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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

outubro 2023

Grupo suíço de jazz se apresenta nesta terça, 17 de outubro, com única apresentação no Las Brutas 

60 Miles retorna à América Latina apresentando seu último álbum “Ice Scream”

Banda circulou pela Argentina e Chile e encerra turnê no Rio 

Nesta terça-feira, 17 de outubro, o grupo suíço de jazz 60 Miles encerra sua turnê pela América Latina com única apresentação no Rio de Janeiro no Las Brutas (Rua Sá Ferreira, 25 – Copacabana). Após ter passado pela Argentina e Chile, a banda chega ao Brasil para performances em Porto Alegre (16, Grezz) e no Rio, para apresentar seu quarto álbum, Ice Scream, lançado este ano. Esta é a segunda vez que o 60 Miles vem ao Brasil. O trio já percorreu desde 2015 Europa, China, Japão, Brasil e Argentina. Nas performances da turnê 2023, o público poderá conferir a participação do trompetista Shems Bendali. 

Sem dúvida, o que 60 Miles propõe é o jazz. Existe ainda hoje um jazz que se refere apenas a si mesmo e se alimenta apenas da sua própria tradição? 60 Miles opta por criar sua própria música, inspirando-se em Parker, Jarrett e Cohen, bem como em Led Zeppelin, Radiohead e Beethoven. Uma música formada na grande tradição do trio, mas sem os códigos habituais. O estilo de 60 Miles busca melodias fortes, desenhando uma interessante proposta de improvisação.

Numa altura em que o mundo ocidental finalmente toma consciência da catástrofe climática que gerou, será ainda possível reverter a situação? Podemos mudar algo específico em nossa escala? E a música tem algum papel a desempenhar nisso? A estas questões, os quatro músicos Nicolas Gerber (piano), André Hahne (baixo), Shems Bendali (trompete) e Philipp Leibundgut (bateria) só conseguem dar a resposta de poesia e criatividade. Ice Scream foi lançado em fevereiro deste ano e conta com dez composições de Nicolas, André e Philip. Com influências das artes visuais e da dança contemporânea, em sua estética sonora há inspirações que vêm da música clássica e do jazz americano. Destaca-se a incorporação do trompete e a polirritmia evidente que perpassa o trabalho com variações de métricas, marcando uma certa evolução na sonoridade da banda.

Os ingressos para a performance no Rio custam R$ 30,00  e a apresentação inicia às 19h30. Para mais informações, acesse instagram.com/60milesjazz

60 Miles – Única apresentação no Rio de Janeiro

Terça-Feira, 17 de outubro, 19h30

Las Brutas – Rua Sá Ferreira, 25 – Copacabana

Youtube: 60 Miles – YouTube

Spotify:https://open.spotify

Instagram: 60 Miles (@60milesjazz) • Fotos y videos de Instagram

Web: 60 millas (60miles.ch)

Etiquetas en redes: @60milesjazz @andrehahne1 @shemsbendali @philippleibundgut @irina.hayipanteli @hermanager.agencia  / CABA @ericasantospr

Vídeo ao vivo: “Soon Reach” https://youtu.be/B37wIpHorqk?si=33tKHD05EtmiQRaT

Sobre os artistas

Nicolas Gerber | piano & keyboards nicolasgerber.ch/ (Suiza)

Pianista de jazz e tecladista de rock. Toca principalmente com 60 Miles e KKAAN, com quem faz turnês pela Europa, Ásia e América do Sul. Colaborou com diversos músicos como Guillaume Perret, Cyril Regamey, Samuel Blaser, Lucien Dubuis, Lionel Friedli, Simon Gerber, Le Bel Hubert, Napoleon Washington e Mimmo Pisino. Faz teatro musical, com o Théâtre de la Grenouille e a companhia Frakt’ de Biel ou com o cineasta Pierre-Yves Borgeaud. Estuda na Montreux Jazz School; leciona na Musikschule Biel.

André Hahne | baixo (Alemanha)  https://www.andrehahne.com/

André Hahne é um compositor, baixista e produtor musical alemão/neozelandês que vive e trabalha na Suíça. Diretor do selo Nova Jazz que organiza concertos e o festival anual de jazz em Yverdon-les-bains, na Suíça. Reconhecido como compositor, baixista e fundador de diversos projetos como No Square Quartet e 60 Miles Trio. Ele também cria músicas para peças de teatro e dança. Ele tem um forte senso melódico e recentemente concentrou sua pesquisa em polirritmias.

Philip Leibundgut | Batería (Alemanha) https://www.philippleibundgut.ch/

Nascido em 1991 em Burgdorf, Berna, estuda no HKB Jazz Bern com Dejan Terzic, Jan Fabricky, Lutz Häfner e Patrice Moret, entre outros. Atua em projetos na Suíça e no exterior. Os conjuntos ativos incluem: Woodoism, Dimitri Howald Trio, Windisch, Shane Quartet e Swiss Jazz Orchestra. Vencedor do Biberach International Jazz Prize com o Shane Quartet e uma bolsa da Friedl Wald Foundation. Em 2018 ganhou o Prêmio ZKB Jazz com a banda Woodoism.

Shems Bendali | Trompete (França)  Trompettiste de Jazz | Compositeur | Shems Bendali | Accueil |

Shems nasceu em 1996 e cresceu na pequena cidade de Thonon-Les-Bains (França). Estudou com Matthieu Michel, Emil Spanyi, Robert Bonisolo, René Mosele e Banz Oester. Atuou em palco e/ou estúdio com Bastian Baker, Kadebostany, Charlie Winston, Fianso, Rilès, Danitsa, Lea Lu, Issam Krimi, François Jeanneau, Matthieu Michel, Pierre Drevet, Banz Oester, Emil Spanyi, Jean-Lou Treboux, Chistophe Moniot, Nils Wogram, Nik Bartch, Emmanuel Bex e muitos mais.

Focus Cia. de Dança apresenta Bichos Dançantes e Still Reich nos dias 21 e 22  de outubro no Theatro São Pedro

Sessões ocorrem no Theatro São Pedro com o patrocínio da Petrobras através da Lei Federal de Incentivo à Cultura

A carioca Focus Cia. de Dança desembarca na capital gaúcha no mês de outubro para apresentar dois espetáculos em três sessões no Theatro São Pedro. O espetáculo Bichos Dançantes, primeira obra infantil da companhia, terá única apresentação no dia 21 de outubro, às 16 horas. Já Still Reich, espetáculo com três indicações ao Prêmio Cesgranrio de Dança e vencedor de melhor coreografia, será apresentado nos dias 21 e 22 de outubro, sábado às 20h e domingo às 18h. Os trabalhos têm a direção, texto, concepção e coreografia de Alex Neoral. Os ingressos custam R$40 a inteira e R$20 a meia. Esta circulação conta com o patrocínio da Petrobras através da Lei Federal de Incentivo à Cultura

Bichos Dançantes é um trabalho que conta com vozes de grandes artistas, como Reynaldo Gianechini, Lucinha Lins, Evelyn Castro, Gabriel Leone, José Loreto e Mateus Solano, entre outros. Essas potentes vozes são interpretadas pelos corpos dos bailarinos da Focus Cia de Dança que dão vida a esses personagens. O espetáculo é uma aventura onde oito bichos se deparam com um desejo em comum, e assim recebem um desafio de Elisa, uma jabuti que completa cem anos e quer fazer dessa data tão especial algo inusitado. Catorze personagens desenham essa jornada cheia de mensagens e pensamentos que serão absorvidas tanto por crianças quanto por adultos.

A criação de um espetáculo direcionado ao público infantil é desejo antigo de Alex Neoral, diretor artístico e coreógrafo da Focus Cia de Dança. “Bichos Dançantes é mais um desafio cumprido com excelência pela Cia, que nasceu com o intuito de reforçar o comprometimento com a comunicação e a um maior acesso de todos à arte”, comenta o diretor. “Este trabalho é um convite ao entretenimento para crianças de 0 a 100 anos, e é também uma oportunidade de compartilharem um momento lúdico e de aprendizado através da arte e da dança”, completa Neoral.

O texto é de autoria do próprio coreógrafo que além de estrear o espetáculo infantil, também estreia como autor e lança o livro com a história e diálogos da peça. As músicas são compostas pela dupla TUIM, Felipe Habib e Paula Raia, com letras e arranjos todos originais e criados especialmente para esse espetáculo. As canções e a trilha incidental complementam a narrativa que mistura humor, alegria, questionamentos e muita diversão. “Esta é uma oportunidade para avivar nossas crianças interiores e constatar que o desafio de Elisa (que na verdade, todos nós procuramos) está mais perto do que imaginamos”, comenta o diretor.

Still Reich

Still Reich reúne, em um programa único, peças compostas a partir de músicas do compositor contemporâneo americano, Steve Reich. Inspirado pelo vigor e construções musicais de suas composições, Alex Neoral apresenta quatro de suas obras neste espetáculo: “Pathways”, “Trilhas”, “Wood Steps” e “Keta”. O espetáculo foi vencedor do Prêmio Cesgranrio de Dança como melhor coreografia e ainda indicado como melhor bailarino e melhor bailarina.

Segundo Alex Neoral, Still Reich, que significa ‘ainda Reich’, é como se o compositor ainda continuasse o inspirando. Depois de quinze anos da primeira peça que criou com músicas dele, novamente o coreógrafo se inspira em suas músicas para a concepção de uma nova obra. “O espetáculo apresenta peças coreográficas que se assemelham muito com às composições de Reich, que apresentam um fascínio pela combinação, pela questão abstrata, que vira uma música, assim como as coreografias, que combinam gestos aleatórios, criando universos a partir disso, sem um assunto pré-existente”, explica Neoral.  

“Pathways”, com a música  Music for Pieces of Wood, traz em sua construção uma síntese da linguagem da Focus e o desafio de criar uma nova obra a partir de trechos pré-existentes. Apresentado inicialmente em Stuttgart, na Alemanha, foi um trabalho elogiado pelo público e pela crítica, tendo sido remontado para o ‘CityDance Ensemble’ – hoje ‘Company E’ –, de Washington DC. Já “Trilhas” é um extrato do espetáculo ‘Ímpar’, que aborda o instante e a partícula do momento que pode e muda o seguinte. Na fisicalidade, Neoral construiu a coreografia inspirado em fugas, escapadas e corridas; assim, como na música Different Trains – After the War, há traços de tensão. Ambos trabalhos já foram apresentados na Alemanha, França, Itália, Panamá, além de inúmeras cidades brasileiras.

Em “Wood Steps”, a inspiração vem da vida nômade: pessoas que moram no “mundo” e fazem de seus pés as suas casas. O trabalho utiliza a percussão de pés para criar ritmos e marcações para a obra Proverb de Reich, onde a escrita coreográfica ganha o solo, explorando uma movimentação pesada e inusitada, fortificando a relação com o chão que se pisa. A metáfora do sapato,  que  possibilita  ir  mais  longe  e  nele guarda muitas histórias de quem o usa.

 “Keta”, significa terceiro em Iorubá. Reich compôs Drumming, música da peça, em uma viagem que fez à Gana na África. Esse universo tribal e ritualístico, de alguma forma, é levado para a cena através de uma construção coreográfica veloz, viva e orgânica, mostrando corpos em sua máxima potência em um trabalho vigoroso e ao mesmo tempo humano.

A companhia

Com 25 obras e 16 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança segue consolidando, ao longo de 23 anos, uma história autêntica reconhecida pela crítica especializada e com sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Madri e Panamá. Logo quando a pandemia aquiesceu, em 2021, estreou o espetáculo Vinte e o seu primeiro infantil Bichos Dançantes, este último contemplado na Chamada Petrobras Cultural de Artes Cênicas.

 Em 2020 lançou Corações em espera, criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube. A obra foi indicada ao prêmio APCA na categoria criação, ficando em cartaz por 17 semanas. Em 2019 a Focus ganhou o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta parte integrante do espetáculo Still Reich e teve seu elenco indicado ao prêmio APCA durante a temporada na capital paulista, ainda no mesmo ano recebeu a indicação de melhor coreografia para Focus Dança Bach, e melhor bailarino pelo 2º Prêmio Cesgranrio de Dança. Em 2017 se apresentou no Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Há 10 anos, a Focus Cia de Dança foi escolhida, através da seleção publicado Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção. Mais de 1 milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral traduzidas no corpo de baile da companhia que é formada por bailarinos de todo o país.

Em julho de 2023, estreou nacionalmente no Rio de Janeiro, “Carlota – Focus dança Piazzolla”, sucesso de crítica e público, além de representar como convidada especial a dança do Brasil no Festival Hola Rio, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do governo fluminense em Madri, onde apresentou “Trupe” e “As canções que você dançou pra mim” na Casa de Vacas e Casa de América, além de participar de intercâmbio e residência artística com a Dínamo Cia de Danza.

Equipe Bichos Dançantes: Direção Artística, concepção, coreografia e texto: Alex Neoral | Direção de Produção e Gestão: Tatiana Garcias | Coordenação de Projeto: Taysa Diniz | Assistente de Direção e Ensaiado: Luisa Vilar | Produção Executiva : Giseli Ribeiro | Direção dos atores: Alex Neoral e Felipe Habib | Trilha original: Tuim | Felipe Habib e Paula Raia | Iluminação: Renato Machado | Figurinos: Ursula Fêlix | Cenário: Natália Lana | Adereços: Orlando Sergio | Programação Visual: Barbara Lana | Ilustração: Eléonore Guisnet | Fotos: Dan Coelho, Dantas Jr. , Manu Tasca, Sabrina da Paz | Atores | vozes em off | Lucinha Lins, Reynaldo Gianechini, Mateus Solano, Tânia Alves, José Loreto, Bianca Byington, Vilma Melo, Juliana Alves, Evelyn Castro, Fernanda Abreu, Gabriel Leone, Jefferson Shroeder, Pedro Lima, Felipe Habib e Paula Raia | Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Lindemberg Malli, Iure de Castro, Paloma Tauffer, Vanessa Fontes e Wesley Tavares | Patrocínio Oficial: Petrobras | Realização: Neoral Garcias Produções Artísticas

Equipe Still Reich: Direção, Concepção, Coreografia: Alex Neoral | Direção de Produção: Tatiana Garcias | Produção Executiva: Giselli Ribeiro | Iluminação: Binho Schaefer | Técnico de Iluminação: Anderson Ratto | Técnico de Palco: Paulo Berbeto | Visagismo e Figurinos: André Vital | Confecção de Figurinos: Jacira Garcias | Redação: Mônica Riani | Fotos: Manu Tasca e Paula Kossatz | Programação Visual: Barbara Lana | Mídias Sociais: GuiiuG Comunicaçao | Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Lindemberg Mallí, Iure de Castro, Paloma Tauffer, Vanessa Fonseca e Wesley Tavares

Serviço

Focus Cia de Dança apresenta Bichos Dançantes e Still Reich

Bichos Dançantes

21 de outubro às 16h – Classificação: Livre

Still Reich

21 de outubro às 20h; 22 de outubro às 18h – Classificação: 12 anos

Ingressos: R$ 40,00 inteira | R$ 20,00 (meia-entrada)

Local: Theatro São Pedro – Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico, Porto Alegre

 Informações: 51 2106-8000

Vendas

bilheteria do teatro e pelo site https://theatrosaopedro.eleventickets.com/#!/home

Distrito Jazz Festival 2023 ocorre a partir desta segunda-feira, 16 de outubro

Evento realizado com produção e curadoria de Bruno Melo e Rafael Rhoden, do Grezz, novo espaço de música da cidade, promove performances de atrações locais e internacionais

A partir desta segunda-feira, 16 de outubro, Porto Alegre recebe a edição 2023 do Distrito Jazz Festival, com programação promovendo uma imersão no melhor do Jazz da cena regional e internacional, com atrações subindo o palco do Grezz, nova casa de Jazz da cidade, localizada no Quarto Distrito. Com realização e curadoria do produtor cultural Bruno Melo e de Rafael Rhoden, do Grezz, o evento conta com 13 performances durante os cinco dias. Em setembro, no lançamento, o público pode acompanhar shows, masterclass e painel.

Criado em 2019, o Distrito Jazz é uma plataforma de Jazz Urbano que pretende conectar a cena local com a internacional, promovendo encontros memoráveis. “O Distrito Jazz Festival nasce propondo um território de muita música, troca de experiências, saberes e respeito ao próximo, na cidade de Porto Alegre. Existem diversos distritos musicais ao redor do mundo, que são áreas conhecidas por sua rica cena musical e pela presença de estúdios de gravação, lojas de instrumentos, salas de concerto, bares e clubes que promovem shows ao vivo e apresentações de artistas locais e internacionais, como o Music City em Nashville, nos EUA, o Soho em Londres, o bairro de Montmartre em Paris, Shibuya em Tóquio, e Barranco em Lima, no Peru”, conta Melo.

O evento conta com apresentações de Mari Kerber Trio, Tocaia Trio, Gabriel Romano & Equilíbrio Dinâmico, Quarteto Bibi Jazz, Atairū, Giovanna Mottini, Marcelo Corsetti, 60Miles (Suíça), Alfredo Rodriguez (Cuba), além dos DJs Augusto Nesi, Dick Jay, Yasmin Love e Eduardo Osório. Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 55,00  e R$ 250,00 – valor de passaporte limitado com desconto, para acesso a todos os dias, recebendo um pôster exclusivo do festival, criado pelo artista visual Gabriel Duranti, em parceria com a Jazz Comunicação, agência oficial do festival.

Mais informações acesse https://www.instagram.com/distrito.jazz/

Ingressos GREZZ: https://www.sympla.com.br/grezz

// PROGRAMAÇÃO

OUTUBRO

16 de outubro – Segunda – GREZZ

●      20h – Show 60miles (Suíça) @60milesjazz

18 de outubro – Quarta – GREZZ

●      18h – DJ Augusto Nesi @guthouu

●      20h – Show Bibi Jazz Quarteto @bibijazzquarteto

●      21h – Show Gabriel Romano & Equilíbrio Dinâmico @gabrielromanoacordeon


19 de outubro – Quinta – GREZZ

●  18h – DJ Eduardo Osório @edu.jazz

●  20h – Show Alfredo Rodriguez (Cuba) @alfredormusic

20 de outubro – Sexta – GREZZ

●      18h – DJ Dick Jay @djdickjay

●      20h – Show Tocaia Trio @tocaiatrio

●      21h – Show Mari Kerber Trio @mari.kerber

21 de outubro – Sábado – GREZZ

●      18h – DJ Yasmin Love @y_a_s_m_i_n_l_o_v_e

●      20h – Marcelo Corsetti @marcelocorsetti

●      21h – Giovanna Mottini Quarteto @gmottini

●      22h – Atairū @oleobitt @dddeds @lucass.fe



SERVIÇO:

DISTRITO JAZZ FESTIVAL 2023

 Grezz – Almirante Barroso, 328 – Floresta @grezz.poa

 
Datas:

16, 18, 19, 20 e 21 de outubro

Ingressos:

Ingressos GREZZ: https://www.sympla.com.br/grezz

GREZZ

Passaporte Limitado com Desconto: Por apenas R$ 250,00 garanta seu lugar para todas as noites do festival e ainda receba um pôster exclusivo do festival, criado pelo renomado artista visual Gabriel Duranti, em parceria com a Jazz Comunicação, a agência oficial do festival. Uma peça de arte que você pode levar para casa como lembrança deste momento especial.

Meia-entrada*: A partir de R$ 55,00 (meia), R$ 110,00 inteira. Para obter o benefício de meia-entrada (50% de desconto), basta apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do evento. Todos os documentos válidos para esse benefício são determinados pela Lei Federal 12.933/13.

VOO LIVRE encerra temporada no Sesc Copacabana com sessões de ARTE, de 12 a 14 de outubro

Projeto da cia brasileira de teatro reúne Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino encerra com participações de Bárbara Arakaki, Flow Kountouriotis e Clara Cavour

Encerrando a temporada no Sesc Copacabana, a cia brasileira de teatro promove as últimas apresentações do projeto VOO LIVRE nesta semana, com sessões de quinta a sábado. O experimento cênico conta com a presença de Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino, mais a participação de Bárbara Arakaki, Flow Kountouriotis e Clara Cavour. 

O projeto de criação e povoação de gestos afirmativos na sociedade por meio das artes vivas, ocupa a Arena do Sesc Copacabana até 14 de outubro, com três performances distintas, sempre com um elenco fixo e dez participações de artistas, pensadores e outros profissionais convidados a cada semana, que tratam sobre Arte, Tempo e Futuros. O novo trabalho está inserido em um projeto artístico mais amplo, que se organiza em três movimentos: duas ações no teatro e um filme, que tem previsão para acontecer de agora até 2025. VOO LIVRE é uma mobilização coletiva que busca ventilar as estruturas de produção artística, colocando no mesmo plano e em simultaneidade os processos criativos, os ensaios e as ações de compartilhamento com o público carioca. 

Os três acontecimentos teatrais de VOO LIVRE articulam cenas, reflexões, conversas públicas, performances, leituras, escutas, todas compondo três roteiros diferentes, iluminados cada um, por um tema distinto  – TEMPO, FUTUROS e ARTE – identificados a partir da pesquisa sobre a obra do autor russo Anton Tchekhov. “Ao longo deste mês, perceberemos que a ação de criar e a ação de apresentar/compartilhar com público são simultâneas, como uma única experiência, com seus riscos, tempos e lacunas presentes. Cada dia no processo de ensaio de VOO LIVRE foi autônomo. Cada noite/acontecimento também será. O que está em cena e em jogo é uma sequência de ações no Teatro, na presença do público e de artistas diversos”, revela o diretor Marcio Abreu, que assina a pesquisa e criação com Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. 

A partir do texto seminal de Tchekhov, A Gaivota, materiais ligados à memória dos atores, atrizes, performers, poetas, pensadores, e do repertório artístico da companhia brasileira de teatro, cria-se um gesto artístico plural em seus modos de conexão entre artistas e público, e traz a primeiro plano o trajeto e o movimento desse coletivo, pensando e questionando as ideias de chegada e caminho, produto e processo, “destacando elementos que nos permitam realizar ações no agora para criar futuros possíveis”, afirmam. 

Além de Bárbara, Flow e Clara, integraram a série de movimentos Leda Maria Martins, Bianca Manicongo, Yumo Apurinã, Jessyca Meyreles, Rafael Bacelar, Cristina Moura, Sidarta Tollendal Ribeiro e Luiza Mugnol Ugarte. A ficha técnica conta com nomes como Nadja Naira (iluminação e assistência de direção), Felipe Storino (direção musical e trilha sonora original), Cristina Moura (direção de movimento), Batman Zavareze (filme ação FUTUROS), Marina Franco (figurino), Clara Cavour (captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena) e Pablito Kucarz (programação visual). 

As apresentações de ARTE ocorrem quinta, sexta e sábado às 20h, com sessão extra no dia 13 de outubro às 17h. Os ingressos custam R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira) e estão à venda na bilheteria do Sesc Copacabana, que fica na Rua Domingos Ferreira, 160. Mais informações (21) 2547-0156. 

VOO LIVRE

Entre os dias 22 de setembro e 14 de outubro de 2023

ARTE: 12, 13 e 14 de outubro de 2023; quinta, sexta às 20h. Sessões extras na sexta 13 de outubro, e sábado, 14 de outubro, ambas às 17h. Em ação: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino, Bárbara Arakaki e Flow Kountouriotis. 

Local: Arena do Sesc Copacabana 

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira)

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento: Terça a domingo – de 14h às 20h;

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 90 minutos

Sujeito à lotação

Sinopse: VOO LIVRE propõe uma série de ações no Teatro como um gesto afirmativo e artístico da companhia brasileira de teatro nos tempos de hoje, criando experiências ao vivo com o público através de cenas, performances, leituras, escutas, músicas, conversas públicas e reflexões sobre a ARTE, o TEMPO e os FUTUROS. 

FICHA TÉCNICA 

VOO LIVRE

Acontecimento artístico a partir da obra de Anton Tchekhov e estudos sobre Arte, Tempo e Futuros

Direção Geral: Marcio Abreu

Pesquisa e criação: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria.

Criação e performances: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino,

Colaboração artística, ações, performances: Bianca Manicongo, Bárbara Arakaki, Cristina Moura, Flow Kountouriotis, Jessyca Meyreles, Leda Maria Martins, Luiza Mugnol Ugarte, Rafael Bacelar, Sidarta Tollendal Ribeiro e Yumo Apurinã.

Direção de produção e administração: José Maria e Cássia Damasceno

Iluminação e assistência de direção: Nadja Naira

Direção Musical e Trilha Sonora Original: Felipe Storino

Direção de Movimento: Cristina Moura

Instalação videográfica e filme ação FUTUROS: Batman Zavareze

Figurinos: Marina Franco

Produção Executiva: Fábio Osório Monteiro

Fotos: Nana Moraes

Programação visual: Pablito Kucarz

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin   

Captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena | ARTE: Clara Cavour

Técnica de vídeo: Michelle Bezerra

Técnica de luz: Dafne Rufino

Técnico de som: Bob Reis

Criação e produção: companhia brasileira de teatro

Projeto realizado por meio do Edital de Cultura Pulsar do Sesc RJ

Realização: Sesc RJ

A companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000, em Curitiba, onde mantém sua sede num prédio antigo do centro histórico. Sua pesquisa é voltada sobretudo para novas formas de escrita e para a criação contemporânea.

Entre suas principais realizações, peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como PRETO (2017); PROJETO bRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008).

Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país como Krum (2015) de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa? (2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud, de Noëlle Renaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev, Apenas o fim do mundo (2006) de Jean Luc Lagarce; Suíte 1 (2004) de Phillipe Myniana.

Suas peças mais recentes são uma adaptação da obra Platonov de Anton Tchekov intitulada POR QUE NÃO VIVEMOS? (2019); e o espetáculo SEM PALAVRAS (2021) com texto e direção de Marcio Abreu.

A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, mantém um repertório ativo e circula com frequência pelo Brasil e Europa. Recebeu os principais prêmios das artes no país.

Ianaê Régia apresenta ao vivo o álbum AFROGLOW em show no Clube Manouche na quinta-feira, 12 de outubro 

Projeto com patrocínio da Natura Musical está disponível nas plataformas de áudio e conta com dois videoclipes

As faixas se entrelaçam em uma narrativa sobre “nascer e renascer” em que a artista expõe sua vulnerabilidade ao mesmo tempo que incentiva o autoconhecimento e autocuidado da comunidade negra

Após o lançamento nas plataformas em 22 de setembro, a cantora e compositora Ianaê Régia apresenta ao vivo seu álbum de estreia, AFROGLOW, projeto patrocinado pela Natura Musical, com única apresentação na quinta-feira, 12 de outubro, às 21h, no Clube Manouche. O álbum narra um ciclo de “nascer e renascer” que a artista vivencia e segue vivenciando seus processos de autoconhecimento e autocuidado a partir de uma perspectiva cada vez mais racializada. Dentre os gêneros que compõem o álbum, o público irá conhecer novas versões de Ianaê que traz desde influências gospel, instrumentais de piano, até Hip Hop lo-fi e Trap. 

Importantes pautas do movimento negro como saúde pública, hiperssexualização do homem negro e apropriação cultural, norteiam as composições de AFROGLOW. O nascimento do álbum veio de uma profunda tristeza e sentimento de solidão conforme relata a artista, por isso a escolha da faixa “Lina e o Oceano” para o segundo trabalho audiovisual se deu por ele conseguir retratar melhor o próprio desenvolvimento do conceito criativo e processos internos de Ianaê. “Por ser uma letra sensível que demonstra a vulnerabilidade e revela a necessidade de humanização de uma pessoa preta, que carrega consigo um fardo enorme para simplesmente ter o direito de existir e estar vivo. O clipe mostra o sofrimento que eu tento constantemente esconder porque eu fui criada pra me tornar uma máquina. Ela é a música onde eu finalmente posso dizer “Ok, eu me rendo: não existe nenhum brilho aqui. Estou com medo, sozinha, exausta e eu preciso de ajuda. Lina é o que dá sentido e direção ao Meio do Céu, porque só existe a ganas de enfrentamento e procura por bem-estar a partir do entendimento de que existe um lugar de mal-estar, de desconforto e de necessidade de mudança”, explica a artista que também atuou no projeto como Diretora Artística.

Apesar dos bloqueios de estar criando sobre uma pauta enquanto também vivencia os processos em torno dela, Ianaê conta que conseguiu criar uma estratégia de desbloqueio criativo que a auxiliou a criar de forma mais sistematizada, porém não cansativa em relação à sua própria maneira de produzir. “Passei a sair de casa com três itens, no mínimo: caneta, caderninho e celular com gravador. Eu transcrevia diálogos ouvidos na rua, diálogos em filmes, montava uma sucessão de melodias a partir dos sons de buzinas de carros e ônibus, anotava frases sem sentido que passavam pela minha cabeça até que compunha e recompunha. Eu lidava com os meus bloqueios criativos não mais me obrigando a criar, mas fazendo qualquer outra coisa por algumas horas e depois voltando a pegar uma caneta na mão e iniciando o processo de escrever o que quer que passasse pela minha cabeça”, celebra a artista. 

Além de “Meio do Céu em Leão” e “Lina e o Oceano”, que contam com clipes já disponíveis no YouTube, o álbum conta com as faixas, “Colore”, “Rotina”, “DISS”, “Ponto Sensível” e “Umbigo”, que quando executadas em sequência, e embasadas com os videoclipes configura a experiência de alguém que começou a se conhecer, a aprender a se autovalidar, a reconhecer sua dores em meio a sua própria rotina, compreender não só suas questões individuais, mas também coletivas e a partir daí, passa por um processo de autoconhecimento e evolução pessoal e profissional. Com patrocínio da Natura Musical, a artista se orgulha de em sua primeira tentativa de inscrição ao edital ter sido contemplada, e a instituição comemora ao poder contribuir na amplificação do conceito idealizado por Ianaê. 

O álbum ‘AFROGLOW’ foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de As Águas São Nossas Irmãs, Cristal, Festival Rap Contra o Frio e Festival Cabobu – A Festa dos Tambores, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 50 projetos até 2022, em diferentes formatos e estágios de carreira, como Cristal, Zudizilla, Dessa Ferreira, e os coletivos Tem Preto no Sul e Circuito Orelhas. 

A turnê de lançamento também conta com apresentações em Porto Alegre (06 de outubro) no Agulha e em São Paulo na quarta-feira, dia 11, com entrada franca no Bar Alto. Ianaê se apresenta acompanhada de Rhuan de Moura (bateria), Mateus Albornoz (baixo Elétrico), Luka de Lima (guitarra) e  participação de Cleômenes Jr (saxofone)

Os ingressos custam entre R$ 40,00 e R$ 80,00, à venda online e no local conforme disponibilidade. O Clube Manouche fica no subsolo da Casa Camolese, R. Jardim Botânico, 983 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ianaeregia/ 

Sobre Ianaê Régia
Artista nascida no interior do Rio Grande do Sul, criada na favela e que atualmente reside em Porto Alegre. É cantora, compositora, performer e estudante de música na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Começou a cantar aos 13 anos de idade na igreja e durante a adolescência participou de bandas covers em bares. Já no autoral, seu repertório é marcado por melodias que exploram sua personalidade e extensão vocal, permeado principalmente pelos gêneros R&B, Neo-Soul e Jazz. Entre o orgânico e o eletrônico, tem como proposta despertar o groove interno do público. Em 2020, Ianaê Régia lançou o projeto “Devir: Conexão Corpo-Cidade”, com um clipe e uma temporada de podcast de caráter educativo sobre luta antirracista. Em maio de 2021, lançou o single e o clipe “Edredom” e, em agosto, o single e o clipe “Flerte”, projeto concebido dentro do “Cores do Sul”, a primeira coletânea musical LGBTQIAP+ do Rio Grande do Sul que potencializa as vozes de 4 artistas do estado. Em 2023, contemplada no edital Natura Musical, ela lança o álbum “AFROGLOW” no qual explora o Pop, R&B e Trap, em um trabalho que marca sua reconexão consigo e com a comunidade negra.

Sobre Natura Musical
Natura Musical é a plataforma cultural da marca Natura que há 18 anos valoriza a música como um veículo de bem estar e conexão. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu mais de R$ 190 milhões no patrocínio de mais de 600 artistas e projetos em todo o Brasil, promovendo experiências musicais que projetam a pluralidade da nossa cultura. Em parcerias com festivais e com a Casa Natura Musical, fomentamos encontros que transformam o mundo. Quer saber mais? Siga a gente nas redes sociais: @naturamusical.

Natura Musical Apresenta

Ianaê Régia – AFROGLOW ao vivo no Clube Manouche

Quinta-feira, 12 de outubro, 21h 

Ingressos entre R$ 40,00 e R$ 80,00

Clube Manouche – R. Jardim Botânico, 983 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro

Ianaê Régia apresenta ao vivo o álbum AFROGLOW em show gratuito no Bar Alto na quarta-feira, 11 de outubro

Projeto com patrocínio da Natura Musical está disponível nas plataformas de áudio e conta com dois videoclipes

As faixas se entrelaçam em uma narrativa sobre “nascer e renascer” em que a artista expõe sua vulnerabilidade ao mesmo tempo que incentiva o autoconhecimento e autocuidado da comunidade negra

Após o lançamento nas plataformas em 22 de setembro, a cantora e compositora Ianaê Régia apresenta ao vivo seu álbum de estreia, AFROGLOW, projeto patrocinado pela Natura Musical, com única apresentação gratuita na quarta-feira, 11 de outubro, às 20h30, no Bar Alto. O álbum narra um ciclo de “nascer e renascer” que a artista vivencia e segue vivenciando seus processos de autoconhecimento e autocuidado a partir de uma perspectiva cada vez mais racializada. Dentre os gêneros que compõem o álbum, o público irá conhecer novas versões de Ianaê que traz desde influências gospel, instrumentais de piano, até Hip Hop lo-fi e Trap. 

Importantes pautas do movimento negro como saúde pública, hiperssexualização do homem negro e apropriação cultural, norteiam as composições de AFROGLOW. O nascimento do álbum veio de uma profunda tristeza e sentimento de solidão conforme relata a artista, por isso a escolha da faixa “Lina e o Oceano” para o segundo trabalho audiovisual se deu por ele conseguir retratar melhor o próprio desenvolvimento do conceito criativo e processos internos de Ianaê. “Por ser uma letra sensível que demonstra a vulnerabilidade e revela a necessidade de humanização de uma pessoa preta, que carrega consigo um fardo enorme para simplesmente ter o direito de existir e estar vivo. O clipe mostra o sofrimento que eu tento constantemente esconder porque eu fui criada pra me tornar uma máquina. Ela é a música onde eu finalmente posso dizer “Ok, eu me rendo: não existe nenhum brilho aqui. Estou com medo, sozinha, exausta e eu preciso de ajuda. Lina é o que dá sentido e direção ao Meio do Céu, porque só existe a ganas de enfrentamento e procura por bem-estar a partir do entendimento de que existe um lugar de mal-estar, de desconforto e de necessidade de mudança”, explica a artista que também atuou no projeto como Diretora Artística.
Apesar dos bloqueios de estar criando sobre uma pauta enquanto também vivencia os processos em torno dela, Ianaê conta que conseguiu criar uma estratégia de desbloqueio criativo que a auxiliou a criar de forma mais sistematizada, porém não cansativa em relação à sua própria maneira de produzir. “Passei a sair de casa com três itens, no mínimo: caneta, caderninho e celular com gravador. Eu transcrevia diálogos ouvidos na rua, diálogos em filmes, montava uma sucessão de melodias a partir dos sons de buzinas de carros e ônibus, anotava frases sem sentido que passavam pela minha cabeça até que compunha e recompunha. Eu lidava com os meus bloqueios criativos não mais me obrigando a criar, mas fazendo qualquer outra coisa por algumas horas e depois voltando a pegar uma caneta na mão e iniciando o processo de escrever o que quer que passasse pela minha cabeça”, celebra a artista. 

Além de “Meio do Céu em Leão” e “Lina e o Oceano”, que contam com clipes já disponíveis no YouTube, o álbum conta com as faixas, “Colore”, “Rotina”, “DISS”, “Ponto Sensível” e “Umbigo”, que quando executadas em sequência, e embasadas com os videoclipes configura a experiência de alguém que começou a se conhecer, a aprender a se autovalidar, a reconhecer sua dores em meio a sua própria rotina, compreender não só suas questões individuais, mas também coletivas e a partir daí, passa por um processo de autoconhecimento e evolução pessoal e profissional. Com patrocínio da Natura Musical, a artista se orgulha de em sua primeira tentativa de inscrição ao edital ter sido contemplada, e a instituição comemora ao poder contribuir na amplificação do conceito idealizado por Ianaê. 

O álbum ‘AFROGLOW’ foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de As Águas São Nossas Irmãs, Cristal, Festival Rap Contra o Frio e Festival Cabobu – A Festa dos Tambores, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 50 projetos até 2022, em diferentes formatos e estágios de carreira, como Cristal, Zudizilla, Dessa Ferreira, e os coletivos Tem Preto no Sul e Circuito Orelhas. 

A artista também faz show no Rio de Janeiro, na quinta, 12,  no Clube Manouche. Ianaê se apresenta acompanhada de Rhuan de Moura (bateria), Mateus Albornoz (baixo Elétrico) e Luka de Lima (guitarra). O acesso à apresentação é por ordem de chegada com capacidade de 90 pessoas. O Bar Alto fica na R. Aspicuelta, 194 – Alto de Pinheiros, São Paulo. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ianaeregia/ 

Sobre Ianaê Régia
Artista nascida no interior do Rio Grande do Sul, criada na favela e que atualmente reside em Porto Alegre. É cantora, compositora, performer e estudante de música na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Começou a cantar aos 13 anos de idade na igreja e durante a adolescência participou de bandas covers em bares. Já no autoral, seu repertório é marcado por melodias que exploram sua personalidade e extensão vocal, permeado principalmente pelos gêneros R&B, Neo-Soul e Jazz. Entre o orgânico e o eletrônico, tem como proposta despertar o groove interno do público. Em 2020, Ianaê Régia lançou o projeto “Devir: Conexão Corpo-Cidade”, com um clipe e uma temporada de podcast de caráter educativo sobre luta antirracista. Em maio de 2021, lançou o single e o clipe “Edredom” e, em agosto, o single e o clipe “Flerte”, projeto concebido dentro do “Cores do Sul”, a primeira coletânea musical LGBTQIAP+ do Rio Grande do Sul que potencializa as vozes de 4 artistas do estado. Em 2023, contemplada no edital Natura Musical, ela lança o álbum “AFROGLOW” no qual explora o Pop, R&B e Trap, em um trabalho que marca sua reconexão consigo e com a comunidade negra.

Sobre Natura Musical
Natura Musical é a plataforma cultural da marca Natura que há 18 anos valoriza a música como um veículo de bem estar e conexão. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu mais de R$ 190 milhões no patrocínio de mais de 600 artistas e projetos em todo o Brasil, promovendo experiências musicais que projetam a pluralidade da nossa cultura. Em parcerias com festivais e com a Casa Natura Musical, fomentamos encontros que transformam o mundo. Quer saber mais? Siga a gente nas redes sociais: @naturamusical.

Natura Musical Apresenta

Ianaê Régia – AFROGLOW ao vivo no Bar Alto

Quarta-feira, 11 de outubro, 20h30 – Entrada franca – capacidade da sala 90 pessoas, acesso por ordem de chegada

Bar Alto – R. Aspicuelta, 194 – Alto de Pinheiros, São Paulo

Silvero Interpreta Belchior chega a São Paulo para quatro apresentações gratuitas, promovidas pela Caixa Cultural,  nos dias 06, 07 e 08 de outubro

Silvero Pereira volta aos palcos depois de sucessos no teatro, cinema e TV, desta vez para homenagear seu conterrâneo, o cantor e compositor Belchior

Sessões integram o Programa de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural; o espetáculo circulará ainda em 2023 por Brasília, São Leopoldo e Curitiba

Dois grandes nomes da arte cearense se encontram no palco, e o público de São Paulo poderá testemunhar esse momento especial com quatro sessões gratuitas nos dias 06, 07 e 08  de outubro. As sessões de Silvero Interpreta Belchiorprojeto cênico-musical do multiartista Silvero Pereira, ocorrem na Caixa Cultural SP e integram o Programa de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural. 

A turnê nacional teve início no primeiro semestre de 2023 em Fortaleza, desde então vem lotando todos os teatros por onde passa, de Recife a Porto Alegre, passando pelo interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, Silvero Interpreta Belchior arrebatou plateias com um repertório de tirar o fôlego e de levar às pessoas a uma experiência muito potente e inesquecível.    

Silvero Interpreta Belchior surgiu de uma encomenda feita pelo Festival de Cinema de Vitória para compor a programação on-line de 2020. Diante do irresistível convite, Silvero se dedicou a pesquisar a obra completa de um dos seus compositores preferidos, nascido na cidade de Sobral e falecido em 2017 no Rio Grande do Sul. Partindo de memórias familiares e afetivas, Silvero selecionou um repertório composto pelo ídolo em diferentes épocas e contextos, e ofereceu a 15 canções sua dramaticidade e força interpretativa, que ganhou novas dimensões através da performatividade do ator. 

Valendo-se desta força interpretativa, adquirida e lapidada pelos anos dedicados ao Teatro, Silvero garante às plateias a possibilidade de reencontrar e recantar sucessos que marcaram gerações, ao mesmo tempo em que convida o público a perceber o poder da poesia de Belchior, seu legado e atemporalidade. O roteiro do show prevê momentos divertidos, emocionantes e de introspecção, conta com quinze músicas conhecidas do grande público, e este, não se intimida em fazer coro para sucessos como Como Nossos Pais, Sujeito de Sorte, Medo de Avião, A Palo Seco, Paralelas, entre outros tantos clássicos, ao mesmo tempo em que o convida a perceber o poder da poesia de Belchior, seu legado e a saudade justificada pela ausência de um coração selvagem.

“Esse é um show cortante como faca, um corte profundo na alma. Aqui não estão canções suaves, corretas, mas sim palavras que ecoam feito navalhas. As canções são interpretadas por um conterrâneo de Belchior, um cearense de Mombaça, um menino latino-americano vindo do interior, um sujeito de sorte que driblou a fome e a sede através da arte. Apenas um ator, um cantor que dramatiza os versos e os atualiza em provocações do nosso tempo no intuito de “amar e mudar as coisas”, declara Silvero.

Este espetáculo, como não poderia deixar de ser, cumpre com toda liturgia do Teatro, onde a dramaturgia, os figurinos, o desenho de luz e a trilha perfeita garantem ao público uma experiência inesquecível. O ator sobe ao palco acompanhado de Geremias Rocha (teclado), Brunu Chico (violão e baixo), Wallace Lopes (direção musical e guitarra), Vladya Mendes (bateria) e  Vitor Lima (sopros). 

As apresentações em São Paulo ocorrem nos dias 06, 07 e 08 de outubro (sexta às 19h, sábado às 16h30 e 19h e domingo às 17h), todas com entrada franca – os ingressos serão distribuídos 1h antes do show, limitados a um par por pessoa. No sábado as senhas para as duas sessões ficam disponíveis às 15h30. A Caixa Cultural SP fica Praça da Sé, 111 – Centro, próxima à estação Sé do Metrô. O espaço conta com acesso a pessoas com deficiência. Mais informações: 11 33214400 e www.caixacultural.com.br  ou https://www.instagram.com/quintalrio/

Silvero Interpreta Belchior conta com produção da Quintal Produções e patrocínio Caixa e Governo Federal – Brasil, União e Reconstrução.

Silvero Interpreta Belchior – apresentações na Caixa Cultural SP

06, 07 e 08 de outubro: sexta às 19h, sábado às 16h30 e 19h, domingo às 17h – Caixa Cultural SP – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo – Próxima à estação Sé do Metrô

Classificação Indicativa: 12 anos 

Duração: 80 minutos

ENTRADA FRANCA –  os ingressos serão distribuídos 1h antes do show, limitados a um par por pessoa. No sábado a distribuição para as duas sessões ocorre às 15h30

Capacidade da sala: 90 lugares

Ficha Técnica

Voz: Silvero Pereira

Teclado: Geremias Rocha

Violão e baixo: Brunu Chico

Guitarra: Wallace Lopes

Bateria: Vladya Mendes

Sopros: Vitor LIma

Iluminação e operação: Sarah Salgado

Design de som: Arthur Ferreira

Produção: Quintal Produções

Direção geral: Verônica Prates

Produção executiva: Camila Camuso

Assessoria de Comunicação – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor  

Assessoria de Imprensa: Claudine Zingler 

SETLIST

1 – Sujeito de sorte

2 – A Palo Seco

3 – Todo sujo de batom

4 – Coração Selvagem

5 – Rapaz latino Americano

6 – Medo de avião

7 –  Alucinação

8 – Paralelas

9 – Galos noites

10- Quintais Fotografia 3 x 4

11 – Princesa do meu lugar

12 – Hora do almoço

13 – Pequeno mapa do tempo

14 – Como nossos Pais

15 – Velha Roupa Colorida

Ianaê Régia apresenta ao vivo o álbum AFROGLOW em show no Agulha nesta sexta-feira, 06 de outubro 

Projeto com patrocínio da Natura Musical está disponível nas plataformas de áudio e conta com dois videoclipes

As faixas se entrelaçam em uma narrativa sobre “nascer e renascer” em que a artista expõe sua vulnerabilidade ao mesmo tempo que incentiva o autoconhecimento e autocuidado da comunidade negra

Após o lançamento nas plataformas em 22 de setembro, a cantora e compositora Ianaê Régia apresenta ao vivo seu álbum de estreia, AFROGLOW, projeto patrocinado pela Natura Musical, com única apresentação na sexta, 6 de outubro, às 21h, no Agulha. O álbum narra um ciclo de “nascer e renascer” que a artista vivencia e segue vivenciando seus processos de autoconhecimento e autocuidado a partir de uma perspectiva cada vez mais racializada. Dentre os gêneros que compõem o álbum, o público irá conhecer novas versões de Ianaê que traz desde influências gospel, instrumentais de piano, até Hip Hop lo-fi e Trap. 

Importantes pautas do movimento negro como saúde pública, hiperssexualização do homem negro e apropriação cultural, norteiam as composições de AFROGLOW. O nascimento do álbum veio de uma profunda tristeza e sentimento de solidão conforme relata a artista, por isso a escolha da faixa “Lina e o Oceano” para o segundo trabalho audiovisual se deu por ele conseguir retratar melhor o próprio desenvolvimento do conceito criativo e processos internos de Ianaê. “Por ser uma letra sensível que demonstra a vulnerabilidade e revela a necessidade de humanização de uma pessoa preta, que carrega consigo um fardo enorme para simplesmente ter o direito de existir e estar vivo. O clipe mostra o sofrimento que eu tento constantemente esconder porque eu fui criada pra me tornar uma máquina. Ela é a música onde eu finalmente posso dizer “Ok, eu me rendo: não existe nenhum brilho aqui. Estou com medo, sozinha, exausta e eu preciso de ajuda. Lina é o que dá sentido e direção ao Meio do Céu, porque só existe a ganas de enfrentamento e procura por bem-estar a partir do entendimento de que existe um lugar de mal-estar, de desconforto e de necessidade de mudança”, explica a artista que também atuou no projeto como Diretora Artística.

Apesar dos bloqueios de estar criando sobre uma pauta enquanto também vivencia os processos em torno dela, Ianaê conta que conseguiu criar uma estratégia de desbloqueio criativo que a auxiliou a criar de forma mais sistematizada, porém não cansativa em relação à sua própria maneira de produzir. “Passei a sair de casa com três itens, no mínimo: caneta, caderninho e celular com gravador. Eu transcrevia diálogos ouvidos na rua, diálogos em filmes, montava uma sucessão de melodias a partir dos sons de buzinas de carros e ônibus, anotava frases sem sentido que passavam pela minha cabeça até que compunha e recompunha. Eu lidava com os meus bloqueios criativos não mais me obrigando a criar, mas fazendo qualquer outra coisa por algumas horas e depois voltando a pegar uma caneta na mão e iniciando o processo de escrever o que quer que passasse pela minha cabeça”, celebra a artista. 

Além de “Meio do Céu em Leão” e “Lina e o Oceano”, que contam com clipes já disponíveis no YouTube, o álbum conta com as faixas, “Colore”, “Rotina”, “DISS”, “Ponto Sensível” e “Umbigo”, que quando executadas em sequência, e embasadas com os videoclipes configura a experiência de alguém que começou a se conhecer, a aprender a se autovalidar, a reconhecer sua dores em meio a sua própria rotina, compreender não só suas questões individuais, mas também coletivas e a partir daí, passa por um processo de autoconhecimento e evolução pessoal e profissional. 

Com patrocínio da Natura Musical, a artista se orgulha de em sua primeira tentativa de inscrição ao edital ter sido contemplada, e a instituição comemora ao poder contribuir na amplificação do conceito idealizado por Ianaê. 

O álbum ‘AFROGLOW’ foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de As Águas São Nossas Irmãs, Cristal, Festival Rap Contra o Frio e Festival Cabobu – A Festa dos Tambores, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 50 projetos até 2022, em diferentes formatos e estágios de carreira, como Cristal, Zudizilla, Dessa Ferreira, e os coletivos Tem Preto no Sul e Circuito Orelhas. 

Após o lançamento em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro recebem os shows da artista, com performances nos dias 11 de outubro no Bar Alto e 12 no Clube Manouche. 

Ianaê se apresenta acompanhada de Rhuan de Moura (bateria), Mateus Albornozz (baixo Elétrico), Handyer Borba (teclados), Luka de Lima (guitarra) e participações especiais de Lucas Moraes (percussão corporal), Sara Nina (vocais), Bruno Silva (trompete) e Cleômenes Jr (saxofone).

Os ingressos para a apresentação em Porto Alegre estarão disponíveis a partir de quarta, 04 de outubro, pela plataforma Sympla. As entradas são gratuitas para pessoas pretas, indígenas e LGBTQIAP+ e com contribuição de valor livre para as demais pessoas, que serão doadas para a Associação Comunitária dos Moradores do Conjunto Residencial Rubem Berta. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ianaeregia/ 

Sobre Ianaê Régia
Artista nascida no interior do Rio Grande do Sul, criada na favela e que atualmente reside em Porto Alegre. É cantora, compositora, performer e estudante de música na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Começou a cantar aos 13 anos de idade na igreja e durante a adolescência participou de bandas covers em bares. Já no autoral, seu repertório é marcado por melodias que exploram sua personalidade e extensão vocal, permeado principalmente pelos gêneros R&B, Neo-Soul e Jazz. Entre o orgânico e o eletrônico, tem como proposta despertar o groove interno do público. Em 2020, Ianaê Régia lançou o projeto “Devir: Conexão Corpo-Cidade”, com um clipe e uma temporada de podcast de caráter educativo sobre luta antirracista. Em maio de 2021, lançou o single e o clipe “Edredom” e, em agosto, o single e o clipe “Flerte”, projeto concebido dentro do “Cores do Sul”, a primeira coletânea musical LGBTQIAP+ do Rio Grande do Sul que potencializa as vozes de 4 artistas do estado. Em 2023, contemplada no edital Natura Musical, ela lança o álbum “AFROGLOW” no qual explora o Pop, R&B e Trap, em um trabalho que marca sua reconexão consigo e com a comunidade negra.

Sobre Natura Musical
Natura Musical é a plataforma cultural da marca Natura que há 18 anos valoriza a música como um veículo de bem estar e conexão. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu mais de R$ 190 milhões no patrocínio de mais de 600 artistas e projetos em todo o Brasil, promovendo experiências musicais que projetam a pluralidade da nossa cultura. Em parcerias com festivais e com a Casa Natura Musical, fomentamos encontros que transformam o mundo. Quer saber mais? Siga a gente nas redes sociais: @naturamusical.

“Futuros”, terceiro movimento do projeto VOO LIVRE, tem apresentações nos dias 06, 07 e 08 de outubro no Sesc Copacabana

Bianca Manicongo, Yumo Apurinã, Jessyca Meyreles, Rafael Bacelar, Cristina Moura, Sidarta Tollendal Ribeiro e Luiza Mugnol Ugarte chegam em FUTUROS, terceira edição de Voo Livre, e se juntam a Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino nesse experimento cênico da companhia brasileira de teatro.

A companhia brasileira de teatro promove nos dias 06, 07 e 08 de outubro as apresentações e FUTUROS, integrando o projeto VOO LIVRE. O experimento cênico conta com a presença de Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino, mais a participação de Yumo Apurinã, Jéssyca Meyrelles, Cristina Moura, Bianca Manicongo e Rafael Bacelar. Nos dias 6 e 7 Sidarta Tollendal Ribeiro e Luiza Mugnol Ugarte também integram a performance. 

O projeto de criação e povoação de gestos afirmativos na sociedade por meio das artes vivas, ocupa a Arena do Sesc Copacabana até 14 de outubro, com três performances distintas, sempre com um elenco fixo e dez participações de artistas, pensadores e outros profissionais convidados a cada semana, que tratam sobre Arte, Tempo e Futuros. O novo trabalho está inserido em um projeto artístico mais amplo, que se organiza em três movimentos: duas ações no teatro e um filme, que tem previsão para acontecer de agora até 2025. VOO LIVRE é uma mobilização coletiva que busca ventilar as estruturas de produção artística, colocando no mesmo plano e em simultaneidade os processos criativos, os ensaios e as ações de compartilhamento com o público carioca. 

Os três acontecimentos teatrais de VOO LIVRE articulam cenas, reflexões, conversas públicas, performances, leituras, escutas, todas compondo três roteiros diferentes, iluminados cada um, por um tema distinto  – TEMPO, FUTUROS e ARTE – identificados a partir da pesquisa sobre a obra do autor russo Anton Tchekhov. “Ao longo deste mês, perceberemos que a ação de criar e a ação de apresentar/compartilhar com público são simultâneas, como uma única experiência, com seus riscos, tempos e lacunas presentes. Cada dia no processo de ensaio de VOO LIVRE foi autônomo. Cada noite/acontecimento também será. O que está em cena e em jogo é uma sequência de ações no Teatro, na presença do público e de artistas diversos”, revela o diretor Marcio Abreu, que assina a pesquisa e criação com Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. 

A partir do texto seminal de Tchekhov, A Gaivota, materiais ligados à memória dos atores, atrizes, performers, poetas, pensadores, e do repertório artístico da companhia brasileira de teatro, cria-se um gesto artístico plural em seus modos de conexão entre artistas e público, e traz a primeiro plano o trajeto e o movimento desse coletivo, pensando e questionando as ideias de chegada e caminho, produto e processo, “destacando elementos que nos permitam realizar ações no agora para criar futuros possíveis”, afirmam. 

A ficha técnica conta com nomes como Nadja Naira (iluminação e assistência de direção), Felipe Storino (direção musical e trilha sonora original), Cristina Moura (direção de movimento), Batman Zavareze (filme ação FUTUROS), Marina Franco (figurino), Clara Cavour (captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena) e Pablito Kucarz (programação visual). 

As apresentações de FUTUROS ocorrem de sexta a domingo às 20h, com sessão extra no sábado, 07/10, às 17h. Os ingressos custam R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira) e já estão à venda na bilheteria do Sesc Copacabana, que fica na Rua Domingos Ferreira, 160. Mais informações (21) 2547-0156. 

VOO LIVRE

Entre 6 a 14 de outubro de 2023

FUTUROS: 6, 7 e 8 de outubro de 2023, sexta, sábado e domingo às 20h, e uma sessão extra no sábado, 07/10, às 17h. Em ação:  Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino, Yumo Apurinã, Jessyca Meyreles, Cristina Moura, Rafael Bacelar, Bianca Manicongo. Luiza Mugnol Ugarte e Sidarta Tollendal Ribeiro participam das sessões nos dias 6 e 7 de outubro.

ARTE: 12 de outubro, 20h; 13 de outubro às 17h e às 20h e 14 de outubro às 17h. Em ação: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia, Felipe Storino, Bárbara Arakaki, Clara Cavour e Flow Kountouriotis. 

Local: Arena do Sesc Copacabana 

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira)

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento: Terça a domingo – de 14h às 20h;

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 75 minutos

Sujeito à lotação

Sinopse: VOO LIVRE propõe uma série de ações no Teatro como um gesto afirmativo e artístico da companhia brasileira de teatro nos tempos de hoje, criando experiências ao vivo com o público através de cenas, performances, leituras, escutas, músicas, conversas públicas e reflexões sobre a ARTE, o TEMPO e os FUTUROS. 

FICHA TÉCNICA 

VOO LIVRE

Acontecimento artístico a partir da obra de Anton Tchekhov e estudos sobre Arte, Tempo e Futuros

Direção Geral: Marcio Abreu

Pesquisa e criação: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria.

Criação e performances: Renata Sorrah, Cássia Damasceno, Danilo Grangheia e Felipe Storino,

Colaboração artística, ações, performances: Bianca Manicongo, Bárbara Arakaki, Cristina Moura, Flow Kountouriotis, Jessyca Meyreles, Leda Maria Martins, Luiza Mugnol Ugarte, Rafael Bacelar, Sidarta Tollendal Ribeiro e Yumo Apurinã.

Direção de produção e administração: José Maria e Cássia Damasceno

Iluminação e assistência de direção: Nadja Naira

Direção Musical e Trilha Sonora Original: Felipe Storino

Direção de Movimento: Cristina Moura

Instalação videográfica e filme ação FUTUROS: Batman Zavareze

Figurinos: Marina Franco

Produção Executiva: Fábio Osório Monteiro

Fotos: Nana Moraes

Programação visual: Pablito Kucarz

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin   

Captação e edição de imagens do espetáculo e câmera em cena | ARTE: Clara Cavour

Técnica de vídeo: Michelle Bezerra

Técnica de luz: Dafne Rufino

Técnico de som: Bob Reis

Criação e produção: companhia brasileira de teatro

Projeto realizado por meio do Edital de Cultura Pulsar do Sesc RJ

Realização: Sesc RJ

A companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000, em Curitiba, onde mantém sua sede num prédio antigo do centro histórico. Sua pesquisa é voltada sobretudo para novas formas de escrita e para a criação contemporânea.

Entre suas principais realizações, peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como PRETO (2017); PROJETO bRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008).

Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país como Krum (2015) de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa? (2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud, de Noëlle Renaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev, Apenas o fim do mundo (2006) de Jean Luc Lagarce; Suíte 1 (2004) de Phillipe Myniana.

Suas peças mais recentes são uma adaptação da obra Platonov de Anton Tchekov intitulada POR QUE NÃO VIVEMOS? (2019); e o espetáculo SEM PALAVRAS (2021) com texto e direção de Marcio Abreu.

A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, mantém um repertório ativo e circula com frequência pelo Brasil e Europa. Recebeu os principais prêmios das artes no país.

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