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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Bruna Paulin

Festival de Primavera ocorre a partir de 05 de outubro no Theatro São Pedro com entrada franca

RENATO BORGHETTI - Marcos Borghetti

Evento conta com patrocínio do Porto Alegre Airport e promove apresentações musicais e feiras ao ar livre nos sábados de outubro

 

O Theatro São Pedro recebe mais uma edição do Festival de Primavera, evento com patrocínio do Porto Alegre Airport, que promoverá durante o mês de outubro um festival musical ao ar livre, com apresentações musicais e feiras, no final das tardes de sábado de outubro, nos dias 05, 19 e 26. Realizado na Concha Acústica e na Praça Multipalco Eva Sopher, o Festival de Primavera contará com apresentações de Renato Borghetti Trio, Cachaça de Rolha e Cartas na Rua.

Abrindo a programação, totalmente gratuita, o evento recebe no sábado, dia 05 de outubro, às 18h, o gaiteiro Renato Borghetti, apresentando a música regional gaúcha em formação acústica e delicada, ao lado da nova geração de músicos tradicionalistas: o incrível violão de sete cordas de Neuro Junior e o bumbo leguero de seu filho Pedro Borghetti. Neste sábado, o público poderá conferir também os expositores da Feira Vegana de Porto Alegre.

O dia 19 de outubro é para os amantes do samba: sobe ao palco da Concha Acústica a banda Cachaça de Rolha, que apresenta grandes sucessos da história do samba, com as canções de Cartola, Clara Nunes, Adoniran Barbosa,Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, entre outros. A Cachaça de Rolha é formada por Aquiles Dias (voz, violão 7 cordas), Enéias Brum (voz, cavaco), Martin Weiler (surdo), Thayan Martins (pandeiro), Josué Oliveira (percurssão) e Franco Salvadoretti (flauta). Neste sábado, o público poderá conferir também os expositores da Feira Multipalco a partir das 16h.

Encerrando esta edição do Festival de Primavera, no dia 26 de outubro, o projeto Cartas na Rua apresenta versões de clássicos do folk, blues, bluegrass e rock’n’roll, além de canções autorais. O grupo, formado por Pedro Ourique (baixo e voz), Marcelo da Luz (ukulele, slide, violão e voz), Neimar da Silva Machado (banjo, violão, harmônica e voz) e Jean Kartabil (mandolin, violão e voz), já lançou três álbuns e se apresenta pelas ruas de Porto Alegre. A Feira Multipalco também estará ocorrendo neste dia, a partir das 16h.

O Festival de Primavera tem o patrocínio do Porto Alegre Airport, administrado pela Fraport Brasil, com realização da Primeira Fila Produções em parceria com o Theatro São Pedro e apoio FM Cultura.

Para mais informações, acesse o site www.teatrosaopedro.com.br

 

Festival de Primavera 2019

Aos sábados de outubro: 05, 19 e 26

Das 18h às 20h, na Concha Acústica e Praça Multipalco Eva Sopher

 

PROGRAMAÇÃO GRATUITA

05 outubro I sábado I 18h

RENATO BORGHETTI TRIO

música regional gaúcha

O gaiteiro Renato Borghetti, em formação acústica e delicada, se apresenta com a nova geração de músicos gaúchos: o incrível violão de sete cordas de Neuro Junior e o bumbo leguero de seu filho Pedro Borghetti.

Uma viagem pelo regional gaúcho e brasileiro na sonoridade da gaita mágica de Renato Borghetti.

RENATO BORGHETTI, gaita

NEURO JUNIOR, violão 7 cordas

PEDRO BORGHETTI, bumbo leguero

com presença da FEIRA VEGANA DE PORTO ALEGRE neste dia, das 16 às 20h

 

19 outubro I sábado I 18h

CACHAÇA DE ROLHA

grandes sucessos da história do samba

Em show da Cachaça de Rolha, todo mundo canta, todo mundo samba!

O repertório da banda é formado de grandes sucessos da história do samba.

A banda foi fundada em 2011 pelos irmãos Enéias e Aquiles, os dois cantores uniram-se a outros jovens sambistas para montar a Cachaça de Rolha: o flautista Franco, a pandeirista Thayan, o surdista Martin e o percussionista Josué.

Em pouco tempo, a Cachaça de Rolha se tornou uma referência na noite de Porto Alegre, sendo considerada uma das mais animadas bandas de samba da cidade.

Enquanto o mar inaugura um verde novinho em folha, argumentar com doçura numa cachaça de rolha.” A expressão Cachaça de Rolha vem do trecho da bela letra de Tarde em Itapuã, de Vinicius de Moraes. Um samba feito para retratar a leveza de quem aproveita as coisas simples da vida. A cachaça é um símbolo de brasilidade e uma cachaça de rolha demonstra o cuidado artesanal envolvido no processo original de fabricação da bebida. E é assim que a banda trata o samba de raiz: com respeito às suas características originais.

A Cachaça de Rolha apresenta o melhor do samba com os maiores sucessos de Cartola, Clara Nunes, Adoniran Barbosa, Caetano Veloso, Chico Buarque, Ivone Lara, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Cartola, Paulinho da Viola, Vinicius de Moraes e vários outros bambas.

AQUILES DIAS, voz, violão 7 cordas e inspiração

ENÉIAS BRUM, voz, cavaco e empolgação

MARTIN WEILER, surdo e simpatia

THAYAN MARTINS, pandeiro e alegria

JOSUÉ OLIVEIRA, percussão e entusiasmo

FRANCO SALVADORETTI, flauta e energia

com presença da FEIRA MULTIPALCO neste dia, das 16 às 20h

 

26 outubro I sábado I 18h

CARTAS NA RUA

clássicos do folk e country

O projeto Cartas na Rua reúne quatro amigos que têm em comum o gosto pelo folk, blues, bluegrass, rock and roll e experimentalismo, com a proposta de levar versões de clássicos destas vertentes e trabalhos autorais ao público na rua.

A banda é composta por Pedro Ourique, baixo e voz, Marcelo da Luz, ukulele, slide, violão e voz, Neimar da Silva Machado, banjo, violão, harmônica e voz, e Jean Kartabil, mandolin, violão e voz.

Ao longo dos últimos quatro anos, 3 CDs foram gravados e várias participações em eventos em outros estados incluindo Argentina e Uruguai, programas de rádio, TV, e plataformas online aconteceram em função do trabalho. No terceiro disco, Salas, a banda propõe uma nova sonoridade, agregando ao som citações da música brasileira e latina e parcerias com músicos da cena de Porto Alegre.

Fazemos um pouco de arte. Sentimos os sorrisos e olhares. Tentamos distribuir cultura a qualquer preço.

JEAN KARTABIL, vocais, violão e mandolin

LESTER BORGES, vocais, banjo e harmônica

MARCELO DA LUZ, vocais e violão

PEDRO OURIQUE, vocais e baixo

com presença da FEIRA MULTIPALCO neste dia, das 16 às 20h

Projeto Arte Para Todos Delphus na coluna de Eduardo Conill do Correio do Povo

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Luciana Nunes Arquitetura é capa do caderno Casa & Cia em Zero Hora de hoje

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Cinemateca Capitólio Petrobras promove mostra “Horizontes do Filme Ensaio”, de 03 a 23 de outubro

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 Atividade conta com filmes e debates em torno do ensaio fílmico e integra a programação especial 2019 com patrocínio master da Petrobras e é uma correalização com o Goethe-Institut Porto Alegre, Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e Institut Français.

 

De 03 a 23 de outubro a Cinemateca Capitólio Petrobras promove a Mostra Horizontes do Filme Ensaio, uma das 26 atividades do projeto Cinemateca Capitólio Petrobras Programação Especial 2019, aprovado na Lei de Incentivo à Cultura/Governo Federal, com produção cultural da Fundacine RS e Prefeitura Municipal de Porto Alegre, através da Coordenação de Cinema e Audiovisual da Secretaria da Cultura. O projeto tem patrocínio master da Petrobras.

Horizontes do Filme Ensaio apresenta 26 produções e um painel em torno das complexidades do ensaio fílmico. As sessões contam com obras de diferentes formatos e durações, realizadas por nomes como Harun Farocki, Sergei Eisenstein, o coletivo Les InsoumusesJonas MekasAngela Ricci Lucchi e Yervant GianikianChris MarkerOrson WellesJean RouchJohn AkomfrahJean-Daniel PolletMariana ShellardAloysio RaulinoJean-Luc GodardRaúl RuizZózimo BulbulPere PortabellaCarlos Adriano e Arthur Tuoto.

Além das exibições, a mostra conta com seis sessões comentadas, destaque da programação, que abordam temas contemporâneos como o afrofuturismo, as transformações dos espaços públicos, a representação de indivíduos marginalizados e a presença das mulheres nos ambientes de poder a partir de diferentes perspectivas do ensaio fílmico. Participam dos debates as pesquisadoras Lilian SantiagoKênia FreitasClaire Allouche, integrantes do Cineclube Academia das Musas e da Mutual Films.

A sessão de abertura, na quinta-feira, 03 de outubro, às 20h, apresenta o programa duplo com o curta-metragem Antes do Lembrar, de Luciana Mazeto e Vinicius Lopes, e o longa-metragem Objeto Misterioso ao Meio-Dia, do diretor tailandês Apichatpong Weerasethakul, inédito em Porto Alegre. Antes do Lembrar já participou de diversos festivais no Brasil e exterior, com destaque para o International Film Festival Rotterdam 2018 e recebeu o prêmio de melhor documentário na competição internacional do 46º Athens International Film and Video Festival.

No domingo, 06 de outubro, às 17h30, ocorre, com entrada franca, o painel Perspectivas do filme ensaio, com a presença de Rafael Valles, documentarista e pesquisador dos filmes-diários de Jonas Mekas, Flavio Guirland, pesquisador do cinema found footage, e Gabriela Almeida, autora do livro “O ensaio fílmico ou o cinema à deriva”.

A sessão de encerramento, na quarta-feira, 23 de outubro, apresenta a sessão de The Cleaners, de Hans Block e Moritz Riesewieck, comentada pelo produtor Fernando Dias.

A mostra Horizontes do Filme Ensaio é uma correalização com o Goethe-Institut Porto Alegre, a Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e o Institut Français.

Os ingressos para as sessões custam R$ 10,00, com meia entrada para estudantes, idosos e portadores do Cartão Petrobras com acompanhante, além de gratuidade para os funcionários da Petrobras. A bilheteria abre 30 minutos antes de cada sessão. A Cinemateca Capitólio Petrobras fica na Rua Demétrio Ribeiro 1085 – Esq. com Borges de Medeiros. Mais informações (51) 3289 7453 | http://www.capitolio.org.br | facebook.com/cinemateca.capitolio

 

 

FILMES

ANTES DO LEMBRAR

Brasil, 21’, 2017, DCP

Direção: Luciana Mazeto, Vinícius Lopes

Nas primeiras evidências de humanidade no sul do Brasil, encontramos, lado a lado, as partes visíveis e invisíveis de uma história.

 

OBJETO MISTERIOSO AO MEIO-DIA

(Dokfa nai meuman)

Tailândia, 82’, 2000, HD para DCP

Direção: Apichatpong Weerasethakul

Uma equipe de filmagem parte em uma viagem pela Tailândia, de norte a sul, documentando várias vidas ao longo do caminho. No processo, cada sujeito filmado é solicitado para continuar uma história ficcional e fantasiosa.

 

O TIGRE E A GAZELA

Brasil, 15’, 1976, digital

Direção: Aloysio Raulino

As fisionomias, os gestos e as falas de mendigos, pedintes, loucos e foliões que passam pelas ruas de São Paulo. Os sons e imagens são ilustrados com extratos de Frantz Fanon.

 

A ORDEM

França, 44’, 1973, digital

Direção: Jean-Daniel Pollet

A vida na colônia de leprosos de Spinalonga, uma ilha ao largo de Creta, através dos olhos de Raimondakis, que conta sua história para a câmera depois de ter sido excluído de sua comunidade.

 

A QUARTA E ÚLTIMA MORADA

Brasil, 89’, 2019, DCP

Direção: Mariana Shellard

Híbrido de ficção e documentário, o filme foi inspirado no livro Sangue Sábio, (1949) de Flannery O’Connor. Um ator de teatro (Ronaldo Braga), representando um pregador de rua no turbulento e cacofônico centro da cidade de São Paulo onde se concentram pregadores autônomos e religiosos, interage com a população e consequentemente traça um perfil do microcosmo local. Sua fé é a Igreja Sem Cristo e sua pregação declara que “não há verdade por trás de todas as verdades”.

 

COMMUNION LOS ANGELES

EUA, 68’, 2018, DCP

Direção: Peter Bo Rappmund, Adam R. Levine

O filme segue, quadro a quadro, a auto-estrada mais antiga da Califórnia (SR 110), das Montanhas de São Gabriel ao Oceano Pacífico, definindo e dividindo as comunidades 2 para as quais foi desenhada para servir. Ao observar essas 35 milhas de asfalto com infraestrutura e arquitetura públicas, essa jornada equinocial realça as dicotomias de mobilidade, tecnologia e espaço urbano. Além de fazer seus próprios filmes, os dois diretores trabalharam como assistentes e colaboradores de Thom Andersen em diversos trabalhos, e Rappmund também participou da montagem de A quarta e última morada. O filme estreou na mostra Signs of Life (Sinais de Vida), no Festival de Locarno.

 

DOMÍNIO

Portugal, 12’, 2019, DCP

Direção: Marcelo Félix

Abordagem pessoal ao tema da sustentabilidade, Domínio evoca o invisível na rotina dos seres e das coisas, a dimensão imensurável de cada escolha, a origem e o destino da memória: uma despedida em contagem decrescente, entre a nostalgia da distância que repõe a perspectiva e a imersão quotidiana na múltipla proximidade do caos. Domínio é um relance sobre gestos de discreta subversão e também uma breve lembrança do desgaste do mundo, feito de fragmentos de passado e futuro.

 

LAS CAMPAÑAS DE INVIERNO

Cuba/Venezuela/México, 70’, 2019, DCP

Direção: Rafael Ramírez

O prolífico cineasta cubano experimental Rafael Ramírez leva a campanha de Napoleão para a Rússia como ponto de partida para seu excepcional longa de estreia. Ele apresenta uma realidade singularmente mundana, mas também um universo perturbador de fantasia. O filme então oferece dois mundos em conflito, onde os personagens se tornam símbolos de representação e nos quais uma narração misteriosa é o guia exclusivo para o espectador atravessar a fronteira entre eles. Las campañas de invierno é um filme de grande beleza feito de rascunhos, modelagem e remodelagem.

 

O ÚLTIMO ANJO DA HISTÓRIA

(The Last Angel of History)

Reino Unido, 45’, 1995, HD

Direção: John Akomfrah

Um ensaio fílmico sobre a estética negra que traça as ramificações da ficção científica dentro da cultura pan-africana. Akomfrah articula o uso de imagens da nave espacial e do alienígena no trabalho de três músicos de gênio excêntrico – Sun Ra, George Clinton e Lee Perry –, para em seguida abordar a obra dos escritores da ficção científica negra Octavia Butler e Samuel Delany. O filme sugere que a nave espacial e o alienígena têm ressonâncias óbvias na condição diaspórica de exílio e deslocamento. Akomfrah expande sua constelação para incluir desde Walter Benjamin até DJ Spooky, traçando um itinerário pela música e ficção científica negras, a fim de lançar um olhar revelador sobre a modernidade na aurora da era digital.

 

O ENCANTADOR MÊS DE MAIO

(Le Joli Mai)

França, 165’ 1963, digital

Direção: Chris Marker, Pierre Lhomme

Paris, maio de 1962. A guerra da Argélia acaba de terminar. Neste primeiro mês de paz após sete anos de conflito, o que pensam os parisienses? Cada um testemunhou a tragédia da sua maneira, com suas angústias, felicidades e esperanças. Pouco a pouco, desenha-se um retrato vivo da França na alvorada nos anos 1960.

 

A MÁSCARA

(Het Masker)

Holanda/França, 53’, 1989, digital

Direção: Johan van der Keuken

Enquanto a França festeja o bicentenário da revolução francesa, Phillippe vive em Paris sem domicílio fixo, entre as paradas de metrô e os albergues do Exército da Salvação. Johan van der Keuken mostra em paralelo a vida dos excluídos e as imagens comerciais das celebrações do bicentenário. Entre a rejeição aos estrangeiros e o multiculturalismo, enquanto os partidos de extrema direita crescem na Europa, a sociedade francesa busca sua identidade.

 

ALMA NO OLHO

Brasil, 12’, 1973, HD

Direção: Zózimo Bulbul

Metáfora sobre a escravidão e a busca da liberdade através da transformação interna do ser, num jogo de imagens de inspiração concretista.

 

CUADECUC, VAMPIR

Espanha, 63’, 1971, HD

Direção: Pere Portabella

Uma das mais importantes produções clandestinas do cinema espanhol, em plena ditadura de Franco, Cuadecuc, Vampir traz uma combinação onírica entre ensaio, documentário e ficção e é definido pelo próprio Portabella como um “filme-vampiro”. Realizada com negativos roubados da televisão estatal, a obra se constrói através das filmagens de Conde Drácula (1970), de Jesús Franco, com Christopher Lee e as musas Maria Rohm e Soledad Miranda no elenco. Desconstrução do cinema de horror clássico e uma homenagem aos primeiros filmes sobre a história do vampiro, especialmente Vampyr, de Carl Theodor Dreyer e Nosferatu, de F. W. Murnau.

 

OUTUBRO

(Oktyabr)

União Soviética, 103’, 1927, DCP

Direção: Serguei Eisenstein, Grigoriy Aleksandrov

O intenso processo revolucionário da Rússia desde 1917 até a tomada do poder pelos bolcheviques.

 

A VOZ E O VAZIO: A VEZ DE VASSOURINHA

Brasil, 15’, 1998, DCP.

Direção: Carlos Adriano

A arte sincopada do original e obscuro sambista paulistano Vassourinha (1923-1942), que gravou apenas seis discos 78rpm.

 

IMAGENS DO MUNDO E INSCRIÇÕES DA GUERRA

(Bilder der Welt und Inschrift des Krieges)

Alemanha, 75’, 1988, digital

Direção: Harun Farocki

Filme-ensaio sobre o uso de imagens operacionais (desenhos e fotografias realizados com finalidade técnica, sem pretensão artística) em processos produtivos, operações militares e como mecanismos de controle. Harun Farocki se debruça especialmente sobre um conjunto de fotografias aéreas de Auschwitz tiradas por aviões de bombardeio norte-americanos em 1944, mas que foram descobertas e identificadas por dois funcionários da CIA. apenas em 1977. O cineasta reflete sobre o papel do olho como intermediário entre o ser humano e o mundo, e sobre como o ponto de vista determina o que vemos.

 

MASO E MISO VÃO DE BARCO

(Maso et Miso vont en bateau)

França, 55’, 1976, digital

Direção: Carole Roussopoulos, Delphine Seyrig, Ioana Wieder, Nadja Ringart

O coletivo Les Insoumuses usa de ironia e sarcasmo para interferir na reprodução de uma entrevista realizada pelo jornalista Bernard Pivot com a também jornalista e escritora Françoise Giroud, Secretária de Estado da Condição Feminina (1974-1976) no governo de Jacques Chirac.

 

VERDADES E MENTIRAS

(F for Fake)

França, 90’, 1973, HD

Direção: Orson Welles

Ao traçar o perfil de Elmyr de Hory, um notório falsificador de obras de arte, Verdades e mentiras descobre um emaranhado de histórias sobre fraudes e acaba por esbarrar nas próprias mentiras de Welles.

 

QUEBRA-GELO

(Brise-Glace)

Suécia/França, 86’, 1988, HD com legendas em espanhol

Direção: Jean Rouch, Raúl Ruiz e Titte Törnroth

No quebra-gelo “Frej”, três diretores entregam suas impressões: Rouch filma as obras no navio, Törnroth dá a palavra à tripulação e Ruiz apresenta um toque fantástico… Um filme em três episódios que se encaixa em um projeto multimídia maior, incluindo também criações musicais, radiofônicas e um livro ilustrado

 

REMINISCÊNCIAS DE UMA VIAGEM À LITUÂNIA

(Reminiscences of a Journey to Lithuania)

Estados Unidos, 82’, 1972, HD

Direção: Jonas Mekas

Este filme está dividido em três partes. A primeira parte é composta pelo material que filmei com minha primeira Bolex, durante meus primeiros anos na América, sobretudo entre 1950 -1953. A segunda parte foi filmada na Lituânia. Quase tudo em Semeniskiai, o vilarejo onde nasci. Não se pode perceber de fato como a Lituânia é hoje: pode-se percebê-la apenas através das memórias de um exilado que retorna à casa pela primeira vez após 25 anos.

 

OH, HOMEM!

(Oh! Uomo)

Itália, 71’, 2004, HD

Direção: Yervant Gianikian, Angela Ricci Lucchi

Usando material found footage de noticiário e fotografias de arquivos italianos, o filme coleciona imagens de guerra que se concentram na dor e no sofrimento que a batalha inflige aos soldados.

 

CRISE ANTROPOMÓRFICA

Brasil, 17’, 2018, digital

Direção: Victor Souza

Corpo-Ferramenta x mundo; corpo-conceito x cultura; hiper-corpo x realidade.

 

CARNÍVORA

Brasil, 63’, 2016, HD

Direção: Arthur Tuoto

Após ser encontrada por seres alienígenas, a sobrevivente de um episódio misterioso que dizimou parte da raça humana tenta compreender os fatos que levaram o planeta Terra a esse trágico destino. Formado inteiramente por imagens de arquivo sob domínio público, o filme é uma adaptação do conto de ficção científica “The Carnivore”, de Katherine MacLean.

 

ECLIPSE

Brasil, 1984, 12’, DCP

Direção: Antonio Moreno

Diante de imagens que se transfiguram, dentro de um cogumelo de uma explosão já começada, a narração de um rude poema latino-americano conta ocorrências e impressões das décadas de sessenta, setenta e oitenta no Brasil e América Latina, com algumas falhas de memória. O filme foi realizado a partir da técnica de animação direta na película.

 

FILME SOCIALISMO

(Film Socialisme)

França/Suíça, 100’, 2010, 35mm

Direção: Jean-Luc Godard

Num cruzeiro pelo mar Mediterrâneo, com personalidades como o filósofo francês Alain Badiou e a cantora americana Patti Smith a bordo, passageiros discutem sobre história, dinheiro e geometria. Longe dali, a família Martin, que mora num posto de gasolina, recebe a visita de uma jornalista e sua cinegrafista. As duas passam o dia à espera de uma entrevista com os pais, enquanto as crianças exigem deles explicações sobre liberdade, igualdade e fraternidade.

 

THE CLEANERS

(Im Schatten der Netzwelt)

Alemanha/Brasil, 88’, 2018, DCP

Direção: Hans Block, Moritz Riesewieck

 

A cada minuto 245 mil fotos estão sendo carregadas na internet, totalizando mais de 350 milhões de fotos diariamente. Simultaneamente, algumas dessas imagens e vídeos estão sendo bloqueados ou excluídos: pornografia infantil, fotos de tortura ou violência extrema, mas também imagens inofensivas de mães que amamentam. Quem são esses moderadores que fazem a “limpeza” das redes sociais? Com qual critério? E o quanto essas decisões podem influenciar a vida e opinião de todos?

 

GRADE DE HORÁRIOS

 

3 de outubro

16h – Verdades e Mentiras

18h – Imagens do Mundo e Inscrições da Guerra

20h – Antes do Lembrar + Objeto Misterioso ao Meio-Dia

 

4 de outubro

16h – Crise Antropomórfica + Carnívora

18h – Quebra-Gelo

20h – A Quarta e Última Morada + debate com Mariana Shellard e Aaron Cutler

 

5 de outubro

16h – Communion Los Angeles

18h – Domínio + Las Campañas de Invierno

20h – O Tigre e a Gazela + L’Ordre + debate com Lilian Santiago

 

6 de outubro

16h – Oh! Homem

17h30 – Painel: Perspectivas do filme ensaio

20h – Reminiscências de uma Viagem à Lituânia

 

8 de outubro

16h – Quebra-Gelo

18h – Eclipse + Filme Socialismo

20h – Alma no Olho + Cuadecuc, Vampir

 

9 de outubro

16h – O Encantador Mês de Maio

19h – Imagens do Mundo e Inscrições da Guerra

 

10 de outubro

16h – Crise Antropomórfica + Carnívora

18h – Verdades e Mentiras

20h – A Voz e o Vazio: A Vez de Vassourinha + Outubro

 

11 de outubro

18h – Quebra-Gelo

20h – Projeto Raros Especial: O Último Anjo da História + debate com Kênia Freitas

 

12 de outubro

14h – O Encantador Mês de Maio

17h – A Máscara + debate com Claire Allouche

 

13 de outubro

14h – Crise Antropomórfica + Carnívora

15h30 – Maso e Miso vão de Barco + debate com Cineclube Academia das Musas

 

15 de outubro

14h – Verdades e Mentiras

16h – O Encantador Mês de Maio

 

16 de outubro

16h – A Quarta e Última Morada

 

17 de outubro

16h – Quebra-Gelo

 

18 de outubro

16h – Eclipse + Filme Socialismo

 

20 de outubro

14h – A Voz e o Vazio: A Vez de Vassourinha + Outubro

 

22 de outubro

18h – Imagens do Mundo e Inscrições da Guerra

20h – Eclipse + Filme Socialismo

 

23 de outubro

18h – Crise Antropomórfica + Carnívora

20h – The Cleaners + debate com Fernando Dias

Doppia.G na Revista Donna em Zero Hora

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O homem infelizmente tem que acabar tem lançamento no dia 03 de outubro no Von Teese Bar

Clara Corleone_foto Mari Korman

Livro de estreia de Clara Corleone é editado pela Zouk e selo Casa da Mãe Joanna

 

Porto Alegre, 17 de setembro de 2019 – Na quinta-feira, 03 de outubro, às 19 horas, ocorre no Von Teese Bar o lançamento do livro de estreia de Clara Corleone, o homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas, da Editora Zouk e selo Casa da Mãe Joanna.

A atriz e escritora, figura conhecida na cena cultural porto-alegrense, começou a publicar seus textos em redes sociais há sete anos. A seleção das publicações, assinada por Joanna Burigo, editora do livro, traz escritos de 2014 até este ano. Além de escrever, desde 2017 Clara comanda um sarau literário com seu nome, onde reúne artistas, jornalistas e outros escritores mensalmente.

“Clara não tem medo de se expor. E o faz de forma bem-humorada e despretensiosa, sem a arrogância de quem, com isso, pretende ensinar um jeito certo de viver, de se comportar. Quem passar os olhos em suas histórias logo concluirá que está diante de uma mulher segura, bem resolvida, destemida”, revela a cientista social e jornalista Mariana Varella, que assina a orelha da publicação.

O homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas surge no coração do Bom Fim de Porto Alegre, e não é tresloucado sugerir que o Bom Fim está para a voz de Clara Corleone como New York está para a de Carrie Bradshaw, como afirma Joanna. “São duas mulheres brancas, cis e heterossexuais, que falam de amor e sexo e todo o resto, a partir de regiões afluentes dos EUA e da capital gaúcha. Aqui, no entanto, o glamour caro dos cupcakes e compras é substituído por muita luta e litrão no boteco. O bairro, efervescente e famoso por ser abrigo festivo da contracultura da cidade, é zona e personagem central das aventuras que compõem este texto, que evoca um regionalismo bastante diferente do tradicionalismo machista e racista gaúcho. Onde Carrie é fabulosamente fictícia e machismo parece ser coisa do passado, Clara existe numa realidade patriarcal da qual produz outro tipo de fabulosidade”.

Feminismo nos dias de hoje, histórias cotidianas, humor, amor, paixões: “as estórias de Clara vêm de suas próprias histórias, e ao contá-las ela faz uma inversão potente da narração pós-feminista característica de tantos produtos culturais em que protagonistas discorrem sobre amor e sexo e todo o resto. Se neles é típico retratar a vida de solteira como trágica e solitária, na versão de Clara não há busca pelo homem certo, ela já é certa de si. Se neles é típico eclipsar os termos do feminismo e tratar o movimento como redundante, na versão de Clara urge a busca por equidade. Se neles é típico celebrar a força das mulheres ridicularizando a masculinidade branca, cis e heterossexual, na versão de Clara o emprego satírico de retórica misândrica serve como ferramenta educativa e de redenção”, conta a editora.

A publicação, com 248 páginas, está em pré-venda pelo site da editora, com opção de retirada no lançamento ou envio a partir de 04/10 por R$ 39,60: http://www.editorazouk.com.br/pd-6c071b-o-homem-infelizmente-tem-que-acabar.html?ct=&p=1&s=1. O livro estará à venda no local do evento pelo valor de R$ 44,00.

Para mais informações, acesse: http://www.editorazouk.com.br/ | facebook.com/claracorleone . O Von Teese Bar fica na Rua Bento Figueiredo, 32.

 

Lançamento o homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas, de Clara Corleone

03 de outubro, quinta-feira, 19h, no Von Teese Bar – Rua Bento Figueiredo, 32

Entrada Franca.

Livro – Pré-venda – R$ 39,60 | No dia do evento – R$ 44,00

http://www.editorazouk.com.br/pd-6c071b-o-homem-infelizmente-tem-que-acabar.html?ct=&p=1&s=1.

Clara Corleone é atriz e escritora. Já teve textos publicados no jornal Zero Hora, site Lugar de Mulher e Revista do Beco. Desde 2017 comanda um sarau literário com seu nome que ocorre mensalmente em Porto Alegre, reunindo artistas, jornalistas e outros escritores. Divide seu tempo como produtora no estúdio Otto Desenhos Animados, a ONG Minha Porto Alegre e como hostess do Bar Ocidente. Mora no Bom Fim, com duas cachorrinhas e uma gata. “o homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas” é seu primeiro livro.

o homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas

Autora: Clara Corleone

Editora Zouk | Casa da Mãe Joanna

Literatura Brasileira/Crônicas

ISBN: 9788580490886

Tamanho: 14x21cm

Número de páginas 248

Preço: R$ 44,00

Encadernação: Brochura

Sinopse: Clara Corleone não tem medo de se expor. E o faz de forma bem-humorada e despretensiosa, sem a arrogância de quem, com isso, pretende ensinar um jeito certo de viver, de se comportar. Quem passar os olhos em suas histórias logo concluirá que está diante de uma mulher segura, bem resolvida, destemida.

O homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas surge no coração do Bom Fim de Porto Alegre, e não é tresloucado sugerir que o Bom Fim está para a voz de Clara Corleone como New York está para a de Carrie Bradshaw. São duas mulheres brancas, cis e heterossexuais, que falam de amor e sexo e todo o resto, a partir de regiões afluentes dos EUA e da capital gaúcha. Aqui, no entanto, o glamour caro dos cupcakes e compras é substituído por muita luta e litrão no boteco. O bairro, efervescente e famoso por ser abrigo festivo da contracultura da cidade, é zona e personagem central das aventuras que compõem este texto, que evoca um regionalismo bastante diferente do tradicionalismo machista e racista gaúcho. Onde Carrie é fabulosamente fictícia e machismo parece ser coisa do passado, Clara existe numa realidade patriarcal da qual produz outro tipo de fabulosidade.

Clara Corleone não tem medo de se expor. E o faz de forma bem-humorada e despretensiosa, sem a arrogância de quem, com isso, pretende ensinar um jeito certo de viver, de se comportar. Quem passar os olhos em suas histórias logo concluirá que está diante de uma mulher segura, bem resolvida, destemida. De fato, Clara é um tanto assim, mas como quase sempre ocorre com os olhares superficiais, apenas percorrer seus escritos não é o suficiente para captar toda a subjetividade da autora. Para entender Clara, é preciso caminhar a seu lado pelo percurso que ela desenhou.

Sentir palpitar o coração da menina que sofreu abuso aos 6 anos, provar a rejeição da adolescente que se achava feia e desenvolveu distúrbio alimentar para se enquadrar em um padrão de beleza que nunca alcançaria, afundar com a moça que se casou com um ideal romântico na cabeça e precisou romper com o casamento para não se separar de si mesma.

Muitos livros nos fazem sentir a consternação de ser mulher. Porque nas histórias, as aventuras e a emoção em geral cabem aos homens; a nós, mulheres, resta a tristeza das peripécias não vividas, a sensação de que podíamos mais, muito mais. Quando a gente lê as histórias da Clara, no entanto, ocorre o oposto: ficamos com vontade de ser mulher. E isso não é pouco.

Mariana Varella

Conheci as crônicas, deboches e poéticas de Clara Corleone antes de conhecer a Corle – o que aconteceu na porta do “Oci”, e também antes deste livro ser um projeto, mas esse é um dos muitos causos que ela conta melhor do que eu poderia. Palavras muito me interessam, e a forma como Clara as arranja para contar histórias diretamente do coração do Bom Fim de Porto Alegre – de onde ela é, e onde hoje moro – resulta numa refrescante celebração das vidas e vivências de uma feminista.

Não é tresloucado sugerir que o Bom Fim está para a voz de Clara Corleone como New York está para a de Carrie Bradshaw. São duas mulheres brancas, cis e heterossexuais, que falam de amor e sexo e todo o resto, a partir de regiões afluentes dos EUA e da capital gaúcha. Aqui, no entanto, o glamour caro dos cupcakes e compras é substituído por muita luta e litrão no boteco. O bairro, efervescente e famoso por ser abrigo festivo da contracultura da cidade, é zona e personagem central das aventuras que compõem este texto, que evoca um regionalismo bastante diferente do tradicionalismo machista e racista gaúcho. Onde Carrie é fabulosamente fictícia e machismo parece ser coisa do passado, Clara existe numa realidade patriarcal da qual produz outro tipo de fabulosidade.

As estórias de Clara vêm de suas próprias histórias, e ao contá-las ela faz uma inversão potente da narração pós-feminista característica de tantos produtos culturais em que protagonistas discorrem sobre amor e sexo e todo o resto. Se neles é típico retratar a vida de solteira como trágica e solitária, na versão de Clara não há busca pelo homem certo, ela já é certa de si. Se neles é típico eclipsar os termos do feminismo e tratar o movimento como redundante, na versão de Clara urge a busca por equidade. Se neles é típico celebrar a força das mulheres ridicularizando a masculinidade branca, cis e heterossexual, na versão de Clara o emprego satírico de retórica misândrica serve como ferramenta educativa e de redenção.

Talvez acidentalmente, mas não coincidentemente, Corle tem como marca de sua prática de vida algo que também caracteriza o feminismo: existir sob a noção radical de que mulheres são pessoas, para usar a ironia cáustica da famosa citação de Marie Shear. Feminismo, neste livro, não é contexto nem personagem, mas uma afiada lente e um potente megafone através dos quais Corleone escolhe se avaliar e apresentar.  Mas ela rememora sua audiência: antes de feminista, é sujeito, pessoa, mulher. Enxergando e apontando o caráter hierárquico e opressor da ordem patriarcal de gênero, Clara autonomamente reivindica a própria humanidade antes de qualquer marcador.

Como tendem a ser os textos feministas, o de Clara disputa a História. O dela, pela escrita de estórias sobre histórias de uma mulher segura e em paz com suas vulnerabilidades, pragmática mas sem medo de render-se ao mistério, cuja prática política é a prática do pessoal. Histórias de uma mulher para quem fundamental, mesmo, é o amor próprio.

Joanna Burigo

 

Muovere Cia de Dança promove apresentações de Tóin: dança para bebês no Teatro Eva Herz – Livraria Cultura

Tóin 1 - credito Gui Malgarizi

Apresentações ocorrem no dia 21 de setembro em dois horários

 

No dia 21 de setembro (sábado), a Muovere Cia de Dança, através do seu projeto Tóin Dancinfância, promove sessões do espetáculo Tóin – Dança para Bebês no Teatro Eva Herz, localizado na Livraria Cultura (Bourbon Shopping Country). Serão duas sessões, às 14h30 e às 16h30.

Tóin – Dança para Bebês lançou em 2012 o formato de espetáculo destinado para bebês de 0 a 03 anos e acompanhantes, utilizando a linguagem da dança como motivação.  Inspirado em autores da literatura infantil, como Gláucia de Souza e Eva Furnari, Monteiro Lobato e Mário Quintana, em animações e em memórias de infância dos bailarinos e diretores, incluindo relatos, fotos e dossiês. A equipe de criação do projeto pesquisou um conjunto de referências pautadas no movimento do corpo, como um dos primeiros sinais que o bebê manifesta através de gestos dançados. Por Marcelo Delacroix, a trilha é composta de canções originais como a dança dos palitos, a dança dos dedinhos e das perninhas. Bruno Fernandes, Carini Pereira, Arthur Bonfanti e Aline Karpinski integram o elenco do espetáculo para dançar os personagens Ventania, Papel, Mola e Flor.

Com direção geral e coreográfica de Jussara Miranda e artística de Diego Mac, Tóin já foi apresentado em mais de 150 sessões em todo Brasil, entre festivais, mostras, feiras e escolas. A companhia também participou do programa Game para Bebês da Ana Maria Braga, Rede Globo, como também do importante projeto UM NOVO OLHAR- Festival de Artes para a primeira infância, promovido pelo SESC São Paulo.

A equipe do espetáculo também é composta pelo ensaiador e assistente de direção artística Nilton Gaffree. Os figurinos são de Antonio Rabadan e a trilha sonora original de Marcelo Delacroix e Beto Chedid. Conceito gráfico de Sandro Ka e produção de Ana Paula Reis.

Os ingressos custam R$ 40,00 e tem 50% de descontos para estudantes, idosos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência.

 

TÓIN: dança para bebês

Dia 21 de setembro (sábado), às 14h30min e às 16h30min.

Duração: 40 minutos

Teatro Eva Herz – Livraria Cultura / Bourbon Shopping Country – Av. Tulio de Rose, 80. Piso 2 – Loja 302. Bairro Passo d’Areia

Ingressos R$ 40,00

Descontos para bebês/crianças, estudantes, idosos, jovens de baixa renda, pessoas com deficiência.

São considerados doadores regulares de sangue a mulher que se submete à coleta pelo menos duas vezes ao ano, e o homem que se submete à coleta três vezes ao ano.

Link para compra de ingressos: https://compre.ingressorapido.com.br/event/62180-2/d/71197/s/370169

Projeto Concha em Zero Hora do fim de semana

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Delphus Galeria no Caderno de Sábado do Correio do Povo

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