Busca

Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Categoria

Teatro

7º FESTIA ocorre de 01 a 10 de setembro em Canoas

Singular - Carollini Marafigo 01

Evento promove intensa programação gratuita com espetáculos e atividades formativas

 

A 7ª edição do FESTIA – Festival Internacional de Teatro em Canoas ocorre de 01 a 10 de setembro, com uma intensa programação gratuita. Serão 15 espetáculos em diversos espaços da cidade, de grupos locais e companhias do México, Rio de Janeiro, Alagoas e São Paulo, além de diversas atividades formativas.

O festival, já tradicional na agenda cultural do município, surgiu como uma circulação independente do Grupo TIA, organizador do evento, em 2010. Mais do que uma mostra de espetáculos teatrais, o maior objetivo do festival é o intercâmbio entre artistas e a comunidade para dialogar, resistir e construir um panorama melhor para a arte e a cultura. A programação é realizada por diversas localidades da cidade, no centro, parques, equipamentos culturais e em locais descentralizados, colaborando assim com o desenvolvimento sócio-cultural da cidade possibilitando que todos possam usufruir de forma aberta, gratuita e inclusiva aos espetáculos, as atividades formativas e reflexivas com caráter de qualidade.

Em 2017 o homenageado do FESTIA é João Silva Máximo, artista plástico e também fundador e diretor do grupo Podem Ter Inço no Jardim, de Canoas, companhia em atividade há mais de 30 anos através do teatro popular como oficinas gratuitas, cursos, montagem de espetáculos e intervenções urbanas. Durante todo o festival, o público poderá conferir a exposição “Mãe Preta, Mãe África”, de Máximo, que estará em cartaz na Casa das Artes Villa Mimosa. Além de seu trabalho no grupo, o artista também produz esculturas em madeira, com inspiração na temática africana, projeto que desenvolve desde 2007. A forma arredondada da matéria prima (madeira bruta) é transformada em carrancas, rostos e corpos que remetem ao povo africano e seus descendentes.

A programação inicia às 15h do dia 01 de setembro, com o espetáculo “Nocturnos”, de Daniel Toledo, do México, inédito no Brasil. O espetáculo de bonecos conta a história de um homem que tenta lembrar uma melodia enquanto evoca histórias da noite. Morte, aventura e sonhos estão envoltas em mistério e magia de objetos e bonecos. A apresentação ocorre no Auditório da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

No mesmo dia, às 21h, no Estúdio Black Bird, a banda Mondo Calado, de Canoas, apresenta um som que mescla o peso, groove e poesia de formas bem particulares. O evento também contará com a performance de intervenção urbana “Sonorização Poética” de Arthur Côrtes. O artista e seus instrumentos sonoros com muita descontração e curiosidades propõem um minuto de interação cultural com poesia.

Entre os destaques da programação teatral, está o Grupo Anônino de Teatro, do Rio de Janeiro, que apresenta pela primeira vez no Estado “Cabeça de Nego”, no sábado, 02 de setembro, no Teatro do Sesc Canoas. A montagem coloca em foco diversas questões da vida contemporânea. Valendo-se de algumas habilidades circenses como malabarismo, equilibrismo, magia e manipulação de objetos, o ator cria um ambiente mágico para conduzir os sentidos do espectador.

Entre os grupos locais, o destaque fica para o Grupo de Teatro de Pernas Pro Ar, de Canoas, que em 2018 completa 30 anos de fundação. O público poderá conferir a performance de “O Lançador de Foguetes” na sexta-feira, 08 de setembro, às 15h, na Praça da Juventude Nelson Mandela/Guajuviras. Excêntrico, virtuoso cientista busca parceiros para uma curiosa jornada em busca do lugar ideal para realizar com excelência sua experiência científica. Curiosos malabares circenses, engenhosas engenhocas astrológicas e a energia do público lançam foguetes, ideias ao ar.

          Além da programação de espetáculos o FESTIA promove diversas atividades formativas, como os Workshops “O Jogo Como Técnica”, com João Carlos Artigos – Grupo Anônimo de Teatro/RJ e “Manipulação de Mamulengo” com Danilo Cavalcanti – Mamulengo da Folia/SP, os lançamentos dos livros “Contos Transantropológicos” de Atena Beauvoir Roveda e “Longa Jornada do Teatro de Rua Brasil Afora” de Márcio Silveira dos Santos, o Fórum Setorial do Teatro e Circo de Canoas – Colegiado Setorial do Teatro e Circo de Canoas e Sesc Canoas e as atividades deTrocas de Saberes “Cultura e Arte LGBT” e “Afro: Conexão Cultural”.

O evento encerra no domingo, 10 de setembro, com o show do Trio Agrestino, de Alagoas, que se apresenta pela primeira vez no RS. O trio de forró pé-de-serra com mais de 40 anos de estrada se apresenta na Pizzaria e Lanches 40 Graus. Para conferir todas as atrações e programação, acesse:

festivalfestia.wordpress.com | facebook.com/festivalfestia

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REALIZA CICLO DE PALESTRAS GRATUITAS SOBRE A TROPICÁLIA

 

card2

 Nomes das artes visuais, teatro, música e cinema participam dos debates Tropicálias 1967- 2017 – 50 anos em revisão

 

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro promove, de 29 de agosto a 1º de setembro de 2017 (terça a sexta-feira), o ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão, que reúne oito pesquisadores e realizadores do teatro, música, artes visuais e cinema para discutir um período histórico que ainda opera como um potente motor ideológico nos campos da cultura e da arte do Brasil contemporâneo. Os debates ocorrem sempre às 18h30, com entrada franca e retirada de senhas uma hora antes de seu início. O evento tem a idealização e a curadoria de André Masseno e patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

“Levando em consideração o panorama de 1967, como pode ser entrevisto o Brasil de 2017? Como os preceitos éticos e estéticos destas tantas tropicálias ainda reverberam no momento atual e podem, sobretudo em retrospecto, oferecer uma visão arguta do país do presente?”, indaga o curador André Masseno.

Com o objetivo de discutir tais questões, o projeto apresenta e analisa, em quatro encontros, uma intricada e complexa relação entre arte, indústria e mercado, que viu moldar, na Tropicália, uma constelação artística composta por agentes (contra)culturais que buscavam saídas reflexivas para um contexto nacional sufocado pela ditadura.

Participam das palestras Luiz Tatit e Miguel Jost, em debate sobre as sonoridades tropicalistas e o álbum-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis; Ricardo Basbaum e Fred Coelho analisam obras de Hélio Oiticica e Décio Pignatari; Victor Hugo Adler Pereira e José da Costa abordam O Rei da Vela, espetáculo com texto de Oswald de Andrade e dirigido por José Celso Martinez Corrêa; e Vladimir Carvalho e Jorge Furtado, que explicitam as relações entre o Cinema Novo e a Tropicália debatendo Terra em Transe, de Glauber Rocha.

O evento é destinado a públicos diversos: estudantes do ensino médio, universitários, artistas, pesquisadores e todos que se interessam pelo período e pela produção cultural e artística nacional.

 

Programação (sempre às 18h30):

29/08 (terça-feira)

Sonoridades tropicalistas, com Luiz Tatit

A influência do tropicalismo na canção brasileira pode ser avaliada sob dois ângulos igualmente importantes no quadro geral de nossa cultura artística. O primeiro considera o tropicalismo como um ato de intervenção brusca – e até certo ponto inesperada – num momento crucial de ebulição da música popular no Brasil. O segundo ângulo examina o movimento como um desejo de assimilação (mistura) que se tornou perene no âmbito da canção e que tem sua contrapartida no gosto pela depuração (triagem) introduzido pela bossa nova.

 

Tropicália ou Panis et Circensis, com Miguel Jost

O objetivo é debater de forma crítica as interações entre as propostas tropicalistas, suas relações com o mercado e a cultura pop, e sua oposição frontal contra um projeto de defesa da cultura nacional popular como definida no âmbito dos centros populares de cultura (CPCs) da UNE. Ainda na clave dessa concepção original dos tropicalistas sobre a contaminação da cultura nacional por elementos da cultura pop internacional, discutir também, sob a luz do debate entre Caetano Veloso e o professor da USP Roberto Schwarz, a oposição entre o tropicalismo e pensamento marxista na forma como este foi lido e desenvolvido no Brasil dos anos 1960.

 

30/08 (quarta-feira)

Corpos tropicalistas nas artes visuais, com Ricardo Basbaum

Serão comentados alguns temas relacionados ao período tropicalista, em sua relação com as pesquisas das artes visuais – especialmente em torno de duas das mais emblemáticas expressões daquela época: da adversidade vivemos, de Hélio Oiticica e geleia geral brasileira, de Décio Pignatari. Naquele momento, o que se queria com tais afirmações, que parecem indicar um interesse pelo confronto (“adversidade”) e mistura e multiplicidade (“geleia”)? Como tais frases poderiam ser atualizadas hoje, frente aos desafios do século XXI para o campo da arte e da cultura contemporâneas? Serão organizados comentários que apontam para a fórmula “geleia adversa” ou “adversa geleia” como eventual modo de resistência à economia da cultura tal qual se apresenta hoje, no sentido de buscar possibilidades efetivas de intervenção e resistência.

 

Tropicália (Hélio Oiticica), com Fred Coelho

A fala será dedicada aos textos de Hélio Oiticica escritos durante os anos de 1968 e 1969 e que relacionam sua obra Tropicália (1967) com os desdobramentos do movimento musical denominado Tropicalismo. A partir de suas ideias sobre uma “nova imagem”, a formação de uma vanguarda brasileira e os trabalhos do chamado Grupo Baiano, acompanharemos a Tropicália desde as críticas do seu criador aos usos modistas no Brasil até a recusa crítica em apresentá-lo na exposição Information (MoMA, NY, 1970), quando Oiticica envia outro trabalho em seu lugar. A ideia de uma “imagem do Brasil” nesse período será chave para o debate.

 

31/08 (quinta-feira)

A cena tropical brasileira, com Victor Hugo Adler Pereira

A montagem de O Rei da Vela evidenciou as dificuldades da intelectualidade e das plateias “bem pensantes” encararem suas contradições ideológicas e a convivência do país do cosmopolitismo modernizante com o tradicionalismo patriarcal e as heranças do “atraso”, da chanchada e do melodrama. A produção musical dos tropicalistas explorou esses e outros desequilíbrios, desafiando os padrões de gosto e a rigidez de posições ideológicas. A discussão abordará como a diversidade estética e temática do teatro que resistiu aos desafios do período ditatorial e posteriores a ele relaciona-se à abertura de perspectivas do tropicalismo.

 

O Rei da Vela (Oswald de Andrade e José Celso Martinez Corrêa), com José da Costa

A palestra vai abordar as necessidades artísticas e intelectuais que levaram José Celso Martinez Corrêa a encenar O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, no ano de 1967 e sua importância na trajetória criativa do diretor a partir daquele momento. O que se buscará, em primeiro lugar, é contextualizar a realização do espetáculo na época em que surgiu: período de governo totalitário e de práticas diferenciadas de resistência e contestação, de caráter político, cultural e comportamental. Em segundo lugar, pretende-se discutir como algumas das concepções teatrais que emergem no teatro de José Celso Martinez Corrêa no final dos anos 1960 se atualizam, posteriormente, no filme O Rei da Vela, realizado pelo encenador em parceria com o cineasta Noilton Nunes, no início da década de 1980. Será debatido, ainda, como algumas dessas concepções e métodos artísticos adotados no período tropicalista, mesmo transformados, persistem nos trabalhos do Teatro Oficina construídos a partir da década de 1990.

 

01/09 (sexta-feira)

Cinema e alegorias tropicalistas, com Vladimir Carvalho

O Cinema Novo e o tropicalismo nascem praticamente da mesma fonte original. O primeiro um pouco antes, mas ambos têm, a nosso juízo, muito a ver com o momento em que o país conheceu um extraordinário impulso em direção ao seu desenvolvimento e transformação, no início dos anos de 1960, com sensível influência na cultura e nas artes. Os filmes desse período apresentavam um forte compromisso em espelhar a realidade social que vivíamos. Revê-los hoje nos coloca frente a frente com as possibilidades de melhor compreendermos a atualidade presente e o papel do cinema que queremos.

 

Terra em transe (Glauber Rocha), com Jorge Furtado

Nelson Rodrigues definiu brilhantemente Terra em Transe como um “vômito triunfal”. Dá para imaginar o efeito daquela ópera barroca tropical num país careta como o Brasil da ditadura militar, com procissões da família católica pelas ruas e artistas de terno e gravata. Acontece que uma obra seminal de um grande artista funciona como um pedra jogada num lago, expande sua força para muito além do seu tempo. Terra em Transe deve ser revisitado de tempos em tempos, como todos os clássicos. Eles nos lembram de o quanto mudamos e de o quanto permanecemos iguais.

 

Ficha técnica:

Idealização e Curadoria: André Masseno.

Produção e Coordenação Geral: Quintal Produções

Direção Geral: Verônica Prates

Coordenação Artística: Valencia Losada

Coordenação de Planejamento: Maitê Medeiros

Produtor Executivo: Thiago Miyamoto

Programação visual: Karin Palhano

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal


Serviço:

Ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão

Entrada Franca (com distribuição de senhas uma hora antes de cada encontro)

Data: 29 de agosto a 01 de setembro (de terça a sexta-feira)

Horário: 18h30

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Lotação: 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Classificação Indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Facebook: http://www.facebook.com/tropicalias50anosemrevisao

jc_18.08.17.jph.jpg

Espetáculo GRANDES bênçãos/daDIVAS na mídia

correiodopovo_18.08.17zh_18.08.17metro_18.08.17

correiodopovo_14.08.17.jpg

Espetáculo Nas Sombras do Coração na mídia

correiodopovo_11.08.17metro_11.08.17

pioneiro_11.08.17.jpg

zh_09.08.17.jpg

Uma Nova Pele – um peeling emocional musical estreia temporada em 19 de agosto

brunapaulin_creditotiagocoelho (2)

Espetáculo poético-musical terá apresentações mensais até dezembro na Casa de Teatro de Porto Alegre

 

Porto Alegre, 08 de agosto de 2017 – Depois do sucesso de sua edição de estreia em abril, o espetáculo Uma Nova Pele – um peeling emocional musical retorna à Casa de Teatro de Porto Alegre em uma temporada que inicia em 19 de agosto e segue até dezembro.

O show poético-musical, concebido para o retorno de Bruna Paulin aos palcos após quase dez anos afastada da carreira de atriz, conta através de canções e poemas seu novo momento de vida, marcando uma série de transformações que resultaram na retomada de sua vida artística. “São textos e músicas que de alguma maneira estiveram presentes em momentos importantes do último ano e representam uma virada pessoal, em especial à decisão de retornar aos palcos”, conta a jornalista, conhecida no mercado cultural. “Um performer “troca” de pele muitas vezes por seus personagens. Desta vez, apresento aqui a minha troca de pele pessoal que me apresenta novamente como uma artista, uma nova Bruna em uma nova pele”, revela.

Bruna selecionou em parceria com o diretor musical do projeto, o músico e artista visual Guilherme Dable, 14 canções de artistas e bandas como The Rolling Stones, The Last Shadow Puppets, Caetano Veloso, Rita Lee, Fiona Apple e Jacques Dutronc, que se intercalam com textos de Primavera das Neves, Silvia Plath, Emily Dickinson e a jovem autora Tatiana Cruz.

Durante a temporada, que terá quatro apresentações de agosto a dezembro deste ano (16/09, 28/10 e 01/12), as performances contarão com convidados a partir de setembro: os atores Mirna Spritzer, Leonardo Machado e Zé Adão Barbosa e os músicos Daniel Debiagi, Luana Pacheco e Luciano Leães integram a lista de atrações.

A atriz vem acompanhada de nomes de destaque da música porto-alegrense, como Augusto Stern (guitarra), Claudio Mattos (bateria), Gevago Prescendo (guitarra), Guilherme Dable (baixo) e Rodrigo Trujillo (teclados). A Direção de Movimento é de Diego Mac, Direção de Arte e figurinos é de Régis Duarte, fotografia de Tiago Coelho, beleza de Nathalia Fernanda Brum, preparação vocal de Luana Pacheco e produção e comunicação de Julia Assef.

Os ingressos custam R$ 30,00 e serão vendidos nos dias de espetáculo, no local. A Casa de Teatro fica na rua Garibaldi, 853. Para mais informações, acesse: facebook.com/umanovapele

Concepção e roteiro – Bruna Paulin

Direção Musical – Guilherme Dable

Direção de Movimento – Diego Mac

Direção de arte e figurinos – Régis Duarte

Fotografia – Tiago Coelho

Preparação Vocal – Luana Pacheco

Beleza – Nathália Brum

Produção e comunicação – Julia Assef

 

Banda

Bruna Paulin – voz

Augusto Stern – guitarra

Claudio Mattos – bateria

Gevago Prescendo – guitarra

Guilherme Dable – baixo

Rodrigo Trujillo – teclados

 

Uma Nova Pele – um peeling emocional musical

19 de agosto, 21h

Casa de Teatro de Porto Alegre – Rua Garibaldi, 853 | (51) 3029-9292

Ingressos: R$ 30,00 no dia do show, no local

Facebook.com/umanovapele

 

 

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑