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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Autor

Bruna Paulin

Distrito Jazz Festival 2023 ocorre a partir desta segunda-feira, 16 de outubro

Evento realizado com produção e curadoria de Bruno Melo e Rafael Rhoden, do Grezz, novo espaço de música da cidade, promove performances de atrações locais e internacionais

A partir desta segunda-feira, 16 de outubro, Porto Alegre recebe a edição 2023 do Distrito Jazz Festival, com programação promovendo uma imersão no melhor do Jazz da cena regional e internacional, com atrações subindo o palco do Grezz, nova casa de Jazz da cidade, localizada no Quarto Distrito. Com realização e curadoria do produtor cultural Bruno Melo e de Rafael Rhoden, do Grezz, o evento conta com 13 performances durante os cinco dias. Em setembro, no lançamento, o público pode acompanhar shows, masterclass e painel.

Criado em 2019, o Distrito Jazz é uma plataforma de Jazz Urbano que pretende conectar a cena local com a internacional, promovendo encontros memoráveis. “O Distrito Jazz Festival nasce propondo um território de muita música, troca de experiências, saberes e respeito ao próximo, na cidade de Porto Alegre. Existem diversos distritos musicais ao redor do mundo, que são áreas conhecidas por sua rica cena musical e pela presença de estúdios de gravação, lojas de instrumentos, salas de concerto, bares e clubes que promovem shows ao vivo e apresentações de artistas locais e internacionais, como o Music City em Nashville, nos EUA, o Soho em Londres, o bairro de Montmartre em Paris, Shibuya em Tóquio, e Barranco em Lima, no Peru”, conta Melo.

O evento conta com apresentações de Mari Kerber Trio, Tocaia Trio, Gabriel Romano & Equilíbrio Dinâmico, Quarteto Bibi Jazz, Atairū, Giovanna Mottini, Marcelo Corsetti, 60Miles (Suíça), Alfredo Rodriguez (Cuba), além dos DJs Augusto Nesi, Dick Jay, Yasmin Love e Eduardo Osório. Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 55,00  e R$ 250,00 – valor de passaporte limitado com desconto, para acesso a todos os dias, recebendo um pôster exclusivo do festival, criado pelo artista visual Gabriel Duranti, em parceria com a Jazz Comunicação, agência oficial do festival.

Mais informações acesse https://www.instagram.com/distrito.jazz/

Ingressos GREZZ: https://www.sympla.com.br/grezz

// PROGRAMAÇÃO

OUTUBRO

16 de outubro – Segunda – GREZZ

●      20h – Show 60miles (Suíça) @60milesjazz

18 de outubro – Quarta – GREZZ

●      18h – DJ Augusto Nesi @guthouu

●      20h – Show Bibi Jazz Quarteto @bibijazzquarteto

●      21h – Show Gabriel Romano & Equilíbrio Dinâmico @gabrielromanoacordeon


19 de outubro – Quinta – GREZZ

●  18h – DJ Eduardo Osório @edu.jazz

●  20h – Show Alfredo Rodriguez (Cuba) @alfredormusic

20 de outubro – Sexta – GREZZ

●      18h – DJ Dick Jay @djdickjay

●      20h – Show Tocaia Trio @tocaiatrio

●      21h – Show Mari Kerber Trio @mari.kerber

21 de outubro – Sábado – GREZZ

●      18h – DJ Yasmin Love @y_a_s_m_i_n_l_o_v_e

●      20h – Marcelo Corsetti @marcelocorsetti

●      21h – Giovanna Mottini Quarteto @gmottini

●      22h – Atairū @oleobitt @dddeds @lucass.fe



SERVIÇO:

DISTRITO JAZZ FESTIVAL 2023

 Grezz – Almirante Barroso, 328 – Floresta @grezz.poa

 
Datas:

16, 18, 19, 20 e 21 de outubro

Ingressos:

Ingressos GREZZ: https://www.sympla.com.br/grezz

GREZZ

Passaporte Limitado com Desconto: Por apenas R$ 250,00 garanta seu lugar para todas as noites do festival e ainda receba um pôster exclusivo do festival, criado pelo renomado artista visual Gabriel Duranti, em parceria com a Jazz Comunicação, a agência oficial do festival. Uma peça de arte que você pode levar para casa como lembrança deste momento especial.

Meia-entrada*: A partir de R$ 55,00 (meia), R$ 110,00 inteira. Para obter o benefício de meia-entrada (50% de desconto), basta apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do evento. Todos os documentos válidos para esse benefício são determinados pela Lei Federal 12.933/13.

VOO LIVRE encerra temporada no Sesc Copacabana com sessões de ARTE, de 12 a 14 de outubro

Projeto da cia brasileira de teatro reúne Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino encerra com participações de Bárbara Arakaki, Flow Kountouriotis e Clara Cavour

Encerrando a temporada no Sesc Copacabana, a cia brasileira de teatro promove as últimas apresentações do projeto VOO LIVRE nesta semana, com sessões de quinta a sábado. O experimento cênico conta com a presença de Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino, mais a participação de Bárbara Arakaki, Flow Kountouriotis e Clara Cavour. 

O projeto de criação e povoação de gestos afirmativos na sociedade por meio das artes vivas, ocupa a Arena do Sesc Copacabana até 14 de outubro, com três performances distintas, sempre com um elenco fixo e dez participações de artistas, pensadores e outros profissionais convidados a cada semana, que tratam sobre Arte, Tempo e Futuros. O novo trabalho está inserido em um projeto artístico mais amplo, que se organiza em três movimentos: duas ações no teatro e um filme, que tem previsão para acontecer de agora até 2025. VOO LIVRE é uma mobilização coletiva que busca ventilar as estruturas de produção artística, colocando no mesmo plano e em simultaneidade os processos criativos, os ensaios e as ações de compartilhamento com o público carioca. 

Os três acontecimentos teatrais de VOO LIVRE articulam cenas, reflexões, conversas públicas, performances, leituras, escutas, todas compondo três roteiros diferentes, iluminados cada um, por um tema distinto  – TEMPO, FUTUROS e ARTE – identificados a partir da pesquisa sobre a obra do autor russo Anton Tchekhov. “Ao longo deste mês, perceberemos que a ação de criar e a ação de apresentar/compartilhar com público são simultâneas, como uma única experiência, com seus riscos, tempos e lacunas presentes. Cada dia no processo de ensaio de VOO LIVRE foi autônomo. Cada noite/acontecimento também será. O que está em cena e em jogo é uma sequência de ações no Teatro, na presença do público e de artistas diversos”, revela o diretor Marcio Abreu, que assina a pesquisa e criação com Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. 

A partir do texto seminal de Tchekhov, A Gaivota, materiais ligados à memória dos atores, atrizes, performers, poetas, pensadores, e do repertório artístico da companhia brasileira de teatro, cria-se um gesto artístico plural em seus modos de conexão entre artistas e público, e traz a primeiro plano o trajeto e o movimento desse coletivo, pensando e questionando as ideias de chegada e caminho, produto e processo, “destacando elementos que nos permitam realizar ações no agora para criar futuros possíveis”, afirmam. 

Além de Bárbara, Flow e Clara, integraram a série de movimentos Leda Maria Martins, Bianca Manicongo, Yumo Apurinã, Jessyca Meyreles, Rafael Bacelar, Cristina Moura, Sidarta Tollendal Ribeiro e Luiza Mugnol Ugarte. A ficha técnica conta com nomes como Nadja Naira (iluminação e assistência de direção), Felipe Storino (direção musical e trilha sonora original), Cristina Moura (direção de movimento), Batman Zavareze (filme ação FUTUROS), Marina Franco (figurino), Clara Cavour (captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena) e Pablito Kucarz (programação visual). 

As apresentações de ARTE ocorrem quinta, sexta e sábado às 20h, com sessão extra no dia 13 de outubro às 17h. Os ingressos custam R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira) e estão à venda na bilheteria do Sesc Copacabana, que fica na Rua Domingos Ferreira, 160. Mais informações (21) 2547-0156. 

VOO LIVRE

Entre os dias 22 de setembro e 14 de outubro de 2023

ARTE: 12, 13 e 14 de outubro de 2023; quinta, sexta às 20h. Sessões extras na sexta 13 de outubro, e sábado, 14 de outubro, ambas às 17h. Em ação: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino, Bárbara Arakaki e Flow Kountouriotis. 

Local: Arena do Sesc Copacabana 

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira)

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento: Terça a domingo – de 14h às 20h;

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 90 minutos

Sujeito à lotação

Sinopse: VOO LIVRE propõe uma série de ações no Teatro como um gesto afirmativo e artístico da companhia brasileira de teatro nos tempos de hoje, criando experiências ao vivo com o público através de cenas, performances, leituras, escutas, músicas, conversas públicas e reflexões sobre a ARTE, o TEMPO e os FUTUROS. 

FICHA TÉCNICA 

VOO LIVRE

Acontecimento artístico a partir da obra de Anton Tchekhov e estudos sobre Arte, Tempo e Futuros

Direção Geral: Marcio Abreu

Pesquisa e criação: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria.

Criação e performances: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino,

Colaboração artística, ações, performances: Bianca Manicongo, Bárbara Arakaki, Cristina Moura, Flow Kountouriotis, Jessyca Meyreles, Leda Maria Martins, Luiza Mugnol Ugarte, Rafael Bacelar, Sidarta Tollendal Ribeiro e Yumo Apurinã.

Direção de produção e administração: José Maria e Cássia Damasceno

Iluminação e assistência de direção: Nadja Naira

Direção Musical e Trilha Sonora Original: Felipe Storino

Direção de Movimento: Cristina Moura

Instalação videográfica e filme ação FUTUROS: Batman Zavareze

Figurinos: Marina Franco

Produção Executiva: Fábio Osório Monteiro

Fotos: Nana Moraes

Programação visual: Pablito Kucarz

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin   

Captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena | ARTE: Clara Cavour

Técnica de vídeo: Michelle Bezerra

Técnica de luz: Dafne Rufino

Técnico de som: Bob Reis

Criação e produção: companhia brasileira de teatro

Projeto realizado por meio do Edital de Cultura Pulsar do Sesc RJ

Realização: Sesc RJ

A companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000, em Curitiba, onde mantém sua sede num prédio antigo do centro histórico. Sua pesquisa é voltada sobretudo para novas formas de escrita e para a criação contemporânea.

Entre suas principais realizações, peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como PRETO (2017); PROJETO bRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008).

Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país como Krum (2015) de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa? (2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud, de Noëlle Renaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev, Apenas o fim do mundo (2006) de Jean Luc Lagarce; Suíte 1 (2004) de Phillipe Myniana.

Suas peças mais recentes são uma adaptação da obra Platonov de Anton Tchekov intitulada POR QUE NÃO VIVEMOS? (2019); e o espetáculo SEM PALAVRAS (2021) com texto e direção de Marcio Abreu.

A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, mantém um repertório ativo e circula com frequência pelo Brasil e Europa. Recebeu os principais prêmios das artes no país.

Ianaê Régia apresenta ao vivo o álbum AFROGLOW em show no Clube Manouche na quinta-feira, 12 de outubro 

Projeto com patrocínio da Natura Musical está disponível nas plataformas de áudio e conta com dois videoclipes

As faixas se entrelaçam em uma narrativa sobre “nascer e renascer” em que a artista expõe sua vulnerabilidade ao mesmo tempo que incentiva o autoconhecimento e autocuidado da comunidade negra

Após o lançamento nas plataformas em 22 de setembro, a cantora e compositora Ianaê Régia apresenta ao vivo seu álbum de estreia, AFROGLOW, projeto patrocinado pela Natura Musical, com única apresentação na quinta-feira, 12 de outubro, às 21h, no Clube Manouche. O álbum narra um ciclo de “nascer e renascer” que a artista vivencia e segue vivenciando seus processos de autoconhecimento e autocuidado a partir de uma perspectiva cada vez mais racializada. Dentre os gêneros que compõem o álbum, o público irá conhecer novas versões de Ianaê que traz desde influências gospel, instrumentais de piano, até Hip Hop lo-fi e Trap. 

Importantes pautas do movimento negro como saúde pública, hiperssexualização do homem negro e apropriação cultural, norteiam as composições de AFROGLOW. O nascimento do álbum veio de uma profunda tristeza e sentimento de solidão conforme relata a artista, por isso a escolha da faixa “Lina e o Oceano” para o segundo trabalho audiovisual se deu por ele conseguir retratar melhor o próprio desenvolvimento do conceito criativo e processos internos de Ianaê. “Por ser uma letra sensível que demonstra a vulnerabilidade e revela a necessidade de humanização de uma pessoa preta, que carrega consigo um fardo enorme para simplesmente ter o direito de existir e estar vivo. O clipe mostra o sofrimento que eu tento constantemente esconder porque eu fui criada pra me tornar uma máquina. Ela é a música onde eu finalmente posso dizer “Ok, eu me rendo: não existe nenhum brilho aqui. Estou com medo, sozinha, exausta e eu preciso de ajuda. Lina é o que dá sentido e direção ao Meio do Céu, porque só existe a ganas de enfrentamento e procura por bem-estar a partir do entendimento de que existe um lugar de mal-estar, de desconforto e de necessidade de mudança”, explica a artista que também atuou no projeto como Diretora Artística.

Apesar dos bloqueios de estar criando sobre uma pauta enquanto também vivencia os processos em torno dela, Ianaê conta que conseguiu criar uma estratégia de desbloqueio criativo que a auxiliou a criar de forma mais sistematizada, porém não cansativa em relação à sua própria maneira de produzir. “Passei a sair de casa com três itens, no mínimo: caneta, caderninho e celular com gravador. Eu transcrevia diálogos ouvidos na rua, diálogos em filmes, montava uma sucessão de melodias a partir dos sons de buzinas de carros e ônibus, anotava frases sem sentido que passavam pela minha cabeça até que compunha e recompunha. Eu lidava com os meus bloqueios criativos não mais me obrigando a criar, mas fazendo qualquer outra coisa por algumas horas e depois voltando a pegar uma caneta na mão e iniciando o processo de escrever o que quer que passasse pela minha cabeça”, celebra a artista. 

Além de “Meio do Céu em Leão” e “Lina e o Oceano”, que contam com clipes já disponíveis no YouTube, o álbum conta com as faixas, “Colore”, “Rotina”, “DISS”, “Ponto Sensível” e “Umbigo”, que quando executadas em sequência, e embasadas com os videoclipes configura a experiência de alguém que começou a se conhecer, a aprender a se autovalidar, a reconhecer sua dores em meio a sua própria rotina, compreender não só suas questões individuais, mas também coletivas e a partir daí, passa por um processo de autoconhecimento e evolução pessoal e profissional. Com patrocínio da Natura Musical, a artista se orgulha de em sua primeira tentativa de inscrição ao edital ter sido contemplada, e a instituição comemora ao poder contribuir na amplificação do conceito idealizado por Ianaê. 

O álbum ‘AFROGLOW’ foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de As Águas São Nossas Irmãs, Cristal, Festival Rap Contra o Frio e Festival Cabobu – A Festa dos Tambores, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 50 projetos até 2022, em diferentes formatos e estágios de carreira, como Cristal, Zudizilla, Dessa Ferreira, e os coletivos Tem Preto no Sul e Circuito Orelhas. 

A turnê de lançamento também conta com apresentações em Porto Alegre (06 de outubro) no Agulha e em São Paulo na quarta-feira, dia 11, com entrada franca no Bar Alto. Ianaê se apresenta acompanhada de Rhuan de Moura (bateria), Mateus Albornoz (baixo Elétrico), Luka de Lima (guitarra) e  participação de Cleômenes Jr (saxofone)

Os ingressos custam entre R$ 40,00 e R$ 80,00, à venda online e no local conforme disponibilidade. O Clube Manouche fica no subsolo da Casa Camolese, R. Jardim Botânico, 983 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ianaeregia/ 

Sobre Ianaê Régia
Artista nascida no interior do Rio Grande do Sul, criada na favela e que atualmente reside em Porto Alegre. É cantora, compositora, performer e estudante de música na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Começou a cantar aos 13 anos de idade na igreja e durante a adolescência participou de bandas covers em bares. Já no autoral, seu repertório é marcado por melodias que exploram sua personalidade e extensão vocal, permeado principalmente pelos gêneros R&B, Neo-Soul e Jazz. Entre o orgânico e o eletrônico, tem como proposta despertar o groove interno do público. Em 2020, Ianaê Régia lançou o projeto “Devir: Conexão Corpo-Cidade”, com um clipe e uma temporada de podcast de caráter educativo sobre luta antirracista. Em maio de 2021, lançou o single e o clipe “Edredom” e, em agosto, o single e o clipe “Flerte”, projeto concebido dentro do “Cores do Sul”, a primeira coletânea musical LGBTQIAP+ do Rio Grande do Sul que potencializa as vozes de 4 artistas do estado. Em 2023, contemplada no edital Natura Musical, ela lança o álbum “AFROGLOW” no qual explora o Pop, R&B e Trap, em um trabalho que marca sua reconexão consigo e com a comunidade negra.

Sobre Natura Musical
Natura Musical é a plataforma cultural da marca Natura que há 18 anos valoriza a música como um veículo de bem estar e conexão. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu mais de R$ 190 milhões no patrocínio de mais de 600 artistas e projetos em todo o Brasil, promovendo experiências musicais que projetam a pluralidade da nossa cultura. Em parcerias com festivais e com a Casa Natura Musical, fomentamos encontros que transformam o mundo. Quer saber mais? Siga a gente nas redes sociais: @naturamusical.

Natura Musical Apresenta

Ianaê Régia – AFROGLOW ao vivo no Clube Manouche

Quinta-feira, 12 de outubro, 21h 

Ingressos entre R$ 40,00 e R$ 80,00

Clube Manouche – R. Jardim Botânico, 983 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro

Ianaê Régia apresenta ao vivo o álbum AFROGLOW em show gratuito no Bar Alto na quarta-feira, 11 de outubro

Projeto com patrocínio da Natura Musical está disponível nas plataformas de áudio e conta com dois videoclipes

As faixas se entrelaçam em uma narrativa sobre “nascer e renascer” em que a artista expõe sua vulnerabilidade ao mesmo tempo que incentiva o autoconhecimento e autocuidado da comunidade negra

Após o lançamento nas plataformas em 22 de setembro, a cantora e compositora Ianaê Régia apresenta ao vivo seu álbum de estreia, AFROGLOW, projeto patrocinado pela Natura Musical, com única apresentação gratuita na quarta-feira, 11 de outubro, às 20h30, no Bar Alto. O álbum narra um ciclo de “nascer e renascer” que a artista vivencia e segue vivenciando seus processos de autoconhecimento e autocuidado a partir de uma perspectiva cada vez mais racializada. Dentre os gêneros que compõem o álbum, o público irá conhecer novas versões de Ianaê que traz desde influências gospel, instrumentais de piano, até Hip Hop lo-fi e Trap. 

Importantes pautas do movimento negro como saúde pública, hiperssexualização do homem negro e apropriação cultural, norteiam as composições de AFROGLOW. O nascimento do álbum veio de uma profunda tristeza e sentimento de solidão conforme relata a artista, por isso a escolha da faixa “Lina e o Oceano” para o segundo trabalho audiovisual se deu por ele conseguir retratar melhor o próprio desenvolvimento do conceito criativo e processos internos de Ianaê. “Por ser uma letra sensível que demonstra a vulnerabilidade e revela a necessidade de humanização de uma pessoa preta, que carrega consigo um fardo enorme para simplesmente ter o direito de existir e estar vivo. O clipe mostra o sofrimento que eu tento constantemente esconder porque eu fui criada pra me tornar uma máquina. Ela é a música onde eu finalmente posso dizer “Ok, eu me rendo: não existe nenhum brilho aqui. Estou com medo, sozinha, exausta e eu preciso de ajuda. Lina é o que dá sentido e direção ao Meio do Céu, porque só existe a ganas de enfrentamento e procura por bem-estar a partir do entendimento de que existe um lugar de mal-estar, de desconforto e de necessidade de mudança”, explica a artista que também atuou no projeto como Diretora Artística.
Apesar dos bloqueios de estar criando sobre uma pauta enquanto também vivencia os processos em torno dela, Ianaê conta que conseguiu criar uma estratégia de desbloqueio criativo que a auxiliou a criar de forma mais sistematizada, porém não cansativa em relação à sua própria maneira de produzir. “Passei a sair de casa com três itens, no mínimo: caneta, caderninho e celular com gravador. Eu transcrevia diálogos ouvidos na rua, diálogos em filmes, montava uma sucessão de melodias a partir dos sons de buzinas de carros e ônibus, anotava frases sem sentido que passavam pela minha cabeça até que compunha e recompunha. Eu lidava com os meus bloqueios criativos não mais me obrigando a criar, mas fazendo qualquer outra coisa por algumas horas e depois voltando a pegar uma caneta na mão e iniciando o processo de escrever o que quer que passasse pela minha cabeça”, celebra a artista. 

Além de “Meio do Céu em Leão” e “Lina e o Oceano”, que contam com clipes já disponíveis no YouTube, o álbum conta com as faixas, “Colore”, “Rotina”, “DISS”, “Ponto Sensível” e “Umbigo”, que quando executadas em sequência, e embasadas com os videoclipes configura a experiência de alguém que começou a se conhecer, a aprender a se autovalidar, a reconhecer sua dores em meio a sua própria rotina, compreender não só suas questões individuais, mas também coletivas e a partir daí, passa por um processo de autoconhecimento e evolução pessoal e profissional. Com patrocínio da Natura Musical, a artista se orgulha de em sua primeira tentativa de inscrição ao edital ter sido contemplada, e a instituição comemora ao poder contribuir na amplificação do conceito idealizado por Ianaê. 

O álbum ‘AFROGLOW’ foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de As Águas São Nossas Irmãs, Cristal, Festival Rap Contra o Frio e Festival Cabobu – A Festa dos Tambores, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 50 projetos até 2022, em diferentes formatos e estágios de carreira, como Cristal, Zudizilla, Dessa Ferreira, e os coletivos Tem Preto no Sul e Circuito Orelhas. 

A artista também faz show no Rio de Janeiro, na quinta, 12,  no Clube Manouche. Ianaê se apresenta acompanhada de Rhuan de Moura (bateria), Mateus Albornoz (baixo Elétrico) e Luka de Lima (guitarra). O acesso à apresentação é por ordem de chegada com capacidade de 90 pessoas. O Bar Alto fica na R. Aspicuelta, 194 – Alto de Pinheiros, São Paulo. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ianaeregia/ 

Sobre Ianaê Régia
Artista nascida no interior do Rio Grande do Sul, criada na favela e que atualmente reside em Porto Alegre. É cantora, compositora, performer e estudante de música na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Começou a cantar aos 13 anos de idade na igreja e durante a adolescência participou de bandas covers em bares. Já no autoral, seu repertório é marcado por melodias que exploram sua personalidade e extensão vocal, permeado principalmente pelos gêneros R&B, Neo-Soul e Jazz. Entre o orgânico e o eletrônico, tem como proposta despertar o groove interno do público. Em 2020, Ianaê Régia lançou o projeto “Devir: Conexão Corpo-Cidade”, com um clipe e uma temporada de podcast de caráter educativo sobre luta antirracista. Em maio de 2021, lançou o single e o clipe “Edredom” e, em agosto, o single e o clipe “Flerte”, projeto concebido dentro do “Cores do Sul”, a primeira coletânea musical LGBTQIAP+ do Rio Grande do Sul que potencializa as vozes de 4 artistas do estado. Em 2023, contemplada no edital Natura Musical, ela lança o álbum “AFROGLOW” no qual explora o Pop, R&B e Trap, em um trabalho que marca sua reconexão consigo e com a comunidade negra.

Sobre Natura Musical
Natura Musical é a plataforma cultural da marca Natura que há 18 anos valoriza a música como um veículo de bem estar e conexão. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu mais de R$ 190 milhões no patrocínio de mais de 600 artistas e projetos em todo o Brasil, promovendo experiências musicais que projetam a pluralidade da nossa cultura. Em parcerias com festivais e com a Casa Natura Musical, fomentamos encontros que transformam o mundo. Quer saber mais? Siga a gente nas redes sociais: @naturamusical.

Natura Musical Apresenta

Ianaê Régia – AFROGLOW ao vivo no Bar Alto

Quarta-feira, 11 de outubro, 20h30 – Entrada franca – capacidade da sala 90 pessoas, acesso por ordem de chegada

Bar Alto – R. Aspicuelta, 194 – Alto de Pinheiros, São Paulo

Silvero Interpreta Belchior chega a São Paulo para quatro apresentações gratuitas, promovidas pela Caixa Cultural,  nos dias 06, 07 e 08 de outubro

Silvero Pereira volta aos palcos depois de sucessos no teatro, cinema e TV, desta vez para homenagear seu conterrâneo, o cantor e compositor Belchior

Sessões integram o Programa de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural; o espetáculo circulará ainda em 2023 por Brasília, São Leopoldo e Curitiba

Dois grandes nomes da arte cearense se encontram no palco, e o público de São Paulo poderá testemunhar esse momento especial com quatro sessões gratuitas nos dias 06, 07 e 08  de outubro. As sessões de Silvero Interpreta Belchiorprojeto cênico-musical do multiartista Silvero Pereira, ocorrem na Caixa Cultural SP e integram o Programa de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural. 

A turnê nacional teve início no primeiro semestre de 2023 em Fortaleza, desde então vem lotando todos os teatros por onde passa, de Recife a Porto Alegre, passando pelo interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, Silvero Interpreta Belchior arrebatou plateias com um repertório de tirar o fôlego e de levar às pessoas a uma experiência muito potente e inesquecível.    

Silvero Interpreta Belchior surgiu de uma encomenda feita pelo Festival de Cinema de Vitória para compor a programação on-line de 2020. Diante do irresistível convite, Silvero se dedicou a pesquisar a obra completa de um dos seus compositores preferidos, nascido na cidade de Sobral e falecido em 2017 no Rio Grande do Sul. Partindo de memórias familiares e afetivas, Silvero selecionou um repertório composto pelo ídolo em diferentes épocas e contextos, e ofereceu a 15 canções sua dramaticidade e força interpretativa, que ganhou novas dimensões através da performatividade do ator. 

Valendo-se desta força interpretativa, adquirida e lapidada pelos anos dedicados ao Teatro, Silvero garante às plateias a possibilidade de reencontrar e recantar sucessos que marcaram gerações, ao mesmo tempo em que convida o público a perceber o poder da poesia de Belchior, seu legado e atemporalidade. O roteiro do show prevê momentos divertidos, emocionantes e de introspecção, conta com quinze músicas conhecidas do grande público, e este, não se intimida em fazer coro para sucessos como Como Nossos Pais, Sujeito de Sorte, Medo de Avião, A Palo Seco, Paralelas, entre outros tantos clássicos, ao mesmo tempo em que o convida a perceber o poder da poesia de Belchior, seu legado e a saudade justificada pela ausência de um coração selvagem.

“Esse é um show cortante como faca, um corte profundo na alma. Aqui não estão canções suaves, corretas, mas sim palavras que ecoam feito navalhas. As canções são interpretadas por um conterrâneo de Belchior, um cearense de Mombaça, um menino latino-americano vindo do interior, um sujeito de sorte que driblou a fome e a sede através da arte. Apenas um ator, um cantor que dramatiza os versos e os atualiza em provocações do nosso tempo no intuito de “amar e mudar as coisas”, declara Silvero.

Este espetáculo, como não poderia deixar de ser, cumpre com toda liturgia do Teatro, onde a dramaturgia, os figurinos, o desenho de luz e a trilha perfeita garantem ao público uma experiência inesquecível. O ator sobe ao palco acompanhado de Geremias Rocha (teclado), Brunu Chico (violão e baixo), Wallace Lopes (direção musical e guitarra), Vladya Mendes (bateria) e  Vitor Lima (sopros). 

As apresentações em São Paulo ocorrem nos dias 06, 07 e 08 de outubro (sexta às 19h, sábado às 16h30 e 19h e domingo às 17h), todas com entrada franca – os ingressos serão distribuídos 1h antes do show, limitados a um par por pessoa. No sábado as senhas para as duas sessões ficam disponíveis às 15h30. A Caixa Cultural SP fica Praça da Sé, 111 – Centro, próxima à estação Sé do Metrô. O espaço conta com acesso a pessoas com deficiência. Mais informações: 11 33214400 e www.caixacultural.com.br  ou https://www.instagram.com/quintalrio/

Silvero Interpreta Belchior conta com produção da Quintal Produções e patrocínio Caixa e Governo Federal – Brasil, União e Reconstrução.

Silvero Interpreta Belchior – apresentações na Caixa Cultural SP

06, 07 e 08 de outubro: sexta às 19h, sábado às 16h30 e 19h, domingo às 17h – Caixa Cultural SP – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo – Próxima à estação Sé do Metrô

Classificação Indicativa: 12 anos 

Duração: 80 minutos

ENTRADA FRANCA –  os ingressos serão distribuídos 1h antes do show, limitados a um par por pessoa. No sábado a distribuição para as duas sessões ocorre às 15h30

Capacidade da sala: 90 lugares

Ficha Técnica

Voz: Silvero Pereira

Teclado: Geremias Rocha

Violão e baixo: Brunu Chico

Guitarra: Wallace Lopes

Bateria: Vladya Mendes

Sopros: Vitor LIma

Iluminação e operação: Sarah Salgado

Design de som: Arthur Ferreira

Produção: Quintal Produções

Direção geral: Verônica Prates

Produção executiva: Camila Camuso

Assessoria de Comunicação – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor  

Assessoria de Imprensa: Claudine Zingler 

SETLIST

1 – Sujeito de sorte

2 – A Palo Seco

3 – Todo sujo de batom

4 – Coração Selvagem

5 – Rapaz latino Americano

6 – Medo de avião

7 –  Alucinação

8 – Paralelas

9 – Galos noites

10- Quintais Fotografia 3 x 4

11 – Princesa do meu lugar

12 – Hora do almoço

13 – Pequeno mapa do tempo

14 – Como nossos Pais

15 – Velha Roupa Colorida

Ianaê Régia apresenta ao vivo o álbum AFROGLOW em show no Agulha nesta sexta-feira, 06 de outubro 

Projeto com patrocínio da Natura Musical está disponível nas plataformas de áudio e conta com dois videoclipes

As faixas se entrelaçam em uma narrativa sobre “nascer e renascer” em que a artista expõe sua vulnerabilidade ao mesmo tempo que incentiva o autoconhecimento e autocuidado da comunidade negra

Após o lançamento nas plataformas em 22 de setembro, a cantora e compositora Ianaê Régia apresenta ao vivo seu álbum de estreia, AFROGLOW, projeto patrocinado pela Natura Musical, com única apresentação na sexta, 6 de outubro, às 21h, no Agulha. O álbum narra um ciclo de “nascer e renascer” que a artista vivencia e segue vivenciando seus processos de autoconhecimento e autocuidado a partir de uma perspectiva cada vez mais racializada. Dentre os gêneros que compõem o álbum, o público irá conhecer novas versões de Ianaê que traz desde influências gospel, instrumentais de piano, até Hip Hop lo-fi e Trap. 

Importantes pautas do movimento negro como saúde pública, hiperssexualização do homem negro e apropriação cultural, norteiam as composições de AFROGLOW. O nascimento do álbum veio de uma profunda tristeza e sentimento de solidão conforme relata a artista, por isso a escolha da faixa “Lina e o Oceano” para o segundo trabalho audiovisual se deu por ele conseguir retratar melhor o próprio desenvolvimento do conceito criativo e processos internos de Ianaê. “Por ser uma letra sensível que demonstra a vulnerabilidade e revela a necessidade de humanização de uma pessoa preta, que carrega consigo um fardo enorme para simplesmente ter o direito de existir e estar vivo. O clipe mostra o sofrimento que eu tento constantemente esconder porque eu fui criada pra me tornar uma máquina. Ela é a música onde eu finalmente posso dizer “Ok, eu me rendo: não existe nenhum brilho aqui. Estou com medo, sozinha, exausta e eu preciso de ajuda. Lina é o que dá sentido e direção ao Meio do Céu, porque só existe a ganas de enfrentamento e procura por bem-estar a partir do entendimento de que existe um lugar de mal-estar, de desconforto e de necessidade de mudança”, explica a artista que também atuou no projeto como Diretora Artística.

Apesar dos bloqueios de estar criando sobre uma pauta enquanto também vivencia os processos em torno dela, Ianaê conta que conseguiu criar uma estratégia de desbloqueio criativo que a auxiliou a criar de forma mais sistematizada, porém não cansativa em relação à sua própria maneira de produzir. “Passei a sair de casa com três itens, no mínimo: caneta, caderninho e celular com gravador. Eu transcrevia diálogos ouvidos na rua, diálogos em filmes, montava uma sucessão de melodias a partir dos sons de buzinas de carros e ônibus, anotava frases sem sentido que passavam pela minha cabeça até que compunha e recompunha. Eu lidava com os meus bloqueios criativos não mais me obrigando a criar, mas fazendo qualquer outra coisa por algumas horas e depois voltando a pegar uma caneta na mão e iniciando o processo de escrever o que quer que passasse pela minha cabeça”, celebra a artista. 

Além de “Meio do Céu em Leão” e “Lina e o Oceano”, que contam com clipes já disponíveis no YouTube, o álbum conta com as faixas, “Colore”, “Rotina”, “DISS”, “Ponto Sensível” e “Umbigo”, que quando executadas em sequência, e embasadas com os videoclipes configura a experiência de alguém que começou a se conhecer, a aprender a se autovalidar, a reconhecer sua dores em meio a sua própria rotina, compreender não só suas questões individuais, mas também coletivas e a partir daí, passa por um processo de autoconhecimento e evolução pessoal e profissional. 

Com patrocínio da Natura Musical, a artista se orgulha de em sua primeira tentativa de inscrição ao edital ter sido contemplada, e a instituição comemora ao poder contribuir na amplificação do conceito idealizado por Ianaê. 

O álbum ‘AFROGLOW’ foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de As Águas São Nossas Irmãs, Cristal, Festival Rap Contra o Frio e Festival Cabobu – A Festa dos Tambores, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 50 projetos até 2022, em diferentes formatos e estágios de carreira, como Cristal, Zudizilla, Dessa Ferreira, e os coletivos Tem Preto no Sul e Circuito Orelhas. 

Após o lançamento em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro recebem os shows da artista, com performances nos dias 11 de outubro no Bar Alto e 12 no Clube Manouche. 

Ianaê se apresenta acompanhada de Rhuan de Moura (bateria), Mateus Albornozz (baixo Elétrico), Handyer Borba (teclados), Luka de Lima (guitarra) e participações especiais de Lucas Moraes (percussão corporal), Sara Nina (vocais), Bruno Silva (trompete) e Cleômenes Jr (saxofone).

Os ingressos para a apresentação em Porto Alegre estarão disponíveis a partir de quarta, 04 de outubro, pela plataforma Sympla. As entradas são gratuitas para pessoas pretas, indígenas e LGBTQIAP+ e com contribuição de valor livre para as demais pessoas, que serão doadas para a Associação Comunitária dos Moradores do Conjunto Residencial Rubem Berta. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ianaeregia/ 

Sobre Ianaê Régia
Artista nascida no interior do Rio Grande do Sul, criada na favela e que atualmente reside em Porto Alegre. É cantora, compositora, performer e estudante de música na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Começou a cantar aos 13 anos de idade na igreja e durante a adolescência participou de bandas covers em bares. Já no autoral, seu repertório é marcado por melodias que exploram sua personalidade e extensão vocal, permeado principalmente pelos gêneros R&B, Neo-Soul e Jazz. Entre o orgânico e o eletrônico, tem como proposta despertar o groove interno do público. Em 2020, Ianaê Régia lançou o projeto “Devir: Conexão Corpo-Cidade”, com um clipe e uma temporada de podcast de caráter educativo sobre luta antirracista. Em maio de 2021, lançou o single e o clipe “Edredom” e, em agosto, o single e o clipe “Flerte”, projeto concebido dentro do “Cores do Sul”, a primeira coletânea musical LGBTQIAP+ do Rio Grande do Sul que potencializa as vozes de 4 artistas do estado. Em 2023, contemplada no edital Natura Musical, ela lança o álbum “AFROGLOW” no qual explora o Pop, R&B e Trap, em um trabalho que marca sua reconexão consigo e com a comunidade negra.

Sobre Natura Musical
Natura Musical é a plataforma cultural da marca Natura que há 18 anos valoriza a música como um veículo de bem estar e conexão. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu mais de R$ 190 milhões no patrocínio de mais de 600 artistas e projetos em todo o Brasil, promovendo experiências musicais que projetam a pluralidade da nossa cultura. Em parcerias com festivais e com a Casa Natura Musical, fomentamos encontros que transformam o mundo. Quer saber mais? Siga a gente nas redes sociais: @naturamusical.

“Futuros”, terceiro movimento do projeto VOO LIVRE, tem apresentações nos dias 06, 07 e 08 de outubro no Sesc Copacabana

Bianca Manicongo, Yumo Apurinã, Jessyca Meyreles, Rafael Bacelar, Cristina Moura, Sidarta Tollendal Ribeiro e Luiza Mugnol Ugarte chegam em FUTUROS, terceira edição de Voo Livre, e se juntam a Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino nesse experimento cênico da companhia brasileira de teatro.

A companhia brasileira de teatro promove nos dias 06, 07 e 08 de outubro as apresentações e FUTUROS, integrando o projeto VOO LIVRE. O experimento cênico conta com a presença de Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino, mais a participação de Yumo Apurinã, Jéssyca Meyrelles, Cristina Moura, Bianca Manicongo e Rafael Bacelar. Nos dias 6 e 7 Sidarta Tollendal Ribeiro e Luiza Mugnol Ugarte também integram a performance. 

O projeto de criação e povoação de gestos afirmativos na sociedade por meio das artes vivas, ocupa a Arena do Sesc Copacabana até 14 de outubro, com três performances distintas, sempre com um elenco fixo e dez participações de artistas, pensadores e outros profissionais convidados a cada semana, que tratam sobre Arte, Tempo e Futuros. O novo trabalho está inserido em um projeto artístico mais amplo, que se organiza em três movimentos: duas ações no teatro e um filme, que tem previsão para acontecer de agora até 2025. VOO LIVRE é uma mobilização coletiva que busca ventilar as estruturas de produção artística, colocando no mesmo plano e em simultaneidade os processos criativos, os ensaios e as ações de compartilhamento com o público carioca. 

Os três acontecimentos teatrais de VOO LIVRE articulam cenas, reflexões, conversas públicas, performances, leituras, escutas, todas compondo três roteiros diferentes, iluminados cada um, por um tema distinto  – TEMPO, FUTUROS e ARTE – identificados a partir da pesquisa sobre a obra do autor russo Anton Tchekhov. “Ao longo deste mês, perceberemos que a ação de criar e a ação de apresentar/compartilhar com público são simultâneas, como uma única experiência, com seus riscos, tempos e lacunas presentes. Cada dia no processo de ensaio de VOO LIVRE foi autônomo. Cada noite/acontecimento também será. O que está em cena e em jogo é uma sequência de ações no Teatro, na presença do público e de artistas diversos”, revela o diretor Marcio Abreu, que assina a pesquisa e criação com Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. 

A partir do texto seminal de Tchekhov, A Gaivota, materiais ligados à memória dos atores, atrizes, performers, poetas, pensadores, e do repertório artístico da companhia brasileira de teatro, cria-se um gesto artístico plural em seus modos de conexão entre artistas e público, e traz a primeiro plano o trajeto e o movimento desse coletivo, pensando e questionando as ideias de chegada e caminho, produto e processo, “destacando elementos que nos permitam realizar ações no agora para criar futuros possíveis”, afirmam. 

A ficha técnica conta com nomes como Nadja Naira (iluminação e assistência de direção), Felipe Storino (direção musical e trilha sonora original), Cristina Moura (direção de movimento), Batman Zavareze (filme ação FUTUROS), Marina Franco (figurino), Clara Cavour (captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena) e Pablito Kucarz (programação visual). 

As apresentações de FUTUROS ocorrem de sexta a domingo às 20h, com sessão extra no sábado, 07/10, às 17h. Os ingressos custam R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira) e já estão à venda na bilheteria do Sesc Copacabana, que fica na Rua Domingos Ferreira, 160. Mais informações (21) 2547-0156. 

VOO LIVRE

Entre 6 a 14 de outubro de 2023

FUTUROS: 6, 7 e 8 de outubro de 2023, sexta, sábado e domingo às 20h, e uma sessão extra no sábado, 07/10, às 17h. Em ação:  Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino, Yumo Apurinã, Jessyca Meyreles, Cristina Moura, Rafael Bacelar, Bianca Manicongo. Luiza Mugnol Ugarte e Sidarta Tollendal Ribeiro participam das sessões nos dias 6 e 7 de outubro.

ARTE: 12 de outubro, 20h; 13 de outubro às 17h e às 20h e 14 de outubro às 17h. Em ação: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino, Bárbara Arakaki, Clara Cavour e Flow Kountouriotis. 

Local: Arena do Sesc Copacabana 

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira)

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento: Terça a domingo – de 14h às 20h;

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 75 minutos

Sujeito à lotação

Sinopse: VOO LIVRE propõe uma série de ações no Teatro como um gesto afirmativo e artístico da companhia brasileira de teatro nos tempos de hoje, criando experiências ao vivo com o público através de cenas, performances, leituras, escutas, músicas, conversas públicas e reflexões sobre a ARTE, o TEMPO e os FUTUROS. 

FICHA TÉCNICA 

VOO LIVRE

Acontecimento artístico a partir da obra de Anton Tchekhov e estudos sobre Arte, Tempo e Futuros

Direção Geral: Marcio Abreu

Pesquisa e criação: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria.

Criação e performances: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino,

Colaboração artística, ações, performances: Bianca Manicongo, Bárbara Arakaki, Cristina Moura, Flow Kountouriotis, Jessyca Meyreles, Leda Maria Martins, Luiza Mugnol Ugarte, Rafael Bacelar, Sidarta Tollendal Ribeiro e Yumo Apurinã.

Direção de produção e administração: José Maria e Cássia Damasceno

Iluminação e assistência de direção: Nadja Naira

Direção Musical e Trilha Sonora Original: Felipe Storino

Direção de Movimento: Cristina Moura

Instalação videográfica e filme ação FUTUROS: Batman Zavareze

Figurinos: Marina Franco

Produção Executiva: Fábio Osório Monteiro

Fotos: Nana Moraes

Programação visual: Pablito Kucarz

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin   

Captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena | ARTE: Clara Cavour

Técnica de vídeo: Michelle Bezerra

Técnica de luz: Dafne Rufino

Técnico de som: Bob Reis

Criação e produção: companhia brasileira de teatro

Projeto realizado por meio do Edital de Cultura Pulsar do Sesc RJ

Realização: Sesc RJ

A companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000, em Curitiba, onde mantém sua sede num prédio antigo do centro histórico. Sua pesquisa é voltada sobretudo para novas formas de escrita e para a criação contemporânea.

Entre suas principais realizações, peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como PRETO (2017); PROJETO bRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008).

Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país como Krum (2015) de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa? (2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud, de Noëlle Renaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev, Apenas o fim do mundo (2006) de Jean Luc Lagarce; Suíte 1 (2004) de Phillipe Myniana.

Suas peças mais recentes são uma adaptação da obra Platonov de Anton Tchekov intitulada POR QUE NÃO VIVEMOS? (2019); e o espetáculo SEM PALAVRAS (2021) com texto e direção de Marcio Abreu.

A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, mantém um repertório ativo e circula com frequência pelo Brasil e Europa. Recebeu os principais prêmios das artes no país.

Integrando as comemorações de aniversário da Casa de Cultura Mario Quintana, quinta edição do Samba do Quintana ocorre no domingo, 01 de outubro

Projeto com entrada franca tem como objetivo promover a cena do gênero e conta com curadoria e programação da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin

Público poderá conferir a participação de Luiza Hellena e a banda residente Thiago Ribeiro & Amigos

Em outubro, a Casa de Cultura Mario Quintana, um dos maiores cartões postais de Porto Alegre, celebra seus 33 anos de existência e, integrando as comemorações, promove a quinta edição do Samba do Quintana no domingo, dia 01 de outubro, a partir das 16h. O projeto realizado pela Casa, com criação e curadoria da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin, tem como objetivo promover a cultura do samba e oferecer espaço para os compositores locais apresentarem suas obras, além de clássicos do gênero, através de formação de público e de cena. Na data, os espectadores, que lotam a travessa Rua dos Cataventos a cada primeiro domingo do mês, poderão conferir gratuitamente as apresentações de Luiza Hellena e Thiago Ribeiro & Amigos, banda residente do projeto. 

Evento já consolidado na agenda cultural da cidade, o Samba do Quintana dialoga com outros núcleos da CCMQ, que abriga o Instituto Estadual de Música (IEM) e a Discoteca Natho Henn, além de manter no ar a Rádio Quintanares, uma emissora pública e inclusiva de rádio, com programação 24 horas por dia. Segundo a diretora da CCMQ, Germana Konrath, “uma roda de samba na rua é a melhor maneira de afirmar o caráter cultural e democrático da Casa e de ampliar a inserção da música no nosso dia a dia”. 

Para a curadora e organizadora, o sucesso das quatro primeiras edições, que mobilizou mais de 2.000 pessoas, e promoveu o trabalho de 16 artistas locais, confirma o interesse no estilo pelos porto-alegrenses: “encontramos um público diverso e animado, que se interessa tanto pelos clássicos do samba quanto por descobrir novas canções e compositores”, revela. “A importância de um evento de rua, seguro, acessível e diverso para a população de Porto Alegre se confirma na resposta do público”. O projeto, que segue até dezembro com edições mensais, já contou com as participações de Glau Barros, Pâmela Amaro e Herdeiras do Samba, Edu Meirelles e Cláudia Quadros. 

A banda residente é formada por Thiago Ribeiro (vocais e cavaquinho), Fernando Duarte (repique de mão, tamborim, bongô), Marcelo Rossi (violão), Paulo Wolff (pandeiro, carrilhão e chocalhos) e Rogério Menezes (tantan). Thiago Ribeiro começou na música aos 15 anos, quando ganhou seu primeiro cavaquinho, mas o samba vem de berço, começando com a influência de seu pai, o violonista e cantor Antonio Lima. Já na infância demonstrava amor ao estilo, batucando em todos os cantos e formando bandas com os amigos. Entre suas referências musicais estão nomes como Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, João Nogueira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Duda do Cavaco, Alemão Charles, grupo Flor de Ébano, entre outros artistas locais e nacionais. Há 19 anos Thiago se apresenta profissionalmente, em casas de shows em Porto Alegre, no litoral e no interior do estado. Já acompanhou Eliana de Lima por duas vezes em performances na cidade e abriu shows de Fundo de Quintal, Diogo Nogueira e Luiz Carlos da Vila. No momento está gravando seu primeiro single de seu álbum de estreia. 

A artista convidada desta edição é Luiza Hellena, artista que integra a velha guarda da escola de samba mais antiga do sul do Brasil, a Praiana. Com 78 anos, a cantora e compositora apresenta composições que dialogam com o direito de existir sendo mulher e negra, sendo uma senhora cantora que domina sua voz e sua vida. Nessa atmosfera, pede justiça para si e para as mulheres, cantando à figura do homem: “cansei das injustiças que você me fez”. Para ela existe o reconhecimento da opressão do homem e da figura masculina, invertendo o eu-lírico que compõe – é a mulher em sua composição que é a figura principal e dita as regras. Resgatando a obra da Velha Guarda da Praiana, Luiza Hellena – ao lado de Paulinho Parada – reconstitui nomes emblemáticos para a escola, como Zé Gomes e Zé Grande, nas canções “Janaína e a Festa de Reis” e “As alegrias da vida”, além de músicas assinadas por Tulio Piva e Lupicínio Rodrigues. 

Bruna Paulin é artista, jornalista e mestre em Comunicação, e atua como pesquisadora musical há 21 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil. 

O Samba do Quintana acontece no domingo, 01 de outubro, às 16h. O bar Térreo vai contar com produtos promocionais durante o evento, com chopp com valor especial e dose dupla de drinks selecionados. Em caso de chuva a atividade será transferida para o domingo seguinte, 08 de outubro. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ccmarioquintana/

A CCMQ é uma instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) e tem o patrocínio do Banrisul. 

SAMBA DO QUINTANA

Com Luiza Hellena + Thiago Ribeiro & amigos 

Domingo, 01 de outubro, a partir das 16h – em caso de chuva o evento será transferido.

Na Travessa Rua dos Cataventos – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre) 

Entrada Franca

Nei Lisboa se apresenta no Teatro Ademir Rosa (CIC) em Florianópolis na quinta, 05 de outubro

Músico retorna à cidade em única apresentação 

Nei Lisboa retorna aos palcos de Florianópolis em única apresentação na quinta-feira, 05 de outubro, às 20h, no Teatro Ademir Rosa (CIC). O músico traz  na bagagem um mix de trabalhos produzidos nos últimos anos, desde canções do EP Pandora, gravado e lançado digitalmente durante os anos da pandemia, até extratos da série de shows Três, com a qual Nei vem celebrando os aniversários de lançamento de vários álbuns que coincidiram, em décadas, neste ano de 2023: A vida inteira (2013), Relógios de sol (2003), Amém (1993) e Pra viajar no cosmos não precisa gasolina (1983).

Não faltarão no setlist ainda os sucessos de outros discos, como Telhados de Paris, Pra te lembrar, Baladas e Cena beatnik, interpretados no palco por Nei (violões e voz), Paulinho Supekovia (guitarra e baixo), Luiz Mauro Filho (piano e teclado) e Giovanni Berti (percuteria).

O show acontece em apresentação única no dia 05 de outubro, a partir de 20h, com ingressos à venda com valores entre R$ 70,00 e R$ 140,00, à venda pela plataforma Sympla. O Teatro Ademir Rosa fica na Av. Gov. Irinei Bornhausen, 5600 – Agronômica

O quê: Nei Lisboa & banda. Com Nei (violão e voz), Giovanni Berti (percuteria, vocais), Luiz Mauro Filho (piano, teclado, vocais) e Paulinho Supekovia (guitarra, baixo, vocais)

Onde: Teatro Ademir Rosa – CIC  (Av. Gov. Irinei Bornhausen, 5600 – Agronômica, Florianópolis – SC)

Quando: quinta-feira, 05 de outubro de 2023

Horário: 20h

Ingressos (2º lote):

meia-entrada*: R$ 70,00 / solidário**: R$ 120,00 / inteira:  R$ 140,00

* estudante/ professor/ idoso/ pessoa com deficiência/ jovem de baixa renda/ doador certificado

** mediante doação de 1kg de alimento não perecível ou roupa

Classificação indicativa: livre para todos os públicos. Não há marcação de assentos, a ocupação se dá à vontade pela ordem de chegada    

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