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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

dezembro 2023

Imagem, Palavra & Som reúne quatro artistas no Solar Pina, em Taquara, na quarta-feira, 10 de janeiro

Projeto celebra o encontro dos amigos Daniel Cavalcanti, Felipe Kühne, Grecco Buratto e Raphael Lehnen com mostra de fotos analógicas e pocket shows

Na quarta-feira, 10 de janeiro, o Solar Pina, em Taquara, recebe o projeto Imagem, Palavra & Som, que reúne os artistas Daniel Cavalcanti, Felipe Kühne, Grecco Buratto e Raphael Lehnen com mostra de fotos analógicas e pocket shows, a partir das 19h. 

O evento promove um encontro de quatro amigos taquarenses ou ‘auto-intitulados naturalizados Taquarenses’ que vivem em diferentes cidades: Daniel em Angra dos Reis, Felipe em Porto Alegre, Grecco em Los Angeles e Raphael em Boston.  Imagem, Palavra & Som apresenta suas criações, seja na fotografia, seja na música. Criado por Raphael, a ideia foi reunir os amigos para apresentarem na cidade que os conecta seus projetos mais recentes, e celebrar a amizade que já alcança 18 anos com Daniel e Felipe e 13 com Grecco. 

Daniel, nascido e criado no Rio de Janeiro, viveu parte da adolescência em Taquara, apresenta músicas de seu futuro EP, que conta com produção de Grecco e a participação de Raphael na bateria, com lançamento previsto no primeiro semestre de 2024. Felipe, engenheiro por profissão, encontrou na fotografia e sua subjetividade artística um complemento aos cenários analíticos do seu dia-a-dia, apresenta uma série de 20 fotos, onde cenas urbanas misturam-se às paisagens e natureza; já o cantor, compositor e guitarrista Grecco vive em Los Angeles há mais de 20 anos e selecionou para o repertório de sua performance composições inéditas de seu próximo álbum, Quantas Vidas, assim como faixas dos trabalhos Essas Coisas e Sem Palavras. Também trazendo uma série de fotos analógicas, Raphael Lehnen exibirá uma seleção de sua fotografia de rua. Músico e fotógrafo radicado em Boston há 12 anos, já dividiu o palco com nomes como Joyce Moreno, Rosa Passos, Susana Baca, Ra Kalam, Bob Moses,  David Liebman. Jessica Curran, Marcio Philomena, Leandro Pellegrino, Eduardo Mercuri, entre outros. 

Os ingressos custam R$ 100,00 e estão à venda através de contato via Whatsapp (51) 99993-4282. O Solar Pina fica na R. Dr. Edmundo Saft, 3051 – Sagrada Família, Taquara. 

Imagem, Palavra & Som – com Daniel Cavalcanti, Felipe Kühne, Grecco Buratto e Raphael Lehnen

Quarta-feira, 10 de janeiro, 19h 

No Solar Pina: R. Dr. Edmundo Saft, 3051 – Sagrada Família, Taquara – RSValor: $100 (ingressos através do Whatsapp (51) 99993-4282)

Sobre os artistas

Daniel Cavalcanti: Componho, canto e toco. Instrumento – violão. Tenho 41 anos, sou carioca e moro no Rio de Janeiro. Morei uma parte da adolescência e juventude em Taquara. Criei a banda Gandaya junto com Christian Alencastro. Também sou um dos fundadores do Sarau com café. Em 2024 lançarei um EP com canções inéditas. A produção do EP é do Grecco Buratto e conta com Raphael Lehnen nas baterias. 

Felipe Kühne, morador de Porto Alegre há 27 anos, começou na fotografia já na era digital, apenas com o objetivo de registrar uma viagem de férias e que ao longo dos anos seguintes evoluiu para um hobby levado a sério. Engenheiro por profissão, encontrou na fotografia e sua subjetividade artística um complemento aos cenários analíticos do seu dia-a-dia. Acha que a imagem se finaliza apenas quando é materializada para ser exposta fora da tela de um computador. A fotografia impessoal predomina em suas imagens, onde cenas urbanas misturam-se às paisagens e natureza, e a figura humana, quando presente, aparece distorcida e anônima, apenas para dar uma noção de movimento e escala à composição.

Grecco Buratto é cantor, compositor e guitarrista. Radicado em Los Angeles há mais de 20 anos, apresenta uma seleção de canções de seu primeiro disco autoral, Essas Coisas Todas, assim como composições de seu mais recente trabalho, Sem Palavras e também músicas inéditas, que farão parte de seu próximo disco, Quantas Vidas.

Raphael Lehnen é músico (baterista) e fotógrafo radicado em Boston há 12 anos. Já dividiu o palco com grandes nomes da música sul-americana como Joyce Moreno, Rosa Passos e Susana Baca, além de ter acompanhado alguns dos músicos de jazz mais lendários do gênero como Ra Kalam, Bob Moses e David Liebman. Da nova geração, acompanhou artistas como Jessica Curran, Marcio Philomena, Leandro Pellegrino, Eduardo Mercuri, entre outros. Raphael também foi integrante e um dos fundadores da banda Porterfield, baseada em Nova-Iorque e indicada 2 vezes ao Boston Music Awards como ‘Melhor Grupo de Jazz’ nos anos 2018 e 2019. Paralelamente com sua carreira musical, Raphael vem explorando o mundo da composição visual desde muito cedo, tendo ganho sua primeira máquina fotográfica quando tinha apenas 2 anos de idade. Hoje, mais de três décadas depois, inicia uma viagem de volta ao passado, fazendo imagens analógicas em preto e branco sem perder o fio que, em sua visão, está sempre ligado ao presente e aos novos tempos que virão.

Projeto UBUMPURU TRANSVERSAL: Em Travessias InTRANSitivas por Encruzilhadas disponibiliza conteúdos audiovisuais sobre o projeto

Depois de ter passado por nove cidades gaúchas, projeto com financiamento PRÓ-CULTURA RS FAC – Fundo de Apoio à Cultura, do Estado do Rio Grande do Sul, através do Edital FAC das Artes de Espetáculo da Secretaria de Estado da Cultura do RS – Sedac, lança obras audiovisuais com recursos de acessibilidade através do YouTube

Depois de ter passado por nove cidades gaúchas o projeto UBUMPURU TRANSVERSAL: Em Travessias InTRANSitivas por Encruzilhadas divulga sua última etapa de realização, disponibilizando dois produtos audiovisuais com recursos de acessibilidade: o documentário sobre o processo de criação e circulação do espetáculo UBUMPURU TRANSVERSAL – Uma Corpa Marginal e a videoarte completa da performance, gravada no Teatro de Arena, em Porto Alegre. O documentário, que conta com direção de vídeo de Liege Ferreira, captação de imagens e edição de vídeo de Thiago Lázeri e roteiro e edição de Julio Estevan, conta com recursos de tradução para LIBRAS e legendas descritivas. Nele constam registros de ensaios, processos de criação, experimentação, debates com público, conversas e diálogos entre equipe, desejos e resultados. 

Já a videoarte oferece recursos de audiodescrição, tradução para LIBRAS e legendas descritivas. “Essa adaptação da obra para o audiovisual é muito especial, pois é constituída de um olhar sensível, criativo e cuidadoso para que toda a experiência imersiva da obra presencial pudesse ser transmitida pela lente da câmera ao público”, revela Izabel Cristina, uma das diretoras do projeto, ao lado de Daniel Colin. Os dois materiais encontram-se disponíveis gratuitamente no canal do YouTube da artista AJeff Ghenes.

As legendas são assinadas por Lais Ramos, a audiodescrição pela Mil Palavras, com roteiro e narração de Letícia Schwartz, revisão de Alice Schwartz e consultoria de Rafael Braz. Já a Tradução para LIBRAS é da Para Todos Acessibilidade –  Ângela Russo e Amanda Alfaia. 

O projeto contou com uma circulação por nove cidades gaúchas que ocorreu entre os meses de setembro e outubro de 2023, com apresentações em Uruguaiana, Ijuí, Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Porto Alegre e Capão da Canoa. Proposto pela multiartista AJeff Ghenes, uma travesti não-binária, periférica e racializada, contou com financiamento PRÓ-CULTURA RS FAC – Fundo de Apoio à Cultura, do Estado do Rio Grande do Sul, através do Edital FAC das Artes de Espetáculo da Secretaria de Estado da Cultura do RS – Sedac. Para mais informações, acesse – https://www.instagram.com/ubumpurutransversal/ 

Créditos Obras Audiovisuais: 

Direção de Vídeo: Liege Ferreira

Captação de Imagens e Edição de Vídeo: Thiago Lázeri

Captação e Edição de Som: Alexandre Kumpinski

Roteiro e Edição de Vídeo Documentário: Julio Estevan

Legenda de Vídeo Documentário e Obra Audiovisual: Lais Ramos

Audiodescrição: Mil Palavras

Roteiro e narração: Letícia Schwartz

Revisão: Alice Schwartz

Consultoria: Rafael Braz

Tradução para Libras:

Para Todos Acessibilidade –  Ângela Russo e Amanda Alfaia

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Assessoria de Comunicação, Marketing e Mídias Sociais: Giuliano Pacheco – FG Comunicação 

Identidade Visual: Mário Bressiani

Produtora: Izabel Cristina 

Produção Geral: Cia Tem Gente no Palco

Amanecer tem única apresentação no teatro do Centro Histórico Cultural Santa Casa neste sábado, 16 de dezembro

Espetáculo de música e dança flamenca estreou em 2021 em formato videodança; está será a primeira oportunidade de assistir a performance no teatro

Após vencer o Prêmio Açorianos de Dança 2023 nas categorias Intérprete Destaque e Trilha Sonora, a Cia de Arte La Negra Ana Medeiros sobe ao palco do teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa neste sábado, 16 de dezembro, às 21h, para única apresentação de Amanecer. O espetáculo de música e dança flamenca estreou em 2021 em formato videodança e será encenado com presença de público no teatro pela primeira vez. 

Amanecer carrega esperança depois de um período de escuridão. A luz no fim do túnel, a primeira estrela da manhã. a certeza de que existe um novo dia e que a escuridão, assim como a luz, é necessária e faz parte da vida e do amadurecimento de cada um de nós.

O flamenco carrega em si o DNA de uma arte feita por excluídos, uma arte de rua em sua essência – um chão que grita as mazelas e celebra as alegrias da vida. Este pensar enraizado na terra e onde se pisa está presente no fazer artístico da diretora e coreógrafa Ana Medeiros, La Negra. Formada em Arquitetura e Urbanismo, La Negra tem a conexão entre cidade, história, edificação, território e memória. Todos esses elementos serão encenados em Amanecer. 

O corpo de baile é formado pelos alunos do centro de formação La Negra Ana Medeiros, que é ministrado pelas professoras Ana Medeiros La Negra, Thaís Virgínia La Sol, Bianca Benevenutto  e  Ana Cândida, La Campanera, com participações especiais e dos músicos Jef de Lima, Adriana Deffenti, Fernanda Copatti, Isadora Arruda, Gustavo Rosa e Tales Melati.

Os ingressos, entre R$ 50,00 e R$ 100,00, estão à venda através da plataforma Sympla. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/lanegraanamedeiros/ 

Amanecer – única apresentação

16 de dezembro, sábado, 21h

Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa – Av. Independência, 75

Ingressos entre R$ 50,00 e R$ 100,00, à venda pela plataforma Sympla

Primeiro Museu da Cultura Hip Hop da América Latina está aberto a visitação em Porto Alegre

A iniciativa conta com o patrocínio de Petrobras e realização do Ministério da Cultura – Governo Federal

Na tarde do último domingo, 10 de dezembro, a população de Porto Alegre acompanhou a abertura do Museu da Cultura Hip Hop RS, o primeiro da América Latina dedicado ao movimento. No ano em que celebram-se os 50 do surgimento do movimento e que o Governo Federal assinou um pacote de medidas pela igualdade racial, entre eles, o Decreto de Valorização e Fomento à Cultura Hip-Hop e o Projeto de Lei (PL) que prevê a criação o Dia Nacional do Hip Hop, em 11 de agosto, a cena da cultura Hip Hop brasileira comemora a chegada de uma instituição com uma ampla estrutura de um espaço físico para celebração, preservação e resgate histórico da cultura Hip Hop desenvolvida no Rio Grande do Sul. 

O evento contou com um público de mais de 2.000 pessoas, que acompanharam a cerimônia de inauguração e a abertura das portas dos espaços expositivos. Estiveram presentes o Prefeito de Porto Alegre Sebastião Melo, a Consul-Geral dos Estados Unidos Carrie Muntean, o Secretário-Executivo do Ministério da Cultura, Marcio Tavares, representando a ministra Margareth Menezes, o diretor de fomento da SEDAC RS Rafael Balle, a representante do Ministério da Gestão e Inovação Tânia Oliveira, diversos parlamentares, além da presidenta do IBRAM Fernanda Castro e o representante do IPHAN Pedro Clerot. 

Com expectativa de 30 mil visitações ano, o complexo conta com quase 6 mil itens de acervo físico e digital sobre a história do Hip Hop gaúcho, estruturado com salas expositivas, atelier de oficinas, café, loja, estufa agroecológica, biblioteca, quadra poliesportiva, CT de breaking e um estúdio, em uma área de quase 4 mil metros quadrados na Vila Ipiranga em Porto Alegre. Inspirado no The Universal Hip Hop Museum nos EUA, o Museu é uma iniciativa coletiva da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio e objetiva o fortalecimento de outros estados brasileiros para criação de museus, organizando rede capaz de construir o Museu Brasileiro da Cultura Hip Hop nos próximos cinco anos.

Na sexta-feira, 8 de dezembro, foi firmado um contrato entre o Museu e a Petrobras, que assinará o patrocínio master do complexo, financiando a manutenção do espaço,  atividades culturais e educativas no Museu pelos próximos dois anos. Através de um plano bienal de atividades aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura – Governo Federal, serão realizadas visitas guiadas para escolas públicas e instituições sociais, três novas exposições, mais de 40 atividades de formação dos elementos da cultura Hip Hop, além da realização de eventos multiculturais, gerando mais de 50 empregos diretos. 

“Com o patrocínio da Petrobras, será possível manter o museu funcionando, com exposições, oficinas, eventos na área externa com DJ, MC, Breaking e grafite, atividades educativas e visitas guiadas”, comemorou a gerente de Patrocínios e Eventos da Petrobras, Alessandra Teixeira.

Lançamento de cartilha em parceria com IBRAM será em janeiro

Na ocasião também foi firmado um termo entre o Instituto Brasileiro de Museus, o IBRAM, e o Museu, que elaboraram em conjunto uma cartilha trazendo informações de como foi o processo de construção do projeto. O material será disponibilizado em janeiro de 2024, proporcionando a outros Estados brasileiros acessarem a metodologia e conhecimentos para que o Museu da Cultura Hip Hop do RS seja exemplo para fomentar outras iniciativas no gênero. “A inauguração do Museu da Cultura Hip Hop RS é fruto do esforço coletivo dos movimentos gaúcho e brasileiro, mas principalmente das pessoas que acreditaram no projeto desde o princípio. A inauguração é o início de uma caminhada desse projeto, que nos coloca como pioneiros dentro do continente, sendo inclusive exemplo para que outros estados criem seus museus de forma fisica, organizada e profissional. Nesse sentido, o Museu da Cultura Hip Hop do RS abre suas portas para compartilhar conhecimento, tecnologias sociais e uma nova forma de relação em comunidade”,  afirma Rafa Rafuagi, Coordenador Geral do projeto.

Quatro casas e associações dedicadas à cultura Hip Hop receberão computadores através do Museu

Durante a cerimônia também foi divulgada a doação de dez computadores para quatro casas associações dedicadas à cultura Hip Hop do RS: Centro Cultural – Alvo Cultural, Casa do Hip Hop Rubem Berta, as duas no bairro Rubem Berta, o Galpão Cultural Casa de Hip Hop no Morro da Cruz, também em Porto Alegre, e a Fluência Casa Hip Hop, em Caxias do Sul. 

A partir de uma doação de equipamentos do TST para o Museu, parte dos computadores serão destinados a essas casas. “É uma ação de extrema importância, pois demonstra a relevância da existência de um equipamento como o museu, que canaliza e centraliza negociações, doações e diversas oportunidades de fomento para todo o movimento”, declara Rafuagi. “O movimento Hip Hop no Rio Grande do Sul tem experimentado um notável crescimento e consolidação, impulsionado, em grande parte, pela presença e atuação fundamental de diversas casas e associações dedicadas à cultura Hip Hop. Estes espaços não são apenas físicos, mas sim centros vibrantes e dinâmicos que desempenham um papel crucial no fortalecimento e expansão dessa expressiva forma de cultura urbana”, afirma. 

Abertura do museu marca inauguração de dois pavimentos com exposições

A partir deste final de semana o público pode conferir dois andares com espaços expositivos que contam com conteúdos como a história do movimento no mundo e no Brasil, a apresentação dos cinco elementos principais da cultura Hip Hop – MC (rapper), DJ, breaking (dança de rua), graffiti e conhecimento; um quadro evolutivo das 5 décadas do Hip Hop e seus cruzamentos com outras linguagens como a moda, comunicação, esporte e os movimentos sociais. A exposição Universo Hip Hop, localizada no primeiro pavimento do espaço, homenageia grandes nomes da cultura Hip Hop:  Lady Pink,  Carla Zhammp, Lu Hackers Crew, Nelson Triunfo, Tio Trampo, Sharylaine, Grande Master Flesh, Rock Steady Crew,  Os Gêmeos e o  DJ Nezzo, retratados em graffite realista pelos artistas Erick Citron, Ana Scarceli e Leandro Alves. No segundo andar, a exposição temporária Da Guedes – 30 anos, apresenta a trajetória do importante grupo gaúcho, formado em 1993, época em que despontaram várias bandas, e ajudaram a modificar o cenário musical brasileiro, que se rendia definitivamente para o Rap. Dividindo o palco com nomes como Planet Hemp, Ultramen, Racionais MC’s e Thaíde & DJ Hum, gravaram o nome na memória do público com rimas e beats que se tornaram clássicos. “Minha Cultura”, “Jogo da Vida”, “Bem nessa” e “Dr. Destino” se tornaram grandes hits do Rap, ajudaram a popularizar o estilo e a chamar mais a atenção para a arte produzida nas periferias de Porto Alegre.

De acordo com Fulvio Botelho, museólogo responsável pelo projeto, a exposição inaugural do Museu da Cultura Hip Hop RS apresenta um acervo amplo e diversificado doado por hip hoppers das nove regiões funcionais do Rio Grande do Sul. A mostra retrata as quatro décadas da cultura Hip Hop no estado, apresentando seus cinco elementos, suas origens, características e estilos, bem como suas relações com os centros urbanos. Além disso, a exposição destaca a atuação desses ativistas nas pautas sociais e lutas por direitos, promovendo igualdade e inclusão em diversas esferas, tais como gênero, etnia e crença. “Este comprometimento reflete características intrínsecas a este movimento, que busca incessantemente uma sociedade mais justa e igualitária”.

A partir de 2024 o Museu do Hip Hop RS vai receber grupos de escolas para vivências de ação educativa museológica e sobre a Cultura Hip Hop, possibilitando desenvolver conhecimento por meio da memória, história e cultura de maneira lúdica e com participação ativa das pessoas.  “A vivência Hip Hop inicia com uma visita guiada ao complexo do Museu e suas exposições; em um segundo momento, o grupo é dividido conforme o interesse pessoal nos diferentes elementos da Cultura Hip Hop para receberem uma oficina sobre os conceitos básicos de DJ, MC, Graffiti, Breaking ou Conhecimento”, revela Rafael Mautone, coordenador pedagógico do projeto.

Com projeto arquitetônico executivo assinado pela Goma Oficina em parceria com o Coletivo Uanda e interiores pela Start Interiores, desde outubro de 2022 o público já tem acesso ao pátio do museu, que já recebeu diversos eventos e conta com uma empena com arte assinada pela artista Gugie – a maior feita com andaime fachadeiro do RS, com 360 metros quadrados pintados, 300 litros de tinta e 50 latas de spray utilizadas ao longo de 20 dias, uma quadra poliesportiva e a Estufa Agroecológica Periférica Flor do Gueto, nome que homenageia a rapper e ativista Malu Viana. 

O Museu da Cultura Hip Hop do RS fica na R. Pq. dos Nativos, 545 – Vila Ipiranga e funcionará de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h. Para mais infomações, acesse instagram.com/museuhiphoprs

A iniciativa é financiada pela Lei de Incentivo à Cultura, conta com o patrocínio de Petrobras e NuBank e realização do Ministério da Cultura – Governo Federal, e em seu projeto de reforma contou com o financiamento do Pró-Cultura – RS – Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e do Ministério Público do Trabalho, patrocínio de Tintas Renner, Lojas Quero Quero e apoios da Fitesa e Instituto SLC. O prédio, uma antiga escola municipal, é uma concessão da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. 

Tóin: dança para bebês edição de Natal promove duas apresentações no sábado, 16 de dezembro, na Casa Salto

No próximo sábado, 16 de dezembro, a Casa Salto, o mais novo empreendimento em dança em Porto Alegre, recebe duas apresentações do espetáculo Tóin: dança para bebês edição de Natal. O projeto, em cartaz há dez anos, realizado pela Muovere Cia de Dança, conta com uma novidade para as duas sessões que encerram a temporada 2023: o público vai receber a visita da Mamãe Noela diretamente do Mundos Tóin, que, juntamente aos personagens Ventania, Maria Flor, Guria Papel e Sua Mola, Noela apresentará sua coreografia surpresa.

Criado em 2012, contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna e tendo sua estreia em 2013, o projeto foi precursor no Brasil para o público da primeiríssima infância em espetáculo de dança coreografado. Desde então já circulou por quatro regiões do Brasil em festivais, encontros e programas com foco na pequena infância.

Concebido por Jussara Miranda, TÓIN foi criado a partir de uma ideia muito simples e inspiradora: utilizar a dança como brinquedo para que os bebês, seus pais, cuidadores e acompanhantes, divirtam-se dançando. Delicado, o espetáculo atende aos cuidados que os bebês necessitam, acolhendo-os como convidados especiais desde a recepção à interação.  “Toin é mola, é impulso. É divertido e encantador. É para os bebês de todos os mundos”, afirma a coreógrafa e diretora da companhia. 

Dirigida especialmente para bebês de 0 a 3 anos e seus acompanhantes, a experiência é composta por duas atividades: o próprio espetáculo e uma vivência brincada, ambas fundamentadas no estímulo à receptividade e na experimentação com a dança. 

Tóin é inspirado na literatura infantil, em livros, imagens e conteúdos poéticos de autores como Gláucia de Souza, Mario Quintana e Eva Furnari, tradutores do simbólico e mágico universo da primeira infância. Também em vídeos da internet, como Bebê Jeans, Sapo Xulé, Dança do Palito e Topo Giggio, entre outros. 

O espetáculo apresenta quatro personagens e suas histórias: Maria Flor, Ventania, Guria Papel e Sua Mola, que nasceram de diversas inspirações e colaborações. Maria Flor, por exemplo, surge por conta das filhas e neta de Jussara e o curta-metragem de animação 3D Maria Flor; já Ventania nasceu de histórias contadas pelos bailarinos Denis Gosch e Joana Amaral, que integraram o elenco do projeto.

As apresentações ocorrem às 15h e 17h com ingressos entre R$ 25,00 e R$ 50,00, à venda pela plataforma Sympla. Mais informações, acesse: https://www.instagram.com/toindanca/

Ficha Técnica:

Concepção e Direção Geral: Jussara Miranda

Direção de elenco e ensaiadora: Joana Amaral

Elenco: Ana Claudia Pedone, Rafaela Machado, Carini Pereira e Joana Amaral

Mamãe Noela: Lauren Lautert

Operação de luz: Kyrie Snardi

Fotos: Cris Lima

Vídeos: Casa Salto e Rafaela Machado

Gestão Redes Sociais: Rafaela Machado

Figurino: Antonio Rabadan

Trilha original: Marcelo Delacroix e Beto Chedid

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin

Produção: Casa Salto

Parceiros culturais: LING, Salto e Ballancet

Tóin – dança para bebês – edição de Natal

16 de dezembro, sábado

Sessões às 15h e 17h

Casa Salto – André Puente 447 Independência

Valores: R$50 (inteira) e R$25 (bebês e crianças)

Sessão B 15h >> https://www.sympla.com.br/evento/toin-danca-para-bebes-de-0-a-3-anos/2250865

Sessão C 17h >> https://www.sympla.com.br/evento/toin-danca-para-bebes-de-0-a-3-anos/2250868

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