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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

novembro 2023

Primeiro Museu da Cultura Hip Hop da América Latina abre suas portas no domingo, 10 de dezembro, em Porto Alegre

A iniciativa conta com o patrocínio de Petrobras e NuBank e realização do Ministério da Cultura – Governo Federal

Programação gratuita de inauguração inicia às 13h

O ano de 2023 está sendo um marco para a Cultura Hip Hop brasileira: ao comemorar 50 anos do surgimento do movimento, há poucos dias o Governo Federal assinou um pacote de medidas pela igualdade racial, entre eles, o Decreto de Valorização e Fomento à Cultura Hip-Hop e o Projeto de Lei (PL) que prevê a criação o Dia Nacional do Hip Hop, em 11 de agosto. E a partir de domingo, 10 de dezembro, será possível visitar o primeiro Museu da Cultura Hip Hop da América Latina, que abre suas portas em Porto Alegre, RS.

O Museu da Cultura Hip Hop RS é o primeiro da América Latina dedicado ao movimento, com uma ampla estrutura de um espaço físico para celebração, preservação e resgate histórico da cultura Hip Hop desenvolvida no Rio Grande do Sul. Com expectativa de 30 mil visitações ano, o complexo contará com quase 6 mil itens de acervo físico e digital sobre a história do Hip Hop gaúcho, estruturado com salas expositivas, atelier de oficinas, café, loja, estufa agroecológica, biblioteca, quadra poliesportiva, CT de breaking e um estúdio, em uma área de quase 4 mil metros quadrados na Vila Ipiranga em Porto Alegre. Inspirado no The Universal Hip Hop Museum nos EUA, o Museu é uma iniciativa coletiva da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio e objetiva o fortalecimento de outros estados brasileiros para criação de museus, organizando rede capaz de construir o Museu Brasileiro da Cultura Hip Hop nos próximos cinco anos.

“A inauguração do Museu da Cultura Hip Hop rs é fruto do esforço coletivo dos movimentos gaúcho e brasileiro, mas principalmente das pessoas que acreditaram no projeto desde o princípio. A inauguração é o início de uma caminhada desse projeto, que nos coloca como pioneiros dentro do continente, sendo inclusive exemplo para que outros estados criem seus museus de forma fisica, organizada e profissional. Nesse sentido, o Museu da Cultura Hip Hop do RS abre suas portas para compartilhar conhecimento, tecnologias sociais e uma nova forma de relação em comunidade com mais de 25 atrações. É uma oportunidade da comunidade gaúcha, principalmente crianças, adolescentes e jovens em fase escolar poderem mergulhar neste universo rico e repleto de possibilidades profissionalizantes para o presente e o futuro”, afirma Rafa Rafuagi, Coordenador Geral do projeto.

A iniciativa é financiada pela Lei de Incentivo à Cultura, conta com o patrocínio de Petrobras e NuBank e realização do Ministério da Cultura – Governo Federal, e em seu projeto de reforma contou com o financiamento do Pró-Cultura – RS – Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e do Ministério Público do Trabalho, patrocínio de Tintas Renner, Lojas Quero Quero e apoios da Fitesa e Instituto SLC. O prédio, uma antiga escola municipal, é uma concessão da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. 

Com projeto arquitetônico executivo assinado pela Goma Oficina em parceria com o Coletivo Uanda e interiores pela Start Interiores, desde outubro de 2022 o público já tem acesso ao pátio do museu, que já recebeu diversos eventos e conta com uma empena com arte assinada pela artista Gugie – a maior feita com andaime fachadeiro do RS, com 360 metros quadrados pintados, 300 litros de tinta e 50 latas de spray utilizadas ao longo de 20 dias, uma quadra poliesportiva e a Estufa Agroecológica Periférica Flor do Gueto, nome que homenageia a rapper e ativista Malu Viana. 

Abertura do museu marca inauguração de dois pavimentos com exposições

No dia 10, o público poderá conferir dois andares com espaços expositivos que contam com conteúdos como a história do movimento no mundo e no Brasil, a apresentação dos cinco elementos principais da cultura Hip Hop – MC (rapper), DJ, breaking (dança de rua), graffiti e conhecimento; um quadro evolutivo das 5 décadas do Hip Hop e seus cruzamentos com outras linguagens como a moda, comunicação, esporte e os movimentos sociais.

De acordo com Fulvio Botelho, museólogo responsável pelo projeto, a exposição inaugural do Museu da Cultura Hip Hop RS apresentará um acervo amplo e diversificado doado por hip hoppers das nove regiões funcionais do Rio Grande do Sul. A mostra retrata as quatro décadas da cultura hip Hop no estado, apresentando seus cinco elementos, suas origens, características e estilos, bem como suas relações com os centros urbanos. Além disso, a exposição destaca a atuação desses ativistas nas pautas sociais e lutas por direitos, promovendo igualdade e inclusão em diversas esferas, tais como gênero, etnia e crednça. “Este comprometimento reflete características intrínsecas a este movimento, que busca incessantemente uma sociedade mais justa e igualitária”.

Para Eleonora Joris, produtora executiva e uma das curadoras, o desafio na criação e montagem da expografia do Museu do Hip Hop RS foi grande e passa, de forma permanente, por um processo coletivo de construção que envolve vários profissionais. “Pensar a narrativa dessa história é um exercício importante, que traz à tona questões culturais e sociais de extrema relevância na nossa sociedade”.

Na inauguração, o espaço promoverá uma série de atividades como grafitagem, apresentações de DJ, MC e breaking e espaço kids, até às 20h. A partir de 2024, o Museu do Hip Hop RS vai receber grupos de escolas para vivências de ação educativa museológica e sobre a Cultura Hip Hop, possibilitando desenvolver conhecimento por meio da memória, história e cultura de maneira lúdica e com participação ativa das pessoas.  “A vivência Hip Hop inicia com uma visita guiada ao complexo do Museu e suas exposições; em um segundo momento, o grupo é dividido conforme o interesse pessoal nos diferentes elementos da Cultura Hip Hop para receberem uma oficina sobre os conceitos básicos de DJ, MC, Graffiti, Breaking ou Conhecimento”, revela Rafael Mautone, coordenador pedagógico do projeto.

O Museu da Cultura Hip Hop do RS fica na R. Pq. dos Nativos, 545 – Vila Ipiranga e funcionará de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h. Para mais infomações, acesse instagram.com/museuhiphoprs

SERVIÇO

Inauguração do Museu da Cultura Hip Hop RS

10 de dezembro de 2023 a partir das 13h

Entrada Franca

Museu da Cultura Hip Hop RS

R. Pq. dos Nativos, 545 – Vila Ipiranga

Porto Alegre – RS, 91370-360

Escola municipal de artes de São Leopoldo promove última atividade de projeto de capacitação para educadores neste sábado, 02 de dezembro

“Em busca da infância prometida” conta com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Gedore

Formação ocorre em escola municipal com 660 alunos; em 2022, projeto impactou 120 professores e 780 alunos
 

Neste sábado, 02 de dezembro, a Escola Municipal de Artes Pequeno Príncipe em São Leopoldo recebe a última etapa do projeto Em busca da infância prometida, que desde 26 de agosto promove atividades de formação para professores. Em 2022, seis municípios do Rio Grande do Sul e Paraná sediaram ações em escolas públicas de educação infantil, que impactaram 120 professores e 780 alunos. Um evento aberto à comunidade marca o encerramento do projeto com uma grande mostra de práticas pedagógicas onde as crianças vivenciarão o que aprenderam ao longo da formação.

Com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Gedore, neste semestre o projeto ofereceu uma capacitação para educadores da Escola Municipal de Artes Pequeno Príncipe, com ferramentas para que sejam desenvolvidas práticas artísticas com alunos de 8 a 15 anos. A escola tem um corpo docente de 14 professores e atende 660 alunos no contraturno escolar do município com aulas de Artes Visuais, Dança, Teatro, Musicalização, Violão, Cinema e Literatura.

O projeto, criado pela Amora Produções Culturais, conta com a doação de equipamentos para as instituições e atividades formativas. A escola beneficiada recebeu televisor, notebook, caixa de som e câmera filmadora, que serão utilizadas tanto nos workshops quanto nas atividades com os alunos. Os professores participaram de 40 horas de oficinas, em um formato intensivo presencial e online, incluindo linguagens de teatro, dança, artes visuais, música e audiovisual, com coordenação pedagógica de Bruno Flores. Depois, foram desenvolvidas práticas com os alunos, sempre com acompanhamento dos arte-educadores do projeto.

Toda a formação é atravessada pela história do famoso personagem Peter Pan, a partir da poética da Terra do Nunca, como inspiração para se criar um universo de brincadeira e imaginação. No lançamento, a instituição também recebeu um “baú mágico”, com um acervo criativo composto por maquiagens, máscaras, instrumentos musicais, fantoches e outros recursos que possibilitam que os alunos trabalhem com linguagem artística em diferentes momentos. Ao final das atividades, também será lançado um vídeo com imagens das capacitações, da mostra dos alunos e depoimentos dos participantes.

A Gedore, indústria alemã com mais de 100 anos de história e, destes, 60 anos no Brasil, carrega em seu slogan o propósito de ser “Ferramentas para Vida”. Não apenas na realização de manutenções e projetos físicos, mas também na construção de um futuro melhor. Acreditamos que o incentivo às práticas artísticas durante a formação de crianças e adolescentes é fator-chave na facilitação das atividades humanas, no respeito às pessoas e ao meio ambiente. Nos orgulha ser patrocinadora de um projeto tão próximo à nossa missão e propósito e com tamanho impacto na comunidade.

Em busca da infância prometida é uma realização da Amora Produções Culturais, empresa de Porto Alegre, surgida em 2012, que tem como foco a realização de projetos culturais que tenham impacto social e contribuam para o desenvolvimento das regiões beneficiadas. Suas ações buscam fomentar o acesso, a descentralização e o surgimento de novas plateias para o mercado cultural.  Em seus anos de atuação, contam com mais de 50 projetos aprovados, beneficiando mais de 300 mil pessoas e impactando mais de 150 cidades.

As atividades no dia 02 de dezembro ocorrem gratuitamente das 09h30 às 11h30 na R. Dom João Becker, s/n – Centro, São Leopoldo.  Para mais informações, acesse: instagram.com/amoraproducoesculturais

SERVIÇO:

O que: Projeto Em Busca da Infância Prometida

Público-alvo: Escolas públicas

Linguagens desenvolvidas: Teatro, Dança, Artes Visuais, Música e Audiovisual

Cidade Beneficiada: São Leopoldo

Quando:  Sábado, 02 de dezembro, das 09h30 às 11h30, na Escola Municipal Pequeno Príncipe – R. Dom João Becker, s/n – Centro, São Leopoldo 

Ficha técnica:

Realização e produção executiva: Amora Produções Culturais

Coordenação Pedagógica: Bruno Flores

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Sobre a GEDORE – Reconhecida por ser Líder Mundial na fabricação de Ferramentas, a GEDORE é uma empresa alemã com mais de 100 anos de história dedicada a manter a qualidade em tudo que faz. A GEDORE Brasil, sediada em São Leopoldo-RS, oferece aos seus usuários três linhas: GEDORE (industrial), GEDORE red (profissional) e ROBUST (hobbista).

Casa de Cinema de Porto Alegre roda longa-metragem com Gabriela Correa e Sophie Charlotte

Virginia e Adelaide, uma coprodução com Globo Filmes, conta com roteiro de Jorge Furtado, que divide a direção com Yasmin Thayná

Iniciaram na terça-feira, 21 de novembro, em Porto Alegre, as gravações do longa-metragem Virginia e Adelaide, uma produção da Casa de Cinema de Porto Alegre em coprodução com Globo Filmes. O roteiro, assinado por Jorge Furtado, que divide a direção com Yasmin Thayná, conta a história de Virgínia Leone Bicudo e Adelheid (Adelaide) Koch, interpretadas por Gabriela Correa e Sophie Charlotte.

Adelaide e Virgínia se conheceram em 1937, um ano após a chegada da alemã ao Brasil, fugindo da perseguição nazista aos judeus, para onde veio com seu marido e duas filhas. Juntas, fundaram e popularizaram a psicanálise no Brasil, quebrando barreiras e preconceitos. Foram médica e paciente por 5 anos, colegas por mais de 30 anos, grandes amigas a vida inteira.  Adelaide foi a primeira psicanalista no Brasil reconhecida pela Associação Internacional de Psicanálise, e uma das criadoras da Sociedade Brasileira de Psicanálise. Virgínia foi a primeira psicanalista do Brasil, uma das fundadoras da psicanálise brasileira, e uma das primeiras professoras universitárias negras no Brasil. Por vários anos escreveu uma coluna de muito sucesso no jornal Folha de Manhã, intitulada “Nosso Mundo Mental”, que se transformou em livro e programa de rádio sobre psicanálise, veiculado pela Rádio Excelsior de São Paulo.

O filme conta com produção de Nora Goulart, direção de fotografia de Lívia Pasqual e direção de arte de Vanessa Rodrigues e Richard Tavares. Com distribuição da H2O Filmes, a produção tem previsão de lançamento nos cinemas em 2024.

Virgínia Leone Bicudo (São Paulo, 1910 – 2003) foi uma socióloga e psicanalista brasileira. Foi a primeira psicanalista do Brasil, uma das fundadoras da psicanálise brasileira, e uma das primeiras professoras universitárias negras no Brasil. Em 1945, concluiu e apresentou a sua tese de mestrado, o primeiro trabalho acadêmico sobre o racismo brasileiro, e tornou-se membro efetivo da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Nos anos 50, muda-se para Londres onde conclui sua formação e convive com Melanie Klein e Wilfred Bion, que se tornariam seus correspondentes. De volta ao Brasil, em 1962 foi eleita presidente do Instituto de Psicanálise, função que exerce até 1975. Em 1970, formou a Sociedade de Psicanálise de Brasília. Participou da criação da Revista Brasileira de Psicanálise (RBP). Virgínia escreveu por vários anos uma coluna de muito sucesso no jornal Folha da Manhã, “Nosso mundo mental”, que se transformou num livro e num programa de rádio sobre psicanálise.

Adelheid (Adelaide) Koch (Berlin, 1896 – São Paulo, 1980) foi uma médica e psicanalista alemã. Era membro da Sociedade Psicanalítica de Berlin, analisada e formada pelo doutor Otto Fenichel, que por sua vez foi formado e analisado por Sigmund Freud. Adelaide era, portanto, da terceira geração de psicanalistas. Em 1936, fugindo da perseguição nazista aos judeus, imigrou para o Brasil com seu marido e duas filhas. Adelaide foi a primeira psicanalista no Brasil reconhecida pela Associação Internacional de Psicanálise, e uma das criadoras da Sociedade Brasileira de Psicanálise. Formou, além de Virgínia, a primeira turma de psicanalistas brasileiros: Durval Marcondes, Lygia Alcântara Amaral, Flávio

Dias, Darcy Uchôa, Judith Andreucci, Frank Philips, José Nabantino Ramos, Henrique Mendes, Isaías Hessel Melsohn, Mário Yahan, Margareth Jones Gill.

Adelaide e Virgínia se conheceram em 1937. Juntas, fundaram e popularizaram a psicanálise no Brasil, quebrando barreiras e preconceitos. Foram médica e paciente por 5 anos, colegas por mais de 30 anos, grandes amigas a vida inteira.

Casa de Cultura Mario Quintana promove última edição de 2023 do Samba do Quintana no domingo, 03 de dezembro, com seis horas de música

Edição em comemoração ao Dia Nacional do Samba conta com programação em parceria com o MATE  – Música, Arte, Tecnologia e Educação com performances de Thiago Ribeiro & Amigos, Glau Barros, Marcelle Brito e Pâmela Amaro & Herdeiras do Samba 

Projeto com entrada franca tem como objetivo promover a cena do gênero e conta com curadoria e programação da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin

Encerrando a programação de 2023, o Samba do Quintana, promovido pela Casa de Cultura Mario Quintana, realiza no domingo, 03 de dezembro, sua sétima edição, celebrando o Dia Nacional do Samba, comemorado em 02 de dezembro, com seis horas de música. A programação gratuita, em parceria com o MATE — Música, Arte, Tecnologia e Educação, conta com performances da banda residente Thiago Ribeiro & Amigos, Glau Barros, Marcelle Brito e Pâmela Amaro & Herdeiras do Samba, a partir das 14h.

O projeto realizado pela Casa, com criação e curadoria da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin, tem como objetivo promover a cultura do samba e oferecer espaço para os compositores locais apresentarem suas obras, além de clássicos do gênero, através de formação de público e de cena. Evento já consolidado na agenda cultural da cidade, o Samba do Quintana dialoga com outros núcleos da CCMQ, que abriga o Instituto Estadual de Música (IEM) e a Discoteca Natho Henn, além de manter no ar a Rádio Quintanares, uma emissora pública e inclusiva de rádio, com programação 24 horas por dia. 

O sucesso das edições de 2023, que mobilizou mais de 3.000 pessoas e promoveu o trabalho de 18 artistas locais, confirma o interesse no estilo pelos porto-alegrenses. “Encontramos um público diverso e animado, que se interessa tanto pelos clássicos do samba quanto por descobrir novas canções e compositores”, revela a curadora e organizadora do evento. “A importância de um evento de rua, seguro, acessível e diverso para a população de Porto Alegre se confirma na resposta do público”, completa. Para Germana Konrath, diretora da CCMQ, o último encontro do ano vem para celebrar o ciclo de encontros de 2023: “Foram seis edições com um público cativo, que trouxe muita diversidade para a Casa de Cultura. Esse último evento, que comemora o Dia Nacional do Samba, e é realizado em parceria com o MATE, consolida a principal característica da Casa que é a integração de diferentes áreas e linguagens artísticas e culturais”, aponta. “Para comemorar nada melhor do que um evento de rua, uma maratona de Samba que acolhe todos os públicos e festeja a democracia da cultura. A partir de março de 2024, o projeto, que já se tornou um clássico da cidade para quem gosta de samba, tanto para os artistas quanto para o público, estará de volta”, conclui. O projeto contou com as participações de Cláudia Quadros, Luiza Helena e Edu Meirelles, além de Glau e Pâmela. 

Edição em parceria com o MATE — Música, Arte, Tecnologia e Educação

Em dezembro, o Samba do Quintana conta com a parceria do MATE — Música, Arte, Tecnologia e Educação, evento que chega a sua 5ª edição, com patrocínio da empresa Oi e apoio da Oi Futuro via Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul — PRÓ-CULTURA. O MATE promove o encontro de profissionais, criativos, empreendedores, artistas, marcas e serviços, seja da economia criativa ou das indústrias criativas e ocorre de 30 de novembro a 03 de dezembro, com atividades em diversos espaços da cidade, incluindo a Casa de Cultura Mario Quintana, com o objetivo de estimular artistas a alcançarem os mercados nacional e internacional, além de inspirar e proporcionar trocas de informações e oportunidades para integrações e novos negócios.

Neste ano, o MATE busca oferecer uma programação que contempla a multiplicidade de linguagens e conta com participações das regiões Norte, Sul, Sudeste e Nordeste. Uma série de painéis abordam temas como patrimônio cultural dos bens materiais e imateriais, o panorama da nova economia mundial e o crescimento das indústrias criativas, o atual momento do mercado da música digital no Brasil, os novos festivais e o fortalecimento dos grandes festivais, além de shows com convidados internacionais, nacionais e locais. Confira a programação completa em https://www.instagram.com/mate_americadosul/ 

Seis horas de samba com quatro atrações

Nesta edição especial, o Samba do Quintana contará com 6 horas de programação e quatro atrações. A banda residente, Thiago Ribeiro & Amigos, é responsável pelos primeiro e segundo blocos. Formada por Thiago Ribeiro (vocais e cavaquinho), Fernando Duarte (repique de mão, tamborim, bongô), Julia Gregório (flauta), Marcelo Rossi (violão), Paulo Wolff (pandeiro, carrilhão e chocalhos) e Rogério Menezes (tantan). Thiago Ribeiro começou na música aos 15 anos, quando ganhou seu primeiro cavaquinho, mas o samba vem de berço, começando com a influência de seu pai, o violonista e cantor Antonio Lima. Já na infância demonstrava amor ao estilo, batucando em todos os cantos e formando bandas com os amigos. Entre suas referências musicais estão nomes como Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, João Nogueira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Duda do Cavaco, Alemão Charles, grupo Flor de Ébano, entre outros artistas locais e nacionais. Há 19 anos Thiago se apresenta profissionalmente, em casas de shows em Porto Alegre, no litoral e no interior do estado. Já acompanhou Eliana de Lima por duas vezes em performances na cidade e abriu shows de Fundo de Quintal, Diogo Nogueira e Luiz Carlos da Vila. No momento está gravando seu primeiro single de seu álbum de estreia. 

Glau Barros é a artista convidada que participa das 16h30 às 18h. Cantora, atriz e figurinista, desenvolve uma intensa e permanente carreira profissional desde 1990, no teatro, TV, cinema e na música. Em 2019 Glau lançou no Theatro São Pedro o álbum Brasil Quilombo, com direção musical do músico e compositor Gelson Oliveira e produção musical e arranjos de Marco Farias, onde interpreta sambas de compositoras e compositores gaúchos, além de releituras de consagradas canções do gênero. Sucesso de público e crítica, Brasil Quilombo foi considerado pelo jornalista Juarez Fonseca o melhor disco de samba lançado no RS nos últimos tempos.

Encerrando a programação, é a vez da roda Herderias do Samba, comandada por Pâmela Amaro, com participação de Marcelle Brito, primeira atração nacional a integrar o Samba do Quintana. A roda surgiu em 13 abril de 2023, Dia da Mulher Sambista, em Porto Alegre, fundada pela compositora, cantora e instrumentista Pâmela Amaro, para exaltar o legado do samba, das matriarcas e a potência de musicistas que amam esta tradição musical. Para festejar o aniversário de Dona Ivone Lara, Zilah Machado e um ano de lançamento de seu álbum de estreia, Samba às Avessas, a cantora reuniu amigas e parceiras como Giovanna Luvizetto (surdo), Louise Nunes (voz, violão), Preta Oliveira (pandeiro), Lidi Lima (tambores), Gabi Barbosa (rebolo), além da própria Pâmela, na voz e cavaquinho. 

A cantora e percussionista Marcelle Britto nasce nas rodas de samba do Rio De Janeiro, onde ganha espaço em 2018, com a criação do seu primeiro projeto “Fuzuê de Iaiá”, em que já dividiu palco com grandes nomes como Teresa Cristina, Diogo Nogueira, Zé Katimba, Edil Pacheco, Wilson Moreira, dentre outras referências do Samba, além de já ter levado um pouco do samba carioca para outros estados e Angola, na África. Seu primeiro single, “Demorô”, lançado em abril de 2023, já acumula mais de 40 mil plays no Spotify e mais de 150 mil visualizações do clipe. Em julho lançou o single “Nem Chá, Nem Café”, composição de Marcelinho Moreira, Fred Camacho e Cassiano Andrade, que atingiu a marca de 100 mil visualizações do clipe no Youtube, em menos de 2 semanas de lançamento. Atualmente apresenta-se nos principais palcos da cena carioca, como Beco do Rato,Circo Voador, Rioscenarium, Bar do Zeca e, semanalmente, mantém sua roda de samba “Marcelle Britto e as Brabas do Samba” aos sábados no Bar do Omar. Além disso, compõe a banda dos shows “Um Sorriso Negro” , e “Pagode, Preta” da cantora, compositora e referência Teresa Cristina.

Bruna Paulin é artista, jornalista e mestre em Comunicação, e atua como pesquisadora musical há 21 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil. 

O Samba do Quintana acontece no domingo, 03 de dezembro, das 14h às 20h com dois intervalos. O bar Térreo vai contar com produtos promocionais durante o evento, com chopp com valor especial e dose dupla de drinks selecionados. O evento ocorre mesmo com chuva. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ccmarioquintana/

A CCMQ é uma instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) e tem o patrocínio do Banrisul. 

SAMBA DO QUINTANA

Edição especial em parceria com o MATE — Música, Arte, Tecnologia e Educação, celebrando o Dia Nacional do Samba

Com Thiago Ribeiro & Amigos, Glau Barros, Herdeiras do Samba e Marcelle Brito

Domingo, 03 de dezembro, a partir das 14h 

Na Travessa Rua dos Cataventos – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre) 

Entrada Franca

Zona Cultural recebe últimas apresentações do ano de Terra sem Mapa nos dias 24 e 25 de novembro

Sucesso desde sua estreia, espetáculo celebra os 45 anos de teatro e amizade de Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

Encerrando a temporada 2023, Terra Sem Mapa retorna à Zona Cultural nos dias 24 e 25 de novembro às 20h para as últimas apresentações do ano. 

“A memória é terra sem mapa, sem contorno, sem fronteira”. Assim se movem Luba-Mirna e Vrum-Sergio em seu teatro sobre migrações e travessias, exílios e encontros, vida e morte. Em TERRA SEM MAPA, artistas e seus duplos narram histórias, cantam e dançam numa celebração poética da existência, apesar da dor e dos descaminhos. Histórias que tecem o passado e o presente. As travessias estão por todos os lados: mares que se agitam ou se acalmam, fronteiras móveis ou arames ameaçadores, a premência de abandonar lares e atravessar tormentas em busca da vida prometida. Nesse contexto de migrações, Terra Sem Mapa fala por imagens, cartas, mensagens distantes ou publicações da imprensa e pela ficção, as quais têm âncora firme na realidade das terras de acolhimento. E não só por aqui: nossos tempos registram diariamente a diáspora de diferentes populações cruzando países ou mares inseguros, a pé, em botes frágeis, agarrados ao imenso desejo de viver e sem garantia nenhuma de vida.  

Mirna Spritzer e Sergio Lulkin comemoram mais de quatro décadas de trajetória profissional iniciada no mesmo espaço, o Teatro de Arena de Porto Alegre, com Terra sem Mapa. Nesta criação autoral, reúnem-se por suas semelhanças artísticas e seus diferentes caminhos de formação para dar corpo a uma dupla que há muito se desenha: Vrum e Luba.

Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória. “Esse universo de narrativas brota de fontes literárias sobre migrantes que aportam em novos mundos onde as pessoas buscam vida, alimento e futuro. Correm riscos, no limite da vida e da morte e desembocam na cena que é desenhada no espaço puro, denso de luz e sombra, e por textos diversos apropriados por dois tipos que habitam a memória familiar”, contam Mirna e Sérgio. O espetáculo apresenta imagens advindas da memória, das palavras e dos corpos em desenho no espaço. Profundamente apoiado no trabalho da atriz e do ator em relação com a luz, a sombra, o silêncio e a música. Humor e melancolia se mostram no movimento e na pausa. E no vazio imenso e intenso do palco aberto ao jogo e à contracenação. 

Após o primeiro encontro, há 45 anos, a dupla de artistas cruzou por muitas vezes, em diversos âmbitos profissionais, ambos com experiências em diferentes linguagens como o teatro, o rádio, cinema e televisão. Estudantes do Departamento de Arte Dramática e Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS, onde também realizaram seu Doutoramento na área da Educação. Em Terra sem Mapa, reúnem-se para a criação autoral após a experiência desses personagens com teatro online e vídeo, decidem ancorar seus desejos artísticos no Estúdio Stravaganza, onde trabalharam com práticas diversas, jogos, dramaturgias e ensaios. Assim, após trabalhos com diferentes direções e meios, iniciam aqui uma nova trajetória onde são criadores artísticos da cena em que habitam. 

Mirna e Sérgio estiveram juntos nos filmes O Mercado de Notícias, direção de Jorge Furtado, Antes que o mundo acabe, direção de Ana Luiza Azevedo e no telefilme Doce de Mãe, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo para TV Globo, todas produções da Casa de Cinema de Porto Alegre. No teatro contracenaram no icônico O casamento do pequeno burguês, de Brecht, com direção de Irene Brietzke, em 1978. Mirna integrou o Teatro Vivo, sob direção de Irene Brietzke, de 1979 a 2001, Sergio integrou o grupo TEAR sob direção de Maria Helena Lopes, de 1980 a 2002.

Terra sem Mapa conta com colaboração artística de Carlos Mödinger, figurinos de Rô Cortinhas, desenho de luz de Ricardo Vivian, música original de Gustavo Finkler, identidade visual de Leandro Selister e produção de Mirna, Lulkin e Renata Stein. Os ingressos custam entre R$ 33,60 e R$ 67,20 à venda pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/  ou uma hora antes das apresentações. A Zona Cultural fica na Av. Alberto Bins, 900. 

Saiba Mais

Sinopse: Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória.

TERRA SEM MAPA – ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES DE 2023 NA ZONA CULTURAL

24 e 25 de novembro, 20h

Zona Cultural – Av. Alberto Bins, 900

Ingressos à venda pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/ entre 33,60 e 67,20

Duração: 55 minutos

Classificação Livre

Ficha Técnica:

Criação e Atuação: Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

Colaboração Artística: Carlos Mödinger

Figurino: Rô Cortinhas

Iluminação: Ricardo Vivian

Operação de luz: Ricardo Vivian e Fabi Santos

Trilha sonora original: Gustavo Finkler

Operação de som: Luiz Manoel e Fabi Santos

Identidade Visual: Leandro Selister

Fotografia: Adriana Marchiori

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Produção: Mirna Spritzer, Renata Stein e Sergio Lulkin

Mirna Spritzer: Atriz, professora e radialista. Pesquisadora das vozes, escutas e paisagens sonoras nas Artes Cênicas e Radiofônicas. Bacharela em Interpretação, Mestre e Doutora em Educação pela UFRGS. Professora aposentada do DAD e PPGAC, UFRGS. Seus trabalhos mais recentes são, no cinema, Ana, Sem Título, com direção de Lúcia Murat, da Taiga Filmes. Aos olhos de Ernesto, com direção de Ana Luiza Azevedo, da Casa de Cinema de Porto Alegre, YONLU, com direção de Hique Montanari, da Container e Prana Filmes. No teatro, Expresso Paraíso, de Thomas Kock, direção de Maurício Casiraghi, pela ATO Cia Cênica e A Comédia dos Erros, de William Shakespeare, direção de Adriane Mottola, com a Cia Stravaganza. Cidade Proibida, Cena Urbana com direção de Patrícia Fagundes para Cia Rústica de Teatro. Língua Mãe. Mameloschn de Mariana Salzmann, direção de Mirah Laline, Troféu Braskem de Melhor Atriz, no 22º Festival Internacional Porto Alegre em Cena e Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo. Na televisão o, Doce de Mãe, realização da Rede Globo de Televisão e Casa de Cinema de Porto Alegre, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo. E Fantasias de uma Dona de Casa, realização da RBS TV e Casa de Cinema de Porto Alegre, com direção de Ana Luiza Azevedo, série com duas temporadas. Participou com Sergio Lulkin do vídeo Lubi e Vrum no Clube de Esquina apresentado no show on-line SOS Ocidente, em 2021. Participou como atriz do Projeto Quartas Drama ticas, realização da Ato Cia Cênica, Cia Indeterminada e Cia Stravaganza, com a leitura de Lesões incompatíveis com a vida, de Angélica Lidell, direção de Paulo Roberto Farias, e Os Cegos de Michel de Ghelderode, onde foi também diretora, E ainda, Tudo nasce de uma ferida íntima, espetáculo multimídia dentro do Festival Kino Beat e Sarau Deslocamentos, espetáculo cênico – musical dentro do Projeto Unimúsica UFRGS, com direção de Miriam Amaral e Carla Joner, em ambos como atriz e roteirista. Foi criadora, apresentadora e produtora do Programa RADIOTEATRO na Rádio FM Cultura de Porto Alegre, 10 anos no ar. Premiada no Edital NOSSA ONDA do Minc e da Cinemateca Brasileira para peças radiofônicas, com a peça Radiofônica Guarda-Roupa. Participou como atriz do podcast O amor que horror, dentro do 28 Festival Internacional Porto Alegre Em Cena. E ainda, A história do Disco, de Bruna Paulin e Submersa, de Camila Proto, dentro do Festival Kino Beat 2019. Também do projeto acústico P.S. Palavras que entrego a ti, de Danuta Zaghetto. E o episódio Das peças radiofônicas, no podcast RESPIRA CULTURA da UFRGS. Produz o perfil Coisas pra dizer em voz alta, no Instagram. Fez a leitura vocalizada de A Caverna, com a presença de Jose Saramago, no lançamento da obra em Porto Alegre, em 2000. Duas vezes premiada com o Troféu Açorianos e uma com o Prêmio Quero Quero, todos de Melhor Atriz. Compo s com Irene Brietzke, Denize Barella e Antonio Carlos Brunet, o TEATRO VIVO, grupo que marcou a história do teatro no Rio Grande do Sul com espetáculos como Salão Grená, Mahagonny, No Natal a gente vem te buscar e Peer Gynt, o imperador de si mesmo, entre outros. Publicou os livros Bem Lembrado, memórias do radioteatro em Porto Alegre, com Raquel Grabauska pela Editora AGE e A formação do Ator, um diálogo de ações, pela Editora Mediação, em sétima edição. E ainda, capí tulos de livros e artigos publicados em va rios perio dicos em especial A poética da escuta, na Revista Voz e Cena, em https://periodicos.unb.br/index.php/vozecena/article/view/31599/2 6378

Sergio Lulkin: Ator, bacharel em Artes Cênicas pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1983). Mestre em Educação (2001) e Doutor em Educação (2007) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e professor aposentado pela mesma Universidade e mantém atividades de formação e criação nas áreas de Educação e Teatro. Atua desde 1977, tendo integrado o Grêmio Dramático Açores do Teatro de Arena e, posteriormente, atuou em O Casamento do Pequeno Burguês de Bertolt Brecht, primeira montagem, com direção de Irene Brietzke; atuou em outros espetáculos sob direção de Roberto Ruas, Suzana Saldanha e Luiz Arthur Nunes. Integrou o grupo TEAR de 1980 a 2002, sob a direção de Maria Helena Lopes, tendo participado de espetáculos com destaque como Quem Manda na Banda (Prêmio Tibicuera de Melhor Ator, 1981), Os Reis Vagabundos, Crônica da Cidade Pequena e O império da Cobiça. Em 2001, com o espetáculo Solos em Cena, com direção de Maria Helena Lopes, ganhou o prêmio Açorianos de Melhor Ator. Atuou em diversos filmes de curta e longa metragem, tendo participado de Saneamento Básico, com direção de Jorge Furtado, em 2007. Participou do longa-metragem Antes que o mundo acabe (2010), com direção de Ana Luiza Azevedo. De 2008 a 2010 atuou no espetáculo O bairro, dirigido por Marco Fronchetti. Em 2012 e 2013 participou do Telefilme e da série de TV Doce de Mãe, produção Casa de Cinema e TV Globo. Em 2013 integrou o elenco do filme O mercado de notícias, documentário rio longa metragem com direção de Jorge Furtado. De 2016 a 2019 apresentou o espetáculo El Juego de Antonia, em parceria com Luciana Paz e direção de Andre Carreira. Entre 2020 e 2022 seguiu diversos cursos de formação em Clown, Canto para o Teatro, Experimentos de Zoom para o Teatro, Experimentos em Audiovisual, ofertados em plataformas digitais. Nesse mesmo perí odo, com direção e roteiro de Marco Fronchetti, a partir da obra “O torcicologologista” de Gonçalo Tavares, participou de Excelências, Experimento Zoom I e II, apresentados pelo youtube e pela Fundarte de Montenegro, RS. Em 2021, atua com Mirna Spritzer em Lubi e Vrum no Clube de Esquina, vídeo apresentado no show on-line SOS Ocidente.

Espetáculo que celebra os 25 anos de carreira de Cassandra Calabouço estreia em 24 de novembro no teatro Bruno Kiefer

Onde está Cassandra? reúne cinco drag queens que resgatam a trajetória da artista

Estreia na sexta-feira, 24 de novembro, às 20h, o espetáculo Onde está Cassandra?, um projeto que celebra os 25 anos de carreira de Cassandra Calabouço, uma das Drag Queens mais conhecidas da cena Queer de Porto Alegre, personagem do bailarino, ator e performer Nilton Gaffrée Júnior. Foi em 1998 em uma festa no Ocidente, que Cassandra Calabouço nasceu. A convite do amigo Antonio Rabadan, Nilton se montou pela primeira vez. Duas décadas e meia depois, surgem os questionamentos: qual a resistência necessária para ser (e continuar sendo) artista independente no mundo, no Brasil, em Porto Alegre? Como existir fora do mainstream? Como continuar fazendo arte? Como seguir resistindo?

Na peça, cinco drag queens (Alpine, a grande – Aline Karpinski, Cassandra Calabouço – Nilton Gaffrée Jr., LadyVina, Savanah Queen, Zélia Martínez – Zé Passos)  passeiam por coreografias, cenas e números de lipsync, tendo como narrativa a própria trajetória de Cassandra, através de suas memórias, questionamentos e críticas. Além de revisitar e reapresentar números icônicos da artista, também foram criadas novas cenas para este espetáculo que tem dramaturgia e iluminação de Gui Malgarizi e direção de Diego Mac, da Macarenando Dance Concept, companhia que Nilton (e Cassandra) integram. Os looks são assinados pelo “culpado de tudo começar”, o figurinista Antonio Rabadan.

As apresentações ocorrem na sexta e sábado às 20h e no domingo às 18h, com ingressos entre R$ 30,00 e R$ 60,00, à venda pela plataforma Sympla. O teatro Bruno Kiefer fica na Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 726 – Centro Histórico. Mais informações – https://www.instagram.com/cassandracalabouco/ 

Nilton Gaffrée Júnior, bailarino, ator/performer, integra o Macarenando Dance Concept desde 2013. Iniciou seus estudos em dança em 1993, tendo participado de importantes grupos de Dança como Ballet Phoënix, Anette Lubisco e Cia. De Dança, Grupo Experimental da Cidade de Porto Alegre, Gaia Dança Contemporânea. Também integra o elenco da Muovere Cia. De Dança desde 2015, com o Projeto Tóin, dança para bebês. 

Recebeu Prêmio Açorianos de melhor bailarino pela atuação no espetáculo Abobrinhas Recheadas (2010). Paralelamente, desde 1998, é ele quem dá vida à Drag Queen Cassandra Calabouço – Cassie para os mais íntimos, ok? O contato com o Teatro, unido à experiência da Dança são influências marcantes na criação e trajetória da personagem: bagagem e repertório artístico que combinam técnica, domínio de palco e desenvoltura corporal. 

Desde sua criação, Cassandra Calabouço tem atuado na cena artística e cultural de Porto Alegre, e neste ano completa 25 anos. Tem renomada carreira em múltiplas atuações: performer, hostess, apresentadora, comediante, bailarina, atriz, podcaster e produtora cultural. Desde 2015, compõe o time de apresentadoras da Parada Livre de Porto Alegre. Em 2015, foi pioneira no RS com a criação do workshop para Drags, o Pimp my Drag (em parceria com a Macarenando Dance Concept), já em sua oitava edição, além de dirigir trabalhos cênicos exclusivamente com personas Drag- com destaque para os espetáculos NOz (2017) e Baile de Perucas: o show (2020) – tendo este, integrado a programação oficial do Festival Porto Verão Alegre. 

Em 2017 trabalhou como preparadora de cena, coreógrafa e maquiadora no filme de Jayme Monjardim  (O Avental Rosa / Globo Filmes). Também em 2017, foi selecionada no Edital de novos artistas de “stand-up comedy” do Festival Miniciclos (realização da Liga Produção Cultural, com o apoio do Instituto Ling e patrocínio Fitesa), e neste mesmo ano foi convidada a participar como Speaker para o evento global Creative Mornings. 

Em 2018 integrou elenco de dois importantes espetáculos locais como bailarina (“Das tripas sentimento (2018)”, com Direção de June Machado e realização da Macarenando Dance Concept), e como atriz (“Cabaré Veneno”, com direção de Edu Kramer, com o grupo Teatro Ofídico). Criou e produziu a festa “Cassino da Cassandra” (2018/2019) para fomentar a cena drag local, e oportunizar espaço para novos artistas. Em 2020, realizou duas obras videográficas: Calabouço para Maiores (FAC Digital, Pró-Cultura-RS) e Dança do Calabouço (Edital Emergencial do Centro de Dança/SMC-PoA).

Realizou o primeiro festival de arte drag do Estado,  Festival Poa in Drag (2021), que beneficiou 40 artistas Drag Queens, além de possibilitar a contratação direta de mais de 60 profissionais da Cultura (Lei Aldir Blanc, Edital 009- SEDAC-RS). Desde 2022, é parceira de Janaína Duarte na Oficina Criativa Autenticidade Além dos Rótulos. É militante LGBTQIA +, e atua como parceira e voluntária na ONG Somos desde 2009. Em sua trajetória, já trabalhou para incontáveis eventos particulares e empresariais, com especial destaque para: Faculdade de Moda e Estilo da UCS (Caxias do Sul), OPUS Promoções, Feira Mix Bazaar, Melissa, Fadergs, UniRitter, Empório Essenza, Laureate, FBV/ESPM, ADP Brasil, Dell, Sesc e Senac Gravataí.

FICHA TÉCNICA

Direção, Coreografia e Trilha-Sonora: Cassandra Calabouço e Diego Mac

Texto: Cassandra Calabouço e Gui Malgarizi

Elenco: Alpine, a grande (Aline Karpinski), Cassandra Calabouço (Nilton Gaffrée Jr.), LadyVina, Savanah Queen, Zélia Martínez ( Zé Passos) 

Vozes:  Alexa, Cassandra Calabouço, Dani Dutra, Daniela Aquino, Diego Mac, Gui Malgarizi, e Nilton Jr. 

Dramaturgia e Iluminação: Gui Malgarizi

Figurino: Antonio Rabadan

Produção e redes sociais: Giulia Baptista Vieira

Produção operacional: Sandra Santos

Design gráfico:  Sandro Ka

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin e Miltinho Talaveira

Apoio:  Gráfica A Bayadeira

Instagram : www.instagram.com/cassandracalabouco/ 

Projeto Luciano Leães Convida tem segunda edição na quinta, 16 de novembro, com a participação de Luana Pacheco Trio

Após temporada na Europa com show no icônico bairro Montmartre de Paris, Luana Pacheco e Luciano Leães retornam ao Brasil e celebram a sua chegada com suas bandas em um show único que vale por dois. Nesta quinta-feira, 16 de novembro, às 21h, o palco do Sgt Peppers recebe a segunda edição do projeto Luciano Leães Convida, uma realização da Arco Music, em um reencontro da dupla com seus parceiros e também uma oportunidade de apresentar o público suas experiências fora do Brasil e novidades musicais. No repertório, clássicos da Canção Francesa, do New Orleans piano, do Jazz e do Blues. Será uma viagem pelo tempo, pelas músicas e pelas histórias que eles trouxeram na bagagem.

O projeto Luciano Leães Convida busca  trazer grandes nomes do blues, R&B e jazz para os palcos do RS. Nesta primeira edição, Leães, liderando o trio composto por Edu Meirelles no baixo e Ronie Martinez na bateria, recebe sua parceria de vida e música, Luana Pacheco, que vem acompanhada do próprio e da violinista Miriã Farias. 

O músico e produtor musical, também conhecido como “The Brazilian Professor”, segundo a revista britânica Blues Matters Magazine, é o criador da Arco Music, que engloba estúdio, selo e produtora, lançou em junho nas plataformas o single FESSta Brasilis, uma fusão inovadora na carreira de Leães, misturando R&B, jazz, ritmos brasileiros e sul-americanos, que conta com a participação de músicos locais e internacionais. A faixa marca o início da produção do próximo álbum de Leães, com lançamento previsto para o início do próximo ano. O disco apresentará uma coleção de composições originais, destacando a característica fusão do compositor e instrumentista com piano de News Orleans, R&B, jazz e ritmos brasileiros e sul-americanos.

A cantora e compositora é conhecida por sua conexão com grandes nomes femininos da música norte-americana, francesa e brasileira, em um conjunto de canções que compõem seu trabalho  e revelam um trânsito de Luana pelos três idiomas que a auxiliaram a construir sua persona artística – com influências principalmente de Jazz, Blues e Música Francesa. A ligação com a França vem de tempos: desde que venceu a terceira edição do Festival da Canção Francesa em 2010, a artista foi construindo uma trajetória com a cultura francesa. Em 2017, abriu o show de Zaz no Auditório Araújo Viana e já se apresentou no Cafe Les Deux Moulins, cenário do filme “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain” de Jean-Pierre Jeunet. Este ano Luana integrou a edição da revista Vox, Culture, et Innovation en Amérique Latine et dans les Caraibes que elegeu 29 personalidades inspiradoras de 21 países que possuem vínculo com a França, a língua francesa e a francofonia. A edição especial da publicação, lançada para celebrar os 140 anos da Aliança Francesa e intitulada “As vozes da francofonia”, foi distribuída no congresso da instituição em Paris no mês de julho. Luana é a única mulher brasileira a integrar a lista, com texto assinado pelo jornalista Marcio Grings.

Os ingressos antecipados estão à venda pela plataforma Sympla. Na hora, custam R$ 70,00. Entradas para Classe Artística estão à venda mediante comprovação por R$ 30,00. Mais informações, acesse https://www.instagram.com/lucianoleaes/ 

::: SERVIÇO 

Luciano Leães Convida: LUCIANO LEÃES TRIO & LUANA PACHECO TRIO

Quando: 16/11, quinta-feira, às 21h 

Onde: Sgt. Pepper’s (Rua Quintino Bocaiúva, 256 – Porto Alegre/RS) 

INGRESSOS ANTECIPADOS

Mesa (2 lugares): R$200*

 Mesa (4 lugares): R$350* 

 Mesa (8 lugares): R$500* 

 *ingresso incluído 

Informações através do Whatsapp (51) 99852-0029

MEIA-ENTRADA – R$35

INGRESSOS NA HORA – R$70

CLASSE ARTÍSTICA (mediante a comprovação) – R$30,00

Frescoboys integram a programação do projeto Ao Vivo no Térreo na quarta, 15 de novembro

Ao Vivo no Térreo é um projeto que une música e gastronomia com curadoria da pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin

O Térreo Bar promove na quarta-feira, 15 de novembro, a segunda edição do projeto Ao Vivo no Térreo, uma programação que une música e gastronomia e que conta com a curadoria da pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin. O Ao Vivo no Térreo ocupará três noites de quarta-feira dos meses de novembro e dezembro com performances de artistas locais apresentando projetos autorais e também versões. O público poderá conferir com entrada franca a performance do grupo Frescoboys. O quarteto formado por Erick Endres na guitarra e voz, Caio Mello no baixo, Bruno Neves na bateria, e Bárbara Martins na voz, teclado e sax, traz clássicos de artistas renomados como Rita Lee, Marina Lima, Tim Maia e adiciona um toque moderno ao interpretar nomes atuais como Dingo Bells, Luedji Luna e Ana Frango Elétrico. 

O lançamento do evento ocorreu no dia 1 de novembro, com a participação do trio Brazilian Stuff. “Depois do sucesso do Samba do Quintana, agora é a vez de trazermos uma programação musical com outros estilos para a Travessa dos Cataventos, proporcionando ao público um novo espaço para conhecer nossos artistas locais”, revela a curadora. 

A casa oferecerá opções de drinks e pratos especiais, criados especialmente para o evento. O show inicia às 19h, com entrada franca. O Térreo fica na rua Travessa dos Cataventos, na Casa de Cultura Mario Quintana. Para reservas e mais informações, acesse – https://www.instagram.com/terreo.ccmq/ 

Saiba Mais

Inaugurado em 2022, o Térreo é um empreendimento idealizado pelos sócios Rafael Schneider e Gustavo Bordignon – proprietários da cerveja Vento Livre – que há mais de 10 anos produzem e vendem chopp artesanal em bares e eventos do RS. Com entrada pela Travessa dos Cataventos, no térreo da Casa de Cultura Mario Quintana, o bar tem uma excelente curadoria nas suas 12 torneiras de chope: seis delas conectadas com cervejas da Vento Livre, e as outras seis com cervejas de outros pequenos produtores locais, valorizando o que há de melhor em produção de cerveja artesanal no RS.

A carta de drinks é variada: encontram-se desde drinks tradicionais, como a Mimosa, Aperol Spritz e Negroni até os autorais, batizados  com nomes que remetem às referências do centro cultural, como é o caso do Majestic e do Eu Passarinho. Entre os destaques da culinária temos o hambúrguer de cogumelos empanados: uma combinação ímpar de diferentes texturas com o sabor umami do cogumelo e o sweet chilli da Casa. Também o suculento sanduíche de carne de panela com rúcula e parmesão.  O Térreo funciona de terça a domingo das 12h às 23h, indo até mais tarde nos sábados e vésperas de feriados.

Sobre a curadora: Bruna Paulin é artista, jornalista e mestre em Comunicação, e atua como pesquisadora musical há 21 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil e curadora e produtora do Samba do Quintana, projeto realizado pela Casa de Cultura Mario Quintana que promove uma roda de samba no primeiro domingo de cada mês. Também é produtora executiva da reedição em vinil de Pra Viajar no Cosmos não Precisa Gasolina de Nei Lisboa, lançamento da Toca do Disco Records. 

AO VIVO NO TÉRREO

Térreo Bar – Casa de Cultura Mario Quintana – Travessa dos Cataventos

Segunda edição – 15 de novembro, quarta-feira, 19h

Com Frescoboys

Entrada franca

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