Projeto com entrada franca ocorre no final do dia da votação municipal do primeiro turno e celebra a participação democrática de forma simbólica
Por conta das eleições municipais, evento iniciará às 17h
No domingo, 06 de outubro, finalizando o dia em que ocorrem as eleições municipais (primeiro turno), a Travessa dos Cataventos recebe mais uma edição do Samba do Quintana, evento promovido pela CCMQ. Com programação gratuita e ao ar livre, a edição conta com as performances da banda residente Thiago Ribeiro & Amigos e a participação de Maria do Carmo Carneiro, a partir das 17h e acompanha um dia simbólico de participação democrática pelas ruas.
O projeto realizado pela CCMQ, instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), tem curadoria da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin. Lançado em junho de 2023, tem como objetivo promover mensalmente a cultura do samba e oferecer espaço para os compositores locais apresentarem suas obras, além de clássicos do gênero, através de formação de público e de cena. Ao entender que a casa é um espaço de fruição, mas também de formação e de experimentação artística, o Samba do Quintana se torna palco de músicos e musicistas experientes, atuantes, em colaboração com novos nomes da cena.
Evento já consolidado na agenda cultural da cidade, o Samba do Quintana dialoga com outros núcleos da CCMQ, que abriga o Instituto Estadual de Música (IEM) e a Discoteca Natho Henn, além de manter no ar a Rádio Quintanares, uma emissora pública e inclusiva de rádio, com programação online e disponível no quarto andar da instituição.
O sucesso se confirma a cada nova edição. Em um ano de existência, o Samba mobilizou mais de 10.000 pessoas e promoveu o trabalho de 23 artistas locais, além de uma participação nacional. Para Germana Konrath, diretora da CCMQ, o Samba do Quintana já se consolidou no calendário da Casa de Cultura e da cidade como um ponto de encontro entre diferentes públicos e gerações, que ocupam a travessa de modo festivo, celebrando seu direito à cidade e à cultura em uma programação de alta qualidade. Além disso, ela destaca que “o Samba do Quintana corrobora com o movimento de resgate da cultura negra e do seu tradicional samba ao mesmo tempo que aponta para a produção musical das novas gerações, apresentando composições autorais. Tudo isso em grande clima de festa e descontração, ao ar livre, valorizando o acesso e a pluralidade que marcam a Casa de Cultura”.
“Encontramos um público diverso e animado, que se interessa tanto pelos clássicos do samba quanto por descobrir novas canções e compositores”, revela a curadora do evento. “A importância de um evento de rua, seguro, acessível e diverso para a população de Porto Alegre se confirma na resposta do público”, completa Paulin.
Nesta edição, o Samba do Quintana contará com a banda Thiago Ribeiro & Amigos e a convidada Maria do Carmo Carneiro. A banda residente é formada por Thiago Ribeiro (vocais e cavaquinho), Fernando Duarte (repique de mão, tamborim, bongô), Julia Gregório (flauta), Marcelo Rossi (violão), Paulo Wolff (pandeiro, carrilhão e chocalhos) e Rogério Menezes (tantan). Thiago Ribeiro começou na música aos 15 anos, quando ganhou seu primeiro cavaquinho, mas o samba vem de berço, começando com a influência de seu pai, o violonista e cantor Antonio Lima. Já na infância demonstrava amor ao estilo, batucando em todos os cantos e formando bandas com os amigos. Entre suas referências musicais estão nomes como Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, João Nogueira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Duda do Cavaco, Alemão Charles, grupo Flor de Ébano, entre outros artistas locais e nacionais. Há 20 anos Thiago se apresenta profissionalmente, em casas de shows em Porto Alegre, no litoral e no interior do estado. Já acompanhou Eliana de Lima por duas vezes em performances na cidade e abriu shows de Fundo de Quintal, Diogo Nogueira e Luiz Carlos da Vila. No momento está gravando seu primeiro single de seu álbum de estreia.
Com 71 anos, Maria do Carmo Carneiro, natural de São Jerônimo-RS, começou a cantar há 15 anos em rodas de samba na zona norte da Capital, se apresentando em diversos locais e em festas particulares. Integra o Grupo Negras em Canto e já participou de projetos “Vozes de Dandara”, “Ébano e Marfim” e do Sinduscon. Em 2010 lançou de forma independente o álbum “Verdadeira Luz” com músicas de compositores gaúchos como Paulo Sitó, Paulinho Bom Ambiente, Andrezinho do Banjo e Guga Rodrigues. No momento prepara seu próximo disco.
Bruna Paulin é artista, jornalista, mestre em Comunicação e atua como pesquisadora musical há 22 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, musical Nara entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil.
O Samba do Quintana ocorre no domingo, 06 de outubro, das 17h às 21h com um intervalo. Em caso de chuva o evento será transferido para 13/10.Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ccmarioquintana/
Este projeto é financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, conta com o patrocínio direto do Banrisul, Patrocínio Nubank, CEEE equatorial, Ventos do Sul, apoio Banco Topázio, DLL, Panvel, Navegação Aliança, Tintas Renner, Isend e realização da Secretaria de Estado da Cultura do RS e do Ministério da Cultura – Governo Federal.
SAMBA DO QUINTANA – OUTUBRO
Com Thiago Ribeiro & Amigos e Maria do Carmo Carneiro
Domingo, 06 de outubro, a partir das 17h
Na Travessa Rua dos Cataventos – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre)
Entrada Franca
Em caso de chuva o evento será transferido para 13/10
Evento ocorre nos dias 23 e 24 de novembro em Nova Prata, com entrada franca
Bandas de todo RS podem se inscrever na Mostra que terá quatro atrações integrando a programação, com performances gratuitas na Praça da Bandeira
A partir de 18 de setembro estão abertas as inscrições para a convocatória da Mostra Paralela da quarta edição do Festival de Música de Nova Prata, que ocorre nos dias 23 e 24 de novembro. O evento pretende promover o intercâmbio cultural, proporcionando, através de programação gratuita, apresentações musicais de grupos autorais ou instrumentais do RS e atividades de formação, além de divulgar e fomentar novos talentos, com a Mostra Paralela.
Quatro grupos serão selecionados para integrar a programação, com performances gratuitas que ocorrem na Praça da Bandeira, na região central da cidade. Podem participar grupos de todo RS, que receberão ajuda de custo de R$ 3.000,00. As inscrições são realizadas através do formulário, até 18 de outubro, e devem conter uma música autoral do grupo ou de seus integrantes, sem restrição de gênero, instrumentação, arranjo ou composição. Serão selecionados os trabalhos que receberem o maior número de votos de acordo com os seguintes critérios: produção autoral, qualidade artística, originalidade e qualidade técnica – execução. A lista de selecionados será divulgada em 31 de outubro, através dos canais do festival.
Eixo formativo promoverá encontro nacional de bateristas
Durante os dois dias de programação do festival, oficinas, bate-papos e lançamentos de publicações integram o eixo formativo do evento, que promoverá de forma inédita o primeiro encontro nacional de bateristas – Drum Fest, aproveitando a vinda de consagrados instrumentistas que integram as bandas convidadas para um grande intercâmbio com propostas formativas para músicos da região, compartilhando seus conhecimentos sobre rudimentos musicais, construção de instrumentos, improvisação, educação musical on-line, música pós pandemia, world music, linguagem da música gaúcha na bateria e carreira internacional, incluindo a participação da Bosphorus Cymbals Brasil.
Nomes como Zé Montenegro, Lucas Fê e Ricardo Arenhaldt integram a programação, que ocorrerá no Arnaldo Bar e contará com show do Jambo Trio. As inscrições são gratuitas através do site do festival – https://femunp.com.br/
Programação contará com cinco atrações convidadas
Cinco atrações foram convidadas para integrar a programação do evento: Grupo UPA, Tatiele Bueno em Tributo a Mercedes Sosa, Kiai, Gil Jazz Trio e Quinteto Canjerana, reforçando o objetivo de promover e difundir a produção de música instrumental e autoral do estado do RS. As performances ocorrem no palco montado na Praça da Bandeira, após as apresentações da Mostra Paralela.
O FEMUNP surgiu em 2015, na cidade de Nova Prata. Sua primeira edição contou com três shows de artistas convidados (Quartchêto, Quinteto Persch e Quiçá se Fosse) , apresentação de cinco bandas selecionadas na Mostra Paralela, que recebeu mais de 40 inscrições (Subtropicais, Yangos Quarteto, Trem Imperial, Frizon Brothers Band e Sedan 1300), exposição de arte, dois bate-papos com artistas e três oficinas.
Em 2017, o evento expandiu sua programação, entrando oficialmente para a agenda cultural da cidade, trazendo um convidado internacional, o norte-americano Adrian Bellue, além de sete bandas e artistas convidados (Renato Borghetti, Jonathas Ferreira, Gabriel Selvage, Quinteto Canjerana, Duo de Viola e Acordeon com Valdir Verona e Rafael Deboni, Orquestra de Câmara da ULBRA e Philipe Philipsen). Foram selecionados seis grupos para a mostra paralela, que recebeu mais de 50 inscrições de todo o RS. Além das bandas selecionadas que se apresentaram no palco principal (Trabalhos Espaciais Manuais, Kulla Jazz, Moio e Vena) o festival abriu espaço ineditamente para a música de câmara, selecionando as atrações As Mulheres de Bah e Aria Trio. Buscando inovar a programação através da mescla de linguagens, o Grupo Teatral De Pernas pro Ar foi convidado a apresentar o espetáculo instalação Automákina – Universo Deslizante. Os grupos da cidade também tiveram espaço na programação, com a apresentação na mostra local de Diego Berquó Trio, Casa Muscaria, Orquestra de Sopros de Nova Prata e Coro da AABB. Além disso, a programação contou com seis atividades formativas, voltadas para escolas e artistas locais, fortalecendo a formação musical da cidade e região.
Em 2021, após quatro anos de sua última edição, com dificuldades em captar recursos e pelo impacto da pandemia, foi realizada a terceira edição do Festival, que contou com a apresentação de Yangos, Lúcio Yanel, Fernando do Ó e Zé Montenegro, Garra e Alma, Thayan Martins Quinteto e Felipe Karam Quarteto. Em função de adaptações pandêmicas, a Mostra Paralela apresentou a seleção de quatro clipes, transmitidos ao vivo durante a programação, com seleção das bandas da região Garra e Alma, Jonny Mazz, Magnata Joe e Naldon Frizon.
O IV Festival de Música de Nova Prata conta com Patrocínio Master de Vipal Borrachas, Agraz Refrigeração e Sorvetes Gelícia, Patrocínio dos Supermercados Porta, produção Eclética Centro de Música e Marca Produções, Financiamento Pró-Cultura – Secretaria do Estado da Cultura do RS e Realização do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura. Apoio Secretaria Municipal de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer de Nova Prata. A programação completa do evento será divulgada em breve. Para mais informações, acesse instagram.com/femunp ou https://femunp.com.br/
Depois de uma temporada de sucesso em São Paulo e Rio de Janeiro, o espetáculo chega a Porto Alegre nos dias 3, 4, 5 de outubro para quatro sessões no Salão de Atos da PUCRS, finalizando sua primeira turnê pelo Brasil
Montagem com Denise Fraga e Tony Ramos marca o primeiro encontro dos atores nos palcos; após a sessão no dia 03, a PUCRS homenageia Ramos com o Mérito Cultural da instituição; no dia 04 a dupla participa de bate-papo com a plateia
Primeiro encontro nos palcos de Tony Ramos e Denise Fraga, O QUE SÓ SABEMOS JUNTOS é um chamado urgente. Uma convocação para que cada pessoa saia de sua bolha de isolamento e seja capaz de, genuinamente, se colocar no lugar do outro, sentir suas dores e compreender suas angústias, mas também suas alegrias, transformações e conquistas. O espetáculo, apresentado pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, teve sua estreia em 26 de abril de 2024 no Teatro Tuca, em São Paulo, passou pelas cidades do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e chega a Porto Alegre no dia 03 de outubro de 2024 para a realização de 04 sessões, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. No dia 03 de outubro, após a apresentação ocorre a entrega da homenagem Mérito Cultural PUCRS 2024 a Tony Ramos e, no dia seguinte, após a sessão, os atores promovem um bate-papo com a plateia sobre a criação do espetáculo.
Denise e Tony são mais do que dois dos mais célebres e reconhecidos atores do Brasil: ambos são conhecidos por sua consciência cidadã e sua necessidade de estarem sempre em diálogo artístico com temas urgentes da vida do país e do mundo.
Valendo-se de dispositivos de interação direta e delicada com a plateia (alguns dos quais já foram experimentados com sucesso em Eu de você), O QUE SÓ SABEMOS JUNTOSse pretende um espetáculo-festa-despertador, uma mola propulsora que tira o espectador da apatia, de sua tela e o convoca a experimentar no aqui e agora, emoções, ações e, principalmente, entender que todos dependemos uns dos outros nessa peça, como na vida. Imaginar mundos possíveis juntos, e construir com o público, daquele dia, o espetáculo.
Uma coisa é ler a notícia de que dezenas de milhares de pessoas abandonaram suas casas às pressas, que milhares foram massacradas em um único dia, que centenas buscam refúgio ou foram violentadas naquela tarde. Tudo isso são só números, abstratos, distantes. São? Mas, se ao contrário, ouvimos histórias das pessoas envolvidas, sabemos de suas circunstâncias íntimas, seus desejos e emoções, talvez possamos nos identificar com elas e saber que poderíamos ser nós que estaríamos em seu lugar. Ou ainda, que precisamos agir coletivamente, agora. Sair da frieza dos números e alcançar o calor das histórias. Sensibilizar, sem sentimentalismo, com uma linguagem refinada, muito humor e senso crítico.
O QUE SÓ SABEMOS JUNTOS também tem um inevitável caráter de celebração: celebração do primeiro encontro de dois atores lendários nos palcos (Tony com 60 anos de carreira, Denise com 40, trajetórias que somam um século), celebração da continuidade da trajetória excepcional que Denise vem construindo no Teatro e também da volta de Tony aos palcos, depois de 20 anos se dedicando ao audiovisual. Celebração da força do teatro para, permanentemente, iluminar e socorrer à vida e aos viventes, para seguir embalando a vida com arte.
Neste contexto, em meio a cenas que dramatizam questões pungentes do mundo contemporâneo como o aquecimento global e a crise climática, a dominação dos seres humanos por telas e pelo capital, a condição feminina e o patriarcado nesse 2024, a possibilidade, a dificuldade e a reinvenção para criar filhos, amigos e vínculos diversos. Com essas cenas, juntam-se a memória desses dois atores e textos de peças clássicas da dramaturgia, como Tio Vânia, de Anton Tchekhov e Galileu Galilei, do alemão Bertolt Brecht, como que para demonstrar, sem explicações didáticas ou professorais, que o teatro atemporal é um instrumento poderoso para pensar qualquer tempo, através de sua força arquetípica e capacidade de condensar dramas humanos. Juntam-se ainda, ao texto da peça, o pensamento da autora, ativista e feminista bell hooks, os ensaios e crônicas da escritora polonesa Olga Tokarczuk, textos da jornalista e documentarista brasileira Dorrit Harazim, a prosa da francesa Annie Ernaux, e a poesia de Fernando Pessoa, Arnaldo Antunes, João Cabral de Melo Neto, entre outros.
O QUE SÓ SABEMOS JUNTOS é uma grande pergunta da função da arte e da função do artista no nosso tempo, idealizada e criada pela NIA Teatro e seu trio de sócios-artistas – o diretor Luiz Villaça, a atriz Denise Fraga e o produtor José Maria. Juntam-se a essa nova criação uma serie de artistas convidados de diversas linguagens, entre eles: o escritor, dramaturgo, roteirista e músico Vinícius Calderoni, a professora, pesquisadora e multiartista Kenia Dias, a cenógrafa e arquiteta Duda Arruk, o diretor, artista visual e iluminador Wagner Antônio, a figurinista Verônica Julian, e uma banda de 5 mulheres, entre elas: a baterista e percussionista Priscila Brigante, a baixista Clara Bastos e a pianista Ana Rodrigues, sob direção musical e arranjos da compositora, escritora e criadora premiada, Fernanda Maia. Em cena o encontro de dois mestres – Denise e Tony – que preferem a dúvida e escolhem o ato de se questionar em detrimento da certeza fácil e esvaziada.
Sinopse: Um encontro de dois atores, um homem e uma mulher, com uma multidão de pessoas na plateia. Suas memórias. Suas próprias histórias e outras tantas que ouviram por aí. E o que só saberão, juntos? Esses dois atores e esse público? Uma sala cheia de gente que escolheu estar ali na companhia umas das outras. Há algo a celebrar, juntos? “Eu gosto de contar as pessoas quando tem muita gente porque eu gosto sempre de imaginar que, sei lá, quando se trata de gente, cem não é cem, são cem unidades, cem uns, cem cada um, cem pessoas com vidas, histórias e experiências muito diferentes umas das outras”, diz a atriz numa cena inicial da peça.
Todos nós temos casas de infância, todos nós temos cheiros que lembramos, todos nós temos lugares da nossa casa que a gente prefere estar. A boca do fogão que a gente prefere acender. Sentar naquela cadeira daquele lado da mesa. Todos nós temos um alfabeto coletivo, em comum, e que a gente deixa de acessar e de perceber diante da falta de escuta e de percepção do outro. Num mundo onde a falta de escuta, ou da qualidade dela, virou o grande problema das relações.
É a busca por esse alfabeto comum, esse alfabeto de memórias, de gestos, de experiências, mais do que de opiniões, que estamos falando. Essa é a pergunta por onde começamos. “Do que me lembro e o que eu imaginava que fosse acontecer na minha vida quando eu ainda era uma criança?” O que só sabemos juntos? E o que vai acontecer, agora? Com muito humor e leveza, esses dois atores conduzem uma experiência de empatia e escuta com a plateia, a cada noite.
SERVIÇO:O QUE SÓ SABEMOS JUNTOS Temporada: 03 a 05 de outubro de 2024, quinta e sexta, às 20h; sábado às 17h e às 20h. Após sessão do dia 03 de outubro, acontece entrega da homenagem Mérito Cultural PUCRS a Tony Ramos e após a sessão do dia 04 de outubro, Denise Fraga e Tony Ramos fazem um bate-papo com a plateia sobre a criação do espetáculo. Local: Salão de Atos da PUCRS(Av. Ipiranga, 6681, Prédio 4, Partenon, Porto Alegre).Lotação: 1630 lugares Classificação Indicativa: 12 anos Duração: 90 minutos Valor dos Ingressos: Dia 03 de outubro, quinta, 20h Plateia Baixa R$ 150,00Plateia Alta R$ 120,00Mezanino – Ingresso Popular R$ 40,00 Dias 04 e 05 de outubro, sexta às 20h, sábado às 17h e às 20h Plateia Baixa R$ 200,00Plateia Alta R$ 160,00Mezanino – Ingresso Popular R$ 40,00 Descontos*:· Meia Entrada para colaboradores da Rede Marista, PUCRS, Tecnopuc, Hospital São Lucas, Instituto do Cérebro, Parque Esportivo e Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS. Desconto limitado a 10% da capacidade do espaço. Válido somente para titular, obrigatório a apresentação de crachá funcional na entrada do espetáculo.· Meia Entrada para titulares da Rede PUCRS Alumni. Desconto limitado a 10% da capacidade do espaço. Válido somente para titular, obrigatória a apresentação do cartão da Rede PUCRS Alumni.· Meia Entrada para estudantes, pessoas com deficiência, idosos (pessoas com mais de 60 anos) e jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idade de 15 a 29 anos. Desconto assegurado para 100% do total de ingressos disponíveis, atendendo ao Plano de Democratização do Projeto. * Descontos não cumulativos. * Para comprovação de desconto não serão permitidos documentos digitais, apenas documentos físicos com data de validade vigente (Exemplo: crachás, carteiras, boletos, declaração de matrícula e holerite etc.). Acessibilidade arquitetônica: Espaço com acessibilidade para pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida. Acessibilidade comunicacional: Intérpretes de Libras para pessoas surdas, Audiodescrição para pessoas com deficiência visual e Acessibilidade para pessoas neurodiversas. Se precisar desses serviços, envie um e-mail para cultura@pucrs.br Ponto de venda de ingressos sem taxa de conveniência: Campus da PUCRS – Av. Ipiranga, 6681, Saguão do Living 360º, Prédio 15, em frente à PUCRS Store (de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h). Nos dias 03, 04 e 05 de outubro, a venda física de ingressos acontece diretamente na Bilheteria do Salão de Atos da PUCRS, Campus da PUCRS, Prédio 04, a partir das 13h até o horário de início do espetáculo. Tarifa especial de estacionamento: R$25,00 para compra antecipada pelo site da Indigo:https://indigoneo.com.br/pt/booking/999901058Código promocional: 10CEPUC24 Realizando a compra antecipada pelo site, será gerado um QR Code de acesso ao estacionamento (entrada e saída com o QR Code gerado, de acesso único, que deve ser usado diretamente na cancela, não é necessário novo ticket). O valor do estacionamento com tarifa especial é de R$25,00 (apenas 01 acesso). Esta tarifa só é válida na compra ANTECIPADA, no dia do evento o valor é de tabela, por tempo de permanência.
Ficha Técnica
O QUE SÓ SABEMOS JUNTOS
Idealização e Criação: Denise Fraga, José Maria e Luiz Villaça
Com Denise Fraga e Tony Ramos
Direção Geral: Luiz Villaça
Direção de Produção: José Maria
Texto: Denise Fraga, Luiz Villaça e Vinicius Calderoni
Dramaturgia: Kenia Dias, Denise Fraga, Luiz Villaça, Vinicius Calderoni, Tony Ramos e José Maria
Direção de Movimento: Kenia Dias
Assistência de Dramaturgia e do Diretor: Fluiz e Luiza Aron
Contrarregra e camareira: Cristiane Ferreira
Assistente de produção: Leonardo Shammah
Direção Musical, arranjos e preparação vocal: Fernanda Maia
Musicistas: Ana Rodrigues, Clara Bastos / Lua Bernardo, Priscila Brigante / Roberta Kelly, Grazi Pizani / Vanessa Larissa e Taís Cavalcanti / Beatriz Pacheco
Sound designer: João Baracho
Sound designer associado e operador de som: Carlos Henrique
Técnicos de som: Luca Moreli e Gabriel Fernandes da Silva
Luz: Wagner Antônio
Assistência de iluminação e Programação de Luz:
Dimitri Luppi e Ricardo Barbosa
Operador de luz: Ricardo Barbosa e Michelle Bezerra
Cenografia: Duda Arruk
Assistência de cenografia: Olívia Chimenti
Cenotécnicos: Alexander Peixoto, Douglas André Caldas, Diego Tadeu Caldas, Victor Santos Silva, Eduardo da Cruz Ferreira, Gonçalo Severino Neres
Técnico de Palco e Maquinaria: Alexander Peixoto e Gonçalo Severino Neres
Transporte: Edmilson Ferreira da Silva
Figurinos: Verônica Julian
Desenvolvimento e Modelagem: Edson Honda
Assistência de figurino: Alice Leão
Costureiras: Salete André e Judite Lima
Programação visual: Guime Davidson e Phillipe Marks
Fotos de cena: Cacá Bernardes | Bruta Flor
Redes sociais: @DeniseFragaOficial
Assessoria de imprensa em Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Roteiro e Audiodescrição: Márcia Caspary e Bell Machado
Consultoria Audiodescrição: Aline Borges
Intérpretes em Libras: Maísa Ferreira Buldrini, Alice Stephanie Ramos, Karoline Amparo Fernandes e Camila Ramos Milan | Libras sem fronteiras
Registro e teaser do espetáculo:
Produção executiva: Adriana Tavares e Juliana Borges
Diretora de fotografia: Elisa Mendes
Operadora de câmera: Giovanna Gil
Assistente de câmera: Gabriel Henrique
Técnico de som: Vicente Lacerda
Montador: Guili Minkovicius
Administração financeira: Evandro Fernandes
Coprodução: Café Royal
Realização: NIA Teatro e PUCRS Cultura
Este espetáculo é realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.
Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.
Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderella”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Conserto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”.
Sobre o Mérito Cultural PUCRS
Tony Ramos será o homenageado da sétima edição do Mérito Cultural PUCRS, honraria que simboliza o reconhecimento da Instituição a uma personalidade do meio artístico. O Mérito Cultural PUCRS integra o Estatuto e Regimento Geral da Universidade e está inserido nas diversas ações que buscam transformar a instituição em um polo cultural. A pessoa homenageada é alguém que tenha transformado a sua vida artística numa trajetória de defesa da cultura enquanto instrumento de humanização e educação.
Com 60 anos de carreira, mais de 80 participações em novelas e programas de televisão, 18 filmes, 14 peças de teatro, o ator Tony Ramos é o artista homenageado em 2024 com a entrega da honraria. A cerimônia acontece no dia 03 de outubro, após a apresentação do espetáculo O Que Só Sabemos Juntos, no Salão de Atos da PUCRS. Saiba mais sobre a homenagem no site da Universidade.
Evento promove mais uma edição com as participações da banda residente, Thiago Ribeiro & Amigos, e da cantora Renata Pires
Projeto com entrada franca tem como objetivo promover a cena do gênero e conta com curadoria da pesquisadora musical Bruna Paulin
O Samba do Quintana, promovido pela CCMQ, retorna à Travessa dos Cataventos no domingo, 15 de setembro. Com programação gratuita e ao ar livre, a edição conta com as performances da banda residente Thiago Ribeiro & Amigos e a participação de Renata Pires, a partir das 16h. A convidada desta edição também exalta outro artista: o poeta Oliveira Silveira, escritor que dá nome a um dos espaços mais visitados da Casa.
O projeto realizado pela CCMQ, instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), tem curadoria da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin. Lançado em junho de 2023, tem como objetivo promover mensalmente a cultura do samba e oferecer espaço para os compositores locais apresentarem suas obras, além de clássicos do gênero, através de formação de público e de cena. Ao entender que a casa é um espaço de fruição, mas também de formação e de experimentação artística, o Samba do Quintana se torna palco de músicos e musicistas experientes, atuantes, em colaboração com novos nomes da cena.
Evento já consolidado na agenda cultural da cidade, o Samba do Quintana dialoga com outros núcleos da CCMQ, que abriga o Instituto Estadual de Música (IEM) e a Discoteca Natho Henn, além de manter no ar a Rádio Quintanares, uma emissora pública e inclusiva de rádio, com programação online e disponível no quarto andar da instituição.
O sucesso se confirma a cada nova edição. Em um ano de existência, o Samba mobilizou mais de 8.000 pessoas e promoveu o trabalho de 22 artistas locais, além de uma participação nacional. Para Germana Konrath, diretora da CCMQ, o Samba do Quintana já se consolidou no calendário da Casa de Cultura e da cidade como um ponto de encontro entre diferentes públicos e gerações, que ocupam a travessa de modo festivo, celebrando seu direito à cidade e à cultura em uma programação de alta qualidade. Além disso, ela destaca que “o Samba do Quintana corrobora com o movimento de resgate da cultura negra e do seu tradicional samba ao mesmo tempo que aponta para a produção musical das novas gerações, apresentando composições autorais. Tudo isso em grande clima de festa e descontração, ao ar livre, valorizando o acesso e a pluralidade que marcam a Casa de Cultura”.
“Encontramos um público diverso e animado, que se interessa tanto pelos clássicos do samba quanto por descobrir novas canções e compositores”, revela a curadora do evento. “A importância de um evento de rua, seguro, acessível e diverso para a população de Porto Alegre se confirma na resposta do público”, completa Paulin.
Nesta edição, o Samba do Quintana contará com a banda Thiago Ribeiro & Amigos e a convidada Renata Pires. A banda residente é formada por Thiago Ribeiro (vocais e cavaquinho), Fernando Duarte (repique de mão, tamborim, bongô), Julia Gregório (flauta), Marcelo Rossi (violão), Paulo Wolff (pandeiro, carrilhão e chocalhos) e Rogério Menezes (tantan). Thiago Ribeiro começou na música aos 15 anos, quando ganhou seu primeiro cavaquinho, mas o samba vem de berço, começando com a influência de seu pai, o violonista e cantor Antonio Lima. Já na infância demonstrava amor ao estilo, batucando em todos os cantos e formando bandas com os amigos. Entre suas referências musicais estão nomes como Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, João Nogueira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Duda do Cavaco, Alemão Charles, grupo Flor de Ébano, entre outros artistas locais e nacionais. Há 20 anos Thiago se apresenta profissionalmente, em casas de shows em Porto Alegre, no litoral e no interior do estado. Já acompanhou Eliana de Lima por duas vezes em performances na cidade e abriu shows de Fundo de Quintal, Diogo Nogueira e Luiz Carlos da Vila. No momento está gravando seu primeiro single de seu álbum de estreia.
Renata Pires trilhou sua carreirabaseada no respeito e exaltação à ancestralidade, à negritude e ao empoderamento feminino e consolidou-se como representante contemporânea da vertente do samba no Rio Grande do Sul. Cantora e compositora, já integrou grupos como Negras em Canto, Grupo Sambaiaiá e Desagravo, que destaca a obra poética de Oliveira Silveira, a poesia e a música negra gaúcha. Tem duas canções autorais gravadas e lançadas pela Sigmund Records, no álbum Damas, Espadas & Coroas, que teve como propósito o incentivo e valorização da musicalidade feminina de Porto Alegre.
Bruna Paulin é artista, jornalista, mestre em Comunicação e atua como pesquisadora musical há 22 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, musical Nara entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil. É também produtora executiva e curadora do selo Toca do Disco Records.
O Samba do Quintana ocorre no domingo, 15 de setembro, das 16h às 20h com um intervalo. Em caso de chuva o evento será transferido para 29/9.Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ccmarioquintana/
Este projeto é financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, conta com o patrocínio direto do Banrisul, Patrocínio CEEE equatorial, Ventos do Sul, apoio Banco Topázio, DLL, Panvel, Navegação Aliança, Tintas Renner, Isend e realização da Secretaria de Estado da Cultura do RS e do Ministério da Cultura – Governo Federal.
SAMBA DO QUINTANA – SETEMBRO
Com Thiago Ribeiro & Amigos e Renata Pires
Domingo, 15 de setembro, a partir das 16h
Na Travessa Rua dos Cataventos – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre)
Entrada Franca
Em caso de chuva o evento será transferido para 29/9
Evento integra o projeto A História do Disco, da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin
Edição “Graças a Deus Nasci Brasileira” conta com a participação de Katia Suman, Luana Pacheco e Marcos Abreu
Após sua estreia em agosto, na quinta-feira, 19 de setembro, o Espaço 373 recebe a segunda edição do sarau Meus Discos e Nada Mais. Comandado pela jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin, o evento integra o projeto A História do Disco, que reúne o podcast de mesmo nome, que está em sua quinta temporada, sendo um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil.
A edição traz o tema Graças a Deus Nasci Brasileira e conta com a participação da comunicadora e DJ Kátia Suman, a cantora e compositora Luana Pacheco e o engenheiro de áudio e acústica Marcos Abreu. Os convidados apresentarão álbuns de artistas brasileiros e suas faixas favoritas.
O sarau conta com edições mensais que trazem temas que pautam a seleção dos discos dos convidados. “A ideia é a mesma do programa – apresentar obras que a gente tenha conexão emocional e histórias para contar. Além do papo com os participantes, a gente tem um quinto elemento, que vai comandar as pick ups e fazer a trilha sonora do nosso encontro, o DJ Damon Meyer”, revela Bruna. O público também poderá adquirir discos de vinil, à venda com curadoria de Meyer, que é um dos responsáveis pelo coletivo Vitrola RS.
O Sarau Meus Discos e Nada Mais – edição Primeiros Discos ocorre no Espaço 373 (R. Comendador Coruja, 373 – Floresta). A casa abre às portas às 19h com discotecagem do DJ Damon Meyer e feira de vinil e o sarau inicia às 20h. Ingressos através da plataforma Sympla com valores entre R$ 25,00 e R$ 70,00. Para saber mais acesse ahistoriadodisco no Instagram.
Quinta temporada do podcast está no ar
Já está disponível, desde 22 de agosto, episódios da quinta temporada de A História do Disco, podcast lançado em 2020, que busca conectar os ouvintes e entrevistados com a relação emocional com a música e memórias musicais, com mais de 120 episódios no ar, sendo um dos programas de músicas mais ouvidos no Spotify Brasil.
Serão 15 episódios disponibilizados semanalmente. Nomes como Ana Frango Elétrico, Maria Luiza Jobim, Andrea Cavalheiro, Nilze Carvalho, Marcela Maia, Ianae Régia, Taissa Maia, entre outros, estão entre as participações.
O programa conta com roteiro, produção e apresentação de Bruna Paulin, edição de áudio de Nicolly Demeneghe, arte de Librae, vinheta de Augusto Stern e Fernando Efron e apoio de TAG Livros, Fábrica do Futuro e Grezz. Para saber mais acesse orelo.cc/historiadodisco ou ahistoriadodisco no Instagram, TikTok e YouTube.
Sarau Meus Discos e Nada Mais – edição Graças a Deus Nasci Brasileira
Bruna Paulin recebe Kátia Suman, Luana Pacheco e Marcos Abreu
Quinta-Feira, 19 de setembro
19h – abertura da casa com DJ Damon Meyer e feira de vinil
Espetáculo com Mirna Spritzer e Sergio Lulkin foi concebido e ensaiado no espaço, que agora promove sessões da produção nos dias 14, 15, 21 e 22
Depois de um ano em cartaz, circulando por diversos espaços em Porto Alegre e apresentações em Capão da Canoa, o espetáculo Terra sem Mapa retorna ao local onde foi concebido para uma curta temporada – o Estúdio Stravaganza com apresentações nos dias 14, 15, 21 e 22 de setembro. No final da pandemia, Mirna Spritzer e Sergio Lulkin, com seus personagens, Vrum e Luba, iniciaram a caminhada que os levou ao espetáculo Terra sem Mapa. Narradores natos, Vrum e Luba encontraram no Estúdio Stravaganza o espaço e a atmosfera para juntos mergulharem no tempo da memória e das histórias humanas. Ali, travessias pelo mar, andanças pelo mundo e exílios de guerras, fome e perseguições, formaram a trama onde Vrum e Luba bordaram sua poesia cênica. Com mais de 30 anos de existência, a casa da Cia. Stravaganza acolheu o nascedouro de Terra sem Mapa.
O espetáculo é feito de humor e melancolia, palavra e silêncio. Entre bênçãos e pragas, os personagens dançam suas lembranças e miram as estrelas. A produção traz a criação teatral em sua forma essencial, os artistas em contato com o público, uma narrativa que convida o espectador a ser um ouvinte próximo. Contracenação entre eles, com a luz e com o som.
Agora, em setembro de 2024, Mirna/Luba e Sergio/Vrum voltam ao Estúdio Stravaganza para completar 40 apresentações após passarem pela Zona Cultural, Teatro do CHC Santa Casa, Teatro Glênio Peres na VII na Mostra de Música e Artes Cênicas da Câmara Municipal de Porto Alegre, Teatro Oficina Olga Reverbel no Complexo Multipalco Theatro São Pedro e ainda no 5 Festival Nacional de Teatro Capão em Cena, em Capão da Canoa. Neste ano, o espetáculo Terra sem Mapa recebeu seis indicações no Prêmio Açorianos de Teatro de Porto Alegre: Iluminação para Ricardo Vivian; Trilha sonora para Gustavo Finkler; Figurino para Rô Cortinhas; Dramaturgia para Mirna Spritzer e Sergio Lulkin; Melhor atriz para Mirna Spritzer; Melhor ator para Sergio Lulkin. E recebeu o Prêmio Açorianos em Teatro de Melhor Ator para Sergio Lulkin.
As apresentações ocorrem aos sábados às 20h e domingos às 18h, com ingressos entre R$ 33,60 e R$ 67,20, à venda antecipadamente pelo site www.entreatosdivulga.com.br/terrasemmapa. No local, a bilheteria abre uma hora antes do espetáculo, assim como o bar da casa. O Estúdio Stravaganza fica na rua Doutor Olinto de Oliveira, 68, bairro Santana.
Terra sem Mapa
Quando: Dias 14, 15, 21 e 22 de setembro de 2024.
Sábados às 20h e domingos às 18h.
Abertura de bar e bilheteria uma hora antes do espetáculo.
Sinopse: Dois personagens, Vrum e Luba, estão no porto, diante de um navio que parte ao desconhecido. Exilados, atravessam os longos caminhos da memória. Habitantes de diásporas sem fim, recordam fragmentos de uma história passada: lendas, fotos, cartas, canções. Praguejam e dançam. É hora de partir, eles embarcam em direção a uma terra sem mapa. Prometem retornar daqui a 200 anos.
Ficha Técnica:
Com Mirna Spritzer e Sergio Lulkin
Criação, Dramaturgia e Direção: Mirna Spritzer e Sergio Lulkin
Colaboração Artística: Carlos Mödinger
Figurino: Rô Cortinhas
Iluminação: Ricardo Vivian
Operação de luz: Ricardo Vivian e Fabi Santos
Trilha sonora original: Gustavo Finkler
Operação de som: Luiz Manoel e Fabi Santos
Identidade Visual: Leandro Selister
Fotografia: Adriana Marchiori
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Mídias Sociais: Renata Stein
Produção: Mirna Spritzer, Renata Stein e Sergio Lulkin
Espetáculo solo da atriz AJeff Ghenes integra programação do Edital de Ocupação dos Teatros da CCMQ
Após uma circulação em 2023 pelo interior do RS e de apresentações no Fringe, programação do Festival de Teatro de Curitiba, Sala Álvaro Moreyra, SESC Alberto Bins e Teatro Oficina Olga Reverberbel, a sala Carlos Carvalho recebe duas apresentações do espetáculo Ubumpuru Transversal – Uma Corpa Marginal nos dias 12 e 13 de setembro. As apresentações do solo da atriz AJeff Ghenes integram a programação doEdital de Ocupação dos Teatros da CCMQ que tem realização da Casa de Cultura Mário Quintana, Associação de Amigos da CCMQ, Banrisul (Patrocinador oficial da CCMQ) e Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul (SEDAC-RS).
UBUMPURU TRANSVERSAL – Uma Corpa Marginal é um espetáculo Cênico-Performático-Social, proposto pela multiartista AJeff Ghenes, uma Travesti Não-Binária, Periférica, Racializada, vinda do interior da Serra Gaúcha (Veranópolis) para a capital Porto Alegre. O projeto se compõe a partir das cruzas que a performer faz com artistas durante sua trajetória profissional, o que resulta em uma equipe múltipla, em um contexto único de criação. Uma rede é estabelecida e impulsionada pelo propósito de criação. Um agenciamento que pretende reivindicar o lugar cênico de uma artista e cidadã que quer falar sobre si – suas memórias, suas vivências – e, assim, falar de tantas outras, travestis, não-binárias, periféricas, racializadas que re(x)istem e vivem no maior país da América Latina.
O espetáculo propõe a retomada da humanidade para corpos marginais. Sua Encruzilhada de simbologias proporciona novas e outras leituras da obra a todo momento. Um aproximar-se e distanciar-se de si e do outro. Um espelhamento da realidade a partir do ponto de vista dos olhares, de quem busca no outro algo que é de si. Uma busca de transformação pela imagética.
“É muito mais sobre o outro do que sobre mim. É muito mais sobre minha celebração do que sobre o olhar do outro. É muito mais sobre um espelhar-se na plateia do que sobre me fragmentar… É uma experiência, uma imersão. É também um Manifesto, uma carta aberta, uma canção. É muito além disso. É um ritual, um oferendar na encruzilhada, uma doação, uma ação, um movimento de transpofagia. Uma ocupação”, revela a artista.
UBUMPURU TRANSVERSAL – Uma Corpa Marginal se configura Criação e Ocupação enquanto Estratégia de Sobrevivência de uma Corpa Dissidente. Um espetáculo Solo que subverte e decoloniza a sua própria linguagem e proposição estética. Uma Corpa que não está só no palco, ela está inundada de muitas, de outras, de nós. Um Ritual feito no hoje, que é ancestral, e se infiltra nas estruturas do (cis)tema real e atual, para emergir em um Futuro mais TRANSformador. O espetáculo conta com direção de Daniel Colin e Izabel Cristina, que também assina a dramaturgia ao lado de AJeff.
As sessões ocorrem às 19h30. Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 20,00 e R$ 40,00, com meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e acompanhantes, doadores de sangue regulares, artistas e professores. Pessoas trans, travestis e não-bináries tem acesso gratuito às apresentações (ingressos também emitidos via Sympla). A curtíssima temporada conta com o apoio da TVE e FM Cultura. A sala Carlos Carvalho fica no segundo andar da Casa de Cultura Mario Quintana – rua dos Andradas, 736.
Ubumpuru Transversal – Uma Corpa Marginal
12 e 13 de setembro, 19h30
Sala Carlos Carvalho – Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736