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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Artes

ABCCC inaugura Espaço Cultural com documentário de Fagner Almeida na quinta, 22 de agosto

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Fotógrafo lança série documental “Em Busca do Cavalo Crioulo” na Expointer e em outubro expõe obra no Louvre

 

Na próxima quinta-feira, 22 de agosto, às 18h, a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulo, ABCCC, inaugura Espaço Cultural na Expointer, com exibição do episódio 1 da série documental “Em Busca do Cavalo Crioulo”, do fotógrafo Fagner Almeida.

“Em Busca do Cavalo Crioulo” convida a uma viagem além dos redutos tradicionais da raça, mostrando onde e como são os criatórios da Itália, Alemanha, França e Suíça. “Em Busca do Cavalo Crioulo” conta com cinco episódios, cada um tratando especificamente de cada país. Nessa primeira temporada, estamos abordando a criação na Itália, Alemanha, França e Suíça, mais um capítulo específico sobre a Fieri Cavalli. “Para isso, ficamos durante 30 dias, entre outubro e novembro de 2018, percorrendo as cabanas europeias, com uma equipe de três pessoas, incluindo um cinegrafista, uma jornalista e eu, que fiz os registros em fotos e também em vídeos. Conseguimos um material fantástico e até eu fiquei surpreso com as coisas que vi e pudemos registrar. Nunca imaginei que houvesse tanta gente na Europa apaixonada pelos crioulos assim”, conta.

A série tem como objetivo apresentar o cavalo Crioulo fora do seu eixo tradicional, nas mais distintas culturas e nas mais adversas situações de extremos lugares, mostrando a adaptação da raça a qualquer local. “Tenho feito diversos trabalhos fora do estado e em outros países e quero mostrar até onde o Crioulo pode chegar”, revela.

A história de Fagner Almeida em busca do Cavalo Crioulo é uma trajetória de longa data. Em 2020, prestes a completar 10 anos como profissional e de trabalhos com a raça, o fotógrafo já percorreu distâncias que o levaram até Crioulos em territórios como a América do Sul, América do Norte e Europa.  Em 2010 começou a fotografar a Marcha da Resistência, uma das principais modalidades da raça. Fagner também é autor do livro “Marcha de Resistência Cavalo Crioulo – 20 anos Jaguarão”. A partir de 2012 o fotógrafo começou a trabalhar em provas do Freio de Ouro. No ano de 2014 fotografou pela primeira vez o World Equestrian Games (WEG) realizado na Normandia/França. Em 2016 trabalhou nas Olímpiadas, fazendo cobertura das provas de hipismo para a Revista Horse.

Ao final de 2016 é destacado pela imprensa americana no TOP15 melhores fotógrafos equestres do mundo. Na Europa, no ano de 2017, foi fotógrafo na feira de Golegã Lusitano em Portugal e também da Fieracavalli na Itália. Em 2018 Fagner também esteve presente em Tryon, nos Estados Unidos, para outra edição de um dos maiores eventos equestres do mundo: o World Equestrian Games. Recentemente em Lima no Peru, fez toda cobertura do hipismo nos jogos Pan-americanos.

Em outubro o artista embarca para a França, onde uma de suas fotos integra o Salão Internacional de Arte Contemporânea de Paris, que ocorre de 18 a 20 de outubro no Le Carroussel do célebre museu. Almeida foi um dos selecionados pela curadora Lisandra Miguel, que conheceu seu trabalho através de uma pintura de Raquel Fernandes, que usou os cavalos retratados pelo artista em sua obra – inclusive estarão expostos lado a lado em Paris. “Eu nem consigo acreditar ainda. Fico muito feliz em deixar minha marca, e mais orgulhoso ainda por saber que conquistei esse espaço através do Cavalo Crioulo, uma grande paixão desde adolescência.

Sobre o Espaço Cultural ABCCC

Anexo ao restaurante do Cavalo Crioulo, no Parque de Exposições Assis Brasil, palco da Expointer, o Espaço Cultural da ABCCC vai abrigar exposição de trabalhos de artistas que contam com projetos apoiados pela entidade. Durante a Expointer, as exibições serão com dias e horários pré-definidos. O presidente da ABCCC, Francisco Kessler Fleck, explica que o objetivo do novo espaço é promover a cultura no meio Crioulo. O público terá acesso integral às obras, podendo participar, apoiar e aprender sobre os conteúdos e seus respectivos artistas”, assegura. O primeiro trabalho apresentado ao público é o primeiro episódio do documentário “Em Busca do Cavalo Crioulo”. Nos dias seguintes, o local exibirá trabalhos de artistas como Caé Braga (escultor e artista plástico), Cassio Selaimen (cuteleiro), Felipe Constant (artista plástico), Henrique Fagundes da Costa (escritor e pesquisador), Eduardo Rocha (fotógrafo), Raul Sartor Filho (artista prateiro) e Renato Dalto (jornalista e escritor). A programação completa do Espaço Cultural pode ser conferida no site www. crioulo.org.br

Projeto Concha divulga programação para o mês de agosto

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Atividades do projeto com patrocínio do Natura Musical contam com show com Paola Kirst e Gabriela Lery no dia 15 de agosto, além de oficinas de fotografia e luteria gratuitas exclusivamente para  mulheres

Ingressos à venda no link – http://bit.ly/conchadeagosto

Porto Alegre, 29 de julho de 2019 – A edição de agosto do Projeto Concha 2019 conta com show de Paola Kirst e Gabriela Lery na quinta-feira, 15 de agosto, no Agulha, e duas oficinas gratuitas exclusivamente para mulheres: uma  de fotografia musical, ministrada por Vitória Proença, e lutheria, por Bruna Zanotto.

As atividades integram a programação do projeto que este ano conta com o patrocínio do Natura Musical e promove, além de apresentações de cantoras e compositoras brasileiras, uma residência artística de quinze artistas, que ocorre de abril a dezembro e uma série de oficinas formativas na área de produção cultural para o público feminino.

No dia 15 de agosto, o Agulha recebe dois nomes da nova geração da música local: Paola Krist e Gabriela Lery. Gabriela Lery é musicista, compositora e professora de música. Natural de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, deu início aos estudos musicais em 2001. Como compositora, trabalhou em parceria com artistas brasileiros, ingleses, malteses e estadunidenses e é baixista na orquestra feminina de bateria e percussão As Batucas, coordena o grupo vocal feminino As Batucas, além de lecionar aulas de canto popular. O show no Agulha marca o pré-lançamento de seu primeiro EP, Coleção, acompanhada de Isabel Nogueira, Julia Pianta e Bruno Vargas.

Natural de Rio Grande, RS, Paola Kirst atua como cantora, compositora e performer. Vencedora do prêmio de melhor intérprete no 32° Festival Moenda da Canção (Santo Antônio da Patrulha/RS) em 2018, ao final do mesmo ano lançou seu primeiro disco, Costuras que me bordam marcas na pele, produzido por Wagner Lagemann e indicado ao Prêmio Açorianos de Música na categoria Revelação do Ano. Paola busca traçar uma trajetória de experimentação para o uso do corpo e da voz como instrumento de expressão poética. Em suas canções aborda o cotidiano vivenciado pelo olhar feminino, experimental e faminto de uma artista.

Duas atividades formativas integram a programação de agosto do Concha, exclusivamente para o público feminino e com entrada franca. Nos dias 15 e 16 de agosto a fotógrafa e designer Vitória Proença ministra o Workshop de Fotografia Musical. A oficina tem como objetivo capacitar a aluna que já tem como pré-requisito noções básicas de fotografia, para atuação na área da fotografia musical, através de conhecimentos técnicos, teóricos e práticos. Conta ainda com uma atividade prática integrada com o show do Projeto Concha de Agosto, realizando a cobertura do evento. As inscrições gratuitas devem ser feitas pelo link – http://bit.ly/2OpqMEx até 10 de agosto. A lista das selecionadas será divulgada no dia 12 de agosto pelas redes sociais do projeto.

Encerrando as atividades deste mês, a luthier Bruna Zanotto oferece a Oficina de Lutheria, onde ensinará às participantes a a fazer pestanas (nut) e rastilhos, regulagem e retífica. Os instrumentos selecionados são instrumentos de corda, como violão, guitarras (com variadas pontes), baixo e cavacoInscrições gratuitas através do formulário online http://bit.ly/310uaad até  23 de agosto e divulgação das selecionadas no dia 25 pelas redes do Concha.

O Projeto Concha foi selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2018 com com Financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul. “Coletivos como o Projeto Concha ampliam a voz de movimentos que buscam maior representatividade dentro e fora do mercado musical”, afirma Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. “De uma forma geral, os coletivos promovem impacto cultural, social e econômico que multiplica o alcance de um patrocínio. A gente investe no coletivo e toda uma rede de pessoas conectada a ele também são impactadas de forma positiva”, completa.

Os ingressos do show no dia 15 custam entre R$ 15,00 e R$ 60,00 e podem ser adquiridos pelo sympla – http://bit.ly/conchadeagosto ou no local, no dia do show, mediante disponibilidade.

Protagonismo no palco

O Projeto Concha é uma iniciativa independente, criada em 2018 pela produtora cultural Alice Castiel. Ao analisar o mercado musical, tanto localmente como em eventos nacionais dos quais participou, ela notou a quantidade e a diversidade de mulheres produzindo, compondo, tocando instrumentos e cantando, mas que muitas vezes, apesar do talento, não tinham acesso a selos, gravadoras ou à programação de festivais. “Em Porto Alegre ou em qualquer cidade do Brasil, a oferta dos principais palcos é majoritariamente protagonizada por homens”, afirma. Como contraponto, Alice propôs uma programação que apresentasse exclusivamente o trabalho de mulheres, a fim de chamar atenção para o que é produzido e muitas vezes ignorado ou preterido pelo circuito oficial da música.

Nas 11 edições do projeto, realizadas no bar Agulha, em Porto Alegre, o público lotou a casa para conhecer o trabalho de mais de 20 mulheres, em apresentações de artistas locais e também de criadoras com projeção na cena nacional, criando um espaço de visibilidade e troca de referências musicais, amparado por uma rede de apoio entre mulheres e conteúdo profissionalizante. Já participaram artistas como Letrux, Juçara Marçal, Luedji Luna, Labaq, Xênia França, Maria Beraldo, Larissa Luz, Juliana Perdigão, intervenções poéticas de Angélica Freitas, Mel Duarte, Luna Vitrolira, Crystal Rocha e as atrações locais Saskia, Raquel Leão, Veña, Pâmela Amaro, Thays Prado, As Aventuras e até uma banda se formou especialmente para uma edição do Concha, batizada de Enxame.

Para mais informações, acesse: facebook.com/projetoconchapoa

Sobre Natura Musical

Natura Musical é a principal plataforma de patrocínio da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu R$ 132 milhões no patrocínio de 418 projetos – entre CDs, DVDs, shows, livros, acervos digitais e filmes. O último edital do programa neste ano selecionou 50 projetos em todo o Brasil, entre artistas, bandas e coletivos. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do país e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais.

A plataforma digital do programa leva conteúdo inédito sobre música e comportamento para mais de meio milhão de seguidores nas redes sociais. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente para a rica e pulsante produção musical brasileira.

 

SERVIÇO

Projeto Concha apresenta Paola Kirst e Gabriela Lery no Agulha

Quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Local: Agulha – Rua Conselheiro Camargo, 300

Horários: O bar abre às 19h e a apresentação começa pontualmente às 22h

Ingressos (à venda  no sympla – http://bit.ly/conchadeagosto)

Lote Promocional limitado – R$ 15 – apenas online;

1º lote Solidário* / Meia-entrada** – R$ 20 – na internet (com opção de boleto bancário);

2º lote Solidário* e na Hora/ Meia-entrada** – Solidário* / Meia-entrada** – R$ 30

* Solidário – Valor reduzido, com a doação de 1kg de alimento não perecível ou itens de higiene pessoal, disponível para qualquer pessoa. As doações deverão ser entregues no Agulha, no momento da entrada ao evento.

 

** Meia-entrada – Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados na Lei Federal 12.933/13.

 

Workshops

Fotografia Musical, com Vitória Proençahttp://bit.ly/2OpqMEx

Dia 15 de agosto, das 9h às 12h e das 13h às 18h – Linha (Av. São Pedro, 540 – Bairro São Geraldo) e das 22h às 00h – Agulha (R. Conselheiro Camargo, 300 – Bairro São Geraldo)

Dia 16 de agosto, das 14h às 18h – Linha (Av. São Pedro, 540 – Bairro São Geraldo)

O objetivo do Workshop de Fotografia Musical | Projeto Concha é capacitar a aluna que já tem como pré-requisito noções básicas de fotografia, para atuação na área da fotografia musical, através de conhecimentos técnicos, teóricos e práticos. Conta ainda com uma atividade prática integrada com o show do Projeto Concha de Agosto, realizando a cobertura do evento.

Vitória Proença é fotógrafa, designer, e sempre foi obcecada em tentar transformar todo estímulo em imagem. Com a música não foi diferente. Atualmente, é coordenadora do núcleo de fotografia do festival Morrostock, participa do projeto Pedra Redonda Estúdio e seu braço audiovisual Na Pedra Redonda, e é idealizadora do projeto Fosso Coletivo.

 

Lutheria, com Bruna Zanottohttp://bit.ly/310uaad

Dia 31 de agosto, das 8h30 às 11h30 e das 13h às 18h – Linha (Av. São Pedro, 540 – Bairro São Geraldo)

Nessa oficina iremos aprender a fazer pestanas (nut) e rastilhos, regulagem e retífica. Os instrumentos selecionados são instrumentos de corda, como violão, guitarras (com variadas pontes), baixo e cavaco. Sendo que com mesmos princípios pode-se aplicar a ukuleles e até mesmos violinos e contrabaixos acústicos.

Bruna Zanotto, nascida numa família de marceneiros, aprendeu os princípios da marcenaria na própria casa, trabalhou na empresa de móveis Voler, e na empresa Preza, que produz óculos de madeira reciclada. Na luthieria, dedicou-se a empresa Évorah, sendo aprendiz dos mestres luthiers Evandro Rosa, André Moraes e Moisés Rodrigues. Seu foco é que o instrumento seja parte do musico, deixando-o conforme cada um o usa, seja macio para os suaves e cheio de timbre para os que tocam pesado, cada regulagem de um instrumento se baseia no como o dono o usa.

Delphus Galeria no Metro de hoje

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Macarenando Dance Concept no Correio do Povo

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Macarenando Dance Concept comemora 05 anos de fundação com programação especial no Theatro São Pedro

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Evento com quatro espetáculos e bate-papo com artistas e equipe ocorrem de 09 a 11 de agosto

Nos dias 09, 10 e 11 de agosto a Macarenando Dance Concept chega ao Theatro São Pedro para celebrar seus cinco anos de existência, promovendo um evento com quatro espetáculos do grupo e um bate-papo com artistas e equipe. A Macarenando Dance Concept é uma iniciativa cultural que investe na Dança como linguagem protagonista fundada em 2013 por Diego Mac. Inserida na perspectiva do desenvolvimento cultural e econômico junto à indústria criativa, a companhia aposta no bom humor e em experiências artísticas originais para se aproximar do público, mobilizar pessoas e provocar transformações.

A “Macarena”, nome que batiza o grupo, é uma canção da dupla espanhola Los Del Río, que obteve imenso sucesso durante os anos 1990 após a criação da célebre coreografia por uma bailarina de flamenco, que se espalhou pelo mundo em 1996 como o hit do verão. Por aqui a iniciativa que utilizou o nome da dança “insiste em resgatar, valorizar e reprocessar o que está a nossa volta e também aquilo que nós mesmos criamos e deixamos no mundo”, afirma Mac. Nestes cinco anos, a Macarenando conta com público total de mais de 10 mil pessoas, mais de 500 produções, passando por diversas cidades e espaços culturais e 14 criações em seu repertório.

Para as comemorações no Theatro São Pedro, estão agendadas as apresentações dos espetáculos Abobrinhas Recheadas: Dance a Letra, Abobrinhas Recheadas Rei Roberto, Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano e Das Tripas Sentimento (2018), além de uma edição especial do projeto Conversas Macarenando.

A programação inicia no dia 09 de agosto, às 21h, com Abobrinhas Recheadas: Dance a Letra. Primeiro espetáculo de Stand-Up Dance Comedy do RS, a obra explora a união da dança e da comédia e apresenta coreografias criadas a partir da pesquisa de gestos literais para letras de músicas brasileiras, que vão de Chico Buarque a Tom Jobim, passando por canções como Construção, Águas de Março, Emoções e Faroeste Caboclo, além dos hits regionais como Amigo Punk, Tertúlia e Porto Alegre é Demais!

No sábado, a Macarenando recebe o público para uma edição do Conversas Macarenando, na Sala de Oficinas do Multipalco Eva Sopher. O bate-papo, uma roda de conversa promovida pela Macarenando Dance Concept e composta por toda e qualquer pessoa interessada em conversar sobre DANÇA e assuntos que dela partem ou que nela chegam, ocorre em diversos espaços trazendo temas relacionados ao mundo da dança. Esta edição especial comemorativa será um encontro de artistas e equipe da companhia para dividir um pouco da história do grupo com o público. A atividade tem entrada franca e as inscrições devem ser feitas pelo formulário até dia 09 de agosto – http://bit.ly/conversas10AGO.

Às 18h, o público poderá conferir o espetáculo Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto, uma espécie de versão do espetáculo “Abobrinhas Recheadas: Dance a Letra” somente com músicas da obra do cantor e compositor Roberto Carlos. A performance estreou em 2018 dentro da programação do projeto Ponto de Teatro do Instituto Ling, que promove montagens inéditas de grupos locais com apoio do espaço. Abobrinhas Recheadas: Rei Roberto foi construído a partir de resgates muito pessoais da equipe e que de alguma maneira alcança os mais diversos públicos: “ninguém é imune a Roberto Carlos. Na primeira passada, selecionei quase 300 canções. Precisei de um olhar de fora para controlar o fã”, declara o diretor. Músicas como Além do horizonte, Não vou ficar, Se você pensa, Esse cara sou eu, Todos estão surdos e Eu te darei o céu integram o setlist com 53 canções da performance.

Às 21h é a vez de Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano, que apresenta um conjunto de coreografias criadas a partir da pesquisa de gestos literais para 30 letras de músicas da obra de Caetano Veloso. Em Dance a Letra Grupão Pocket Live Gestos Caetano, o procedimento Dance a Letra ganha novas camadas por meio do aprofundamento do estudo da literalidade gestual enquanto elemento de composição cênico-coreográfica e da articulação à poética musical do compositor baiano.

“’Dance a Letra…Caetano’ foi criado num Brasil pós-Queer-Museu. Em um tempo tão partido, cheio de partidas e particionamentos, inundado de intolerância, homofobia, machismo, transfobia, racismo, pós-verdades, vítimas silenciadas e humanos despidos de direitos, louco talvez seja aquele que se pensa inteiro sem a arte e sem o artista. E nós continuamos Macarenando e dançando Caetano ao pé da letra.”, diz Gui Malgarizi, diretor do espetáculo junto com Diego Mac.

No domingo, encerrando a mostra, às 18h ocorre a apresentação do mais recente espetáculo da Macarenando, Das Trips Sentimento (2018). Após 18 anos de sua estreia, o espetáculo Das Tripas Sentimento ganhou uma nova versão, estreada em setembro de 2018. Elis Regina é a personagem que inspirou a montagem original e que segue alimentando esta nova versão. Das Tripas Sentimento (2018) objetiva cultivar, através da linguagem da dança, a memória cultural da música brasileira tendo como fonte a forte interpretação da imortal cantora.

“A proposta é resgatar o sentimento Elis através do universo poético que o seu canto nos sugestiona. Sua trajetória marcada por atitudes inflamadas de guinadas estéticas (e políticas) radicais e interpretações transcendentes nos leva a refletir sobre o percurso da linha evolutiva da sociedade em que vivemos. E, no momento atual em que se faz urgente ouvir uma das vozes femininas mais importantes desse país, direção e equipe se unem no desafio de realizar este projeto. Em 2000, homenageamos. Em 2018, reivindicamos a VOZ”, declara June Machado, diretora das duas versões do espetáculo e mãe de Diego.

O título do espetáculo vem de uma frase da artista: “é preciso fazer das tripas sentimento para poder viver neste país”. Nada mais emblemático neste momento em que estamos vivendo. No repertório do espetáculo, 19 canções célebres da carreira de Elis pautam as cenas que contam com a dramaturgia de Gui Malgarizi.

Os ingressos custam R$ 30,00 para qualquer uma das apresentações, com 50% de desconto para estudantes, idosos, classe artística e professores, mediante comprovação e estão à venda pelo site https://vendas.teatrosaopedro.com.br ou na bilheteria do teatro. O evento Macarenando 05 Anos conta com apoio da Casa de Teatro de Porto Alegre e Theatro São Pedro. Mais informações: https://www.facebook.com/macarenando

 

Cinco anos de Macarenando – por Diego Mac e Gui Malgarizi

A Macarenando Dance Concept é uma iniciativa cultural que investe na Dança como linguagem protagonista na criação de conteúdos artísticos, fornecimento de criatividade e oferecimento de cursos e treinamentos. Inserida na perspectiva do desenvolvimento cultural e econômico junto à indústria criativa, opera na simplicidade, no bom humor, na proposição da experiência sensível, na aproximação com o público, na popularização da dança cênica, na formação de plateia, no agenciamento com diferentes setores e mercados, e no desejo de mudar o mundo, mobilizar pessoas e provocar transformações. Completados cinco anos de existência e chegado o momento de celebração, é inevitável imaginar um jeito de tentar resumir essa jornada. Mas “como medir um ano?”, já questionava Jonathan Larson em “Seasons of Love”. Em horas? Em dias? Aulas? Beijos? Em bilheteria? Bom dia? Centímetros? Em coreografias? Desistências? Em dinheiro? Discussões? Emojis? Espectadores? Espetáculos? Festas? Em fitas de linóleo? Fracassos? Gestos? Em lágrimas? Likes? Luas? Movimentos? Músicas? Noites? Obras? Patrocínios? Pores do sol? Em prêmios? Projetos aprovados? Quilômetros rodados? Em risos? Sustos? Títulos? Vídeos? Em xícaras de café? O próprio compositor nos dá um caminho em sua canção: meça com o amor. Pois bem; quem conhece um pouco da jovem história da Macarenando sabe o quanto nos empenhamos arduamente para celebrar a Cultura, Arte e a Dança por meio do nosso trabalho, com a vivacidade mais contundente que podemos ter, num esforço diário para responder à pergunta: O QUE SE FAZ COM O QUE JÁ SE TEM? Essa pergunta não é nada nova para nós. Não à toa, a Macarena dá nome a essa iniciativa, que desde 2013 insiste em resgatar, valorizar e reprocessar o que está a nossa volta e também aquilo que nós mesmos criamos e deixamos no mundo. Pensar no que já se tem e apontar caminhos para a valorização e o reaproveitamento das nossas conquistas são, sim, também, atitudes éticas, poéticas, políticas, empáticas, amorosas e sustentáveis frente aos possíveis desabamentos trágicos que podem aparecer na vida humana em sociedade. Com o olho vivo, com a piada da ponta da língua ao dedo do pé, com o braço firme para o golpe, com o coração aberto e com a cabeça bem feita para os giros, aí estamos, mostrando um pouco do que temos e de como pretendemos seguir em frente.

Serviço – Mostra Macarenando Dance Concept 05 anos

09, 10 e 11 de agosto – Theatro São Pedro

  • [09/ago, 21h] ABOBRINHAS RECHEADAS: DANCE A LETRA
  • [10/ago, 10h] CONVERSAS MACARENANDO: bate-papo com artistas e equipe Macarenando – Sala de Oficinas Multipalco Eva Sopher – inscrições até 09/08 pelo link http://bit.ly/conversas10AGO.
  • [10/ago, 18h] ABOBRINHAS RECHEADAS: REI ROBERTO
  • [10/ago, 21h] DANCE A LETRA…CAETANO
  • [11/ago, 18h] DAS TRIPAS SENTIMENTO (2018)

 

FICHA TÉCNICA | ABOBRINHAS RECHEADAS: DANCE A LETRA

  • Direção e coreografia: Diego Mac e Gui Malgarizi
  • Bailarinos: Daniela Aquino, Diego Mac, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree
  • Produção: Sandra Santos
  • Assistência de produção: Giulia Baptista Vieira e Arthur Bonfanti
  • Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
  • Operação de som: Dani Dutra
  • Fotos: Gui Malgarizi e Dani Dutra
  • Duração: 75 minutos
  • Classificação etária: livre

 

FICHA TÉCNICA | ABOBRINHAS RECHEADAS: REI ROBERTO

  • Direção: Diego Mac e Gui Malgarizi
  • Coreografia: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Dani Boff, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Diego Mac, Giulia Baptista Vieira, Gui Malgarizi, Juliana Rutkowski, Nilton Gaffree Jr. e Sandra Santos.
  • Produção: Sandra Santos
  • Elenco: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Daniela Aquino, Dani Dutra, Denis Gosch, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.
  • Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
  • Trilha sonora: montagem de Diego Mac e Gui Malgarizi a partir da obra de Roberto Carlos
  • Duração: 60 minutos
  • Classificação etária: livre

FICHA TÉCNICA | DANCE A LETRA…CAETANO

  • Direção: Diego Mac e Gui Malgarizi
  • Coreografia: Diego Mac
  • Produção: Sandra Santos
  • Elenco: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Daniela Aquino, Dani Dutra, Dani Boff, Denis Gosch, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.
  • Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
  • Assistência de produção e iluminação: Arthur Bonfanti e Giulia Baptista Vieira
  • Trilha sonora: montagem de Diego Mac e Gui Malgarizi a partir da obra de Caetano Veloso
  • Fotos: Cintia Bracht e Gui Malgarizi
  • Duração: 45 minutos
  • Classificação etária: livre

 

FICHA TÉCNICA | DAS TRIPAS SENTIMENTO (2018)

  • Direção artística e coreográfica: June Machado
  • Elenco: Cassandra Calabouço, Dani Boff, Denis Gosch, Diego Mac, Joana Amaral, Rossana Scorza, Thais Petzhold
  • Dramaturgia: Gui Malgarizi
  • Direção de pesquisa: Eunice Muniz da Silva
  • Direção de Produção: Sandra Santos
  • Produção e Cenário: Arthur Bonfanti
  • Iluminação: Gui Malgarizi e Sandra Santos
  • Fotografias: Gui Malgarizi e Claudio Etges
  • Gestão do projeto: Diego Mac
  • Duração: 90 minutos
  • Classificação etária: livre

Mostra Macarenando Dance Concept 05 anos

  • Realização: Macarenando Dance Concept
  • Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
  • Apoio: Casa de Teatro, Theatro São Pedro

Macarenando Dance Concept na coluna de Luiz Gonzaga Lopes no Correio do Povo

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Naira Nawroski Centro de Artes Integradas promove oficina de dança contemporânea para crianças nas férias

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Ministrado pela bailarina e antropóloga Geórgia Macedo, atividade é voltada para alunos de nova a 12 anos e 13 a 15 anos

 

Porto Alegre, 12 de julho de 2019 – O Naira Nawroski Centro de Artes Integradas promove a partir de 22 de julho a Oficina de Férias de Inverno Arteira – Dança Contemporânea para crianças e adolescentes. Ministrada pela bailarina e antropóloga Georgia Macedo, a atividade é voltada para alunos de nove a 12 anos e 13 a 15 anos.

Essa oficina entende educação como um estado de atenção. Atenção ao nosso corpo em movimento, ao ambiente em que estamos e às pessoas que compartilham esse espaço. Os exercícios que serão trabalhados têm base nos vetores da dança contemporânea, trazendo novas possibilidades de movimentos locomotores e funcionais aos alunos.” A oficina busca incentivar a arteirice do aluno para que crie repertórios, sozinhos e junto com seus colegas, que expressam o que desejam contar com o seu corpo e a partir do lugar que a imaginação deles os leva”, revela Geórgia, que desenvolve pesquisas que cruzam dança e antropologia.

A oficina terá turmas de segunda a quinta-feira das 09h30 às 11h30 (09 a 12 anos) e das 14h às 16h (13 a 15 anos). As aulas ocorrem de 22 a 25 de julho (1ª fase) e de 29 de julho a 01 de agosto (2ª fase). Cada fase custa R$ 180,00, com desconto para os alunos da escola (R$ 150,00). Informações e matrículas (51) 3331-6260 ou naira-nawroski@uol.com.br. O Naira Nawroski Centro de Artes Integradas fica na Rua João Guimarães, 200, Santa Cecília, Porto Alegre – RS.

 

 

Arteira – Dança Contemporânea para crianças e adolescentes – com Geórgia Macedo

1ª Fase – de 22 a 25 de Julho

Turma 09 a 12 anos – das 09h30 às 11h30 (2 horas/aula total de 8 horas a oficina)

Turma 13 a 15 anos  – das 14h às 16h (2 horas/aula total de 8 horas a oficina)

 

2ª Fase – de 29 de Julho a 1 de Agosto

Turma 09 a 12 anos – das 09h30 às 11h30 (2 horas/aula total de 8 horas a oficina)

Turma 13 a 15 anos  – das 14h às 16h (2 horas/aula total de 8 horas a oficina)

 

VALORES:

Curso de 8 horas R$ 180,00

Curso de 6 horas R$ 150,00

Aula Individual    R$ 60,00

Para alunos do Naira Nawroski Centro de Artes Integradas o Curso de 8 horas será de R$ 150,00.

 

Geórgia Macedo vem compondo sua trajetória nos movimentos que circulam entre a dança e a antropologia. Estudou dança clássica por 10 anos no Ballet Vera Bublitz e após, buscando interdisciplinaridade, iniciou aulas de técnicas circenses. Desde 2016 estuda dança contemporânea com Eva Schul. Em 2018 começou a explorar a intersecção entre a dança e a performance com o GEDA; trabalhou com o coletivo Les Gens d’Uterpan (Paris – FR), na performance Pièce en 7 morceaux; e criou Afluência, um espetáculo performático que une a linguagem da dança, da música e das artes visuais. Geórgia é professora da Naira Nawroski Centro de Artes Integradas desde 2017 e também trabalha com antropologia da educação e antropologia visual sendo uma das curadoras e organizadoras da Mostra de Cinema Tela Indígena.

 

Sobre Naira Nawroski Centro de Artes Integradas

Escola fundada há 15 anos em Porto Alegre pela bailaria, coreógrafa e professora especializada no ensino de ballet clássico infantil, Naira Nawroski. Naira é graduada em pedagogia – Habilitação em Educação Pré-Escolar pela PUCRS e pós-graduada em Psicomotricidade Relacional pelo Centro Universitário La Salle de Canoas. Durante os anos 1990, estudou na David Howard School, Martha Graham School e Broadway Dance Center em Nova Iorque. Participou de cursos do Método Royal Ballet com Toshie Kobayashi e integrou programa de intercâmbio na Universidade de Coimbra em Portugal no ano 2000.

O Naira Nawroski Centro de Artes Integradas oferece diversas modalidades de dança, como ballet infantil e adulto, dança contemporânea, flamenco, sapateado americano, dança de salão, jazz, hip-hop, entre outras. Naira desenvolveu ao longo destes anos métodos interdisciplinares oferecendo aulas de artes e teatro integradas com as aulas de dança para crianças – uma inovação didática inédita em Porto Alegre.

Mais informações: facebook.com/ Naira.Centro.de.Artes e Instagram @nairanawroski

 

Mostra sobre Cinema, Ciência e Tecnologia ocorre de 18 a 31 de julho na Cinemateca Capitólio Petrobras

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Cinema, Ciência e Tecnologia: Diálogos Possíveis traz mais de 20 filmes que traduzem o impacto sociocultural e muitas transformações vivenciadas no século XX e integra a programação especial com 26 atividades com patrocínio master da Petrobras e produção cultural da Fundacine e Prefeitura Municipal de Porto Alegre

 

Porto Alegre, 08 de julho de 2019 – A Cinemateca Capitólio Petrobras apresenta de 18 a 31 de julho a mostra Cinema, Ciência e Tecnologia: Diálogos Possíveis com mais de vinte filmes, entre curtas e longas, que trazem múltiplas perspectivas a respeito da intersecção tripla entre os saberes. Em diferentes tempos e territórios, as obras traduzem o impacto sociocultural e muitas transformações vivenciadas no século vinte.

A mostra é dividida em dez seções temáticas – Enigmas, Investigações, Ilusões, Experiências, Artifícios, Limites, Aprendizados, Consciências, Horizontes e Horrores – e apresenta obras que contribuíram com reflexões instigantes sobre as transformações tecnológicas testemunhadas pela própria história do cinema, como Matrix, de Lilly e Lana Wachowski, Um Homem com a Câmera, de Dziga Vertov, O Fundo do Coração, de Francis Ford Copolla e Razzle Dazzle: The Lost World, de Ken Jacobs.

A sessão de abertura, na quinta-feira, 18 de julho, às 19h30, apresenta uma das primeiras exibições brasileiras do longa-metragem A Noite Amarela, destaque do Festival de Rotterdam deste ano, dirigido pelo paraibano Ramon Porto Mota. O diretor estará presente para um debate após a exibição. A sessão de encerramento, na quarta-feira, 31 de julho, às 19h30, conta com a ficção-científica Plano Controle, o mais novo filme da realizadora de Baronesa, Juliana Antunes, seguido da versão restaurada do longa-metragem Abrigo Nuclear, de Roberto Pires, um clássico sci-fi brasileiro. Juliana estará presente e participa de uma conversa após a sessão.

Outra estreia importante na cidade é Mirante, longa-metragem experimental de Rodrigo John, que parte de um registro de mais de 10 anos das janelas de um apartamento no Centro de Porto Alegre. Completam a programação brasileira Branco Sai, Preto Fica, o híbrido entre documentário e ficção-científica de Adirley Queiróz, e o retrato das indígenas do Alto Xingu As Hiper Mulheres, de Takumã Kuikuro, Leonardo Sette, Carlos Fausto. O Auge do Humano, co-produção entre Argentina e Brasil, de Eduardo Williams, ganha sessão comentada pela Gogó Conteúdos Sonoros, a equipe responsável pela criação sonora do filme.

A programação também destaca grandes pioneiras do cinema, com filmes de Maya Deren, nome essencial do cinema de vanguarda, Julie Dash e Zeinabu irene Davis, integrantes do movimento L. A. Rebellion, grupo de realizadores que saíram da Universidade da Califórnia em Los Angeles e transformaram o cinema negro dos Estados Unidos, e Kathleen Collins, diretora de Sem Chão, outro marco da produção afro-americana realizada na década de 1980.

 O diálogo com as artes visuais no recorte temático da mostra está presente nas exibições do documentário Giuseppe Penone, sobre a obra de um dos grandes nomes da Arte Povera, que será comentado pelas pesquisadoras Marina Câmara e Maria Ivone dos Santos, e do vídeo da artista Nancy Holt que registra a criação Sun Tunnels, uma das obras-primas da Land Art.

A mostra ainda apresenta filmes impactantes de Michelangelo Antonioni, James Gray, David Cronenberg e Kiyoshi Kurosawa.

A Cinemateca Capitólio Petrobras conta, em 2019, com o projeto Cinemateca Capitólio Petrobras programação especial 2019 aprovado na Lei Rouanet/Governo Federal, que será realizado pela FUNDACINE – Fundação Cinema RS e possui patrocínio master da PETROBRAS. O projeto contém 26 diferentes atividades entre mostras, sessões noturnas e de cinema acessível, master classes e exposições.

Os ingressos para as sessões custam R$ 10,00, com meia entrada para estudantes, idosos e portadores do Cartão Petrobras com acompanhante, além de gratuidade para os funcionários da Petrobras. A bilheteria abre 30 minutos antes de cada sessão. A Cinemateca Capitólio Petrobras fica na Rua Demétrio Ribeiro 1085 – Esq. com Borges de Medeiros. Mais informações (51) 3289 7453 | http://www.capitolio.org.br | facebook.com/cinemateca.capitolio

 

 

FILMES

 ENIGMAS

 A Noite Amarela

Brasil, 2019, 100 minutos, DCP

Direção: Ramon Porto Mota

O que pode ser morrer, frente ao medo de existir? Uma viagem de turma de adolescentes paraibanos para uma cidade pequena.

 

O Mistério de Oberwald

(Il Mistero di Oberwald)

Itália/Alemanha, 1980, 129 minutos, digital

Direção: Michelangelo Antonioni

Sebastian, um homem procurado, chega ao Castelo de Oberwald para matar a rainha, mas desmaia antes do crime. Ele é a imagem do rei assassinado no dia do casamento.

 

INVESTIGAÇÕES
Mirante

Brasil, 2019, 79 minutos, DCP

Direção: Rodrigo John

Morador observa os habitantes do centro de Porto Alegre, enquanto uma reviravolta na história do Brasil ecoa velhos fantasmas. No vidro das janelas, o lado de fora e o de dentro se misturam, numa sinfonia fora do tempo.
Giuseppe Penone

Brasil, 2018, 52 minutos, HD

Direção: Pedro Urano

Em seu estúdio em Turim, o artista apresenta alguns de seus trabalhos mais emblemáticos e o entendimento sobre a natureza e o tempo que eles contém. Acompanhamos a instalação da obra “Elevazione” no Inhotim, visitamos o “jardim das esculturas fluidas” – uma expressiva coleção de esculturas ao ar livre instalada permanentemente por Penone nos arredores de Turim – e flagramos o artista trabalhando no bosque próximo a sua casa de campo em San Raffaele.

ILUSÕES

Matrix

Estados Unidos/Austrália, 1999, 135 minutos, HD

Direção: Lilly e Lana Wachowski

Em um futuro próximo, jovem programador é atormentado por estranhos pesadelos: está conectado por cabos em um imenso sistema de computadores.

 

  1. A. Rebellion: Julie Dash e Zeinabu irene Davis

 

Ciclos

(Cycles)

Estados Unidos, 1989, 17 minutos, digital

Direção: Zeinabu irene Davis

Uma mulher aguarda a menstruação. Sua apreensão logo se aprofunda em transe.

 

Diário de uma Freira Africana

(Diary of an African Nun)

Estados Unidos, 1977, 15 minutos, digital

Direção: Julie Dash

O fluxo de consciência de uma freira negra vivendo em Uganda.

 

Ilusões

(Illusions)

Estados Unidos, 1982, 36 minutos, digital

Direção: Julie Dash

O encontro entre uma assistente de produção de Hollywood e uma cantora negra contratada para dublar atrizes brancas em cenas musicais.

 

EXPERIÊNCIAS

Cavaleiros Divinos – Os Deuses Vivos do Haiti

(Divine Horsemen: The Living Gods of Haiti)

Haiti/Estados Unidos, 1977, 53 minutos, HD

Direção: Maya Deren, Teiji Ito e Cherel Ito

Estudo etnográfico íntimo das danças e rituais de Vodu filmado por Maya Deren durante seus anos no Haiti (1947-1951). Edição feita por Teiji Ito e Cherel Ito nos anos 1970.
Z – A Cidade Perdida

(The Lost City of Z)

Estados Unidos, 2016, 141 minutos, DCP

Direção: James Gray

O explorador britânico Percy Fawcett viaja para a Amazônia no início do século XX e descobre evidências de uma civilização avançada que pode ter habitado a região.

 

ARTIFÍCIOS

Sun Tunnels

Estados Unidos, 1978, 26 minutos, digital

Direção: Nancy Holt

Sun Tunnels documenta a produção da obra-prima da Land Art criada pela artista Nancy Holt em 1976.
O Fundo do Coração

(One From the Heart)

Estados Unidos, 1982, 107 minutos, HD

Direção: Francis Ford Coppola

Numa Las Vegas onírica, Hank e Frannie decidem que seu casamento chegou ao fim. As novas paixões podem ser tão ilusórias quanto o brilho da cidade que os cerca.

 

LIMITES

Um Homem com uma Câmera

(Chelovek s kinoapparatom)

União Soviética, 1929, 68 minutos, HD

Direção: Dziga Vertov

A cidade acorda. A câmera-olho inicia sua aventura neste marco da vanguarda soviética dos anos 1920.

 

O Auge do Humano

(El Auge de Humano)

Argentina, 2016, 100 minutos, DCP

Direção: Eduardo Williams

Exe, argentino, Alf, moçambicano e Archie, das Filipinas, acabam se conhecendo na internet enquanto buscam algum tipo de conexão.

 

APRENDIZADOS

Sem Chão

(Losing Ground)

Estados Unidos, 1982, 86 minutos, HD

Direção: Kathleen Collins

Professora de filosofia vive crise com o marido, um pintor vanguardista. Longa de estreia Kathleen Collins e marco do cinema negro dos EUA.

 

O Professor Aloprado

(The Nutty Professor)

Estados Unidos, 1963, 107 minutos, HD

Direção: Jerry Lewis

Professor atrapalhado (e apaixonado) inventa uma fórmula para se transformar em outro homem.

 

CONSCIÊNCIAS

A Vida de Galileu

(Galileo)

Reino Unido, 1975, 139 minutos, digital

Direção: Joseph Losey

Galileu Galilei busca, por meio de instrumentos e da verificação científica, a validade das teorias de Copérnico. Adaptação da obra de Brecht.
Branco Sai, Preto Fica

Brasil, 2015, 94 minutos, DCP

Direção: Adirley Queiroz

Tiros em um baile de black music na periferia de Brasília ferem dois homens, Marquim e Sartana. Dimas vem do futuro para encontrar Sartana e provar que a culpa é da sociedade repressiva. Marquim trabalha numa invenção que irá levar a voz e a música de Ceilândia para o espaço.

 

HORIZONTES

As Hiper Mulheres

Brasil, 2012, 80 minutos, DCP

Direção: Takumã Kuikuro, Leonardo Sette, Carlos Fausto

Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede a seu sobrinho que realize o maior ritual feminino do Alto Xingu, para que ela possa cantar uma última vez.

 

Razzle Dazzle: The Lost World

Estados Unidos, 2008, 92 minutos, digital

Direção: Ken Jacobs

Jacobs manipula digitalmente um curta de Thomas Edison de 1903, onde um grupo de crianças monta uma espécie de montanha russa.

 

HORRORES

Pulse

(Kairo)

Japão, 2001, 118 minutos, HD

Direção: Kiyoshi Kurosawa

Adolescentes japoneses investigam uma série de suicídios ligados a uma página de internet que promete aos visitantes a chance de se conectarem com os mortos.

 

eXistenZ

Canadá/Reino Unido, 1999, 96 minutos, HD

Direção: David Cronenberg

Uma renomada designer de jogos de realidade virtual é vítima de uma intensa perseguição por fanáticos religiosos que querem assassiná-la.

 

 

SESSÃO DE ENCERRAMENTO

Plano Controle + Abrigo Nuclear

Plano Controle

Brasil, 2018, 15 minutos, DCP

Direção: Juliana Antunes

Em um contexto político distópico, Marcela usa um novo serviço do celular para deixar o país.

Abrigo Nuclear

Brasil, 1981, 85 minutos, HD

Direção: Roberto Pires

O planeta foi contaminado por múltiplas explosões nucleares e os sobreviventes dos eventos vivem sob o solo, num abrigo controlado por cientistas. Após um acidente dentro do local, um grupo de rebeldes decide desafiar as restrições impostas e subir para a superfície

 

GRADE DE HORÁRIOS

18 a 31 de julho de 2019

18 de julho (quinta)

16h – A Vida de Galileu

19h30 – A Noite Amarela + debate com Ramon Porto Mota

 

19 de julho (sexta)

16h – Branco Sai, Preto Fica

18h – O Mistério de Oberwald

20h30 – Cavaleiros Divinos – Os Deuses Vivos do Haiti

 

20 de julho (sábado)

16h – Z – A Cidade Perdida

18h30 – Branco Sai, Preto Fica

20h – Giuseppe Penone + debate

 

21 de julho (domingo)

16h – A Vida de Galileu

18h30 – Sun Tunnels + debate

19h30 – O Mistério de Oberwald

 

23 de julho (terça)

16h – Matrix

18h30 – Um Homem com a Câmera

20h – O Fundo do Coração

 

24 de julho (quarta)

16h – O Fundo do Coração

18h – Um Homem com a Câmera

19h30 – O Auge do Humano + debate com integrantes da Gogó Conteúdo Sonoros

 

25 de julho (quinta)

16h – As Hiper Mulheres

17h30 – Z – A Cidade Perdida

20h – Razzle Dazzle: The Lost World

 

26 de julho (sexta)

16h – Branco Sai, Preto Fica

18h – O Professor Aloprado

20h – Projeto Raros Especial: Sem Chão + debate com Juliana Costa

 

27 de julho (sábado)

16h – As Hiper Mulheres

18h – Matrix

20h30 – L. A. Rebellion: Julie Dash e Zeinabu irene Davis

 

28 de julho (domingo)

16h – Pulse

18h – Um Homem com a Câmera

19h – Mirante + debate com Rodrigo John

 

30 de julho (terça)

16h – Pulse

18h – Z – A Cidade Perdida

20h30 – eXistenZ

 

31 de julho (quarta)

18h – eXistenZ

19h30 – Plano Controle + Abrigo Nuclear (debate com Juliana Antunes)

Goethe-Institut Porto Alegre em Zero Hora de hoje

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