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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Teatro

Oi apresenta 5ª edição do Kino Beat de 13 de novembro a 13 de janeiro em Porto Alegre

14e édition du Festival Mutek 2013

Tema da Abundância orienta a linha curatorial do festival de música, performances audiovisuais e multimídia e artes integradas que terá mais de dez dias de atrações e atividades ao vivo em dez espaços da cidade

Porto Alegre, 01 de novembro de 2018 – De 13 de novembro a 13 de janeiro de 2019, Porto Alegre recebe a quinta edição do Kino Beat, festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. Em um cenário de crise política, econômica e ideológica, o evento resiste, celebra e apresenta uma programação que reúne formatos de atividades já consagradas nas edições anteriores e lança propostas inéditas. O evento, com entrada franca, tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro, com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

Pela primeira vez, a programação do Kino Beat é pautada por um tema principal, a abundância. “Vivemos o paradoxo da abundância, temos tanto e ao mesmo tempo tão pouco, seja em ideias, recursos naturais, recursos tecnológicos ou sob a perspectiva do conhecimento humano”, declara Gabriel Cevallos, criador e curador do evento. Com o objetivo de investigar o tema por meios das atrações artísticas e seus desdobramentos por analogias, metáforas e poéticas, a abundância se cristaliza na variedade de linguagens artísticas contempladas: música, cinema, teatro, artes visuais e as diversas disciplinas e gêneros que derivam destes pilares, e também no olhar e escuta atentos para a multiplicidade de vozes que gritam por visibilidade, abrangendo o maior e mais variado número de artistas brasileiros e estrangeiros. “É uma programação que traz a abundância em todos os sentidos: este é o mais extenso de todos os festivais, incluindo mais de 50 artistas de diversos estilos e backgrounds, assim como as mais variadas atividades, 22 atrações ao vivo. Podemos dizer que nesta quinta edição o Kino Beat alcançou sua maioridade”, conta.

De acordo com Cevallos, a abundância também está na autocelebração, de um festival que reflete e comemora a sua própria trajetória. Compreende-se abundância não como ostentação frívola, mas como antídoto para uma pobreza de conhecimento, atitudes e possibilidades, uma programação que busca na abundância o diálogo individual e coletivo por meio da arte. Serão dois meses de festival, com 11 dias de programação de atividades ao vivo, ocupando dez espaços culturais em Porto Alegre (Vila Flores, Instituto Goethe, Theatro São Pedro, Espaço Lugar, Campus Unisinos Porto Alegre, Teatro da Unisinos, Teatro do Sesc Centro, Centro Cultural Multimeios Restinga, Pinacoteca Ruben Berta e Pinacoteca Aldo Locatelli) que recebem shows musicais, performances audiovisuais, mostra de vídeo, seminário e oficinas de artistas e pensadores do Brasil, Uruguai, França e Suíça.

Ao propor a abundância como tema, o festival também se arrisca em investigar de forma crítica os seus efeitos sociais, culturais, políticos e econômicos. “Questionar como os excessos e transbordamentos afetam a nossa vida em sociedade é uma das provocações que o Kino Beat faz a todos os participantes”. Uma das atividades inéditas será o Seminário Caleidoscópio Metamorfogênico – Excessos Urbanos realizado no Goethe-Institut Porto Alegre em parceria com o Seeding Lab, Laboratório do Grupo de Pesquisa de Design Estratégico para a Inovação Cultural e Social, da Unisinos. Mediado pela profa. Dra. Ione Bentz receberá professores e pensadores para discutir o tema, design, futuro e ativismo social.

A arte desta edição, criada pela Silvo, se apropria de referências como a cornucópia e imagens clássicas de naturezas mortas das pinturas clássicas, criando uma natureza morta contemporânea, aproximando objetos orgânicos e inorgânicos, onde objetos contemporâneos do dia a dia estão lado a lado com um banquete, evidenciando um movimento humano, sugerindo o vestígio do uso dos materiais – cascas, recortes e utensílios.

A programação inicia com a performance Tempest, da França, de Antoine Schmitt e Franck Vigroux, no Teatro do Sesc, passando por performance inédita criada especialmente pelo festival por Mirna Spritzer, Isabel Nogueira e Gabriel Cevallos, performances da francesa OKO DJ e a artista suíça Bonaventure, além de apresentação inédita em Porto Alegre do sexteto paulistano Hurtmold.

Integrando as atividades da Semana da Consciência Negra, o Kino, em parceria com o coletivo Turmalina de Porto Alegre, promove no sábado, 17 de novembro, o Turmalina Apresenta: Música Preta, no Vila Flores. Será um dia todo de programação, que contará com oficina de mixagem, seminário Narrativas da Música Negra Através dos Tempos, com Nina Fola (socióloga e musicista) e Bernardo Oliveira (crítico musical, professor pela UFRJ), além de performances de Telefunksoul e Miuccia.

De 04 de dezembro até 13 de janeiro o público poderá conferir uma exposição coletiva Lento Crepúsculo nas Pinacotecas Rubem Berta e Aldo Locatelli, com curadoria de Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos. Partindo da temática da abundância, a mostra busca convidar diferentes artistas para exporem suas obras que abordam a dimensão do termo e que exploram os seus possíveis transbordamentos: de informações, de discursos, de crises, de sentimentos, e até mesmo o reflexo disso no meio-ambiente. O “lento crepúsculo” foi como o escritor argentino Jorge Luis Borges nomeou o seu longo processo de perda da visão. “Para nós, cabe investigar a metáfora por trás dessa cegueira lenta e gradual, e dos riscos de ignorar as pressões e os excessos do mundo”, declaram os curadores. Integram a mostra fotografias, vídeos, livros de artista, obras gráficas e objetos, além de pinturas, que problematizam a questão da abundância no universo das artes visuais.

Encerrando a programação, no dia 13 de janeiro de 2019, Fernando Velázques, artista que participou da primeira edição do Kino Beat, apresenta Asteróide, no Teatro da Unisinos. A performance audiovisual que explora a gravidade como catalisador da potência do mundo foi desenvolvida especialmente para o festival.

Mais informações: facebook.com/kinobeat |kinobeat.com | Instagram @kinobeatfestival

FICHA TÉCNICA

Direção artística, curadoria e coordenação geral: Gabriel Cevallos

Direção de produção: Liége Biasotto – CUCO Produções

Coordenação técnica: Bruno Melo – Traga Seu Show

Comunicação e conteúdo digital: Agência Browse

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Assistência de Produção: Amanda Gatti

Design gráfico e web site: Silvo

Curadoria Exposições: Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos

Curadora Mostra Audiovisual Sem Destino: Elaine Tedesco

Sobre o Kino Beat

Kino Beat é um Festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. A partir dos pilares, imagem (Kino) e som (Beat), apresenta artistas e atividades multidisciplinares, que utilizam de diversos modos as tecnologias no processo criativo de suas obras. O experimental, o sensorial e a imersão, são premissas para composição do seu programa, que se espalha pela cidade, ocupando teatros, galerias, museus, espaços culturais e casas noturnas. Diluindo fronteiras entre linguagens e gêneros, as atrações de natureza híbrida, são apresentadas em diversos formatos, transitando entre shows musicais, performances audiovisuais, exposições, oficinas, seminário, mostras de filmes e festas.

Petrobras apresenta HAMLET, um espetáculo da Armazém Companhia de Teatro

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Versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de William Shakespeare, HAMLET volta a Porto Alegre de 16 a 18 de novembro, no Theatro São Pedro.

 A premiada atriz Patrícia Selonk interpreta o príncipe da Dinamarca.

Com patrocínio da Petrobras, a Armazém Companhia de Teatro volta a Porto Alegre para uma curta temporada com seu mais recente espetáculo, Hamlet, de William Shakespeare. A montagem, uma versão cênica de Paulo Moraes, estará em cartaz no Theatro São Pedro de 16 a 18 de novembro, com sessões às 21h na sexta e no sábado, e às 20h, no domingo.

Acostumada a montagens que resultam na criação de uma dramaturgia própria, neste projeto a companhia se volta para um outro tipo de processo, onde o que mais interessa é o seu posicionamento sobre a narrativa, onde, partindo da obra fundamental de Shakespeare, a ideia é encontrar um Hamlet do nosso tempo, cheio de som e fúria, ressaltando aspectos da obra que dialogam com esse coquetel de filtros contemporâneos que vemos todos os dias jorrando nas grandes cidades do mundo.

Patrocinada pela Petrobras desde 2000, a Armazém Companhia de Teatro completou 30 anos de existência no final de 2017, travando um complexo diálogo criativo com um dos melhores materiais dramatúrgicos da história. Hamlet é o príncipe da Dinamarca. Apenas um mês separa a morte repentina e inexplicável de seu pai e o novo casamento de sua mãe. O príncipe tem visões de seu pai, que afirma que foi envenenado pelo irmão, e exige que Hamlet se vingue e mate o novo Rei (seu tio e padrasto). Hamlet se finge de louco para esconder seus planos, e vai perdendo o controle sobre sua própria realidade no meio deste processo. Ou seja, a invenção teatral do século XVI de um príncipe que fingia loucura e o espírito inflamado do nosso século entraram inevitavelmente em colisão. Já não há mais fingimento. A loucura de Hamlet tornou-se a loucura do mundo.

A história de Hamlet é a história da destruição de uma ordem estabelecida. Shakespeare representa a corte real dinamarquesa mergulhada em corrupção. Assassinato, traição, manipulação e sexualidade são as armas usadas na guerra para preservar o poder. No centro dessa história está Hamlet, um homem desesperadamente preocupado com a natureza da verdade, um homem notável que quer ser mais verdadeiro do que, provavelmente, é possível ser. E que exige do resto do mundo que sejam todos verdadeiros com ele. Mas é possível conhecer a si mesmo integralmente? É possível conhecer integralmente as pessoas a seu redor? Hamlet se fragmenta, nossa época o faz assim, um sujeito destrutivo, atormentado e letal.

“É importante tratar Shakespeare como se ele fosse um genial dramaturgo recém-descoberto com algumas coisas urgentes a dizer sobre a guerra, sobre a loucura do mundo e sobre nossos líderes políticos modernos”, comenta Paulo de Moraes que escreveu o roteiro das cenas antes de Maurício Arruda Mendonça fazer a tradução. “Maurício conseguiu uma poesia sem pompa, que comunica sem perder a beleza. E é grande mérito dos atores que essa poesia chegue rasgando, ela é língua, ela é corpo, ela é carne”, conclui o diretor.

Em cena, sete atores dão vida aos personagens de Shakespeare: Patrícia Selonk (Hamlet), Ricardo Martins (Claudius), Marcos Martins (Polonius), Lisa Eiras (Ofélia), Jopa Moraes (Laertes), Isabel Pacheco (Gertrudes) e Luiz Felipe Leprevost (Horácio). Em participação em vídeo, Adriano Garib é o Espectro.

Desde a estreia, em junho de 2017, no Rio de Janeiro, onde realizou quatro temporadas, Hamlet passou por São Paulo, Angra dos Reis, Aracaju, Curitiba, Fortaleza, Londrina, Natal, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Vitória, além de ter realizado duas apresentações no Festival Palco Giratório SESC, em Porto Alegre, no mês de maio. Aproximadamente 30 mil pessoas assistiram ao espetáculo nas mais de 120 apresentações realizadas até o momento.

Os ingressos custam R$ 50,00, com descontos de 50% no valor inteiro na compra de até 2 ingressos para a força de trabalho e clientes do Cartão Petrobras e já estão à venda na bilheteria do teatro e pelo site teatrosaopedro.com.br

 

Prêmios de Hamlet

Hamlet recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro 2017, na categoria de Melhor Iluminação, além de ter sido indicado nas categorias de Melhor Espetáculo, Direção, Cenografia, Iluminação, Figurino e Categoria Especial (pela Trilha Sonora Original). Também recebeu o Prêmio Shell 2017 de Melhor Cenário, além de indicações para Melhor Direção e Melhor Iluminação. No Prêmio APTR, o espetáculo recebeu os prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante (Lisa Eiras) e Melhor Cenário, além de indicações nas categorias de Melhor Espetáculo, Direção, Atriz, Iluminação e Figurino. Hamlet também recebeu o Prêmio Cenym 2017 de Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Melhor Companhia de Teatro.

 

O que disse a crítica

“A direção de Paulo de Moraes é de um artesanato criterioso. O primeiro ato reúne as características formais ampliadas numa sucessão de recursos surpreendentes. No segundo, o desenvolvimento da trama ganha o ritmo de um voo rasante. A cenografia de Carla Berri e Paulo de Moraes confere à caixa cênica a imponência de estrutura envidraçada, que se movimenta como anteparo de vilanias e abrigo de duelos. A iluminação de Maneco Quinderé define a coloração dramática de assassinatos e a luminosidade da maquinaria do palco com a autoridade de sua assinatura. O elenco está igualmente alinhado com a proposta vibrante do encenador.” (Macksen Luiz, Jornal O Globo)

 

“Em mais um grande acerto, a Armazém Companhia de Teatro equilibra com maestria o clássico e o contemporâneo nesta releitura da tragédia de Shakespeare. Patrícia Selonk dá uma aula de interpretação na pele do (quase) enlouquecido protagonista, muito bem acompanhada Lisa Eiras (Ofélia) e um amadurecido Jopa Moraes – que se desdobra em três papéis. Discretas referencias à realidade política do país também são muito bem exploradas.” (Renata Magalhães, Revista Veja Rio)

 

“Patrícia Selonk assina um Hamlet histórico, um desempenho monumental, construção de carne, afeto, razão desmedida, impossibilidade, flerte com o desejo humano desvairado de absoluto. A condição feminina faz parte da busca da contradição. Ela imprime ao personagem mais uma nota de oscilação e de incerteza sensível, fortalece a identificação do protagonista com a imagem patética do cidadão impotente do nosso tempo, a partir de uma intensa vibração afetiva subterrânea.” (Tânia Brandão, blog Folias Teatrais)

 

“A versão de Hamlet, da Armazém Companhia de Teatro, é um marco.” (Claudia Chaves, Jornal do Brasil)

 

“A montagem de Paulo de Moraes enfatiza não apenas a semelhança entre a Dinamarca da ficção e o Brasil atual, mas também o poder letal daqueles que conseguem superar a melancolia e o desespero e resolvem agir. E tal superação transcende o pessoal e se afigura como um gesto político. (…) além disso o encenador conseguiu extrair uma das mais brilhantes performances de Patrícia Selonk. Na pele de Hamlet, a atriz potencializa ao máximo toda a fragilidade e potência do personagem, tornando verossímeis tanto a melancolia e inércia do personagem no início quanto a fúria devastadora que o domina a partir do momento em que decide efetivamente agir. E no que se refere ao célebre monólogo ‘Ser ou não ser’, proferido em voz baixa e impregnado de uma dor que chega a ser exasperante, bastaria este breve e sublime momento para ratificar o que todos já sabem: Patrícia Selonk é uma das melhores intérpretes do país.” (Lionel Fisher, crítico e jurado dos prêmios APTR e Cesgranrio)

 

“A escolha de Patrícia Selonk para interpretar o príncipe vingador foi ousada e certeira. Ela se entrega por completo ao personagem e sua performance é marcada por muitas nuances, conseguindo transmitir as angústias e contradições de um indivíduo à sombra da memória (e do ódio) do pai. A Armazém consegue mostrar que Shakespeare é um autor essencialmente popular. Ele fala sobre o humano sem idealizações e não está confinado em uma torre de marfim que alguns críticos e estudiosos quiserem aprisioná-lo por séculos. Hamlet permanece atual porque a sombra da crueldade, da loucura, o questionamento do ser ou não ser, diz respeito à nossa natureza (ainda que muitas vezes queiramos negá-la).” (Márcio Bastos, Jornal do Commércio – Recife)

 

Sobre a Armazém Companhia de Teatro

Em 2018, a Armazém Companhia de Teatro segue apresentando sua versão de Hamlet em turnê nacional. Com mais de 40 prêmios nacionais no currículo, a companhia também foi premiada duas vezes no Festival Fringe de Edimburgo (na Escócia), com o prestigiado Fringe First Award (2013 e 2014) e no Festival Off de Avignon (na França), com o Coup de Couer de la Presse d’Avignon (2014).

A Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, em Londrina, em meio à efervescência cultural vivida pela cidade paranaense na década de 80 – de onde saíram nomes importantes no teatro, na música e na poesia. Liderados pelo diretor Paulo de Moraes, o senso de ousadia daqueles jovens buscando seu lugar no palco impregnaria para sempre os passos do grupo: a necessidade de selar um jogo com o seu espectador, a imersão num mundo paralelo, recriado sobretudo pela ação do corpo, da palavra, do tempo e do espaço.

Com sede no Rio de Janeiro desde 1998, a companhia acaba de completar 30 anos de formação. Graças ao patrocínio continuado da Petrobras, desde 2000, a companhia tem conseguido levar seu trabalho aos públicos mais variados, tanto do Brasil quanto do exterior. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas (com a criação de uma dramaturgia própria com ênfase nas relações do tempo narrativo) e formais (que se refletem na utilização do espaço, na construção da cenografia, ou nas técnicas utilizadas pelos atores para conviver com o risco de encenar em cima de um telhado, atravessando uma fina trave de madeira ou imersos na água), a questão determinante para a companhia segue sendo a arte do ator. Busca-se para o ator uma dinâmica de corpo, voz e pensamento que dê conta das múltiplas questões que seus espetáculos propõem. E a encenação caminha no mesmo sentido, já que é o corpo total do ator que a determina.

Apesar da construção de espetáculos tão díspares e complementares como A Ratoeira é o Gato (1993), Alice Através do Espelho (1999), Toda Nudez Será Castigada (2005) e O Dia em que Sam Morreu (2014), a Armazém Companhia de Teatro segue sua trajetória sempre investindo numa linguagem fragmentada, que ordene o movimento do mundo a partir de uma lógica interna. Essa lógica interna é a voz da Armazém, talvez a grande protagonista do mundo representacional da companhia.

 

Ficha técnica

HAMLET

Da obra de William Shakespeare

Montagem da Armazém Companhia de Teatro

Direção: Paulo de Moraes

Tradução: Maurício Arruda Mendonça

Elenco: Patrícia Selonk (Hamlet), Ricardo Martins (Claudius), Marcos Martins (Polonius), Lisa Eiras (Ofélia), Jopa Moraes (Laertes), Isabel Pacheco (Gertrudes) e Luiz Felipe Leprevost (Horácio)

Participação em Vídeo: Adriano Garib (Espectro)

Cenografia: Carla Berri e Paulo de Moraes

Iluminação: Maneco Quinderé

Figurinos: João Marcelino e Carol Lobato

Música: Ricco Viana

Preparação Corporal: Patrícia Selonk

Coreografias: Toni Rodrigues

Preparador de Esgrima: Rodrigo Fontes

Fotografias e Vídeos: João Gabriel Monteiro

Programação Visual: João Gabriel Monteiro e Jopa Moraes

Técnico de Palco: Regivaldo Moraes

Assistente de Produção: William Souza

Produção Executiva: Flávia Menezes

Produção em Porto Alegre: Aleteia Selonk e Ana Luisa Moura

Assessoria de Imprensa Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Produção: Armazém Companhia de Teatro

Patrocínio: Petrobras

 

HAMLET

Da obra de William Shakespeare

Montagem da Armazém Companhia de Teatro

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro s/n

De 16 a 18 de novembro

Sexta-feira e sábado, 21h

Domingo, 20h

Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada)

– desconto de 50% no valor inteiro na compra de até 2 ingressos para a força de trabalho e clientes do Cartão Petrobras

Duração: 140 minutos (incluindo 10 minutos de intervalo)

Classificação: 14 anos

Drama

Espetáculo Assobia e Chupa Cana é a atração deste domingo no Festival de Primavera Vivar no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro

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 Evento com entrada franca promove atividades gratuitas na concha acústica até dezembro

 

Porto Alegre, 29 de outubro de 2018 – O Festival de Primavera Vivar, que ocorre no Multipalco Eva Sopher Theatro São Pedro, recebe neste domingo, 04 de novembro, o espetáculo Assobia e Chupa Cana, integrando a 2ª Mostra de Circo do Multipalco.

O espetáculo mostra os saltimbancos Pinguinho & Serragem na batalha do dia a dia. Os irreverentes contadores de causos são ligados por uma grande amizade e cumplicidade. Juntos transformam as dificuldades que encontram pelo caminho em um grande espetáculo. Tuta Camargo e Rafael de Moura, que há mais de 10 anos se dedicam à atuação, pesquisa e ensino na arte da Palhaçaria, são os criadores da peça. A montagem teve pré-estreia em 2015, no Festival Palco Giratória SESC/RS, em Porto Alegre, e desde então tem realizado apresentações no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A apresentação gratuita inicia às 19h. Em novembro, o Festival promove no dia 18 o show do grupo 50 Tons de Pretas. Em dezembro, estão agendadas atividades no dia 2 com a 2ª Mostra de Teatro de Bonecos, e encerrando a programação no dia 16, Canto Livre.

O Festival tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse: http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/

Festival de Primavera Vivar

Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica

Sempre às 19h, com entrada franca

14/10 – Os Fagundes

21/10 – Orquestra Entracht

4/11 – 2ª Mostra de Circo: Espetáculo “Assobia e Chupa Cana”

18/11 – 50 Tons de Pretas

2/12 – 2ª Mostra de Teatro de Bonecos

16/12 – Canto Livre

  

Assobia e Chupa Cana

Rafael de Moura e Tuta Camargo iniciaram suas vidas como palhaços no Circo Teatro Girassol. Os dois, oriundos do teatro, participaram de muitos espetáculos, receberam prêmios por suas atuações em festivais como o Snard Azevedo e o Prêmio Tibicuera. Trabalharam com com diretores de diversas companhias como: Adriande Mottola (Cia Stravaganza), Camilo de Lélis, Adriane Azevedo, Zé Adão Barbosa entre outros. No circo, além da palhaçaria estudaram música, técnicas acrobáticas, malabares e expressão corporal. Tudo isto para realizar os muitos espetáculos do repertório do Girassol. Entre estes espetáculos destaca- se o Misto Quente e o Hipnotizador de Jacarés, que circula até os dias atuais. Com o desejo de aprofundar a relação dos dois e expandir a pesquisa na arte da palhaçaria, em 2015 surge o espetáculo “Assobia e Chupa Cana”, trabalho autoral que dá início a dupla Pinguinho & Serragem.

 

 

Espetáculo Causos do Coronel na imprensa

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Espetáculo Causos do Coronel – A Comédia Gaúcha na mídia

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Espetáculo Causos do Coronel – A Comédia Gaúcha na capa do caderno Panorama no Jornal do Comércio de hoje

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Orquestra Eintracht é a atração deste domingo no Festival de Primavera Vivar no Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro

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 Evento com entrada franca promove atividades gratuitas na concha acústica até dezembro

 

O Festival de Primavera Vivar, que ocorre no Multipalco Eva Sopher, recebe neste domingo, 21 de outubro, a Orquestra Eintracht. O evento promove atrações de música popular, samba, música de orquestra, teatro de bonecos, circo e música tradicionalista, durante seis domingos na concha acústica do local, com entrada franca, até dezembro.

“Andante”, espetáculo que será apresentado pela orquestra, se constrói olhando a cultura brasileira a partir de sua latinidade. O Brasil latino americano, o Brasil do afeto, da cor, da alegria, da fé, da intensidade. As obras dos artistas, Arthur Bispo do Rosário, Hélio Oiticica, Tunga e do Profeta Gentileza inspiram a incorporação das vivências populares, das experiências afetivas, das expressões e das práticas coletivas. O Brasil percorrido pelo ANDANTE não é geográfico nem temporal, mas sim, afetivo e plural.  ANDANTE também é o andamento musical que corresponde ao andar e a frequência cardíaca humana. É um tempo na música, é o pulsar na vida.

Com 27 instrumentistas, dois solistas, regência de Ademir Schmidt e direção de Fernando Ochôa, a orquestra de sopros executará 17 músicas, como as Bachianas de Heitor Villa Lobos, Maria Maria, de Milton Nascimento e Fernando Brandt, Podres Poderes, de Caetano Veloso, Apesar de Você de Chico Buarque, entre outras.

A apresentação gratuita inicia às 19h. Em novembro, o Festival promove nos dias 4 a 2ª Mostra de Circo com o espetáculo “Assobia e Chupa Cana”  e no dia 18, o show de 50 Tons de Pretas. Em dezembro, estão agendadas atividades no dia 2 com a 2ª Mostra de Teatro de Bonecos, e encerrando a programação no dia 16, Canto Livre.

O Festival de Primavera tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse: http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/

 

Festival de Primavera Vivar

Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica

Sempre às 19h, com entrada franca

14/10 – Os Fagundes

21/10 – Orquestra Entracht

4/11 – 2ª Mostra de Circo: Espetáculo “Assobia e Chupa Cana”

18/11 – 50 Tons de Pretas

2/12 – 2ª Mostra de Teatro de Bonecos

16/12 – Canto Livre

Orquestra Eintracht – Andante

REGÊNCIA: Ademir Schmidt – formou-se pela escola de música da Ospa, e é bacharel em Flauta Transversal pela UFRGS. Atualmente é professor de flauta transversal, teoria e percepção musical. É regente da Orquestra de Sopros Ivoti e  da Orquestra de Flautas Transversas do IPDAE. Participa da Orquestra Eintracht desde 1996 como 1º flautista e coordenador de naipe, assumindo a regência em 2014.

DIREÇÃO: Fernando Ochôa – Diretor, iluminador, ator, dublador e designer.   Bacharel em Direção Teatral pela UFRGS. Alterna trabalhos artísticos para teatro, ópera, dança, orquestras, shows musicais e exposições. Pós-graduado em Iluminação pelo IPOG. Reconhecimento Público: Prêmio Açorianos Melhor Iluminação: (1999), por “As Traças da Paixão”, (2003) por “A Força do Hábito” , (2006) por “Larvárias” e (2012) por “Padre Landell – o padre inventor” e “Sr. Kolpert”. (2016) por “O Método”. Prêmio Braskem Em Cena (2015) “As 4 Direções do Céu”. Prêmio Tibicuera Melhor Iluminação: (1999) por “O Menino Maluquinho 2000”, (2001) por “Do Outro Lado da Cerca”, (2005) por “Pé de Sapato”, (2006) por “A Tempestade e os Mistérios da Ilha”.

NARRADOR  / SOLISTA: Cláudio Veiga – Iniciou seus estudos em música no Instituto dos Meninos Cantores de Novo Hamburgo. De lá para cá, entre cursos e viagens, tem se apresentado nos EUA, Bélgica, Holanda e Alemanha, com violão e voz. Ganhador do Prêmio Açorianos, entre outros, que fazem parte de sua diversificada trajetória profissional. Participou dos grupos Caverá, do Grupo Cuidado Que Mancha, de teatro infantil, do Grupo De Pernas Pro Ar, de teatro, música e performance e do Batuque de Cordas, duo de música instrumental.

SOLISTA: Fernanda Voltz – Graduada pelo Curso de Licenciatura em Música do Instituto Ivoti. Integrante do Acústico Dama há 7 anos. Lançou um CD de Mantras chamado “Spiritual Guide” em setembro de 2015 e hoje realiza shows pelo Brasil em eventos de Desenvolvimento Pessoal, Espaços Holísticos e diversas áreas que percebam a música e o canto como elemento fundamental para elevar a energia das pessoas. É Professora de Canto de crianças e adultos, e seu método tem como foco a saúde vocal do cantor.

Ficha Técnica:

Coordenação de Projetos e Produção: Hebe Cardoso

Realização: Centro Cultural Eintracht

Regência: Ademir Schmidt

Direção: Fernando Ochôa

Assistente de Direção: Hebe Cardoso

Solistas: Cláudio Veiga e Fernanda Voltz

Roteiro: Hebe Cardoso, Carina Rippel e Fernando Ochôa

Arranjador: Davi Coelho

Engenheiro de Som: Thomas Dreher

Designer de Luz: Fernando Ochôa

Fotografia: Elson Sempé

Arte Gráfica: Bruna Ribeiro de Quadros

Montagem e apoio de palco: Miguel Bastos

REPERTÓRIO

Canção Indígena Licença poética

Cio da Terra Milton Nascimento e Chico Buarque

Bachiana 5 Heitor Villa Lobos Bachiana 2 Heitor Villa Lobos

Maria Maria  Milton Nascimento e Fernando Brant

O Canto das 3 Raças  Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro

Nem ouro nem prata Rui Maurity e José Jorge Miquinioty

Canção da Meia Noite / Flores Astrais  Zé Flávio / João Ricardo e João Apolinário

Sangue Latino João Ricardo e Paulinho Mendonça

Alegria, Alegria Caetano Veloso

Brasil  Cazuza / George Israel / Nilo Roméro

Podres Poderes Caetano Veloso

Apesar de Você Chico Buarque

Isso aqui ta bom demais / Xodó Dominguinhos e Nando Cordel / Dominguinhos e Anastácia

Frevo Mulher Zé Ramalho

Festa do Interior Moraes Moreira e Abel Silva

Vai Passar Francis Hime e Chico Buarque

 

Espetáculo Causos do Coronel – A Comédia Gaúcha na imprensa

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Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro recebe Festival de Primavera Vivar

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Evento com entrada franca promove atividades gratuitas na concha acústica a partir de 14 de outubro

 

A partir de domingo, 14 de outubro, o Multipalco Eva Sopher recebe o Festival de Primavera Vivar, que reunirá atrações de música popular, samba, música de orquestra, teatro de bonecos, circo e música tradicionalista, durante seis domingos na concha acústica do local, com entrada franca.

O evento receberá, sempre às 19h de cada quinzena, Os Fagundes, Orquestra Eintracht, 2ª Mostra de Circo Multipalco, 2º Encontro de Bonecos, 50 Tons de Pretas e Canto Livre. Abrindo a programação, a família mais musical do Rio Grande do Sul vai reunir clássicos do regionalismo brasileiro, além de apresentar os sucessos que são a marca de seu trabalho. Os Fagundes, formado por Bagre Fagundes (gaitinha e voz), Neto Fagundes (voz), Ernesto Fagundes (bombo leguero e voz) e Paulinho Fagundes (violão e guitarra) vão interpretar músicas que estão enraizadas na história do grupo, como: Origens, Galpão Crioulo e Canto Alegretense.

No dia 21 de outubro, o público poderá conferir a Orquestra de Sopros Eintracht, seguida da 2ª Mostra de Circo Multipalco (04/11), 2º Encontro de Bonecos (18/11), 50 Tons de Pretas (2/12) e encerrando, com o Canto Livre, no dia 16 de dezembro.

O Festival de Primavera tem patrocínio da Vivar e realização do Multipalco Eva Sopher, Associação Amigos do Theatro São Pedro, Theatro São Pedro e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Para mais informações, acesse: http://www.teatrosaopedro.com.br/multipalco/

Festival de Primavera Vivar

Multipalco Eva Sopher – Concha Acústica

Sempre às 19h, com entrada franca

14/10 – Os Fagundes

21/10 – Orquestra Entracht

4/11 – 2 Mostra de Circo Multipalco

18/11 – 2 Encontro de Bonecos

2/12 – 50 Tons de Pretas

16/12 – Canto Livre

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