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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

outubro 2023

Casa de Cultura Mario Quintana promove edição especial do Samba do Quintana no domingo, 05 de novembro

Edição Sambas de Protesto conta com a participação de Edu Meirelles e a banda residente Thiago Ribeiro & Amigos

Projeto com entrada franca tem como objetivo promover a cena do gênero e conta com curadoria e programação da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin

Em sintonia com o Mês da Consciência Negra, a Casa de Cultura Mario Quintana promove no domingo, 05 de novembro, uma edição especial do Samba do Quintana, com o tema Sambas de Protesto, a partir das 16h. O projeto realizado pela Casa, com criação e curadoria da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin, tem como objetivo promover a cultura do samba e oferecer espaço para os compositores locais apresentarem suas obras, além de clássicos do gênero, através de formação de público e de cena. Na data, os espectadores, que lotam a travessa Rua dos Cataventos a cada primeiro domingo do mês, poderão conferir gratuitamente as apresentações de Edu Meirelles e Thiago Ribeiro & Amigos, banda residente do projeto. 

O projeto Sambas de Protesto nasceu justamente no Samba do Quintana. Por conta do encontro de Meirelles e Ribeiro na edição de agosto do evento, a dupla desenvolveu a ideia de construir um repertório voltado a canções que trazem mensagens sobre temas raciais, religiosos e sociais que apresentem algum tipo de protesto. Além de composições autorais da dupla, o público poderá conferir versões de Wilson da Neves, Paulo Cesar Pinheiro, Zé Keti, Bezerra da Silva, entre outros. 

Evento já consolidado na agenda cultural da cidade, o Samba do Quintana dialoga com outros núcleos da CCMQ, que abriga o Instituto Estadual de Música (IEM) e a Discoteca Natho Henn, além de manter no ar a Rádio Quintanares, uma emissora pública e inclusiva de rádio, com programação 24 horas por dia. Segundo a diretora da CCMQ, Germana Konrath, “uma roda de samba na rua é a melhor maneira de afirmar o caráter cultural e democrático da Casa e de ampliar a inserção da música no nosso dia a dia”. 

Para a curadora e organizadora, o sucesso das cinco primeiras edições, que mobilizou mais de 2.000 pessoas, e promoveu o trabalho de 18 artistas locais, confirma o interesse no estilo pelos porto-alegrenses: “encontramos um público diverso e animado, que se interessa tanto pelos clássicos do samba quanto por descobrir novas canções e compositores”, revela. “A importância de um evento de rua, seguro, acessível e diverso para a população de Porto Alegre se confirma na resposta do público”. O projeto, que segue até dezembro com edições mensais, já contou com as participações de Glau Barros, Pâmela Amaro e Herdeiras do Samba, Cláudia Quadros e Luiza Helena. 

A banda residente é formada por Thiago Ribeiro (vocais e cavaquinho), Fernando Duarte (repique de mão, tamborim, bongô), Julia Gregório (flauta), Marcelo Rossi (violão), Paulo Wolff (pandeiro, carrilhão e chocalhos) e Rogério Menezes (tantan). Thiago Ribeiro começou na música aos 15 anos, quando ganhou seu primeiro cavaquinho, mas o samba vem de berço, começando com a influência de seu pai, o violonista e cantor Antonio Lima. Já na infância demonstrava amor ao estilo, batucando em todos os cantos e formando bandas com os amigos. Entre suas referências musicais estão nomes como Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, João Nogueira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Duda do Cavaco, Alemão Charles, grupo Flor de Ébano, entre outros artistas locais e nacionais. Há 19 anos Thiago se apresenta profissionalmente, em casas de shows em Porto Alegre, no litoral e no interior do estado. Já acompanhou Eliana de Lima por duas vezes em performances na cidade e abriu shows de Fundo de Quintal, Diogo Nogueira e Luiz Carlos da Vila. No momento está gravando seu primeiro single de seu álbum de estreia. 

O artista convidado desta edição é Edu Meirelles, que apresenta sua versão violeiro e cantautor, persona antecipada em Sinto na Pele, Pura Poesia e Black de Respeito, singles lançados em 2021 que fazem parte do seu segundo álbum, Terreiro no meu Quintal, que tem lançamento previsto para 2024. O trabalho surge como um campo de força de Meirelles, onde o artista expressa suas mandingas, visões e referências. Seu disco de estreia autoral, Escambo, foi um dos eleitos do livro “100 Grandes Álbuns do Rock Gaúcho”, e seu trabalho como instrumentista é conhecido na cena musical do Rio Grande do Sul, por integrar projetos de artistas como Luciano Leães & The Big Chiefs, Fernando Noronha & Black Soul, Alemão Ronaldo, entre outros. O músico porto-alegrense também faz parte da banda base de artistas norte-americanos em turnê pelo Brasil, como Larry McCray,  Eddie C. Campbell, Whitney Shay, Tia Carroll, Willie Walker, Tom Worrel e Cerissa MacQueen. Com o grupo de rock Instrumental Pata de Elefante gravou o álbum Julio Rizzo e Pata de Elefante, onde compôs duas canções: Xeque-mate e Canzone per Gabrielli. Meirelles apresentará durante a sexta edição do Samba do Quintana uma série de canções inéditas que integram seu novo álbum, no momento em processo de gravação. 

Bruna Paulin é artista, jornalista e mestre em Comunicação, e atua como pesquisadora musical há 21 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil. 

O Samba do Quintana acontece no domingo, 05 de novembro, às 16h. O bar Térreo vai contar com produtos promocionais durante o evento, com chopp com valor especial e dose dupla de drinks selecionados. Em caso de chuva a atividade será transferida para 19 de novembro, também um domingo. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ccmarioquintana/

A CCMQ é uma instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) e tem o patrocínio do Banrisul. 

SAMBA DO QUINTANA

Edição Sambas de Protesto

Com Edu Meirelles + Thiago Ribeiro & amigos 

Domingo, 05 de novembro, a partir das 16h – em caso de chuva o evento será transferido.

Na Travessa Rua dos Cataventos – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre) 

Entrada Franca

10º Compasso Abraça Dom Pedrito promove apresentações gratuitas ao ar livre nos dias 04 e 05 de novembro

Mostra de dança não competitiva ocorre na Praça General Osório, em Dom Pedrito, e reúne 09 grupos do RS

Projeto conta com financiamento do Procultura – Fundo de Apoio à Cultura –                             Secretaria da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Nos dias 04 e 05 de novembro, a Praça General Osório, no centro de Dom Pedrito, recebe o 10º Compasso Abraça Dom Pedrito, festival que promove apresentações gratuitas ao ar livre. A mostra de dança não competitiva, financiada pelo Procultura – Fundo de Apoio à Cultura –  Secretaria da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul, é uma realização da Compasso Cia de Dança, fundada em 1987 por Luciane da Rosa e foi contemplada no edital SEDAC Nº 16/2021 – FAC das Artes do Espetáculo, e conta com apoio da Prefeitura Municipal de Dom Pedrito.

Reunindo nove escolas e companhias de dança de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Alegrete e Dom Pedrito, o evento conta com duas noites de apresentações com performances de Escola de Dança Kitty (Porto Alegre), Transforma Cia de Dança (Porto Alegre), Maria Bailarina Centro de Dança (Novo Hamburgo), Morada da Dança (Porto Alegre), Cia. Silvia Canarim – Flamenco e Contemporaneidade (Porto Alegre), Escola de Dança Ballerina (Alegrete), Departamento Cultural Alma Gaúcha (Dom Pedrito). Compasso Centro de Dança (Dom Pedrito) e Compasso Cia de Dança (Dom Pedrito), que contarão com transmissão pelo YouTube do evento. 

No sábado, dia 04, a partir das 20h30, será possível conferir as performances dos grupos convidados; já no dia 05, o público de Dom Pedrito acompanhará o espetáculo O mágico de Oz com elenco formado por alunos e bailarinos da Compasso. Além das apresentações, nos dias 13 e 14 de novembro, o projeto promove a circulação de uma Mostra de Vídeo com os melhores momentos do 10º Compasso Abraça Dom Pedrito em escolas municipais.

O 10º Compasso Abraça Dom Pedrito mobiliza nesta edição em torno de 250 pessoas entre  bailarinos, equipe e prestadores de serviços e deve reunir um público de 2000 pessoas no total. “A escolha do formato Mostra de Dança aberta e gratuita, possibilita a democratização do acesso à cultura, forma plateia, incentiva a profissionalização e qualificação da dança no RS, cria mercado de trabalho, estimula a inclusão social e cultural da comunidade pedritense”, afirma Luciane. Para mais informações, acesse      @10_cadp @compasso_        

10º Compasso Abraça Dom Pedrito

Sábado e domingo, 04 e 05 de novembro, 20h30

Praça General Osório – Centro – Dom Pedrito, RS – Entrada franca

04 de novembro, apresentações de Escola de Dança Kitty (Porto Alegre), Transforma Cia de Dança (Porto Alegre), Maria Bailarina Centro de Dança (Novo Hamburgo), Morada da Dança (Porto Alegre), Cia. Silvia Canarim – Flamenco e Contemporaneidade (Porto Alegre), Escola de Dança Ballerina (Alegrete), Departamento Cultural Alma Gaúcha (Dom Pedrito) e Compasso Centro de Dança ((Dom Pedrito)

05 de novembro – “O mágico de Oz” – Compasso Cia de Dança (Dom Pedrito)

Realização: Compasso Cia de Dança

Apoio: 3ª Cia de Engenharia de cobate Mecanizada – companhia Emilio carlos Jourdan

           Prefeitura Municipal de Dom Pedrito

Financiamento: Pro Cultura – Fundo de Apoio a Cultura – Secretaria da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Saiba Mais

Compasso Cia de Dança, produtora cultural do estado nasceu como fruto do desenvolvimento do Compasso Centro de Dança, escola de dança fundada em 1987 na cidade de Dom Pedrito – RS. Sob direção de Luciane da Rosa, a Compasso Cia de Dança também atua como companhia de dança, trabalhando pela profissionalização de bailarinos, e como idealizadora dos projetos sociais “Criança que dança é mais feliz” e “Olhares Múltiplos”. Também foi parceira da Secretaria Municipal de Educação na realização do projeto “Na Ponta do Pé”, todos com objetivo de promover a inclusão social através da arte.

Enquanto companhia de dança, a Compasso participou de diversos importantes eventos a nível estadual, nacional e internacional. Destacam-se as mais de 20 participações no Festival de Dança de Joinville, maior e mais importante festival de dança do Brasil, onde a Compasso ganhou diversas premiações e estampou a capa do programa da II Mostra de Dança Contemporânea do festival.

Pioneira na região na utilização das Leis de Incentivo à Cultura para a realização de projetos socioculturais que beneficiam a comunidade e a região com espetáculos de dança gratuitos e ao ar livre, a Compasso produziu 9 edições do evento Compasso Abraça Dom Pedrito. Através desse projeto, a Compasso levou à cidade de Dom Pedrito as melhores companhias profissionais de dança do estado e do país, criando mercado de trabalho para os profissionais da área e democratizando o acesso à arte e a cultura.

Destacamos aqui a participação da Focus Cia. De Dança do Rio de Janeiro no 9º CADP. Ao longo dos seus mais de 30 anos de história, os eventos da Compasso foram responsáveis por movimentar consideravelmente a economia e a cena cultural da região em que está inserida. Em seus projetos, sempre buscou a democratização do acesso à cultura, acreditando na importância do papel social e educacional da arte na vida de todos, em especial, daqueles que, na maioria das vezes, têm pouco acesso a espaços culturais. Apostando sempre no papel transformador da arte, a Compasso continua desenvolvendo projetos culturais e atuando no ensino da dança na cidade de Dom Pedrito.

Luciane da Rosa: Diretora, professora e coreógrafa do Compasso Centro de Dança e Compasso Cia de Dança – Dom Pedrito/RS. Professora de Ballet Clássico, Jazz e Dança Contemporânea. Participou de várias edições do Festival de Dança de Joinville, obtendo importantes premiações, como bailarina e como coreógrafa, com a Compasso Cia. De Dança de Dom Pedrito.

Educadora física formada pela ESEF/IPA– P.Alegre. Certificada pelo método Progressing Ballet Technique, licenciada pelo Método Bastidores – Dança, Pesquisa e Treinamento e certificada pelo Método Pilates em 2019. Em 2023 concluiu a certificação de professores pelo Método Vaganova na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil (Joinville), única escola do Teatro Bolshoi fora da Rússia. Realizou cursos intensivos e Workshops com renomados mestres da dança mundial: Leonid Schiev(Rússia), Mikhail Tchoupakov (Rússia), Vitalij Iacovelev(Rússia), Vladimir Rybyakov(Rússia), Raul Candal (Argentina), Hector Gonzalez (Cuba), Laura Alonso(Cuba), Niurka Naranjo de Sáa (Cuba), Betina Bellomo (Cuba), Ofélia Gonzales (Cuba), Bill Pudrich (USA), Yin Yue (USA), Terri Best (USA), Nicholas Palmquist(USA), entre outros.

Realizou diversos cursos de especialização em metodologia do ensino do Ballet Clássico pelo Método Russo (Vaganova) e Método Cubano. Em 1997, participou do CUBALLET/SP realizando curso de Metodologia do ensino da Escola Cubana com Reinaldo Muniz (Cuba). Participou do IV Encontro de Dança Contemporânea de Montevidéo, apresentando-se no Teatro Solis em 2006. Realizou curso de capacitação de professores em Córdoba/Argentina em 2015. Participou do Congresso Internacional de Jazz Dance(SP) nas edições 2012 , 2015, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023.

Participou de duas edições do Festival Internacional de Dança de Porto Alegre – FIDPOA, recebendo várias premiações. Jurada da Feira Internacional de Dança – FID em Bagé/RS em 2018 e 2019 e jurada de Dança Arroio Grande 2019.

Em 2021 recebeu o Prêmio Trajetórias Culturais do RS – Mestra Sirley Amaro realizado pela Secretaria de Estado da Cultura.

Como diretora da Compasso Cia. De Dança, Produtora Cultural do Estado, idealizou, produziu e realizou diversos eventos utilizando beneficios da LIC/RS e Lei Rouanet na cidade de Dom Pedrito/RS. Todos com acesso gratuito da população, cumprindo seu objetivo de popularizar e democratizar o acesso à arte e a cultura.

NOVA DATA – Térreo Bar promove lançamento de programação musical na quarta, 01 de novembro, com Brazilian Stuff NOVA DATA –

Ao Vivo no Térreo é um projeto mensal gratuito com curadoria da pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin

O Térreo Bar promove na quarta-feira, 01 de novembro, o lançamento do projeto Ao Vivo no Térreo, uma programação musical mensal que conta com a curadoria da pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin. O Ao Vivo no Térreo ocupará três noites de quarta-feira dos meses de novembro e dezembro com performances mensais de artistas locais apresentando projetos autorais e também versões. Na estreia do projeto o público poderá conferir com entrada franca a apresentação do trio Brazilian Stuff. O trio de música instrumental é formado por Edu Meirelles (Baixo), Murilo Moura (Teclado) e Ronie Martinez (Bateria). Calcado na Brasilidade, mas com influências de soul e jazz, Brazilian Stuff segue o caminho dos trios de Samba Jazz dos anos 1960, mas sem virar as costas para as sonoridades contemporâneas. No repertório, Tom Jobim, João Donato, Marcos Valle, Milton Nascimento, Elis Regina, João Gilberto e Eumir Deodato, além de releituras bem “abrasileiradas” de Stevie Wonder, Horace Silver, Donny Hathaway e Crusaders.

“Depois do sucesso do Samba do Quintana, agora é a vez de trazermos uma programação musical com outros estilos para a Travessa dos Cataventos, proporcionando ao público um novo espaço para conhecer nossos artistas locais”, revela a curadora. 

A casa oferecerá opções de drinks e pratos especiais, criados especialmente para o evento. O show inicia às 20h, com entrada franca. O Térreo fica na rua Travessa dos Cataventos, na Casa de Cultura Mario Quintana. Para reservas e mais informações, acesse – https://www.instagram.com/terreo.ccmq/ 

Saiba Mais

Inaugurado em 2022, o Térreo é um empreendimento idealizado pelos sócios Rafael Schneider e Gustavo Bordignon – proprietários da cerveja Vento Livre – que há mais de 10 anos produzem e vendem chopp artesanal em bares e eventos do RS. Com entrada pela Travessa dos Cataventos, no térreo da Casa de Cultura Mario Quintana, o bar tem uma excelente curadoria nas suas 12 torneiras de chope: seis delas conectadas com cervejas da Vento Livre, e as outras seis com cervejas de outros pequenos produtores locais, valorizando o que há de melhor em produção de cerveja artesanal no RS.

A carta de drinks é variada: encontram-se desde drinks tradicionais, como a Mimosa, Aperol Spritz e Negroni até os autorais, batizados  com nomes que remetem às referências do centro cultural, como é o caso do Majestic e do Eu Passarinho. Entre os destaques da culinária temos o hambúrguer de cogumelos empanados: uma combinação ímpar de diferentes texturas com o sabor umami do cogumelo e o sweet chilli da Casa. Também o suculento sanduíche de carne de panela com rúcula e parmesão.  O Térreo funciona de terça a domingo das 12h às 23h, indo até mais tarde nos sábados e vésperas de feriados.

Sobre a curadora: Bruna Paulin é artista, jornalista e mestre em Comunicação, e atua como pesquisadora musical há 21 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil e curadora e produtora do Samba do Quintana, projeto realizado pela Casa de Cultura Mario Quintana que promove uma roda de samba no primeiro domingo de cada mês. Também é produtora executiva da reedição em vinil de Pra Viajar no Cosmos não Precisa Gasolina de Nei Lisboa, lançamento da Toca do Disco Records. 

AO VIVO NO TÉRREO

Térreo Bar – Casa de Cultura Mario Quintana – Travessa dos Cataventos

Primeira edição – 01 de novembro, quarta-feira, 20h

Com Brazilian Stuff

Entrada franca

Comemorando 10 anos em cartaz, Tóin: dança para bebês retorna aos palcos com apresentações no sábado, 28 de outubro, no Instituto Ling  

Criado pela coreógrafa Jussara Miranda, o projeto utiliza a dança como brinquedo para bebês e seus cuidadores

Comemorando dez anos em cartaz, a Muovere Cia de Dança promove no sábado, 28 de outubro, duas apresentações do espetáculo TÓIN: dança para bebês no Instituto Ling. Criado em 2012, contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna e tendo sua estreia em 2013, o projeto foi precursor no Brasil para o público da primeiríssima infância em espetáculo de dança coreografado. Desde então já circulou por quatro regiões do Brasil em festivais, encontros e programas com foco na pequena infância.
Concebido por Jussara Miranda, TÓIN foi criado a partir de uma ideia muito simples e inspiradora: utilizar a dança como brinquedo para que os bebês, seus pais, cuidadores e acompanhantes, divirtam-se dançando. Delicado, o espetáculo atende aos cuidados que os bebês necessitam, acolhendo-os como convidados especiais desde a recepção à interação.  “Toin é mola, é impulso. É divertido e encantador. É para os bebês de todos os mundos”, afirma a coreógrafa e diretora da companhia. 
Dirigida especialmente para bebês de 0 a 3 anos e seus acompanhantes, a experiência é composta por duas atividades: o próprio espetáculo e uma vivência brincada, ambas fundamentadas no estímulo à receptividade e na experimentação com a dança. 
Tóin é inspirado na literatura infantil, em livros imagens e conteúdos poéticos de autores como Gláucia de Souza, Mario Quintana e Eva Furnari, tradutores do simbólico e mágico universo da primeira infância. Também em vídeos da internet, como Bebê Jeans, Sapo Xulé, Dança do Palito e Topo Giggio, entre outros. 
O espetáculo apresenta quatro personagens e suas histórias: Maria Flor, Ventania, Guria Papel e Sua Mola, que nasceram de diversas inspirações e colaborações. Maria Flor, por exemplo, surge por conta das filhas e neta de Jussara e o curta-metragem de animação 3D Maria Flor; já Ventania nasceu de histórias contadas pelos bailarinos Denis Gosch e Joana Amaral, que integraram o elenco do projeto.
As apresentações ocorrem no auditório do Instituto Ling às 15h e 17h com ingressos entre R$ 25,00 e R$ 50,00, à venda pela plataforma Eventim. Mais informações, acesse: https://institutoling.org.br/ 

Ficha Técnica:
Concepção e Direção Geral: Jussara Miranda
Produtora de elenco e ensaiadora: Joana Amaral
Direção Artística: Diego Mac
Elenco: Ana Claudia Pedone, Maria Anitta Brusque, Carini Pereira e Joana Amaral
Produtora de operação especial: Gabrielle Fraga
Figurino: Antonio Rabadan
Trilha: Marcelo Delacroix
Iluminação: Kyrie Snardi
Fotos: Cris Lima e Guilherme Malgarizi
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin
Gestão Redes Sociais: Rafaela Machado
Parceiros culturais: LING, Salto e Ballancet
 
Tóin – dança para bebês
Instituto Ling – Rua João Caetano, 440
Dia 28 de outubro, sábado sessões 15h e 17h
Ingressos entre R$ 25,00 e R$ 50,00

Canoas recebe sessão gratuita do espetáculo As Canções que Você Dançou pra Mim nesta quarta, 25 de outubro

O espetáculo, que faz parte da programação de comemoração dos 70 anos da Petrobrasalém de celebrar o 10º ano de parceria entre a empresa e a Focus Cia de Dança, será apresentado no dia 25 de outubro às 20h no Teatro do Sesc em Canoas.

Mais famosa coreografia da Focus Cia. de Dança comemora ao longo desse ano a marca de 400 apresentações

O ritmo da Focus Cia de Dança é desafiador, sempre tendo como combustível a parceria com a Petrobras, celebrada ao longo de 10 anos. Graças à dupla Tati Garcias, na direção de produção, e Alex Neoral, na direção artística, a Focus é uma das mais importantes configurações da dança contemporânea no Brasil em 22 anos de trabalho. As Canções que Você Dançou pra Mim, dedicado à obra musical do “rei” Roberto Carlos, ao longo de 2023 alcança a marca de 400 apresentações em todo o Brasil e fora do país também. “Estar à frente do que não aparece nos palcos, pensar no grupo, em todos os detalhes para que tudo esteja pronto antes e depois de cada espetáculo, e também em como o espectador será tratado ao chegar e sair da plateia, são parte da minha rotina, desde o início da história de trabalho com o Alex. Foi perfeita a atitude de ter assumido esse lugar de representatividade, deixando até de dançar, para construir o caminho feito pela Focus Cia de Dança hoje”, destaca Tatiana Garcias, sócia de Neoral na Focus.

Já são 12 anos em cartaz, tempo em que a coreografia só ficou longe dos palcos por causa do lockdown na pandemia de Covid-19. As Canções que Você Dançou pra Mim chega ao requinte de ter até fã de carteirinha que vai toda santa temporada e engrossa o coro de admiradores totalizando quase 200 mil pessoas de público pagante. “O sucesso de As Canções que Você Dançou pra Mim, além do fato de ser um espetáculo inspirado no imenso artista que é o Roberto Carlos,também ocorre, acredito eu, por inspirarmos amor com nossa coreografia. Realizei uma colagem de quase 80 canções que conduzem muitos momentos de ternura, além, é claro, de amizade, humor e muito mais ao longo do espetáculo”, define o coreógrafo Alex Neoral.  

As Canções que Você Dançou pra Mim

Iê-iê-iê, canções românticas, clássicos de tirar o fôlego, enfim, emoções além do horizonte estão na construção da coreografia As Canções que Você Dançou pra Mim. Alex Neoral se inspira na obra do rei Roberto Carlos para criar um espetáculo que visita as décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990 através de muito movimento. “A escolha por Roberto Carlos surgiu em brincadeiras do próprio elenco. Durante as viagens da companhia era comum ouvir os bailarinos cantando as músicas do rei, interrompendo um ao outro a partir de uma palavra comum nas letras”, lembra Neoral. Da mesma forma, em cena, “uma canção puxa a que vem em sequência, formando uma grande história. É como se uma perguntasse e a outra respondesse”, completa o diretor e coreógrafo, Alex Neoral.

Todas as composições são sempre na voz do próprio Roberto, em versões originais de clássicos lançados entre as décadas de 1960 a 1980. Verdadeiras pérolas também por guardarem vários momentos e tons da voz do grande Roberto Carlos.

O resultado é uma apresentação que estabelece comunicação direta com os espectadores, o que cria identificação e conquista plateias de diferentes perfis. Para completar o universo de referências à obra de Roberto Carlos, As Canções que Você Dançou pra Mim traz figurinos em tons de azul, aludindo aos modelos e roupas da moda da época retratada, com toques contemporâneos.

Sucesso de público, a montagem foi eleita um dos melhores espetáculos de 2011 segundo o jornal carioca O Globo, e de 2012, na opinião dos críticos da Folha de São Paulo. Os trabalhos são dirigidos e coreografados por Alex Neoral.

Sobre a Companhia

Com 25 obras e 16 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança segue consolidando, ao longo de 23 anos, uma história autêntica reconhecida pela crítica especializada e com sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Madri e Panamá. Logo quando a pandemia aquiesceu, em 2021, estreou o espetáculo Vinte e o seu primeiro infantil Bichos Dançantes, este último contemplado na Chamada Petrobras Cultural de Artes Cênicas.

 Em 2020 lançou Corações em espera, criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube. A obra foi indicada ao prêmio APCA na categoria criação, ficando em cartaz por 17 semanas. Em 2019 a Focus ganhou o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta parte integrante do espetáculo Still Reich e teve seu elenco indicado ao prêmio APCA durante a temporada na capital paulista, ainda no mesmo ano recebeu a indicação de melhor coreografia para Focus Dança Bach, e melhor bailarino pelo 2º Prêmio Cesgranrio de Dança. Em 2017 se apresentou no Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Em 2012, a Focus Cia de Dança foi escolhida, através da seleção publicado Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção. Mais de 1 milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral traduzidas no corpo de baile da companhia que é formada por bailarinos de todo o país. Em julho de 2023, estreou nacionalmente no Rio de Janeiro, “Carlota – Focus dança Piazzolla”, sucesso de crítica e público, além de representar como convidada especial a dança do Brasil no Festival Hola Rio, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do governo fluminense em Madri, onde apresentou “Trupe” e “As canções que você dançou pra mim” na Casa de Vacas e Casa de América, além de participar de intercâmbio e residência artística com a Dínamo Cia de Danza.

Ficha Técnica

Direção, Concepção, Coreografia: Alex Neoral

Direção de Produção: Tatiana Garcias

Produção Executiva: Giselli Ribeiro

Iluminação: Binho Schaefer 

Técnico de Iluminação: Anderson Ratto

Técnico de Palco: Paulo Barbeto / Pedro Paulo

Ambientação Cênica: Marcio Jahú

Visagismo e Figurinos: André Vital

Confecção de Figurinos: Jacira Garcias

Redação: Mônica Riani

Fotos: Dantas Jr., Barbara Furtado e Dan Coelho

Programação Visual: Barbara Lana

Mídias Sociais: GuiiuG Comunicação 

Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Lindemberg Mallí, Iure de Castro,

Paloma Tauffer, Vanessa Fonseca e Wesley Tavares

Serviço

As Canções que Você Dançou pra Mim – Focus Cia de Dança. 

25 de outubro às 20h

Local: Teatro do Sesc Canoas

Endereço: Avenida Guilherme Schell  – Centro

Canoas, RS

Duração: 60 minutos 

Classificação: Livre

Ingressos

Gratuito

Retirada de Ingressos no Sympla 

https://www.sympla.com.br/evento/as-cancoes-que-voce-dancou-pra-mim-focus-cia-dedanca/2210875

Teatro Rival recebe duas sessões de Silvero Interpreta Belchior nos dias 27 e 28 de outubro

Silvero Pereira volta aos palcos depois de sucessos no teatro, cinema e TV, desta vez para homenagear seu conterrâneo, o cantor e compositor Belchior, que completaria 77 anos na quinta, 26 de outubro

O espetáculo circulará ainda em 2023 por Brasília, São Leopoldo, Curitiba e várias cidades do Ceará 

Dois grandes nomes da arte cearense se encontram no palco, e o público do Rio de Janeiro poderá testemunhar esse momento especial com duas sessões nos dias 27 e 28 de outubro no Teatro Rival. Celebrando o aniversário de Belchior, que comemoraria 77 anos na quinta, 26 de outubro, as apresentações de Silvero Interpreta Belchior, projeto cênico-musical do multiartista Silvero Pereira, ocorrem às 19h30. 

A turnê nacional teve início no primeiro semestre de 2023 em Fortaleza, desde então vem lotando todos os teatros por onde passa, de Recife a Porto Alegre, passando pelo interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, Silvero Interpreta Belchior arrebatou plateias com um repertório de tirar o fôlego e de levar às pessoas a uma experiência muito potente e inesquecível.    

Silvero Interpreta Belchior surgiu de uma encomenda feita pelo Festival de Cinema de Vitória para compor a programação on-line de 2020. Diante do irresistível convite, Silvero se dedicou a pesquisar a obra completa de um dos seus compositores preferidos, nascido na cidade de Sobral e falecido em 2017 no Rio Grande do Sul. Partindo de memórias familiares e afetivas, Silvero selecionou um repertório composto pelo ídolo em diferentes épocas e contextos, e ofereceu a 15 canções sua dramaticidade e força interpretativa, que ganhou novas dimensões através da performatividade do ator. 

Valendo-se desta força interpretativa, adquirida e lapidada pelos anos dedicados ao Teatro, Silvero garante às plateias a possibilidade de reencontrar e recantar sucessos que marcaram gerações, ao mesmo tempo em que convida o público a perceber o poder da poesia de Belchior, seu legado e atemporalidade. O roteiro do show prevê momentos divertidos, emocionantes e de introspecção, conta com quinze músicas conhecidas do grande público, e este, não se intimida em fazer coro para sucessos como Como Nossos Pais, Sujeito de Sorte, Medo de Avião, A Palo Seco, Paralelas, entre outros tantos clássicos, ao mesmo tempo em que o convida a perceber o poder da poesia de Belchior, seu legado e a saudade justificada pela ausência de um coração selvagem.

“Esse é um show cortante como faca, um corte profundo na alma. Aqui não estão canções suaves, corretas, mas sim palavras que ecoam feito navalhas. As canções são interpretadas por um conterrâneo de Belchior, um cearense de Mombaça, um menino latino-americano vindo do interior, um sujeito de sorte que driblou a fome e a sede através da arte. Apenas um ator, um cantor que dramatiza os versos e os atualiza em provocações do nosso tempo no intuito de “amar e mudar as coisas”, declara Silvero.

Este espetáculo, como não poderia deixar de ser, cumpre com toda liturgia do Teatro, onde a dramaturgia, os figurinos, o desenho de luz e a trilha perfeita garantem ao público uma experiência inesquecível. O ator sobe ao palco acompanhado de Geremias Rocha (teclado), Brunu Chico (violão e baixo), Wallace Lopes (direção musical e guitarra), Vladya Mendes (bateria) e  Vitor Lima (sopros). 

As apresentações no Rio ocorrem no Teatro Rival (Rua Álvaro Alvim, 33 – Subsolo) nos dias 27 e 28 de outubro às 19h30. Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 60,00 e R$ 140,00. Para aquisição de ingressos para pessoas em cadeira de rodas, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, realizar contato através do e-mail: sacrival@teatrorival.com.br ou pelo WHATSAPP (21) 2240-4469. Mais informações https://www.instagram.com/quintalrio/

Silvero Interpreta Belchior – apresentações no Teatro Rival

27 e 28 de outubro, sexta e sábado, 19h30 (o Teatro abre as portas às 18h30) – Teatro Rival – Rua Álvaro Alvim, 33 – subsolo

Classificação Indicativa: 12 anos 

Duração: 80 minutos

INGRESSOS:

SETOR A

Estudante R$ 70,00 

Idoso R$ 70,00

Professor da rede municipal e estadual do Rio de Janeiro R$ 70,00

PCD R$ 70,00

Clube do Assinante O Globo R$ 70,00

Ingresso Solidário R$ 90,00

Cartão Giro MetrôRio R$ 90,00

Agente MAM R$ 90,00

Funcionário MAM R$ 90,00

Inteira R$ 140,00

SETOR B

Estudante R$ 60,00

Idoso R$ 60,00

Professor da rede municipal e estadual do Rio de Janeiro R$ 60,00

PCD R$ 60,00

Clube do Assinante O Globo R$ 60,00

Ingresso Solidário R$ 80,00

Cartão Giro MetrôRio R$ 80,00

Agente MAM R$ 80,00

Funcionário MAM R$ 80,00

Inteira R$ 120,00

Para aquisição de ingressos para pessoas em cadeira de rodas, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, realizar contato através do e-mail: sacrival@teatrorival.com.br ou pelo WHATSAPP (21) 2240-4469. 

Ficha Técnica

Voz: Silvero Pereira

Teclado: Geremias Rocha

Violão e baixo: Brunu Chico

Guitarra: Wallace Lopes

Bateria: Vladya Mendes

Sopros: Vitor LIma

Iluminação e operação: Sarah Salgado

Design de som: Arthur Ferreira

Produção: Quintal Produções

Direção geral: Verônica Prates

Coordenação de projetos: Valencia Losada

Produção executiva: Camila Camuso

Assessoria de Comunicação – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor  

SETLIST

1 – Sujeito de sorte

2 – A Palo Seco

3 – Todo sujo de batom

4 – Coração Selvagem

5 – Rapaz latino Americano

6 – Medo de avião

7 –  Alucinação

8 – Paralelas

9 – Galos noites

10- Quintais Fotografia 3 x 4

11 – Princesa do meu lugar

12 – Hora do almoço

13 – Pequeno mapa do tempo

14 – Como nossos Pais

15 – Velha Roupa Colorida

Térreo Bar promove lançamento de programação musical na quarta, 25 de outubro, com Brazilian Stuff

Ao Vivo no Térreo é um projeto mensal gratuito com curadoria da pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin

O Térreo Bar promove na quarta-feira, 25 de outubro, o lançamento do projeto Ao Vivo no Térreo, uma programação musical mensal que conta com a curadoria da pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin. O Ao Vivo no Térreo ocupará uma noite de quarta-feira dos meses de outubro, novembro e dezembro com performances mensais de artistas locais apresentando projetos autorais e também versões. Na estreia do projeto o público poderá conferir com entrada franca a apresentação do trio Brazilian Stuff. O trio de música instrumental é formado por Edu Meirelles (Baixo), Murilo Moura (Teclado) e Ronie Martinez (Bateria). Calcado na Brasilidade, mas com influências de soul e jazz, Brazilian Stuff segue o caminho dos trios de Samba Jazz dos anos 1960, mas sem virar as costas para as sonoridades contemporâneas. No repertório, Tom Jobim, João Donato, Marcos Valle, Milton Nascimento, Elis Regina, João Gilberto e Eumir Deodato, além de releituras bem “abrasileiradas” de Stevie Wonder, Horace Silver, Donny Hathaway e Crusaders.

Em novembro, o público poderá conferir a cantora Nina Rouge no dia 22, e em dezembro, será a vez de Ianaê Régia, compositora que lançou recentemente seu primeiro álbum, AFROGLOW, projeto vencedor do edital Natura Musical. “Depois do sucesso do Samba do Quintana, agora é a vez de trazermos uma programação musical com outros estilos para a Travessa dos Cataventos, proporcionando ao público um novo espaço para conhecer nossos artistas locais”, revela a curadora. 

A casa oferecerá opções de drinks e pratos especiais, criados especialmente para o evento. O show inicia às 20h, com entrada franca. O Térreo fica na rua Travessa dos Cataventos, na Casa de Cultura Mario Quintana. Para reservas e mais informações, acesse – https://www.instagram.com/terreo.ccmq/ 

Saiba Mais

Inaugurado em 2022, o Térreo é um empreendimento idealizado pelos sócios Rafael Schneider e Gustavo Bordignon – proprietários da cerveja Vento Livre – que há mais de 10 anos produzem e vendem chopp artesanal em bares e eventos do RS. Com entrada pela Travessa dos Cataventos, no térreo da Casa de Cultura Mario Quintana, o bar tem uma excelente curadoria nas suas 12 torneiras de chope: seis delas conectadas com cervejas da Vento Livre, e as outras seis com cervejas de outros pequenos produtores locais, valorizando o que há de melhor em produção de cerveja artesanal no RS.

A carta de drinks é variada: encontram-se desde drinks tradicionais, como a Mimosa, Aperol Spritz e Negroni até os autorais, batizados  com nomes que remetem às referências do centro cultural, como é o caso do Majestic e do Eu Passarinho. Entre os destaques da culinária temos o hambúrguer de cogumelos empanados: uma combinação ímpar de diferentes texturas com o sabor umami do cogumelo e o sweet chilli da Casa. Também o suculento sanduíche de carne de panela com rúcula e parmesão.  O Térreo funciona de terça a domingo das 12h às 23h, indo até mais tarde nos sábados e vésperas de feriados.

Sobre a curadora: Bruna Paulin é artista, jornalista e mestre em Comunicação, e atua como pesquisadora musical há 21 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil e curadora e produtora do Samba do Quintana, projeto realizado pela Casa de Cultura Mario Quintana que promove uma roda de samba no primeiro domingo de cada mês. Também é produtora executiva da reedição em vinil de Pra Viajar no Cosmos não Precisa Gasolina de Nei Lisboa, lançamento da Toca do Disco Records. 

AO VIVO NO TÉRREO

Térreo Bar – Casa de Cultura Mario Quintana – Travessa dos Cataventos

Primeira edição – 25 de outubro, quarta-feira, 20h

Com Brazilian Stuff

Entrada franca

Sarau da Clara Corleone promove edição com os escritores Camila Maccari e Thiago Souza de Souza  na quinta, 19 de outubro

Edição Evoé, Jovem Artista! ocorre  partir das 19h na Livraria Paralelo 30 

Na quinta-feira, 19 de outubro, a partir das 19h, a escritora Clara Corleone promove seu sarau literário na Livraria Paralelo 30. A edição Evoé, Jovem Artista! recebe os escritores Camila Maccari e Thiago Souza de Souza. 

Criado em 2017 com edições mensais no Von Teese Bar, o evento literário traz sempre um tema que pauta os textos lido por Clara e seus convidados e já recebeu as escritoras Martha Medeiros, Claudia Tajes e Luisa Geisler, as políticas Manuela D’Ávila e Fernanda Melchionna, os diretores de cinema Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo, os jornalistas Katia Suman, Carol Anchieta e Roger Lerina, as atrizes Mirna Spritzer, Maria Galant e Catharina Conte, entre outros.

Os ingressos custam R$ 15,00 e o bar funciona durante o evento. A Livraria Paralelo 30 fica na Rua Vieira de Castro, 48, bairro Farroupilha. 

Clara Corleone é atriz, escritora e produtora. Já teve textos publicados no jornal Zero Hora e no site Lugar de Mulher. Desde 2017 comanda um sarau literário com seu nome. “O homem infelizmente tem que acabar” (Zouk), está, atualmente, em sua sétima impressão e foi vencedor do Prêmio Minuano de Literatura, categoria crônicas (2020). No mesmo ano, Clara foi contemplada com dois prêmios no edital FAC Digital RS – como apresentadora com seu sarau virtual em parceria com a produtora Ah Tri Cultural e como dramaturga do projeto “Músicas para remendar o coração” em parceria com a artista Bruna Paulin. Em 2021 lançou seu primeiro romance “Porque era ela, porque era eu” pela L&PM e recebeu o Prêmio Jacarandá de Autora Revelação. Em 2022, também pela L&PM, lançou o segundo romance, “Predadores”.

Camila Maccari nasceu em Sarandi, interior do Rio Grande do Sul, em 1992. Atualmente mora em Porto Alegre, onde formou-se em Comunicação Social e trabalha como jornalista e redatora publicitária. Dias de se fazer silêncio, seu livro de estreia, foi contemplado com o Prêmio Açorianos de Literatura e finalista do Prêmio AGES, do Prêmio Academia Riograndense de Letras e do Prêmio Mozart Pereira Soares.

Thiago Souza de Souza é jornalista formado pela PUCRS, mas prefere a ficção. Estreou na literatura em 2021 com Jamais serei seu filho e você sempre será meu pai (Editora Taverna), finalista do Prêmio São Paulo na categoria Romance de Estreia e vencedor do Prêmio Jacarandá na categoria Livro do Ano, ambos em 2022. Está terminando de escrever seu segundo romance, uma história sobre precisar se afastar, premonições, futuro e arte.

Sarau Clara Corleone convida Camila Maccari e Thiago Souza de Souza

Edição: Evoé, Jovem Artista!

19/10, quinta-feira, 19h

Livraria Paralelo 30 (R. Vieira de Castro, 48)

Ingresso: R$ 15,00

CHC Santa Casa recebe Terra sem Mapa neste final de semana com sessão com LIBRAS

Sessão de domingo, 22 de outubro, contará com intérprete de LIBRAS

Sucesso desde sua estreia, espetáculo celebra os 45 anos de teatro e amizade de Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

Terra Sem Mapa retorna ao teatro do CHC Santa Casa para duas apresentações neste final de semana, nos dias 21 e 22 de outubro. O espetáculo contará com intérprete de LIBRAS na sessão de domingo, às 18h. 

“A memória é terra sem mapa, sem contorno, sem fronteira”. Assim se movem Luba-Mirna e Vrum-Sergio em seu teatro sobre migrações e travessias, exílios e encontros, vida e morte. Em TERRA SEM MAPA, artistas e seus duplos narram histórias, cantam e dançam numa celebração poética da existência, apesar da dor e dos descaminhos. Histórias que tecem o passado e o presente. As travessias estão por todos os lados: mares que se agitam ou se acalmam, fronteiras móveis ou arames ameaçadores, a premência de abandonar lares e atravessar tormentas em busca da vida prometida. Nesse contexto de migrações, Terra Sem Mapa fala por imagens, cartas, mensagens distantes ou publicações da imprensa e pela ficção, as quais têm âncora firme na realidade das terras de acolhimento. E não só por aqui: nossos tempos registram diariamente a diáspora de diferentes populações cruzando países ou mares inseguros, a pé, em botes frágeis, agarrados ao imenso desejo de viver e sem garantia nenhuma de vida.  

Mirna Spritzer e Sergio Lulkin comemoram mais de quatro décadas de trajetória profissional iniciada no mesmo espaço, o Teatro de Arena de Porto Alegre, com Terra sem Mapa. Nesta criação autoral, reúnem-se por suas semelhanças artísticas e seus diferentes caminhos de formação para dar corpo a uma dupla que há muito se desenha: Vrum e Luba.

Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória. “Esse universo de narrativas brota de fontes literárias sobre migrantes que aportam em novos mundos onde as pessoas buscam vida, alimento e futuro. Correm riscos, no limite da vida e da morte e desembocam na cena que é desenhada no espaço puro, denso de luz e sombra, e por textos diversos apropriados por dois tipos que habitam a memória familiar”, contam Mirna e Sérgio. O espetáculo apresenta imagens advindas da memória, das palavras e dos corpos em desenho no espaço. Profundamente apoiado no trabalho da atriz e do ator em relação com a luz, a sombra, o silêncio e a música. Humor e melancolia se mostram no movimento e na pausa. E no vazio imenso e intenso do palco aberto ao jogo e à contracenação. 

Após o primeiro encontro, há 45 anos, a dupla de artistas cruzou por muitas vezes, em diversos âmbitos profissionais, ambos com experiências em diferentes linguagens como o teatro, o rádio, cinema e televisão. Estudantes do Departamento de Arte Dramática e Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS, onde também realizaram seu Doutoramento na área da Educação. Em Terra sem Mapa, reúnem-se para a criação autoral após a experiência desses personagens com teatro online e vídeo, decidem ancorar seus desejos artísticos no Estúdio Stravaganza, onde trabalharam com práticas diversas, jogos, dramaturgias e ensaios. Assim, após trabalhos com diferentes direções e meios, iniciam aqui uma nova trajetória onde são criadores artísticos da cena em que habitam. 

Mirna e Sérgio estiveram juntos nos filmes O Mercado de Notícias, direção de Jorge Furtado, Antes que o mundo acabe, direção de Ana Luiza Azevedo e no telefilme Doce de Mãe, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo para TV Globo, todas produções da Casa de Cinema de Porto Alegre. No teatro contracenaram no icônico O casamento do pequeno burguês, de Brecht, com direção de Irene Brietzke, em 1978. Mirna integrou o Teatro Vivo, sob direção de Irene Brietzke, de 1979 a 2001, Sergio integrou o grupo TEAR sob direção de Maria Helena Lopes, de 1980 a 2002.

Terra sem Mapa conta com colaboração artística de Carlos Mödinger, figurinos de Rô Cortinhas, desenho de luz de Ricardo Vivian, música original de Gustavo Finkler, identidade visual de Leandro Selister e produção de Mirna, Lulkin e Renata Stein. As apresentações ocorrem às 20h no sábado e às 18h no domingo, com ingressos entre R$ 33,60 e R$ 67,20 à venda pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/  ou uma hora antes das apresentações. O CHC Santa Casa fica na Av. Independência, 75. 

Saiba Mais

Sinopse: Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória.

TERRA SEM MAPA NO CHC SANTA CASA – COM SESSÃO COM LIBRAS

21 de outubro, sábado, 20h e 22 de outubro, domingo, 18h – sessão com LIBRAS

CHC Santa Casa – Av. Independência, 75

Ingressos à venda pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/ entre 33,60 e 67,20

Duração: 55 minutos

Classificação Livre

Ficha Técnica:

Criação e Atuação: Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

Colaboração Artística: Carlos Mödinger

Figurino: Rô Cortinhas

Iluminação: Ricardo Vivian

Operação de luz: Ricardo Vivian e Fabi Santos

Trilha sonora original: Gustavo Finkler

Operação de som: Luiz Manoel e Fabi Santos

Identidade Visual: Leandro Selister

Fotografia: Adriana Marchiori

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Produção: Mirna Spritzer, Renata Stein e Sergio Lulkin

Mirna Spritzer: Atriz, professora e radialista. Pesquisadora das vozes, escutas e paisagens sonoras nas Artes Cênicas e Radiofônicas. Bacharela em Interpretação, Mestre e Doutora em Educação pela UFRGS. Professora aposentada do DAD e PPGAC, UFRGS. Seus trabalhos mais recentes são, no cinema, Ana, Sem Título, com direção de Lúcia Murat, da Taiga Filmes. Aos olhos de Ernesto, com direção de Ana Luiza Azevedo, da Casa de Cinema de Porto Alegre, YONLU, com direção de Hique Montanari, da Container e Prana Filmes. No teatro, Expresso Paraíso, de Thomas Kock, direção de Maurício Casiraghi, pela ATO Cia Cênica e A Comédia dos Erros, de William Shakespeare, direção de Adriane Mottola, com a Cia Stravaganza. Cidade Proibida, Cena Urbana com direção de Patrícia Fagundes para Cia Rústica de Teatro. Língua Mãe. Mameloschn de Mariana Salzmann, direção de Mirah Laline, Troféu Braskem de Melhor Atriz, no 22º Festival Internacional Porto Alegre em Cena e Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo. Na televisão o, Doce de Mãe, realização da Rede Globo de Televisão e Casa de Cinema de Porto Alegre, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo. E Fantasias de uma Dona de Casa, realização da RBS TV e Casa de Cinema de Porto Alegre, com direção de Ana Luiza Azevedo, série com duas temporadas. Participou com Sergio Lulkin do vídeo Lubi e Vrum no Clube de Esquina apresentado no show on-line SOS Ocidente, em 2021. Participou como atriz do Projeto Quartas Drama ticas, realização da Ato Cia Cênica, Cia Indeterminada e Cia Stravaganza, com a leitura de Lesões incompatíveis com a vida, de Angélica Lidell, direção de Paulo Roberto Farias, e Os Cegos de Michel de Ghelderode, onde foi também diretora, E ainda, Tudo nasce de uma ferida íntima, espetáculo multimídia dentro do Festival Kino Beat e Sarau Deslocamentos, espetáculo cênico – musical dentro do Projeto Unimúsica UFRGS, com direção de Miriam Amaral e Carla Joner, em ambos como atriz e roteirista. Foi criadora, apresentadora e produtora do Programa RADIOTEATRO na Rádio FM Cultura de Porto Alegre, 10 anos no ar. Premiada no Edital NOSSA ONDA do Minc e da Cinemateca Brasileira para peças radiofônicas, com a peça Radiofônica Guarda-Roupa. Participou como atriz do podcast O amor que horror, dentro do 28 Festival Internacional Porto Alegre Em Cena. E ainda, A história do Disco, de Bruna Paulin e Submersa, de Camila Proto, dentro do Festival Kino Beat 2019. Também do projeto acústico P.S. Palavras que entrego a ti, de Danuta Zaghetto. E o episódio Das peças radiofônicas, no podcast RESPIRA CULTURA da UFRGS. Produz o perfil Coisas pra dizer em voz alta, no Instagram. Fez a leitura vocalizada de A Caverna, com a presença de Jose Saramago, no lançamento da obra em Porto Alegre, em 2000. Duas vezes premiada com o Troféu Açorianos e uma com o Prêmio Quero Quero, todos de Melhor Atriz. Compo s com Irene Brietzke, Denize Barella e Antonio Carlos Brunet, o TEATRO VIVO, grupo que marcou a história do teatro no Rio Grande do Sul com espetáculos como Salão Grená, Mahagonny, No Natal a gente vem te buscar e Peer Gynt, o imperador de si mesmo, entre outros. Publicou os livros Bem Lembrado, memórias do radioteatro em Porto Alegre, com Raquel Grabauska pela Editora AGE e A formação do Ator, um diálogo de ações, pela Editora Mediação, em sétima edição. E ainda, capí tulos de livros e artigos publicados em va rios perio dicos em especial A poética da escuta, na Revista Voz e Cena, em https://periodicos.unb.br/index.php/vozecena/article/view/31599/2 6378

Sergio Lulkin: Ator, bacharel em Artes Cênicas pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1983). Mestre em Educação (2001) e Doutor em Educação (2007) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e professor aposentado pela mesma Universidade e mantém atividades de formação e criação nas áreas de Educação e Teatro. Atua desde 1977, tendo integrado o Grêmio Dramático Açores do Teatro de Arena e, posteriormente, atuou em O Casamento do Pequeno Burguês de Bertolt Brecht, primeira montagem, com direção de Irene Brietzke; atuou em outros espetáculos sob direção de Roberto Ruas, Suzana Saldanha e Luiz Arthur Nunes. Integrou o grupo TEAR de 1980 a 2002, sob a direção de Maria Helena Lopes, tendo participado de espetáculos com destaque como Quem Manda na Banda (Prêmio Tibicuera de Melhor Ator, 1981), Os Reis Vagabundos, Crônica da Cidade Pequena e O império da Cobiça. Em 2001, com o espetáculo Solos em Cena, com direção de Maria Helena Lopes, ganhou o prêmio Açorianos de Melhor Ator. Atuou em diversos filmes de curta e longa metragem, tendo participado de Saneamento Básico, com direção de Jorge Furtado, em 2007. Participou do longa-metragem Antes que o mundo acabe (2010), com direção de Ana Luiza Azevedo. De 2008 a 2010 atuou no espetáculo O bairro, dirigido por Marco Fronchetti. Em 2012 e 2013 participou do Telefilme e da série de TV Doce de Mãe, produção Casa de Cinema e TV Globo. Em 2013 integrou o elenco do filme O mercado de notícias, documentário rio longa metragem com direção de Jorge Furtado. De 2016 a 2019 apresentou o espetáculo El Juego de Antonia, em parceria com Luciana Paz e direção de Andre Carreira. Entre 2020 e 2022 seguiu diversos cursos de formação em Clown, Canto para o Teatro, Experimentos de Zoom para o Teatro, Experimentos em Audiovisual, ofertados em plataformas digitais. Nesse mesmo perí odo, com direção e roteiro de Marco Fronchetti, a partir da obra “O torcicologologista” de Gonçalo Tavares, participou de Excelências, Experimento Zoom I e II, apresentados pelo youtube e pela Fundarte de Montenegro, RS. Em 2021, atua com Mirna Spritzer em Lubi e Vrum no Clube de Esquina, vídeo apresentado no show on-line SOS Ocidente.

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