




“La Boutique Fantasque” e “Samba” contam com apresentações neste sábado e domingo
O Naira Nawroski Centro de Artes Integradas promove neste final de semana as apresentações dos espetáculos adulto e infantil, encerrando a programação 2019 da escola, no Teatro do CIEE.
O espetáculo infantil de La Boutique Fantasque, com direção geral de Naira Nawroski, tem sessões no sábado, dia 14 de dezembro, às 16h, e domingo, às 15h30. Concebido pelo coreógrafo russo Léonide Massine, o ballet de repertório de um ato conta a história de uma fantástica loja de bonecas mecânicas.
Para os alunos do Centro de Artes o roteiro foi adaptado buscando a criatividade de cada grupo de crianças, apresentando performances nas modalidades ballet clássico (com os professores Alexandre Ritmann, Gracielli Lattuada e Naira Nawroski), Hip-Hop (professora Luciana Gomes Pinto), Jazz (professora Priscila Ramos Gagliardi) e Sapateado Americano (professor Leonardo Dias).
Ao anoitecer, longe dos olhares humanos, as bonecas e os bonecos ganham vida e vivem seus pequenos dramas. Durante o dia, ficam em exposição na vitrine, dançando para os fregueses. Quando duas famílias de turistas, uma de Espanhóis e outra família de Indianos, chegam à loja, se encantam com muitas bonecas. Os Espanhóis escolhem o Boneco Bailarino, enquanto os Indianos escolhem a Boneca Bailarina. O casal de bonecos sofre pela separação. Os brinquedos ganham vida e afugentam os turistas que, uma vez do lado de fora, assistem da vitrine a uma alegre dança protagonizada pelo negociante e todos ficam juntos e felizes.
Uma homenagem ao Samba – o espetáculo das turmas da modalidade adulto ocorre no dia 15 de dezembro, às 20h. As canções foram escolhidas à dedo pela sua equipe e carregam a peculiaridade coreográfica de cada professor e sua modalidade.
As coreografias são assinadas por Naira (Fitness Ballet), Priscila Ramos Gagliardi (Jazz), Leonardo Dias (Sapateado Americano), Tirzah Souza (Dança Contemporânea) e Fernanda Metzen (Dança de Salão). As performances contarão com música ao vivo, executadas por Kiti Santos (piano, sax e vocais), Geyson William (violão e cavaquinho), Luciano de Leo (baixo), Tuti Rodrigues, Yago Lima (percurssão) e Leo Dias (flauta transversa e vocais), em uma verdadeira roda de samba em pleno teatro.
“Aqui no Centro de Artes Integradas prezamos pela integração das diferentes disciplinas artísticas e públicos e é uma alegria poder aproximar músicos tão talentosos ao nosso corpo de baile”, revela a diretora e coreógrafa.
Os ingressos para qualquer uma das apresentações custam R$ 60,00 e estarão à venda na bilheteria do teatro nos dias de espetáculo.
Sobre Naira Nawroski Centro de Artes Integradas
Escola fundada há 15 anos em Porto Alegre pela bailaria, coreógrafa e professora especializada no ensino de ballet clássico infantil, Naira Nawroski. Naira é graduada em pedagogia – Habilitação em Educação Pré-Escolar pela PUCRS e pós-graduada em Psicomotricidade Relacional pelo Centro Universitário La Salle de Canoas. Durante os anos 1990, estudou na David Howard School, Martha Graham School e Broadway Dance Center em Nova Iorque. Participou de cursos do Método Royal Ballet com Toshie Kobayashi e integrou programa de intercâmbio na Universidade de Coimbra em Portugal no ano 2000.
O Naira Nawroski Centro de Artes Integradas oferece diversas modalidades de dança, como ballet infantil e adulto, dança contemporânea, flamenco, sapateado americano, dança de salão, jazz, hip-hop, entre outras. Naira desenvolveu ao longo destes anos métodos interdisciplinares oferecendo aulas de artes e teatro integradas com as aulas de dança para crianças – uma inovação didática inédita em Porto Alegre.
Mais informações: facebook.com/ Naira.Centro.de.Artes e Instagram @nairanawroski

Material inédito e autoral do guitarrista e vocalista da banda Fantomaticos apresenta gravações intimistas lançadas em formato de singles
A partir da próxima segunda-feira, 16 de dezembro, o público poderá conferir o novo trabalho do músico Augusto Stern. Babu, seu apelido, é o nome de seu novo projeto solo autoral, onde apresentará gravações intimistas em formato de single. Desde o final dos anos 1990, com a criação dos Fantomaticos, Stern é figura constante na cena musical porto-alegrense, tanto com seu trabalho com a banda, quanto com sua participação no espetáculo “Uma Nova Pele”, onde integra o grupo Bruna Paulin e os Esotéricos, além de já ter gravado e produzido diversos músicos da cidade.
Com Babu, o músico apresenta uma nova faceta, seu primeiro trabalho solo. “O nome foi escolhido exatamente para dar uma ideia de intimidade, proximidade, algo que se reflete desde as canções, passando pelo visual e também o formato de veiculação. “Sem a pressão de datas e prazos, meu objetivo é ir apresentando as músicas, fotos, clipes, todo o conteúdo gerado de forma simples, minimalista, quase caseira e bastante espontânea”, conta o compositor e multiinstrumentista.
“Eu adoro o trabalho com os Fantomaticos, sempre extremamente minucioso, com diversas formas de experimentação até atingir o resultado. É um trabalho artesanal e muito divertido! Porém eu sempre quis aliar a isso um formato que fosse um pouco mais direto e, talvez, mais descompromissado. Com o Babu eu gravo tudo sozinho em casa ou no meu estúdio e faço o lançamento o mais rápido possível. Um pouco no calor da emoção, com a ideia ainda bruta, fresca”, revela.
Primeiro single do projeto, “I Believe Her”, é uma balada de violão em formato de declaração de amor. A música em conjunto com o clipe, compõe uma homenagem às mulheres que foram inspiração na vida do artista. O vídeo foi dirigido por Patrícia Barbieri (sua esposa) e estará online também no dia 16.
Segundo o artista, nesse projeto os lançamentos serão sempre em single, de música em música, e sempre com um vídeo. Vários estilos serão apresentados e haverá espaço para participações mais inusitadas. Babu estará disponível em plataformas como Spotify, iTunes e Deezer e pode ser alcançado pelo link http://trato.red/ibelieveher

Atividade ministrada por Jaqueline Beltrame ocorre no Hub Criativa Birô, na Casa de Cultura Mario Quintana
Ocorre nos dias 17 e 18 de dezembro de 2019 o curso Produção Executiva em Artes Visuais – planejamento e execução de exposições, ministrado por Jaqueline Beltrame. O curso abordará as diversas etapas de realização de exposições, visando capacitar profissionais da área. Dentre os tópicos abordados, estão a relação entre curadoria e produção, como montar o orçamento de uma exposição, negociação de empréstimo de obras, seguro, transporte, produção local de obras para exposição, equipe e fornecedores, especificidades de montagem de vídeo instalações, entre outras atividades que envolvem a produção profissional de exposições em instituições e espaços diversos. As inscrições podem ser feitas pelo Sympla ou através do email jaquebeltrame@gmail.com. Será fornecido certificado após o final do curso, para alunas e alunos presentes nos dois dias.
Jaqueline Beltrame tem duas décadas de experiência em produção cultural, e foi Produtora Executiva da Fundação Iberê Camargo e de diversas edições da Bienal do Mercosul; produziu exposições em locais como Santander Cultural e Instituto Ling. É uma das fundadoras, produtora e curadora do Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira, além de produtora executiva de cinema e projetos culturais em diversas áreas.
O curso tem Apoio do RS Criativo, e Apoio Divulgação da AAMACRS – Associação de Amigos do Museu de Arte Contemporânea do RS.
Serviço:
Curso Produção Executiva em Artes Visuais – planejamento e execução de exposições
Data e horário: 17 e 18 de dezembro, das 9h às 13h.
Local: Hub Criativa Birô (Sala Sergio Napp 2), na Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736, Centro Histórico / Porto Alegre
Inscrições e valores:
No Sympla
Profissionais de área e estudantes: R$150,00 (+ R$15,00 taxas), em até 12 x R$ 17,06
Profissionais de outras áreas: R$200,00 (+ R$20,00 taxas), em até 12 x de R$ 22,75
Através do email jaquebeltrame@gmail.com:
Mesmos valores, sem cobrança de taxas, à vista.

Show de encerramento da residência artística promovida pelo projeto em 2019 ocorrerá na Concha Acústica do Multipalco Eva Sopher com entrada franca; atividades do projeto este ano contaram com patrocínio do Natura Musical
Porto Alegre, 10 de dezembro de 2019 – Na quarta-feira, 18 de dezembro, às 20h, o público poderá conferir com entrada franca o show de encerramento do projeto de residência artística do Projeto Concha 2019, que durante oito meses reuniu 15 artistas locais para integrarem as atividades sob orientação da artista Isabel Nogueira e produção de Alice Castiel. A cada quinze dias a turma participava de atividades com convidadas de diversas áreas. O objetivo do Som na Concha é apresentar um pouco do que foi esse processo para todas elas.
A turma formada pelas musicistas Aline Araújo, Ana Paula Posada, Andressa Ferreira, Bartira Marques, Carina Levitan, Clarissa Ferreira, Giovanna Mottini, Gutcha Ramil, Jordana Henriques, Kaya Rodrigues, Mariana Martinez, Nina Fola, Nina Nicolaiewsky, Rita Zart e Thays Prado frequentou encontros e trabalhou em linguagens musicais, experimentações e composições além de atividades individuais e em grupo que as ajudaram a encontrar novos caminhos para o seus projetos na música. Também receberam as convidas Juçara Marçal, Alessandra Leão, Léa Freire, Winnie Bueno, Mestra Martinha do Coco, Angélica Freitas e Bárbara santos para atividades complementares como expressão corporal, poética, questões sobre feminismo negro além de vivências e trocas de experiência.
Este show especial e único que encerra a programação 2019, apresentará composições e arranjos individuais e coletivos desenvolvidos ao longo do processo da residência e arranjados para o espetáculo.
O Projeto Concha foi selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2018 com com Financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul. “Coletivos como o Projeto Concha ampliam a voz de movimentos que buscam maior representatividade dentro e fora do mercado musical”, afirma Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. “De uma forma geral, os coletivos promovem impacto cultural, social e econômico que multiplica o alcance de um patrocínio. A gente investe no coletivo e toda uma rede de pessoas conectada a ele também são impactadas de forma positiva”, completa.
Este ano foram realizados oito shows com onze atrações locais e nacionais e cinco oficinas formativas para mulheres na área de produção musical: fotografia, luteria, produção, iluminação e sonorização.
O Som na Concha ocorre na Concha Acústica do Multipalco Eva Sopher. Em caso de chuva as apresentações serão transferidas para o Foyer do Multipalco na mesma data e horário. Para mais informações acesse: facebook.com/projetoconchapoa
Protagonismo no palco
O Projeto Concha é uma iniciativa independente, criada em 2018 pela produtora cultural Alice Castiel. Ao analisar o mercado musical, tanto localmente como em eventos nacionais dos quais participou, ela notou a quantidade e a diversidade de mulheres produzindo, compondo, tocando instrumentos e cantando, mas que muitas vezes, apesar do talento, não tinham acesso a selos, gravadoras ou à programação de festivais. “Em Porto Alegre ou em qualquer cidade do Brasil, a oferta dos principais palcos é majoritariamente protagonizada por homens”, afirma. Como contraponto, Alice propôs uma programação que apresentasse exclusivamente o trabalho de mulheres, a fim de chamar atenção para o que é produzido e muitas vezes ignorado ou preterido pelo circuito oficial da música.
Nas 13 edições do projeto, realizadas no bar Agulha, em Porto Alegre, o público lotou a casa para conhecer o trabalho de mais de 20 mulheres, em apresentações de artistas locais e também de criadoras com projeção na cena nacional, criando um espaço de visibilidade e troca de referências musicais, amparado por uma rede de apoio entre mulheres e conteúdo profissionalizante. Já participaram artistas como Letrux, Juçara Marçal, Luedji Luna, Labaq, Xênia França, Maria Beraldo, Larissa Luz, Juliana Perdigão, intervenções poéticas de Angélica Freitas, Mel Duarte, Luna Vitrolira, Crystal Rocha e as atrações locais Saskia, Raquel Leão, Veña, Pâmela Amaro, Thays Prado, As Aventuras e até uma banda se formou especialmente para uma edição do Concha, batizada de Enxame.
Para mais informações, acesse: facebook.com/projetoconchapoa
Sobre Natura Musical
Natura Musical é a principal plataforma de patrocínio da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu R$ 132 milhões no patrocínio de 418 projetos – entre CDs, DVDs, shows, livros, acervos digitais e filmes. O último edital do programa neste ano selecionou 50 projetos em todo o Brasil, entre artistas, bandas e coletivos. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do país e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais.
A plataforma digital do programa leva conteúdo inédito sobre música e comportamento para mais de meio milhão de seguidores nas redes sociais. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente para a rica e pulsante produção musical brasileira.
SERVIÇO
Som na Concha – show de encerramento da residência artística 2019
Quarta-feira, 18 de dezembro de 2019, 20h
Local: Concha Acústica – Multipalco Eva Sopher (Praça Marechal Deodoro, s/n)
Apresentações de Aline Araújo, Ana Paula Posada, Andressa Ferreira, Bartira Marques, Carina Levitan, Clarissa Ferreira, Giovanna Mottini, Gutcha Ramil, Jordana Henriques, Kaya Rodrigues, Mariana Martinez, Nina Fola, Nina Nicolaiewsky, Rita Zart e Thays Prado
Entrada franca. Em caso de chuva as apresentações ocorrem no Foyer do Multipalco

Segundo longa de Gilson Vargas estreou em festivais no exterior e no Brasil em novembro
Após sua estreia em três festivais durante o mês de novembro, A Colmeia, segundo longa-metragem de Gilson Vargas, recebeu o Prêmio Augusto de Melhor Longa-Metragem Estrangeiro no Festival Internacional de Zaragoza na Espanha. O filme iniciou sua carreira em festivais no último dia 24, com exibição na programação do PÖFF 23 – Black Nights International Film Festival, na mostra Rebels With a Cause, na Estônia, seguindo para o Cine Zaragoza e chegando ao público brasileiro no 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em Brasília.
O Festival Internacional de Cinema de Zaragoza é um festival classificador do Goya e já se encontra em sua 24ª edição e ocorreu de 15 a 30 de novembro, promovendo, além de mostras, o Zaragoza Film Market, buscando consolidar uma indústria cinematográfica na cidade, como um polo de produção audiovisual e um espaço de networking para profissionais nacionais e internacionais da indústria, remanejando o foco que está concentrado em outras cidades da Espanha como Madrid e Barcelona.
Filmado em 2017 nos municípios de Maratá e Harmonia, interior do RS, o filme situa-se na no período da 2ª Guerra Mundial e traz como protagonistas um grupo de imigrantes alemães que vive isolado no interior do Brasil. Eles tentam se manter invisíveis, mas a curiosidade dos mais jovens e a insegurança perante o novo ambiente instaura uma tensão e um ciclo de violência sem volta. A Colmeia flerta com o cinema de suspense, com doses de poesia visual, refletindo sobre os conflitos gerados pelo medo e a opressão.
Segundo Vargas, diferente de Dromedário no Asfalto, seu filme de estreia, um road movie tanto em seu roteiro quanto em sua produção, A Colmeia é um filme de processo: “tivemos a oportunidade de fazer uma imersão com equipe e atores no universo do filme antes das gravações, com visitas às locações, trabalho de pesquisa dos personagens, aulas de alemão e muito ensaios”, conta.
Durante a pré-produção do longa, o elenco pode desenvolver a construção de seus personagens através de um intenso processo de imersão dos atores, que passaram alguns dias no campo e vivendo na casa onde foram rodadas grande parte das cenas do filme, um casarão erguido em 1864. O grupo viveu como os personagens, trabalhando no campo e realizando as atividades conforme o período em que se passa a história de A Colmeia: “os atores chegaram a passar uma noite sozinhos na casa, fazendo sua própria comida, tomando banho com bacias, usando ferros de passar roupa com brasas e sob a luz de lampiões”, revela o diretor.
No elenco, Rafael Fronskoviak, Janaina Pellizon, Martina Froederich, Renata de Lelis, Thais Petzhold, Samuel Reginato, João Pedro Prates e Andressa Mattos interpretam os imigrantes alemães.
A Colmeia tem roteiro de Matheus Borges, Gilson Vargas e Diones Camargo, que também assina o argumento. A direção de arte é de Gilka Vargas e Iara Noemi e a direção de fotografia de Bruno Polidoro, parceiro de Vargas em seu primeiro longa, em diversos curtas e na série de TV Travessias. O desenho de som e a montagem são por conta de Gabriela Bervian, também parceira do diretor em diversos filmes e na vida afetiva – Gabriela e Gilson, além de casados, são sócios da Pata Negra, produtora que assina o trabalho. A dupla é responsável pela produção executiva do filme, que também conta as produtoras Eduarda Nedel e Deise Chagas na equipe.
O lançamento comercial está previsto para março de 2020, após o filme circular por festivais, com distribuição da Lança Filmes. A Colmeia tem financiamento do FSA Ancine e do FAC Pro-Cultura RS com recursos do Edital Arranjos Regionais, que fomentou a realização de diversos filmes realizados no Rio Grande do Sul, como Yonlu, de Hique Montanari, Rifle, de Davi Pretto e Disforia, de Lucas Cassales. A obra também conta com apoio Institucional do Goethe-Institut Porto Alegre e do Ministério das Relações Exteriores. Para mais informações, acesse: https://www.facebook.com/cinepatanegra/
GILSON VARGAS
Gilson Vargas é roteirista, diretor e produtor. Dirigiu diversos curtas-metragens premiados dentro e fora do Brasil, como o curta-metragem “Casa Afogada”, vencedor de quatro Kikitos no Festival de Cinema de Gramado. Em 2015 lançou o seu primeiro longa-metragem, “Dromedário no Asfalto”. Atualmente, está realizando a série de documentário para TV chamada “Travessias”, que também possui versão no formato de longa-metragem e foi filmada em diversos países, incluindo a Rússia, Mongólia, Estados Unidos, Japão, China e Tanzânia. No teatro, fez duas incursões como diretor, tendo recebido o Prêmio Nacional Myriam Muniz pelo espetáculo Crucial Dois Um. Leciona Roteiro e Direção no Bacharelado em Cinema da UNISINOS, no Rio Grande do Sul. A Colmeia é seu segundo longa-metragem. Gilson Vargas é também sócio da produtora Pata Negra, sediada em Porto Alegre.