

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Assistência de Set: Yuri Boelter

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

  • Orixalidade – PERAMBULANDO


Sinopse: 

Acolhimento e escuta. Aos que transitam. Estímulo e desejo de que encontre o amor dentro de si. Um caminhar que incita a desprender-se de tudo aquilo que no íntimo já é insustentável. Perambulando e exibindo o que erradia de orixá Pombagira, senhora do riso e da liberdade.

Concepção e performance: Maya Marqz

Direção geral: Luiz Manoel

Direção e captação de imagem: Ana Girardello

Edição: Kanauã Nharu

Captação de som e imagem: Carlota Araujo e Thais Diedrich

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

24 de julho (Sábado)  – 20h


– Dilema

Sinopse: Quais os limites entre o amor e a razão? A partir de um diálogo musical, uma violinista e uma violoncelista refletem sobre esse dilema que existe em cada um de nós. Criando relações e produzindo diferentes sentidos a partir de um diálogo entre imagem e som, “Dilema” é uma ação poética que surge não para responder, e sim instigar mais questões acerca do tema.

Artistas integrantes: Izandra Machado e Luyra Dutra.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Trilha Sonora: Izandra Machado e Luyra Dutra 

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Cenografia: Rodrigo Shalako

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

Fotos: Diogo Vaz


– Festa Pandêmica

Sinopse: A proposta cênica da ação poética “Festa Pandêmica” deseja reacender a chama da festividade afastada completamente das pessoas por conta da pandemia por meio do efeito visual e da liberdade corporal para experienciar, por um instante, a ideia de uma celebração festiva.

Elenco: Ana Girardello, Kanauã Nharu, Miguel Ribeiro, Rodolfo  Ruscheinsky e Thais Andrade.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Thiago Lazeri

Captação de som e imagem: Guilherme Santos

Trilha Sonora: Viridiana

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Cabeleireira assistente: Victoria Otesbelgue

Segurança: Edimilson Mello da Silva

– Encanto 

Sinopse: Reclusa no interior de uma grande gaiola, uma cantora canta a capella a música “O Bêbado e a Equilibrista”, composição de Aldir Blanc popularmente conhecida na voz de Elis Regina. “Encanto” é uma ação poética que valoriza as vozes de duas grandes cantoras atuantes no Rio Grande do Sul, Camila Falcão e Manoela Wolff, que trazem como repertório canções que dialogam com o momento atual de suas existências como indivíduos presentes nesse espaço-tempo.


Artistas integrantes: Camila Falcão e Manuela Wolff

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Cenografia: Rodrigo Shalako

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

25 de julho (Domingo)  – 20h

– Grafitti

Sinopse: Se hoje fosse decretado o fim da pandemia no mundo todo, o que você faria? As mãos e a visão da artista Dâmaris Felzke constróem em 5 murais uma obra visual que reflete sobre o momento atual em que vivemos, revelando o caráter efêmero e cíclico que a vida possui. 

Artista integrante: Dâmaris Felzke da Rosa.

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Cenografia: Rodrigo Shalako

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales

Figurino: Renan Vilas

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Operação de Drone: Ricardo Mognon

– Encanto

Sinopse: Reclusa no interior de uma grande gaiola, uma cantora canta a capella a música “Eu preciso dizer que te amo” eternizada na voz de Cazuza. “Encanto” é uma ação poética que valoriza as vozes de duas grandes cantoras atuantes no Rio Grande do Sul, Camila Falcão e Manoela Wolff, que trazem como repertório canções que dialogam com o momento atual de suas existências como indivíduos presentes nesse espaço-tempo.


Artistas integrantes: Camila Falcão e Manuela Wolff

Direção geral: Luiz Manoel

Direção, edição e captação de imagem: Júlio Estevan

Captação de som e imagem: Alexandre Sá

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Renan Vilas

Cenografia: Rodrigo Shalako

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

– Abraço Pandêmico

Sinopse: Há muito tempo estamos distantes uns dos outros, e as telas eletrônicas se tornaram nosso maior meio de estabelecer conexões, mas a aproximação dessa infinidade de pixels não supre a falta que faz um ser humano. Nessa ação poética, dois performers, trajados com roupas e equipamentos de proteção, representam a saudade do afeto promovido pelo encontro de dois corpos que se tocam para se abraçar.

Artistas Integrantes: Kanauã Nharu e Thais Diedrich

Direção Geral: Luiz Manoel

Direção e Captação de Imagem: Ana Girardello e Julio Estevan

Captação de Imagem e Som: Alexandre Sá, Carlota Araujo e Thais Diedrich

Edição: Ana Girardello e Kanauã Nharu

Trilha Sonora: Vitório O. Azevedo

Produção executiva: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel

Figurino: Júlia Santos, Renan Vilas e Thais Diedrich

Costureira: Mari Falcão

Maquiagem: Juliane Senna

Cabelos: Laura Piccoli

Iluminação: Thais Andrade

IDEALIZADOR e DIRETOR ARTÍSTICO

Luiz Manoel Alves – Bacharel em Interpretação Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do  Sul (UFRGS), sob inscrição de DRT 14253, é ator, diretor, professor, dramaturgo e operador  de som. Trabalhou com grupos como ATO Cia Cênica , Projeto Gompa , Depósito de  Teatro , Companhia Rústica , Complexo Criativo Cômica Cultural, Quimera Criações  Artísticas e Teatro Ateliê , LUME Teatro e Teatro da Vertigem, além de ser colaborador na  Companhia Indeterminada Artes da Cena (Vencedora com o espetáculo infantil “Expedição  Monstro” em 5 categorias no Prêmio Tibicuera de Teatro 2018). Com mais de 30  espetáculos no currículo, circulou com 5 espetáculos infantis pelo RS no projeto Teatro a  Mil SESC RS(2016 à 2019), integrou a programação de festivais como Palco Giratório  SESC RS(2016-2018-2019 e 2020), Mostra SESC Cariri(2019), Porto Alegre Em Cena (2019 e 2020), Caxias Em Cena (2018), Porto Verão Alegre (2019 e 2020). Vencedor  do Prêmio Açorianos de Teatro nas categorias de Melhor Ator Revelação (2015) por  “Cadeia Alimentar”, Melhor Ator e Melhor Dramaturgia em espetáculo Infantil (2019) por  “Alice- Além da Toca do Coelho”, além de receber Melhor Espetáculo em 2015, por  “Cadeia Alimentar”, em 2016, por “Aos Sãos” e “Missão Água” e em 2017, por “Nos  embalos da Carochinha”, além de receber a indicação a Melhor Ator Coadjuvante por  “Hotel Rosachock” e Melhor Ator Coadjuvante por “Missão Água”, ambos em 2017.  

Em 2018 atua como diretor, encenador, produtor, dramaturgo e letrista da adaptação  brasileira do espetáculo musical “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz!”, com mais de 50 pessoas  na equipe. Desde 2019, integra o grupo de professores da Nova Estação Escola de Artistas  em Porto Alegre, lecionando aulas de Teatro e Teatro Musical. Durante a pandemia  desenvolveu o espetáculo infantil de teatro de sombras “Manjericão e Manjerona: Pets em  Combate ao Corona”, selecionado para o 13º FENATIFS em Feira de Santana na Bahia.  Atualmente, em 2021, executa os seguintes projetos: tocArte: que a poesia o faça já que eu  não posso (Artes Integradas); Sinais: Veredas Poéticas em um Cotidiano Retilíneo (Artes  Integradas); 8 Luas (documentário) e DES!encaixe: por uma existência muito além daquilo  que nos foi dito(documentário); 

EQUIPE

Elenco: ​Ana Girardello, Bê Smidt, Camila Falcão, Carol Danni Stein, Carol Arísio, Cira Dias, Dâmaris Felzke da Rosa; Eva Carpa, Eslly Ramão, Fayola Ferreira, Fernando Muniz, Gaby Faryas, Hendel Ricardo, Izandra Machado, João Gabriel OM, Kanauã Nharu, Letícia Paranhos, Leonardo Rosa, Letícia Guimarães, Luyra Dutra, Manu Goulart, Manuela Wolff, Maya Marqz, Matheus Schafer, Melina Baumgarten, Miguel Ribeiro, Phillipe Coutinho, Qex, Rafael Cambará, Renata Pessoa, Rodolfo Ruscheinsky, Thais Andrade, Sofia Paranhos, Vigo Cigolini, Vivian Azevedo.

Direção Artística e Concepção: Luiz Manoel;

Produção Geral: Ana Caroline de David, André Varela, Danuta Zaghetto, Jordan Maia, Luciana Tondo e Luiz Manoel.

Cenografia: Rodrigo Shalako; 

Cenotécnicos: André Castilho e Rudinei  Morales;

Figurinos: Julia Santos, Thais Diedrich, Renan Vilas;

Costureira: Mari Falcão;

Maquiagem: Juliane Senna; 

Cabelos: Laura Piccoli;

Criação de vídeo:

  • Direção Geral: Luiz Manoel;
  • Direção, captação e edição: Ana Giradello (Ser Humano / Sinal / Orixalidade); Liége Ferreira (Orixalidade), Thiago Lázeri (Festa Pandêmica/LGBTQIA+) e Júlio Estevan (Somnhe / Dilema / Abraço Pandêmico / Encanto / Grafitti / Orixalidade);
  • Trilha Sonora: Izandra Machado e Luyra Dutra (Dilema); Rafa Cambará (Elo); Viridiana (Somnhe); Vitório O. Azevedo (Orixalidade / Ser Humano / Festa Pandêmica/ Tropa de Choque LGBTQP / Grafitti);
  • Direção de fotografia: Ana Girardello (Ser Humano / Sinal / Orixalidade), Eduardo Rosa (Orixalidade), Júlio Estevan (Somnhe / Dilema / Abraço Pandêmico / Encanto / Grafitti / Orixalidade) e Thiago Lazeri (Festa Pandêmica/LGBTQIA+) 
  • Captação de imagem: Ana Girardello, Carlota Araújo e Thais Diedrich (Ser Humano / Sinal); Guilherme Santos (Festa Pandêmica/LGBTQIA+); Alexandre Sá (Somnhe / Dilema / Abraço Pandêmico / Encanto / Grafitti / Orixalidade);
  • Captação de som: Ana Girardello, Carlota Araújo e Thais Diedrich (Ser Humano / Sinal); Cleverton Borges (Orixalidade); Alexandre Sá (Somnhe / Dilema / Abraço Pandêmico / Encanto / Grafitti / Orixalidade);
  • Assitência de set: Yuri Boeller (Orixalidade);
  • Iluminação: Thais Andrade (Somnhe / Encanto / Abraço Pandêmico / Grafitti / Orixalidade / Dilema);
  • Operadora de som: Manu Goulart (Somnhe / Encanto / Abraço Pandêmico / Grafitti / Orixalidade / Dilema);
  • Cabeleireiras assistentes: Ingrid Azuos e Victoria Otesbelgue;

Arte Gráfica: Jéssica Barbosa;

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin;

Fotografias: Diogo Vaz, Gabriehl Pires, Luana Terra e Ramiro Furquim.

Operação de Mídias Sociais: Maurício Schneider; 

Produção Local: Aline Maciel e Juliana Charnaud (Pelotas); Atílio Alencar, Laédio Martins e Natália Dolwitsch (Santa Maria); Louise Pierosan e Uyara Camargo (Caxias do Sul).

Apoio: Amora Produções Culturais, Espaço N, Fundação Força e Luz, Fecomércio-RS/Sesc. 

Patrocínio: Lei Aldir Blanc, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Sedac RS.

#leialdirblanc

#leideemergênciacultural

#novasfaçanhasnacultura

#cultura

#maiscultura

Projeto realizado com recursos da Lei nº 14.017/2020

Mais informações: https://linktr.ee/tocarte

INSTAGRAM: https://www.instagram.com/projetotocarte/

FACEBOOK: https://www.facebook.com/projetotocarte

YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCj1ZM5dMaRba3LRb-AJVwQA

Lupa – festival de videoclipes divulga vencedores nesta quinta-feira, 15 de julho

Primeira edição do projeto vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, oferece prêmios entre R$ 1.500,00 a R$ 4.000,00 para os vídeos vencedores

Votação ocorre pelo site www.lupafestival.com.br

Nesta quinta-feira, 15 de julho, às 20h, serão anunciados os vencedores da primeira edição do Lupa – Festival de Videoclipes em live pelo YouTube – https://www.youtube.com/channel/UCH8-2SHgKUOj5pEqhLjVAjg . O evento premiará seis das 30 obras finalistas com valores entre R$ 1.500,00 e R$ 4.000,00. O festival recebeu 346 inscrições que resultaram em 30 selecionados que podem ser escolhidos pelo público até 14 de julho.

O Lupa – festival de videoclipes tem como objetivo dar visibilidade à produção de videoclipes produzidos a partir de 2019, no território do estado do Rio Grande do Sul. O projeto, promovido pela OSC Sempre-Viva, da cidade de Santa Rosa/RS, sob a coordenação geral e produção executiva da GAIA PRODUÇÃO CULTURAL, é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS.

Esta primeira edição do festival abrangeu 45 municípios, representando 9% das cidades do RS. De acordo com o coordenador do projeto, Fernando Keiber, “as inscrições foram um sucesso, reforçando a nossa tese de que o setor do audiovisual, ligado à música, tem uma produção expressiva e clama por atenção. Os tempos de pandemia têm sido ao mesmo tempo que um agravante na situação econômica, um impulso para a criatividade”. Porto Alegre foi o município com o maior número de inscritos, com 159 vídeos enviados. Em segundo lugar vem Pelotas, com 40 videoclipes inscritos; Canoas, 23; Caxias do Sul, 14; Santa Maria, 11; e, empatados com 8 clipes inscritos cada uma, Alvorada e Santa Rosa, a cidade sede da proponente do Lupa, a OSC Sempre-Viva.

O Lupa contemplou entre os inscritos os mais diversos gêneros musicais, tendo sido formado um mosaico muito interessante, com destaque em quantidade de inscritos aos mais variados estilos do Rock (85 inscrições), nos gêneros do rap e hip hop (49), entre baladas de todas as nuances (33), nativista e gauchesca (26 inscrições) além de gospel, fado, MPB, funk, música erudita, sertanejo, soul, bolero, sambas de todas as cores, pop, disco, dance, entre outros. “Um ponto que chama a atenção é a quantidade de inscritos com a categoria videodança, apontando para a necessidade de atenção para este estilo e público específico”, conta Keiber, que também é um dos curadores.

A curadoria, formada por Keiber, Lanza Xavier, Henrique de Freitas Lima e Alexandre Mattos, selecionou os 30 vídeos que integram a final e estão disponíveis para votação no site desde 09 de junho. Nesta quinta, às 20h os vencedores serão conhecidos, através de uma mostra virtual dos vídeos selecionados bem como o evento de premiação, através do canal do YouTube do projeto.

Os videoclipes concorrem a prêmios entre R$ 1.500,00 e R$ 4.000,00. Os cinco primeiros lugares serão eleitos pelo júri do festival, além de um prêmio para o vídeo vencedor escolhido pelo público. Para acompanhar as próximas etapas do evento, acesse @lupafestival e www.lupafestival.com.br

O LUPA – festival de videoclipes do Rio Grande do Sul é realizado pela Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva e financiado pela lei nº 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e a Fundação Marcopolo.

Lupa – festival de clipes

Evento de Premiação 15/07, 20h, pelo Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCH8-2SHgKUOj5pEqhLjVAjg

Videos finalistas

Vals de los Abuelos – Thays Prado

Boca Suja – Fabiano Nasi e Lucas Koteck

Tanto Faz – Kelvin bohm

Controversa – Adriana Deffenti

Everybody has a dream – Mr. Country Band

Ranchinho – Shana Müller

Tô Duvidando – Saskia

Última Lembrança – Renato Fagundes

Metade da Laranja é só o Bagaço – Mariana Bavaresco

Cinco e meia da manhã – Edilberto Teixeira e André Teixeira

Açúcar – André Paz

Macarrão – Júlia Fernandes e Victor Pacheco

Nigthmares – Os Replicantes

Tatu – Tagore

Pedra Sagrada de Xangô – Zé do Pandeiro

Dinheiro – 50 Tons de Pretas

Pregadão – Bloco da Lage

Eu Vou Contar – Bel Medula

Hello World – Duo Bits em Chamas (Apj e Vini Albernaz)

Have You Got Any Idea? – Yellow Boulevard (Pedro Nascente e Matheus Cardoso)

Triângulo – Duca Leindecker

Coisas fúteis – Pok Sombra

Abatida  – Camila Cuqui

Pé Na Estrada – Old Dog (Rodrigo Accorsi)

Novo Sol – Eteoria (Marcelo Martins, Thiago Mello, Átila Rees, Marcus Lima)

Chanson de Valse – Daniel Debiagi

Do Chão – Paola Kirst e Pablo Lanzoni

Pai nosso – Agnes Mariá

Nas Gaiolas da Consciência – Emerson Gottardo

REWIND – Gabro Demais (e Anderson Bitencourt)

Prêmios:

1º Lugar – R$ 4.000,00

2º Lugar – R$ 3.000,00

3º Lugar – R$ 2.500,00

4º Lugar – R$ 2.000,00

5º Lugar – R$ 1.500,00

Júri Popular – R$ 1.500,00

Curadores

ALEXANDRE MATTOS é natural de Pelotas, é produtor cultural e realizador audiovisual Membro-fundador da produtora Moviola Filmes, tendo produzido vários filmes e documentários. Atualmente, participa do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual da FLUP em parceria com a Rede Globo, onde foi selecionado para desenvolvimento de argumento da série “Sal e Sangue”, também foi selecionado para participar do curso EAD Projeções –Linguagem e Processos Criativos no Cinema Brasileiro Contemporâneo do Itaú Cultural. Durante doze anos integrou a Banda Auto Retrato, participando shows, festivais, gravando videoclipes e compondo.

FERNANDO KEIBER é produtor cultural, professor e músico. É formado em música pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL – 1992); Leitura e Transposição e Harmonia e Improvisação no Conservatório de Música de Pelotas. Atuou como coordenador do Setor de Tomada de Contas da Lei de Incentivo à Cultura – SEDAC/RS (2005 a 2009). Atualmente é conselheiro fiscal da Associação dos Produtores Culturais do Estado do Rio Grande do Sul – APCERGS, proprietário da Gaia Cultura & Arte, empresa especializada em planejamento e gestão de projetos culturais, coordenador do Musicanto, presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Santa Rosa, gestão 2020/2022,presidente da Comissão Municipal e Incentivo à Cultura – CMIC de Santa Rosa/RS e gestor administrativo e financeiro da Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva.

HENRIQUE DE FREITAS LIMA DIRETOR é roteirista, Produtor de Cinema e Televisão e Consultor e Advogado especializado em Cultura, Esportes e Terceiro Setor, nascido em Sobradinho, RS, em 27/10/1959. Dirigiu os longas metragens TEMPO SEM GLÓRIA (1984), LUA DE OUTUBRO (1997), CONCERTO CAMPESTRE (2003), DANUBIO (2010), CONTOS GAUCHESCOS (2012) e ZORAVIA (2018), os curtas em 35 mm A HORA DA VERDADE (1988) e O MACACO E O CANDIDATO (1990), e a Série de Televisão PORTEIRA ABERTA (2004), entre outros. Foi Membro Fundador e 1o Presidente da Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RGS – APTC/RS, Conselheiro do Conselho Nacional de Cinema – CONCINE (1986/1989) e Membro Fundador e 1o Presidente da Associação dos Produtores Culturais do RGS – APCERGS. Sócio Proprietário e Diretor da Cinematográfica Pampeana, fundada em 1995. É advogado e Sócio Gerente da Freitas Lima Consultores Associados S/C, fundada em 2007 e participa de Conselhos da Academia Brasileira de Artes Audiovisuais e API Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro.

LANZA XAVIER possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pelotas (2003) e mestrado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2006). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas nos cursos de Cinema de Animação e Cinema e Audiovisual. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: produção e autoria cinematográfica, cinema gaúcho, políticas públicas para o audiovisual e acompanhamento de egressos. Responsável pelas disciplinas de Introdução à Linguagem Audiovisual, Direção de Produção, Produção Executiva e Projeto em Audiovisual I e II. Integra a equipe da Diretoria do FORCINE, Gestão 2021-2022. Doutoranda em Educação pela UFPEL. Mãe do Theo (9 anos) e da Nalu (5 anos).

Festival Plurais – Arte, gênero e sexualidade ocorre em formato online e gratuito nos dias 15, 16, 17 e 18 de julho

Programação encerra o projeto Decolonizando Práticas Cênicas: processos formativos em artes, gêneros e sexualidades no Rio Grande do Sul executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020

Um território virtual e simbólico de luta e resistência, em que diversas vozes se apresentam como outras possibilidades de existências para além daquelas já validadas pela normatividade social. Esse é o festival Plurais, que encerra a programação do projetoDecolonizando Práticas Cênicas: processos formativos em artes, gêneros e sexualidades no Rio Grande do Sul, organizado e realizado pelo Doutor em Teatro e ativista LGBTQIA+ Daniel Colin, executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020 e ocorre on-line nos dias 15, 16, 17 e 18 de julho, sempre às 20h.

Após a realização do workshop “Arte, Gênero & Sexualidade”, ministrado por Colin nos meses de maio e junho de 2021, com o auxílio de cinco professoras convidadas, 40 alunes que participaram do workshop foram provocades a produzir videoperformances pessoais a partir das experiências vivenciadas no decorrer das aulas. Os vídeos integrarão uma mostra de dois dias da programação, que também contará com duas noites de bate-papos acerca de temas como arte, políticas públicas, raça, gênero e sexualidade, com profissionais das áreas específicas (confira a programação completa abaixo).

Nos dias 15 e 16 ocorrem duas lives de bate-papos com mediação de Colin. Na quinta, a conversa propõe as intersecções entre as artes do corpo no Brasil e as discussões de raça, gênero e sexualidade, com participação de Jeff Ghenes e Phill Coutinho. Já na sexta, o tema é políticas públicas em conexão com demandas de gênero e sexualidade em nossa sociedade e as convidadas são Juliana Kersting e Simone Ávila.

Durante o final de semana o público poderá conferir as vídeoperformances criadas durante o workshop, seguidas de bate-papo com mediação também de Daniel e participação de Alexandre Azevedo, Carla Cassapo, Maiara Cemin e Gabriel Bittencourt.

Toda a programação será gratuita e disponibilizada pelo YouTube, no canal de Colin: https://www.youtube.com/channel/UCFPoPIhL7IIhDbFaGvXXfeQ/featured .

Para saber mais sobre a programação e o projeto, acesse Instagram: @danielcolin_ator

Facebook: https://www.facebook.com/atordanielcolin/

Twitter: @Odanielcolin

PROGRAMAÇÃO

Dia 15/07 (quinta), às 20h

Live de bate-papo acerca das intersecções entre as artes do corpo no Brasil e as discussões de raça, gênero e sexualidade.

Mediação: Daniel Colin

Convidades especiais: Jeff Ghenes e Phill Coutinho

Dia 16/07 (sexta), às 20h

Live de bate-papo sobre políticas públicas em conexão com demandas de gênero e sexualidade em nossa sociedade.

Mediação: Daniel Colin

Convidadas especiais: Juliana Kersting e Simone Ávila

Dia 17/07 (sábado), às 20h

Primeira parte da mostra de videoperformances, com apresentação dos títulos: Auto-“P”-seeyah, de Alexandre Azevedo; Como Eu Vim Parar Aqui, de Mariana Rizzo; M.Ã.E., de Fernanda Possamai; Ame, Sobreviva, Repita, de Flávio Guimarães; Receita, de Bruna Pavan; O João Freire chora (mas também ri), de João Freire; Tempo Solo Solo Tempo, de Taís Mattos; Anjo, de Jackson Reis; Paredes, de Lucas Tegner; Ovos Moles, de Carla Cassapo.

Mediação: Daniel Colin

Convidades especiais: Alexandre Azevedo e Carla Cassapo

Dia 18/07 (domingo), às 20h

Segunda parte da mostra de videoperformances, com apresentação dos títulos: Mulher Porca, de Maiara Cemin; Sede, de Julio Zaicoski; O Avesso do Corpo-Caixa, de Clarissa Brittes; Dicotômica, de Sarah Baes; BRAZIU, de Pablo Abritta; Quiboldobom, de Ketelin Abbady; Naquele Lugar, de DIONNY; Não Consigo Ver Seus Ossos, de Eva Carpa; Fluidos, de Darlan Gebing; Eu Não Sei Costurar, Lembra?, de Gabriel Bittencourt.

Mediação: Daniel Colin

Convidades especiais: Maiara Cemin e Gabriel Bittencourt



FICHA TÉCNICA E SINOPSES DAS VIDEOPERFORMANCES

Dia 17/07 (sábado), às 20h

Primeira parte da mostra de videoperformances, com apresentação dos títulos: 

Título: Auto – “P” – seeyah (Porto Alegre/RS, 2021). Criação e performance: Alexandre Azevedo. 

Sinopse: Exame artístico sobre “o caminho” coberto por dores, anseios e prazeres de um corpo. Este que ainda fala, mas será que vive?

Título: Como eu vim parar aqui (Novo Hamburgo/RS, 2021).Criação e performance: Mariana Rizzo / Filmagem: Mariana Rizzo e Théo Maia / Edição e Captação de áudio: Théo Maia

Sinopse: Como eu vim parar aqui, sobre meu corpo, minha personalidade, meu conhecimento e acima de tudo, minha vontade de viver de arte.

Título: M.Ã.E. (Porto Alegre, 2021). Concepção, cenário, figurino, texto, efeitos sonoros e filmagem: Fernanda Possamai / Edição: Alexandre Conrado

Sinopse: Um corpo contido  dentro de um outro corpo é empurrado para o mundo. Um corpo mãe costura e descostura afetos e emoções em busca da redenção.

Título: Ame, Sobreviva, Repita (Itaúna/MG, 2021). Criação e Performance: Flavio de Mesquita Guimarães e Lorene Vilaça.

Sinopse: O trabalho oprime, a fábrica ensurdece, a energia de milhares para criar a fortuna daqueles que nem se conhece. O carinho e o amor entre aqueles que de nada possuem. Momentos próximos, outros distantes, mas sempre repetindo o ciclo para ver a continuação da rotina constante.

Título: Receita (Porto Alegre/RS, 2021). Criação e performance: Bruna Pavan.

A performance busca trazer um questionamento sobre os elementos que criam um corpo, externamente, e os que o fazem ser, a partir do que se sente e do que se faz sentir, compreendendo, ou não, a complexidade de ser o que se é.

Título: O João Freire chora (mas também ri) (Rio de Janeiro/RJ, 2021). Criação e performance: João Freire

Sinopse: Em meio a tantas lágrimas, alguns afetos.


Título: Tempo Solo Solo Tempo (Florianópolis/SC, 2021). Criação e performance: Taís Mattos / Figurino: Taís Mattos / Edição: Taís Mattos e Maria Alice / Trilha sonora: Kaê Guajajara.

Sinopse: A solidão de uma mãe  solo que vê o tempo passar por uma janela durante a pandemia, com todo o peso de compromissos de 4 vidas sobre suas costas..

Solidão a 4 …

Título: Anjo (Gravataí/RS, 2021). Criação, performance e edição: Jackson Reis / Apoio de produção: Cleusa Reis e Neusa Lopes.

Sinopse: Um corpo com deficiência alvo de olhares de piedade e nunca de desejo. Torto, dissidente e não menos humano, no despertar da sexualidade, transitando entre o sagrado e o profano, no anseio por se libertar dos estigmas sociais.

Título: Paredes (Canela/RS, 2021). Concepção, direção de arte, roteiro, voz e interpretação: Lucas Tegner / Produção: 07 Produtora / Captação de imagem, fotografia, edição e finalização: Matias Lorenzoni / Captação de áudio e finalização: Audaz Sul Records / Um texto de Lucas Tegner.

Sinopse: Criada sob uma estética contemporânea a performance audiovisual propõe uma narrativa metafórica e extremamente leve a fala infantil sobre temas de violência sexual.

Título: Ovos Moles  (Porto Alegre, 2021). Roteiro, direção e atuação: Carla Cassapo / Captação de imagens: Alexandre Accorssi / Montagem: Carla Cassapo e Naomi Siviero / Finalização: Naomi Siviero / Trilha Sonora: Cantiga de Amigo – Lírica galaico-portuguesa / Agradecimentos: Pepita Cassapo

Sinopse: As primeiras feituras de ovos moles datam do século XV e remetem ao Mosteiro de Jesus, em Aveiro. Como todos os doces portugueses à base de ovos, a receita  nasceu pelas mãos das freiras que, após o processo de engomar os seus hábitos com as claras, aproveitavam as sobras de gemas para preparar a tradicional iguaria. Se um dia tiver oportunidade, não deixe de experimentar!

Dia 18/07 (domingo), às 20h

Segunda parte da mostra de videoperformances, com apresentação dos títulos:

Título: Mulher Porca (Caxias do Sul/RS, 2021). Criação e performance: Maiara Cemin

Sinopse: Uma porca-mulher, fala sobre sua vida de trabalhadora, no circo do palhaço.

Título: Sede (Porto Alegre/RS, 2021). Criação e performance: Julio Zaicoski.

Sinopse: Um corpo rotulado move-se, busca espaços e alimenta-se.

Título: O Avesso do Corpo-Caixa (Imbé/RS, 2021). Composição e execução musical: Clarissa Brittes e Bino Mallmanc

Sinopse: Quantos corpos-caixa cabem no avesso do corpo? Energias que co-habitam em todxs e que representam aspectos da natureza e do cosmos, se atravessam em experiências de vida e geram seres genuínxs. O que me cabe e onde me caibo se me viro do avesso?

Título: Dicotômica (Porto Alegre/RS, 2021). Criação e performance: Sarah Baes

Sinopse: O que faz alguém digno de afeto?

Título: BRAZIU (Juiz de Fora/MG, 2021). Criação e performance: Pablo Abritta

Sinopse: Corpos se afogam na esperança que as mudanças venham. E a rosa branca no jardim sustenta. Corpos brigam pela extinção de uma política nefasta, cruel e atemporal. E a rosa branca no jardim continua intacta.

Título: QUIBOLDOBOM (Porto Alegre/RS 2021). Criação, direção e performance: Ketelin Abbady / Apoio técnico: Sofia Pulgatti / Trilha sonora: Kadafi.

Sinopse: Certa vez um pé de boldo me contou uma história…

Título: Naquele Lugar (Caxias do Sul/RS, 2021). Criação e performance: DIONNY / Cinegrafista: Alexandre Concari / Vozes de: DIONNY e Maiara Cemin.

Sinopse: A performance propõe uma reflexão e traz questionamentos sobre o ideal de corpos masculinos dentro da igreja evangélica. Trazendo experiências vividas pelo próprio ator, o mesmo conduz uma visita por esse corpo e mente que, por um tempo, se viram presos dentro destes ideais.

Título: Não consigo ver seus ossos (Porto Alegre/RS, 2021). Performance: Eva Carpa / Produção: Eva Carpa e João Pedro Greco 

Sinopse: Fani Pacheco engordou. Eva queria uma maçã vermelha. É preciso sustentar uma costela de Adão. De laço em laço não reconheço mais meu corpo no espelho.

Título: Fluidos (Caxias do Sul/RS, 2021). Criação e performance: Darlan Gebing

Sinopse: Me encontro no limbo das invenções, aqui é permitido criar um novo corpo, renovar a maquiagem, apagar a foto 3×4 da identidade forjada. Crio e caio na minha falsa ilusão de ter encontrado um espaço pra mim. Em tantos desencontros eu acabo criando uma existência que é só minha.

Título: Eu não sei costurar, lembra? (Juiz de Fora/MG, 2021). Texto, direção e atuação: Gabriel Bittencourt / Produção: Gustavo Bacchini / Imagens e edição: Pedro Soares.

Sinopse: Quantas histórias da sua família já foram perdidas? Lembra de suas raízes? Nós carregamos vibrações de nossos ancestrais em nossa pele. É sempre necessário levar essas lembranças aos nossos. Me construo, reconstruo e me costuro todos os dias.

CURRÍCULOS DE CONVIDADES

Daniel Colin é Doutor em Teatro (UDESC), Ator, Diretor, Dramaturgo, Performer, Pesquisador e Professor, com trajetória artística de mais de 20 anos trabalhando em Porto Alegre.

Jeff Ghenes é Artista Negro Trans Não-Binário, Graduando em MODA na Universidade FEEVALE. Também é integrante na Cia Teatral Tem Gente no Palco desde 2012. 

Phill Coutinho é Artista multimídia, Ator, Performer, Poeta, Iluminador e Cantor, além de Bacharel em Interpretação Teatral (UFRGS). 

Simone Avila é Doutora em Ciências Humanas na área de Estudos de Gênero (UFSC) e coordenou a Política Municipal de Saúde Integral LGBTQI+ da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre de 2017 a 2020. 

Juliana Kersting é Bacharel, Mestre e Doutoranda em Artes Cênicas (UFRGS), além de Atriz, Produtora e Bailarina.

Podcast A História do Disco promove programação especial em comemoração ao Dia Mundial do Rock

Programa da artista e comunicadora Bruna Paulin recebe personalidades que falam sobre sua relação emocional com a música

Durante julho será possível acompanhar entrevistas com Lizzie Bravo, Edgard Scandurra, Sarah Oliveira e Daniel Bacchieri

Ultrapassando mais de 2500 minutos de conteúdo no ar, com duas temporadas e 40 episódios, o podcast A História do Disco promove programação especial durante o mês de julho, em comemoração ao Dia Mundial do Rock, comemorado no dia 13. O público poderá conferir a partir desta quarta-feira, dia 7, entrevistas com Lizzie Bravo, Edgard Scandurra, Sarah Oliveira e Daniel Bacchieri.

O programa, que figura entre os podcasts de música mais ouvidos no país, estreou em setembro de 2020 e traz diversas histórias, tanto sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música, “como também como esses discos fazem parte das nossas vidas”, conta a jornalista.

O programa já recebeu nomes como o do músico, pesquisador e apresentador Charles Gavin, a escritora Martha Medeiros, o ator Guilherme Weber, a atriz e escritora Clara Corleone, o cineasta Jorge Furtado, o produtor musical Marcelo Fróes, a apresentadora Roberta Martinelli, as jornalistas Fabiane Pereira, Kamille Viola e Chris Fuscaldo, o escritor André Czarnobai, a atriz e escritora Júlia Medeiros, o músico Rafael Rocha e a cantora e compositora Filipe Catto, entre outros. “O que mais me encanta no programa é que a relação emocional com a música é algo realmente muito incrível. Cada convidado traz um relato totalmente diferente de como se relaciona, como consome, o que deixa marcas. Em uma época tão difícil que vivemos, reforçamos que o contato com as artes pode ser uma maneira de suportar esses tempos sombrios, e a música, sem dúvida, tem sido combustível para seguirmos em frente.

No final de 2020, A História do Disco, com apenas 13 episódios no ar na época, ficou entre os 111 podcasts de música mais ouvidos do ano em todo Brasil pelo Spotify. Recentemente esteve entre o Top 13 programas mais ouvidos da plataforma. “A ideia foi aproximar meu amor à música e discos de vinil e às histórias que trazemos com um disco que gostamos muito. Todo disco tem uma história, seja ela de como foi criado, seja da primeira vez que o ouvimos”, declara a Mestre em Comunicação pela PUCRS, onde desenvolveu pesquisa sobre as bandas The Beatles e The Rolling Stones e a construção das imagens das duas bandas através de periódicos britânicos. “A História do Disco’ é resultado de anos de pesquisa na área, somados ao meu lado entrevistadora e apresentadora, que é uma das atividades profissionais que tenho me dedicado mais nos últimos anos”, revela.

No programa dessa semana, Bruna conversa com a cantora, produtora e autora do livro “Do Rio a Abbey Road”, Lizzie Bravo, que nos anos 1960 gravou com os Beatles. Ainda este mês será possível conferir entrevistas com o músico Edgard Scandurra, a apresentadora, ex-VJ da MTV e co-host do podcast “Nós”, Sarah Oliveira, e o jornalista e pesquisador Daniel Bacchieri, criador do projeto Street Music Map, que mapeia músicos de rua pelo mundo.

Além dos episódios em podcast, é possível acompanhar o projeto através de perfil no Instagram (@ahistoriadodisco) onde a pesquisadora traz relatos de coleções, dicas de lojas de discos pelo mundo e diversas curiosidades. A produção, entrevistas, roteiro e locução são de Bruna, a edição de áudio é de Nicole Demeneghe, arte do podcast é assinada pelo artista visual Librae, com vinheta criada por Augusto Stern e Fernando Efron. O programa tem apoio da Toca do Disco e da Editora Belas Letras.

Projeto online para formação na área cultural e compartilhamento de conteúdos abre inscrições para primeiro ciclo de aulas a partir desta terça, 06 de julho

Projeto Plataforma é executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020

Proposta criada pela produtora e curadora Jaqueline Beltrame surge a partir de um desejo de interlocução com profissionais da área da cultura, promovendo o cruzamento entre as artes


Um ambiente para promover o compartilhamento de conhecimento através de cursos, conteúdos e divulgação de projetos, espaços culturais, artistas e agentes da cultura. O Plataforma, projeto  executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, é uma criação da produtora e da curadora Jaqueline Beltrame, a partir de um desejo de interlocução com profissionais da cultura, compartilhamento de conhecimento e informação, e o cruzamento entre as artes. “A busca do Plataforma é construir permanentemente ações, através de aulas e de outras formas de compartilhamento, que propaguem os conhecimentos mais diversos do setor cultural. Em seu lançamento, buscamos fomentar o sistema das Artes Visuais no Rio Grande do Sul, através de dois pilares que se relacionam: formação e compartilhamento de conteúdos”, declara Jaqueline.

Nesta terça-feira, 06 de julho, estão abertas as inscrições gratuitas do primeiro Ciclo de Aulas Plataforma, focado nas artes visuais. Para a formação do grupo de ministrantes Jaqueline contou com a colaboração de Gabriela Motta e na produção do projeto com Nicole Quines. A seleção de conteúdos, outra área importante do Plataforma, foi construída pelas três. Planejado como uma atividade de formação online, o primeiro ciclo de aulas contempla todas as etapas de uma exposição de grande porte, passando pela curadoria, produção artística, ação educativa, expografia, produção executiva e também aspectos do mercado no qual se insere, abordando questões de direitos autorais, mercado de arte e gestão de espaços independentes, que serão os temas dos 11 encontros do ciclo.

O Ciclo foi pensado para instrumentalizar artistas, curadores, produtores, gestores, advogados, educadores e pesquisadores interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre esses campos. As aulas contam com profissionais com larga experiência em suas áreas de atuação, o que permitirá oferecer aos alunos uma consistente formação teórica, porém, baseada na prática desses profissionais que vêm atuando em grandes instituições e projetos de arte no Brasil e exterior.

Integram a lista de ministrantes a curadora, crítica e pesquisadora em artes visuais Gabriela Motta, o curador e pesquisador em arte contemporânea Bernardo José de Souza, a artista, curadora e pesquisadora Mônica Hoff, o arquiteto e urbanista Tiago Guimarães, o artista visual Rommulo Vieira da Conceição, a educadora e pesquisadora Gleyce Kelly Heitor, a artista visual e performer Andressa Cantergiani, a gestora cultural, professora e pesquisadora Ana Letícia Fialho, a advogada atuante na área do direito de entretenimento, direito autoral e propriedade intelectual Patrícia Goulart, e Jaqueline, graduada em Artes Plásticas pela UFRGS, uma das sócias fundadoras, Diretora, Coordenadora de Produção e Curadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira. Há mais de duas décadas realizando projetos de cinema e artes visuais entre outras áreas da cultura, desde 2019 Jaqueline se dedica ao ensino também. “O Ciclo de Aulas completo totaliza 27 horas/aula, significando uma robusta formação na área, além de fornecer certificação para os alunos”, revela.

Os encontros ocorrem às segundas e quartas-feiras, das 19h às 21h30, a partir de 02 de agosto (confira a programação completa abaixo) via Zoom. As inscrições, abertas até 20 de julho, através de preenchimento de formulário https://forms.gle/525d7V5iAnnVKNoEA contam com 30 vagas, sendo no mínimo 10 reservadas para pessoas negras, indígenas, trans, com visto humanitário/refugiados, em situação de vulnerabilidade social e idosas. A seleção irá  considerar texto de interesse, o qual será enviado no formulário de inscrição. Embora as aulas sejam online, este primeiro Ciclo de Aulas, gratuito, será destinado a residentes do Rio Grande do Sul. Esta oferta justifica-se uma vez que os recursos para realização do mesmo são provenientes do Edital Criação e Formação – Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, realizado no RS.

Encerrando a programação de lançamento, uma Aula Aberta de Produção Executiva de Exposições, ministrada por Jaqueline e contará com Tradução Simultânea em LIBRAS (data e inscrições serão divulgadas em  breve). O conteúdo também será disponibilizado em áudio em formato podcast, podendo ser acessado pelo site do projeto, ampliando a acessibilidade do conteúdo. 
Além de promover cursos, o Plataforma tem uma área destinada ao compartilhamento de conteúdos online como textos críticos, outras plataformas de arte, projetos culturais e bibliografia dos cursos que promove, em permanente atualização. 

Após a conclusão do primeiro ciclo, outras opções de atividades serão divulgadas no site. Para mais informações, acesse: www.plataformaonline.art.br | instagram.com/plataformaonline.art/ |  fb.com/plataformaonline.art/



Primeiro Ciclo de Aulas Plataforma
Inscrições: de 06 julho a 20 julho
Informe aos selecionados: 23 julho
Ciclo de Aulas: de 02 agosto a 03 setembro, segundas e quartas-feiras, das 19h às 21h30
Inscrições gratuitas – O primeiro Ciclo de Aulas é destinado a residentes do RS. Os próximos cursos terão vagas abertas para interessados de qualquer região. 
30 vagas, sendo no mínimo 10 reservadas para pessoas negras, indígenas, trans, com visto humanitário/refugiados, em situação de vulnerabilidade social e idosas.

02/08Aula Curadoria em artes visuais – conexões entre crítica, estética e política, ministrada por Gabriela Motta
04/08Aula Pensamento curatorial contemporâneo: relações políticas entre os corpos, o espaço e o tempo, ministrada por Bernardo José de Souza
09/08Aula Curadoria > Curadoria Educativa > Educação: uma relação em construção, ministrada por Mônica Hoff
11/08  – Aula Desenho de exposição como negociação, ministrada por Tiago Guimarães
16/08Aula Produção Executiva de Exposições, ministrada por Jaqueline Beltrame
18/08Aula O espaço como processo de criação, ministrada por Rommulo Vieira Conceição
23/08 Aula Educação como espinha institucional, ministrada por Gleyce Kelly Heitor
25/08Aula Espaços autogestionados por artistas: emergências do agora, ministrada Andressa Cantergiani
30/08Aula O mercado de arte no Brasil: expansão recente, futuro incerto, ministrada por Ana Letícia Fialho
01/09Aula Direitos Autorais nas Artes Visuais, ministrada por Patricia Goulart
03/09 Aula Encerramento: fechamento do ciclo de aulas, retomando questões de produção e curadoria após o conhecimento de outros tópicos abordados nas aulas, com Jaqueline Beltrame e Gabriela Motta
 
 
 
 
Curadoria em artes visuais – conexões entre crítica, estética e política
Ministrada por Gabriela Motta
 
Data: 02/08, das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
A atividade “Curadoria em artes visuais – conexões entre crítica, estética e política” parte da seguinte afirmação: não há arte, educativo, curadoria, gestão, crítica, sem política.
Em momentos de crise de poder, onde o campo econômico pretende ditar todas as regras do jogo no qual se estruturam nossas concepções humanistas de sociedade, vem à tona a disputa ideológica possível de ser exercida no campo simbólico. Nesse sentido, é nosso objetivo investigar a atividade curatorial desde a sua gênese até questões que a atravessam na atualidade, como os contextos políticos e sociais de cada projeto, a relação com a crítica e as dimensões históricas da curadoria contemporânea.
Ao refletirmos sobre a curadoria em artes visuais em uma perspectiva histórica é possível reconhecer o vínculo entre o desenvolvimento dessa atividade, as transformações ocorridas na própria arte e a institucionalização do circuito de artes visuais.
 
Sobre a ministrante:
Gabriela Kremer Motta (Pelotas – RS, 1975).
É curadora, crítica e pesquisadora em artes visuais.
Atualmente, é bolsista PNPD junto ao PPG do Centro de Artes da UFPEL (2016 – 2021).
Doutora em Teoria, Ensino e Aprendizagem da Arte, pela USP (2015), e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005).
Membro do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul.
Entre os projetos de reconhecidas instituições nas quais atuou estão o Prêmio Marcantonio Vilaça CNI-SESI  2019 e 2014; Prêmio IP Capital Partners de Arte – PIPA 2019, 2017 e 2015 e Rumos Itaú Cultural, edições 2017/2018, 2011/2012 e 2008/2009; além de projetos com as instituições MAC – USP, MAC Niterói e Fundação Iberê Camargo.
Em 2010 foi contemplada com a Bolsa Funarte de Estímulo à Produção Crítica em Artes Visuais. De 2008 a 2010, fez parte do grupo de críticos do Centro Cultural São Paulo.
 
Em 2017, foi responsável pela concepção do Seminário Curadoria Em Artes Visuais – Um Panorama Histórico e Prospectivo. Este projeto, desenvolvido em parceria com Fernanda Albuquerque, foi realizado no Santander Cultural e contou com a participação de pesquisadores de todo o Brasil.
Como curadora realizou diversas exposições, entre elas as exposições Passatempo (em 2018), da artista Rochelle Costi, no Museu do Trabalho, em Porto Alegre;  A Hora Mágica (em 2018), da artista Letícia Lopes, na galeria Aura, em S.Paulo; Fala, (em 2017), na galeria ECARTA; Acerca (em 2016), da artista Heloisa Crocco, na galeria Gestual; Ocupando Lucas, 21 (em 2015), com artistas da galeria Gestual, 365 (em 2015), da artista Elida Tessler (ao lado de Eduardo Veras), na galeria Bolsa de Arte; CANTOSREV (em 2014), do artista Nelson Felix, no Instituto Ling; Canto Escuro (em 2014), do artista Luiz Roque, no Museu do Trabalho; Um vasto Mundo (em 2014), da artista Romy Pocztaruk, na galeria SIM, em Curitiba; A invenção da Roda (em 2013), da artista Letícia Ramos, no Museu do Trabalho; realizou exposições coletivas em diversas cidades do Brasil como Joinville, Fortaleza, Recife, Belém, São Paulo, entre outras. Integrou o projeto Arte e Identidade Cultural na Indústria, promovido pelo SESI-RS (2007-2008).
É autora do livro “Entre olhares e leituras: uma abordagem da Bienal do Mercosul”, publicado pela editora ZOUK. Tem artigos publicados em diversas revistas especializadas e em catálogos sobre arte contemporânea.



Pensamento curatorial contemporâneo: relações políticas entre os corpos, o espaço e o tempo
Ministrada por Bernardo José de Souza
 
Data: 04/08, das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
Intenso debate quanto às formas assumidas pela curadoria contemporânea vem afetando a prática não apenas de curadores, mas também de artistas, críticos e historiadores da arte. A emergência do curador-autor nos anos de 1970 e sua ascensão a uma posição central no sistema das artes nos leva a investigar as possibilidades de expansão e desconstrução da curadoria a partir de dinâmicas de trabalho especulativas, processuais e colaborativas. 
Um dos grandes desafios para o curador contemporâneo é trazer a publico em um mesmo espaço (expositivo, coletivo, urbano, impresso, virtual) obras que constituam em seu conjunto não uma única e exclusiva constelação de sentido, mas que permitam à audiência estabelecer novas relações semânticas como resultado do confronto entre a experiência sensível e sua própria bagagem cultural —quer seja afetiva, critica, política ou histórica. Entretanto, realizar exposições constitui somente uma de suas possíveis atribuições, uma vez que a curadoria tanto se processa na abordagem crítico-temática materializada na escolha de artistas, de suas obras e na consequente distribuição das mesmas no espaço, quanto pode (e deve) desenvolver-se, para além da mera exibição de arte, na forma de ações e programas públicos ou educativos. Neste sentido, a curadoria poderia ser compreendida como um dispositivo para a construção de relações socioculturais que desbordam o espaço expositivo, pois o campo político-geográfico no qual ela ganha corpo; os meios disponíveis para sua realização; a interlocução com artistas, instituições, colecionadores, galeristas, produtores, arquitetos, montadores, designers, jornalistas, entre outros agentes; bem como a produção de textos e publicações; e, finalmente, o contato do público com as obras, são todos elementos e questões a informar, permear e se impor ao pensamento curatorial contemporâneo.

Sobre o ministrante:
Bernardo José de Souza é curador, escreve e investiga arte contemporânea. Entre 2017 e 2019, foi Diretor Artístico da Fundação Iberê Camargo, de onde partiu para estabelecer-se em Madrid como curador independente. Integrou as equipes curatoriais do 19a Bienal de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil (São Paulo, 2015), da 9a Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2013) e foi Coordenador de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria de Cultura de Porto Alegre entre os anos de 2005 e 2013. Desde então, vem desenvolvendo projetos curatoriais para diversos espaços e instituições, dentre os quais vale destacar as exposições To See What Is Coming, no Largo das Artes (Rio de Janeiro, 2014); a exposição A Mão Negativa, no Parque Lage (Rio de Janeiro, 2015); o Solo Project Através do Espelho, ArtRio (Rio de Janeiro, 2015); a exposição Tudo o que É Sólido Desmancha no Ar, na Galeria Jaqueline Martins (São Paulo, 2015); o programa Crossings and Passages, na Goodman Gallery, (Cidade do Cabo, 2016); a exposição Vivemos na Melhor Cidade da América do Sul, no Átomos (Rio de Janeiro, 2016); o programa Arte e Ativismo na América Latina — Prince Claus Fund/Dutch Ministry of Foreign Affairs, na Despina (Rio de Janeiro, 2016 e 2017); a mostra Unanimous Night, no CAC (Vilnius, 2017); a exposição Intruso, no Salón (Madrid, 2019); e a mostra An Exhibition with artworks by…, no Witte de With Center for Contemporary Art, in Rotterdam, Holanda, em 2020.



Curadoria > Curadoria Educativa > Educação: uma relação em construção
Ministrada por Mônica Hoff

Data: 09/08, das 19:00 às 21:30

Ementa:
Nas últimas duas décadas vimos surgir no contexto da arte um extraordinário interesse em discutir as relações entre arte e educação desde a prática curatorial. Este entusiasmo que, em alguns debates é situado no guarda-chuva do fenômeno educational turn –ou virada educativa nas práticas artísticas e curatoriais contemporâneas– pode ser observado através do incremento dos departamentos educativos de museus e instituições culturais; também do surgimento e popularização da curadoria pedagógica e da participação de artistas em projetos educativos; bem como da criação de escolas, simpósios, workshops e aulas desenhados como programas artísticos e/ou curatoriais. Isto que, para um certo grupo de pesquisadores, consistiu numa espécie de excesso de pedagogização, para outres, no entanto, se apresentou como uma renovada necessidade de mediação da arte.
A presente aula abordará aspectos teóricos e históricos que entrelaçam tais práticas com o intuito de debatermos sobre os elementos conceituais, operativos e contextuais que compõem a criação de um projeto e/ou programa educativo no contexto da arte, seja ele de caráter institucional ou não.
Além da aula, a ministrante fornecerá ao grupo participante acesso a arquivo online de textos e publicações sobre o tema.

Sobre a ministrante:
Mônica Hoff  (Porto Alegre, 1979)  é artista, curadora e pesquisadora. Doutora em Processos Artísticos Contemporâneos, pelo PPGAV/UDESC (2019), com pesquisa sobre artists-run art schools; e mestre em Artes Visuais, na linha de História, Teoria e Crítica de Arte, pelo PPGAV/UFRGS (2014), com pesquisa sobre o fenômeno educational turn e o contexto de arte brasileiro. Ao longo de sua prática no campo das artes, vem investigando as relações entre as práticas curatoriais, artísticas e educativas e como estas contribuem, friccionam e/ou determinam as políticas e pedagogias institucionais.
De 2006 a 2014, coordenou o Programa Educativo da Bienal do Mercosul, atuando também como curadora adjunta na nona edição do evento, em 2013.  Dentre os projetos desenvolvidos nos últimos anos estão: Laboratório de Curadoria, Arte e Educação (2014-19), em parceria com a curadora Fernanda Albuquerque; Espaço Embarcação (2016-18), codirigido com Kamilla Nunes, que resultou nos projetos Oficina Pública de Perguntas e La Grupa; Escola Extraordinária (2018), com Kamilla Nunes, Cristina Ribas, Daniela Castro e Fábio Tremonte; Corazón Pulmones Hígado (2019-20), exposição co-curada com Andrea Pacheco no Centro de Residencias Artísticas do Matadero Madrid; e Corpo que vibra (2020), exposição virtual e investigação sobre a obra da artista Mara Alvares. Atualmente, desenvolve, em colaboração com o artista Fabio Tremonte, o projeto pedagogia em público; coordena, ao lado de Jessica Gogan, grupo de estudos em pedagogias experimentais, coletividades e outras institucionalidades; atua como pesquisadora convidada no projeto Escuela Desnuda, do arquiteto e artista venezuelano Miguel Braceli; e como ativadora pedagógica, da segunda edição de MUFF, organizado pelo Centro de Fotografía de Montevidéu. Prepara para agosto e setembro de 2021, junto a Eva Posas, Ni apocalipsis ni paraiso: meditaciones en el umbral, programa da segunda edição de Materia Abierta, na Cidade do México.
Co-organizou as publicações Pedagogia no Campo Expandido, com Pablo Helguera (2011); A Nuvem e Manual para curiosos, ambos com Sofía Hernandez Chong Cuy (2013); e a versão em português de Tijuana Maid, novela escrita pela artista norte-americana Martha Rosler nos anos 70, com Regina Melim (2018).
Nos últimos anos vem colaborando em projetos e publicações organizados por instituições como Matadero Madrid, Liverpool Biennial, Bienal de Cuenca, Colección Cisneros, New Museum/NY, De Appel Arts Centre, NC-Arte, Alumnos 47, Museu de Arte do Rio (MAR), Escuela de Garaje – Laagencia, 32a Bienal de São Paulo, MASP, Fondazione Antonio Ratti, FelipaManuela, Museo Thyssen-Bornemisza, Museo Reina Sofía, MACBA/BCN, MALBA, Parque Lage, CasaMario, TEOR/ética. MUAC, Bienal FEMSA, Itau Cultural, Piso 16, entre outras.



Desenho de exposição como negociação
Ministrada por Tiago Guimarães
 
Data: 11/08, das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
Através da apresentação de um panorama da produção do arquiteto Tiago Guimarães, o encontro pretende articular de maneira introdutória questões técnicas e conceituais dentro da prática projetual em expografia. Cabe ao profissional responsável pela concepção dos desenhos de exposição um trabalho de coordenação de diversas demandas. Instituição, curadoria e artistas são peças de um quebra-cabeça maior que precisa ser considerado na materialização de um ambiente expositivo. Entra assim a noção de negociação como um exercício de escuta, ponderação e produção de respostas formais. Por fim, entende-se o desenho de exposição como um processo criativo de caráter coletivo onde os papéis a priori definidos podem se confundir em direção a um resultado. 
 
 
Sobre o ministrante:
Tiago Guimarães (1980, Fortaleza, CE). Vive e trabalha em São Paulo.
É arquiteto e urbanista (Universidade Federal do Ceará) e técnico em dança (Centro Paula Souza – Etec de Artes). Fez parte do Estúdio Risco entre 2007 e 2019, onde desenvolveu projetos de expografia para mostras de arte, além de outras atividades. Desde 2009, colabora com a arquiteta Marta Bogéa no desenho de exposições.  
Atuou em mostras como 36o. Panorama da Arte – Sertão (Mam de São Paulo, 2019), Egito sob o olhar de Napoleão (Itaú Cultural, 2019), A queda do céu (Caixa Cultural de Brasília, 2019), Arte-Veículo (Sesc Pompeia, 2018), 29a Bienal de São Paulo (Fundação Bienal, 2010), entre outras.



Produção Executiva de Exposições
Ministrada por Jaqueline Beltrame

Data: 16/08, das 19:00 às 21:30

Ementa:
Com a expansão do mercado de artes visuais no Brasil, cada vez mais a formação na área de faz necessária. O curso Produção Executiva em Artes Visuais, ministrado por Jaqueline Beltrame, aborda as diversas etapas de realização de exposições, visando capacitar profissionais da área. Dentre os tópicos abordados, estão a relação entre curadoria e produção, como montar o orçamento de uma exposição, negociação de empréstimo de obras, seguro, transporte especializado, produção local de obras para exposição, equipe e fornecedores, documentação diversa como Loan Form, Facility Report, Apólice de Seguro; expografia, luminotécnica, especificidades de montagem de vídeo instalações, entre outras atividades que envolvem a produção profissional de exposições de grande porte.

Sobre a ministrante:
Jaqueline Beltrame (Porto Alegre – RS) é graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É sócia fundadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira, festival do qual também é diretora, curadora e produtora.
Há mais de duas décadas realiza projetos de cinema e artes visuais; tendo atuado como Produtora Executiva da Fundação Iberê Camargo, de diversas edições da Bienal do Mercosul, além de produzir exposições e projetos em instituições culturais.
É produtora executiva de longas e curtas metragens, tendo filmes exibidos em festivais nacionais e internacionais como Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Cinema de Gramado, Mostra Internacional de Cinema de SP, Berlinale, Sundance e Rotterdam. Participou do ARSENAL / LIVING ARCHIVE, residência curatorial em Berlim na qual pesquisou e programou obras do acervo do Arsenal – Institut for Film and Video Art.
Criou o projeto Plataforma a partir de um desejo de interlocução com profissionais da cultura, compartilhamento de conhecimento e informação, e o cruzamento entre as artes. Para o Ciclo de Aulas Plataforma, realizado no lançamento do projeto, dividiu com Gabriela Motta a formação do grupo de ministrantes e conteúdos, e com Nicole Quines a produção do projeto.



O espaço como processo de criação
ministrada por Rommulo Vieira Conceição

Data: 18/08, das 19:00 às 21:30

Ementa:
A aula trata da produção dos trabalhos desenvolvidos pelo artista Rommulo Vieira Conceição a partir da visão do próprio artista. Serão abordados conceitos de espaço a partir das visões de físicas de Jammer (1993), Massey (2008) e Certeau (2014) e as relações desses conceitos com os trabalhos construídos no período entre 2000 e hoje.

Sobre o ministrante:
Rommulo Vieira Conceição é artista visual que trabalha com diversos meios, como a instalação, os objetos, a escultura, o desenho e a fotografia, explorando as sutilezas de percepção do espaço na contemporaneidade e as relações do homem contemporâneo no mundo atual. Nasceu em 1968, em Salvador- Bahia, onde começou seus estudos em artes em 1983, sob a orientação da artista Célia Prata, na Oficina de Artes Plásticas da Escola Técnica Federal da Bahia. Desde 2000 reside em Porto Alegre (RS) onde desenvolveu seu mestrado em Poéticas Visuais no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005 – 2007) e teve orientação artística de Jailton Moreira, no Espaço Torreão (2000 – 2003). Desde 1998 vem realizando exposições individuais e coletivas, e residências artísticas no Brasil, na Argentina, na Austrália, no Japão e na Finlândia. Em 2006 participou da 3a Edição do Rumos Itaú Cultural com o trabalho Quarto-Cozinha (2005-2006) no qual sobrepôs um quarto e uma cozinha, ambos totalmente operacionais. Em 2009 realizou uma exposição individual em Ekenäs, na Finlândia, onde iniciou uma série de desenhos monocromáticos, ainda em desenvolvimento. Em 2011 participou da 8a Bienal do MERCOSUL, no mesmo ano em que participou da exposição Agora/Ágora, no Santander Cultural de Porto Alegre, com o trabalho SuperCinema, onde construiu uma sobreposição de um cinema e um supermercado, ambos no mesmo local e totalmente operacionais e que nucleou toda a mostra, de elenco internacional. Em 2016 participou da exposição coletiva “Territórios: artistas afrodescendentes no acervo da Pinacoteca” na Pinacoteca de São Paulo. Em 2017 participou da exposição “Axé Bahia: the power of art in afro-brazilian metropolis” no Fowler Museum, em Los Angeles. Entre os anos 2009 e 2010 fez parte do grupo “Pessoal” envolvendo dois artistas Chilenos e uma artista Argentina. Em 2015 participou da 10a Bienal do MERCOSUL. Em 2021 abre uma exposição individual no Instituto Inhotim (Brumadinho-MG-Brasil) e participa da exposição “Casa Carioca” no Museu de Arte do Rio de Janeiro. Ganhou alguns prêmios, dentre os quais Rumos Itaú Cultural (2006), 1o Prêmio FUNARTE de Produção em Artes (2008/2009), Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2012 – Galerias de São Paulo (2012) e Prêmio Aquisição Marcantônio Vilaça-FUNARTE (2012). Foi indicado duas vezes ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas (2010 e 2012) e três vezes ao prêmio PIPA (2010, 2011, 2018). Tem obras em vários acervos públicos, dentre os quais: Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo/USP; Museu Afro Brasil, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Museu de Arte do Rio Grande do Sul. Atualmente, mora e trabalha em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Atualmente, é representado pela Galeria Gestual, Porto Alegre.



Educação como espinha institucional
Ministrada por Gleyce Kelly Heitor
 
Data: 23/08, das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
Nesta aula, iremos refletir e debater sobre as práticas de mediação e educação no contexto institucional das artes. Serão apresentados conceitos, posições e perspectivas sobre as relações entre mediação cultural e educação, ressaltando diferentes modos de atuar e mapeando os discursos que orientam – ou por vezes estão subjacentes a um conjunto de fazeres.
 
Sobre a ministrante:
Gleyce Kelly Heitor (Recife, 1982).
Educadora e pesquisadora. Tem licenciatura em História (UFPE) e mestrado em Museologia e Patrimônio (Unirio-Mast). Atualmente é diretora do Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake – SP. Foi Gerente de Educação e Participação do MAM Rio (2020-2021), coordenadora pedagógica da Elã – Escola Livre de Artes (Galpão Bela Maré – Observatório de Favelas – 2019, 2020 – 2021) e coordenadora de ensino da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2019). Atuou como professora substituta do Bacharelado em Museologia da UFG (2017- 2018), como coordenadora pedagógica nacional do Programa CCBB Educativo Arte e Educação – 2018 (JA.CA Centro de Arte e Tecnologia – 2018) e  assessora e coordenadora pedagógica da Escola do Olhar (Museu de Arte do Rio – 2012-2017). Desenvolveu, através de uma bolsa de cooperação internacional, estágio na Diretoria de Mediação e Programação Cultural do Museu do Louvre (2016). Atua no estabelecimento de relações entre os campos da gestão cultural, da arte contemporânea e da educação; nas interfaces entre a museologia e o pensamento social brasileiro e no fortalecimento de vínculos entre a cultura e os movimentos sociais. Colabora, ainda, com a Oficina Francisco Brennand – PE (2021), onde é curadora adjunta do eixo Território; e com a Escola Itaú Cultural – SP, onde é professora do curso Mediação Cultural Contemporânea (2020 e 2021).



Espaços autogestionados por artistas: emergências do agora
Ministrada  por  Andressa Cantergiani
 
Data: 25/08, das 19:00 às 21:00
 
Ementa:
Através da experiência em gestão de espaços autônomos em Porto Alegre, Galeria Península e Bronze residência, pensar nos mecanismos de gestão, produção, ativação, programação e inserção social desses espaços que além de estarem na base do sistemas das artes, são espaços de formação, visibilidade para muitos artistas emergentes, em início de carreira e projeção de futuros. Pensaremos em práticas de experimentação, residências artísticas, programas públicos e grupos de estudos.

Sobre a ministrante:
Andressa Cantergiani é artista visual e performer, vive entre Berlin e Porto Alegre, é doutora em Poéticas Visuais pelo PPGAV-UFRGS, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Graduada em Artes Cênicas pelo DAD/UFRGS. Estudou Performance na UDK- Universidade das Artes em Berlin. Doutorado Sanduíche University of Applied Sciences and Arts- Hoschulle Hanôver – Alemanha. Artista representada da Galeria Mamute, Porto Alegre-Brasil. Gestora da BRONZE Residência e galeria Península em Porto Alegre. Curadora e educadora do PPPP [Programa Público de Performance Península] premiado duas vezes pelo editais #Juntospelacultura FAC ProculturaRS, pelo FUMPROARTE, Atelier Livre Poa e Prêmio Açorianos como melhor Projeto de Divulgação e Inovação Cultural. Premio FUNARTE MINC Brasil Cultura-Lisboa e CDEA- Centro de Cultura Européia e Alemã. Realizou residências, projetos e exposições em diversos espaços em redor do mundo tais como Fundação Iberê Camargo/RS/BR, Brasil, MAC/RS- Museu de Arte Contemporânea, Museu de Arte Contemporânea Bispo do Rosário/RJ/BR, Residência Terra Una/MG. Residência Insurgências, Berlin/ALE. Possui obras em coleções particulares e acervos do MARGS-RS, MAC-RS e AMARP-RS.


O mercado de arte no Brasil: expansão recente, futuro incerto
Ministrada por Ana Letícia Fialho

Data: 30/08, das 19:00 às 21:30

Ementa:
Este curso propõe analisar o funcionamento mercado de arte contemporânea no Brasil, suas características, seu desenvolvimento e expansão na última década, seu papel na formação dos valores artísticos, sua relação de interdependência com outras instâncias do sistema da arte, a atuação de seus agentes e seu grau de internacionalização, de forma a compreender as dinâmicas e desafios presentes, assim como as tendências (e incertezas) do futuro do setor.

Sobre a ministrante:
Ana Letícia Fialho é gestora cultural, professora e pesquisadora. Atualmente é assessora da Reitoria da Universidade de São Paulo para a área de Museus. Fez o Pós-Doutorado no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, Doutorado em Ciências da Arte e da Linguagem na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais – EHESS/Paris, Mestrado em Gestão Cultural na Universidade de Lyon II e Bacharelado em Direito na UFRGS. Foi Diretora do Departamento de Estratégia Produtiva da Secretaria da Economia da Cultura/Ministério da Cultura de 2016 a 2018, Gerente Executiva e Consultora do Programa Cinema do Brasil entre 2007 e 2019, Consultora em Inteligência Comercial e Coordenadora de Pesquisa do Programa Latitude de 2012 a 2019 e Curadora Executiva do Fórum Permanente de 2007 a 2013. Participou de diversas publicações, entre elas, Sociologia das artes visuais no Brasil (Ed. SENAC, 2012), O valor da obra de arte  (Metalivros, 2014); Outras histórias na arte contemporânea (Ed. Paço das Artes, 2016). É co-organizadora, com Leandro Valiati, do Atlas Econômico da Cultura Brasileira (MINC/UFRGS, 2017), finalista ao prêmio Jabuti em 2018.



Direitos Autorais nas Artes Visuais
Ministrada por Patricia Goulart 
 
Data: 01/09 das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
Capacitar os artistas visuais e produtores a planejar e gerir direitos autorais envolvidos na criação, realização, produção e gestão das obras visuais a partir da compreensão dos Direitos de autor: morais e patrimoniais. Serão apresentadas noções de obras protegidas originárias e derivadas, direitos de exibição ao público, reprodução e utilização de obras de terceiros. Principais aspectos das autorizações, licenças e cessões para a circulação de obras e/ou comercialização a partir de casos práticos.   
 
Sobre a ministrante:
Patrícia Goulart é advogada atuante na área do direito de entretenimento, direito autoral e propriedade intelectual.
Atualmente, presta assessoria e consultoria para diversas entidades, empresas e pessoas ligadas às áreas da cultura, tecnologia e comunicação.
Vivência na formatação e realização de projetos nas áreas de tecnologia, audiovisual, cênica, musical, literária e de artes visuais.
Na área audiovisual foi consultora jurídica de mais de 60 obras audiovisuais entre curtas, médias, longas e séries para TV. Atuou na assessoria jurídica de eventos de grande porte como Porto Alegre em Cena, Natal Luz e Festival de Cinema de Gramado. Realizou consultoria para projetos de exposição para Bienal do Mercosul, Livros, projetos multimídia. Ministrou cursos e workshops para o APL Audiovisual/Fundacine, Fluxo – escola de fotografia expandida, TECNA-PUCRS na área de direitos autorais.



Encerramento: fechamento do ciclo
Ministrada por Jaqueline Beltrame e Gabriela Motta

Data: 03/09, das 19:00 às 21:30
 
Ementa:
Fechamento do ciclo de aulas, retomando questões de produção e curadoria após o conhecimento de outros tópicos abordados ao longo das aulas.
Sobre as ministrantes:
Jaqueline Beltrame (Porto Alegre – RS) é graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É sócia fundadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira, festival do qual também é diretora, curadora e produtora.
Há mais de duas décadas realiza projetos de cinema e artes visuais; tendo atuado como Produtora Executiva da Fundação Iberê Camargo, de diversas edições da Bienal do Mercosul, além de produzir exposições e projetos em instituições culturais.
É produtora executiva de longas e curtas metragens, tendo filmes exibidos em festivais nacionais e internacionais como Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Cinema de Gramado, Mostra Internacional de Cinema de SP, Berlinale, Sundance e Rotterdam. Participou do ARSENAL / LIVING ARCHIVE, residência curatorial em Berlim na qual pesquisou e programou obras do acervo do Arsenal – Institut for Film and Video Art.
Criou o projeto Plataforma a partir de um desejo de interlocução com profissionais da cultura, compartilhamento de conhecimento e informação, e o cruzamento entre as artes. Para o Ciclo de Aulas Plataforma, realizado no lançamento do projeto, dividiu com Gabriela Motta a formação do grupo de ministrantes e conteúdos, e com Nicole Quines a produção do projeto.

Gabriela Kremer Motta (Pelotas – RS, 1975).
É curadora, crítica e pesquisadora em artes visuais.
Atualmente, é bolsista PNPD junto ao PPG do Centro de Artes da UFPEL (2016 – 2021).
Doutora em Teoria, Ensino e Aprendizagem da Arte, pela USP (2015), e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005).
Membro do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul.
 
Entre os projetos de reconhecidas instituições nas quais atuou estão o Prêmio Marcantonio Vilaça CNI-SESI  2019 e 2014; Prêmio IP Capital Partners de Arte – PIPA 2019, 2017 e 2015 e Rumos Itaú Cultural, edições 2017/2018, 2011/2012 e 2008/2009; além de projetos com as instituições MAC – USP, MAC Niterói e Fundação Iberê Camargo.
 
Em 2010 foi contemplada com a Bolsa Funarte de Estímulo à Produção Crítica em Artes Visuais. De 2008 a 2010, fez parte do grupo de críticos do Centro Cultural São Paulo.
 
Em 2017, foi responsável pela concepção do Seminário Curadoria Em Artes Visuais – Um Panorama Histórico e Prospectivo. Este projeto, desenvolvido em parceria com Fernanda Albuquerque, foi realizado no Santander Cultural e contou com a participação de pesquisadores de todo o Brasil.
 
Como curadora realizou diversas exposições, entre elas as exposições Passatempo (em 2018), da artista Rochelle Costi, no Museu do Trabalho, em Porto Alegre;  A Hora Mágica (em 2018), da artista Letícia Lopes, na galeria Aura, em S.Paulo; Fala, (em 2017), na galeria ECARTA; Acerca (em 2016), da artista Heloisa Crocco, na galeria Gestual; Ocupando Lucas, 21 (em 2015), com artistas da galeria Gestual, 365 (em 2015), da artista Elida Tessler (ao lado de Eduardo Veras), na galeria Bolsa de Arte; CANTOSREV (em 2014), do artista Nelson Felix, no Instituto Ling; Canto Escuro (em 2014), do artista Luiz Roque, no Museu do Trabalho; Um vasto Mundo (em 2014), da artista Romy Pocztaruk, na galeria SIM, em Curitiba; A invenção da Roda (em 2013), da artista Letícia Ramos, no Museu do Trabalho; realizou exposições coletivas em diversas cidades do Brasil como Joinville, Fortaleza, Recife, Belém, São Paulo, entre outras. Integrou o projeto Arte e Identidade Cultural na Indústria, promovido pelo SESI-RS (2007-2008).
 
É autora do livro “Entre olhares e leituras: uma abordagem da Bienal do Mercosul”, publicado pela editora ZOUK. Tem artigos publicados em diversas revistas especializadas e em catálogos sobre arte contemporânea.

Fantomaticos lança o single Rio Verde em parceria com Lucas Gonçalves nesta sexta, 09 de julho

Canção marca projeto de colaborações que conta com parcerias de versões e inéditas

Chega às plataformas de streaming nessa sexta-feira, 09 de julho, o single Rio Verde, uma parceria dos Fantomaticos com Lucas Gonçalves. Depois de um ano de lançamentos inéditos por conta do álbum Esquinas, disponibilizado ao público ao longo de 2020 com 10 singles e 10 clipes, os Fantomaticos apresentam essa semana um novo projeto, baseado em parcerias, registrando colaborações com outros artistas e bandas, criadores que o grupo admira que que cruzaram os caminhos dos músicos ao longo dos anos.

Iniciando esse novo momento, a banda contou com a participação do paulista Lucas Gonçalves, que além de uma frutífera carreira solo integra as bandas Vitreaux, um dos grandes destaques dentre os lançamentos de álbuns em 2020, e a consagrada Maglore. A canção escolhida, Rio Verde, é uma composição do baixista André Krause, que integra o álbum Fantomaticos III, de 2016, mas que agora ganha releitura um pouco mais acústica, com toques de música indiana e experimentações transcendentais. Na faixa, Lucas divide os vocais com o guitarrista Augusto Stern e também acrescenta uma guitarra de 12 cordas que dá o tom do trabalho.

Inspirada por esse clima psicodélico, a banda preparou um vídeo que é uma viagem caleidoscópica por imagens inspiradoras, num fluxo repetitivo que evoca o próprio fluxo da música. E para apresentar esse trabalho ao mundo a banda chamou novamente o artista Fábio Alt, que fez uma bela capa – também uma sobreposição de imagens enigmáticas.

Por conta das colaborações, estão surgindo regravações e remixes de canções que a banda já tem no repertório, como no caso de Rio Verde, mas também algumas criações e composições inéditas. Vão passar pelo projeto músicos de todas a gerações e de diversos estilos, novidades que serão lançadas nos próximos meses.

O single estará disponível em todas as plataformas de streaming, e o clipe, no canal da banda no YouTube. Para saber mais, acesse: www.fantomaticos.com | Canal da banda no Youtube          

https://www.youtube.com/channel/UCT42G1YM9Obvd4RY3xe8QlA

SOBRE LUCAS GONÇALVES

O músico autodidata e compositor Lucas Gonçalves cresceu no Sul de Minas Gerais, em Passa Quatro.  Passou a infância descobrindo música, através da coleção de cds e vinis de seus pais.

Em 2012 se mudou para São Paulo, onde formou a banda Vitreaux, projeto em que atua como guitarrista e vocalista. Em 2017 ingressou na banda Maglore, assumindo o contrabaixo. Acompanhou diversos artistas independentes como: Gustavo Galo, Giovani Cidreira, Betina Extinta, Douglas Mam, Juliana Perdigão entre outros.

Em 2020 lançou o seu primeiro álbum de canções, o “Se Chover” foi gravado no estúdio Submarino Fantástico (SP) durante o ano de 2019 por Luciano Tucunduva. Atualmente finaliza o segundo disco, produzido em seu home estúdio, em São Paulo.

 
SOBRE OS FANTOMATICOS

André Krause – baixo e vocais

Augusto Stern – guitarra e vocais

Guilherme Fialho – guitarra e vocais

Pedro Petracco – bateria e vocais

Rodrigo Trujillo – teclado e vocais

Fantomaticos é uma banda de Porto Alegre surgida no ano de 1999, ainda de forma experimental, que logo se voltou à busca de uma expressão artística própria e ganhou notoriedade na cena alternativa de rock autoral dos anos 2000. O grupo já se apresentou em diversas cidades do Brasil e em 2015 fizeram seus primeiros shows internacionais. 

O primeiro disco, ‘No Bosque’ (2008), revela uma grande carga de experimentalismo e originalidade nas composições e arranjos das canções. Seu lançamento teve repercussão nacional na mídia especializada e levou o clipe da canção ‘Gin’ à programação da MTV.

O segundo disco, ‘Dispersão’ (2013), revela o amadurecimento artístico-musical na construção de um projeto conceitual que busca criar atmosferas e paisagens sonoras mais introspectivas e consistentes. Sobre o trabalho, o músico Frank Jorge, ícone do rock nacional, disse: “(…) é bom escutar uma voz que busca na música uma forma de expressão tendo a noção do quanto é nobre esta possibilidade. (…) A identidade/sonoridade da banda já conta com impressões digitais próprias. A banda tem o SEU som!” 

Deste álbum foram lançados quatro clipes que integram a programação de canais como MTV, Multishow e Bis, Box Brasil, com destaque para a música ‘Ao Longe’. As canções passaram pela programação da Itapema FM, Unisinos FM, Novos Horizontes, Mínima FM, entre outras e esse repertório foi apresentado ao vivo na rádio Ipanema FM.

A canção ‘Recorriendo’, foi remixada pelo artista inglês Midi Error e lançada na rádio BBC Shropshire (Inglaterra). O disco foi destaque na mídia especializada nacional e internacional, como os sites Unsigned & Independent (Irlanda) e Social Radio (EUA).

Entre o final de 2014 e o final de 2015 lançaram três Eps, com duas músicas cada. São eles: ‘Veja Bem a Sua Volta’, que ganhou bastante espaço nas rádios, ‘Keep Calm’, que tem um belo vídeo-clipe e ‘Vale’, que explora um lado acústico da banda.

O terceiro álbum, intitulado apenas ‘Fantomaticos’, lançado em 2016, propõe músicas mais diretas e minimalistas, voltadas sobretudo para a execução ao vivo. São 12 músicas inéditas produzidas e gravadas pela banda no seu estúdio, o Bunker Studio. 

A banda ainda lançou em 2018 o single ‘Andar’, um medley e uma aventura musical inspirada em influências da banda, como Beatles, The Who e Supergrass. No final deste ano também lançaram uma versão comemorativa de 10 anos do primeiro disco, ‘No Bosque’, com 3 faixas inéditas gravadas na época. 

Para seu quarto álbum de estúdio, a banda se isolou em um sítio na serra gaúcha com os equipamentos e gravou boa parte do material em sessões ao vivo, quentes e cheias de feelling. As gravações complementares foram interrompidas pela quarentena, mas a banda deu continuidade ao processo finalizando as músicas individualmente, à distância. 

Desse trabalho foram lançados 10 singles, todos eles com vídeo-clipes feitos pela banda ou desenvolvidos em conjunto com diretores e parceiros da banda. Destacam-se “Coisa com Coisa”, “Passado Moderno” e “Pelas Esquinas” que tiveram espaço em veículos como a revista Rolling Stone Brasil e em playlists editoriais, como “Indie Brasil” e “Pátria Rock”, do Spotify, além da circulação em rádios. 

Segunda edição da Revista Corpo Futuro tem lançamento na terça, 13 de julho

Publicação semestral voltada a valorizar publicações de arte terá versão impressa, à venda nas livrarias da capital e edição gratuita em PDF no site www.corpofuturo.com

Depois do sucesso da primeira edição, lançada em 2020, chega ao mercado no dia 13 de julho a Revista Corpo Futuro #02, uma publicação semestral voltada a valorizar publicações de arte, feita para leitura e contemplação de obras criadas para arte impressa. Apresentando produções e análises de diversos estilos e linguagens, destaca tanto produções de artistas que se dedicam às artes cênicas como também reserva um olhar para aqueles criadores de outras linguagens que dialogam com as artes cênicas. 

Segundo o editor-chefe e curador Fernando Zugno, a Corpo Futuro é um “espaço para promover o debate de ideias, pensamentos, assuntos, estéticas diferentes. Criações e inspirações de regiões, universos e vivências diversos com o propósito de pensar o futuro”. Publicada pela Canard Produções, conta com edição e curadoria de Carol Anchieta e reúne nomes como Jaider Esbell, Juliana Notari, Renata Felinto, Rubiane Maia, Eliane Brum, Valéria Barcellos, Mitti Mendonça, Anders Sandberg, N. Katherine Hayles, Edilamar Galvão, Eduardo Brancalion e Rafaela Vellinho, Carlos Donaduzzi, Ailton Krenak e Andreia Duarte, Victor Freitas, Thiago Ventura, Pedro Valentim, Maxwell Alexandre, Josemar Afrovulto, Fausto Vanin, Bianca Bixarte e Moara Tüpinåmbá. A foto de capa com Katu Mirim é de Thais Vandanezi com direção artística de Alma Negrot.

“A revista propõe um debate sobre nossas possibilidades de futuro com imagens fotográficas, bordados, pinturas, poesias, dramaturgias, artigos e reflexões através de diversas formas de expressão de importantes artistas e filósofos que vem enriquecendo esses tempos com suas estéticas”, revela Zugno.

Com 184 páginas, a revista estará disponível gratuitamente no site  https://www.corpofuturo.com/ e à venda pela Livraria Baleia https://www.livrariabaleia.com.br/. A publicação contará com uma edição em PDF acessível que será publicada em agosto, assinada pela OVNI Acessibilidade. Com patrocínio da PMI Foods através de financiamento da Secretaria da Cultura – Pró-cultura RS LIC, a Corpo Futuro será distribuída gratuitamente a bibliotecas comunitárias, bem como acervos dos teatros da cidade e do estado.

A Revista Corpo Futuro nasceu em 2020, em edição comissionada pelo festival internacional de artes cênicas Porto Alegre em Cena. Em 2021, o público encontrará conteúdos inéditos e criados especialmente para a publicação, além de criações que de alguma forma conversam com as questões que propomos aos colaboradores. São artigos, reportagens, depoimentos, entrevistas, diálogos entre artistas que podem ser fruídos na ordem proposta ou de maneira independente, sem pressa ou com a preocupação do factual. Segundo Carol, “na Corpo Futuro é possível folhear divagações e imagens sobre o corpo humano, a natureza, a expressão indígena, o afrofuturismo e o pensamento contestador em diferentes formas”.

No dia 13, a partir das 19h,  será possível conferir depoimentos de colaboradores e equipe através de evento de lançamento online pelas redes da publicação. Para saber mais, acesse: www.corpofuturo.com | @FuturoCorpo no Facebook e @RevistaCorpoFuturo no Instagram

Lançamento Revista Corpo Futuro – 2a edição

13 de julho, às 19h – evento online de lançamento

Disponível gratuitamente pelo site www.corpofuturo.com

Edição impressa à venda pela Livraria Baleia (R$ 30,00) – https://www.livrariabaleia.com.br/product-page/corpo-futuro

CORPO FUTURO

Editor-chefe e Curador

Fernando Zugno • canardproducoes.com

Editora e Curadora

Carol Anchieta • @carolanchieta

Publicada pela Canard Produções

Foto de Capa

Katu Mirim para Corpo Futuro com direção artística de Alma Negrot e foto de Thais Vandanezi

Colaborações

Alma Negrot e Katu Mirim, Jaider Esbell, Juliana Notari, Renata Felinto, Rubiane Maia, Eliane Brum, Valéria Barcellos, Mitti Mendonça, Anders Sandberg, N. Katherine Hayles, Edilamar Galvão, Eduardo Brancalion e Rafaela Vellinho, Carlos Donaduzzi, Ailton Krenak e Andreia Duarte, Victor Freitas, Thiago Ventura, Pedro Valentim, Maxwell Alexandre, Josemar Afrovulto, Fausto Vanin, Bianca Bixarte e Moara Tüpinåmbá

Revisão de Textos

Clara Corleone

Diagramação e Arte Final

Dídi Jucá • didijuca.com

Comunicação

Bruna Paulin / Assessoria de Flor em Flor • brunapaulin.com

Produção

Letícia Vieira / Primeira Fila Produções • @primeirafilaproducoes

Editora parceira

Livraria Baleia • livrariabaleia.com.br

Patrocínio

PMI Foods

Financiamento

Pró-Cultura RS

Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Secretaria da Cultura

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