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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Categoria

Teatro

Espetáculo com Denise Fraga marca as comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro

Ministério da Cultura e Bradesco apresentam:

Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho,

Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves

 

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 A VISITA DA VELHA SENHORA

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De Friedrich Dürrenmatt

 Tradução: Christine Röhrig

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga, Maristela Chelala

 Direção Geral: Luiz Villaça

 

Espetáculo marca as comemorações dos 160 anos de fundação do Theatro São Pedro, com temporada de 27 de junho a 07 de julho

Venda de ingressos inicia em 04 de junho

 

Porto Alegre, 28 de maio de 2018 – Depois do sucesso das apresentações de “Galileu Galilei” em 2016, Denise Fraga, acompanhada de grande elenco e sob direção de Luiz Villaça, volta ao palco do Theatro São Pedro, para uma temporada de duas semanas, com o espetáculo A Visita da Velha Senhora. As apresentações, com patrocínio do Ministério da Cultura e Bradesco, integram as comemorações do aniversário de 160 anos do teatro.

O texto do suíço Friedrich Dürrenmatt apresenta um olhar irônico sobre a fragilidade dos nossos valores morais, da justiça e da esperança. Depois de temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, o espetáculo está em turnê pelo Brasil e em Porto Alegre estará em cartaz de 27 de junho a 07 de julho.

Em A Visita da Velha Senhoraque traz 13 atores em cena, Friedrich Dürrenmatt expõe a fragilidade de nossos valores morais e de nossa noção de justiça quando a palavra é dinheiro. A protagonista da peça é quase a encarnação mítica do poder material, a milionária Claire Zachanassian, vivida por Denise, que com seu bilhão põe em xeque a cidade de Güllen.

Os cidadãos da arruinada Güllen esperam ansiosos a chegada da milionária que prometeu salvá-los da falência. No jantar de boas-vindas, Claire Zachanassian impõe a condição: doará um bilhão à cidade se alguém matar Alfred Krank, o homem por quem foi apaixonada na juventude e que a abandonou grávida por um casamento de interesse. Ouve-se um clamor de indignação e todos rejeitam a absurda proposta.  Claire, então, decide esperar, hospedando-se com seu séquito no hotel da cidade.

A partir dessa premissa, o suíço Friedrich Dürrenmatt nos premia com uma obra-prima da dramaturgia, construindo uma rede de cenas que se entrelaçam, cheias de humor e ironia, um desfile de personagens humanos e reconhecíveis que pouco a pouco, vão escancarando a nossa fragilidade diante do grande regente de nossas vidas: o dinheiro. Quem mata Krank?  Cairá Güllen na tentação de satisfazer o desejo de vingança da milionária?  Ou fará justiça?  O que é fazer justiça?  Até que ponto a linha ética se molda ao poder dinheiro?

Dürrenmatt caracteriza A Visita da Velha Senhora como uma comédia trágica e com seu humor cáustico nos pergunta: Até onde nos vendemos para poder comprar? Como o poder e o dinheiro vão descaracterizando os nossos ideais?   Por outro lado, quanto nos custa a não submissão?  O texto se desenrola abrindo ainda outros ramos de reflexão. Dürrenmatt era completamente obcecado pela questão da justiça e as sutilezas de suas fronteiras. O que é justo? O que significa justiça em nossos tempos? Até que ponto o valor moral da justiça se adequa ao poder?  Reconhecível no Brasil nos dias de hoje? A Visita da Velha Senhora expõe questões que sempre estiveram em pauta na história da humanidade, mas que caem como uma luva em nossos tão tristes tempos.

Segundo Denise, encenar A Visita da Velha Senhora depois de A Alma Boa de Setsuan e Galileu é quase como finalizar uma trilogia.  “A trilogia de nosso eterno dilema entre a ética e o ganha pão”, afirma. Em A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, espetáculo visto por mais de 220 mil pessoas, entre 2008 e 2010, a personagem principal perguntava: “Como posso ser boa se eu tenho que pagar o aluguel? Como posso ser bom e sobreviver no mundo competitivo em que vivemos?” Em Galileu Galilei, também de Brecht, espetáculo que esteve um ano e oito meses em cartaz e foi visto por mais de 140 mil pessoas, o tema é revisitado: Como posso ser fiel ao que penso sem sucumbir ao poder econômico e político vigente? Como manter meus ideais comprando meu vinho bom?

Como Brecht, Dürrenmatt é mestre em dissecar as relações de poder e os conflitos morais em suas obras, em questionar o papel do herói e a sua necessidade para uma sociedade justa, em fazer uso do humor para gerar reflexão. Nas três peças: Alma Boa, Galileu Galilei e A Visita da Velha Senhora, tudo isso está explícito. A diferença é que Brecht prefere desconstruir as ilusões de que nos alimentamos e propor uma possível transformação, enquanto Dürrenmatt as mantém vivas e ri delas por serem apenas isso: ilusões, enganos pelos quais lutamos e sempre lutaremos.

“Acredito no poder de transformação pela arte. Na formação do indivíduo pela arte. O teatro como espelho do mundo, nos fazendo rir para nos reconhecer, dando voz a nossa angústia, dando palavras àquilo que pensamos e não sabemos dizer. O humor e a poesia nos ajudando a elaborar o pensamento para agir, para transformar, para viver criativamente, para por a mão da massa da nossa história”, afirma Denise Fraga. “Depois de dois anos e meio de A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, e um ano e meio de Galileu Galilei, do mesmo gênio alemão, sou mais uma vez surpreendida pela potente atualidade de um clássico. Não foi por acaso que cheguei a Dürrenmatt. Foi discípulo, bebeu em Brecht.  Lá está o mesmo fino humor, a mesma ironia e teatralidade. Dürrenmatt também se faz valer do entretenimento para arrebatar o público para a reflexão”, declara a atriz.

A direção é do cineasta Luiz Villaça, que depois do sucesso de “Sem Pensar”, de Anya Reiss, e “A Descida do Monte Morgan”, de Arthur Miller, retorna ao teatro. A montagem tem a sofisticação de contar com cenários e figurinos do mineiro Ronaldo Fraga, que foi o vencedor da 30ª edição do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo. A batuta do maestro Dimi Kireeff, na direção musical, o desenho de luz de Nadja Naira, da companhia brasileira de teatro, Lucia Gayotto na preparação vocal, Keila Bueno nas coreografias e preparação Corporal e Simone Batata, no visagismo.

No elenco, além de Denise, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho, Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves.  A Visita da Velha Senhora recebeu indicações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga) e Melhor Figurino (Ronaldo Fraga) e ao Prêmio Aplauso Brasil nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga), Melhor Direção (Luiz Villaça), Melhor Arquitetura Cênica (Ronaldo Fraga) e Melhor Espetáculo Independente.

As apresentações em Porto Alegre ocorrem nos dias 27, 28, 29 e 30 de junho e 01, 05, 06 e 07 de julho, às 21h de quarta a sábado, e às 18h aos domingos. Os ingressos custam entre 40,00 e 70,00 e estarão à venda na bilheteria do teatro a partir de 04 de junho.

Por Denise Fraga

Amo a comédia porque confio no humor e na ironia como um poderoso agente para a reflexão. Só se ri daquilo que se entende. O humor chama o pensamento e, com isso, dá eficácia e prazer à comunicação de uma ideia.  É incrível como muitos dos autores tidos como clássicos confiavam nisso, mas estão com a risada do público presa na poeira de suas linhas. É preciso sacudi-las, dar uma escovada, deixá-las voar.

Brecht dizia: divertir para comunicar. Me identifico com isso. Divertir o público e mandá-lo para casa em estado de reflexão é o que tem me garantido a sensação de plenitude com o meu ofício. O sucesso de ALMA BOA e GALILEU me confirmaram a popularidade de Brecht. Mais da metade de nosso público talvez nunca tivesse ouvido falar dele, mas nem por isso deixaram de ser completamente capturados por sua genialidade.

Esta necessidade de propagar aquilo que me tocou o coração, dar-lhe comunicação e clareza para ver mover no outro o que moveu em mim, se tornou mesmo a grande força motriz de meu trabalho. Tem dado certo. E a cada espetáculo, renovo minha esperança de continuar fazendo o Teatro em que acredito.

Ficha Técnica:

Autor: Friedrich Dürrenmatt

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Tradução: Christine Röhrig

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga e Maristela Chelala

Direção Geral: Luiz Villaça

Direção de Produção: José Maria

Elenco: Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Eduardo Estrela,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Beto Matos, David Taiyu, Luiz Ramalho, Fernando Neves,

Fábio Nassar e Rafael Faustino

Direção de Arte: Ronaldo Fraga

Direção Musical: Dimi Kireeff

Trilha Sonora Original: Dimi Kireeff e Rafael Faustino

Desenho de Luz: Nadja Naira

Produção Executiva: Marita Prado

Preparação Corporal e Coreografias: Keila Bueno

Direção Vocal: Lucia Gayotto

Preparação Vocal: Andrea Drigo

Visagismo: Simone Batata

Assistente de Direção: André Dib

Assistente de Produção: Musical Nara Guimarães

Engenheiro de Mixagem: Fernando Gressler

Camareira: Cristiane Ferreira

Assistente de Iluminação e Operador de Luz: Robson Lima

Operador de Som: Janice Rodrigues

Cenotécnicos: Jeferson Batista de Santana, Edmilson Ferreira da Silva

Assessoria Financeira: Cristiane Souza

Fotografia: Cacá Bernardes

Making Off: Pedro Villaça e Flávio Torres

Redes Sociais: Nino Villaça

Programação visual: Gustavo Xella

Projeto realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 Produção Original: SESI São Paulo

 Patrocínio Exclusivo: Bradesco

 Realização: NIA Teatro, Ministério da Cultura e Governo Federal

Assessoria de Imprensa Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

SERVIÇO

A Visita da Velha Senhora

Com Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho, Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves

Dias 27, 28, 29 e 30 de junho e 01, 05, 06 e 07 de julho

Quarta a sábado 21h, domingo 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Classificação: 14 anos

Duração: 120 min

Gênero: Comédia Trágica

 Ingressos (valores da inteira):

Plateia, cadeira extra e camarote central: R$ 70,00

Camarote lateral e galeria: R$ 40,00

Casa de Cinema promove leitura de texto inédito de Jorge Furtado na terça, 29 de maio

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Evento tem parceria com o Goethe-Institut Porto Alegre e ocorre no teatro da instituição

 

Porto Alegre, 24 de maio de 2018 – Na próxima terça-feira, 29 de maio, a Casa de Cinema de Porto Alegre, em parceria com o Goethe-Institut Porto Alegre, promove uma leitura do texto inédito de Jorge Furtado, “MEUS LÁBIOS SE MEXEM”, no teatro da instituição.

A peça é uma ficção, inspirada em fatos reais ocorridos em 1968, com a censura da montagem de VOLTA AO LAR, de Harold Pinter, dirigida e produzida por Fernando Torres, com Fernanda Montenegro, Ziembinski, Sergio Britto, Cecil Thiré, Paulo Padilha e Delorges Caminha no elenco.

VOLTA AO LAR estreou em 1967 no teatro Glaucio Gil, no Rio de Janeiro. Fez grande sucesso ficando muitos meses em cartaz. No início de 1968, a peça foi proibida pela Censura Federal de estrear em São Paulo. O diretor Fernando Torres e o ator Ziembinski foram chamados para uma reunião com uma funcionária do Departamento de Censura da Polícia Federal para discutir os 65 cortes propostos para a peça. Depois de muito negociar a substituição de algumas falas, a reunião terminou e Fernando não aceitou nenhum corte. A peça foi proibida.

No dia 28 de março de 1968, o estudante Edson Luis foi assassinado por policiais militares no restaurante Calabouço, centro do Rio de Janeiro. Seu assassinato marcou o início de um ano turbulento de intensas mobilizações contra o regime militar que endureceu até decretar o AI-5. No dia 29 de março de 1968, “Volta ao lar” estreou em São Paulo. Liberada sem cortes, e para maiores de 21 anos.

Cinquenta anos após os fatos, Furtado reúne Nelson Diniz, Mirna Spritzer, Zé Adão Barbosa, Janaína Kremer, Sérgio Lulkin e Dênis Gosch para a leitura e conversa entre escritor, atores e o público, em uma ação intitulada “Teatro Contra a Censura”.

O evento ocorre às 20h, com distribuição de senhas a partir das 19h e terá contribuição espontânea. O Goethe-Institut Porto Alegre fica na Rua 24 de Outubro, 112.

uma LEITURA TEATRAL + uma CONVERSA
– teatro contra a censura –

MEUS LÁBIOS SE MEXEM de Jorge Furtado
com Nelson Diniz, Mirna Spritzer, José Adão Barbosa,
Janaína Kremer, Sérgio Lulkin e Dênis Gosch.

29 de maio | terça-feira | 20h | no Instituto Goethe – contribuição espontânea

Classificação indicativa 16 anos.

*Senhas serão distribuídas a partir das 19h

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Espetáculo Língua Mãe. Mameloschn na imprensa

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Muovere Cia de Dança promove programação no mês de maio no Multipalco Theatro São Pedro

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Apresentações dos espetáculos Tóin – Dança para Bebês e Tóin – Dança para segunda infância e oficinas para cuidadores e educadores estão previstas a partir do dia 05

 

A partir de 05 de maio a Muovere Cia de Dança, através do seu projeto Tóin Dancinfância, promove programação de espetáculos e oficinas no Multipalco Theatro São Pedro. Serão quatro sessões de Tóin – Dança para Bebês (05 e 06 de maio) e Tóin 2 – Dança para Segunda Infância (12 e 13), além do lançamento das oficinas Tóin – brincadeira de criança, dedicada aos bebês e seus acompanhantes, e Tóin Educandança, para educadores do ensino infantil.

Ministradas pela diretora da companhia, Jussara Miranda e o bailarino Nilton Gaffree Jr, Tóin Brincadeira de Criança é dedicada a bebês de 01 a 03 anos e seus acompanhantes, os “estimuladores”. Através de atividades cotidianas criativas e originais, objetiva instrumentalizar os participantes sobre práticas e narrativas poético-brincantes, envolvendo a linguagem da dança como motivo principal. A atividade custa entre R$ 60,00 e R$ 100,00, das 11h ao meio dia na Sala de Música do Multipalco. Inscrições através do link: https://goo.gl/rWwSvC.

Destinada a educadores do ensino infantil formal e informal, a oficina Tóin Educandança, objetiva capacitar sobre práticas corporais criativas [jogos, brincadeiras etc] no exercício do ensino-aprendizagem. Promover o diálogo entre conteúdos formais e únicos [vivências, histórias, individualidades] de educadores e educandos. Também ministrada por Jussara e Nilton, o curso ocorre no sábado, 12 de maio, das 10h30 ao meio dia no mesmo local. As inscrições custam R$ 100,00 e devem ser feitas pelo link https://goo.gl/uD7wAm

As apresentações de espetáculos iniciam dia 05 e 06 às 16h com Tóin – Dança para Bebês, que em 2012 lançou o formato de espetáculo destinado para bebês de 0 a 03 anos e acompanhantes, utilizando a linguagem da dança como motivação.  Inspirado em autores da literatura infantil, como Gláucia de Souza e Eva Furnari, Monteiro Lobato e Mário Quintana, em animações e em memórias de infância dos bailarinos e diretores, incluindo relatos, fotos e dossiês. Tóin pesquisou um conjunto de referências pautadas no movimento do corpo, como um dos primeiros sinais que o bebê manifesta através de gestos dançados. Por Marcelo Delacroix, a trilha é composta de canções originais como a dança dos palitos, a dança dos dedinhos e das perninhas. Nilton Gafree Junior, Arthur Bonfanti, Carini Pereira e Aline Karpinski se encontram para dançar os personagens Ventania, Papel, Mola e Flor.

Tóin2: Dança Para A Segunda Infância [2017] é indicado para crianças de 03 a 07 anos. É um espetáculo de dança que apresenta a fantástica aventura vivida por Juju do Bigode Azul, R20 e Romieta. O Bigode Azul de Juju tem o dom de adivinhar pensamentos e a energia da dança. R20 tem a força da dança. E Romieta, a dança da paixão desenfreada. Seus amigos imaginários são avatares instigantes, que não falam a nossa língua, não conhecem os nossos costumes e só aparecem na Bola Encantada para brincar de dança, cada qual a sua maneira.

A pesquisa para a criação do espetáculo partiu do estímulo do livro As Cidades Invisíveis de Ítalo Calvino, revelando os “Marco Polinhos” que povoam o imaginário infantil. Gláucia de Souza, Maurilo Andreas, Eva Furnari e Maria Amália Camargo ilustram a visão poética da obra. A trilha sonora original de Beto Chedid viaja por lugares incríveis. A cada nova dança, uma nova brincadeira! Direção geral e coreográfica de Jussara Miranda e artística de Diego Mac. Antonio Rabadan assina pelos figurinos.

As apresentações de Tóin 2 ocorrem nos dias 12 e 13 de maio, às 16h. Os ingressos custam R$ 40,00 e tem 50% de descontos para sócios AATSP, estudantes, jovens de baixa renda, pessoas com deficiência e para idosos, à venda pelo site do teatro.

 

ESPETÁCULOS – Sala de Música do Multipalco Theatro São Pedro

TÓIN: dança para bebês: dias 5 e 6 de maio (sábado e domingo), às 16 horas.

TÓIN2: dança para a segunda infância: dias 12 e 13 de maio (sábado e domingo), às 16 horas.

Ingressos R$ 40,00

 

OFICINAS

TÓIN BRINCADEIRA DE CRIANÇA: 05 de maio, das 11 às 12 horas.

Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfPJ8ag8Kw5Dv_bIaPCDsn0kliLREhqnNKzsDdk3LBzhbBfzQ/viewform
 

TÓIN EDUCANDANÇA: 12 de maio, das 10h30min às 12h30min horas.

Inscrições:

https://docs.google.com/forms/d/1LnjfNurS5YEMyFyL0g2phbRkrwNM4fA94DWAsPmC1Io/edit?ts=5ad632d6

 

 

Língua Mãe. Mameloschn integra programação do Cia Rústica em Movimento, com apresentação dia 28 de abril no Theatro São Pedro

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Espetáculo vencedor do Açorianos em 2015 integra a programação comemorativa aos 14 anos da companhia, que promove apresentações, ensaio aberto e oficina

 

Integrando as comemorações dos 14 anos da Cia Rústica, o espetáculo Língua Mãe.Mameloschn tem única apresentação no sábado, 28 de abril, às 21h, no Theatro São Pedro. A sessão faz parte da programação do projeto Cia Rústica em Movimento, que promove apresentações de quatro espetáculos, além de ensaio aberto e oficina.

Vencedor na categoria Melhor Espetáculo do Prêmio Açorianos de Teatro 2015 e do 10º Braskem Em Cena na categoria melhor atriz para Mirna Spritzer, a peça dirigida por Mirah Laline apresenta um texto irreverente que aborda identidade, ideologia e pertencimento, sob a forma de um jogo oscilante, entre a aproximação e distanciamento dos personagens, através do diálogo cáustico de uma família judia.

Língua Mãe.Mameloschn é uma obra sobre mulheres na História e histórias de mulheres, de três gerações de personagens femininas, interpretadas por três gerações de atrizes em cena. São da mesma família; vivem sob o mesmo teto; possuem a mesma origem cultural. No entanto, se diferenciam no modo como veem o mundo, expressam seus anseios e lidam com suas origens. O trânsito sutil entre humor e drama agrega uma empatia potencial para as problemáticas que a autora aborda. Os habituais modos de comunicação, como cartas, mensagens de e-mails, jornais e o rádio, paradoxalmente, revelam na obra, toda a carga de incomunicabilidade entre as personagens, materializando sob a cena a distância entre o discurso social e as motivações pessoais.

O texto da jovem autora alemã Marianna Salzmann traz no elenco Ida Celina, Mirna Spritzer, Philipe Philippsen e Valquíria Cardoso. Enquanto as três mulheres carregam discursos e falas, a música é a voz do personagem masculino: o filho, irmão, neto, homem. Philippsen executa ao vivo a trilha sonora original composta pelo ator para a montagem. Rô Cortinhas assina os figurinos, Rodrigo Shalako o cenário e Ricardo Vivian a iluminação.

A programação de Cia Rústica em Movimento inicia em 24 de abril, terça-feira, com espetáculo ao ar livre e com entrada franca – Cidade Proibida, às 22h, na Praça Júlio Mesquita.  A companhia também ocupará o complexo cultural Multipalco Theatro São Pedro durante quatro dias com a oficina Desvios Urbanos (26 e 27/04), as peças Muito Palhaço pra Pouco Circo (28 e 29/04), e O Fantástico Circo-Teatro de um Homem Só (29/04), além de um ensaio aberto da nova montagem da trupe, Boca no Mundo (26/04), que ocorre na Sala Qorpo Santo, no Campus Central da UFRGS.

Os ingressos custam R$ 50,00 (plateia), R$ 40,00 (camarote central), R$ 30,00 (camarote lateral) e R$ 20,00 (galerias) com 50% de desconto para estudantes, idosos e sócios da AATSP estão à venda na bilheteria do teatro.

 

Saiba Mais

FICHA TÉCNICA

Direção: Mirah Laline

Assistência de Direção: Julia Rodrigues

Texto: Marianna Salzmann

Elenco: Ida Celina, Mirna Spritzer, Valquiria Cardoso e Philipe Philippsen

Figurinos: Rô Cortinhas

Cenário: Rodrigo Shalako

Iluminação: Ricardo Vivian

Trilha sonora original: Philipe Philippsen

Sonoplastia: Alex Limberger

Produção: Rodrigo Ruiz

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor

Classificação: 12 anos

Duração: 90 min

https://www.youtube.com/watch?v=-5_pwli328Y&feature=youtu.be

 

Língua Mãe.Mameloschn

28 de abril, 21h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Ingressos:

R$ 50,00 – plateia

R$ 40,00 – camarote central

R$ 30,00 – camarote lateral

R$ 20,00 – galerias

50% de desconto para estudantes, idosos e sócios da AATSP

>>> A CIA. RÚSTICA:

Criada em 2004 na capital gaúcha, a Cia. Rústica já conquistou 33 prêmios. O grupo articula um espaço de trabalho entre artistas plurais, desenvolvendo vários projetos que reúnem montagem, investigação, ação pedagógica e social. A companhia busca uma linguagem contemporânea e popular baseada na cumplicidade entre atores e espectadores, que evoca o lúdico, o corpóreo, o humor e o político na criação artística.

O primeiro projeto foi a trilogia Em Busca de Shakespeare, composto por A Megera Domada (2008), Sonho de uma Noite de Verão (Prêmios Açorianos e Braskem de Espetáculo e Direção, em 2006) e Macbeth (2004). O grupo encenou ainda Clube do Fracasso (Prêmios Açorianos de Dramaturgia e Espetáculo pelo Júri Popular, em 2010), Natalício Cavalo (Prêmio Braskem de Espetáculo, em 2013) e Fala do Silêncio (Prêmio Braskem de Espetáculo e Açorianos de Trilha Sonora, em 2017). O grupo também desenvolve um projeto continuado que investiga a cena na rua e a intervenção urbana, comporto por Desvios em Trânsito (2010), Cidade Proibida (Prêmio Braskem de Espetáculo pelo Júri Popular, em 2015) e Feito Criança (2015).

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