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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Autor

Bruna Paulin

Espetáculo Pátria Estrangeira/Fremde Heimat na imprensa

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Delphus Galeria na coluna Vida Social no Jornal do Comércio

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Espetáculo Pátria Estrangeira/Fremde Heimat na capa do caderno Panorama do Jornal do Comércio de hoje

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28ª Open_Feira de Design ocorre no sábado, 01 de setembro

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Evento ocorre com entrada franca no Pátio Ivo Rizzo

 

Porto Alegre, 27 de agosto de 2018 – No próximo sábado, 01 de setembro, ocorre a 28ª edição da Open_Feira de Design, no Pátio Ivo Rizzo, com entrada franca, reunindo mais de 40 expositores de vestuário adulto e infantil, acessórios, mobiliário, decoração e brinquedos, além de opções gastronômicas ao ar livre.

“Muito mais do que uma feira, a Open aproxima o universo do design e da indústria criativa do público portoalegrense”, revela Camila Farina, curadora do evento. Criada, desenvolvida e realizada pela Maria Cultura, tem como objetivo movimentar o mercado criativo trazendo ao público produtos autorais e de marcas locais. Inspirada nas feiras de design abertas de Palermo, em Buenos Aires, a Open já reuniu desde sua primeira edição em 2015 um público de mais de 25.000 pessoas e 350 expositores.

O projeto gráfico desta edição foi criado pelo estúdio BSA da designer Bruna Borges, inspirado na primavera e suas flores e cores, apresentando o contraste do azul com o quente do rosa para marcar a dualidade da troca de estação. O nome do estúdio foi inspirado nas siglas dos aeroportos, representando o movimento e a influências de diversas culturas que o design produzido apresenta.

Cinco marcas estreantes integram esta edição do evento: a Auster Sports Wear, marca de roupas e acessórios esportivos, Hummell Óculos Artesanais, com armações em madeira, Transmute – Harmonização Quântica, que produz orgonites com uma combinação de metais de alta condutividade e cristais que unem a ciência e a espiritualidade na busca pela cura energética, Sabonetes 100% Artesanal e Urban Street Wear, marca de calçados e acessórios com sede em Novo Hamburgo.

O evento tem entrada franca e ocorre das 11h às 19h, é pet friendly e tem atividades para toda a família. Em caso de chuva, a Open será transferida.  Fique por dentro da programação: openfeiradesign.com

 

Open_Feira de Design #28

DATA: sábado, 01 de setembro de 2018

HORÁRIO: das 11h às 19h

LOCAL: Pátio Ivo Rizzo (Rua Félix da Cunha, 1213)

 

Marcas confirmadas:

 

2B Comfy Wear

Andarilha

Auster Sports

Bendito Pjama

Bichométrico

Boys Only Kids

Cave

Chamaquitas

Claudia Casaccia

Encactadas

Os Estampados

Estúdio Terra Mater

Fabiane Montemezzo

Feels Bella

Fernanda Sica Comfort Clothing

Fran Fabrique

Giovana Pegorer

Gravurando

HiLo

Hummell Óculos Artesanais

Le Pluie

Libe Store

Lucas Moraes

Melhor Juntos Store

Nó em Pano

O Jardinzinho

ODDO

Pitangália

Pocket Chef

PretaCor

Rafael Bernardes

Sabonetes 100% Artesanal

Spazio Cake

Stock 51

Tanara Mallmann

Transmute – Hamonização Quântica

Urban Street Wear

Vento Livre

Vira Lua

Wara Mujica

Weave

Zeen Studio
Fique por dentro da programação:
www.openfeiradesign.com

Fanpage: facebook.com/openfeiradesign /
Instagram: open_feiradedesign

Um evento:
Maria Cultura

Apoio:
Grafiset
Poke House
Apdesign – Associação dos Profissionais em Design do RS
POA na Rua
Rádio Unisinos FM
A Rádio oficial da OPEN

Convidado de Design (desenvolvimento do cartaz):
Bruna Borges – BSA Design

Assessoria de Imprensa
Bruna Paulin – assessoria de flor em flor

 

// Manifesto pelo Design // OPEN FEIRA DE DESIGN

Queremos design. Queremos produtos que contem histórias e que assim colaborem com as nossas. Queremos estimular o consumo consciente. Queremos causar surpresa com presentes que sejam úteis. E além de tudo queremos incentivar novos criadores abrindo espaço para novos fluxos econômicos. Queremos fazer parte da mudança e conviver com pessoas que também pensem como a gente.

 

// Fale com a gente

open@mariacultura.com.br

// Sobre a Maria Cultura

A Maria Cultura é uma agência cultural que trabalha no desenvolvimento de projetos culturais. Especializada em áreas da cultura urbana como moda, design, artes visuais em geral, projetos ao ar livre, além de atender marcas como Lojas Pompéia, Unisinos, Duocasa, em função do patrocínio a projetos, faz a gestão da programação do Pátio Ivo Rizzo e tem no currículo iniciativas de sucesso como o carnaval Maria do Bairro, Pixel Show, Cut&Paste, Maratona Mude e diversas exposições como Mais Tempo Que lugar (Goethe Institute/Usina do Gasômetro), Transfer_cultura urbana_arte contemporânea(Santander Cultural), Italian Genius Now Brasil (Santander Cultural), Vinte(ver)Quintana (Shopping Praia de Belas), Imagina Erico (Shopping Praia de Belas).

 

Coprodução Brasil-Alemanha estreia em 30 de agosto no teatro do Goethe-Institut Porto Alegre

Crédito Maí Yandara_-66-2

Pátria Estrangeira/Fremde Heimat é um projeto teatral com equipe e elenco brasileiro e alemão e estará em cartaz nos dois países

Porto Alegre, 27 de agosto de 2018 – Estreia na quinta-feira, 30 de agosto, no teatro do Goethe-Institut Porto Alegre, o espetáculo Pátria Estrangeira/Fremde Heimat, uma coprodução da ATO cia.cênica, Primeira Fila Produções e Badisches Staatstheater Karlsruhe. A temporada de estreia mundial da produção, que conta com elenco e equipe brasileiro e alemão, segue em Porto Alegre até 09 de setembro, seguida por apresentações em Karlsruhe a partir do dia 20 do mesmo mês. O projeto tem financiamento do Fundo de Cultura Federal Alemão Kulturstiftung des Bundes em parceria com o Goethe-Institut.

         O sul do Brasil é conhecido por ser a região que recebeu grande parte dos imigrantes vindos da Alemanha. No século XIX chegaram ao Brasil colonos alemães que pela pobreza e falta de perspectiva econômica se refugiaram na região dos Pampas – as famílias receberam boas vindas com o propósito de colonizar a região e embranquecer a população. A partir de então, diversas ondas de imigração alemã se sucederam, desde os refugiados econômicos da crise de 1920, os perseguidos pelo Nazismo na segunda guerra até os próprios Nazistas que com o fim da guerra se esconderam na região. Em algumas famílias até hoje o dialeto alemão Hunsrückisch é falado. Atualmente, a Alemanha e o Brasil são países de destino da imigração causada pela pobreza. A Alemanha já foi um país de partida de imigrantes pobres. No projeto docuficcional, cinco atores com antecedentes migratórios partem em busca de sua “pátria estrangeira”.

Pátria Estrangeira/Fremde Heimat é uma direção e baseado na pesquisa da diretora Mirah Laline, com pesquisa e texto do autor Jürgen Berger, construída em colaboração com elenco, equipe e direção e direção de dramaturgia de Jan Linders. O elenco, formado pelos brasileiros com raízes e descendências germânicas, Philipe Philippsen, Camila Falcão, Martina Fröhlich, Karin Salz Engel e o alemão de família Austríaca e Italiana, Thomas Prenn, conta a história de descendentes de alemães no Brasil, através de uma docuficcção. “Foi através de uma pesquisa autobiográfica de cada um dos atores e seus ancestrais, alguns deles vindos da Alemanha, que construímos este biodrama”, conta Mirah. A partir de uma pesquisa e resgate autobiográficos durante um workshop realizado no primeiro semestre deste ano em Porto Alegre, o autor Jürgen Berger montou a base dos textos do espetáculo. Quatro atores e músicos brasileiros contracenam com um jovem ator de Karlsruhe, Alemanha. Temas como ancestralidade, gerações, memória, pertencimento, imigração permeiam questionamentos como: é possível viver duas culturas ao mesmo tempo? Seria Pátria um instrumento do colonialismo? Que semelhanças existem com a recente onda de imigração no Brasil e na Alemanha?

Vídeos e músicas – executadas ao vivo e compostas pelo elenco – são elementos muito marcantes da concepção, segundo a diretora. Ricardo Vivian assina o Desenho de Luz, Rodrigo Shalako o cenário, Mauricio Casiraghi, Video e Projeções e Déh Dullius os figurinos. Jan Linders é o dramaturgo.

O projeto está em desenvolvimento desde 2015 quando Mirah foi convidada pela diretora do Goethe-Institut Porto Alegre, Marina Ludemann, a integrar a equipe de um projeto proposto pelo crítico e autor Jürgen Berger, que estava em Porto Alegre ministrando uma oficina de Crítica Teatral. A ideia de Berger era montar uma peça docu-ficcional, baseado em histórias dos imigrantes alemães e de seus descendentes. O Rio Grande do Sul é o estado mais meridional do Brasil e, junto com Santa Catarina, uma região com expressivo contingente de descendentes de imigrantes alemães que chegaram ao Brasil no início século XIX. Jürgen aproveitou para visitar cidades da zona alemã gaúcha, como Dois Irmãos e Santa Maria do Herval, onde a maioria dos habitantes ainda fala o dialeto Hunsrückisch. Após uma pausa, o projeto foi retomado no início de 2018, com a confirmação do subsídio pela Kulturstiftung des Bundes, a principal instituição para financiamento cultural da Alemanha.

Em Porto Alegre Pátria Estrangeira/Fremde Heimat estará em cartaz de 30 de agosto a 09 de setembro, com apresentações às 20h de quinta-feira a sábado e às 18h aos domingos, com ingressos a R$ 40,00. As vendas antecipadas estão disponíveis pelo site entreatosdivulga.com.br. Durante a temporada, será possível adquirir entradas no local, uma hora antes do início do espetáculo. Em Karlsruhe, o espetáculo estreia em 20 de setembro e terá apresentações nos dias 23, 29 e 30 do mesmo mês, além de uma performance na cidade de Ludwigshafen no dia 28.

 

Mais informações:

https://www.goethe.de/ins/br/pt/sta/poa/ver.cfm?fuseaction=events.detail&event_id=21344906

http://spielzeit18-19.staatstheater.karlsruhe.de/programm/info/2775/

facebook.com/patriaestrangeirafrremdeheimat

Instagram @fremde.heimat

Sinopse

Coração ambivalente

Atualmente a Alemanha e o Brasil são países de destino da imigração causada pela pobreza. A Alemanha já foi um país de partida de imigrantes pobres. No projeto docuficcional, cinco atores com antecedentes migratórios partem em busca de sua “pátria estrangeira”.

Os antepassados de Martina estão entre os primeiros emigrantes que, no início do século 19, emigraram da atual região da Renânia-Palatinado para o sul do Brasil. Ela vive em Porto Alegre e vive brigando com um coração ambivalente no seu peito. Uma alemã ela não é, mas é realmente brasileira?

Camila é tataraneta de uma família com influência afro-alemã. Sua tataravó teve uma relação com o filho de uma família de imigrantes alemães. O fato de que a tataravó alemã tenha desagregado a família do filho, acompanha Camila até hoje. Porém, no ano de 2018, uma brasileira descendente afro tem problemas mais urgentes.

Philipe é tataraneto de um patchwork brasileiro-indígena-judeu-europeu. Sua árvore genealógica poderia ser tema de um projeto de pesquisa. O brasileiro com os muitos corações no peito tem de viver com o fato de que, apesar de seus antepassados alemães, a cidadania alemã lhe é negada.

Karin viveu e trabalhou como pianista de concertos na Alemanha e na Suíça, mas apesar disso tinha a sensação de que seu coração batia em Porto Alegre. Após quatro anos de migração pela Europa central, ela se decidiu por retornar à sua pátria sul-brasileira. Ela chegou a um país profundamente dividido social e politicamente.

Thomas, do sul do Tirol, vive em Berlim e não pode requerer um passaporte alemão. Ele não necessita de um Ministério para saber que pátria é lá onde ele se sente em casa.

FICHA TÉCNICA

JÜRGEN BERGER | Pesquisa e Texto*

MIRAH LALINE | Pesquisa e Direção

CAMILA FALCÃO – KARIN SALZ ENGEL – MARTINA FRÖHLICH – PHILIPE PHILIPPSEN -THOMAS PRENN | Elenco

MAURICIO CASIRAGHI | Vídeo

DÉH DULLIUS | Figurinos

RODRIGO SHALAKO | Cenografia

RICARDO VIVIAN | Iluminação

UOU DESIGN/ LUCAS DALA-LANNA | Design Gráfico

JANAINA VIANNA | Assistência de Direção

PASCAL BERTEN | Tradução e Assessoria Linguística

HERTA ELBERN | Tradução

JAN LINDERS| Dramaturgia

MAÍ YANDARA | Fotografias

BRUNA PAULIN | Assessoria de Imprensa e redes sociais

ROZE PAZ e VINICIUS MELLO | Produção Executiva

DANIELA MAZZILLI E LETICIA VIEIRA | Coordenação de Produção

ATO. Cia cênica | Coprodução Brasil

GOETHE INSTITUT PORTO ALEGRE | Coprodução Brasil

PRIMEIRA FILA PRODUÇÕES | Produção Brasil

BADISCHES STAATSTHEATER KARLSRUHE | Produção Alemanha

KULTURSTIFTUNG DES BUNDES | Patrocinador Master

* com a colaboração do elenco, direção e equipe criativa

FREMDE HEIMAT / PÁTRIA ESTRANGEIRA

Curiosidades – por Jan Linders

  • Projeto binacional – está é a primeira montagem que temos conhecimento que tem uma equipe técnica e elenco de brasileiros e alemães; Todos os atores tem algum ancestral alemão na família, além de três integrantes da equipe técnica – a assessora de comunicação Bruna Paulin, o cenógrafo Rodrigo Shalako, o figurinista Déh Dullius
  • O projeto foi concebido pelo crítico e autor teatral Jürgen Berger e a diretora Mirah Laline após uma pesquisa na Serra Gaúcha, em comunidades alemãs que falam o dialeto Hunsrückisch.
  • O texto da peça foi baseado em entrevistas e relatos pessoais dos atores – com material adicional, criando uma docuficcção, um caso raro onde os próprios atores profissionais são o próprio tema do espetáculo
  • A peça foi desenvolvida em um workshop que teve duração de duas semanas em março de 2018 e em 6 semanas intensas de ensaios em julho e agosto de 2018, no Goethe-Institut Porto Alegre, onde as oito apresentações brasileiras ocorrem. Outras temporadas no Brasil já estão em negociação
  • Após a curta temporada de estreia no Brasil, elenco e equipe técnica viaja para a Alemanha para se apresentar durante a temporada de abertura do Staatstheater Karlsruhe, estreando em 20 de setembro, com apoio da Associação Sul-Brasileira Alemã
  • A história da imigração europeia no Rio Grande do Sul é desconhecida na Alemanha, como o fato que há uma recente imigração de pessoas do Senegal, Haiti e Venezuela. Acompanhando a pesquisa do projeto, a equipe conheceu diversos vendedores de rua desses países no centro de Porto Alegre.
  • Duas professoras da UFRGS, Luciana Garcia de Mello e Ana Lúcia Liberato Tettemanzy, estiveram com o grupo, esclarecendo e fornecendo informações sobre pós-colonialismo, racismo, o discurso brasileiro sobre os indígenas e os afro-brasileiros e os novos imigrantes
  • O projeto só foi possível de ser realizado através do financiamento do Fundo da Cultura Alemã – www.kulturstiftung-bund.de.

Delphus Galeria promove projeto Arte para Todos

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Primeira edição ocorre no mês de setembro com o artista Marcelo Hübner

Porto Alegre, 24 de agosto de 2018 – A partir de 01 de setembro a Delphus Galeria promove o projeto Arte para Todos, que pretende aproximar o público do ambiente da galeria e dos artistas. O projeto, que ocorrerá mensalmente, destaca um artista do acervo da Delphus que terá uma seleção de obras expostas no térreo e fará três live paintings no local, todos com entrada franca. Nesta primeira edição o artista em destaque é Marcelo Hübner.

“Esta é uma oportunidade para todos os interessados em acompanhar o processo de criação do artista”, afirma a diretora da galeria, Salete Salvador. “Entender como funciona o trabalho artístico, poder assistir o preparo de uma tela, é uma oportunidade que poucas pessoas têm e é uma maneira de entender mais sobre arte”, conta.

Além disso, todas as peças de Hübner disponíveis na galeria estarão com valores e condições especiais: “acreditamos que facilitando as condições de compra também estamos construindo uma ponte de acessibilidade à arte”, declara Salete.

As Live Paintings ocorrem no sábado dia 01 das 10h às 15h, na quarta-feira, 12 de setembro, às das 14h às 18h, e no sábado, 29, às 10h às 15h. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.

Sobre o artista

Marcelo Hübner é essencialmente um pintor que domina as cores.

Sua obra traz, antes de tudo, a mensagem alegre e efusiva de um olhar livre, quase alheio ao drama humano, porquanto fixado nos matizes e no que estes possam reverberar em sensações positivas ao espectador.

Assim, seus quadros portam o discurso leve para os dias pesados. E por isso desde sempre vêm sendo disputados a cada nova exposição que o artista realiza.

Hübner, que começou sua carreira com cenas campestres, retratando colhedoras de girassóis, incursionando também pela escultura em que revelava floristas ligadas à mesma temática, visitou outros sítios em sua imaginação e observação. Pintou cenas praianas com perfeito domínio e corretos jogos de sombras que nos instigam pelo predominante contraponto da presença solar.

Atualmente se encontra em cenas urbanas, retratando prédios do cenário de Porto Alegre, alguns dos quais desde logo reconhecíveis pela precisão que o artista empresta aos rápidos gestos de pinceladas caracterizadas, mais uma vez, pela essência luminosa em sua pintura.

Este fato, já tão próprio de uma fase anterior (ramalhetes de flores embrulhados em jornais, à venda nas ruas da cidade, numa visão bem parisiense, digamos assim), toma agora o sentido da verticalidade da construção do edifício, do “amontoamento” dos andares, alusão construtivista, se não pelo conceito formal em arte, pelo sentido explícito do termo “construção” que remete de imediato à noção geométrica de organização.

Será uma mudança na trajetória do artista?

O resultado visível deste trabalho meticuloso é uma arte de grata fruição, ou seja, aquilo que hoje tanto nos falta.

Nos dias em que vivemos, quando se fala em arte contemporânea, talvez por um modismo que já vem perdendo força, se espera do artista e de seu fazer um discurso expressionista, contestador, por vezes indignado. Assistimos a este fenômeno pelas redes sociais, por exemplo, (em que somos todos protagonistas – e artistas -e o que mais nos permitimos ser), onde é comum a mais gratuita indignação ocupar o terno espaço da mais sensata lucidez.

Entretanto, também ali convive uma parcela significativa de pessoas sedentas de contemplação, à qual não interessa tal inflamado discurso. E não podemos esquecer que a arte não pertence apenas ao seu criador, mas também àquele que a sorve.

A arte deve ser democrática e democratizada.

Assim, Marcelo cumpre com sua parte, com o compromisso eleito, aplicando não apenas a técnica de que dispõe e que conhece a cada traço na revelação de certa alegria, mas a presença de um pensamento que deseja ser dividido com quem mais dele necessita.

É este o principal lugar em que se situa o artista Marcelo Hübner em nosso cenário das artes visuais.

Paulo C. Amaral | Artista plástico, curador independente, escritor | Membro da Academia Brasileira de Belas artes, RJ

Sobre a Delphus Galeria

A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.

Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 44 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.

A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.

A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232

Sarau da Clara Corleone recebe Bruna Paulin e Miltinho Talaveira na quinta, 30 de agosto

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O tema da edição de agosto será “Papo reto” e ocorre no Von Teese

Porto Alegre, 21 de agosto de 2018 – Na quinta-feira, 30 de agosto, às 20h30, o Von Teese recebe mais um Sarau da Clara Corleone. O evento literário, que ocorre mensalmente, traz a cada edição um tema que pauta os textos lidos por Clara e as personalidades que participam. O de agosto será “Papo reto”.

Dividem o sofá do Von Teese com a anfitriã Bruna Paulin e Miltinho Talaveira. Bruna Paulin é atriz e jornalista, vocalista da banda Bruna Paulin e os Esotéricos, produtora e assessora de comunicação. Miltinho é publicitário, assessor de comunicação, influenciador, formador de opinião e transmídia, comentarista de rádio e TV.

O evento da escritora e atriz existe há um ano e meio e já recebeu os jornalistas Carol Anchieta, Vitor Necchi, Katia Suman e Paulo Germano, a escritora Cinthya Verri, as atrizes Maria Galant e Catharina Conte, os diretores Júlio Conte e Patsy Cecato e o ator Bruno Bazzo, entre outros. O “Sarau da Clara Corleone – Papo reto” inicia às 20h30 com couvert de R$ 10,00 (pagamento somente em dinheiro). O Von Teese fica na Rua Bento Figueiredo 32.

Sarau da Clara Corleone – Edição de Agosto

“Papo Reto” – com Bruna Paulin e Miltinho Talaveira

30 de agosto, quinta-feira, 20h30

Couvert a R$ 10,00 – pagamento somente em dinheiro

Von Teese – Rua Bento Figueiredo 32

Clara Corleone é formada em Arte Dramática e divide o seu tempo entre coordenar a organização “Minha Porto Alegre” e ser hostess do Bar Ocidente aos finais de semana. Escreve diariamente em sua página e teve textos publicados na Zero Hora digital, Sul 21 e no site Lugar de Mulher, além de comandar o programa “Todas as mulheres do mundo” na Rádio Elétrica

Bruna Paulin é atriz, jornalista, Mestre em Comunicação Social e produtora. Há 12 anos comanda a Assessoria de Flor em Flor, onde desenvolve projetos de comunicação, conteúdo e relacionamento para produtos e eventos culturais e empreendimentos nas áreas da beleza, moda, gastronomia, arquitetura, entretenimento e design. Comanda o projeto Uma Nova Pele, espetáculo poético-musical que estreou em 2017, e é a voz da banda Bruna Paulin e os Esotéricos.

Miltinho Talaveira trabalha há mais de duas décadas na área de comunicação em varejo. Passou anos em grandes agências de publicidade no Sul do País até partir para uma carreira individual há quatro anos, encorajado por convites de marcas e eventos que ainda não eram clientes destas agências. É um multitasking: publicitário, assessor de comunicação (Imprensa e Relacionamento), influenciador, formador de opinião e transmídia, comentarista de rádio e TV. Mantém uma extensa rede de networking e uma curiosidade insaciável por todo tipo de informação. Sua especialidade é criar projetos e notícias inéditas para as marcas e, por isso, é sempre bem-vindo na mídia, também como informante e formador de opinião.

Open_Feira de Design na Revista Donna em Zero Hora

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Zé do Bêlo no Jornal do Comércio de hoje

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