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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Segunda temporada do espetáculo Só para mulheres… e homens também estreia em 03 de julho no Ocidente

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Montagem com direção de Zé Adão Barbosa e Carlota Albuquerque aborda temas do universo feminino

 

Volta a cartaz a partir de 03 de julho no Ocidente o espetáculo Só para Mulheres… e homens também, com direção de Zé Adão Barbosa e Carlota Albuquerque. Em cena quatro mulheres – Ana Maria Mainieri, Cristina Kerwaldt, Giovana de Figueiredo e Maria Bufrem – abordam temas como trabalho, amor, separação, TPM e sexo, através de dramaturgia original de Giovana de Figueiredo,  ao lado de textos de Sara Kane, Chico Buarque, Dario Fo, Elisa Lucinda, Brecht, entre outros, onde passeiam livremente entre o drama e a comédia, cantam, dançam e emocionam.

Além das quatro atrizes, a cada edição o espetáculo recebe convidadas que participam de um quadro de entrevistas. Estão confirmados os nomes da advogada Maria Berenice Dias (03/7), a jornalista Cris Silva (04/07), a cantora trans Valeria Houston (10/07), e a escritora Cláudia Tajes (11/07).

“Simone de Beauvoir disse que ‘não se nasce mulher, torna-se mulher’. A mulher contemporânea se aproxima cada vez mais de uma conquista definitiva de seu espaço real na sociedade. Este trabalho se debruça nas ideias de vários grandes escritores, homens e mulheres. Dedico à Ceny e Ely, minhas duas mães. Às minhas irmãs Ana, Vânia e Regina e a todas as amigas que me amam tanto e me fazem acreditar que as mulheres são os grandes pilares deste universo”, declara Zé Adão.

A direção musical é de Everton Rodrigues, cenografia e figurinos de Gustavo Dienstman, vídeos de Daniel Jainechine, desenho de luz de Ricardo Vivian e produção da Primeira Fila Produções.

As apresentações ocorrem às 20h nos dias 03, 04, 10 e 11 de julho, com ingressos a R$ 50,00, que podem ser adquiridos antecipadamente pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/soparamulheres e durante o almoço no Bar Ocidente. Nos dias de apresentação, os ingressos disponíveis estarão à venda na bilheteria uma hora antes do espetáculo. Mais informações:https://www.facebook.com/soparamulheresehomenstambem/

 

Roteiro e direção: Zé Adão Barbosa
Codireção e desenho de movimentos: Carlota Albuquerque
Direção musical: Everton Rodrigues
Elenco: Ana Maria Mainieri, Cristina Kerwaldt, Giovana de Figueiredo e Maria Bufrem
Textos: Bertold Brecht, Chico Buarque, Dario Fo, Elisa Lucinda, Giovana de Figueiredo, Maria Rezende, Marilyn Monroe, Paulo Pontes, Sarah Kane e Simone de Beauvoir.
Consultoria: Ângela Figueiredo
Cenografia e figurinos: Gustavo Dienstmann
Cenotécnica: Paulo Pereira e Titi Lopes
Assistente de figurino: Mari Falcão
Vídeos e Projeções: Daniel Jainechine
Iluminação: Ricardo Vivian
Tecnico de som: Jimi Melo
Assessoria de Imprensa: Assessoria Flor em Flor/ Bruna Paulin
Design Gráfico: Uou Design
Fotos de lançamento: Dulce Helfer
Assistente de produção: Jaques Machado
Produção: Daniela Mazzilli e Letícia Vieira
Coordenação de produção: Primeira Fila Produções

 

Só para Mulheres… E para homens também

Temporada de julho

03, 04, 10 e 11/07 – 20h

Bar Ocidente – João Telles Esquina Av. Osvaldo Aranha

Ingressos: R$ 50,00

Antecipados pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/soparamulheres e durante o almoço no Bar Ocidente. Nos dias de apresentação, os ingressos disponíveis estarão à venda na bilheteria uma hora antes do espetáculo.

Brava Gastrobar promove degustação harmonizada de vinhos e charcutaria artesanal

Smoked&Co_Divulgação

 

Evento ocorre na quarta, 03 de julho, com ingressos pelo sympla – https://bit.ly/2NpHMds

 

Porto Alegre, 26 de junho de 2019 – Na próxima quarta-feira, 03 de julho, às 19h30, o Brava Gastrobar promove o evento “Harmonizando: Vinhos e Charcutaria Artesanal”, que será comandado pela jornalista e sommelière Juliana Palma com produtos da Smoked&Co e rótulos da carta de vinhos do Brava.

O encontro proporcionará uma experiência de harmonização entre produtos diferenciados de charcutaria, produzidos artesanalmente pela Smoked&Co, como salmão defumado, prosciutto de pato, pastrami de língua, mortadela com pistache e filezinho com erva-mate e os rótulos Casa Marques Pereira Chardonnay, Espumante Marco Luigi Brut, Ventisqueiro Pinot Noir, Punto Final Rosé e Ferraton Cotes du Rhone Samorens.

Juliana Palma é jornalista especializada em marketing e enogastronomia, formada Sommelière Profissional pela ABS-RS. Os ingressos custam R$ 110,00 e devem ser adquiridos pelo Sympla – https://bit.ly/2NpHMds.

 

Brava Gastrobar – Inaugurado em abril de 2018, o empreendimento apresenta uma experiência gastronômica única: aquela noite de queijos e vinhos que normalmente costuma acontecer em casa, agora tem um lugar com ambiente ideal para ocorrer. As tábuas com queijos, charcutaria, pães, castanhas e outros acompanhamentos são as protagonistas. Com oito tipos diferentes de tábuas no cardápio, o público encontra produtos premium vindos do Brasil, Itália, Alemanha, França, Dinamarca, Espanha e Holanda, harmonizadas pelo sommelier Vinícius Santiago, com mais de 50 rótulos de vinhos e espumantes e cervejas artesanais da Heilige de Santa Cruz do Sul.

Durante o dia a casa oferece cardápio de sanduíches com os frios disponíveis e também levar para casa as tábuas e os produtos à parte, além das opções de risotos no almoço. Também é possível contratar o serviço de tábuas personalizadas para eventos. A casa funciona de segunda a quarta-feira das 11h às 22h e de quinta-feira a sábado das 11h à meia-noite no Pátio 24 (R. 24 de outubro n°1454). Mais informações: (51) 3307-4331 | facebook.com/BravaGastrobar

 

Juliana Palma é jornalista especializada em marketing e enogastronomia e sommelière profissional pela ABS-RS, Juliana Palma trabalha há seis anos nesse mercado. No fim de 2017, aproveitou a credibilidade alcançada como editora do Destemperados (Grupo RBS) para lançar a própria plataforma, que também se estende para temas como viagens e lifestyle. Com linguagem simples e explicativa, tem como objetivo compartilhar com seus leitores as dicas garantidas com suas experiências. http://jupalma.com.br

A Smoked&Co existe desde 2017 produzindo com ingredientes selecionados e muito amor envolvido diversos produtos de charcutaria artesanal. facebook.com/smokedandcocharcuterie

 

Harmonizando: Vinhos e Charcutaria Artesanal

03 de julho, quarta-feira, 19h30

Ingressos: R$ 110,00 – https://bit.ly/2NpHMds.

Sommelière Juliana Palma

Produtos Smoked&Co: Salmão defumado / Prosciutto de pato / Pastrami de língua / Mortadela com pistache / Filezinho com erva-mate

Rótulos: Vinho Casa Marques Pereira Chardonnay / Espumante Marco Luigi Brut/ Vinho Ventisqueiro Pinot Noir / Vinho Punto Final Rosé / Vinho Ferraton Cotes du Rhone Samorens

Brava Gastrobar – R. 24 de outubro n°1454

3º Prêmio AF de Arte Contemporânea divulga os selecionados

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Júri selecionou dez artistas que integram mostra coletiva que ocorre a partir de 23 de julho no porão do Paço Municipal

 

Porto Alegre, 24 de junho de 2019 – Foram divulgados na última quarta-feira, 19 de junho, os dez artistas selecionados do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2019. Em sua terceira edição, a premiação busca estimular a produção das artes visuais contemporâneas no Rio Grande do Sul, com a missão de dar apoio e incentivo para artistas em início de carreira. O evento é uma realização da Aliança Francesa Porto Alegre e Ministério da Cidadania através da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Timac Agro e apoio do Centre Intermondes e da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

O júri brasileiro, composto por Adriana Boff, Bruna Fetter, Diego Groisman, Paulo Miyada e Patrice Pauc, e o júri francês do Centre Intermondes representado por Edouard Mornaud e Flavie Monnierselecionaram os seguintes concorrentes: Alexandre Garbini de Nadal, Bruno Cesar Eder Giasson, Camila Proto, Francine Rocha Lasevitch, Henrique Fagundes Machado, Joana Burd, Letícia Arais Lopes, Marcelo Chardosim Fraga, Oendu de Mendonça e Vitória de Oliveira Macedo. A lista integra a Mostra Coletiva do 3º Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, que inaugura no dia 23 de julho, às 19h, no Porão do Paço da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (Praça Montevidéu, 10) com curadoria de Groisman.

Os três vencedores da edição 2019 foram Letícia Arais Lopes (1º lugar), Alexandre Garbini de Nadal, (2º lugar) e Marcelo Chardosim Fraga (3º lugar). Letícia foi premiada com uma residência artística de dois meses no Centre Intermondes, em La Rochelle, na França, com passagem e alojamento incluídos, um prêmio em dinheiro no valor de R$ 8.000,00 como incentivo à produção do artista, ajuda de custo para o período da estadia em La Rochelle de R$ 3.000,00, além de uma  bolsa de estudos na Aliança Francesa Porto Alegre. A residência está programada para os meses de agosto e setembro de 2019. O segundo e o terceiro lugar também serão premiados com bolsas de estudo na Aliança Francesa de Porto Alegre.

A exposição seguirá em cartaz com entrada franca até 04 de outubro.

Muovere Cia de Dança participa de festival no Equador

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 Coreógrafos Jussara Miranda e Diego Mac realizam a montagem Desvio Sinal com performers e atuador em residência em Guayaquil 

A Muovere Cia de Dança, de Porto Alegre, chega neste final de semana em Guayaquil, no Equador, para participar do festival Encuentros de Junio – Equador, que ocorre até 30 de junho, reunindo artistas e grupos de doze países. A companhia foi convidada pela organização do evento para desenvolver uma atividade de residência com artistas locais.

Durante os dias 22 a 24 de junho, os coreógrafos Jussara Miranda e Diego Mac desenvolvem a montagem Desvio Sinal com quatro performers e um atuador de Guayaquil, integrando a programação do Encontro Internacional de Dança que ocorre desde 1993. Concebido para a rua, a performance ocorre em faixas de segurança e inspirou-se em movimentos de pedestres e condutores de automóveis, tendo fidelizado os motes coreográficos eleitos pelo público internauta, em 2012.

Com Direção geral e coreográfica de Jussara e artística de Mac, que também é atuador e responsável pela trilha, Desvio Sinal tem dramaturgia assinada por Jezebel de Carli e os trajes criados por Daniel Lion. No Brasil conta com a colaboração dos bailarinos Juliana Rutkovski, Denis Gosch, Anitta Brusque e Didi Pedone. No Equador, a Muovere contará com a participação dos performers Maribel Carrión, Vanessa Saavedra, Michelle Castillo, Miguel Palacios e Mario Cabrera que fazem parte do Zona Escena com Jorge Parra Landázuri.

O Encuentros de Junio surge em 1993 como um encontro espontâneo com o objetivo de fomentar e difundir a linguagem da dança. Em 2019 recebe artistas e grupos dos Estados Unidos, México, Colômbia, Alemanha, República Dominicana, Cuba, França, Chile, Argentina, Canadá, Equador e Brasil. Organizado por um grupo de artistas independentes, é o mais importante do Equador. Desde então, vem criando espaços de diálogo entre artistas e público através de mostras artísticas, residências coreográficas e capacitação, reunindo linguagens estéticas de Cias de todo mundo e ocupando teatros, praças e espaços alternativos da cidade de Guayaquil.

As performances ocorrem no dia 24 de junho na Rua Pichincha com 9 de Octubre (15:00) e na Rua Bellén com Malecón (17:30), Guayaquil, Equador. A participação da Muovere no evento conta com apoio do Espaço N Porto Alegre e incentivo do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

Convocatória para Mostra Competitiva Brasil do Cine Esquema Novo 2019 – Arte Audiovisual Brasileira encerra em 30 de junho

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Inscrições através do link https://forms.gle/pFD4nWZukLxyNbu97

 

Porto Alegre, 19 de junho de 2019 – Encerram no domingo, 30 de junho, as inscrições para a Mostra Competitiva Brasil do Cine Esquema Novo 2019 – Arte Audiovisual Brasileira, que ocorrerá de 21 a 27 de novembro em Porto Alegre. A convocatória do CEN 2019 recebe inscrições a partir do link https://forms.gle/pFD4nWZukLxyNbu97  onde é possível acessar o regulamento e a ficha de inscrição.

Serão aceitos para a seleção trabalhos de qualquer duração ou formato, pensados para diferentes ambientes (cinema, galeria, entre outros) e realizados no Brasil (por brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil) ou ainda no exterior (por artistas brasileiros) finalizados a partir de 30 de junho de 2018. A Competitiva Brasil do CEN 2019 pretende apresentar um amplo panorama da recente produção autoral e independente do país e premiará ao final do evento o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2019 e até cinco Prêmios Especiais do Júri (o Júri Oficial poderá outorgar até cinco prêmios, de forma livre, dentre todas as obras em competição).

Em 2019, o Cine Esquema Novo chega a sua 13ª edição renovando a sua proposta de exibir e debater o audiovisual brasileiro em suas mais diversas vertentes. O festival segue buscando construir um espaço de diálogo entre obras, público e realizadores, focando em experiências audiovisuais inovadoras, criativas, surpreendentes e experimentais que, não necessariamente, se encaixem na lógica de um festival de cinema. “Através desta convocatória, buscamos trabalhos audiovisuais, independentemente se foram criados para circular em salas de cinema, exposições ou para serem performados ao vivo. O CEN é um evento que privilegia todo o audiovisual, esteja ele onde estiver”, declaram Alisson Ávila, Gustavo Spolidoro, Jaqueline Beltrame e Ramiro Azevedo, organizadores do festival.

Criado em Porto Alegre em 2003, o CEN já realizou, além de mostras competitivas, diversas seleções com produções fundamentais dentro da história do cinema experimental, além de oficinas, debates e seminários, fomentando a formação de público de Arte Audiovisual,  estimulando a produção na área e construindo um espaço de referência, proporcionando um rico intercâmbio entre realizadores, público e instituições. “Mais do que uma janela de exibição tradicional, nossa maior realização é ver o CEN como um evento de formação de público e desenvolvimento de projetos e realizadores”, afirmam os criadores do festival.  Nestes 16 anos, foram inúmeras parcerias com outros festivais, eventos e instituições, como Festival de San Sebastián (Espanha), Cine Humberto Mauro (MG), Goethe-Institut Porto Alegre (correalizador já há algumas edições), Arsenal Institut (Alemanha), Semana dos Realizadores (RJ), Bienal do Mercosul (RS), Bafici (Argentina), Fuso Lisboa e Temp d’Images (Lisboa), entre outros.

Ao longo de nossas edições, o CEN já exibiu trabalhos de Jonathas de Andrade, Ruy Guerra, Alumbramento, Cao Guimarães, Kiko Goifman, Paulo Brusky, Harmony Korine, Cinthia Marcelle, Luiz Roque, Cristiano Lenhardt, Rivane Neuenschwander, Distruktur, Steve McQueen, Beto Brant, Lírio Ferreira, Andrea Tonacci, Rogério Sganzerla, Felipe Bragança, Kléber Mendonça Filho, Helena Ignez, Barbara Wagner e Benjamin de Burca, Claudio Assis, Ricardo Alves Jr., Marina Meliande, Tavinho Teixeira, entre outros artistas que já cruzaram as 12 edições em mostras competitivas e informativas.

A novidade deste ano é que o evento promoverá mais uma atividade na programação: além das exibições das obras, oficinas e debates, o CEN 2019 contará com uma Rodada de Negócios, que será divulgada futuramente.

Com financiamento do edital SAV/MINC/FSA nº 11, 2018, o Cine Esquema Novo 2019 é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem e conta  com correalização do Goethe-Institut Porto Alegre e apoio da Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Municipal da Cultura através da Coordenação de Cinema e Audiovisual/Cinemateca Capitólio Petrobras . Mais informações, acesse: http://www.cineesquemanovo.org | http://www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cine_esquema_novo

Goethe-Institut e Aliança Francesa Porto Alegre promovem mostra sobre movimentos sociais e insurgências populares na Cinemateca Capitólio Petrobras

Uma Juventude Alemã

 Insurreição ocorre de 18 a 27 de junho e traz em sua programação filmes e debates sobre as relações entre os movimentos estudantis da década de 1960 e os protestos atuais

 

No exato momento em que as ruas do Brasil voltam a ser palco de grandes manifestações políticas, o Goethe-Institut e a Aliança Francesa Porto Alegre promovem de 18 a 27 de junho na Cinemateca Capitólio Petrobras, a mostra Insurreição, que conta com 17 filmes e três mesas de debate sobre as relações entre os movimentos sociais protagonizados por estudantes nas décadas de 1960 e 1970, em particular na Alemanha e na França, e as atuais formas de insurreição popular e desobediência civil.

Os 50 anos das revoltas estudantis de Maio de 1968, celebrados em 2018, a passagem do 30º aniversário da queda do Muro de Berlim e das revoltas estudantis na Praça da Paz Celestial de Pequim, ou ainda os 50 anos do levante de Stonewall, em Nova York, marco da luta pelos direitos da comunidade LGBT (todos comemorados em 2019), são acontecimentos que estimularam os organizadores a propor uma reflexão sobre a permanência dos movimentos de insurreição na sociedade contemporânea. Para tanto, o crítico e pesquisador de cinema Marcus Mello, curador da mostra, elegeu como ponto de partida o filme Uma Juventude Alemã, de Jean-Gabriel Périot, uma co-produção entre Alemanha e França que estreou na seção Panorama do Festival de Cinema de Berlim em 2015 e permanece inédita no Brasil.

Neste documentário, o diretor resgata, através de um riquíssimo material de arquivo, as origens estudantis do grupo Baader-Meinhof e suas relações com o movimento dos estudantes franceses que tomaram as ruas em maio de 1968, refletindo sobre os seus distintos desdobramentos históricos e sua repercussão internacional.

Através de uma seleção de filmes clássicos e outros de produção recente, Insurreição busca relacionar esses movimentos de revolta iniciados na Europa no final da década de 60 e ver como eles ainda reverberam nos dias de hoje, em particular com as ocupações de escolas por estudantes secundaristas no Brasil, reconhecido como um dos mais relevantes e inspiradores gestos de desobediência civil no cenário político atual. “Junte-se a isso outras manifestações recentes, como as ocupações urbanas protagonizadas pelo MTST, ou de grupos feministas radicais, como o ucraniano Femen, e teremos um atestado revelador de que os tempos atuais estão longe de poderem ser classificados como conformistas, existindo uma chama persistente de insatisfação e revolta na sociedade civil”, declara Mello.

Entre os destaques da programação, está a primeira exibição na cidade do documentário Espero Tua (Re)Volta, de Eliza Capai, sobre o movimento de ocupação das escolas em São Paulo, que ganhou o prêmio da Anistia Internacional no último Festival de Berlim. A diretora e a jovem ativista Marcela Jesus, uma das protagonistas do filme, estarão presentes na abertura da mostra, no dia 18, para sessão seguida de debate ao lado de Cacá Nazário, diretor do curta Secundas, que retrata o movimento de ocupações escolares em Porto Alegre.

Já controversa atuação do grupo terrorista Baader-Meinhof e suas repercussões na história recente da Alemanha está representada por um bloco de cinco filmes que trazem a visão de diretores alemães de diferentes gerações sobre as ações do grupo, também conhecido como Fração do Exército Vermelho: A Terceira Geração (1979), de Rainer Werner Fassbinder, Os Anos de Chumbo (1981), de Margarethe von Trotta, A Segurança Interna (2000), de Christian Petzold, e As Consequências do Crime (2015), de Julia Albrecht e Dagmar Gallenmüller, além de Alemanha no Outono (1978), produção coletiva assinada por dez diretores (Rainer Werner Fassbinder, Alf Brustellin, Hans Peter Cloos, Alexander Kluge, Maximiliane Mainka, Edgar Reitz, Katja Rupé, Volker Schlöndorff, Peter Schubert e Bernhard Sinkel), considerado um dos clássicos do cinema político alemão.

A programação inclui ainda produções inéditas no Brasil, como os documentários Morrer aos 30 Anos, de Romain Goupil (sobre Maio de 1968 e suas consequências), e A Assembleia, de Mariana Otero (sobre o movimento de organização social Nuit Debout, que eclodiu na França em 2016). Já a resistência dos movimentos em prol dos direitos homossexuais, está representada pela exibição de 120 Batimentos por Minuto, emocionante drama de ficção que resgata a história dos ativistas do Act Up na França, à época da eclosão da epidemia da Aids. Também da França vem a obra-prima Zero de Conduta (1933), de Jean Vigo, que mostra a ocupação de uma escola por alunos revoltados com a tirania de seus professores, na década de 1930 do século passado.

Ao lado do inédito Espero Tua (Re)Volta, os recentes movimentos de resistência e desobediência civil no Brasil estão representados por uma seleção de títulos que retratam desde as revoltas dos estudantes secundaristas, como Escolas em Luta, de Eduardo Consonni, Rodrigo T. Marques e Tiago Tambelli, e Rasga Coração, de Jorge Furtado, a mobilização dos trabalhadores sem teto (O Teto Sobre Nós, de Bruno Carboni, e Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé), e as grandes  manifestações de junho de 2013 (Operações de Garantia da Lei e da Ordem, de Julia Murat e Miguel Antunes Ramos).

A mostra também conta com três debates. O primeiro deles, na abertura da mostra em 18 de junho, reúne os diretores Eliza Capai e Cacá Nazário e a ativista Marcela Jesus. Já no dia 24, às 19h, o diretor Jorge Furtado debate o seu filme Rasga Coração, ao lado da cientista política Céli Pinto, no Auditório do Goethe-Institut Porto Alegre. Finalmente, no dia 27 de junho, a cineasta Liliana Sulzbach e a cientista política Silvana Krause, discutem o documentário Uma Juventude Alemã, no encerramento da mostra, na Cinemateca Capitólio Petrobras, às 19h30.

Os ingressos custam R$ 10,00 para as sessões na Cinemateca Capitólio Petrobras, com bilheteria aberta 30 minutos antes das sessões. A Cinemateca Capitólio Petrobras fica na Rua Demétrio Ribeiro 1085 – Esq. com Borges de Medeiros. A sessão de Rasga Coração no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre tem entrada franca e distribuição de senhas uma hora antes da sessão.

 

FILMES DA PROGRAMAÇÃO

Uma Juventude Alemã (Une Jeunesse Allemande), de Jean-Gabriel Périot (França/Suíça/Alemanha, 2015, documentário, 93 minutos).

No final da década de 1960, a geração do pós-guerra alemão, desiludida pelo capitalismo anticomunista, se revoltava. O protesto contra o Estado levou à fundação da Fração do Exército Vermelho (RAF). O documentário de Jean-Gabriel Périot descreve, sem comentários, a transformação gradual e a crescente politização da era RAF, das suas origens estudantis até chegar à resistência armada, comparando o movimento dos estudantes alemães e seus desdobramentos com o movimento de Maio de 1968 na França. Exibição em HD.

 

Espero Tua (Re)Volta, de Eliza Capai (Brasil, 2019, documentário, 90 minutos).

Quando a crise se aprofundou no Brasil, os estudantes saíram às ruas e ocuparam escolas protestando por um ensino público de qualidade e uma cidade mais inclusiva. O documentário de Eliza Capai acompanha as lutas estudantis desde as marchas de 2013 até a vitória do presidente Jair Bolsonaro em 2018. Inspirada pela linguagem do próprio movimento, o filme é conduzido pela locução de três estudantes, representantes de eixos centrais da luta, que disputam a narrativa, explicitando conflitos do movimento e evidenciando sua complexidade. Ainda inédito nos cinemas, o filme de Eliza Capai ganha sua primeira exibição em Porto Alegre. Prêmio da Anistia Internacional no último Festival de Berlim. Exibição em DCP.

 

Alemanha no Outono (Deutschland im Herbst), de Rainer Werner Fassbinder, Alf Brustellin, Hans Peter Cloos, Alexander Kluge, Maximiliane Mainka, Edgar Reitz, Katja Rupé, Volker Schlöndorff , Peter Schubert e Bernhard Sinkel (Alemanha, 1978, 123 minutos).

Filme formado por diferentes episódios, assinados por um grupo de diretores que inclui alguns dos nomes mais importantes do cinema alemão do pós-guerra, como Alexander Kluge, Rainer Wener Fassbinder, Edgar Reitz, Volker Schlöndorff e Hans Peter Cloos. O filme cobre o período de dois meses no ano de 1977, quando um empresário foi raptado e posteriormente morto pela Fração do Exército Vermelho, grupo terrorista de esquerda cujas ações convulsionaram a opinião pública alemã na década de 1970. Após essa operação frustrada, três líderes do movimento, Andreas Baader, Gudrun Ersslin e Jean-Carl Rasper, teriam cometido suicídio na prisão de Stammheim. O filme inclui raras imagens do funeral de Baader, Ersslin e Rasper, e a participação de intelectuais como os escritores Heinrich Böll e Max Frisch e dos cineastas Margarethe von Trotta, Rainer Werner Fassbinder e Volker Schlöndorff. Exibição em HD.

 

A Terceira Geração (Die Dritte Generation), de Rainer Werner Fassbinder. Com Margit Carstensen, Hanna Schygulla, Eddie Constantine, Bulle Ogier, Udo Kier e Hark Bohm (Alemanha, 1979, 111 minutos).

Uma comédia de humor negro sobre as atrapalhadas ações de um grupo de terroristas clandestinos. Polêmica visão de Fassbinder em relação à atuação da Fração do Exército Vermelho na Alemanha, o filme provocou reações extremas na época de seu lançamento, incluindo o espancamento de um projecionista em Hamburgo e a invasão de um grupo de jovens a um cinema em Frankfurt, que tentaram destruir a sua cópia com ácido. Condenado a um longo período de invisibilidade, e ofuscado pelo sucesso de outras produções do prolífico diretor Fassbinder, este filme debochado e anárquico somente seria redescoberto em meados dos anos 2000, quando reestreou nos cinemas alemães e pode ter suas virtudes finalmente reconhecidas. Exibição em HD.

 

Os Anos de Chumbo (Die Bleierne Zeit), de Margarethe von Trotta. Com Jutta Lampe, Barbara Sukowa, Rüdiger Vogler e Luc Bondy (Alemanha, 1981, 106 minutos).

Filhas de um rígido pastor protestante, as irmãs Juliane (Jutta Lampe) e Marianne (Barbara Sukowa) se afastam da severidade religiosa de seu ambiente familiar para militarem na luta pelos direitos das mulheres. Enquanto Juliane se torna uma jornalista engajada, sua irmã passa a integrar uma organização terrorista. Quando Marianne é presa, Juliane decide ajudar a irmã, apesar das diferenças de opinião que ambas têm em relação aos limites de seu comprometimento político. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, onde conquistou também o prêmio de melhor atriz para Jutta Lampe e Barbara Sukowa, este impactante drama de Margarethe von Trotta foi incluído pelo diretor sueco Ingmar Bergman na lista de seus filmes favoritos. Exibição em HD.

 

A Segurança Interna (Die Innere Sicherheit), de Christian Petzold. Com Julia Hummer, Barbara Auer, Richy Müller, Bilge Bingül e Bernd Tauber (Alemanha, 2000, 106 minutos).

Um casal de ex-terroristas alemães vive na clandestinidade em Portugal, na companhia de sua rebelde filha adolescente. Com roteiro co-assinado por Harun Farocki, foi o filme que revelou o cineasta Christian Petzold, um dos grandes nomes do cinema alemão contemporâneo, atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros com Em Trânsito. Vencedor do troféu de melhor filme do ano no Deutscher Filmpreis, a principal premiação do cinema alemão. Exibição em HD.

 

As Consequências do Crime (Die Folgen der Tat), de Julia Albrecht e Dagmar Gallenmüller (Alemanha, 2015, documentário, 80 minutos).

Após 37 anos do assassinato de Jürgen Ponto, diretor do Dresdner Bank, por um grupo terrorista, as diretoras Julia Albrecht e Dagmar Gallenmüller investiga o envolvimento de sua irmã Susanne Albrecht neste crime, que provocou traumas profundos tanto entre os familiares de Ponto quanto na sua própria família. Um documentário corajoso e altamente pessoal, que investiga os efeitos de fatos históricos recentes na vida de indivíduos comuns. Exibição em HD.

 

Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé. Com Carmen Silva, Isam Ahmad Issa, Suely Franco, José Dumont e Gabriel Tonin (Brasil, 2016, 93 minutos).

No centro de São Paulo, o prédio do antigo Hotel Cambridge é ocupado por trabalhadores sem moradia. Através de uma hábil combinação entre documentário e ficção, a diretora Eliane Caffé produz um contundente retrato sobre os movimentos de ocupação dos trabalhadores sem-teto, o MTST, no Brasil, descrevendo sua organização e seus embates contra o Estado. Exibição em DCP.

 

Operações de Garantia da Lei e da Ordem, de Julia Murat e Miguel Antunes Ramos (Brasil, 2017, documentário, 83 minutos).

As manifestações que ocorreram no Brasil entre junho de 2013 e julho de 2014 estão no centro do documentário de Julia Murat e Miguel Antunes Ramos, que trabalha exclusivamente com material de arquivo. A abordagem tradicionalista dos grandes meios de comunicação e a cobertura alternativa das mídias independentes são comparadas e exploradas, evidenciando as suas diferenças e a posição do observador e do observado em cada uma delas. Ao propor um olhar sobre reportagens de televisão, materiais gravados por jornalistas e cineastas que acompanharam as manifestações e mídias alternativas (como a cobertura do coletivo Mídia Ninja), a dupla de diretores busca encontrar as relações internas às imagens, apresentando esses documentos produzidos no calor da hora sem hierarquização entre as diferentes fontes. Um filme de arquivo tenso e urgente, no qual a edição provoca novas relações entre imagem e discurso. Exibição em DCP.

 

Escolas em Luta, de Eduardo Consonni, Rodrigo T. Marques e Tiago Tambelli (Brasil, 2017, documentário, 77 minutos).

Em São Paulo, alunos secundaristas reagem ao decreto oficial que determina o fechamento de 94 escolas da rede pública e a realocação dos alunos. A resposta estudantil surpreende. Em poucos dias, por meio de redes sociais e aplicativos, eles organizam uma reação em uma verdadeira Primavera Secundarista – algo completamente inédito no país –, ocupando 241 escolas e saindo às ruas para protestar. O estado decreta guerra aos estudantes. Exibição em DCP.

 

Zero de Conduta (Zéro de Conduite), de Jean Vigo. Com Jean Dasté, Robert le Flon, Louis Lefebvre, Delphin e Gilbert Prouchon (França, 1933, 47 minutos).

Um grupo de estudantes ocupa sua escola para protestar contra a tirania de seus professores. Clássico de Jean Vigo realizado na década de 30, este média-metragem é considerado uma autêntica celebração da revolta e da insubordinação, e durante anos esteve proibido na França. Um filme maldito, de um diretor maldito, que somente teria seu talento reconhecido após a sua morte. Exibição em HD.

 

Morrer aos 30 Anos (Mourir à 30 Ans), de Romain Goupil (França, 1982, documentário, 95 minutos).

Após o suicídio de seu amigo Michel Récanati, o cineasta Romain Goupil se interroga a respeito de seu passando militante na extrema esquerda da CAL (Comités d’Action Lycéens). Ele insere em meio a imagens de assembleias gerais e manifestações em torno de 1968, documentos íntimos e depoimentos de antigos companheiros que partilharam desse momento. Através de um documentário de tom comovedoramente pessoal, Goupil traça o retrato de uma geração. Vencedor da Caméra d’Or no Festival de Cannes em 1982. Exibição em HD.

 

A Assembleia (L’Assemblée), de Mariana Otero. França, 2017, documentário, 99 minutos.

Em 31 de março de 2016, na Praça da República em Paris, nasce o movimento Nuit Debout. Durante mais de três meses, pessoas de todos os horizontes experimentaram a invenção de uma nova forma de democracia. Como falar juntos sem falar de uma só voz? Eis a pergunta colocada pelo movimento, ao qual a diretora Mariana Otero procura dar voz, neste documentário inédito nos cinemas brasileiros. Exibição em HD.

 

120 Batimentos por Minuto (120 Battements par Minute), de Robin Campillo. Com Nahuel Pérez Biscayart, Arnaud Valois, Adèle Haenel e Antoine Reinartz (França, 2017, 143 minutos).

A organização dos movimentos LGBT na França no começo da década de 80, a fim de garantir aos portadores do vírus da Aids tratamento de saúde digno e recursos para as pesquisas na área médica. Grande Prêmio do Júri e vencedor da Queer Palm no Festival de Cannes de 2017. Exibição em DCP.

 

Rasga Coração, de Jorge Furtado. Com Marco Ricca, Drica Moraes, Chay Suede, George Sauma, João Pedro Zappa e Luisa Arraes (Brasil, 2018, 113 minutos).

Após 40 anos de militância, Manguary Pistolão (Marco Ricca) vê o filho (Chay Suede) acusá-lo de ser um conservador, revivendo o mesmo conflito que teve com seu pai (Nelson Diniz) na juventude. Elogiada adaptação de Jorge Furtado para o texto de Oduvaldo Vianna Filho, um clássico da dramaturgia brasileira. Sessão única no Auditório do Goethe-Institut, seguida de debate com o diretor Jorge Furtado e a professora e cientista política Céli Pinto. Exibição em HD.

 

Secundas, de Cacá Nazário (Brasil, 2017, documentário, 20 minutos).

“Uma fagulha pode incendiar uma pradaria”. O conhecido provérbio chinês ilustra a dimensão tomada pelo movimento de ocupação das escolas brasileiras pelos estudantes secundaristas, que se alastrou pelo Brasil em 2016. O empolgante documentário de Cacá Nazário acompanha as repercussões e desdobramentos da ação política desses jovens estudantes nas escolas de Porto Alegre. Prêmio de melhor curta-metragem gaúcho no Festival de Gramado em 2017. Exibição em DCP.

 

O Teto Sobre Nós, de Bruno Carboni. Com Cosme RodriguesFrancisco GickSilvana Rodrigues (Brasil, 2015, 22 minutos).

Ocupantes de um prédio abandonado recebem a notícia de que podem ser despejados a qualquer momento. Enquanto Anna tenta lidar com a notícia, ela se depara com um misterioso homem deitado em sua cama. Prêmio de melhor direção no Festival de Gramado em 2015. Exibição em DCP.

 

 

GRADE DE HORÁRIOS

18 a 27 de junho de 2019 

 

18 de junho (terça-feira)

16:00 – O Teto Sobre Nós + Era o Hotel Cambridge

18:00 – Zero de Conduta

19:00 – Secundas + Espero Tua (Re)Volta, sessão seguida de debate com os diretores Cacá Nazário e Eliza Capai e a ativista Marcela Jesus

 

19 de junho (quarta-feira)

16:00 – As Consequências do Crime

18:00 – Os Anos de Chumbo

20:00 – Morrer aos 30 Anos

 

20 de junho (quinta-feira)

16:00 – Operações de Garantia da Lei e da Ordem

18:00 – 120 Batimentos por Minuto

20:30 – Uma Juventude Alemã

 

21 de junho (sexta-feira)

16:00 – A Segurança Interna

18:00 – A Assembleia

20:00 – Secundas + Escolas em Luta

 

22 de junho (sábado)

16:00 – Morrer aos 30 Anos

18:00 – Os Anos de Chumbo

20:00 – A Terceira Geração

 

23 de junho (domingo)

16:00 – Uma Juventude Alemã

18:00 – O Teto Sobre Nós + Era o Hotel Cambridge

20:00 – Alemanha no Outono

 

24 de junho (segunda-feira)

19:00 – Rasga Coração, sessão seguida de debate com o cineasta Jorge Furtado e a professora e cientista política Céli Pinto, no Auditório do Goethe-Institut Porto Alegre – ENTRADA FRANCA

 

25 de junho (terça-feira)

16:00 – Morrer aos 30 Anos

18:00 – A Segurança Interna

20:00 – Secundas + Escolas em Luta

 

26 de junho (quarta-feira)

16:00 – Os Anos de Chumbo

18:00 – A Assembleia

20:00 – Secundas + Zero de Conduta

 

27 de junho (quinta-feira)

16:00 – As Consequências do Crime

18:00 – Operações de Garantia da Lei e da Ordem

19:30 – Uma Juventude Alemã, sessão seguida de debate com a cineasta Liliana Sulzbach e a cientista política Silvana Krause

 

 

MOSTRA INSURREIÇÃO

18 a 27 de junho de 2019

Cinemateca Capitólio Petrobras

(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico – Porto Alegre)

Entre os dias 18 e 27 de junho de 2019

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

 

Auditório do Goethe-Institut

(Rua 24 de Outubro, 112 – Independência – Porto Alegre)

Dia 24 de junho de 2019, às 19 horas

 

Exibição e debate do filme Rasga Coração, de Jorge Furtado

(entrada franca)

 

Realização:

 Goethe-Institut Porto Alegre

 Aliança Francesa de Porto Alegre

 

Sessão Acessível de junho na Cinemateca Capitólio Petrobras traz o longa “Diamantino”, no sábado, dia 22

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Atividade integra a programação especial com 26 atividades com patrocínio master da Petrobras e produção cultural da Fundacine e Prefeitura Municipal de Porto Alegre

 

Porto Alegre, 06 de junho de 2019 – No sábado, 22 de junho, o público poderá conferir a terceira das dez sessões acessíveis que integram a programação especial da Cinemateca Capitólio Petrobras com patrocínio master da Petrobras e produção cultural da Fundacine e Prefeitura Municipal de Porto Alegre, através da Coordenação de Cinema e Audiovisual da Secretaria da Cultura. O filme Diamantino, dirigido por Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, será exibido com sessão gratuita, às 14h. A atividade terá interpretação em Libras feita pela Ovni Acessibilidade Universal, parceira cultural do projeto.

Diamantino foi o Grande Prêmio da Semana da Crítica de Cannes 2018, e é uma coprodução entre Portugal, França e Brasil. Com inspirações no ensaio do escritor norte-americano David Foster Wallace sobre o tenista Roger Federer e no mítico Cristiano Ronaldo, a trama traz o jogador de futebol Diamantino (Carloto Cotta) no centro da história. Depois de ser responsabilizado por um dos maiores fracassos da história recente do futebol português, o jogador resolve deixar os campos. Em crise, ele resolve fazer uma série de coisas em busca de um novo propósito na vida, entre elas, a adoção de um refugiado. Enquanto embarca nessa odisseia, as irmãs gêmeas do jogador tramam para continuarem lucrando às custas do seu talento nas quatro linhas. Rodado em Portugal, o filme trata de maneira bem-humorada assuntos da atualidade, como o culto à celebridade, o crescimento da extrema direita e a crise dos refugiados.

As sessões acessíveis da Programação Especial 2019 da Cinemateca Capitólio Petrobras contam com legendagem descritiva, audiodescrição e libras. Além desta atividade, o projeto engloba oito mostras de cinema, quatro eventos “Noites na Cinemateca”, duas masterclasses e duas exposições relacionadas ao acervo da Cinemateca. A Cinemateca Capitólio Petrobras conta, em 2019, com o Projeto Cinemateca Capitolio Petrobras – Programação Especial 2019, aprovado na Lei Rouanet/ Governo Federal, realizado pela Fundação Cinema do RS – Fundacine e possui patrocínio master da Petrobras.

“O projeto como um todo reforça a vocação da Cinemateca como um espaço de cinefilia e reflexão crítica do cinema clássico e contemporâneo e como um local de referência na preservação do audiovisual garantindo a difusão do seu acervo ao público. Estamos também muito felizes com a realização da programação acessível que vem ampliar a democratização do acesso à Cinemateca garantindo a inclusão de pessoas com deficiências”, afirma Andreia Vigo, Diretora da Cinemateca Capitólio Petrobras.

A bilheteria abre 30 minutos antes da sessão, para distribuição de senhas. A Cinemateca Capitólio Petrobras fica na Rua Demétrio Ribeiro 1085 – Esq. com Borges de Medeiros. Mais informações (51) 3289 7453 | http://www.capitolio.org.br | facebook.com/cinemateca.capitolio

 

Sobre o filme

Sinopse:

Diamantino, o maior jogador de futebol do mundo, perde seu talento e encerra sua carreira em desgraça. Em busca de um novo propósito na vida, o ícone internacional embarca numa odisseia delirante, onde ele enfrenta o neofascismo, a crise dos refugiados, mutações genéticas, e a busca pela origem de seu gênio.

 

Ficha Técnica:

direção: Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt

produzido por: Daniel van Hoogstraten, Justin Taurand e Maria João Mayer

produtora: Maria & Mayer (Portugal) / Les Films du Belier (França)

coprodução: Syndrome Films (Brasil)

roteiro: Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt

elenco: Carloto Cotta, Cleo Tavares, Anabela Moreira, Margarida Moreira, Joana Barrios, Maria Leite

direção de fotografia: Charles Ackley Anderson

direção de arte: Bruno Duarte e Cypress Cook

montagem: Raphaëlle Martin-Holger

edição de som: Daniel Turini e Fernando Henna

mixagem: Benjamin Viau

música original: Ulysse Klotz & Adriana Holtz

 

 

 

 

Projeto Concha traz Tássia Reis para edição de junho

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Show marca o pré-lançamento do disco da artista e ocorre na sexta-feira, 14 de junho, no Agulha, localizado em Porto Alegre (RS)

Ingressos à venda no link – http://bit.ly/tassianoconcha

Porto Alegre, 03 de junho de 2019 – A edição de junho do Projeto Concha 2019 promove o pré-lançamento do novo álbum de Tássia Reis, com show na sexta-feira, 14 de junho, no Agulha.

O show integra a programação do projeto que este ano conta com o patrocínio do Natura Musical e promove, além de apresentações de cantoras e compositoras brasileiras, uma residência artística de quinze artistas, que ocorre de abril a dezembro.

Com letras fortes e beats pesados, Tássia traz voz para questões, constantemente silenciadas, e por conta disso virou referência na cena nacional. ”Ansiejazz”, single do próximo disco, traz em suas referências ninguém menos que Erykah Badu e Hiatus Kayote. “Para a abertura da noite, convidamos a poeta, slammer e MC, B.art, para mostrar seus sons em primeira mão”, conta Alice Castiel, curadora do projeto.

O Projeto Concha foi selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2018 com com Financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul. “Coletivos como o Projeto Concha ampliam a voz de movimentos que buscam maior representatividade dentro e fora do mercado musical”, afirma Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. “De uma forma geral, os coletivos promovem impacto cultural, social e econômico que multiplica o alcance de um patrocínio. A gente investe no coletivo e toda uma rede de pessoas conectada a ele também são impactadas de forma positiva”, completa.

Os ingressos custam entre R$ 25,00 e R$ 80,00 e podem ser adquiridos pelo sympla – http://bit.ly/tassianoconcha ou no local, no dia do show, mediante disponibilidade.

Protagonismo no palco

O Projeto Concha é uma iniciativa independente, criada em 2018 pela produtora cultural Alice Castiel. Ao analisar o mercado musical, tanto localmente como em eventos nacionais dos quais participou, ela notou a quantidade e a diversidade de mulheres produzindo, compondo, tocando instrumentos e cantando, mas que muitas vezes, apesar do talento, não tinham acesso a selos, gravadoras ou à programação de festivais. “Em Porto Alegre ou em qualquer cidade do Brasil, a oferta dos principais palcos é majoritariamente protagonizada por homens”, afirma. Como contraponto, Alice propôs uma programação que apresentasse exclusivamente o trabalho de mulheres, a fim de chamar atenção para o que é produzido e muitas vezes ignorado ou preterido pelo circuito oficial da música.

Nas 11 edições do projeto, realizadas no bar Agulha, em Porto Alegre, o público lotou a casa para conhecer o trabalho de mais de 20 mulheres, em apresentações de artistas locais e também de criadoras com projeção na cena nacional, criando um espaço de visibilidade e troca de referências musicais, amparado por uma rede de apoio entre mulheres e conteúdo profissionalizante. Já participaram artistas como Letrux, Juçara Marçal, Luedji Luna, Labaq, Xênia França, Maria Beraldo, Larissa Luz, Juliana Perdigão, intervenções poéticas de Angélica Freitas, Mel Duarte, Luna Vitrolira, Crystal Rocha e as atrações locais Saskia, Raquel Leão, Veña, Pâmela Amaro, Thays Prado, As Aventuras e até uma banda se formou especialmente para uma edição do Concha, batizada de Enxame.

Para mais informações, acesse: facebook.com/projetoconchapoa

Sobre Natura Musical

Natura Musical é a principal plataforma de patrocínio da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu R$ 132 milhões no patrocínio de 418 projetos – entre CDs, DVDs, shows, livros, acervos digitais e filmes. O último edital do programa neste ano selecionou 50 projetos em todo o Brasil, entre artistas, bandas e coletivos. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do país e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais.

A plataforma digital do programa leva conteúdo inédito sobre música e comportamento para mais de meio milhão de seguidores nas redes sociais. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente para a rica e pulsante produção musical brasileira.

 

SERVIÇO

Projeto Concha apresenta Tássia Reis

Sexta-feira, 14 de junho de 2019

Local: Agulha – Rua Conselheiro Camargo, 300

Horários: O bar abre às 19h e a apresentação começa pontualmente às 22h

 

Ingressos (à venda  no sympla – http://bit.ly/tassianoconcha)

Lote Promocional limitado – R$ 25 – apenas online;

 

1º lote Solidário* / Meia-entrada** – R$ 30 – na internet (com opção de boleto bancário);

 

2º lote Solidário*  e na Hora/ Meia-entrada**  – Solidário* / Meia-entrada** – R$ 40

 

* Solidário – Valor reduzido, com a doação de 1kg de alimento não perecível ou itens de higiene pessoal, disponível para qualquer pessoa. As doações deverão ser entregues no Agulha, no momento da entrada ao evento.

** Meia-entrada – Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados na Lei Federal 12.933/13.

*** Valores de inteira: R$ 60 e R$ 80

Primeira edição do Quinta Blues ocorre nesta quinta, 06 de junho, no UM Bar&Cozinha

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Noite com o guitarrista Fernando Noronha estreia uma novidade na programação musical da casa

 

Nesta quinta-feira, 06 de  junho, às 19h30, o UM Bar&Cozinha promove uma novidade em sua programação musical: além dos já consolidados Quarta com Bossa e UM Piano Bar&Cozinha, que ocorre aos  sábados, o chef Carlos Kristensen e a restaurantrice Luciane Pacheco lançam a Quinta Blues, que contará com Fernando Noronha, um dos maiores guitarristas do gênero no país.

Fernando Noronha é um dos maiores guitarristas de blues do Brasil. Ao longo de sua trajetória musical, Noronha se destacou na cena mundial do blues, realizou diversas turnês pela América Latina, dez turnês europeias e duas nos EUA e Canadá. Desde 1995, Fernando Noronha & Black Soul tem viajado por todos os maiores festivais de Blues e Jazz pelo mundo, como o Montreal Jazz Festival no Canadá, Augusti Blues Festival na Estônia e Santiago International Jazz Festival no Chile.

A ideia, segundo o casal que comanda o UM, é que a noite de blues tenha edições mensais no restaurante, que já promove uma intensa programação mensal de música no local, destacando nomes como Anaadi, Andrea Cavalheiro, Rê Adegas e Adriana Defentti, entre outras cantoras.

O Couvert Artístico é R$ 25,00 e as reservas devem ser feitas pelo telefone (51) 3239.6751. O UM fica na Av. Mariland, 1388. Para mais informações acesse: facebook.com/ umbarecozinha ou instagram @umbarecozinha

 

Quinta Blues – com Fernando Noronha

06 de junho, 19h30

Couvert Artístico: R$ 25,00

Reservas (51) 3239.6751

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