

Espetáculo com Eliane Giardini e Antonio Gonzalez tem direção de Guilherme Weber e encerra as comemorações dos 160 anos do Theatro
Encerrando as comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro, chega a Porto Alegre nos dias 14, 15 e 16 de dezembro o espetáculo “Peça do Casamento”, de Edward Albee.
A montagem é uma produção da Quintal Produções, da gaúcha Valencia Losada e da mineira Verônica Prates, e conta com um time formado por nomes de peso das artes cênicas: Guilherme Weber assina a adaptação do texto e a direção da montagem, no elenco, Eliane Giardini e Antonio Gonzalez interpretam o casal prestes a se separar, a cenografia é assinada por Daniela Thomas e Camila Schmidt e a iluminação é do premiado Beto Bruel.
Quando no dia 16 de setembro de 2016 o dramaturgo Edward Albee faleceu, aos 88 anos, nem todas as pessoas tinham conhecimento do legado que o escritor deixava com seus mais de 50 anos de atuação no teatro. Considerado o maior dramaturgo estadunidense e um dos mais consagrados da história, Albee é o autor de mais de 30 peças, alguns dos quais se tornaram rapidamente clássicos e foram premiados com as honrarias máximas do teatro contemporâneo, o Tony Awards e o Prêmio Pulitzer, como “The Sandbox” (1959), “Quem tem medo de Virgínia Woolf” (1962) e “Three Tall Women” (1991), que venceu o Prêmio Pulitzer de 1994.
Passados 30 anos desde a estreia do texto, a Peça do Casamento chega a capital gaúcha mostrando como a dramaturgia de Albee trabalha questões atemporais e intrínsecas às relações sociais e afetivas. O autor faz do embate entre um marido e uma esposa um jogo de metalinguagem e desconstrução do gênero “peça de relacionamento” nesta sua ácida comédia “Peça do Casamento.” Após trinta anos juntos uma crise obriga um casal a revisar suas vidas e os embates que se seguem os obrigam a aprender algo sobre si mesmos e sobre o outro.
Considerada por Albee “a estrutura social fundamental da cultura contemporânea ocidental”, o casamento é o objeto de estudo a ser dissecado na montagem, levantando questões contemporâneas, mas que também eram pertinentes à época em que o texto foi escrito, como a idealização de relações amorosas duradouras apesar da existência de diversos casamentos infelizes e de divórcios e separações motivadas pela infidelidade.
“O casamento como instituição social fundamental da cultura ocidental é um dos temas fetiches de sua obra e isso sempre me pareceu fascinante. Além dos fascínios pelos meandros que sustentam a fragilidade de um casamento, a maneira que Albee, especificamente nesta obra, propõe um paralelo entre o casamento e o jogo teatral é muito instigante para um diretor. Usar os mecanismos da cena para iluminar, aprofundar e até revelar aspectos da obra está sendo um exercício fascinante”, conta o diretor Guilherme Weber.
Diferentemente de seus outros trabalhos que se tornaram clássicos da dramaturgia, a “Peça do Casamento” ainda não é um texto muito encenado no Brasil. A adaptação de Weber é a segunda de uma trilogia que traz o casamento como temática, levada aos palcos pelo diretor também na peça “Os Realistas”, de Will Eno, e que será completada com “De Verdade”, de Tom Stoppard, ainda inédita.
“A percepção de uma trilogia aconteceu de maneira bastante informal. Junto com a montagem de ‘Os Realistas’ percebi que as ideias de futuras montagens falavam principalmente do mesmo tema, o casamento e suas diversas manifestações. Então batizou-se esta ideia de trilogia”, revela o encenador.
A trilogia também traça um painel sobre a dramaturgia anglo saxã do final do século passado, com dois textos da década de oitenta, “De Verdade” de 1982, e “Peça do Casamento” de 1987 e do início deste século com “Os Realistas” de 2014. Estes três autores também seguiram se influenciando mutuamente, tendo Eno sido um aluno direto de Albee, enquanto Stoppard foi altamente influenciado pelo jogo de Albee durante o processo para criar a sua comédia sobre amor e teatro.
As apresentações ocorrem às 21h de sexta a domingo. Os ingressos, já à venda na bilheteria do teatro, custam entre R$ 40,00 e R$ 120,00.
Sinopse
Edward Albee faz do embate entre um marido e uma esposa um jogo de metalinguagem e desconstrução do gênero “peça de relacionamento” nesta sua ácida comédia “Peça do Casamento.” Após trinta anos juntos, uma crise obriga um casal a revisar suas vidas e os embates que se seguem os obrigam a aprender algo sobre si mesmos e sobre o outro.
Ficha Técnica
Autor: Edward Albee
Adaptação e Direção: Guilherme Weber
Elenco: Eliane Giardini e Antonio Gonzalez
Cenário: Daniela Thomas e Camila Schmidt
Iluminação: Beto Bruel
Figurino: Bruno Perlatto
Direção de movimento: Toni Rodrigues
Realização e Produção: Quintal Produções
Direção Geral: Verônica Prates
Coordenação Artística: Valencia Losada
Produtor Executivo: Thiago Miyamoto e Nely Coelho
Assistente de produção: Eduardo Alves
Contrarregragem: Antonio Lima
Assessoria de imprensa local: Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor
Serviço
Peça do Casamento
Data: 14, 15 e 16 de dezembro de 2018
Local: Theatro São Pedro
Horário: sexta a domingo, 21h
Ingressos: 40,00 a 120,00
Classificação: 16 anos

Evento com entrada franca promove atividades na concha acústica até dezembro
Porto Alegre, 27 de novembro de 2018 – O Festival de Primavera Vivar, que ocorre no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro, recebe neste domingo, 02 de dezembro, o 2º Encontro de Teatro de Bonecos, com produção do CRTB-RS (Centro de Referência do Teatro de Bonecos do Rio Grande do Sul).
As atividades incluem apresentação de espetáculos, exposição e performances, e a recepção ao público é feita pelos próprios bonecos, proporcionando uma intensa vivência desta arte milenar em suas mais variadas formas.
Na Concha Acústica, as performances teatrais tem duração de dois a três minutos, e incluem as montagens “A Caixa”, de Alexandre Kleine, “Memórias”, de Marion dos Santos, “A Nuvem”, de Anderson Gonçalves, “Peraltices”, de Viviane Marmitt, “Sonho com Oxum”, de Caroline Falero, “Caixa Craniana”, de João Vasconcellos, “Borboleta”, de Elaine Regina, “Desencontros”, de Júlia Santos e Dragulengo, de César Camargo.
Também será apresentada “A Revolta dos Perus”, nova criação do grupo TIA (Teatro Ideia Ação), que desenvolve um trabalho contínuo há mais de 13 anos, tendo como proposta um teatro popular e de intervenção social. O espetáculo conta, em uma narrativa cômica, a história de uma família de perus na véspera de Natal, e propõe reflexões sobre as relações sociais, com classificação livre e duração de 50 minutos.
A exposição fotográfica “Bonecos”, de Ana Teresa Pereira Neto, poderá ser conferida pelo público.
As atividades têm início às 19h, com entrada franca. O Festival encerra a programação de 2018 no dia 16 de dezembro, com apresentação do grupo Canto Livre.
O Festival tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse:http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/
Festival de Primavera Vivar
Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica
Sempre às 19h, com entrada franca
2/12 – 2ª Mostra de Teatro de Bonecos
16/12 – Canto Livre
CRTB-RS
O Centro de Referência Teatro de Bonecos RS é uma iniciativa inédita dos bonequeiros gaúchos, viabilizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul (FAC), e busca resgatar a memória do teatro de bonecos no RS, atuar na formação de novos profissionais e fomentar a pesquisa na área.
O Centro tem sua sede no prédio da Cia de Arte, na Rua dos Andradas, nº 1780, Centro Histórico de Porto Alegre.


Tema da Abundância orienta a linha curatorial do festival de música, performances audiovisuais e multimídia e artes integradas que ocorre até 13 de janeiro de 2019
Porto Alegre, 21 de novembro de 2018 – Com atividades programadas até 13 de janeiro de 2019, Porto Alegre recebe a quinta edição do Kino Beat, festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. Em um cenário de crise política, econômica e ideológica, o evento resiste, celebra e apresenta uma programação que reúne formatos de atividades já consagradas nas edições anteriores e lança propostas inéditas. O Kino Beat tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro, com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.
Na próxima sexta-feira, 23 de novembro, às 20h, o Teatro do Sesc recebe a estreia do espetáculo multimídia inédito “Tudo Nasce de uma Ferida Íntima”, produzido especialmente para o evento. Desenvolvido de forma colaborativa e horizontal por Mirna Spritzer, Isabel Nogueira e Gabriel Cevallos, conta com desenho de luz de Mirella Brandi. Duas mulheres em cena. Construída apenas com registros de autoras, a dramaturgia de “Tudo Nasce” é formada por textos líricos, reportagens, entrevistas, textos escritos especialmente pra ocasião, áudios de Marielle Franco e Angela Davis, além de trechos do filme ”Um corpo feminino”, de Thais Fernandes. Uma performance de palavras, vozes, sons e luz, em remix de gestos e vozes de mulheres.
Na quarta-feira, 28 de novembro, às 20h, é a vez de Luciano Zanatta, Isabel Nogueira, Chico Machado e Alessandra Bochio apresentarem suas performances no Lugar. O LUGAR é um espaço de investigação artística compartilhado por Chico Machado, Isabel Nogueira, Luciano Zanatta, Alessandra Bochio e Felipe Merker Castellani. Os artistas apresentação parte de sua produção atual, trazendo o entrelaçamento de sonoridades, vídeos e objetos sonoros inusitados.
“Estes artistas, que trabalham tanto individualmente como em parceria, comungam da busca por experimentações que chegam a transgredir os limites ou bordas tradicionais destas diversas linguagens artísticas, gerando também a necessidade da criação de conceitos e nomenclaturas que acompanhem esta investigação”, revela Gabriel Cevallos, curador do Kino Beat. Utilizando-se tanto de alta como de baixas tecnologias, a inventividade aparece em seus trabalhos tanto nos processos compositivos e de criação como nos modos de tocar os aparelhos e instrumentos que utilizam. Desejosos da necessidade de inventar instrumentos e modos operacionais que, se não são novos, são pouco usuais, estes artistas pesquisadores (todos artistas/professores de cursos de arte de universidades federais do Rio Grande do Sul) transitam entre as artes visuais, a música, o vídeo e a arte sonora, gerando performances com uma abundância de estímulos multissensoriais.
Encerrando o primeiro mês de programação do 5º Kino Beat, o sexteto paulistano Hurtmold chega pela primeira vez em Porto Alegre com seu show comemorativo de 20 anos de carreira, na sexta-feira, 30 de novembro, às 20h, no Theatro São Pedro. O Hurtmold foi formado em 1998 na cidade de São Paulo São Paulo pelos amigos Mauricio Takara, Guilherme Granado, Marcos Gerez, Mário Cappi e Fernando Cappi. A banda vem se apresentando pelo Brasil e exterior e lançando discos desde então. Em 2003, Rogério Martins se integra ao Hurtmold.
Uma banda de rock mas com diversas outras referências (musicais ou não), e que ao longo do tempo foi se firmando como um dos principais nomes do cenário da música alternativa e instrumental no Brasil. Com 7 discos lançados, o Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros
Todas as atividades são gratuitas, com distribuição de senhas a partir das 19h no dia do evento no Teatro do Sesc e Lugar e às 13h do dia 30 na bilheteria do Theatro São Pedro. Mais informações: facebook.com/kinobeat |kinobeat.com | Instagram @kinobeatfestival
Tudo nasce de uma ferida íntima (Espetáculo multimídia)
23 de novembro no Teatro do Sesc, às 20h – distribuição de senhas a partir das 19h
O Kino Beat tem o histórico de incentivo à criação e desenvolvimento de shows e espetáculos inéditos para compor a sua programação. Para esta edição o espetáculo Tudo nasce de uma ferida íntima, foi desenvolvido de forma colaborativa e horizontal por Mirna Spritzer, Isabel Nogueira e Gabriel Cevallos. Participação especial de Thais Fernandes com o curta-metragem “Um corpo feminino” e deseho e luz de Mirella Brandi.
Sons, poesia de sons e música. Música de palavras e gestos. Remix de ser muitas mulheres. Universo de sensações. Dor e prazer. Som e fúria. Fragmentos de entrevistas, depoimentos, poesia e escritas pessoais. Tudo nasce de uma ferida íntima. Cinema e luz projetando corpos femininos. Duas mulheres em cena. Outras tantas nas vozes e imagens. Um quebra-cabeças em loop. Em cena, o sentimento, o ruído, a celebração de ser agora.
Textos: Angélica Freitas, Cássia Pinto, Daniela Delias, Eliane Brum, Isabel Nogueira, Mirna Spritzer, Dea Trancoso, Sophia de Mello Breyner Andresen, Wislawa Symborska e Xoxotas de Pelotas. Entrevistas de Angélica Lidell e Debora Noal
Luagáricos no Lugar: Performances de Luciano Zanatta, Isabel Nogueira, Chico Machado e Alessandra Bochio
28 de novembro às 20h – Performances dos 4 residentes do atelier/studio LUGAR – distribuição de senhas a partir das 19h
O LUGAR é um espaço de investigação artística compartilhado por Chico Machado, Isabel Nogueira, Luciano Zanatta, Alessandra Bochio e Felipe Merker Castellani. Nesta noite de performances estes artistas vão apresentar parte de sua produção, trazendo o entrelaçamento de sonoridades, vídeos e objetos sonoros inusitados.
Estes artistas, que trabalham tanto individualmente como em parceria, comungam da busca por experimentações que chegam a transgredir os limites ou bordas tradicionais destas diversas linguagens artísticas, gerando também a necessidade da criação de conceitos e nomenclaturas que acompanhem esta investigação. Utilizando-se tanto de alta como de baixas tecnologias, a inventividade aparece em seus trabalhos tanto nos processos compositivos e de criação como nos modos de tocar os aparelhos e instrumentos que utilizam. Desejosos da necessidade de inventar instrumentos e modos operacionais que, se não são novos, são pouco usuais, estes artistas pesquisadores (todos artistas/professores de cursos de arte de universidades federais do Rio Grande do Sul) transitam entre as artes visuais, a música, o vídeo e a arte sonora, gerando performances com uma abundância de estímulos multissensoriais, cujos resultados podem ser apreciados nesta noite performática.
Ficha técnica: Com Alessandra Bochio, Chico Machado, Felipe Merker Castellani, Isabel Nogueira e Luciano Zanatta.
Manipulação de softwares, hardwares, câmeras de vídeo, vídeo-projeção e objetos sonoros.
Duração: 90 minutos
HURTMOLD – 20 ANOS (São Paulo)
30 de novembro às 20h – Theatro São Pedro – distribuição de senhas a partir das 13h
Pela Primeira vez em Porto Alegre, o sexteto paulistano Hurtmold chega para o Festival Kino Beat com seu show comemorativo de 20 anos de carreira.
O Hurtmold foi formado em 1998 na cidade de São Paulo São Paulo pelos amigos Mauricio Takara, Guilherme Granado, Marcos Gerez, Mário Cappi e Fernando Cappi. A banda vem se apresentando pelo Brasil e exterior e lançando discos desde então. Em 2003, Rogério Martins se integra ao Hurtmold.
Uma banda de rock mas com diversas outras referências (musicais ou não), e que ao longo do tempo foi se firmando como um dos principais nomes do cenário da música alternativa e instrumental no Brasil. Com 7 discos lançados, o Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros
HURTMOLD
Fernando Cappi – guitarra
Guilherme Granado – teclado, sinth
Marcos Gerez – baixo
Mário Cappi – guitarra
Mauricio Takara – bateria e trompete
Rogério Martins – percussão e clarone
Endereços:
TEATRO DO SESC Av. Alberto Bins, 665 – Centro
LUGAR Subsolo, Av. Independência, 745 – Independência
THEATRO SÃO PEDRO Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico
Sobre o Kino Beat
O Kino Beat é um Festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. A partir dos pilares, imagem (Kino) e som (Beat), apresenta artistas e atividades multidisciplinares, que utilizam de diversos modos as tecnologias no processo criativo de suas obras. O experimental, o sensorial e a imersão, são premissas para composição do seu programa, que se espalha pela cidade, ocupando teatros, galerias, museus, espaços culturais e casas noturnas. Diluindo fronteiras entre linguagens e gêneros, as atrações de natureza híbrida, são apresentadas em diversos formatos, transitando entre shows musicais, performances audiovisuais, exposições, oficinas, seminário, mostras de filmes e festas.

Macarenando Dance Concept investe em temporada compartilhada para apresentar espetáculos inspirados em Elis Regina e Caetano Veloso
A Macarenando Dance Concept terá dupla jornada nos dias 30 de novembro, 01 e 02 de dezembro com a apresentação dos espetáculos “Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano”, às 19h, e “Das Tripas Sentimento (2018)”, às 21h30, na Casa Cultural Tony Petzhold.
Após 18 anos de sua estreia, o espetáculo Das Tripas Sentimento ganhou uma nova versão, estreada em setembro de 2018. Elis Regina é a personagem que inspirou a montagem original e que segue alimentando esta nova versão. Das Tripas Sentimento (2018) objetiva cultivar, através da linguagem da dança, a memória cultural da música brasileira tendo como fonte a forte interpretação da imortal cantora. “A proposta é resgatar o sentimento Elis através do universo poético que o seu canto nos sugestiona. Sua trajetória marcada por atitudes inflamadas de guinadas estéticas (e políticas) radicais e interpretações transcendentes nos leva a refletir sobre o percurso da linha evolutiva da sociedade em que vivemos. E, no momento atual em que se faz urgente ouvir uma das vozes femininas mais importantes desse país, direção e equipe se unem no desafio de realizar este projeto. Em 2000, homenageamos. Em 2018, reivindicamos a VOZ”, declara June.
O título do espetáculo vem de uma frase da artista: “é preciso fazer das tripas sentimento para poder viver neste país”. Nada mais emblemático neste momento em que estamos vivendo. No repertório do espetáculo, 19 canções célebres da carreira de Elis pautam as cenas que contam com a dramaturgia de Gui Malgarizi e pesquisa de Eunice Muniz da Silva.
Para quem assistiu a versão de 2000 de Das Tripas… terá a grata surpresa de reencontrar em cena os bailarinos Diego Mac – filho de June, diretor da Macarenando e que na época iniciava sua carreira artística – Thais Petzhold e Dani Boff que integravam o elenco original da montagem. Acompanham Diego, Thais e Dani os bailarinos Cassandra Calabouço, Denis Gosh, Lu Paludo e Rossana Scorza.
Já “Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano” apresenta um conjunto de coreografias criadas a partir da pesquisa de gestos literais para 30 letras de músicas da obra de Caetano Veloso. A obra é derivada do jogo coreográfico Dance a Letra, que consiste em criar danças a partir da mímica de letras de músicas famosas. O procedimento é desenvolvido pela Macarenando Dance Concept desde 2013 no espetáculo Abobrinhas Recheadas – O Jogo, que explora a relação da dança com o humor e a comédia e é o primeiro Stand-Up Dance Comedy do RS. Em “Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano”, o procedimento Dance a Letra ganha novas camadas por meio do aprofundamento do estudo da literalidade gestual enquanto elemento de composição cênico-coreográfica e da articulação à poética musical de Caetano Veloso.
“Num Brasil pós-Queer-Museu, Caetano Veloso e suas canções iluminam nove bailarinos, dois diretores e uma produtora em um espetáculo. Em um tempo tão partido, cheio de partidas e particionamentos, inundado de intolerância, homofobia, machismo, transfobia, racismo, pós-verdades, vítimas silenciadas e humanos despidos de direitos, louco talvez seja aquele que se pensa inteiro sem a arte e sem o artista. E nós continuamos Macarenando e dançando Caetano ao pé da letra. Se as lágrimas forem salgadas demais, garantimos que a doçura dos risos equilibrará a luta”, afirmam os diretores Diego Mac e Gui Malgarizi.
A Casa Cultural Tony Petzhold estará aberta a partir das 18h durante a temporada, com o bar funcionando, para receber o público e já entrar no clima antes e entre as apresentações, oferecendo drinks e cardápio criados especialmente para os espetáculos. A curta temporada ocorre nos dias 30 de novembro, 01 e 02 de dezembro, com apresentações às 19h (Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano) e às 21h30 (Das Tripas Sentimento 2018). Os ingressos custam R$ 40,00. Valor promocional de R$ 70,00 com ingresso para os dois espetáculos. Ingressos antecipados online ou venda presencial na Loja Imaginarium Iguatemi e Casa Cultural Tony Petzhold. Durante as apresentações, os ingressos estarão à venda uma hora antes do espetáculo. A Casa Cultural Tony Petzhold fica na Avenida Cristovão Colombo, 400. Mais informações: facebook.com/macarenando | (51) 98918 2124
TEMPORADA
30 de novembro, 01 e 02 de dezembro
Às 19h | Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano
Às 21h30 | Das Tripas Sentimento (2018)
LOTAÇÃO: 40 LUGARES
COMBO (ingressos para os 2 espetáculos)
INTEIRA: R$ 70
MEIA: R$ 35 (50% de desconto para professores, estudantes, classe artística e idosos, conforme legislação)
VALORES
INTEIRA: R$ 40
MEIA: R$ 20 (50% de desconto para professores, estudantes, classe artística e idosos, conforme legislação)
COMO COMPRAR
– Online (taxa de conveniência de 10% paga pelo cliente):
https://elisecaetano.eventize.com.br/
– Presencial:
Loja Imaginarium – Shopping Iguatemi (Av. João Wallig, 1800). Pagamento somente em dinheiro
Casa Cultural Tony Petzhold (Cristóvão Colombo, 400): de segunda a sexta, das 9h às 12h. Pagamento somente em dinheiro.
– Na hora:
1h antes do espetáculo. Pagamento somente em dinheiro
EVENTO
https://www.facebook.com/events/1157637451059398/
FICHA TÉCNICA: DAS TRIPAS SENTIMENTO
Direção artística e coreográfica: June Machado
Elenco: Cassandra Calabouço, Dani Boff, Denis Gosch, Diego Mac, Lu Paludo, Rossana Scorza, Thais Petzhold
Dramaturgia: Gui Malgarizi
Direção de pesquisa: Eunice Muniz da Silva
Direção de Produção: Sandra Santos
Produção e Cenário: Arthur Bonfanti
Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
Coordenação das Garrafas: Giulia Baptista Vieira e Gustavo Petri
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Visagismo: Equipe Studio Leo Zamper – Leo Zamper, Becca Martins, Gui Kaufmann e Lucas Lemes
Fotografias: Gui Malgarizi e Claudio Etges
Gestão do projeto: Diego Mac
Realização: Macarenando Dance Concept e Casa Cultural Tony Petzhold
Duração: 90 minutos
Classificação etária: livre
FICHA TÉCNICA: DANCE A LETRA GRUPÃO POCKET LIVE GESTOS CAETANO
Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano
Direção: Diego Mac e Gui Malgarizi
Coreografia: Diego Mac
Produção: Sandra Santos
Elenco: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Daniela Aquino, Dani Dutra, Dani Boff, Denis Gosch, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.
Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
Assistência de produção e iluminação: Arthur Bonfanti e Giulia Baptista Vieira
Trilha sonora: montagem de Diego Mac e Gui Malgarizi a partir da obra de Caetano Veloso
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Fotos: Cintia Bracht
Apoio: Casa Cultural Tony Petzhold
Realização: Macarenando Dance Concept
Duração: 45 minutos
Classificação etária: livre
+ INFO
macarenando@macarenando.com.br
(51) 9 8918 2124






