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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Categoria

Artes

6º Kino Beat na imprensa

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6ª edição do Kino Beat – Arte em Movimento na coluna Vida Social de Eduardo Bins Ely do Jornal do Comércio

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Sarau da Clara Corleone recebe Ana Luiza Azevedo e Otto Guerra na quinta, 16 de janeiro

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Primeira edição de 2020 traz o tema “Cena de cinema” e ocorre no Von Teese

 

Nesta quinta-feira, 16 de janeiro, às 20h30, o Von Teese recebe a primeira edição 2020 do Sarau da Clara Corleone. O evento literário traz a cada edição um tema que pauta os textos lidos por Clara e as personalidades que participam. O de janeiro será “Cena de cinema”. Dividem o sofá do Von Teese com a anfitriã os diretores Ana Luiza Azevedo e Otto Guerra.

O evento da escritora e atriz já recebeu nomes como Martha Medeiros, Claudia Tajes, Jorge Furtado, Luisa Geisler, Manuela D’Ávila, Fernanda Melchionna, Katia Suman, Carol Anchieta, Roger Lerina, Mirna Spritzer, Paulo Germano, entre outros, e ocorre no local desde 2017.

O “Sarau da Clara Corleone – Cena de Cinema” inicia às 20h30 com couvert de R$ 10,00 (em dinheiro) ou R$ 15,00 (em cartão). O Von Teese fica na Rua Bento Figueiredo 32.

 

Sarau da Clara Corleone

“Cena de cinema” com Ana Luiza Azevedo e Otto Guerra

16 de janeiro, quinta-feira, às 20h30

Couvert a R$ 10,00 em dinheiro// R$ 15,00 em cartão

Von Teese – Rua Bento Figueiredo 32

 

Clara Corleone é formada em Arte Dramática e divide o seu tempo como produtora no estúdio Otto Desenhos Animados, coordenadora da ONG Minha Porto Alegre e hostess do Bar Ocidente às sextas. Comanda o sarau no Von Teese desde 2017 e lançou seu primeiro livro, “o homem infelizmente tem que acabar” em 2019 na Editora Zouk, pelo selo Casa da Mãe Joanna.

Ana Luiza Azevedo nasceu na cidade de Porto Alegre, no Brasil. Formou-se em Artes Plásticas pela UFRGS em 1986, e foi uma das pioneiras da Casa de Cinema de Porto Alegre. Atualmente é uma das responsáveis pelo Núcleo de Criação de Textos para TV e Cinema da Casa de Cinema de Porto Alegre. Está desenvolvendo os roteiros da série O HARÉM e trabalha também em seu novo projeto de longa-metragem AOS OLHOS DE ERNESTO, que está participando de festivais e recebeu o Prêmio da Crítica como “Melhor Filme Brasileiro” na 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Otto Guerra é um dos pioneiros da animação autoral no Brasil, onde criou a quadragenária Otto Desenhos, que se tornou uma das produtoras de animação mais importantes do país. É o único diretor com quatro obras na lista dos 100 filmes mais importantes da animação brasileira definida pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE) no livro “100 anos do cinema de animação no Brasil”. Seu último longa, “A Cidade dos Piratas” (2018), é baseado na obra da cartunista Laerte e foi eleito o Melhor Longa-Metragem de Animação no 41º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano de Havana, em Cuba.

 

6ª edição do Kino Beat – Arte em Movimento inaugura última atividade da programação na terça, 21 de janeiro

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 Exposição com obras de Xadalu fica em cartaz até 08 de março no MACRS

 

O Kino Beat – Arte em Movimento encerra sua sexta edição, iniciada em novembro de 2019, com uma exposição que inaugura na terça, 21 de janeiro, no MACRS. Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar, de Xadalu, estará em cartaz com entrada franca na Galeria Xico Stockinger.

A exposição individual reúne fragmentos de diversas imersões do artista Xadalu em aldeias Guaranis. As obras registram o estado atual em que as aldeias se encontram, os conflitos originados pelas retomadas de suas terras, e as constantes ameaças de grupos armados que intimidam as comunidades tradicionais.

A medida que a cidade cresce geograficamente, a aldeia diminui e automaticamente os sonhos sofrem interferências na transição para outro mundo. “Sendo o único lugar seguro, as cidades celestiais são o local de onde viemos e para onde vamos depois de nossa passagem aqui na terra. Mas a Tekoa continua protegida de alguma maneira por nhanderu, o motivo de nossa resistência há mais de 500 anos. O trovão de tupã lá fora mostra sua força de anunciar o tempo passado que o raio cruzou e já não existe mais, e o sol mostra seus raios e nos permite caminhar sobre eles”, conta o artista, que também é responsável pela curadoria da exposição.

De acordo com o curador do festival, Gabriel Cevallos, o Kino 2019 se desenvolveu a partir de premissas que convidam à reflexão sobre algumas urgências do presente. “Estas ideias iniciais, substituem uma palavra central ou um tema fixo para esta edição, e lançam de forma aberta possibilidades para se sentir o mundo em conjunto – ficção, natureza, percepção, conciliação, território, mutação, esperança, mundos possíveis: estes são alguns dos pontos de partida para se imaginar o 6º Kino Beat”, revela.

“Uma outra forma de se repensar os impactos do colonialismo, é assumir como válido o conhecimento produzido pelos povos originários. Ao atuar como um mensageiro entre dois mundos, o artista visual Xadalu traduz parte deste conhecimento e visão de mundo dos índios Guaranis, em obras de arte. O seu processo de escuta atenta e trabalho compartilhado com as aldeias, ressaltam a sua reverência e urgência em dar visibilidade a este mundo que resiste em existir”, afirma o curador do festival.

O 6º Festival Kino Beat – Arte em Movimento foi selecionado pelo edital de patrocínios culturais incentivados da Oi, conta com o apoio do Oi Futuro e com Financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Pró-Cultura RS –Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul. A inauguração de Invasão Colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar, ocorre às 20h do dia 21 com a participação do Cacique Geral Mburuvixá Tenondé CIRILO. A exposição segue em cartaz até 08 de março.

 

Sobre o artista

Xadalu é artista visual urbano com uma obra que transita entre intervenções nas ruas e exposições em museus, galerias e centros culturais. Sua produção diversificada mescla as colagens da sticker art a técnicas e linguagens como a serigrafia, a pintura, a fotografia e o objeto.

Seu trabalho em street art já foi exibido em mostras coletivas e individuais em instituições de Porto Alegre como Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC-RS), Instituto Estadual de Artes Visuais do Rio Grande do Sul (IEAVi), Casa de Cultura Mario Quintana e Museu dos Direitos Humanos do Mercosul. Na Europa, apresentou obras em galerias de Berlim e Florença.

Integra coleções particulares e acervos públicos, como do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) e do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC-RS).

É tema do livro “Xadalu — Movimento urbano”, do curta-metragem “Sticker conection” (2015) e do documentário “Xadalu — Filme” (2017), que retratam a produção iniciada em 2004 com as primeiras colagens do indiozinho Xadalu nas ruas de Porto Alegre. Hoje, o personagem é visto em dezenas de cidades do mundo graças à rede estabelecida com outros artistas visuais urbanos praticantes da sticker art que trocam seus adesivos pelo correio.

As questões indígenas acompanham seu trabalho desde o início. Com o envolvimento, realiza temporadas de residência artística em aldeias do sul do Brasil e da Argentina.

Em reconhecimento à defesa da causa indígena aliada a questões socioculturais, foi um dos agraciados pelo Prêmio Humanidades do Instituto Brasileiro da Pessoa 2014. Entre outras diversas distinções, foi eleito em 2012 Melhor Artista na Expo Colex, mostra internacional de sticker art realizada em Santos (SP), e duas vezes indicado ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da prefeitura de Porto Alegre (2015 e 2016).

Realiza palestras, cursos e oficinas sobre serigrafia e arte urbana, com destaque para o Curso de Extensão em Serigrafia da Universidade de Caxias do Sul (UCS), que ministra desde 2016.

“Caio do Céu” integra a programação 21º Porto Verão Alegre

Caio do Céu. foto Náthaly Weber 9

 Espetáculo com Deborah Finocchiaro e Fernando Sessé tem apresentações nos dias 10, 11 e 12 de janeiro no teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa

 

A Companhia de Solos & Bem Acompanhados inicia sua participação na programação do 21º Porto Verão Alegre com o espetáculo Caio do Céu, com apresentações às 21h nos dias 10, 11 e 12 de janeiro no teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa. A montagem, que abriu a programação da 18ª edição do festival em 2017, traz a obra de Caio Fernando Abreu sob a direção de Luís Artur Nunes com a atriz Deborah Finocchiaro e o músico Fernando Sessé em cena.

Impossível ler  Caio Fernando Abreu sem enxergá-lo, sem senti-lo. Ele é visceral, sincero, confessional, um biógrafo do emocional, um fotógrafo da fragmentação contemporânea, um tradutor do seu tempo. Escreveu, principalmente, sobre o tema que mais lhe despertava a imaginação: a condição humana. Caio do Céu transpõe seu universo para o palco através de crônicas, cartas, contos, poemas, textos teatrais, depoimentos, música ao vivo e projeções. Traz para a cena o próprio artista, por meio de vídeos, com trechos de suas entrevistas. O roteiro, assinado por Deborah, com colaboração na seleção de textos de Nunes, prioriza parte da obra que valoriza a vida em todos os seus aspectos, apresentando também uma face pouco conhecida do autor: um homem vibrante e solar, que se revela desperto para o milagre da existência diante da iminência da morte – muitas vezes abordada com humor, leveza e profundidade. Caio do Céu expõe e questiona os valores da sociedade e, principalmente, as questões da alma humana, da morte e da vida.

Caio Fernando Abreu (1948/1996), um dos autores mais populares da literatura nacional, foi ator, dramaturgo, jornalista e escritor. Traduzido para o alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e holandês, mesmo depois de sua morte, segue conquistando uma incrível legião de fãs. Suas frases e pensamentos são compartilhados incansavelmente nas redes sociais por jovens e adultos que reconhecem a profundidade e atualidade da sua obra.

A peça estreou em janeiro de 2017 no Theatro São Pedro e desde então vem conquistando plateias de diferentes idades e classes sociais, obtendo excelente receptividade do público e da crítica. Foi indicado em seis categorias do Prêmio Açorianos de Teatro (espetáculo, roteiro, trilha, produção, atriz e figurino) e vencedor em duas categorias do 8º Prêmio Válvula de Escape e Olhares da Cena 2018 (melhor trilha e melhor atriz). Entre outros, participou do 12º Festival Palco Giratório do SESC, do 28ª Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) em Pernambuco, da 20ª Mostra SESC Cariri de Culturas no Ceará, da XXIII Bienal Internacional do Livro do Ceará, além de promover o projeto “Caio na Fronteira”, financiado pelo FAC, que ofereceu o espetáculo, o recital homônimo e um conjunto de oficinas para três cidades da fronteira do RS.

Presente desde a primeira edição do festival com a peça Pois é, Vizinha…, Deborah Finocchiaro e sua Companhia de Solos & Bem Acompanhados participa do Porto Verão Alegre 2020 com Diário Secreto de uma Secretária Bilíngue, Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados e Pois é, Vizinha… (confira as datas abaixo). Os ingressos para as apresentações estão à venda pelo site do Porto Verão, com valores entre

R$ 20,00 e R$ 40,00 e nos dias de espetáculo na bilheteria do local, mediante disponibilidade. Em breve o festival divulgará os outros pontos de venda.

 

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 60 minutos / CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

SERVIÇO:
Espetáculo teatral “Caio do Céu”
Data: 10, 11 e 12 de janeiro | sexta, sábado e domingo
Hora: 21h
Local: Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Av. Independência, 75 – Fone: 51 3213.7258)

Classificação etária: 12 anos
Duração: 60 minutos

Ingressos:

antecipados com descontos

R$ 32,00 (inteira)

R$ 24,00 (Banricompras e Clube do Assinante)

R$ 20,00 (meia-entrada)

 

Ingressos na hora

R$ 40,00 (inteira)

R$ 32,00 (Banricompras e Clube do Assinante)

R$ 20,00 (meia-entrada)

 

Pontos de venda

Online: http://www.portoveraoalegre.com.br

Nos locais das apresentações: somente nos dias das sessões, uma hora antes do início das sessões.

Em breve o Festival irá divulgar os pontos de venda antecipada.

FICHA TÉCNICA:

Textos: Caio Fernando Abreu

Concepção: Deborah Finocchiaro e Luís Artur Nunes

Seleção de textos: Deborah Finocchiaro com a colaboração de Luís Artur Nunes

Roteiro: Deborah Finocchiaro

Direção: Luís Artur Nunes

Atuação e Violão: Deborah Finocchiaro

Atuação, Handpan, Pandeiro, Sampler e Cajon: Fernando Sessé

Músicas: Fernando Sessé (com exceção de “Muros” e “Alento” de Deborah F. e trechos das músicas “Necessidade” e “Amor Nojento” de Laura Finocchiaro)

Direção de Vídeo: Bruno Polidoro e Daniel Dode

Pesquisa de Imagens: Bruno Polidoro

Edição de Vídeo: Daniel Dode

Entrevistas Caio Fernando Abreu: TVE RS e Marian Starosta

Fotos Adicionais (cena Necessidade): Fernanda Chemale

Participação em Vídeo: Marcelo Ádams

Figurino: Antonio Rabadan

Iluminação: Leandro Roos Pires

Técnico de Som e Imagens: Rafael David

Projeto Gráfico: Rafael Sarmento

Consultoria Astrológica: Amanda Costa

Colaborador: Fernando Ramos (Festipoa Literária)

Coordenação de Produção e Direção Geral: Deborah Finocchiaro

Produção e Realização: Companhia de Solos & Bem Acompanhados

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

A COMPANHIA:

A Companhia de Solos & Bem Acompanhados, um dos núcleos de criação cênica mais atuantes do Rio Grande do Sul, caracteriza-se pela mescla de diferentes linguagens, versatilidade e escolha de temas que estimulam a reflexão e o pensamento crítico. Em sua trajetória, já atingiu mais de 500.000 pessoas através de seus espetáculos, oficinas e performances. Atualmente tem em seu repertório os espetáculos “Pois é, Vizinha…”, direção Deborah Finocchiaro; “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana”, direção Deborah Finocchiaro e Jessé Oliveira; “GPS GAZA”, direção Camila Bauer, “Caio do Céu”, direção Luís Artur Nunes e “Diário Secreto de Uma Secretária Bilingue”, direção de Vinícius Piedade e Deborah Finocchiaro. As peças curtas “Histórias de Um Canto do Mundo Chamado Sul” e “Erico de Bolso”, os projetos “Palavra de Bolso – Onde a Literatura ganha Voz”, “Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados”, que agrega artistas de diferentes áreas para unir a literatura a outras expressões artísticas e as obras literomusicais, “Leitura às Cegas”, “Palavra Balada” e “Benção Poetinha”, a partir da obra de Vinicius de Moraes. Além de dezenas de indicações, recebeu 37 prêmios, entre eles 9 de melhor espetáculo, 18 de melhor atriz, 2 de melhor cenário, 2 de melhor trilha, 1 de melhor direção, texto adaptado, roteiro e 3 prêmios como melhor artista de teatro. Já percorreu mais de 80 cidades no RS, 18 estados brasileiros, Uruguai e Argentina, participando de temporadas, projetos, mostras e festivais nacionais e internacionais.

AGENDA Deborah Finocchiaro no PORTO VERÃO ALEGRE 2020:

CAIO DO CÉU

Dias 10, 11 e 12 de janeiro – Sexta, sábado e domingo, 21h

Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa – Av. Independência, 75 – Fone: 51 3213.7258

 DIÁRIO SECRETO DE UMA SECRETÁRIA BILÍNGUE

Dias 17 e 18 de janeiro – Sexta, 20h e sábado, 18h

Instituto Ling – R. João Caetano, 440 – Três Figueiras – Fone: 51 3533-5700

 SARAU VOADOR – LITERATURA E IMPROVISOS TRANSCRIADOS

Edição “Apenas Um Rapaz Latino Americano” – convidados Lico Silveira e Juarez Fonseca.

Dia 23 de janeiro – quinta-feira, 20h

Barco Cisne Branco

 POIS É, VIZINHA…

Dias 28, 29 e 30 de janeiro – Terça, quarta e quinta, 21h

Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa – Av. Independência, 75 – Fone: 51 3213.7258

https://www.facebook.com/caiodoceu/

www.instagram.com/caiodoceu.espetaculo/

https://www.facebook.com/companhiadesolosebemacompanhados/

Muovere Cia de Dança Contemporânea em Zero Hora de hoje

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Curso “Produção Executiva em Artes Visuais – planejamento e execução de exposições” ocorre nos dias 17 e 18 de dezembro

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Atividade ministrada por Jaqueline Beltrame ocorre no Hub Criativa Birô, na Casa de Cultura Mario Quintana

 

Ocorre nos dias 17 e 18 de dezembro de 2019 o curso Produção Executiva em Artes Visuais – planejamento e execução de exposições, ministrado por Jaqueline Beltrame. O curso abordará as diversas etapas de realização de exposições, visando capacitar profissionais da área. Dentre os tópicos abordados, estão a relação entre curadoria e produção, como montar o orçamento de uma exposição, negociação de empréstimo de obras, seguro, transporte, produção local de obras para exposição, equipe e fornecedores, especificidades de montagem de vídeo instalações, entre outras atividades que envolvem a produção profissional de exposições em instituições e espaços diversos. As inscrições podem ser feitas pelo Sympla ou através do email jaquebeltrame@gmail.com. Será fornecido certificado após o final do curso, para alunas e alunos presentes nos dois dias.

Jaqueline Beltrame tem duas décadas de experiência em produção cultural, e foi Produtora Executiva da Fundação Iberê Camargo e de diversas edições da Bienal do Mercosul; produziu exposições em locais como Santander Cultural e Instituto Ling. É uma das fundadoras, produtora e curadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira, além de produtora executiva de cinema e projetos culturais em diversas áreas.

O curso tem Apoio do RS Criativo, e Apoio Divulgação da AAMACRS – Associação de Amigos do Museu de Arte Contemporânea do RS.

 

Serviço:

Curso Produção Executiva em Artes Visuais – planejamento e execução de exposições

Data e horário: 17 e 18 de dezembro, das 9h às 13h.

Local: Hub Criativa Birô (Sala Sergio Napp 2), na Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736, Centro Histórico / Porto Alegre

Inscrições e valores:

No Sympla

Profissionais de área e estudantes: R$150,00 (+ R$15,00 taxas), em até 12 x R$ 17,06

Profissionais de outras áreas: R$200,00 (+ R$20,00 taxas), em até 12 x de R$ 22,75

Link: https://www.sympla.com.br/curso-producao-executiva-em-artes-visuais–planejamento-e-execucao-de-exposicoes__727986

Através do email jaquebeltrame@gmail.com:

Mesmos valores, sem cobrança de taxas, à vista.

A Colmeia vence prêmio de Melhor Longa-Metragem Estrangeiro no Festival de Cinema de Zaragoza

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Segundo longa de Gilson Vargas estreou em festivais no exterior e no Brasil em novembro

 

Após sua estreia em três festivais durante o mês de novembro, A Colmeia, segundo longa-metragem de Gilson Vargas, recebeu o Prêmio Augusto de Melhor Longa-Metragem Estrangeiro no Festival Internacional de Zaragoza na Espanha. O filme iniciou sua carreira em festivais no último dia 24, com exibição na programação do PÖFF 23 – Black Nights International Film Festival, na mostra Rebels With a Cause, na Estônia, seguindo para o Cine Zaragoza e chegando ao público brasileiro no 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em Brasília.

O Festival Internacional de Cinema de Zaragoza é um festival classificador do Goya e já se encontra em sua 24ª edição e ocorreu de 15 a 30 de novembro, promovendo, além de mostras, o Zaragoza Film Market, buscando consolidar uma indústria cinematográfica na cidade, como um polo de produção audiovisual e um espaço de networking para profissionais nacionais e internacionais da indústria, remanejando o foco que está concentrado em outras cidades da Espanha como Madrid e Barcelona.

Filmado em 2017 nos municípios de Maratá e Harmonia, interior do RS, o filme situa-se na no período da 2ª Guerra Mundial e traz como protagonistas um grupo de imigrantes alemães que vive isolado no interior do Brasil. Eles tentam se manter invisíveis, mas a curiosidade dos mais jovens e a insegurança perante o novo ambiente instaura uma tensão e um ciclo de violência sem volta. A Colmeia flerta com o cinema de suspense, com doses de poesia visual, refletindo sobre os conflitos gerados pelo medo e a opressão.

Segundo Vargas, diferente de Dromedário no Asfalto, seu filme de estreia, um road movie tanto em seu roteiro quanto em sua produção, A Colmeia é um filme de processo: “tivemos a oportunidade de fazer uma imersão com equipe e atores no universo do filme antes das gravações, com visitas às locações, trabalho de pesquisa dos personagens, aulas de alemão e muito ensaios”, conta.

Durante a pré-produção do longa, o elenco pode desenvolver a construção de seus personagens através de um intenso processo de imersão dos atores, que passaram alguns dias no campo e vivendo na casa onde foram rodadas grande parte das cenas do filme, um casarão erguido em 1864. O grupo viveu como os personagens, trabalhando no campo e realizando as atividades conforme o período em que se passa a história de A Colmeia: “os atores chegaram a passar uma noite sozinhos na casa, fazendo sua própria comida, tomando banho com bacias, usando ferros de passar roupa com brasas e sob a luz de lampiões”, revela o diretor.

No elenco, Rafael Fronskoviak, Janaina Pellizon, Martina Froederich, Renata de Lelis, Thais Petzhold, Samuel Reginato, João Pedro Prates e Andressa Mattos interpretam os imigrantes alemães.

A Colmeia tem roteiro de Matheus Borges, Gilson Vargas e Diones Camargo, que também assina o argumento. A direção de arte é de Gilka Vargas e Iara Noemi e a direção de fotografia de Bruno Polidoro, parceiro de Vargas em seu primeiro longa, em diversos curtas e na série de TV Travessias. O desenho de som e a montagem são por conta de Gabriela Bervian, também parceira do diretor em diversos filmes e na vida afetiva – Gabriela e Gilson, além de casados, são sócios da Pata Negra, produtora que assina o trabalho. A dupla é responsável pela produção executiva do filme, que também conta as produtoras Eduarda Nedel e Deise Chagas na equipe.

O lançamento comercial está previsto para março de 2020, após o filme circular por festivais, com distribuição da Lança Filmes. A Colmeia tem financiamento do FSA Ancine e do FAC Pro-Cultura RS com recursos do Edital Arranjos Regionais, que fomentou a realização de diversos filmes realizados no Rio Grande do Sul, como Yonlu, de Hique Montanari, Rifle, de Davi Pretto e Disforia, de Lucas Cassales. A obra também conta com apoio Institucional do Goethe-Institut Porto Alegre e do Ministério das Relações Exteriores. Para mais informações, acesse: https://www.facebook.com/cinepatanegra/

 

GILSON VARGAS

Gilson Vargas é roteirista, diretor e produtor. Dirigiu diversos curtas-metragens premiados dentro e fora do Brasil, como o curta-metragem “Casa Afogada”, vencedor de quatro Kikitos no Festival de Cinema de Gramado. Em 2015 lançou o seu primeiro longa-metragem, “Dromedário no Asfalto”. Atualmente, está realizando a série de documentário para TV chamada “Travessias”, que também possui versão no formato de longa-metragem e foi filmada em diversos países, incluindo a Rússia, Mongólia, Estados Unidos, Japão, China e Tanzânia. No teatro, fez duas incursões como diretor, tendo recebido o Prêmio Nacional Myriam Muniz pelo espetáculo Crucial Dois Um. Leciona Roteiro e Direção no Bacharelado em Cinema da UNISINOS, no Rio Grande do Sul. A Colmeia é seu segundo longa-metragem. Gilson Vargas é também sócio da produtora Pata Negra, sediada em Porto Alegre.

Muovere Cia de Dança promove apresentações de Tóin: dança para bebês no Teatro Eva Herz – Livraria Cultura com participação do Papai Noel

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Apresentações ocorrem nos dias 14 e 15 de dezembro

 

Nos dias 14 e 15 de dezembro a Muovere Cia de Dança promove duas apresentações do espetáculo “Tóin: dança para bebês” no Teatro Eva Herz na Livraria Cultura. Esta edição contará com uma participação especial do Papai Noel para celebrar o Natal.

A partir do desejo de oferecer atividades artísticas para bebês entre 0 e 3 anos e seus cuidadores, em 2012 a Muovere Cia de Dança criou “Tóin – Dança para Bebês”, um espetáculo coreográfico dedicado a este público, inaugurando um encontro entre bailarinos e pequenos artistas, onde as formas, as cores e os sons provocam imaginários.

Inspirado em autores da literatura infantil, como Gláucia de Souza e Eva Furnari, Monteiro Lobato e Mário Quintana, em animações e em memórias de infância dos bailarinos e diretores, incluindo relatos, fotos e dossiês. A equipe de criação do projeto pesquisou um conjunto de referências pautadas no movimento do corpo, como um dos primeiros sinais que o bebê manifesta através de gestos dançados. Por Marcelo Delacroix, a trilha é composta de canções originais como a dança dos palitos, a dança dos dedinhos e das perninhas. Bruno Fernandes, Denis Gosh, Arthur Bonfanti e Aline Karpinski integram o elenco do espetáculo para dançar os personagens Ventania, Papel, Mola e Flor.

Com direção geral e coreográfica de Jussara Miranda e artística de Diego Mac, Tóin já foi apresentado em mais de 150 sessões em todo Brasil, entre festivais, mostras, feiras e escolas. A companhia também participou do programa Game para Bebês da Ana Maria Braga, Rede Globo, como também do importante projeto UM NOVO OLHAR- Festival de Artes para a primeira infância, promovido pelo SESC São Paulo.

A equipe do espetáculo também é composta pelo ensaiador e assistente de direção artística Nilton Gaffree. Os figurinos são de Antonio Rabadan, a trilha sonora original de Marcelo Delacroix e Beto Chedid e produção de Ana Paula Reis.

Os ingressos custam R$ 40,00 e tem 50% de descontos para estudantes, idosos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência e estão à venda na Livraria Cultura e online através do site http://www.sympla.com.br

 

SERVIÇO

Dias 14 e 15 de dezembro (sábado e domingo), às 16 horas.

Duração: 40 minutos

Teatro Eva Herz – Livraria Cultura / Bourbon Shopping Country – Av. Tulio de Rose, 80. Piso 2 – Loja 302. Bairro Passo d’Areia

Ingressos R$ 40,00

À venda na Livraria Cultura e online através do site http://www.sympla.com.br

Descontos para estudantes, idosos, jovens de baixa renda, pessoas com deficiência.

São considerados doadores regulares de sangue a mulher que se submete à coleta pelo menos duas vezes ao ano, e o homem que se submete à coleta três vezes ao ano.

 

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