






Espetáculo de encerramento do elenco 6 do Lab Cênico tem direção de Leo Maciel
Porto Alegre, 27 de junho de 2018 – Estreia na sexta-feira, 06 de julho, no Studio Stravaganza, o espetáculo de encerramento do elenco 6 do Lab Cênico Leo Maciel, Quem Tem Medo de Odete Roitman?. A montagem homenageia os anos 1980, em cenas num ritmo de videoclipe, que apresentam momentos marcantes, músicas, personagens inesquecíveis, com as cores, os sons e a energia da década mais colorida. E por trás de tudo a maior vilã de todas as telenovelas brasileiras: Odete Roitman.
O Lab Cênico, criado em 2015 pelo ator, diretor e professor Leo Maciel, é um espaço para experimentação de possibilidades artísticas. A cada semestre uma proposta é definida como ponto de partida para a criação de um espetáculo e a partir da bagagem individual de cada aluno/ator, um novo roteiro é construído em conjunto. De acordo com Maciel, o envolvimento dos alunos é integral em todo o processo de criação. “A obra é resultado completo de cada turma. A forma como o espaço será ocupado, as linguagens, a estética que será vista como resultado, vem de experimentações diversas propostas pelos atores através de estímulos que vou propondo a eles”, revela.
Os alunos/atores vivem um processo de criação de espetáculo desde o primeiro dia de aula, se envolvendo e responsabilizando por essa criação coletiva e colaborativa, em todos os graus. Um dos diferenciais do curso, segundo o diretor, é que as aulas ocorrem no espaço onde o espetáculo de conclusão é realizado, já familiarizando o ator desde o início do processo com o espaço cênico. A equipe técnica dos espetáculos que saem do Lab é do mais alto nível e acompanham o processo final colocando e viabilizando as ideias e propostas do elenco e da direção.
O resultado parece fazer sucesso: a montagem La Tempestad de Intrigas, resultado do elenco 4 do Lab Cênico em 2017, foi contemplado com o edital de ocupação do Teatro Bruno Kiefer durante todos os finais de semana de outubro. Maciel trabalhou como assistente de direção de Zé Adão Barbosa por dez anos e há 11 atua como professor para adolescentes e adultos, tendo passado por ele mais de mil alunos nesse período. O próximo Lab Cênico inicia em 06 de agosto e terá apresentações de seu espetáculo de conclusão nos dias 14, 15 e 16 de dezembro no Studio Stravaganza.
Integram o elenco de Quem Tem Medo de Odete Roitmann? Alice Gaier, Aline Armani, Aline Gross, Artur Oliveira, Anselmo Pierdoná, Denise Franzen, Gabriela Iablonovski, Gabriella Padilha Scott, Jaques Machado, Juliana Sixel, Kiko Ferraz Noir, Laura Pujol, Marcelo Frabrício Nocchi, Mathiaca Trindade e Vanessa Gross. A direção, roteiro final, pesquisa de trilha sonora e produção é de Leo Maciel, preparação corporal e coreografia de Angela Spiazzi, cenários de Iara Balboni, figurinos Valquíria Cardoso, maquiagem e cabelos Valquíria Cardoso e Manu Menezes e arte gráfica Dídi Jucá. As apresentações ocorrem de sexta a domingo, às 20h, com ingressos antecipados a R$ 29,90 pelo site entreatosdivulga.com.br. O Studio Stravaganza fica na Rua Doutor Olinto de Oliveira, 64. Mais informações: www.facebook.com/labcenico
Ficha Técnica:
Elenco: Alice Gaier, Aline Armani, Aline Gross, Artur Oliveira, Anselmo Pierdoná, Denise Franzen, Gabriela Iablonovski, Gabriella Padilha Scott, Jaques Machado, Juliana Sixel, Kiko Ferraz Noir, Laura Pujol, Marcelo Frabrício Nocchi, Mathiaca Trindade e Vanessa Gross
Direção/Roteiro/Pesquisa de Trilha Sonora e Produção: Leo Maciel
Preparação corporal/coreografia: Angela Spiazzi
Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin
Cenário: Iara Balboni
Figurinos: Valquiria Cardoso
Maquiagem/Cabelos: Valquiria Cardoso e Manu Menezes
Arte Gráfica: Dídi Jucá
Duração: 70 minutos
Classificação: 12 anos.
Quem tem medo de Odete Roitman?
06, 07 e 08 de julho, 20h
Studio Stravaganza – Rua Doutor Olinto de Oliveira, 64 – Bairro Santana
Ingressos
Antecipados – R$ 29,90 pelo site entreatosdivulga.com.br
Uma hora antes do espetáculo os ingressos estarão à venda no local por R$ 40,00 e R$ 30,00 (estudantes, sênior, classe artística)




“Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto” é uma homenagem à obra de Roberto Carlos
Porto Alegre, 01 de junho de 2018 – A Macarenando Dance Concept estreia no dia 08 de junho seu mais novo espetáculo no Instituto Ling: Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto é uma homenagem à obra do compositor e cantor Roberto Carlos. A montagem integra o projeto Ponto de Teatro, que conta com curadoria do jornalista e crítico teatral Renato Mendonça, que promove montagens inéditas de grupos locais com apoio do Instituto Ling.
Primeiro espetáculo de Stand-Up Dance Comedy do RS, “Abobrinhas Recheadas” é um espetáculo de Dança e Comédia criado a partir do jogo coreográfico “Dance a Letra”, em que as coreografias são desenvolvidas a partir de pesquisa de gestos literais de letras de músicas populares. A edição inédita “Rei Roberto” é a terceira produção do grupo neste formato.
De acordo com Diego Mac, que assina a direção do espetáculo ao lado de Gui Malgarizi, Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto foi construído a partir de um resgate muito pessoal e que de alguma maneira alcançará os mais diversos públicos: “ninguém é imune a Roberto Carlos. Na primeira passada, selecionei quase 300 canções. Precisei de um olhar de fora para controlar o fã”, declara.
Músicas como “Além do horizonte”, “Não vou ficar”, “Se você pensa”, “Esse cara sou eu”, “Todos estão surdos” e “Eu te darei o céu” integram o setlist com 55 canções da performance, que surgiu como um desdobramento da criação do espetáculo anterior do grupo, “Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano”, que estreou em 2017: “neste repertório já havia canções que Roberto cantou ou compôs (Como Dois e Dois, Força Estranha, Debaixo dos Caracóis dos seus Cabelos). Além disso, os tropicalistas valorizaram muito o Rei e a Jovem Guarda, por isso o passo seguinte, chegando a Roberto Carlos, foi natural”, conta Malgarizi.
Segundo o curador do Ponto de Teatro, Renato Mendonça, “a Macarenando é uma força estranha”, onde não há uma afinação com os costumes do campo de dança mais convencional e sim uma tentativa de explorar novos públicos, novas formas, novas relações entre cena e plateia. “Criado quase como um exercício de interação com o público, que propunha nomes de músicas para que os bailarinos as convertessem em coreografias, ‘dance a letra’ transformou-se em um jogo complexo de significados. Se, no início, o gesto tentava traduzir literalmente o significado da palavra ou do verso, com a sequência de espetáculos, ‘dance a letra’ virou quase um ‘pense a letra”, afirma.
Assinam a coreografia Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Dani Boff, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Diego Mac, Giulia Baptista Vieira, Gui Malgarizi, Juliana Rutkowski, Nilton Gaffree Jr. e Sandra Santos. No elenco estão Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.
As apresentações ocorrem sexta-feira às 20h e sábado às 18h, de 08 a 23 de junho, com ingressos a R$ 40,00 e descontos para estudantes e pessoas acima de 60 anos, mediante comprovação na entrada do teatro, à venda pelo site http://www.institutoling.org.br/. Mais informações: http://www.institutoling.org.br | https://www.facebook.com/macarenando | http://www.macarenando.com.br
Ficha Técnica
Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto
08, 09, 15, 16, 22, 23 de junho
Sextas às 20h, sábados às 18h
Instituto Ling (R. João Caetano, 440)
Duração: 60 minutos
Classificação Etária: Livre
Ingressos
http://www.institutoling.org.br
Inteira – R$ 40,00 | Meia-Entrada – R$ 20,00
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Sobre a Macarenando: A Macarenando Dance Concept é um empreendimento cultural que investe na dança como principal linguagem criativa para desenvolvimento de projetos. Inaugurada em 2013, a marca construiu forte presença no setor cultural ao abordar diferentes nichos e perspectivas para a dança. Entre os diferencias da iniciativa estão a simplicidade, o bom humor, a aproximação com o público, a popularização da dança cênica e a formação de plateia, o agenciamento com diferentes setores profissionais, e o desejo de mudar o mundo, mobilizar pessoas e provocar transformações.
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“Roberto passa de geração para geração. Juntar a obra do Rei com a pesquisa da Macarenando, que também tem ligação com o popular, gera uma expectativa agradável.” SANDRA SANTOS, produtora
“Virada de 2004: família no sofá à espera do especial do Rei. Dançar RC é contar a história da Macarenando, do Brasil e da menina de 21 anos que chora ao ouvir Debaixo dos Caracóis ”. GIULIA BAPTISTA VIEIRA, bailarina
“As músicas de Roberto Carlos fazem muito sentido pra mim, me emocionam profundamente. Agora vivo no corpo a beleza das coisas simples nas canções do Rei!” NILTON GAFFREE JR., bailarino
“Abobrinhas Rei Roberto é centro e periferia, é desejo poético e mercadológico, é dar voz aos artistas e ouvir o público. É espetáculo, é brindar à vida de punhos cerrados, é saber onde e como está, é olho no olho. É dançar para rechear.” ARTHUR BONFANTI, bailarino
“Estudar as letras do RC é mergulhar no imaginário coletivo. O desafio de criar o Dance a Letra está sendo grande, mas tenho a meu lado amigos de fé, irmãos camaradas, que tornam as curvas de qualquer estrada uma aventura!” DANI DUTRA, bailarina
“Dançar Roberto é reprocessar detalhes tão pequenos e tão caros do procedimento Dance a Letra. O gesto fala, o gesto grita, mas o gesto também sussurra na esteira da memória que alimenta essa força estranha que me leva a dançar.” DANIELA AQUINO, bailarina
“Minha primeira vez foi quase um acidente: de espectador me transformei em bailarino pra cobrir uma amiga com crise de asma. Desde então, sigo capotando ribanceira abaixo. A cada curva um desafio e muitas emoções! Com RC não poderia ser diferente.” DENIS GOSCH, bailarino
“Este trabalho requer disponibilidade para a constante criação e coleção de movimentos. Pede atenção plena para que a obra esteja sempre viva, através de racionalidade, emoção e jogo.” ALINE KARPINSKI DIAS, bailarina
“Roberto provoca uma experiência dançante e cantante. O corpo dança a letra e a transforma em imagens. As imagens produzem movimentos labiais, quando percebemos estamos cantando. Com o corpo. Com a voz. Que agora é corpo.” DANI BOFF, bailarina
“Caetano foi por urgência. Roberto, por necessidade. A ousada necessidade de rechear um Rei tão lugar-comum, tão cotidiano, tão apaixonado, tão abandonado, tão existencial… que já não parece mais ousado. Rechear Roberto é necessário nos dias de hoje, tão polarizados entre amor e ódio.” JULIANA RUTKOWSKI, bailarina
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Já que a inspiração do espetáculo que vamos assistir é o Rei, nada mais justo que iniciar esse texto com uma frase ao mesmo tempo simples e profunda: “A Macarenando é uma força estranha”. Falando sério, o líder da Macarenando Dance Concept, Diego Mac, nunca esteve muito afinado com os costumes do campo da dança mais convencional. Tanto nas parcerias com a Muovere Cia de Dança ou com o Grupo Gaia o impulso sempre foi o de explorar novos públicos, novas formas, novas relações entre cena e plateia. Com o Gaia, por exemplo, encenou a instalação performática O Buraco de Alice (2005) nas escadas de incêndio da Usina do Gasômetro, enquanto Alice [adulto] (2007) ocupou um antigo cinema de bairro. Um de seus principais trabalhos em videodança é Pas de Corn (2006), conciliando dança, tecnologia e cultura popular, e usando como bailarinas… pipocas. Em 2009, embaralhou os conceitos de brega e sofisticado ao organizar o primeiro Flash Mob Dance de Porto Alegre, fazendo mais de 200 pessoas dançarem ao som da épica Macarena. Ao criar a Macarenando Dance Concept, em 2013, Mac dá um passo à frente. Traços que ele já perseguia em sua estética – humor, negação de preconceitos, ampliação de público – não se limitam mais à sua poética, se estendem à produção e à gestão do empreendimento. Um destaque foi quando a Macarenando inverteu o procedimento convencional e propôs um edital para as empresas que quisessem lhe patrocinar. O motor da Macarenando é o procedimento “dance a letra”. Criado quase como um exercício de interação com o público, que propunha nomes de músicas para que os bailarinos as convertessem em coreografias, “dance a letra” transformou-se em um jogo complexo de significados. Se, no início, o gesto tentava traduzir literalmente o significado da palavra ou do verso, com a sequência de espetáculos, “dance a letra” virou quase um “pense a letra”. Agora as coreografias brincam de representar a mesma palavra de diversas maneiras, de valer-se do contexto, de jogar com o próprio processo. Um desafio de imaginação e de parceria do público com o que está em cena. Acredite que a arte é amiga da vida. E a Macarenando é uma das partes mais divertidas dessa amizade. Renato Mendonça, curador do projeto Ponto de Teatro
SET LIST [contém SPOILER]
Mais informações
http://www.institutoling.org.br
https://www.facebook.com/macarenando
http://www.macarenando.com.br



