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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Bruna Paulin

“Tempo”, segundo movimento do projeto VOO LIVRE, tem apresentações entre 29 de setembro e 1º de outubro no Sesc Copacabana

Experimento cênico conta com a participação de Leda Maria Martins, Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino em apenas quatro sessões neste final de semana

Após o final de semana de estreia com as sessões de ARTE, o projeto VOO LIVRE da companhia brasileira de teatro promove nos dias 29 e 30 de setembro e 1 de outubro as apresentações de TEMPO, experimento cênico que conta com a presença de Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino, mais a participação da da poeta, ensaísta, escritora e professora Leda Maria Martins

O projeto de criação e povoação de gestos afirmativos na sociedade por meio das artes vivas, ocupa a Arena do Sesc Copacabana até 14 de outubro, com três performances distintas, sempre com um elenco fixo e dez participações de artistas, pensadores e outros profissionais convidados a cada semana, que tratam sobre Arte, Tempo e Futuros. O novo trabalho está inserido em um projeto artístico mais amplo, que se organiza em três movimentos: duas ações no teatro e um filme, que tem previsão para acontecer de agora até 2025. VOO LIVRE é uma mobilização coletiva que busca ventilar as estruturas de produção artística, colocando no mesmo plano e em simultaneidade os processos criativos, os ensaios e as ações de compartilhamento com o público carioca. 

Nas próximas semanas, de 29 de setembro e 14 de outubro, será possível conferir os três acontecimentos teatrais de VOO LIVRE, nos quais se articulam cenas, reflexões, conversas públicas, performances, leituras, escutas, todas compondo três roteiros diferentes, iluminados cada um, por um tema distinto  – TEMPO, FUTUROS e ARTE – identificados a partir da pesquisa sobre a obra do autor russo Anton Tchekhov. “Ao longo deste mês, perceberemos que a ação de criar e a ação de apresentar/compartilhar com público são simultâneas, como uma única experiência, com seus riscos, tempos e lacunas presentes. Cada dia no processo de ensaio de VOO LIVRE foi autônomo. Cada noite/acontecimento também será. O que está em cena e em jogo é uma sequência de ações no Teatro, na presença do público e de artistas diversos”, revela o diretor Marcio Abreu, que assina a pesquisa e criação com Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. 

A partir do texto seminal de Tchekhov, A Gaivota, materiais ligados à memória dos atores, atrizes, performers, poetas, pensadores, e do repertório artístico da companhia brasileira de teatro, cria-se um gesto artístico plural em seus modos de conexão entre artistas e público, e traz a primeiro plano o trajeto e o movimento desse coletivo, pensando e questionando as ideias de chegada e caminho, produto e processo, “destacando elementos que nos permitam realizar ações no agora para criar futuros possíveis”, afirmam. 

As ações articuladas entre os gestos Arte, Tempo e Futuros, contam cada uma com uma estrutura específica e a participação de diferentes convidades: ARTE encerrará a programação, com 4 sessões nos dias 12, 13 e 14 de outubro e traz as participações de Bárbara Arakaki, Clara Cavour e Flow Kountouriotis; TEMPO poderá ser conferida em quatro sessões de 29 de setembro a 1º de outubro e conta com a presença da poeta, ensaísta, escritora e professora Leda Maria Martins; já FUTUROS ocorre nos dias 6, 7 e 8 de outubro e receberá Yumo Apurinã, Jéssyca Meyrelles, Cristina Moura, Bianca Manicongo e Rafael Bacelar. Nos dias 6 e 7 Sidarta Tollendal Ribeiro e Luiza Mugnol Ugarte também integram a performance. 

A ficha técnica conta com nomes como Nadja Naira (iluminação e assistência de direção), Felipe Storino (direção musical e trilha sonora original), Cristina Moura (direção de movimento), Batman Zavareze (filme ação FUTUROS), Marina Franco (figurino), Clara Cavour (captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena) e Pablito Kucarz (programação visual). Os ingressos custam R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira) e já estão à venda na bilheteria do Sesc Copacabana, que fica na Rua Domingos Ferreira, 160. Mais informações (21) 2547-0156. 

VOO LIVRE

Entre 29 de setembro e 14 de outubro de 2023

TEMPO: 29 e 30 de setembro e 1º. de outubro de 2023; sexta, sábado e domingo às 20h, e uma sessão extra no sábado, 30 de setembro, às 17h. Em ação Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino e Leda Maria Martins.

FUTUROS: 6, 7 e 8 de outubro de 2023, sexta, sábado e domingo às 20h, e uma sessão extra no sábado, 07/10, às 17h. Em ação:  Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino, Yumo Apurinã, Jessyca Meyreles, Cristina Moura, Rafael Bacelar, Bianca Manicongo. Luiza Mugnol Ugarte e Sidarta Tollendal Ribeiro participam das sessões nos dias 6 e 7 de outubro.

ARTE: 12 de outubro, 20h; 13 de outubro às 17h e às 20h e 14 de outubro às 17h. Em ação: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino, Bárbara Arakaki, Clara Cavour e Flow Kountouriotis. 

Local: Arena do Sesc Copacabana 

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira)

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento: Terça a domingo – de 14h às 20h;

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 90 minutos

Sujeito à lotação

Sinopse: VOO LIVRE propõe uma série de ações no Teatro como um gesto afirmativo e artístico da companhia brasileira de teatro nos tempos de hoje, criando experiências ao vivo com o público através de cenas, performances, leituras, escutas, músicas, conversas públicas e reflexões sobre a ARTE, o TEMPO e os FUTUROS. 

FICHA TÉCNICA 

VOO LIVRE

Acontecimento artístico a partir da obra de Anton Tchekhov e estudos sobre Arte, Tempo e Futuros

Direção Geral: Marcio Abreu

Pesquisa e criação: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria.

Criação e performances: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino,

Colaboração artística, ações, performances: Bianca Manicongo, Bárbara Arakaki, Cristina Moura, Flow Kountouriotis, Jessyca Meyreles, Leda Maria Martins, Luiza Mugnol Ugarte, Rafael Bacelar, Sidarta Tollendal Ribeiro e Yumo Apurinã.

Direção de produção e administração: José Maria e Cássia Damasceno

Iluminação e assistência de direção: Nadja Naira

Direção Musical e Trilha Sonora Original: Felipe Storino

Direção de Movimento: Cristina Moura

Instalação videográfica e filme ação FUTUROS: Batman Zavareze

Figurinos: Marina Franco

Produção Executiva: Fábio Osório Monteiro

Fotos: Nana Moraes

Programação visual: Pablito Kucarz

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin   

Captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena | ARTE: Clara Cavour

Técnica de vídeo: Michelle Bezerra

Técnica de luz: Dafne Rufino

Técnico de som: Bob Reis

Criação e produção: companhia brasileira de teatro

Projeto realizado por meio do Edital de Cultura Pulsar do Sesc RJ

Realização: Sesc RJ

A companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000, em Curitiba, onde mantém sua sede num prédio antigo do centro histórico. Sua pesquisa é voltada sobretudo para novas formas de escrita e para a criação contemporânea.

Entre suas principais realizações, peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como PRETO (2017); PROJETO bRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008).

Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país como Krum (2015) de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa? (2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud, de Noëlle Renaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev, Apenas o fim do mundo (2006) de Jean Luc Lagarce; Suíte 1 (2004) de Phillipe Myniana.

Suas peças mais recentes são uma adaptação da obra Platonov de Anton Tchekov intitulada POR QUE NÃO VIVEMOS? (2019); e o espetáculo SEM PALAVRAS (2021) com texto e direção de Marcio Abreu.

A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, mantém um repertório ativo e circula com frequência pelo Brasil e Europa. Recebeu os principais prêmios das artes no país.

Distrito Jazz Festival 2023 ocorre em setembro e outubro em Porto Alegre

Evento realizado com produção e curadoria de Bruno Melo e Rafael Rhoden, do Grezz, novo espaço de música da cidade, promove performances de atrações locais e internacionais

Lançamento da programação será na próxima quarta-feira, 27 de setembro, no Theatro São Pedro

Porto Alegre recebe em setembro e outubro a edição 2023 do Distrito Jazz Festival, com oito dias de programação promovendo uma imersão no melhor do Jazz da cena regional e internacional, com atrações agendadas para o Theatro São Pedro e Grezz, nova casa de Jazz da cidade, localizada no Quarto Distrito. Com realização e curadoria do produtor cultural Bruno Melo e de Rafael Rhoden, do Grezz, o evento conta com 16 performances, uma masterclass e um painel.

Criado em 2019, o Distrito Jazz é uma plataforma de Jazz Urbano que pretende conectar a cena local com a internacional, promovendo encontros memoráveis. “O Distrito Jazz Festival nasce propondo um território de muita música, troca de experiências, saberes e respeito ao próximo, na cidade de Porto Alegre. Existem diversos distritos musicais ao redor do mundo, que são áreas conhecidas por sua rica cena musical e pela presença de estúdios de gravação, lojas de instrumentos, salas de concerto, bares e clubes que promovem shows ao vivo e apresentações de artistas locais e internacionais, como o Music City em Nashville, nos EUA, o Soho em Londres, o bairro de Montmartre em Paris, Shibuya em Tóquio, e Barranco em Lima, no Peru”, conta Melo.

A programação, que será lançada na próxima quarta-feira, 27 de setembro, no Theatro São Pedro, conta com uma homenagem à Ivone Pacheco – ‘Dama do Jazz’, e apresentações de Patricia López (Uruguai) e Cleômenes Junior Sexteto. Em outubro, o evento concentra mais cinco dias de shows e atividades, com apresentações de Mari Kerber Trio, Tocaia Trio, Gabriel Romano & Equilíbrio Dinâmico, Quarteto Bibi Jazz, Atairū, Giovanna Mottini, Marcelo Corsetti, 60Miles (Suíça), Alfredo Rodriguez (Cuba), além dos DJs Augusto Nesi, Dick Jay, Yasmin Love e Eduardo Osório. A uruguaia Patricia Lopez também fará a apresentação do Coletivo de Mulheres da Iberoamérica no Jazz no dia 28 de setembro, no auditório Luiz Cosme da Casa de Cultura Mario Quintana e ministra uma Masterclass de improviso, que ocorre na quinta, 29 de setembro, na Casa da Música.

Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 30,00 (Theatro São Pedro) e R$ 250,00 – valor de passaporte limitado com desconto, para acesso a todos os dias, recebendo um pôster exclusivo do festival, criado pelo artista visual Gabriel Duranti, em parceria com a Jazz Comunicação, agência oficial do festival.

Mais informações acesse https://www.instagram.com/distrito.jazz/

Ingressos Theatro São Pedro: https://www.sympla.com.br/evento/distrito-jazz/2133399

Ingressos GREZZ: https://www.sympla.com.br/grezz

// PROGRAMAÇÃO

SETEMBRO

27 de setembro – Quarta – Theatro São Pedro – LANÇAMENTO

●      19h30 – Homenagem à Ivone Pacheco – ‘Dama do Jazz’

●      20h – Show Patricia Lopez (Uruguai) @patricialopez.sax

●      21h – Show Cleômenes Junior Sexteto @cleomenes.jr

28 de setembro – Quinta – Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ)(Auditório Luiz Cosme)

●      14h – Apresentação: Coletivo de Mulheres da Iberoamérica no Jazz (com Patricia López e convidadas)

Ingressos: Gratuito, através do formulário: https://forms.gle/yY42G1WJW8dmD1RXA

29 de setembro – Sexta – Casa da Música POA (Auditório)

●      19h – Masterclass Patricia López (saxofone)

Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/workshop-dinamicas-texturas-e-formas-de-improvisacao-com-patricia-lopez-uy/2160221

OUTUBRO

16 de outubro – Segunda – GREZZ

●      20h – Show 60miles (Suíça) @60milesjazz

18 de outubro – Quarta – GREZZ

●      18h – DJ Augusto Nesi @guthouu

●      20h – Show Bibi Jazz Quarteto @bibijazzquarteto

●      21h – Show Gabriel Romano & Equilíbrio Dinâmico @gabrielromanoacordeon


19 de outubro – Quinta – GREZZ

●  18h – DJ Eduardo Osório @edu.jazz

●  20h – Show Alfredo Rodriguez (Cuba) @alfredormusic

20 de outubro – Sexta – GREZZ

●      18h – DJ Dick Jay @djdickjay

●      20h – Show Tocaia Trio @tocaiatrio

●      21h – Show Mari Kerber Trio @mari.kerber

21 de outubro – Sábado – GREZZ

●      18h – DJ Yasmin Love @y_a_s_m_i_n_l_o_v_e

●      20h – Marcelo Corsetti @marcelocorsetti

●      21h – Giovanna Mottini Quarteto @gmottini

●      22h – Atairū @oleobitt @dddeds @lucass.fe



SERVIÇO:

DISTRITO JAZZ FESTIVAL 2023

Theatro São Pedro – Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro @theatrosaopedro.rs
Grezz – Almirante Barroso, 328 – Floresta @grezz.poa

 
Datas:

27, 28 e 29 de setembro

16, 18, 19, 20 e 21 de outubro

Ingressos:

Ingressos Theatro São Pedro: https://www.sympla.com.br/evento/distrito-jazz/2133399

Ingressos GREZZ: https://www.sympla.com.br/grezz

Theatro São Pedro

Passaporte Limitado com Desconto: Por apenas R$ 250,00 garanta seu lugar para todas as seis noites do festival, com a opção de escolher seu assento na plateia do TSP e ainda receber um pôster exclusivo do festival, criado pelo renomado artista visual Gabriel Duranti, em parceria com a Jazz Comunicação, a agência oficial do festival. Uma peça de arte que você pode levar para casa como lembrança deste momento especial.

Ingresso Meia-entrada*: A partir de R$ 30,00 (meia), R$ 60,00 inteira. Lembre-se de que os lugares não são marcados, mas para quem adquirir o Passaporte, eles são garantidos. Para obter o benefício de meia-entrada (50% de desconto), basta apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do evento. Todos os documentos válidos para esse benefício são determinados pela Lei Federal 12.933/13. Consulte a lista aqui.

Solidário*: Reduza o valor do seu ingresso para R$ 30,00 (meia e solidário) doando 1kg de alimento não perecível ou um item de higiene pessoal. Suas doações serão entregues à Defesa Civil para ajudar no enfrentamento das enchentes que assolam o Rio Grande do Sul. Essa modalidade é válida para todos os públicos.

*Sem marcação de assento, por ordem de chegada.

GREZZ

Passaporte Limitado com Desconto: Por apenas R$ 250,00 garanta seu lugar para todas as noites do festival e ainda receba um pôster exclusivo do festival, criado pelo renomado artista visual Gabriel Duranti, em parceria com a Jazz Comunicação, a agência oficial do festival. Uma peça de arte que você pode levar para casa como lembrança deste momento especial.

Meia-entrada*: A partir de R$ 55,00 (meia), R$ 110,00 inteira. Para obter o benefício de meia-entrada (50% de desconto), basta apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do evento. Todos os documentos válidos para esse benefício são determinados pela Lei Federal 12.933/13.

Escola municipal de artes de São Leopoldo recebe ação de projeto de capacitação para educadores

“Em busca da infância prometida” conta com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Gedore

Formação ocorre em escola municipal com 660 alunos; em 2022, projeto impactou 120 professores e 780 alunos
 

Desde 26 de agosto o projeto Em busca da infância prometida promove em São Leopoldo uma nova etapa de formação para professores no Estado. Em 2022, seis municípios do Rio Grande do Sul e Paraná sediaram ações em escolas públicas de educação infantil, que impactaram 120 professores e 780 alunos.

Com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Gedore, nessa etapa o projeto oferece uma capacitação para educadores da Escola Municipal de Artes Pequeno Príncipe, com ferramentas para que sejam desenvolvidas práticas artísticas com alunos de 8 a 15 anos. A escola tem um corpo docente de 14 professores e atende 660 alunos no contraturno escolar do município com aulas de Artes Visuais, Dança, Teatro, Musicalização, Violão, Cinema e Literatura.

O projeto, criado pela Amora Produções Culturais, conta com a doação de equipamentos para as instituições e atividades formativas. A escola beneficiada recebe televisor, notebook, caixa de som e câmera filmadora, que serão utilizadas tanto nos workshops quanto nas atividades com os alunos. Os professores participam de 40 horas de oficinas, em um formato intensivo presencial e online, incluindo linguagens de teatro, dança, artes visuais, música e audiovisual, com coordenação pedagógica de Bruno Flores. Depois, serão desenvolvidas práticas com os alunos, sempre com acompanhamento dos arte-educadores do projeto.

Toda a formação é atravessada pela história do famoso personagem Peter Pan, a partir da poética da Terra do Nunca, como inspiração para se criar um universo de brincadeira e imaginação. Em 11 de novembro, um evento aberto à comunidade marcará o encerramento do projeto no Teatro Municipal de São Leopoldo, com uma grande mostra de práticas pedagógicas onde as crianças vivenciarão o que aprenderam ao longo da formação.

No lançamento, a instituição também recebe um “baú mágico”, com um acervo criativo composto por maquiagens, máscaras, instrumentos musicais, fantoches e outros recursos que possibilitarão que os alunos trabalhem com linguagem artística em diferentes momentos. Ao final das atividades, também será lançado um vídeo com imagens das capacitações, da mostra dos alunos e depoimentos dos participantes.

A Gedore, indústria alemã com mais de 100 anos de história e, destes, 60 anos no Brasil, carrega em seu slogan o propósito de ser “Ferramentas para Vida”. Não apenas na realização de manutenções e projetos físicos, mas também na construção de um futuro melhor. Acreditamos que o incentivo às práticas artísticas durante a formação de crianças e adolescentes é fator-chave na facilitação das atividades humanas, no respeito às pessoas e ao meio ambiente. Nos orgulha ser patrocinadora de um projeto tão próximo à nossa missão e propósito e com tamanho impacto na comunidade.

Em busca da infância prometida é uma realização da Amora Produções Culturais, empresa de Porto Alegre, surgida em 2012, que tem como foco a realização de projetos culturais que tenham impacto social e contribuam para o desenvolvimento das regiões beneficiadas. Suas ações buscam fomentar o acesso, a descentralização e o surgimento de novas plateias para o mercado cultural.  Em seus anos de atuação, contam com mais de 50 projetos aprovados, beneficiando mais de 300 mil pessoas e impactando mais de 150 cidades.

Para mais informações, acesse: instagram.com/amoraproducoesculturais

SERVIÇO:

O que: Projeto Em Busca da Infância Prometida

Público-alvo: Escolas públicas

Linguagens desenvolvidas: Teatro, Dança, Artes Visuais, Música e Audiovisual

Cidade Beneficiada: São Leopoldo

Quando: 26 de agosto, 2 e 23 de setembro, na Escola Municipal Pequeno Príncipe, e 11 de novembro (encerramento do projeto), no Teatro Municipal de São Leopoldo

Ficha técnica:

Realização e produção executiva: Amora Produções Culturais

Coordenação Pedagógica: Bruno Flores

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Sobre a GEDORE – Reconhecida por ser Líder Mundial na fabricação de Ferramentas, a GEDORE é uma empresa alemã com mais de 100 anos de história dedicada a manter a qualidade em tudo que faz. A GEDORE Brasil, sediada em São Leopoldo-RS, oferece aos seus usuários três linhas: GEDORE (industrial), GEDORE red (profissional) e ROBUST (hobbista).

Projeto inédito com La Negra Cia de Arte e Alma Lusitana estreia na sexta, 22 de setembro, no Teatro Oficina Olga Reverbel

Sonho Ibérico – Fado Flamenco poderá ser conferido em três sessões no final de semana, às 19h

A união de duas culturas irmãs e também distintas ganha forma e chega ao público porto-alegrense a partir de sexta, 22 de setembro: o espetáculo de dança e música Sonho Ibérico – Fado Flamenco é um projeto inédito desenvolvido em parceria pela La Negra Cia de Arte e o grupo Alma Lusitana e poderá ser conferido em três sessões às 19h no Teatro Oficina Olga Reverbel, no Multipalco Eva Sopher. 

Com carreiras sólidas de mais de 25 anos dedicados ao fomento de cultura, La Negra Cia de Arte e Alma Lusitana somam forças nesse encontro único, aportando uma “big band” nos estilos flamenco e fado, proporcionando ao público uma viagem cultural ao sonho ibérico. Com música executada ao vivo e inserções de dança flamenca, o espetáculo proporciona ao público uma vivência completa na imersão de ambas culturas.

Com direção geral de La Negra Ana Medeiros e Alma Lusitana, a performance conta com direção artística de Everson Silva e a participação de Jéferson Luz – guitarra portuguesa, Mauricio Montardo e André Sanvicente – violões, Allan Harbas – guitarra flamenca, Rafael Melo – cajon e Sônia Bentto – Cante Flamenco, além da participação de Ana com castanholas, percussão e números de dança.  Os ingressos, com valores entre R$ 40,00 e R$ 80,00, estão à venda pelo site do Theatro São Pedro. 

Sonho Ibérico – Fado Flamenco

Alma Lusitana e La Negra Ana Medeiros

Teatro Oficina Olga Reverbel – Multipalco Eva Sopher

22, 23 E 24 DE SETEMBRO – 19H

INGRESSOS: https://theatrosaopedro.eleventickets.com/#!/apresentacao/7629ae718c45ca6aba820a961330b8340bf3a0dd 

FICHA TÉCNICA

Direção geral e concepção:

La Negra Ana Medeiros e Alma Lusitana

Direção Artística:

Everson Silva @eversondire

Músicos:

Fado

Jéferson Luz – guitarra portuguesa, @jefersonluz_almalusitana

Julia Machado – voz, @dajumachado

Mauricio Montardo e

André Sanvicente – violões. @mauricio.tubs

Flamenco

Allan Harbas – guitarra flamenca, @allanharbas

Cajon – Rafael Melo, @rafaelmapo_

Sônia Bentto – Cante Flamenco, @soniabentto_

Ana Medeiros – Baile, castanhola e percussão.

Figurino Ana Medeiros La Negra

Execução figurino Tânia Ferreira e Bianca Benevenuto @tania.saias.flamencas @senora_trajeflamenco

Luz: Nara Lucia Maia @naralamaia

Som Otávio Moura @estudiomusitek

Assessoria de Imprensa: De flor em flor Bruna Paulin @assessoriadefloremflor

Filmagem e Edição – Gustavo Türck e Têmis Nicolaidis (Coletivo Catarse/Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre)

Vídeo teaser 2L Produtora                                                       

Produção Geral 7 Marias Produtora

Produtora de palco Aldrei Costa @audreicosta_cep

companhia brasileira de teatro promove série de ações no Sesc Copacabana a partir de 22 de setembro

VOO LIVRE reúne Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino com participações de Bárbara Arakaki, Flow Kountouriotis, Leda Maria Martins, Yumo Apurinã, Jessyca Meyreles, Cristina Moura, Rafael Bacelar, Bianca Manicongo, Luiza Mugnol Ugarte e Sidarta Tollendal Ribeiro em três experimentos cênicos que articulam diversas linguagens e modos de conexão com o público

Duas atrizes, um ator e um músico, dez participações, três movimentos distintos: Arte, Tempo e Futuros. Voo Livre, projeto de criação e povoação de gestos afirmativos na sociedade por meio das artes vivas, realizado pela companhia brasileira de teatro ocupa a Arena do Sesc Copacabana a partir de 22 de setembro. O novo trabalho está inserido em um projeto artístico mais amplo, que se organiza em três movimentos: duas ações no teatro e um filme, que tem previsão para acontecer de agora até 2025. 

O primeiro movimento é justamente este VOO LIVRE, que conta com a presença de Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino, mais a participação de artistas, pensadores e outros profissionais convidados a cada semana. O projeto é uma mobilização coletiva que busca ventilar as estruturas de produção artística, colocando no mesmo plano e em simultaneidade os processos criativos, os ensaios e as ações de compartilhamento com o público carioca. 

Ao longo de quatro semanas, de 22 de setembro e 14 de outubro, será possível conferir três acontecimentos teatrais nos quais se articulam cenas, reflexões, conversas públicas, performances, leituras, escutas, todas compondo três roteiros diferentes, iluminados cada um, por um tema distinto: Arte, Tempo e Futuros, identificados a partir da pesquisa sobre a obra do autor russo Anton Tchekhov. “Ao longo deste mês, perceberemos que a ação de criar e a ação de apresentar/compartilhar com público são simultâneas, como uma única experiência, com seus riscos, tempos e lacunas presentes. Cada dia no processo de ensaio de VOO LIVRE foi autônomo. Cada noite/acontecimento também será. O que está em cena e em jogo é uma sequência de ações no Teatro, na presença do público e de artistas diversos”, revela o diretor Marcio Abreu, que assina a pesquisa e criação com Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. 

A partir do texto seminal de Tchekhov, A Gaivota, materiais ligados à memória dos atores, atrizes, performers, poetas, pensadores, e do repertório artístico da companhia brasileira de teatro, cria-se um gesto artístico plural em seus modos de conexão entre artistas e público, e traz a primeiro plano o trajeto e o movimento desse coletivo, pensando e questionando as ideias de chegada e caminho, produto e processo, “destacando elementos que nos permitam realizar ações no agora para criar futuros possíveis”, afirmam. 

As ações articuladas entre os gestos Arte, Tempo e Futuros, contam cada uma com uma estrutura específica e a participação de diferentes convidades: ARTE inicia e encerra a programação, com sessões nos dias 22 a 24 de setembro e 12 a 14 de outubro e traz as participações de Bárbara Arakaki e Flow Kountouriotis; TEMPO poderá ser conferida em quatro sessões de 29 de setembro a 1º de outubro e conta com a presença da poeta, ensaísta, escritora e professora Leda Maria Martins; já FUTUROS ocorre nos dias 6, 7 e 8 de outubro e receberá Yumo Apurinã, Jéssyca Meyrelles, Cristina Moura, Bianca Manicongo e Rafael Bacelar. Nos dias 6 e 7 Sidarta Tollendal Ribeiro e Luiza Mugnol Ugarte também integram a performance. 

A ficha técnica conta com nomes como Nadja Naira (iluminação e assistência de direção), Felipe Storino (direção musical e trilha sonora original), Cristina Moura (direção de movimento), Batman Zavareze (filme ação FUTUROS), Marina Franco (figurino), Clara Cavour (captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena) e Pablito Kucarz (programação visual). Os ingressos custam R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira) e já estão à venda na bilheteria do Sesc Copacabana, que fica na Rua Domingos Ferreira, 160. Mais informações (21) 2547-0156. 

VOO LIVRE

Entre os dias 22 de setembro e 14 de outubro de 2023

ARTE: 22, 23 e 24 de setembro, 12, 13 e 14 de outubro de 2023; quinta, sexta, sábado e domingo às 20h. Sessões extras no domingo, 24 de setembro, e na sexta 13 de outubro, ambas às 17h. Em ação: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino, Bárbara Arakaki e Flow Kountouriotis. 

TEMPO: 29 e 30 de setembro e 1º. de outubro de 2023; sexta, sábado e domingo às 20h, e uma sessão extra no sábado, 30 de setembro, às 17h. Em ação Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino e Leda Maria Martins.

FUTUROS: 6, 7 e 8 de outubro de 2023, sexta, sábado e domingo às 20h, e uma sessão extra no sábado, 07/10, às 17h. Em ação:  Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino, Yumo Apurinã, Jessyca Meyreles, Cristina Moura, Rafael Bacelar, Bianca Manicongo. Luiza Mugnol Ugarte e Sidarta Tollendal Ribeiro participam das sessões nos dias 6 e 7 de outubro.

Local: Arena do Sesc Copacabana 

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira)

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento: Terça a domingo – de 14h às 20h;

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 90 minutos

Sujeito à lotação

Sinopse: VOO LIVRE propõe uma série de ações no Teatro como um gesto afirmativo e artístico da companhia brasileira de teatro nos tempos de hoje, criando experiências ao vivo com o público através de cenas, performances, leituras, escutas, músicas, conversas públicas e reflexões sobre a ARTE, o TEMPO e os FUTUROS. 

FICHA TÉCNICA 

VOO LIVRE

Acontecimento artístico a partir da obra de Anton Tchekhov e estudos sobre Arte, Tempo e Futuros

Direção Geral: Marcio Abreu

Pesquisa e criação: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria.

Criação e performances: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino,

Colaboração artística, ações, performances: Bianca Manicongo, Bárbara Arakaki, Cristina Moura, Flow Kountouriotis, Jessyca Meyreles, Leda Maria Martins, Luiza Mugnol Ugarte, Rafael Bacelar, Sidarta Tollendal Ribeiro e Yumo Apurinã.

Direção de produção e administração: José Maria e Cássia Damasceno

Iluminação e assistência de direção: Nadja Naira

Direção Musical e Trilha Sonora Original: Felipe Storino

Direção de Movimento: Cristina Moura

Instalação videográfica e filme ação FUTUROS: Batman Zavareze

Figurinos: Marina Franco

Produção Executiva: Fábio Osório Monteiro

Fotos: Nana Moraes

Programação visual: Pablito Kucarz

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin   

Captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena | ARTE: Clara Cavour

Técnica de vídeo: Michelle Bezerra

Técnica de luz: Dafne Rufino

Técnico de som: Bob Reis

Criação e produção: companhia brasileira de teatro

Projeto realizado por meio do Edital de Cultura Pulsar do Sesc RJ

Realização: Sesc RJ

A companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000, em Curitiba, onde mantém sua sede num prédio antigo do centro histórico. Sua pesquisa é voltada sobretudo para novas formas de escrita e para a criação contemporânea.

Entre suas principais realizações, peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como PRETO (2017); PROJETO bRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008).

Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país como Krum (2015) de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa? (2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud, de Noëlle Renaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev, Apenas o fim do mundo (2006) de Jean Luc Lagarce; Suíte 1 (2004) de Phillipe Myniana.

Suas peças mais recentes são uma adaptação da obra Platonov de Anton Tchekov intitulada POR QUE NÃO VIVEMOS? (2019); e o espetáculo SEM PALAVRAS (2021) com texto e direção de Marcio Abreu.

A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, mantém um repertório ativo e circula com frequência pelo Brasil e Europa. Recebeu os principais prêmios das artes no país.

Terra Sem Mapa retorna à Zona Cultural com apresentações de 14 a 17 de setembro

Sucesso desde sua estreia, espetáculo celebra os 45 anos de teatro e amizade de Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

Após navegar por outros teatros, aportando com sucesso no Teatro do CHC da Santa Casa e na VII Mostra de Artes Cênicas e Música do Teatro Glênio Peres da Câmara Municipal de Porto Alegre, Terra Sem Mapa, agora, retorna ao ponto de partida na Zona Cultural com apresentações de 14 a 17 de setembro. 

Histórias que tecem o passado e o presente. As travessias estão por todos os lados: mares que se agitam ou se acalmam, fronteiras móveis ou arames ameaçadores, a premência de abandonar lares e atravessar tormentas em busca da vida prometida. Nesse contexto de migrações, Terra Sem Mapa fala por imagens, cartas, mensagens distantes ou publicações da imprensa e pela ficção, as quais têm âncora firme na realidade das terras de acolhimento. E não só por aqui: nossos tempos registram diariamente a diáspora de diferentes populações cruzando países ou mares inseguros, a pé, em botes frágeis, agarrados ao imenso desejo de viver e sem garantia nenhuma de vida.  

Mirna Spritzer e Sergio Lulkin comemoram mais de quatro décadas de trajetória profissional iniciada no mesmo espaço, o Teatro de Arena de Porto Alegre, com Terra sem Mapa. Nesta criação autoral, reúnem-se por suas semelhanças artísticas e seus diferentes caminhos de formação para dar corpo a uma dupla que há muito se desenha: Vrum e Luba.

Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória. “Esse universo de narrativas brota de fontes literárias sobre migrantes que aportam em novos mundos onde as pessoas buscam vida, alimento e futuro. Correm riscos, no limite da vida e da morte e desembocam na cena que é desenhada no espaço puro, denso de luz e sombra, e por textos diversos apropriados por dois tipos que habitam a memória familiar”, contam Mirna e Sérgio. O espetáculo apresenta imagens advindas da memória, das palavras e dos corpos em desenho no espaço. Profundamente apoiado no trabalho da atriz e do ator em relação com a luz, a sombra, o silêncio e a música. Humor e melancolia se mostram no movimento e na pausa. E no vazio imenso e intenso do palco aberto ao jogo e à contracenação. 

Após o primeiro encontro, há 45 anos, a dupla de artistas cruzou por muitas vezes, em diversos âmbitos profissionais, ambos com experiências em diferentes linguagens como o teatro, o rádio, cinema e televisão. Estudantes do Departamento de Arte Dramática e Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS, onde também realizaram seu Doutoramento na área da Educação. Em Terra sem Mapa, reúnem-se para a criação autoral após a experiência desses personagens com teatro online e vídeo, decidem ancorar seus desejos artísticos no Estúdio Stravaganza, onde trabalharam com práticas diversas, jogos, dramaturgias e ensaios. Assim, após trabalhos com diferentes direções e meios, iniciam aqui uma nova trajetória onde são criadores artísticos da cena em que habitam. 

Mirna e Sérgio estiveram juntos nos filmes O Mercado de Notícias, direção de Jorge Furtado, Antes que o mundo acabe, direção de Ana Luiza Azevedo e no telefilme Doce de Mãe, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo para TV Globo, todas produções da Casa de Cinema de Porto Alegre. No teatro contracenaram no icônico O casamento do pequeno burguês, de Brecht, com direção de Irene Brietzke, em 1978. Mirna integrou o Teatro Vivo, sob direção de Irene Brietzke, de 1979 a 2001, Sergio integrou o grupo TEAR sob direção de Maria Helena Lopes, de 1980 a 2002.

Terra sem Mapa conta com colaboração artística de Carlos Mödinger, figurinos de Rô Cortinhas, desenho de luz de Ricardo Vivian, música original de Gustavo Finkler, identidade visual de Leandro Selister e produção de Mirna, Lulkin e Renata Stein. O espetáculo estará em cartaz entre os dias 14 a 17 de setembro, às 20h, com ingressos entre R$ 33,60 e R$ 67,20 à venda pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/  ou uma hora antes das apresentações. O bar da casa também abre às 19h, na Av. Alberto Bins, 900.

Saiba Mais

Sinopse: Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória.

TERRA SEM MAPA NA ZONA CULTURAL

Dias: 14 a 17 de setembro, 20h

Zona Cultural – Av. Alberto Bins, 900 (bar abre às 19h)

Ingressos à venda pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/ entre 33,60 e 67,20

Duração: 55 minutos

Classificação Livre

Ficha Técnica:

Criação e Atuação: Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

Colaboração Artística: Carlos Mödinger

Figurino: Rô Cortinhas

Iluminação: Ricardo Vivian

Operação de luz: Ricardo Vivian e Fabi Santos

Trilha sonora original: Gustavo Finkler

Operação de som: Luiz Manoel e Fabi Santos

Identidade Visual: Leandro Selister

Fotografia: Adriana Marchiori

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Produção: Mirna Spritzer, Renata Stein e Sergio Lulkin

Mirna Spritzer: Atriz, professora e radialista. Pesquisadora das vozes, escutas e paisagens sonoras nas Artes Cênicas e Radiofônicas. Bacharela em Interpretação, Mestre e Doutora em Educação pela UFRGS. Professora aposentada do DAD e PPGAC, UFRGS. Seus trabalhos mais recentes são, no cinema, Ana, Sem Título, com direção de Lúcia Murat, da Taiga Filmes. Aos olhos de Ernesto, com direção de Ana Luiza Azevedo, da Casa de Cinema de Porto Alegre, YONLU, com direção de Hique Montanari, da Container e Prana Filmes. No teatro, Expresso Paraíso, de Thomas Kock, direção de Maurício Casiraghi, pela ATO Cia Cênica e A Comédia dos Erros, de William Shakespeare, direção de Adriane Mottola, com a Cia Stravaganza. Cidade Proibida, Cena Urbana com direção de Patrícia Fagundes para Cia Rústica de Teatro. Língua Mãe. Mameloschn de Mariana Salzmann, direção de Mirah Laline, Troféu Braskem de Melhor Atriz, no 22º Festival Internacional Porto Alegre em Cena e Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo. Na televisão o, Doce de Mãe, realização da Rede Globo de Televisão e Casa de Cinema de Porto Alegre, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo. E Fantasias de uma Dona de Casa, realização da RBS TV e Casa de Cinema de Porto Alegre, com direção de Ana Luiza Azevedo, série com duas temporadas. Participou com Sergio Lulkin do vídeo Lubi e Vrum no Clube de Esquina apresentado no show on-line SOS Ocidente, em 2021. Participou como atriz do Projeto Quartas Drama ticas, realização da Ato Cia Cênica, Cia Indeterminada e Cia Stravaganza, com a leitura de Lesões incompatíveis com a vida, de Angélica Lidell, direção de Paulo Roberto Farias, e Os Cegos de Michel de Ghelderode, onde foi também diretora, E ainda, Tudo nasce de uma ferida íntima, espetáculo multimídia dentro do Festival Kino Beat e Sarau Deslocamentos, espetáculo cênico – musical dentro do Projeto Unimúsica UFRGS, com direção de Miriam Amaral e Carla Joner, em ambos como atriz e roteirista. Foi criadora, apresentadora e produtora do Programa RADIOTEATRO na Rádio FM Cultura de Porto Alegre, 10 anos no ar. Premiada no Edital NOSSA ONDA do Minc e da Cinemateca Brasileira para peças radiofônicas, com a peça Radiofônica Guarda-Roupa. Participou como atriz do podcast O amor que horror, dentro do 28 Festival Internacional Porto Alegre Em Cena. E ainda, A história do Disco, de Bruna Paulin e Submersa, de Camila Proto, dentro do Festival Kino Beat 2019. Também do projeto acústico P.S. Palavras que entrego a ti, de Danuta Zaghetto. E o episódio Das peças radiofônicas, no podcast RESPIRA CULTURA da UFRGS. Produz o perfil Coisas pra dizer em voz alta, no Instagram. Fez a leitura vocalizada de A Caverna, com a presença de Jose Saramago, no lançamento da obra em Porto Alegre, em 2000. Duas vezes premiada com o Troféu Açorianos e uma com o Prêmio Quero Quero, todos de Melhor Atriz. Compo s com Irene Brietzke, Denize Barella e Antonio Carlos Brunet, o TEATRO VIVO, grupo que marcou a história do teatro no Rio Grande do Sul com espetáculos como Salão Grená, Mahagonny, No Natal a gente vem te buscar e Peer Gynt, o imperador de si mesmo, entre outros. Publicou os livros Bem Lembrado, memórias do radioteatro em Porto Alegre, com Raquel Grabauska pela Editora AGE e A formação do Ator, um diálogo de ações, pela Editora Mediação, em sétima edição. E ainda, capí tulos de livros e artigos publicados em va rios perio dicos em especial A poética da escuta, na Revista Voz e Cena, em https://periodicos.unb.br/index.php/vozecena/article/view/31599/2 6378

Sergio Lulkin: Ator, bacharel em Artes Cênicas pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1983). Mestre em Educação (2001) e Doutor em Educação (2007) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e professor aposentado pela mesma Universidade e mantém atividades de formação e criação nas áreas de Educação e Teatro. Atua desde 1977, tendo integrado o Grêmio Dramático Açores do Teatro de Arena e, posteriormente, atuou em O Casamento do Pequeno Burguês de Bertolt Brecht, primeira montagem, com direção de Irene Brietzke; atuou em outros espetáculos sob direção de Roberto Ruas, Suzana Saldanha e Luiz Arthur Nunes. Integrou o grupo TEAR de 1980 a 2002, sob a direção de Maria Helena Lopes, tendo participado de espetáculos com destaque como Quem Manda na Banda (Prêmio Tibicuera de Melhor Ator, 1981), Os Reis Vagabundos, Crônica da Cidade Pequena e O império da Cobiça. Em 2001, com o espetáculo Solos em Cena, com direção de Maria Helena Lopes, ganhou o prêmio Açorianos de Melhor Ator. Atuou em diversos filmes de curta e longa metragem, tendo participado de Saneamento Básico, com direção de Jorge Furtado, em 2007. Participou do longa-metragem Antes que o mundo acabe (2010), com direção de Ana Luiza Azevedo. De 2008 a 2010 atuou no espetáculo O bairro, dirigido por Marco Fronchetti. Em 2012 e 2013 participou do Telefilme e da série de TV Doce de Mãe, produção Casa de Cinema e TV Globo. Em 2013 integrou o elenco do filme O mercado de notícias, documentário rio longa metragem com direção de Jorge Furtado. De 2016 a 2019 apresentou o espetáculo El Juego de Antonia, em parceria com Luciana Paz e direção de Andre Carreira. Entre 2020 e 2022 seguiu diversos cursos de formação em Clown, Canto para o Teatro, Experimentos de Zoom para o Teatro, Experimentos em Audiovisual, ofertados em plataformas digitais. Nesse mesmo perí odo, com direção e roteiro de Marco Fronchetti, a partir da obra “O torcicologologista” de Gonçalo Tavares, participou de Excelências, Experimento Zoom I e II, apresentados pelo youtube e pela Fundarte de Montenegro, RS. Em 2021, atua com Mirna Spritzer em Lubi e Vrum no Clube de Esquina, vídeo apresentado no show on-line SOS Ocidente.

Teoria King Kong encerra temporada no Sesc Copacabana em 17 de setembro

Teoria King Kong

No sábado, 16 de setembro, público poderá conferir uma sessão extra às 17h30

Sucesso literário da escritora francesa Virginie Despentes chega aos palcos sob direção de Yara de Novaes e traz no elenco três das mais importantes atrizes da cena teatral brasileira: Amanda Lyra, Ivy Souza e Verónica Valenttino

Uma das mais contundentes escritas sobre os códigos comportamentais e os padrões estruturais impostos à condição feminina encerra sua temporada de estreia nos palcos cariocas no próximo domingo, 17 de setembro, com sessão extra no sábado, 16, às 17h30, no Sesc Copacabana. Teoria King Kong foi escrito em 2006 pela escritora Virginie Despentes e tornou-se um sucesso absoluto pelo impacto e ousadia de narrar, em primeira pessoa, experiências que tangenciam temas como gênero, estereótipos e ativismo. No Brasil, o livro foi lançado em 2016 pela N-1 e teve sua tradução assinada pela atriz, jornalista e escritora Márcia Bechara, que também assina a dramaturgia do espetáculo. Considerado um fenômeno de vendas, a publicação encontra-se esgotada desde 2020 no Brasil e na América Latina.

No palco, as atrizes Amanda Lyra, Ivy Souza e Verónica Valenttino atualizam o texto a partir das suas escrevivências e subjetividades, ora se colocando como as tradutoras da obra, ora incorporando a própria Virginie Despentes e dando voz às reflexões que abarcam a complexa condição feminina, exposta pela autora num jorro literário, virulento e desconcertante capaz de desacomodar formas de perceber, pensar e interagir com determinadas heranças que ainda orientam nosso comportamento em uma sociedade patriarcal. O espetáculo reúne em sua ficha técnica uma equipe de mulheres que despontam em várias áreas do Teatro, o que fortalece esse pacto feminino e feminista em torno da encenação. 

Para a dramaturga Márcia Bechara, o maior desafio de transpor Teoria King Kong para os palcos em 2023 é, justamente, encontrar sua atualização, visto que isso acontece mais de uma década depois do lançamento na França: “Muita coisa mudou, da nossa compreensão interna do que seja o feminismo ou os feminismos e de como essas coisas se interpelam mutuamente na América Latina, na Europa e em vários outros contextos. Esse é o grande desafio, atualizar esse texto que é magnífico e magnânimo, para a realidade brasileira, para que ele converse com a gente também da maneira que o teatro sabe fazer. O teatro como essa grande ágora contemporânea, um espaço potente e propício para as discussões do nosso tempo”, afirma a tradutora dramaturga de Teoria King Kong.

De acordo com a diretora Yara de Novaes, a aproximação de Márcia e das atrizes –– que também colaboram com a dramaturgia, facilitou o processo de construção do texto. “São elas (as atrizes) que estão trazendo para a dramaturgia essas pessoalidades, essas fricções”. Bechara optou por não trazer apenas falas na primeira pessoa, mas escolheu a figura de três tradutoras-transcriadoras para que fossem as cicerones, as experimentadoras cênicas do livro da Virginie, elas estão fincadas na realidade contemporânea brasileira e fazem esse percurso com muito humor e acidez.

“O teatro é uma matéria que é feita do corpo, a sua principal mídia é o corpo. E o corpo brasileiro está em cena com essas três atrizes. A presença delas em cena é extremamente revigorante desse novo Brasil que emerge depois desses desses seis anos de total loucura fascista e que tem muita coisa pra dizer, inclusive em relação ao mundo, para o mundo. A gente vê no Brasil uma atualização dos feminismos, das questões que a gente chama de identidades, mas que vão muito além disso, que são coletivas também”, afirma a dramaturga. 

A escolha do elenco foi uma busca de entrar em diálogo de alguma forma em paridade com o texto, pesquisa que ocorreu na total sinergia entre Yara de Novaes e as produtoras e idealizadoras do projeto, Verônica Prates e Valencia Losada, da Quintal Produções. “Quando a gente coloca essas três atrizes em cena é a possibilidade que temos de alguma maneira deixar o livro mais plural. Para poder dialogar com a obra era preciso trazer pessoalidades e singularidades, e foi isso que elas trouxeram”, revelam.

“Para marcar a fogo a radicalidade contemporânea do texto, convidamos as atrizes Amanda Lyra, Ivy Souza e Verónica Valenttino para compor o núcleo artístico do projeto. Atrizes múltiplas, plurais e com trajetórias pavimentadas em lugares muito singulares de classe, raça e gênero. Atrizes pactuadas com o Teatro, e que farão de Teoria King Kong um dos acontecimentos teatrais mais marcantes deste tempo pós-pandêmico”, declaram Verônica Prates e Valencia Losada.

Para Verônica Valenttino, o projeto traz a potência de não apenas reproduzir ou representar uma história, ou um só tipo de mulheridade. “Na minha condição de travesti é importante abordar outras questões, então tem sido potente essa construção em conjunto com a Marcia. É um desafio reproduzir uma dramaturgia que nasce de fatos reais, mas nós nos desafiamos a transpor, transcriar, transgredir e não apenas traduzir o livro para o teatro mas de também traí-lo”. 

Ivy, que há pouco tempo trabalhou como assistente de direção de Yara no projeto Mãos Trêmulas, destaca o quão enriquecedor e desafiador é o processo de reencontro com a obra: é muito enriquecedor e sensivel, tenho aprendido muito. Entender como cada uma reverbera a obra a partir da sua existência é muito potente. É desafiador me circunscrever na teoria ao mesmo tempo que surpreendente me vejo enredada nela”, afirma. 

Colocar o dedo na ferida sem dó de temas profundos e colocar pensamentos polêmicos em pauta é o que tem sido mais surpreendente para Amanda. “Cada vez que chegamos a capítulo novo do livro nos ensaios a gente se dá conta de quantas questões essa obra abarca, quantas camadas vão surgindo. E criar um imaginário juntas, mesmo a partir de nossas diferenças, é para mim o mais poderoso e revolucionário deste processo – um imaginário que dê conta de todas as singularidades, heterogêneo, compreensivo e generoso”, declara. 

Os ensaios, que ocorreram em São Paulo durante os meses de maio a agosto de 2023, serviram de espaço para muitas experiências e diálogos transversais ao projeto: “Trouxemos para a sala de ensaio, nesse grande laboratório, algumas mulheres muito incríveis para trocarem com a gente, como a pensadora transfeminista Helena Vieira, a roteirista e dramaturga Silvia Gomez, a jornalista e comunicadora popular do Movimento das Mulheres Camponesas, Adriane Canan, essa equipe foi essencial para essa migração do livro para o palco”, conta Yara.

As apresentações ocorrem de quinta a domingo, sempre às 20h30, com sessão extra no sábado, 16 de setembro, às 17h30, no mezanino do Sesc Copacabana, com ingressos na bilheteria do local entre R$ 30,00 e R$ 7,50, até 17 de setembro. O Sesc Copacabana fica na Rua Domingos Ferreira, 160. Informações pelo telefone  (21) 2547-0156. Para saber mais sobre o projeto, acesse instagram.com/quintalrio

SINOPSE

Teoria King Kong é um espetáculo com uma dramaturgia não-realista, onde três atrizes buscam, através de suas traduções e vivências, trazer para a realidade brasileira alguns temas abordados pela escritora francesa Virginie Despentes. O espetáculo apresenta –– numa espiral cheia de humor e acidez, reflexões para um possível pacto civilizatório. Protagonizam a montagem três das mais brilhantes atrizes da nossa geração, Amanda Lyra, Ivy Souza e Verónica Valenttino, sob a direção de Yara de Novaes.

TEORIA KING KONG – ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES

Até 17 de setembro

Apresentações de quinta a domingo, às 20h30

Sessão extra no sábado, 16 de setembro, às 17h30

Mezanino do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana – 

Rio de Janeiro – RJ

Ingressos

R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira)

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento: Terça a sexta – de 9h às 20h; Sábados, domingos e feriados – das 14h às 20h.

Classificação indicativa: 16 anos

Duraçã o: 1h20

Lotação: 86 lugares – sujeito à lotação da sala

Gênero: drama

FICHA TÉCNICA

Autora//Virginie Despentes

Direção// Yara de Novaes

Dramaturgia// Marcia Bechara

Elenco e colaboração dramatúrgica// Amanda Lyra, Ivy Souza e Verónica Valenttino

Direção de movimento e assistente de direção// Murillo Basso

Cenografa// Dina Salem Levy

Desenho de luz// Sarah Salgado

Figurinos// Marichilene Artisevskis

Trilha sonora// Natalia Mallo

Operação de mics e instrutora de auto-defesa feminina // Adriana Lima

Operadora de luz // Luana Della Crist

Coreografia voguing// Danna Lisboa

Assessoria de Comunicação// Bruna Paulin

Identidade visual // Evee Ávila

Fotos // Igor Marotti

Idealização e produção // Quintal Produções

Diretora de produção// Verônica Prates

Coordenadora de projetos// Valencia Losada

Produtora executiva// Camila Camuso

Assistência de produção// Luana Della Cris e Ellen Miranda

Contrarregra // Nivaldo Vieira 

Saiba Mais

Yara de Novaes – Atriz, diretora e professora de teatro. Lecionou na PUC-Minas , UFPE e Uni-BH e , atualmente, na FAAP-SP. Curadora do FIT-BH 2012, FiT-Rio Preto 2020, FIT BH- 2022. Trabalha como atriz há 40 anos e como diretora há mais de 30 anos. Seus trabalhos mais recentes como atriz são, “Contrações”, de Mike Bartlett e “Uma Espécie de Alasca”, de Harold Pinter, LoveLoveLove, de Mike Bartlett “Justa”, de Newton Moreno e “ Neste mundo louco, nesta brilhante ”, de Dilvia Gomez. Recebeu vários prêmios por suas atuações e direções, entre eles, o APCA, Prêmio, Shell, Questão de Crítica,APTR, Aplauso Brasil, Fundacen. Em Belo Horizonte, sua terra natal, fundou duas companhias, o Grupo Teatral Encena e a Odeon Companhia de Teatro. Na Odeon dirigiu e atuou em espetáculos de grande importância para a cena teatral mineira e brasileira. Entre eles, Ricardo 3°, de W. Shakespeare e O Coordenador, de Benjamim Galimiri.

Em 2005, já em São Paulo, funda o Grupo 3 de Teatro, junto com Débora Falabella e Gabriel Fontes Paiva. Dirigiu como convidada diversos espetáculos nos últimos anos, entre eles, “Tio Vania” do Grupo Galpão e “Caminho para Meca”, com Cleyde Yaconis e as adaptações de “A Mulher que Ri”, de Móricz Zsigmond, “Maria Miss”, de Guimarães Rosa, “As Meninas”, de Lygia Fagundes Telles, “O Capote”, de Nicolai Gógol, “Noites Brancas”, de Fiodor Dostoiévski.,”Noturno”, com o Teatro Invertido,“Tiros em Osasco”, de Cássio Pires, com um elenco formado por 11 jovens atores do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP. Suas direção-geral mais recentes são “A Ira de Narciso”, de Sérgio Branco e “Corpos Opacos”, um poema-cênico, com Carolina Virguez e Sara Antunes, “Brian ou Brenda”, de Franz Kepller , a”Entre”, de Eloísa Elena e “Neblina” de Sérgio Roveri.

Amanda Lyra – Atriz formada pela Escola de Arte Dramática da USP. No teatro foi indicada na categoria Melhor Atriz aos prêmios Shell (SP), APCA, APTR (RJ) e Aplauso Brasil. Ganhou o Prêmio Questão de Crítica (RJ) com o monólogo Quarto 19, dirigido por Leonardo Moreira. Com 14 peças no  currículo, seus trabalhos mais recentes são, além da peça Quarto 19, os espetáculos Língua Brasileira, direção de Felipe Hirsch com músicas de Tom Zé; Mãe Coragem, com direção de Daniela Thomas; Fim, dirigida por Felipe Hirsch e Agamenon, 12 horas, direção de Carlos Canhameiro. Na televisão atuou em Mila no Multiverso (Disney+), Hebe (Globo); Hard (HBO), Samantha! (Netflix), entre outras. Seu último trabalho no cinema foi o longa metragem Tia Virgínia, dirigido por Fábio Meira, com estreia prevista para o segundo semestre de 2023.

Ivy Souza – Atriz, performer e diretora de teatro. Formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo. No cinema participou de A felicidade delas, de Carol Rodrigues, A passagem do Cometa direção de Juliana Rajas; Helen de André Meirelles Collazzo, Mar de Dentro de Dainara Toffoli, A Sombra do Pai de Gabriela Amaral, Boas Maneiras de Marco Dutra e Juliana Rajas. Na TV interpretou Nina Simone no especial Falas Negras dirigido por Lázaro Ramos, Rota 66 – A polícia que mata, Verdades Secretas 2. No teatro integrou o coletivo E quem é gosta?, grupo que circulou com o espetáculo Isto é um negro?. É diretora assistente do espetáculo Mãos Trêmulas, texto de Victor Nóvoa e direção de Yara de Novaes. É curadora do projeto Risca Faca, um podcast sobre arte contemporânea do Instituto Goethe São Paulo. Dirigiu a peça Mato Cheio da coletiva Carcaça de Poéticas Negras; Galpão de Espera, texto de Allan da Rosa e Entre Cy do Grupo Teatral Saga . Com a Cia Os Crespos foi produtora do projeto de De Brasa e Pólvora: Zonas Incendiárias; Panfletos Poéticos e atuou em Os Coloridos, infantil com direção de Lucelia Sergio.

Verónica Valenttino – Atriz ganhadora do Prêmio Shell de Teatro como melhor atriz de 2022, Prêmio Bibi Ferreira como Atriz Revelação de 2022, Prêmio Atriz Revelação de 2022 do Prêmio – Destaque de Imprensa Digital pelo espetáculo Brenda Lee e o palácio das Princesas. Vinda do Ceará, a atriz e cantora, vocalista da banda Verônica Decide Morrer  e radicada na cidade de São Paulo há 6 anos, participou de importantes festivais de Música pelo Brasil, como Virada Cultural (SP), Maloca Dragão (CE), Ruído em cena (PR), Tomar Rock (RO), Teia (RN), Festival Marsha! (SP), 2º Festival Transversalidades Casa Chama (SP) e For Rainbow (CE). Graduada em Artes Cênicas pelo IFCE.

Projeto sobre diversidade de gênero promove circulação de espetáculo cênico-performático-social por nove cidades gaúchas a partir de 07 de setembro

Espetáculo UBUMPURU TRANSVERSAL – Uma Corpa Marginal contará com apresentações gratuitas em Uruguaiana, Ijuí, Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Porto Alegre e Capão da Canoa

Com financiamento PRÓ-CULTURA RS FAC – Fundo de Apoio à Cultura, do Estado do Rio Grande do Sul, através do Edital FAC das Artes de Espetáculo da Secretaria de Estado da Cultura do RS – Sedac, projeto conta com apresentações, debates e obras audiovisuais

A partir de 07 de setembro o público de nove municípios gaúchos poderá conferir a turnê de estreia do projeto UBUMPURU TRANSVERSAL: Em Travessias InTRANSitivas por Encruzilhadas, um projeto Cênico-Performático-Social, proposto pela multiartista AJeff Ghenes, uma travesti não-binária, periférica e racializada. Com financiamento PRÓ-CULTURA RS FAC – Fundo de Apoio à Cultura, do Estado do Rio Grande do Sul, através do Edital FAC das Artes de Espetáculo da Secretaria de Estado da Cultura do RS – Sedac, o projeto conta com apresentações com direção de Izabel Cristina e Daniel Colin, além de debates e obras audiovisuais. 

Em desenvolvimento há 06 meses, UBUMPURU TRANSVERSAL propõe com a criação de um espetáculo composto por múltiplas linguagens das artes da cena, intitulado UBUMPURU TRANSVERSAL – Uma Corpa Marginal, uma estratégia de sobrevivência de uma Corpa Dissidente. O processo integra a pesquisa de Mestrado de Izabel no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS – PPGAC sob orientação da Prof.ª Dr.ª Patrícia Fagundes. A partir do seu contexto e das cruzas que a vida impulsiona, AJeff entrelaça na trama propositiva da criação a sua rede de apoio, artistas diversos que constroem sua trajetória profissional, o que resulta em uma equipe múltipla, em um contexto único de criação. Uma rede é estabelecida e impulsionada pelo propósito de criação em um agenciamento que pretende reivindicar o lugar cênico de uma artista e cidadã que quer falar sobre si – suas memórias, suas vivências – e, assim, falar de tantas outras, travestis, não-binárias, periféricas, racializadas que re(x)istem e vivem no maior país da América Latina.

A circulação da montagem contempla as 09 RFs do estado com apresentações gratuitas em Uruguaiana, Ijuí, Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Porto Alegre e Capão da Canoa. As sessões contam com debates após a performance a partir de temáticas que abordam questões de gênero, étnico-raciais e diversidade. 

Duas obras audiovisuais também integram a proposta, com o registro em vídeo do espetáculo e um documentário sobre o processo de criação, que contarão com direção de Liege Ferreira e Thiago Lazeri, e Julio Estevan na produção do documentário que serão lançadas pelo YouTube da Cia Tem Gente no Palco – Oficial em outubro de 2023. As ações contemplam recursos de acessibilidade com Audiodescrição, Legendagem e LIBRAS executados pela Para Todos e Mil Palavras Acessibilidade Cultural.

UBUMPURU TRANSVERSAL – Uma Corpa Marginal é uma vivência imersiva conduzida pelo corpo e mente de uma A/R/Tógrafa. O espetáculo subverte e decoloniza sua própria linguagem e proposição estética, em uma colagem de samples da Cultura Ballroom e Afrodiaspórica, como uma “transpofagia que evoca o Voguing e a dança afro como elementos identitários e ancestrais desta criação”, afirmam os diretores. AJeff representa não apenas uma corpa em cena, mas inundada de muitas, evocando um ritual ao mesmo tempo ancestral, que se infiltra nas estruturas de uma normatividade cisgênera para emergir em um futuro transformador. “Ubumpuru surge para conectar histórias corporificadas pela simbologia cênica, trazendo ao palco lembranças adormecidas da memória coletiva, narrativas do real e ficcional, através de uma corpa travesti, não-binária, racializada e periférica ressignificando no hoje, o corpo que antes foi exposto”.  

As apresentações gratuitas ocorrem no dia 07 de setembro em Uruguaiana, seguindo para Ijuí (8/09, 20h), Passo Fundo (09/09, 20h), Santa Maria (15/09, 19h), Pelotas (16/09, 20h), Caxias do Sul (17/09, 20h – com intérprete de LIBRAS), Santa Cruz do Sul (29/09, 20h) e Capão da Canoa na segunda-feira, 02 de outubro, às 20h. Em Porto Alegre, o público poderá conferir duas sessões no Teatro de Arena, uma gratuita com intérprete de LIBRAS no sábado, 30 de setembro, às 20h, e no domingo, 01 de outubro, às 19h, com ingressos para as duas sessões disponíveis na plataforma Sympla. Para mais informações, acesse – https://www.instagram.com/ubumpurutransversal/ 

UBUMPURU TRANSVERSAL – Uma Corpa Marginal – circulação

URUGUAIANA – 07.09 (quinta-feira) – 20h

Império Serrano – R. Gen. Vasco Alves, 2756 – Centro

APOIO: Escola de Samba Império Serrano e Clandestinos Cia de Teatro, Dança e Circo

IJUÍ – 08.09 (sexta-feira) – 20h

Estação Cidadania Cultura e Esporte – Parque da Pedreira – Av. 21 de Abril, 2241 – Bairro Thomé de Souza

APOIO: Prefeitura Municipal de Ijuí e Cia Vir a Ser Teatro

PASSO FUNDO – 09.09 (sábado) – 20h

Rito Espaço Coletivo – Rua Aníbal Bilhar, nº 900A

APOIO: Grupo Ritornelo de Teatro

SANTA MARIA – 15.09 (sexta-feira) – 19h

Teatro Caixa Preta – Espaço Cultural Rozane Cardoso – Prédio 40 CAL / UFSM

APOIO: UFSM – Curso de Teatro e Cia Retalhos de Teatro

PELOTAS – 16.09 (sábado) – 20h

OUTRO Dances – Praça Sete de Julho, 36. Sala 102. Em frente ao mercado público

APOIO: OUTRO Dances

CAXIAS DO SUL – 17.09 (domingo) – 20h (Programação do 23º Caxias em Cena)

Sala de Teatro Valentin Lazzaroto – Rua Luiz Antunes, 312- Panazzolo

APOIO: Secretaria de Cultura de Caxias do Sul

SANTA CRUZ DO SUL – 29.09 (sexta-feira) – 20h

LOCAL: Auditório da UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul) – Av. Independência, 2293

APOIO: 3º Fórum da Diversidade ”Políticas públicas LGBTQIA+”

PORTO ALEGRE  – 30.09 e 01.10

Teatro de Arena – Av. Borges de Medeiros, 835 – Centro Histórico

30.09 (sábado) – 20h (Entrada Gratuita com intérprete de Libras)

01.10 (domingo) – 19h (Ingresso Popular: Inteira = 30,00 / Entrada = 15,00)

Ingressos serão vendidos através da Plataforma Sympla 

CAPÃO DA CANOA – 02.10 (segunda-feira) – 20h

Casa de Cultura Érico Veríssimo

Rua Flávio Boianovski, 789 – Bairro Zona Nova

Sinopse: Das rodas feitas em volta de uma fogueira, da bruma borrifada pelas nuvens, das águas calmas e ritmadas de um rio-mar emerge uma Lenda, um Mito, um Rito. Ubumpuru surge para conectar estórias e histórias corporificadas pela simbologia cênica, trazendo ao palco lembranças adormecidas da memória coletiva, narrativas do real e ficcional. Uma Corpa Travesti, Não-Binária, Racializada e Periférica ressignificando no hoje, o corpo que antes foi exposto em galeria como desumano, que agora se expõe e impõe para ser e contar sobre tantas que nos foram tiradas. A oralidade que reconta um feitiço, um pedido, uma canção, no encontro e relação com o outro, no Afeto. Uma estratégia de sobrevivência de quem continua a procurar…

As navalhas que carregam o fio da vida, ela quebrou quando criança. UBUMPURU vê o Aquário… UBUMPURU sente o Fio d’água escorrer… UBUMPURU mira a Água. Sintam!

Classificação: 14 anos

Duração: 60min

FICHA TÉCNICA 

Direção: Izabel Cristina e Daniel Colin

Agenciadora de Composição e Produtora: Izabel Cristina

Artista Performer: AJeff Ghenes

Dramaturgia: AJeff Ghenes e Izabel Cristina

Provocações Dramatúrgicas: Vika Shabbach

Provocações de Materialidades e Soluções Cênicas: Translúcida / Bruta – Carolina Sudati

Figurinos e Caracterização Cênica: AJeff Ghenes

Cenografia Pesquisada: AJeff Ghenes, Daniel Colin, Izabel Cristina

Execução dispositivo cênico (suporte aquário): Shalako

Composição Sonora – Pesquisa e Criação: Lucas Nunes

Concepção de Iluminação – Criação e Execução: Fabi Santos

Projeções e Visualidades: Mário Bressiani

Preparação Corporal: Jessé da Cruz

Preparação Vocal: Franciele Zimmer

Fotografia Cênica: Andrea Seligman

Registros de Ensaios: Eulália Nascimento e Júnior Jorgens

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Assessoria de Comunicação, Marketing e Mídias Sociais: Giuliano Pacheco – FG Comunicação

Identidade Visual: Mário Bressiani

Obras Audiovisuais:

Direção de Arte e Imagem: Liege Ferreira

Direção e Edição de Vídeo: Thiago Lazeri

Captação e Edição de Som: Alexandre Kumpinski

Roteiro e Edição de Vídeo Documentário: Julio Estevan

Legenda de Vídeo Documentário: Lais Ramos

Audiodescrição e Legendagem: Letícia Schwartz – Mil Palavras

Intérprete e Tradução em Libras: Ângela Russo – Para Todos Acessibilidade  

Produção Geral: Cia Tem Gente no Palco

Saiba Mais

PERFORMER/ATRIZ: AJEFF GHENES, nascida em 25/08/1999, Multiartista, Drag-Queen/Performer, uma Corpa Cafusa, Periférica, Travesti Não-Binária, natural de Veranópolis/RS, onde reside na Rua Papa João Paulo II, nº841. Graduande em MODA na Universidade FEEVALE pelo ProUni. Na sua trajetória e descoberta pelas artes viu uma consequente exploração do seu ser e foi onde começou a questionar e perceber questões relacionadas a sua identidade de gênero e sexualidade. Em 2018 seu caminho a leva a participar do Coletivo GET- Grupo de Estudos Teatrais, onde o espetáculo teatral “Teima Filho, Teima que Dá”, traz à superfície provocações e inquietações sobre potentes discussões sociais, que somadas a sua participação no 1º Laboratório Aberto de Atuação da Terreira da Tribo e, depois, ao integrar a Oficina de Teatro como Instrumento de Discussão Social da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, fazem com que possa descobrir-se sujeite ative de sua própria história, ocupando espaços e ampliando vozes; reverberando sua existência nas suas criações e experimentos cênicos. Com o GET participou de diversos Festivais de Teatro no estado do RS, no ano de 2019, onde teve seu trabalho reconhecido com 03 prêmios de melhor ator coadjuvante e 01 indicação de melhor ator, assim como, indicações e premiações como figurinista e caracterizador cênico. Em 2020, dentro da Cia Teatral Tem Gente no Palco, grupo de teatro independente da cidade de Veranópolis/RS, onde trabalha como atroz, figurinista, maquiadore e profe de teatro para grupos infantil e juvenil, tendo atuado em 15 espetáculos de teatro até o momento, AJeff inicia uma sucessão de projetos-experimentos trazendo a urgência (a partir da emergência) dessa sua Corpa no Hoje. Seu 1º experimento virtual é dentro do Projeto Satolepe, aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura, com a Performance “pANE no CIStema – Um Manifesto Performativo”. Em seguida, nesse Cavalo de Tróia mundial, se propõe a colocar em suspenção a ideia utópica de que todos somos iguais no 1º Projeto EmQuadros da 27ª Edição(1ªVirtual) do Porto Alegre Em Cena, com o trabalho virtual “pER [FORMA] nC – sE: TRANSITaR MARGInal”. E para destrinchar essas vivências de corpos não normativas é contemplade também no Fac-Dgital (Uma iniciativa emergencial da Secretaria Estadual da Cultura do RS para os artistas) com o Projeto Performativo Audiovisual “Ubumpuru Transversal – Um Corpo Marginal” em 3 atos. Em 2021 não parou suas atividades, desenvolvendo trabalhos virtuais junto a ambos os grupos, como as vídeoperformances “CORPAS FEMININAS NA RUPTURA DO CAOS – Uma Instalação Cênico-Performática- Visual” e o projeto “CORPOGRAFIA NA CENA – Processo de Estudo, Criação e Ocupação Artística” contemplado no Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas da SEDAC RS em parceria com a Fundação Marcopolo. Realiza trabalho de estudos e descobertas dentro da Performance Cênica, Drag e da Cultura Ballroom em espaços múltiplos, a fim de trazer questionamentos sócio-políticos e proposições quanto às discussões sobre a resistência dessas Corpas diversas, negras, trans, latinas, LGBTQIAP+ na cena performática em espaços de luta pela vida através da ARTE.

DIRETORA E PRODUTORA: Izabel Cristina é diretora e professora de teatro, produtora, dramaturga, pesquisadora e Coordenadora de Artes Cênicas na Prefeitura Municipal de Gravataí, responsável pela coordenação e produção do FETEG – Festival de Teatro de Gravataí e do FESTIL – Festival de Teatro Estudantil deste município. Licenciada em Teatro pela UFRGS, Pós-Graduada em Acessibilidade Cultural pela UFRJ e Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS onde pesquisa e investiga experiências e composições da Direção Teatral. Integra o Coletivo Bando de Brincantes de Porto Alegre, diretora na Cia Teatral Tem Gente no Palco de Veranópolis/RS e no GET- Grupo de Estudos Teatrais de Gravataí/RS, sendo responsável pela criação de diversos espetáculos e projetos nas Artes da Cena, como Corpografia na Cena; Consonância do Encontro: o Canto e o Teatro em suas Transversalidades; Corpas Femininas: Calabouços Invisíveis; Teima Filho, Teima que Dá; Mademoiselle; e os infantis Peter Pan: A Magia Continua e o filme-teatro Canto de Cravo e Rosa, a partir da obra homônima de Viviane Juguero. Compõe a Diretoria do Colegiado Setorial Teatro do RS, do SATED/RS e do Coletivo de Festivais de Teatro Interior em Cena. Atua como curadora e avaliadora em Festivais de Teatro, na crítica teatral e na gestão de políticas públicas culturais no RS.

DIRETOR: Daniel Colin é Doutor em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Mestre e Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Também é professor convidado da Pós-Graduação Lato Sensu / Especialização – Artes Cênicas (CENSUPEG) e Professor na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Entre suas principais funções na área teatral estão: diretor, ator, performer, dramaturgo, pesquisador e professor. É integrante e membro-fundador do grupo Teatro Sarcáustico, em Porto Alegre/RS, desde 2004. Recebeu, nas mais variadas funções, diversos prêmios, incluindo Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantil, Braskem em Cena, RBS Cultura e Trajetórias Culturais. Trabalha em eventos de grande porte como Natal Luz de Gramado desde 2011 até os dias atuais. Sua pesquisa teórico-prática pessoal articula conceitos como corpo, performance, arte e atuação em relação com estudos sobre decolonialidade, gênero e sexualidade, a partir da qual resultaram suas investigações de mestrado e doutorado. Ministra oficinas e workshops de temáticas diversas, dentre elas: direção cênica, dramaturgia, performance, atuação e práticas decoloniais.

PROVOCAÇÕES DE MATERIALIDADES E SOLUÇÕES CÊNICAS: Carolina Sudati a.k.a. Translúcida /Bruta (SP) atua na relação entre corpo e dispositivos vestíveis, transpondo limitações em expansões e potencializações corporais. A criação sucessiva de devires femininos dos seus projetos Noiva (2015), Mosca-Branca (2016), Ave ou Penas (2017), Sucesso estudo para o fracasso (2017), Experimento Cyborg Mulher-Planta-Máquina (2018) e Perfeita e a Corrida do Ouro (2020) manifestam temas como a intensidade da mulher, os colapsos e a reconexão com o ritmo e meio natural. Junto aos artistas associados com os quais trabalha cria performances-instalações, videoperformances, roupas-objeto e laboratórios em contextos e fomentos como a ACCC, Arte Serrinha, Mas Els Igols, Sesc, MinC, ProAc. Dedica-se cada vez mais à investigação na prática artística, com mapas de conhecimento e parâmetros específicos de operação que incluem práticas de transe e de ampliação de consciência.

Realizou colaborações com outrxs artistas trabalhando e estudando com Jorge Garcia [JORGE GARCIA DANÇA CONTEMPORÂNEA] e com Fernando Martins [PLATAFORMA SHOP SUI] com os quais desenvolveu trabalhos dentro e fora de cena. Em performance trabalhou com Claudia Müller, Pedro Paulo Rocha [a_factory / REDE TRANZMÍDIAS] e na ativação da obra DANCE CONSTRUCTIONS da artista Simone Forti na 30ª Bienal. 

PROVOCAÇÕES DRAMATÚRGICAS: Vika Schabbach é atriz, produtora, dramaturga e professora. Formada em Interpretação Teatral e Licenciatura em Teatro, mestra e doutora em artes cênicas (UFRGS). Incursionou na dramaturgia a partir da sua pesquisa de mestrado em que, mergulhada na obra e na vida de Virginia Woolf, criou o texto dramático Virginias (Edipucrs/2018). Em 2019 colaborou na dramaturgia do espetáculo Terra Adorada (Açorianos de dramaturgia 2019), em 2020 participou da coletânea Enquanto estamos aqui – Canções da quarentena (Bohn Publishing/2020), em 2021 colaborou com a dramaturgia da performance audiovisual Corpografia na Cena. É integrante do coletivo As DramaturgA, dividindo seu tempo entre a escrita, a atuação e a docência no curso de teatro da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e no Centro de pesquisa e pós-graduação Censupeg no curso de Especialização em Artes Cênicas.

PRODUÇÃO GERAL – CIA TEM GENTE NO PALCO: A Cia Teatral Tem Gente no Palco é um coletivo artístico independente, com sede no município de Veranópolis/RS, que desde 2012 atua nas artes da cena através da pesquisa, criação e produção de projetos culturais, conteúdos artísticos, espetáculos e oficinas teatrais. Suas oficinas são gratuitas e oferecidas à comunidade local para grupos infantil, juvenil e adulto. Tendo como últimos projetos realizados, através de editais de fomento à cultura, as obras “Consonância do Encontro: O Canto e o Teatro em suas transversalidades”, “Descarte Humano: do concreto ao invisível”, “Corpografia na Cena: Processo de Estudo, Criação e Ocupação Artística” e “Canto de Cravo e Rosa”. Entre seus mais de 20 (vinte) espetáculos montados, em sua maioria de dramaturgia autoral, destacam-se: Mademioselle, La Prima Canzone, Peter Pan – A magia continua, Adolescentes.com, Os Saltimbancos, Teima Filho Teima que dá, Um certo Cavaleiro errante e sua linda Flor. As produções do Coletivo nascem a partir de vivências e memórias afetivas compartilhadas e são construídas na interface entre diferentes linguagens: teatro, música, dança, artes visuais, audiovisual e literatura. O principal objetivo do grupo é sensibilizar o público naquilo que existe de mais humano em cada um, levando-o à reflexões e questionamentos em busca da diversidade, inclusão, formação de plateia e fruição da arte.

Néktar Design assina nova marca da Gang

Novo design respeita a história da Gang, mas com linguagem atual

Uma das maiores marcas jovem do Sul do país, a Gang, lança nova marca assinada pela Néktar Design. Com layout mais moderno, inspiracional e conectado com a ampliação do público desejada pela empresa, o novo design expressa o posicionamento da marca de ser essência básica para expressão criativa. Para reforçar o DNA de básicos da Gang, o G, símbolo tão icônico da marca, ganhou formas mais neutras, mantendo sua personalidade alongada e passou a ser usado tanto dentro do lettering do nome Gang, como dentro da elipse como um apoio gráfico. A paleta de cores segue nos tons azuis, mas agora em uma combinação de dois tons, o azul marinho e o royal em tom vibrante para o universo digital.

A mudança faz parte da natureza, que nos lembra que as espécies que acompanham a evolução do planeta são aquelas que melhor se adaptam aos novos tempos. E acompanhar a mudança das marcas faz parte do DNA da Néktar, que através de metodologias do branding, alia estratégia e criatividade para que negócios possam evoluir com as pessoas e as tendências, revela Paula Langie, fundadora e diretora da Néktar.

Evoluímos a marca com um redesenho que respeita a sua história, com uma linguagem mais atual”, declara Paula.A Néktar já redesenhou outras marcas gaúchas como Do Tambo Iogurtes, Colégio Santa Inês, By Aura, e agora atualizou a marca da GANG, que é uma das marcas de moda mais queridas do público jovem do RS.

Segundo Ana Luiza Ferrão Cardoso, CEO da Gang, esse é um momento muito especial, no qual a marca entende toda a sua história e revitaliza seu DNA de marca de moda que traduz as principais tendências. Se em 1976 as pessoas contaram com a Gang para mudarem o mundo, hoje elas podem contar com a Gang para mudar o seu mundo. Desejamos ser uma plataforma de inspiração, que tem a expressão criativa como norteador, declara.  Com 52 lojas no Rio Grande do Sul, a Gang está presente fisicamente em mais de 40 cidades gaúchas e com o e-commerce e o APP alcança consumidores de todo o Brasil.

Prestes a completar 19 anos de existência e com mais de 20 premiações nacionais e internacionais, a Néktar conta com uma equipe multidisciplinar que trabalha de forma customizada e colaborativa para gerar os resultados mais criativos e com alto impacto visual junto da área de branding dos clientes. A agência de branding já atendeu marcas como Gerdau, Unimed, BASF, Do Tambo, Guatambu, Bienal do Mercosul, entre outras. Para saber mais, acesse https://www.nektardesign.com.br/  .

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