Busca

Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Autor

Bruna Paulin

NOVA DATA – Térreo Bar promove lançamento de programação musical na quarta, 01 de novembro, com Brazilian Stuff NOVA DATA –

Ao Vivo no Térreo é um projeto mensal gratuito com curadoria da pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin

O Térreo Bar promove na quarta-feira, 01 de novembro, o lançamento do projeto Ao Vivo no Térreo, uma programação musical mensal que conta com a curadoria da pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin. O Ao Vivo no Térreo ocupará três noites de quarta-feira dos meses de novembro e dezembro com performances mensais de artistas locais apresentando projetos autorais e também versões. Na estreia do projeto o público poderá conferir com entrada franca a apresentação do trio Brazilian Stuff. O trio de música instrumental é formado por Edu Meirelles (Baixo), Murilo Moura (Teclado) e Ronie Martinez (Bateria). Calcado na Brasilidade, mas com influências de soul e jazz, Brazilian Stuff segue o caminho dos trios de Samba Jazz dos anos 1960, mas sem virar as costas para as sonoridades contemporâneas. No repertório, Tom Jobim, João Donato, Marcos Valle, Milton Nascimento, Elis Regina, João Gilberto e Eumir Deodato, além de releituras bem “abrasileiradas” de Stevie Wonder, Horace Silver, Donny Hathaway e Crusaders.

“Depois do sucesso do Samba do Quintana, agora é a vez de trazermos uma programação musical com outros estilos para a Travessa dos Cataventos, proporcionando ao público um novo espaço para conhecer nossos artistas locais”, revela a curadora. 

A casa oferecerá opções de drinks e pratos especiais, criados especialmente para o evento. O show inicia às 20h, com entrada franca. O Térreo fica na rua Travessa dos Cataventos, na Casa de Cultura Mario Quintana. Para reservas e mais informações, acesse – https://www.instagram.com/terreo.ccmq/ 

Saiba Mais

Inaugurado em 2022, o Térreo é um empreendimento idealizado pelos sócios Rafael Schneider e Gustavo Bordignon – proprietários da cerveja Vento Livre – que há mais de 10 anos produzem e vendem chopp artesanal em bares e eventos do RS. Com entrada pela Travessa dos Cataventos, no térreo da Casa de Cultura Mario Quintana, o bar tem uma excelente curadoria nas suas 12 torneiras de chope: seis delas conectadas com cervejas da Vento Livre, e as outras seis com cervejas de outros pequenos produtores locais, valorizando o que há de melhor em produção de cerveja artesanal no RS.

A carta de drinks é variada: encontram-se desde drinks tradicionais, como a Mimosa, Aperol Spritz e Negroni até os autorais, batizados  com nomes que remetem às referências do centro cultural, como é o caso do Majestic e do Eu Passarinho. Entre os destaques da culinária temos o hambúrguer de cogumelos empanados: uma combinação ímpar de diferentes texturas com o sabor umami do cogumelo e o sweet chilli da Casa. Também o suculento sanduíche de carne de panela com rúcula e parmesão.  O Térreo funciona de terça a domingo das 12h às 23h, indo até mais tarde nos sábados e vésperas de feriados.

Sobre a curadora: Bruna Paulin é artista, jornalista e mestre em Comunicação, e atua como pesquisadora musical há 21 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil e curadora e produtora do Samba do Quintana, projeto realizado pela Casa de Cultura Mario Quintana que promove uma roda de samba no primeiro domingo de cada mês. Também é produtora executiva da reedição em vinil de Pra Viajar no Cosmos não Precisa Gasolina de Nei Lisboa, lançamento da Toca do Disco Records. 

AO VIVO NO TÉRREO

Térreo Bar – Casa de Cultura Mario Quintana – Travessa dos Cataventos

Primeira edição – 01 de novembro, quarta-feira, 20h

Com Brazilian Stuff

Entrada franca

Comemorando 10 anos em cartaz, Tóin: dança para bebês retorna aos palcos com apresentações no sábado, 28 de outubro, no Instituto Ling  

Criado pela coreógrafa Jussara Miranda, o projeto utiliza a dança como brinquedo para bebês e seus cuidadores

Comemorando dez anos em cartaz, a Muovere Cia de Dança promove no sábado, 28 de outubro, duas apresentações do espetáculo TÓIN: dança para bebês no Instituto Ling. Criado em 2012, contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna e tendo sua estreia em 2013, o projeto foi precursor no Brasil para o público da primeiríssima infância em espetáculo de dança coreografado. Desde então já circulou por quatro regiões do Brasil em festivais, encontros e programas com foco na pequena infância.
Concebido por Jussara Miranda, TÓIN foi criado a partir de uma ideia muito simples e inspiradora: utilizar a dança como brinquedo para que os bebês, seus pais, cuidadores e acompanhantes, divirtam-se dançando. Delicado, o espetáculo atende aos cuidados que os bebês necessitam, acolhendo-os como convidados especiais desde a recepção à interação.  “Toin é mola, é impulso. É divertido e encantador. É para os bebês de todos os mundos”, afirma a coreógrafa e diretora da companhia. 
Dirigida especialmente para bebês de 0 a 3 anos e seus acompanhantes, a experiência é composta por duas atividades: o próprio espetáculo e uma vivência brincada, ambas fundamentadas no estímulo à receptividade e na experimentação com a dança. 
Tóin é inspirado na literatura infantil, em livros imagens e conteúdos poéticos de autores como Gláucia de Souza, Mario Quintana e Eva Furnari, tradutores do simbólico e mágico universo da primeira infância. Também em vídeos da internet, como Bebê Jeans, Sapo Xulé, Dança do Palito e Topo Giggio, entre outros. 
O espetáculo apresenta quatro personagens e suas histórias: Maria Flor, Ventania, Guria Papel e Sua Mola, que nasceram de diversas inspirações e colaborações. Maria Flor, por exemplo, surge por conta das filhas e neta de Jussara e o curta-metragem de animação 3D Maria Flor; já Ventania nasceu de histórias contadas pelos bailarinos Denis Gosch e Joana Amaral, que integraram o elenco do projeto.
As apresentações ocorrem no auditório do Instituto Ling às 15h e 17h com ingressos entre R$ 25,00 e R$ 50,00, à venda pela plataforma Eventim. Mais informações, acesse: https://institutoling.org.br/ 

Ficha Técnica:
Concepção e Direção Geral: Jussara Miranda
Produtora de elenco e ensaiadora: Joana Amaral
Direção Artística: Diego Mac
Elenco: Ana Claudia Pedone, Maria Anitta Brusque, Carini Pereira e Joana Amaral
Produtora de operação especial: Gabrielle Fraga
Figurino: Antonio Rabadan
Trilha: Marcelo Delacroix
Iluminação: Kyrie Snardi
Fotos: Cris Lima e Guilherme Malgarizi
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin
Gestão Redes Sociais: Rafaela Machado
Parceiros culturais: LING, Salto e Ballancet
 
Tóin – dança para bebês
Instituto Ling – Rua João Caetano, 440
Dia 28 de outubro, sábado sessões 15h e 17h
Ingressos entre R$ 25,00 e R$ 50,00

Canoas recebe sessão gratuita do espetáculo As Canções que Você Dançou pra Mim nesta quarta, 25 de outubro

O espetáculo, que faz parte da programação de comemoração dos 70 anos da Petrobrasalém de celebrar o 10º ano de parceria entre a empresa e a Focus Cia de Dança, será apresentado no dia 25 de outubro às 20h no Teatro do Sesc em Canoas.

Mais famosa coreografia da Focus Cia. de Dança comemora ao longo desse ano a marca de 400 apresentações

O ritmo da Focus Cia de Dança é desafiador, sempre tendo como combustível a parceria com a Petrobras, celebrada ao longo de 10 anos. Graças à dupla Tati Garcias, na direção de produção, e Alex Neoral, na direção artística, a Focus é uma das mais importantes configurações da dança contemporânea no Brasil em 22 anos de trabalho. As Canções que Você Dançou pra Mim, dedicado à obra musical do “rei” Roberto Carlos, ao longo de 2023 alcança a marca de 400 apresentações em todo o Brasil e fora do país também. “Estar à frente do que não aparece nos palcos, pensar no grupo, em todos os detalhes para que tudo esteja pronto antes e depois de cada espetáculo, e também em como o espectador será tratado ao chegar e sair da plateia, são parte da minha rotina, desde o início da história de trabalho com o Alex. Foi perfeita a atitude de ter assumido esse lugar de representatividade, deixando até de dançar, para construir o caminho feito pela Focus Cia de Dança hoje”, destaca Tatiana Garcias, sócia de Neoral na Focus.

Já são 12 anos em cartaz, tempo em que a coreografia só ficou longe dos palcos por causa do lockdown na pandemia de Covid-19. As Canções que Você Dançou pra Mim chega ao requinte de ter até fã de carteirinha que vai toda santa temporada e engrossa o coro de admiradores totalizando quase 200 mil pessoas de público pagante. “O sucesso de As Canções que Você Dançou pra Mim, além do fato de ser um espetáculo inspirado no imenso artista que é o Roberto Carlos,também ocorre, acredito eu, por inspirarmos amor com nossa coreografia. Realizei uma colagem de quase 80 canções que conduzem muitos momentos de ternura, além, é claro, de amizade, humor e muito mais ao longo do espetáculo”, define o coreógrafo Alex Neoral.  

As Canções que Você Dançou pra Mim

Iê-iê-iê, canções românticas, clássicos de tirar o fôlego, enfim, emoções além do horizonte estão na construção da coreografia As Canções que Você Dançou pra Mim. Alex Neoral se inspira na obra do rei Roberto Carlos para criar um espetáculo que visita as décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990 através de muito movimento. “A escolha por Roberto Carlos surgiu em brincadeiras do próprio elenco. Durante as viagens da companhia era comum ouvir os bailarinos cantando as músicas do rei, interrompendo um ao outro a partir de uma palavra comum nas letras”, lembra Neoral. Da mesma forma, em cena, “uma canção puxa a que vem em sequência, formando uma grande história. É como se uma perguntasse e a outra respondesse”, completa o diretor e coreógrafo, Alex Neoral.

Todas as composições são sempre na voz do próprio Roberto, em versões originais de clássicos lançados entre as décadas de 1960 a 1980. Verdadeiras pérolas também por guardarem vários momentos e tons da voz do grande Roberto Carlos.

O resultado é uma apresentação que estabelece comunicação direta com os espectadores, o que cria identificação e conquista plateias de diferentes perfis. Para completar o universo de referências à obra de Roberto Carlos, As Canções que Você Dançou pra Mim traz figurinos em tons de azul, aludindo aos modelos e roupas da moda da época retratada, com toques contemporâneos.

Sucesso de público, a montagem foi eleita um dos melhores espetáculos de 2011 segundo o jornal carioca O Globo, e de 2012, na opinião dos críticos da Folha de São Paulo. Os trabalhos são dirigidos e coreografados por Alex Neoral.

Sobre a Companhia

Com 25 obras e 16 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança segue consolidando, ao longo de 23 anos, uma história autêntica reconhecida pela crítica especializada e com sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Madri e Panamá. Logo quando a pandemia aquiesceu, em 2021, estreou o espetáculo Vinte e o seu primeiro infantil Bichos Dançantes, este último contemplado na Chamada Petrobras Cultural de Artes Cênicas.

 Em 2020 lançou Corações em espera, criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube. A obra foi indicada ao prêmio APCA na categoria criação, ficando em cartaz por 17 semanas. Em 2019 a Focus ganhou o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta parte integrante do espetáculo Still Reich e teve seu elenco indicado ao prêmio APCA durante a temporada na capital paulista, ainda no mesmo ano recebeu a indicação de melhor coreografia para Focus Dança Bach, e melhor bailarino pelo 2º Prêmio Cesgranrio de Dança. Em 2017 se apresentou no Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Em 2012, a Focus Cia de Dança foi escolhida, através da seleção publicado Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção. Mais de 1 milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral traduzidas no corpo de baile da companhia que é formada por bailarinos de todo o país. Em julho de 2023, estreou nacionalmente no Rio de Janeiro, “Carlota – Focus dança Piazzolla”, sucesso de crítica e público, além de representar como convidada especial a dança do Brasil no Festival Hola Rio, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do governo fluminense em Madri, onde apresentou “Trupe” e “As canções que você dançou pra mim” na Casa de Vacas e Casa de América, além de participar de intercâmbio e residência artística com a Dínamo Cia de Danza.

Ficha Técnica

Direção, Concepção, Coreografia: Alex Neoral

Direção de Produção: Tatiana Garcias

Produção Executiva: Giselli Ribeiro

Iluminação: Binho Schaefer 

Técnico de Iluminação: Anderson Ratto

Técnico de Palco: Paulo Barbeto / Pedro Paulo

Ambientação Cênica: Marcio Jahú

Visagismo e Figurinos: André Vital

Confecção de Figurinos: Jacira Garcias

Redação: Mônica Riani

Fotos: Dantas Jr., Barbara Furtado e Dan Coelho

Programação Visual: Barbara Lana

Mídias Sociais: GuiiuG Comunicação 

Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Lindemberg Mallí, Iure de Castro,

Paloma Tauffer, Vanessa Fonseca e Wesley Tavares

Serviço

As Canções que Você Dançou pra Mim – Focus Cia de Dança. 

25 de outubro às 20h

Local: Teatro do Sesc Canoas

Endereço: Avenida Guilherme Schell  – Centro

Canoas, RS

Duração: 60 minutos 

Classificação: Livre

Ingressos

Gratuito

Retirada de Ingressos no Sympla 

https://www.sympla.com.br/evento/as-cancoes-que-voce-dancou-pra-mim-focus-cia-dedanca/2210875

Teatro Rival recebe duas sessões de Silvero Interpreta Belchior nos dias 27 e 28 de outubro

Silvero Pereira volta aos palcos depois de sucessos no teatro, cinema e TV, desta vez para homenagear seu conterrâneo, o cantor e compositor Belchior, que completaria 77 anos na quinta, 26 de outubro

O espetáculo circulará ainda em 2023 por Brasília, São Leopoldo, Curitiba e várias cidades do Ceará 

Dois grandes nomes da arte cearense se encontram no palco, e o público do Rio de Janeiro poderá testemunhar esse momento especial com duas sessões nos dias 27 e 28 de outubro no Teatro Rival. Celebrando o aniversário de Belchior, que comemoraria 77 anos na quinta, 26 de outubro, as apresentações de Silvero Interpreta Belchior, projeto cênico-musical do multiartista Silvero Pereira, ocorrem às 19h30. 

A turnê nacional teve início no primeiro semestre de 2023 em Fortaleza, desde então vem lotando todos os teatros por onde passa, de Recife a Porto Alegre, passando pelo interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, Silvero Interpreta Belchior arrebatou plateias com um repertório de tirar o fôlego e de levar às pessoas a uma experiência muito potente e inesquecível.    

Silvero Interpreta Belchior surgiu de uma encomenda feita pelo Festival de Cinema de Vitória para compor a programação on-line de 2020. Diante do irresistível convite, Silvero se dedicou a pesquisar a obra completa de um dos seus compositores preferidos, nascido na cidade de Sobral e falecido em 2017 no Rio Grande do Sul. Partindo de memórias familiares e afetivas, Silvero selecionou um repertório composto pelo ídolo em diferentes épocas e contextos, e ofereceu a 15 canções sua dramaticidade e força interpretativa, que ganhou novas dimensões através da performatividade do ator. 

Valendo-se desta força interpretativa, adquirida e lapidada pelos anos dedicados ao Teatro, Silvero garante às plateias a possibilidade de reencontrar e recantar sucessos que marcaram gerações, ao mesmo tempo em que convida o público a perceber o poder da poesia de Belchior, seu legado e atemporalidade. O roteiro do show prevê momentos divertidos, emocionantes e de introspecção, conta com quinze músicas conhecidas do grande público, e este, não se intimida em fazer coro para sucessos como Como Nossos Pais, Sujeito de Sorte, Medo de Avião, A Palo Seco, Paralelas, entre outros tantos clássicos, ao mesmo tempo em que o convida a perceber o poder da poesia de Belchior, seu legado e a saudade justificada pela ausência de um coração selvagem.

“Esse é um show cortante como faca, um corte profundo na alma. Aqui não estão canções suaves, corretas, mas sim palavras que ecoam feito navalhas. As canções são interpretadas por um conterrâneo de Belchior, um cearense de Mombaça, um menino latino-americano vindo do interior, um sujeito de sorte que driblou a fome e a sede através da arte. Apenas um ator, um cantor que dramatiza os versos e os atualiza em provocações do nosso tempo no intuito de “amar e mudar as coisas”, declara Silvero.

Este espetáculo, como não poderia deixar de ser, cumpre com toda liturgia do Teatro, onde a dramaturgia, os figurinos, o desenho de luz e a trilha perfeita garantem ao público uma experiência inesquecível. O ator sobe ao palco acompanhado de Geremias Rocha (teclado), Brunu Chico (violão e baixo), Wallace Lopes (direção musical e guitarra), Vladya Mendes (bateria) e  Vitor Lima (sopros). 

As apresentações no Rio ocorrem no Teatro Rival (Rua Álvaro Alvim, 33 – Subsolo) nos dias 27 e 28 de outubro às 19h30. Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 60,00 e R$ 140,00. Para aquisição de ingressos para pessoas em cadeira de rodas, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, realizar contato através do e-mail: sacrival@teatrorival.com.br ou pelo WHATSAPP (21) 2240-4469. Mais informações https://www.instagram.com/quintalrio/

Silvero Interpreta Belchior – apresentações no Teatro Rival

27 e 28 de outubro, sexta e sábado, 19h30 (o Teatro abre as portas às 18h30) – Teatro Rival – Rua Álvaro Alvim, 33 – subsolo

Classificação Indicativa: 12 anos 

Duração: 80 minutos

INGRESSOS:

SETOR A

Estudante R$ 70,00 

Idoso R$ 70,00

Professor da rede municipal e estadual do Rio de Janeiro R$ 70,00

PCD R$ 70,00

Clube do Assinante O Globo R$ 70,00

Ingresso Solidário R$ 90,00

Cartão Giro MetrôRio R$ 90,00

Agente MAM R$ 90,00

Funcionário MAM R$ 90,00

Inteira R$ 140,00

SETOR B

Estudante R$ 60,00

Idoso R$ 60,00

Professor da rede municipal e estadual do Rio de Janeiro R$ 60,00

PCD R$ 60,00

Clube do Assinante O Globo R$ 60,00

Ingresso Solidário R$ 80,00

Cartão Giro MetrôRio R$ 80,00

Agente MAM R$ 80,00

Funcionário MAM R$ 80,00

Inteira R$ 120,00

Para aquisição de ingressos para pessoas em cadeira de rodas, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, realizar contato através do e-mail: sacrival@teatrorival.com.br ou pelo WHATSAPP (21) 2240-4469. 

Ficha Técnica

Voz: Silvero Pereira

Teclado: Geremias Rocha

Violão e baixo: Brunu Chico

Guitarra: Wallace Lopes

Bateria: Vladya Mendes

Sopros: Vitor LIma

Iluminação e operação: Sarah Salgado

Design de som: Arthur Ferreira

Produção: Quintal Produções

Direção geral: Verônica Prates

Coordenação de projetos: Valencia Losada

Produção executiva: Camila Camuso

Assessoria de Comunicação – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor  

SETLIST

1 – Sujeito de sorte

2 – A Palo Seco

3 – Todo sujo de batom

4 – Coração Selvagem

5 – Rapaz latino Americano

6 – Medo de avião

7 –  Alucinação

8 – Paralelas

9 – Galos noites

10- Quintais Fotografia 3 x 4

11 – Princesa do meu lugar

12 – Hora do almoço

13 – Pequeno mapa do tempo

14 – Como nossos Pais

15 – Velha Roupa Colorida

Térreo Bar promove lançamento de programação musical na quarta, 25 de outubro, com Brazilian Stuff

Ao Vivo no Térreo é um projeto mensal gratuito com curadoria da pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin

O Térreo Bar promove na quarta-feira, 25 de outubro, o lançamento do projeto Ao Vivo no Térreo, uma programação musical mensal que conta com a curadoria da pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin. O Ao Vivo no Térreo ocupará uma noite de quarta-feira dos meses de outubro, novembro e dezembro com performances mensais de artistas locais apresentando projetos autorais e também versões. Na estreia do projeto o público poderá conferir com entrada franca a apresentação do trio Brazilian Stuff. O trio de música instrumental é formado por Edu Meirelles (Baixo), Murilo Moura (Teclado) e Ronie Martinez (Bateria). Calcado na Brasilidade, mas com influências de soul e jazz, Brazilian Stuff segue o caminho dos trios de Samba Jazz dos anos 1960, mas sem virar as costas para as sonoridades contemporâneas. No repertório, Tom Jobim, João Donato, Marcos Valle, Milton Nascimento, Elis Regina, João Gilberto e Eumir Deodato, além de releituras bem “abrasileiradas” de Stevie Wonder, Horace Silver, Donny Hathaway e Crusaders.

Em novembro, o público poderá conferir a cantora Nina Rouge no dia 22, e em dezembro, será a vez de Ianaê Régia, compositora que lançou recentemente seu primeiro álbum, AFROGLOW, projeto vencedor do edital Natura Musical. “Depois do sucesso do Samba do Quintana, agora é a vez de trazermos uma programação musical com outros estilos para a Travessa dos Cataventos, proporcionando ao público um novo espaço para conhecer nossos artistas locais”, revela a curadora. 

A casa oferecerá opções de drinks e pratos especiais, criados especialmente para o evento. O show inicia às 20h, com entrada franca. O Térreo fica na rua Travessa dos Cataventos, na Casa de Cultura Mario Quintana. Para reservas e mais informações, acesse – https://www.instagram.com/terreo.ccmq/ 

Saiba Mais

Inaugurado em 2022, o Térreo é um empreendimento idealizado pelos sócios Rafael Schneider e Gustavo Bordignon – proprietários da cerveja Vento Livre – que há mais de 10 anos produzem e vendem chopp artesanal em bares e eventos do RS. Com entrada pela Travessa dos Cataventos, no térreo da Casa de Cultura Mario Quintana, o bar tem uma excelente curadoria nas suas 12 torneiras de chope: seis delas conectadas com cervejas da Vento Livre, e as outras seis com cervejas de outros pequenos produtores locais, valorizando o que há de melhor em produção de cerveja artesanal no RS.

A carta de drinks é variada: encontram-se desde drinks tradicionais, como a Mimosa, Aperol Spritz e Negroni até os autorais, batizados  com nomes que remetem às referências do centro cultural, como é o caso do Majestic e do Eu Passarinho. Entre os destaques da culinária temos o hambúrguer de cogumelos empanados: uma combinação ímpar de diferentes texturas com o sabor umami do cogumelo e o sweet chilli da Casa. Também o suculento sanduíche de carne de panela com rúcula e parmesão.  O Térreo funciona de terça a domingo das 12h às 23h, indo até mais tarde nos sábados e vésperas de feriados.

Sobre a curadora: Bruna Paulin é artista, jornalista e mestre em Comunicação, e atua como pesquisadora musical há 21 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil e curadora e produtora do Samba do Quintana, projeto realizado pela Casa de Cultura Mario Quintana que promove uma roda de samba no primeiro domingo de cada mês. Também é produtora executiva da reedição em vinil de Pra Viajar no Cosmos não Precisa Gasolina de Nei Lisboa, lançamento da Toca do Disco Records. 

AO VIVO NO TÉRREO

Térreo Bar – Casa de Cultura Mario Quintana – Travessa dos Cataventos

Primeira edição – 25 de outubro, quarta-feira, 20h

Com Brazilian Stuff

Entrada franca

Sarau da Clara Corleone promove edição com os escritores Camila Maccari e Thiago Souza de Souza  na quinta, 19 de outubro

Edição Evoé, Jovem Artista! ocorre  partir das 19h na Livraria Paralelo 30 

Na quinta-feira, 19 de outubro, a partir das 19h, a escritora Clara Corleone promove seu sarau literário na Livraria Paralelo 30. A edição Evoé, Jovem Artista! recebe os escritores Camila Maccari e Thiago Souza de Souza. 

Criado em 2017 com edições mensais no Von Teese Bar, o evento literário traz sempre um tema que pauta os textos lido por Clara e seus convidados e já recebeu as escritoras Martha Medeiros, Claudia Tajes e Luisa Geisler, as políticas Manuela D’Ávila e Fernanda Melchionna, os diretores de cinema Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo, os jornalistas Katia Suman, Carol Anchieta e Roger Lerina, as atrizes Mirna Spritzer, Maria Galant e Catharina Conte, entre outros.

Os ingressos custam R$ 15,00 e o bar funciona durante o evento. A Livraria Paralelo 30 fica na Rua Vieira de Castro, 48, bairro Farroupilha. 

Clara Corleone é atriz, escritora e produtora. Já teve textos publicados no jornal Zero Hora e no site Lugar de Mulher. Desde 2017 comanda um sarau literário com seu nome. “O homem infelizmente tem que acabar” (Zouk), está, atualmente, em sua sétima impressão e foi vencedor do Prêmio Minuano de Literatura, categoria crônicas (2020). No mesmo ano, Clara foi contemplada com dois prêmios no edital FAC Digital RS – como apresentadora com seu sarau virtual em parceria com a produtora Ah Tri Cultural e como dramaturga do projeto “Músicas para remendar o coração” em parceria com a artista Bruna Paulin. Em 2021 lançou seu primeiro romance “Porque era ela, porque era eu” pela L&PM e recebeu o Prêmio Jacarandá de Autora Revelação. Em 2022, também pela L&PM, lançou o segundo romance, “Predadores”.

Camila Maccari nasceu em Sarandi, interior do Rio Grande do Sul, em 1992. Atualmente mora em Porto Alegre, onde formou-se em Comunicação Social e trabalha como jornalista e redatora publicitária. Dias de se fazer silêncio, seu livro de estreia, foi contemplado com o Prêmio Açorianos de Literatura e finalista do Prêmio AGES, do Prêmio Academia Riograndense de Letras e do Prêmio Mozart Pereira Soares.

Thiago Souza de Souza é jornalista formado pela PUCRS, mas prefere a ficção. Estreou na literatura em 2021 com Jamais serei seu filho e você sempre será meu pai (Editora Taverna), finalista do Prêmio São Paulo na categoria Romance de Estreia e vencedor do Prêmio Jacarandá na categoria Livro do Ano, ambos em 2022. Está terminando de escrever seu segundo romance, uma história sobre precisar se afastar, premonições, futuro e arte.

Sarau Clara Corleone convida Camila Maccari e Thiago Souza de Souza

Edição: Evoé, Jovem Artista!

19/10, quinta-feira, 19h

Livraria Paralelo 30 (R. Vieira de Castro, 48)

Ingresso: R$ 15,00

CHC Santa Casa recebe Terra sem Mapa neste final de semana com sessão com LIBRAS

Sessão de domingo, 22 de outubro, contará com intérprete de LIBRAS

Sucesso desde sua estreia, espetáculo celebra os 45 anos de teatro e amizade de Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

Terra Sem Mapa retorna ao teatro do CHC Santa Casa para duas apresentações neste final de semana, nos dias 21 e 22 de outubro. O espetáculo contará com intérprete de LIBRAS na sessão de domingo, às 18h. 

“A memória é terra sem mapa, sem contorno, sem fronteira”. Assim se movem Luba-Mirna e Vrum-Sergio em seu teatro sobre migrações e travessias, exílios e encontros, vida e morte. Em TERRA SEM MAPA, artistas e seus duplos narram histórias, cantam e dançam numa celebração poética da existência, apesar da dor e dos descaminhos. Histórias que tecem o passado e o presente. As travessias estão por todos os lados: mares que se agitam ou se acalmam, fronteiras móveis ou arames ameaçadores, a premência de abandonar lares e atravessar tormentas em busca da vida prometida. Nesse contexto de migrações, Terra Sem Mapa fala por imagens, cartas, mensagens distantes ou publicações da imprensa e pela ficção, as quais têm âncora firme na realidade das terras de acolhimento. E não só por aqui: nossos tempos registram diariamente a diáspora de diferentes populações cruzando países ou mares inseguros, a pé, em botes frágeis, agarrados ao imenso desejo de viver e sem garantia nenhuma de vida.  

Mirna Spritzer e Sergio Lulkin comemoram mais de quatro décadas de trajetória profissional iniciada no mesmo espaço, o Teatro de Arena de Porto Alegre, com Terra sem Mapa. Nesta criação autoral, reúnem-se por suas semelhanças artísticas e seus diferentes caminhos de formação para dar corpo a uma dupla que há muito se desenha: Vrum e Luba.

Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória. “Esse universo de narrativas brota de fontes literárias sobre migrantes que aportam em novos mundos onde as pessoas buscam vida, alimento e futuro. Correm riscos, no limite da vida e da morte e desembocam na cena que é desenhada no espaço puro, denso de luz e sombra, e por textos diversos apropriados por dois tipos que habitam a memória familiar”, contam Mirna e Sérgio. O espetáculo apresenta imagens advindas da memória, das palavras e dos corpos em desenho no espaço. Profundamente apoiado no trabalho da atriz e do ator em relação com a luz, a sombra, o silêncio e a música. Humor e melancolia se mostram no movimento e na pausa. E no vazio imenso e intenso do palco aberto ao jogo e à contracenação. 

Após o primeiro encontro, há 45 anos, a dupla de artistas cruzou por muitas vezes, em diversos âmbitos profissionais, ambos com experiências em diferentes linguagens como o teatro, o rádio, cinema e televisão. Estudantes do Departamento de Arte Dramática e Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS, onde também realizaram seu Doutoramento na área da Educação. Em Terra sem Mapa, reúnem-se para a criação autoral após a experiência desses personagens com teatro online e vídeo, decidem ancorar seus desejos artísticos no Estúdio Stravaganza, onde trabalharam com práticas diversas, jogos, dramaturgias e ensaios. Assim, após trabalhos com diferentes direções e meios, iniciam aqui uma nova trajetória onde são criadores artísticos da cena em que habitam. 

Mirna e Sérgio estiveram juntos nos filmes O Mercado de Notícias, direção de Jorge Furtado, Antes que o mundo acabe, direção de Ana Luiza Azevedo e no telefilme Doce de Mãe, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo para TV Globo, todas produções da Casa de Cinema de Porto Alegre. No teatro contracenaram no icônico O casamento do pequeno burguês, de Brecht, com direção de Irene Brietzke, em 1978. Mirna integrou o Teatro Vivo, sob direção de Irene Brietzke, de 1979 a 2001, Sergio integrou o grupo TEAR sob direção de Maria Helena Lopes, de 1980 a 2002.

Terra sem Mapa conta com colaboração artística de Carlos Mödinger, figurinos de Rô Cortinhas, desenho de luz de Ricardo Vivian, música original de Gustavo Finkler, identidade visual de Leandro Selister e produção de Mirna, Lulkin e Renata Stein. As apresentações ocorrem às 20h no sábado e às 18h no domingo, com ingressos entre R$ 33,60 e R$ 67,20 à venda pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/  ou uma hora antes das apresentações. O CHC Santa Casa fica na Av. Independência, 75. 

Saiba Mais

Sinopse: Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória.

TERRA SEM MAPA NO CHC SANTA CASA – COM SESSÃO COM LIBRAS

21 de outubro, sábado, 20h e 22 de outubro, domingo, 18h – sessão com LIBRAS

CHC Santa Casa – Av. Independência, 75

Ingressos à venda pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/ entre 33,60 e 67,20

Duração: 55 minutos

Classificação Livre

Ficha Técnica:

Criação e Atuação: Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

Colaboração Artística: Carlos Mödinger

Figurino: Rô Cortinhas

Iluminação: Ricardo Vivian

Operação de luz: Ricardo Vivian e Fabi Santos

Trilha sonora original: Gustavo Finkler

Operação de som: Luiz Manoel e Fabi Santos

Identidade Visual: Leandro Selister

Fotografia: Adriana Marchiori

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Produção: Mirna Spritzer, Renata Stein e Sergio Lulkin

Mirna Spritzer: Atriz, professora e radialista. Pesquisadora das vozes, escutas e paisagens sonoras nas Artes Cênicas e Radiofônicas. Bacharela em Interpretação, Mestre e Doutora em Educação pela UFRGS. Professora aposentada do DAD e PPGAC, UFRGS. Seus trabalhos mais recentes são, no cinema, Ana, Sem Título, com direção de Lúcia Murat, da Taiga Filmes. Aos olhos de Ernesto, com direção de Ana Luiza Azevedo, da Casa de Cinema de Porto Alegre, YONLU, com direção de Hique Montanari, da Container e Prana Filmes. No teatro, Expresso Paraíso, de Thomas Kock, direção de Maurício Casiraghi, pela ATO Cia Cênica e A Comédia dos Erros, de William Shakespeare, direção de Adriane Mottola, com a Cia Stravaganza. Cidade Proibida, Cena Urbana com direção de Patrícia Fagundes para Cia Rústica de Teatro. Língua Mãe. Mameloschn de Mariana Salzmann, direção de Mirah Laline, Troféu Braskem de Melhor Atriz, no 22º Festival Internacional Porto Alegre em Cena e Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo. Na televisão o, Doce de Mãe, realização da Rede Globo de Televisão e Casa de Cinema de Porto Alegre, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo. E Fantasias de uma Dona de Casa, realização da RBS TV e Casa de Cinema de Porto Alegre, com direção de Ana Luiza Azevedo, série com duas temporadas. Participou com Sergio Lulkin do vídeo Lubi e Vrum no Clube de Esquina apresentado no show on-line SOS Ocidente, em 2021. Participou como atriz do Projeto Quartas Drama ticas, realização da Ato Cia Cênica, Cia Indeterminada e Cia Stravaganza, com a leitura de Lesões incompatíveis com a vida, de Angélica Lidell, direção de Paulo Roberto Farias, e Os Cegos de Michel de Ghelderode, onde foi também diretora, E ainda, Tudo nasce de uma ferida íntima, espetáculo multimídia dentro do Festival Kino Beat e Sarau Deslocamentos, espetáculo cênico – musical dentro do Projeto Unimúsica UFRGS, com direção de Miriam Amaral e Carla Joner, em ambos como atriz e roteirista. Foi criadora, apresentadora e produtora do Programa RADIOTEATRO na Rádio FM Cultura de Porto Alegre, 10 anos no ar. Premiada no Edital NOSSA ONDA do Minc e da Cinemateca Brasileira para peças radiofônicas, com a peça Radiofônica Guarda-Roupa. Participou como atriz do podcast O amor que horror, dentro do 28 Festival Internacional Porto Alegre Em Cena. E ainda, A história do Disco, de Bruna Paulin e Submersa, de Camila Proto, dentro do Festival Kino Beat 2019. Também do projeto acústico P.S. Palavras que entrego a ti, de Danuta Zaghetto. E o episódio Das peças radiofônicas, no podcast RESPIRA CULTURA da UFRGS. Produz o perfil Coisas pra dizer em voz alta, no Instagram. Fez a leitura vocalizada de A Caverna, com a presença de Jose Saramago, no lançamento da obra em Porto Alegre, em 2000. Duas vezes premiada com o Troféu Açorianos e uma com o Prêmio Quero Quero, todos de Melhor Atriz. Compo s com Irene Brietzke, Denize Barella e Antonio Carlos Brunet, o TEATRO VIVO, grupo que marcou a história do teatro no Rio Grande do Sul com espetáculos como Salão Grená, Mahagonny, No Natal a gente vem te buscar e Peer Gynt, o imperador de si mesmo, entre outros. Publicou os livros Bem Lembrado, memórias do radioteatro em Porto Alegre, com Raquel Grabauska pela Editora AGE e A formação do Ator, um diálogo de ações, pela Editora Mediação, em sétima edição. E ainda, capí tulos de livros e artigos publicados em va rios perio dicos em especial A poética da escuta, na Revista Voz e Cena, em https://periodicos.unb.br/index.php/vozecena/article/view/31599/2 6378

Sergio Lulkin: Ator, bacharel em Artes Cênicas pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1983). Mestre em Educação (2001) e Doutor em Educação (2007) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e professor aposentado pela mesma Universidade e mantém atividades de formação e criação nas áreas de Educação e Teatro. Atua desde 1977, tendo integrado o Grêmio Dramático Açores do Teatro de Arena e, posteriormente, atuou em O Casamento do Pequeno Burguês de Bertolt Brecht, primeira montagem, com direção de Irene Brietzke; atuou em outros espetáculos sob direção de Roberto Ruas, Suzana Saldanha e Luiz Arthur Nunes. Integrou o grupo TEAR de 1980 a 2002, sob a direção de Maria Helena Lopes, tendo participado de espetáculos com destaque como Quem Manda na Banda (Prêmio Tibicuera de Melhor Ator, 1981), Os Reis Vagabundos, Crônica da Cidade Pequena e O império da Cobiça. Em 2001, com o espetáculo Solos em Cena, com direção de Maria Helena Lopes, ganhou o prêmio Açorianos de Melhor Ator. Atuou em diversos filmes de curta e longa metragem, tendo participado de Saneamento Básico, com direção de Jorge Furtado, em 2007. Participou do longa-metragem Antes que o mundo acabe (2010), com direção de Ana Luiza Azevedo. De 2008 a 2010 atuou no espetáculo O bairro, dirigido por Marco Fronchetti. Em 2012 e 2013 participou do Telefilme e da série de TV Doce de Mãe, produção Casa de Cinema e TV Globo. Em 2013 integrou o elenco do filme O mercado de notícias, documentário rio longa metragem com direção de Jorge Furtado. De 2016 a 2019 apresentou o espetáculo El Juego de Antonia, em parceria com Luciana Paz e direção de Andre Carreira. Entre 2020 e 2022 seguiu diversos cursos de formação em Clown, Canto para o Teatro, Experimentos de Zoom para o Teatro, Experimentos em Audiovisual, ofertados em plataformas digitais. Nesse mesmo perí odo, com direção e roteiro de Marco Fronchetti, a partir da obra “O torcicologologista” de Gonçalo Tavares, participou de Excelências, Experimento Zoom I e II, apresentados pelo youtube e pela Fundarte de Montenegro, RS. Em 2021, atua com Mirna Spritzer em Lubi e Vrum no Clube de Esquina, vídeo apresentado no show on-line SOS Ocidente.

Grupo suíço de jazz se apresenta nesta terça, 17 de outubro, com única apresentação no Las Brutas 

60 Miles retorna à América Latina apresentando seu último álbum “Ice Scream”

Banda circulou pela Argentina e Chile e encerra turnê no Rio 

Nesta terça-feira, 17 de outubro, o grupo suíço de jazz 60 Miles encerra sua turnê pela América Latina com única apresentação no Rio de Janeiro no Las Brutas (Rua Sá Ferreira, 25 – Copacabana). Após ter passado pela Argentina e Chile, a banda chega ao Brasil para performances em Porto Alegre (16, Grezz) e no Rio, para apresentar seu quarto álbum, Ice Scream, lançado este ano. Esta é a segunda vez que o 60 Miles vem ao Brasil. O trio já percorreu desde 2015 Europa, China, Japão, Brasil e Argentina. Nas performances da turnê 2023, o público poderá conferir a participação do trompetista Shems Bendali. 

Sem dúvida, o que 60 Miles propõe é o jazz. Existe ainda hoje um jazz que se refere apenas a si mesmo e se alimenta apenas da sua própria tradição? 60 Miles opta por criar sua própria música, inspirando-se em Parker, Jarrett e Cohen, bem como em Led Zeppelin, Radiohead e Beethoven. Uma música formada na grande tradição do trio, mas sem os códigos habituais. O estilo de 60 Miles busca melodias fortes, desenhando uma interessante proposta de improvisação.

Numa altura em que o mundo ocidental finalmente toma consciência da catástrofe climática que gerou, será ainda possível reverter a situação? Podemos mudar algo específico em nossa escala? E a música tem algum papel a desempenhar nisso? A estas questões, os quatro músicos Nicolas Gerber (piano), André Hahne (baixo), Shems Bendali (trompete) e Philipp Leibundgut (bateria) só conseguem dar a resposta de poesia e criatividade. Ice Scream foi lançado em fevereiro deste ano e conta com dez composições de Nicolas, André e Philip. Com influências das artes visuais e da dança contemporânea, em sua estética sonora há inspirações que vêm da música clássica e do jazz americano. Destaca-se a incorporação do trompete e a polirritmia evidente que perpassa o trabalho com variações de métricas, marcando uma certa evolução na sonoridade da banda.

Os ingressos para a performance no Rio custam R$ 30,00  e a apresentação inicia às 19h30. Para mais informações, acesse instagram.com/60milesjazz

60 Miles – Única apresentação no Rio de Janeiro

Terça-Feira, 17 de outubro, 19h30

Las Brutas – Rua Sá Ferreira, 25 – Copacabana

Youtube: 60 Miles – YouTube

Spotify:https://open.spotify

Instagram: 60 Miles (@60milesjazz) • Fotos y videos de Instagram

Web: 60 millas (60miles.ch)

Etiquetas en redes: @60milesjazz @andrehahne1 @shemsbendali @philippleibundgut @irina.hayipanteli @hermanager.agencia  / CABA @ericasantospr

Vídeo ao vivo: “Soon Reach” https://youtu.be/B37wIpHorqk?si=33tKHD05EtmiQRaT

Sobre os artistas

Nicolas Gerber | piano & keyboards nicolasgerber.ch/ (Suiza)

Pianista de jazz e tecladista de rock. Toca principalmente com 60 Miles e KKAAN, com quem faz turnês pela Europa, Ásia e América do Sul. Colaborou com diversos músicos como Guillaume Perret, Cyril Regamey, Samuel Blaser, Lucien Dubuis, Lionel Friedli, Simon Gerber, Le Bel Hubert, Napoleon Washington e Mimmo Pisino. Faz teatro musical, com o Théâtre de la Grenouille e a companhia Frakt’ de Biel ou com o cineasta Pierre-Yves Borgeaud. Estuda na Montreux Jazz School; leciona na Musikschule Biel.

André Hahne | baixo (Alemanha)  https://www.andrehahne.com/

André Hahne é um compositor, baixista e produtor musical alemão/neozelandês que vive e trabalha na Suíça. Diretor do selo Nova Jazz que organiza concertos e o festival anual de jazz em Yverdon-les-bains, na Suíça. Reconhecido como compositor, baixista e fundador de diversos projetos como No Square Quartet e 60 Miles Trio. Ele também cria músicas para peças de teatro e dança. Ele tem um forte senso melódico e recentemente concentrou sua pesquisa em polirritmias.

Philip Leibundgut | Batería (Alemanha) https://www.philippleibundgut.ch/

Nascido em 1991 em Burgdorf, Berna, estuda no HKB Jazz Bern com Dejan Terzic, Jan Fabricky, Lutz Häfner e Patrice Moret, entre outros. Atua em projetos na Suíça e no exterior. Os conjuntos ativos incluem: Woodoism, Dimitri Howald Trio, Windisch, Shane Quartet e Swiss Jazz Orchestra. Vencedor do Biberach International Jazz Prize com o Shane Quartet e uma bolsa da Friedl Wald Foundation. Em 2018 ganhou o Prêmio ZKB Jazz com a banda Woodoism.

Shems Bendali | Trompete (França)  Trompettiste de Jazz | Compositeur | Shems Bendali | Accueil |

Shems nasceu em 1996 e cresceu na pequena cidade de Thonon-Les-Bains (França). Estudou com Matthieu Michel, Emil Spanyi, Robert Bonisolo, René Mosele e Banz Oester. Atuou em palco e/ou estúdio com Bastian Baker, Kadebostany, Charlie Winston, Fianso, Rilès, Danitsa, Lea Lu, Issam Krimi, François Jeanneau, Matthieu Michel, Pierre Drevet, Banz Oester, Emil Spanyi, Jean-Lou Treboux, Chistophe Moniot, Nils Wogram, Nik Bartch, Emmanuel Bex e muitos mais.

Focus Cia. de Dança apresenta Bichos Dançantes e Still Reich nos dias 21 e 22  de outubro no Theatro São Pedro

Sessões ocorrem no Theatro São Pedro com o patrocínio da Petrobras através da Lei Federal de Incentivo à Cultura

A carioca Focus Cia. de Dança desembarca na capital gaúcha no mês de outubro para apresentar dois espetáculos em três sessões no Theatro São Pedro. O espetáculo Bichos Dançantes, primeira obra infantil da companhia, terá única apresentação no dia 21 de outubro, às 16 horas. Já Still Reich, espetáculo com três indicações ao Prêmio Cesgranrio de Dança e vencedor de melhor coreografia, será apresentado nos dias 21 e 22 de outubro, sábado às 20h e domingo às 18h. Os trabalhos têm a direção, texto, concepção e coreografia de Alex Neoral. Os ingressos custam R$40 a inteira e R$20 a meia. Esta circulação conta com o patrocínio da Petrobras através da Lei Federal de Incentivo à Cultura

Bichos Dançantes é um trabalho que conta com vozes de grandes artistas, como Reynaldo Gianechini, Lucinha Lins, Evelyn Castro, Gabriel Leone, José Loreto e Mateus Solano, entre outros. Essas potentes vozes são interpretadas pelos corpos dos bailarinos da Focus Cia de Dança que dão vida a esses personagens. O espetáculo é uma aventura onde oito bichos se deparam com um desejo em comum, e assim recebem um desafio de Elisa, uma jabuti que completa cem anos e quer fazer dessa data tão especial algo inusitado. Catorze personagens desenham essa jornada cheia de mensagens e pensamentos que serão absorvidas tanto por crianças quanto por adultos.

A criação de um espetáculo direcionado ao público infantil é desejo antigo de Alex Neoral, diretor artístico e coreógrafo da Focus Cia de Dança. “Bichos Dançantes é mais um desafio cumprido com excelência pela Cia, que nasceu com o intuito de reforçar o comprometimento com a comunicação e a um maior acesso de todos à arte”, comenta o diretor. “Este trabalho é um convite ao entretenimento para crianças de 0 a 100 anos, e é também uma oportunidade de compartilharem um momento lúdico e de aprendizado através da arte e da dança”, completa Neoral.

O texto é de autoria do próprio coreógrafo que além de estrear o espetáculo infantil, também estreia como autor e lança o livro com a história e diálogos da peça. As músicas são compostas pela dupla TUIM, Felipe Habib e Paula Raia, com letras e arranjos todos originais e criados especialmente para esse espetáculo. As canções e a trilha incidental complementam a narrativa que mistura humor, alegria, questionamentos e muita diversão. “Esta é uma oportunidade para avivar nossas crianças interiores e constatar que o desafio de Elisa (que na verdade, todos nós procuramos) está mais perto do que imaginamos”, comenta o diretor.

Still Reich

Still Reich reúne, em um programa único, peças compostas a partir de músicas do compositor contemporâneo americano, Steve Reich. Inspirado pelo vigor e construções musicais de suas composições, Alex Neoral apresenta quatro de suas obras neste espetáculo: “Pathways”, “Trilhas”, “Wood Steps” e “Keta”. O espetáculo foi vencedor do Prêmio Cesgranrio de Dança como melhor coreografia e ainda indicado como melhor bailarino e melhor bailarina.

Segundo Alex Neoral, Still Reich, que significa ‘ainda Reich’, é como se o compositor ainda continuasse o inspirando. Depois de quinze anos da primeira peça que criou com músicas dele, novamente o coreógrafo se inspira em suas músicas para a concepção de uma nova obra. “O espetáculo apresenta peças coreográficas que se assemelham muito com às composições de Reich, que apresentam um fascínio pela combinação, pela questão abstrata, que vira uma música, assim como as coreografias, que combinam gestos aleatórios, criando universos a partir disso, sem um assunto pré-existente”, explica Neoral.  

“Pathways”, com a música  Music for Pieces of Wood, traz em sua construção uma síntese da linguagem da Focus e o desafio de criar uma nova obra a partir de trechos pré-existentes. Apresentado inicialmente em Stuttgart, na Alemanha, foi um trabalho elogiado pelo público e pela crítica, tendo sido remontado para o ‘CityDance Ensemble’ – hoje ‘Company E’ –, de Washington DC. Já “Trilhas” é um extrato do espetáculo ‘Ímpar’, que aborda o instante e a partícula do momento que pode e muda o seguinte. Na fisicalidade, Neoral construiu a coreografia inspirado em fugas, escapadas e corridas; assim, como na música Different Trains – After the War, há traços de tensão. Ambos trabalhos já foram apresentados na Alemanha, França, Itália, Panamá, além de inúmeras cidades brasileiras.

Em “Wood Steps”, a inspiração vem da vida nômade: pessoas que moram no “mundo” e fazem de seus pés as suas casas. O trabalho utiliza a percussão de pés para criar ritmos e marcações para a obra Proverb de Reich, onde a escrita coreográfica ganha o solo, explorando uma movimentação pesada e inusitada, fortificando a relação com o chão que se pisa. A metáfora do sapato,  que  possibilita  ir  mais  longe  e  nele guarda muitas histórias de quem o usa.

 “Keta”, significa terceiro em Iorubá. Reich compôs Drumming, música da peça, em uma viagem que fez à Gana na África. Esse universo tribal e ritualístico, de alguma forma, é levado para a cena através de uma construção coreográfica veloz, viva e orgânica, mostrando corpos em sua máxima potência em um trabalho vigoroso e ao mesmo tempo humano.

A companhia

Com 25 obras e 16 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança segue consolidando, ao longo de 23 anos, uma história autêntica reconhecida pela crítica especializada e com sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Madri e Panamá. Logo quando a pandemia aquiesceu, em 2021, estreou o espetáculo Vinte e o seu primeiro infantil Bichos Dançantes, este último contemplado na Chamada Petrobras Cultural de Artes Cênicas.

 Em 2020 lançou Corações em espera, criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube. A obra foi indicada ao prêmio APCA na categoria criação, ficando em cartaz por 17 semanas. Em 2019 a Focus ganhou o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta parte integrante do espetáculo Still Reich e teve seu elenco indicado ao prêmio APCA durante a temporada na capital paulista, ainda no mesmo ano recebeu a indicação de melhor coreografia para Focus Dança Bach, e melhor bailarino pelo 2º Prêmio Cesgranrio de Dança. Em 2017 se apresentou no Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Há 10 anos, a Focus Cia de Dança foi escolhida, através da seleção publicado Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção. Mais de 1 milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral traduzidas no corpo de baile da companhia que é formada por bailarinos de todo o país.

Em julho de 2023, estreou nacionalmente no Rio de Janeiro, “Carlota – Focus dança Piazzolla”, sucesso de crítica e público, além de representar como convidada especial a dança do Brasil no Festival Hola Rio, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do governo fluminense em Madri, onde apresentou “Trupe” e “As canções que você dançou pra mim” na Casa de Vacas e Casa de América, além de participar de intercâmbio e residência artística com a Dínamo Cia de Danza.

Equipe Bichos Dançantes: Direção Artística, concepção, coreografia e texto: Alex Neoral | Direção de Produção e Gestão: Tatiana Garcias | Coordenação de Projeto: Taysa Diniz | Assistente de Direção e Ensaiado: Luisa Vilar | Produção Executiva : Giseli Ribeiro | Direção dos atores: Alex Neoral e Felipe Habib | Trilha original: Tuim | Felipe Habib e Paula Raia | Iluminação: Renato Machado | Figurinos: Ursula Fêlix | Cenário: Natália Lana | Adereços: Orlando Sergio | Programação Visual: Barbara Lana | Ilustração: Eléonore Guisnet | Fotos: Dan Coelho, Dantas Jr. , Manu Tasca, Sabrina da Paz | Atores | vozes em off | Lucinha Lins, Reynaldo Gianechini, Mateus Solano, Tânia Alves, José Loreto, Bianca Byington, Vilma Melo, Juliana Alves, Evelyn Castro, Fernanda Abreu, Gabriel Leone, Jefferson Shroeder, Pedro Lima, Felipe Habib e Paula Raia | Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Lindemberg Malli, Iure de Castro, Paloma Tauffer, Vanessa Fontes e Wesley Tavares | Patrocínio Oficial: Petrobras | Realização: Neoral Garcias Produções Artísticas

Equipe Still Reich: Direção, Concepção, Coreografia: Alex Neoral | Direção de Produção: Tatiana Garcias | Produção Executiva: Giselli Ribeiro | Iluminação: Binho Schaefer | Técnico de Iluminação: Anderson Ratto | Técnico de Palco: Paulo Berbeto | Visagismo e Figurinos: André Vital | Confecção de Figurinos: Jacira Garcias | Redação: Mônica Riani | Fotos: Manu Tasca e Paula Kossatz | Programação Visual: Barbara Lana | Mídias Sociais: GuiiuG Comunicaçao | Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Lindemberg Mallí, Iure de Castro, Paloma Tauffer, Vanessa Fonseca e Wesley Tavares

Serviço

Focus Cia de Dança apresenta Bichos Dançantes e Still Reich

Bichos Dançantes

21 de outubro às 16h – Classificação: Livre

Still Reich

21 de outubro às 20h; 22 de outubro às 18h – Classificação: 12 anos

Ingressos: R$ 40,00 inteira | R$ 20,00 (meia-entrada)

Local: Theatro São Pedro – Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico, Porto Alegre

 Informações: 51 2106-8000

Vendas

bilheteria do teatro e pelo site https://theatrosaopedro.eleventickets.com/#!/home

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑