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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

julho 2023

Casa Baka e Circuito Orelhas trazem Frederico Heliodoro pela primeira vez para Porto Alegre no sábado, 12 de agosto

A Casa Baka e Circuito Orelhas trazem pela primeira vez a Porto Alegre o multi-instrumentista e produtor carioca Frederico Heliodoro que se apresenta no sábado, 12 de agosto, às 21h, na Casa Baka. Depois de turnê mundial com Milton Nascimento e de assinar a direção musical da turnê de 50 anos de carreira da cantora Simone, o artista divulga seu mais recente álbum, The Weight of the News – Minaret Records / Mocloud 2023, uma reflexão sobre a atualidade, de um ponto de vista crítico, mas ainda otimista. 

Apresentado em formato voz e guitarra, em um show inédito e intimista, The Weight of The News teve sua primeira fase da turnê de lançamento nos EUA em janeiro, onde passou por Los Angeles, San Francisco, Portland, Seattle, New York City, Boston e Philadelphia. “O legal foi justamente poder passar um tempo tocando solo, voz e guitarra, sem a macro minúcia do fonograma. Só eu cantando, tocando e existindo. É muito bom estar no palco acompanhado de pessoas queridas e talentosas, só que ao mesmo tempo, sozinho, acontecem coisas inesperadas. Coisas que só acontecem porque você está sozinho em cima do palco querendo e tendo que mostrar alguma coisa que defenda ali seu ofício”, revela. 

The Weight of The News ou O Peso das Notícias em português, foi escrito entre acontecimentos históricos do Brasil recente, “desde o impeachment da Dilma até a posse do Lula”, incluindo todas as transformações ao longo da vida de Heliodoro. O injusto impedimento da presidente Dilma Roussef, a curta administração Temer, os quatro anos de desgoverno Bolsonaro e a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022 marcam exatamente o início, o meio e o fim do processo de trabalho de Frederico neste álbum. “Eu morava em Belo Horizonte, hoje moro no Rio. Tudo isso inspirou o material do disco, e o público poderá assistir a uma apresentação espontânea dessas músicas e ver arte sendo feita ao vivo”, conta. 

O álbum, sexto trabalho autoral do compositor, foi lançado pelo selo Minaret Records de Los Angeles, Califórnia, com 11 canções inéditas.  O multi-instrumentista convidou para as gravações um time de “all stars” formado por Louis Cole, Kurt Rosenwinkel, Aaron Parks, Olivia Trummer, Chris Fishman, David Binney, Seamus Blake, Pedro Martins, Antonio Loureiro, Felipe Continentino, Thiago “Big” Rabello, Fred Selva e Genevieve Artadi, essa última presente exclusivamente na edição japonesa, lançada em fevereiro de 2023 pelo selo Mocloud.

Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 30,00 (lote exclusivo para pessoas Pretas, Indígenas e Trans) e R$ 120,00 (inteira segundo lote). A Casa Baka fica na Rua da República, 139, Cidade Baixa. 

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Sobre o artista

Nascido no Rio de Janeiro e um dos artistas brasileiros mais requisitados pelo mundo, Frederico Heliodoro nos apresenta uma amálgama estética precoce e internacionalmente reconhecida sob seu olhar experiente e contemporâneo do universo musical. Cresceu em Belo Horizonte convivendo quase que diariamente com a música brasileira, jazz, blues e rock sob a batuta de seu pai, também compositor, Affonsinho.

Em 2007 ganhou o prêmio Jovem Instrumentista BDMG Cultural e deu início a sua carreira como compositor e “band leader”. Em 2009, ganhou o prêmio BDMG Instrumental e realizou shows no Teatro da Biblioteca Estadual Luiz de Bessa em Belo Horizonte e no Sesc Paulista em São Paulo, integrando a programação do “Sesc Instrumental”.

Bacharel em Música pela UFMG, Frederico sempre teve uma relação próxima com os Estados Unidos, onde já morou e vai regularmente a trabalho. No âmbito internacional, Frederico vem acompanhando o guitarrista estadunidense Kurt Rosenwinkel em seu grupo “Caipi” desde 2016 e já trabalhou com Louis Cole, Genevieve Artadi, Shin Sasakubo, Anne Paceo e Roberto Gatto. 

No Brasil, Frederico já colaborou com grandes artistas e grupos musicais, como Dani Gurgel, Leo Gandelmann, Márcio Bahia, Zé Ibarra, Pedro Martins e, atualmente, Heliodoro é diretor musical da turnê de cinquenta anos de carreira da cantora Simone. Em 2022, Heliodoro foi baixista e vocalista na turnê “A Última Sessão de Música” de Milton Nascimento.

O músico já viajou o mundo em turnês pelo Japão, China, Estados Unidos, Canadá e Europa, acumulando inspirações que o permitiram alcançar resultados contemporâneos e que surpreendem toda a sorte de ouvidos, sejam eles acostumados ou não com a complexidade despretensiosa de seu trabalho.

Sobre Casa Baka

A Casa Baka é um espaço gestionado de forma autônoma pelo curador Diego Groisman e Bruno Melo, com a colaboração de Charlene Cabral. Com o objetivo de fomentar processos artísticos contemporâneos, nos revezamos em tarefas de planejamento, curadoria, produção e execução e escalamos colaboradores para uma maior pluralidade do projeto, mirando a uma conexão viva com a cidade de Porto Alegre e suas demandas artístico-culturais.

A Casa abriga exposições individuais e coletivas, performances, cursos, oficinas, feiras, encontros, bancas acadêmicas, pequenos shows, entre outras atividades, buscando ser um ponto cultural estratégico e flexível para a atuação de jovens artistas e curadoras/es e para a conexão destes com a comunidade.

Em 2018, a Casa foi indicada ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Espaço Institucional. Atualmente, integra o Circuito PÓLVORA – uma iniciativa em conjunto com a Bronze Residência e a Galeria Prego para a instauração de uma rede ativa local voltada à articulação de proposições integradas entre espaços de arte autônomos de Porto Alegre.

Sobre Circuito Orelhas

O Circuito Orelhas foi criado em 2019 com o objetivo de fortalecer o cenário musical de Porto Alegre e impulsionar novos artistas, promovendo shows de variados portes, para públicos diversos e em diferentes palcos da cidade. Idealizado pelos produtores culturais Bruno Melo, Diego Groisman e Miriane Brock. Os três amigos, apaixonados por música, trabalharam juntos na produção de alguns dos maiores shows que já ocorreram na cidade, Paul McCartney, Roger Waters, Foo Fighters, Coldplay e Metallica, e levam toda a expertise das mega produções para eventos independentes dentro e fora do palco.

Vendo a grande diferença de estrutura e mídia que artistas internacionais têm em relação aos artistas brasileiros, e ainda mais para artistas locais em início de carreira, o projeto se propôs a mudar aos poucos essa realidade, com um trabalho caloroso e atencioso aos artistas.

Para acompanhar as novidades e saber mais informações sobre o Circuito Orelhas, acesse o perfil do projeto: https://www.instagram.com/circuitoorelhas/

Frederico Heliodoro na Casa Baka

Sábado, 12 de Agosto

Abertura da casa: 20h

Show: 21h

Local: Casa Baka – R. da República, 139 – Cidade Baixa, Porto Alegre

Classificação: 16 anos

Realização: Casa Baka e Circuito Orelhas

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Ingressos via Sympla – https://www.sympla.com.br/evento/frederico-heliodoro-apresenta-seu-novo-album-na-casa-baka/2079193

Sujeito à taxa de conveniência.

Lote Afirmative (lote exclusivo para pessoas Pretas, Indígenas e Trans) – R$ 30

Lote Promocional – R$ 40

1º lote Meia-entrada – R$ 50 | Inteira: R$ 100

2º lote Meia-entrada – R$ 60 | Inteira: R$ 120

Meia-entrada – Para o benefício da meia-entrada de estudante (50% de desconto), é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do evento. Todos os documentos válidos para esse benefício são determinados pela Lei Federal 12.933/13. Você pode conferir cada um deles aqui: https://bileto.sympla.com.br/meia-entrada/

Projeto Luciano Leães Convida tem primeira edição na quinta, 27 de julho, com a participação de Solon Fishbone

Iniciativa da Arco Music ocorre no Sgt Peppers

Ingressos

Na quinta-feira, 27 de julho, às 21h, estreia no palco do Sgt Peppers o projeto Luciano Leães Convida, uma realização da Arco Music. A iniciativa promete  trazer grandes nomes do blues, R&B e jazz para os palcos do RS. Nesta primeira edição, Leães, liderando o trio composto por Edu Meirelles no baixo e Ronie Martinez na bateria, recebe no palco do Sgt Peppers o guitarrista Solon Fishbone. Juntos, eles prometem uma apresentação musical envolvente para os amantes de blues e R&B.

Fishbone, um dos principais nomes da guitarra blues do Brasil, trará sua musicalidade única em parceria com Leães. Parceiros de estrada de longa data, os dois prometem apresentar músicas de suas carreiras, assim como clássicos e b-sides do blues e do R&B.

O músico e produtor musical, também conhecido como “The Brazilian Professor”, segundo a revista britânica Blues Matters Magazine, é o criador da Arco Music, que engloba estúdio, selo e produtora, lançou em junho nas plataformas o single FESSta Brasilis, uma fusão inovadora na carreira de Leães, misturando R&B, jazz, ritmos brasileiros e sul-americanos, que conta com a participação de músicos locais e internacionais. A faixa marca o início da produção do próximo álbum de Leães, com lançamento previsto para o início do próximo ano. O disco apresentará uma coleção de composições originais, destacando a característica fusão do compositor e instrumentista com piano de News Orleans, R&B, jazz e ritmos brasileiros e sul-americanos. Atualmente, conquistando plateias em todo o mundo com suas performances ao vivo, o músico se prepara para anunciar uma série de datas de turnê que abrangerá a América do Norte e a Europa.

Os ingressos antecipados estão à venda pela plataforma Sympla. Na hora, custam R$ 70,00. Entradas para Classe Artística estão à venda mediante comprovação por R$ 25,00. Mais informações, acesse https://www.instagram.com/lucianoleaes/ 

::: SERVIÇO 

Luciano Leães Convida: Solon Fishbone

Quando: 27/07, quinta-feira, às 21h 

Onde: Sgt. Pepper’s (Rua Quintino Bocaiúva, 256 – Porto Alegre/RS) 

INGRESSOS ANTECIPADOS

Mesa (2 lugares): R$180*

 Mesa (4 lugares): R$320* 

 Mesa (8 lugares): R$450* 

 *ingresso incluído 

Informações através do Whatsapp (51) 99852-0029

INGRESSOS NA HORA – R$70

CLASSE ARTÍSTICA (mediante a comprovação) – R$25,00

Terceira edição do Samba do Quintana acontece no domingo, 06 de agosto, na Casa de Cultura Mario Quintana

Projeto com entrada franca tem como objetivo promover a cena do gênero e conta com curadoria e programação da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin

Público poderá conferir a participação de Edu Meirelles e a banda residente Thiago Ribeiro & Amigos

Após lotar a Travessa dos Cataventos em junho e julho, a Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) realiza no dia 06 de agosto, domingo, a partir das 16h, a terceira edição do Samba do Quintana.  O evento foi criado para promover a cultura do estilo musical em um espaço público e central da cidade, valorizando os artistas locais. Nesta próxima edição, programada para acontecer novamente na travessa Rua dos Cataventos, em frente ao bar Térreo, o público poderá conferir gratuitamente as performances de Edu Meirelles e Thiago Ribeiro & Amigos, grupo residente do projeto, criado pela jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin. Com dois blocos de apresentação, a ideia é que os músicos possam tanto executar clássicos do gênero como seus trabalhos autorais, em um espaço de formação de público e cena. 

“O grande diferencial do Samba do Quintana é, além de oferecer uma atividade gratuita e acessível a todos os públicos, também proporcionar aos artistas um espaço de divulgação de seu trabalho autoral, formato tradicional em casas de samba como Beco do Rato, no Rio de Janeiro, que conta com noites específicas de promoção de compositores e que são um sucesso entre o público”, afirma a curadora e programadora do projeto, Bruna Paulin. 

O Samba do Quintana dialoga com outros núcleos da CCMQ, que abriga o Instituto Estadual de Música (IEM) e a Discoteca Natho Henn, além de manter no ar a Rádio Quintanares, uma emissora pública e inclusiva de rádio, com programação 24 horas por dia. Segundo a diretora da CCMQ, Germana Konrath, “nada melhor do que uma roda de samba, na rua, para reafirmar o caráter cultural e democrático da Casa, sempre aberta a todos os públicos, e ampliar a inserção da música no nosso cotidiano”. 

A banda residente é formada por Thiago Ribeiro (vocais e cavaquinho), Fernando Duarte (repique de mão, tamborim, bongô), Marcelo Rossi (violão), Paulo Wolff (pandeiro, carrilhão e chocalhos) e Rogério Menezes (tantan). Thiago Ribeiro começou na música aos 15 anos, quando ganhou seu primeiro cavaquinho, mas o samba vem de berço, começando com a influência de seu pai, o violonista e cantor Antonio Lima. Já na infância demonstrava amor ao estilo, batucando em todos os cantos e formando bandas com os amigos. Entre suas referências musicais estão nomes como Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, João Nogueira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Duda do Cavaco, Alemão Charles, grupo Flor de Ébano, entre outros artistas locais e nacionais. Há 19 anos Thiago se apresenta profissionalmente, em casas de shows em Porto Alegre, no litoral e no interior do estado. Já acompanhou Eliana de Lima por duas vezes em performances na cidade e abriu shows de Fundo de Quintal, Diogo Nogueira e Luiz Carlos da Vila. No momento está gravando seu primeiro single de seu álbum de estreia. 

O artista convidado desta edição é Edu Meirelles, que apresenta sua versão violeiro e cantautor, persona antecipada em Sinto na Pele, Pura Poesia e Black de Respeito, singles lançados em 2021 que fazem parte do seu segundo álbum, Terreiro no meu Quintal, que tem lançamento previsto para 2024. O trabalho surge como um campo de força de Meirelles, onde o artista expressa suas mandingas, visões e referências. Seu disco de estreia autoral, Escambo, foi um dos eleitos do livro “100 Grandes Álbuns do Rock Gaúcho”, e seu trabalho como instrumentista é conhecido na cena musical do Rio Grande do Sul, por integrar projetos de artistas como Luciano Leães & The Big Chiefs, Fernando Noronha & Black Soul, Alemão Ronaldo, entre outros. O músico porto-alegrense também faz parte da banda base de artistas norte-americanos em turnê pelo Brasil, como Larry McCray,  Eddie C. Campbell, Whitney Shay, Tia Carroll, Willie Walker, Tom Worrel e Cerissa MacQueen. Com o grupo de rock Instrumental Pata de Elefante gravou o álbum Julio Rizzo e Pata de Elefante, onde compôs duas canções: Xeque-mate e Canzone per Gabrielli. Meirelles apresentará durante a terceira edição do Samba do Quintana uma série de canções inéditas que integram seu novo álbum, no momento em processo de gravação. 

Bruna Paulin é artista, jornalista e mestre em Comunicação, e atua como pesquisadora musical há 21 anos. Assinou projetos de curadoria e produção de conteúdo na área para editora Belas Letras, Cubo Play, Fábrica do Futuro, entre outros. É criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil. 

O Samba do Quintana acontece no domingo, 06 de agosto, às 16h. O bar Térreo vai contar com produtos promocionais durante o evento, com chopp com valor especial e dose dupla de drinks selecionados. Em caso de chuva a atividade será transferida para o domingo seguinte, 13 de agosto. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ccmarioquintana/

A CCMQ é uma instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) e tem o patrocínio do Banrisul. 

SAMBA DO QUINTANA

Com Edu Meirelles + Thiago Ribeiro & amigos 

Domingo, 06 de agosto, a partir das 16h

Na Travessa Rua dos Cataventos – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre) 

Entrada Franca

Lola celebra 11 anos com roda de samba na terça-feira, 18 de julho

Empreendimento localizado na cúpula da Casa de Cultura Mario Quintana promove evento de aniversário com a participação de Thiago Ribeiro & Amigos, a partir das 19h

Na terça-feira, 18 de julho, o Lola Bar CCMQ celebra 11 anos de operação com um evento especial, que contará com uma roda de samba, a partir das 19h, com a participação de Thiago Ribeiro & Amigos, banda que já é conhecida pelo público que frequenta a CCMQ, pois é o grupo residente do Samba do Quintana, evento mensal promovido pela Casa de Cultura. 

Da casa azul na rua Castro Alves até um dos mais belos cartões postais da cidade, 11 anos se passaram. O Lola surgiu em 2012 quando a chef de cozinha Mahara Soldan e a restaurantrice Bianca De Lazzari se uniram para abrir um bar de tapas. “A ideia dos tapas surgiu justamente porque o que a gente gosta é de receber, da hospitalidade, comida e bebida boa que acompanham encontros e assim pensamos que o formato mais boêmio e descontraído é ideal para esse tipo de experiência. Pensamos em tudo com muito carinho, desde o menu para compartilhar, opções de bebidas, espaço e atendimento leve e informal, talvez por isso o bar desde sempre teve um público muito cativo e predominantemente feminino”, revelam as sócias.

Além do bar no Rio Branco, trazendo um formato pouco usual no mercado da gastronomia local na época, a dupla também abriu uma operação no litoral gaúcho em uma temporada de verão e criou o Capone Drinkeria, um dos primeiros bares especializados em coquetelaria da cidade, além do Vaca Bar Campeiro, que oferecia um cardápio com uma pegada regional, além de outros projetos e eventos. Durante a pandemia, Mahara e Bianca decidiram que o Lola precisava de uma nova casa e, depois de 9 anos, mudaram o bar para o Centro Histórico. “Eu já tinha me mudado do Bom Fim para o Centro Histórico e por coincidência vi um anúncio de ponto comercial na Casa de Cultura Mario Quintana. Fomos olhar e foi um encantamento instantâneo. Pensamos que seria um movimento muito legal, sair do bairro em direção ao centro, e interessante também para uma marca que foi tão bem recebida pela cidade desde o início”, conta a chef.  

Com a mudança de local, em novembro de 2021, um reposicionamento também era necessário, visto que tudo seria muito diferente ao estar em um dos mais importantes pontos turísticos de Porto Alegre. Pensando nos diferentes públicos que se cruzariam, novos horários de funcionamento surgiram: a casa abre de terça a domingo do meio dia à meia noite, atendendo para o almoço, lanche, café, happy hour e jantar. O cardápio também mudou: “entendemos que era necessário que nos distanciássemos um pouco da Espanha para poder olhar para Porto Alegre e o Centro Histórico e as novas necessidades deste espaço”, conta. O menu hoje conta com sanduíches, pratos que são servidos no almoço e no jantar, como diferentes tipos de nhoque, além de diversas opções veganas. Porém, para quem amava o cardápio da Castro Alves, alguns clássicos seguiram na CCMQ, como as papas bravas, os churros, e claro, a sangria. A carta de vinhos foi pensada para apresentar o que de mais legal está sendo feito na vinicultura do estado, de lugares como Flores da Cunha, Pinto Bandeira, Campos de Cima da Serra, Campanha Gaúcha, e uvas menos disponíveis no mercado mais convencional, como sangiovese, riesling, viognier, além de vinhos naturais. 

Para celebrar o 11º aniversário, as proprietárias estão homenageando a história que viveram na Castro Alves, trazendo alguns dos clássicos do casarão azul, como montaditos de tomatinho assado, croquetas de jamón, sangria hermosa, entre outros, com valores entre R$31 a R$85. 

Comandando a roda de samba, estará o grupo Thiago Ribeiro & Amigos, grupo residente do Samba do Quintana, projeto promovido pela CCMQ todos os primeiros domingos do mês, na Travessa dos Cataventos. A banda é formada por Thiago Ribeiro (vocais e cavaquinho), Fernando Duarte (repique de mão, tamborim, bongô), Marcelo Rossi (violão), Paulo Wolff (pandeiro, carrilhão e chocalhos) e Rogério Menezes (tantan). Thiago Ribeiro começou na música aos 15 anos, quando ganhou seu primeiro cavaquinho, mas o samba vem de berço, começando com a influência de seu pai, o violonista e cantor Antonio Lima. Já na infância demonstrava amor ao estilo, batucando em todos os cantos e formando bandas com os amigos. Entre suas referências musicais estão nomes como Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, João Nogueira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Duda do Cavaco, Alemão Charles, grupo Flor de Ébano, entre outros artistas locais e nacionais. Há 19 anos Thiago se apresenta profissionalmente, em casas de shows em Porto Alegre, no litoral e no interior do estado. Já acompanhou Eliana de Lima por duas vezes em performances na cidade e abriu shows de Fundo de Quintal, Diogo Nogueira e Luiz Carlos da Vila. No momento está gravando seu primeiro single de seu álbum de estreia. 

A entrada para o evento é franca. Para mais informações, acesse  www.lolabar.com.br 

https://www.instagram.com/lolaccmq/

LOLA 11 ANOS

Terça-feira, 18 de julho, 19h

Rua dos Andradas, 736 – 7º andar

Roda de Samba com Thiago Ribeiro & Amigos – entrada franca 

Cardápio especial com clássicos do casarão azul, como montaditos de tomatinho assado, croquetas de jamón, sangria hermosa, entre outros, com valores entre R$31 a R$85.

Terra sem Mapa tem apresentações nos dias 14 e 15 de julho no teatro do CHC Santa Casa

Projeto que estreou com temporada lotada no Zona Cultural celebra 45 anos de teatro e amizade de Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

Quarenta e cinco anos de dedicação ao teatro e de amizade se celebram no palco, com duas apresentações nos dias 14 e 15 de julho: Mirna Spritzer e Sergio Lulkin comemoram mais de quatro décadas de trajetória profissional iniciada no mesmo espaço, o Teatro de Arena de Porto Alegre, com Terra sem Mapa, que após estreia no Zona Cultural com temporada lotada em todas as sessões, chega ao teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa. Nesta criação autoral, reúnem-se por suas semelhanças artísticas e seus diferentes caminhos de formação para dar corpo a uma dupla que há muito se desenha: Vrum e Luba.

Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória. “Esse universo de narrativas brota de fontes literárias sobre migrantes que aportam em novos mundos onde as pessoas buscam vida, alimento e futuro. Correm riscos, no limite da vida e da morte e desembocam na cena que é desenhada no espaço puro, denso de luz e sombra, e por textos diversos apropriados por dois tipos que habitam a memória familiar”, contam Mirna e Sérgio. O espetáculo apresenta imagens advindas da memória, das palavras e dos corpos em desenho no espaço. Profundamente apoiado no trabalho da atriz e do ator em relação com a luz, a sombra, o silêncio e a música. Humor e melancolia se mostram no movimento e na pausa. E no vazio imenso e intenso do palco aberto ao jogo e à contracenação. 

Após o primeiro encontro, há 45 anos, a dupla de artistas cruzou por muitas vezes, em diversos âmbitos profissionais, ambos com experiências em diferentes linguagens como o teatro, o rádio, cinema e televisão. Estudantes do Departamento de Arte Dramática e Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS, onde também realizaram seu Doutoramento na área da Educação. Em Terra sem Mapa, reúnem-se para a criação autoral após a experiência desses personagens com teatro online e vídeo, decidem ancorar seus desejos artísticos no Estúdio Stravaganza, onde trabalharam com práticas diversas, jogos, dramaturgias e ensaios. Assim, após trabalhos com diferentes direções e meios, iniciam aqui uma nova trajetória onde são criadores artísticos da cena em que habitam. 

Mirna e Sérgio estiveram juntos nos filmes O Mercado de Notícias, direção de Jorge Furtado, Antes que o mundo acabe, direção de Ana Luiza Azevedo e no telefilme Doce de Mãe, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo para TV Globo, todas produções da Casa de Cinema de Porto Alegre. No teatro contracenaram no icônico O casamento do pequeno burguês, de Brecht, com direção de Irene Brietzke, em 1978. Mirna integrou o Teatro Vivo, sob direção de Irene Brietzke, de 1979 a 2001, Sergio integrou o grupo TEAR sob direção de Maria Helena Lopes, de 1980 a 2002.

Terra sem Mapa conta com colaboração artística de Carlos Mödinger, figurinos de Rô Cortinhas, desenho de luz de Ricardo Vivian, música original de Gustavo Finkler, identidade visual de Leandro Selister e produção de Mirna, Lulkin e Renata Stein. O espetáculo estará em cartaz nos dias 14 e 15 de julho às 20h, com ingressos a partir de R$ 30,00 antecipados pelo Entreatos Divulga

Saiba Mais

Sinopse: Apaixonados por Teatro, Vrum e Luba resolvem fazer um espetáculo. Em cena, eles revivem lendas e casos e narram histórias de vida e de morte, de exílios e encontros, de casas deixadas para trás e de novos lares. Entre bênçãos e pragas, dançam as lembranças e miram as estrelas. Viajantes de um tempo imaginado perambulam pela terra sem mapa da Memória.

Dias: 14 e 15 de Julho

De quinta-feira a domingo, 20h

Teatro do CHC Santa Casa | Av. Independência, 75 – Centro Histórico

Ingressos: R$ 60,00 inteira e R$ 30,00 meia

Ingressos antecipados: https://www.entreatosdivulga.com.br/terrasemmapa 

Duração: 55 minutos

Classificação Livre

Ficha Técnica:

Criação e Atuação: Mirna Spritzer e Sergio Lulkin

Colaboração Artística: Carlos Mödinger

Figurino: Rô Cortinhas

Iluminação: Ricardo Vivian

Operação de luz: Ricardo Vivian e Fabi Santos

Trilha sonora original: Gustavo Finkler

Operação de som: Luiz Manoel e Fabi Santos

Identidade Visual: Leandro Selister

Fotografia: Adriana Marchiori

Assessoria de imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Produção: Mirna Spritzer, Renata Stein e Sergio Lulkin

Mirna Spritzer: Atriz, professora e radialista. Pesquisadora das vozes, escutas e paisagens sonoras nas Artes Cênicas e Radiofônicas. Bacharela em Interpretação, Mestre e Doutora em Educação pela UFRGS. Professora aposentada do DAD e PPGAC, UFRGS. Seus trabalhos mais recentes são, no cinema, Ana, Sem Título, com direção de Lúcia Murat, da Taiga Filmes. Aos olhos de Ernesto, com direção de Ana Luiza Azevedo, da Casa de Cinema de Porto Alegre, YONLU, com direção de Hique Montanari, da Container e Prana Filmes. No teatro, Expresso Paraíso, de Thomas Kock, direção de Maurício Casiraghi, pela ATO Cia Cênica e A Comédia dos Erros, de William Shakespeare, direção de Adriane Mottola, com a Cia Stravaganza. Cidade Proibida, Cena Urbana com direção de Patrícia Fagundes para Cia Rústica de Teatro. Língua Mãe. Mameloschn de Mariana Salzmann, direção de Mirah Laline, Troféu Braskem de Melhor Atriz, no 22º Festival Internacional Porto Alegre em Cena e Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo. Na televisão o, Doce de Mãe, realização da Rede Globo de Televisão e Casa de Cinema de Porto Alegre, direção de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo. E Fantasias de uma Dona de Casa, realização da RBS TV e Casa de Cinema de Porto Alegre, com direção de Ana Luiza Azevedo, série com duas temporadas. Participou com Sergio Lulkin do vídeo Lubi e Vrum no Clube de Esquina apresentado no show on-line SOS Ocidente, em 2021. Participou como atriz do Projeto Quartas Drama ticas, realização da Ato Cia Cênica, Cia Indeterminada e Cia Stravaganza, com a leitura de Lesões incompatíveis com a vida, de Angélica Lidell, direção de Paulo Roberto Farias, e Os Cegos de Michel de Ghelderode, onde foi também diretora, E ainda, Tudo nasce de uma ferida íntima, espetáculo multimídia dentro do Festival Kino Beat e Sarau Deslocamentos, espetáculo cênico – musical dentro do Projeto Unimúsica UFRGS, com direção de Miriam Amaral e Carla Joner, em ambos como atriz e roteirista. Foi criadora, apresentadora e produtora do Programa RADIOTEATRO na Rádio FM Cultura de Porto Alegre, 10 anos no ar. Premiada no Edital NOSSA ONDA do Minc e da Cinemateca Brasileira para peças radiofônicas, com a peça Radiofônica Guarda-Roupa. Participou como atriz do podcast O amor que horror, dentro do 28 Festival Internacional Porto Alegre Em Cena. E ainda, A história do Disco, de Bruna Paulin e Submersa, de Camila Proto, dentro do Festival Kino Beat 2019. Também do projeto acústico P.S. Palavras que entrego a ti, de Danuta Zaghetto. E o episódio Das peças radiofônicas, no podcast RESPIRA CULTURA da UFRGS. Produz o perfil Coisas pra dizer em voz alta, no Instagram. Fez a leitura vocalizada de A Caverna, com a presença de Jose Saramago, no lançamento da obra em Porto Alegre, em 2000. Duas vezes premiada com o Troféu Açorianos e uma com o Prêmio Quero Quero, todos de Melhor Atriz. Compo s com Irene Brietzke, Denize Barella e Antonio Carlos Brunet, o TEATRO VIVO, grupo que marcou a história do teatro no Rio Grande do Sul com espetáculos como Salão Grená, Mahagonny, No Natal a gente vem te buscar e Peer Gynt, o imperador de si mesmo, entre outros. Publicou os livros Bem Lembrado, memórias do radioteatro em Porto Alegre, com Raquel Grabauska pela Editora AGE e A formação do Ator, um diálogo de ações, pela Editora Mediação, em sétima edição. E ainda, capí tulos de livros e artigos publicados em va rios perio dicos em especial A poética da escuta, na Revista Voz e Cena, em https://periodicos.unb.br/index.php/vozecena/article/view/31599/2 6378

Sergio Lulkin: Ator, bacharel em Artes Cênicas pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1983). Mestre em Educação (2001) e Doutor em Educação (2007) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e professor aposentado pela mesma Universidade e mantém atividades de formação e criação nas áreas de Educação e Teatro. Atua desde 1977, tendo integrado o Grêmio Dramático Açores do Teatro de Arena e, posteriormente, atuou em O Casamento do Pequeno Burguês de Bertolt Brecht, primeira montagem, com direção de Irene Brietzke; atuou em outros espetáculos sob direção de Roberto Ruas, Suzana Saldanha e Luiz Arthur Nunes. Integrou o grupo TEAR de 1980 a 2002, sob a direção de Maria Helena Lopes, tendo participado de espetáculos com destaque como Quem Manda na Banda (Prêmio Tibicuera de Melhor Ator, 1981), Os Reis Vagabundos, Crônica da Cidade Pequena e O império da Cobiça. Em 2001, com o espetáculo Solos em Cena, com direção de Maria Helena Lopes, ganhou o prêmio Açorianos de Melhor Ator. Atuou em diversos filmes de curta e longa metragem, tendo participado de Saneamento Básico, com direção de Jorge Furtado, em 2007. Participou do longa-metragem Antes que o mundo acabe (2010), com direção de Ana Luiza Azevedo. De 2008 a 2010 atuou no espetáculo O bairro, dirigido por Marco Fronchetti. Em 2012 e 2013 participou do Telefilme e da série de TV Doce de Mãe, produção Casa de Cinema e TV Globo. Em 2013 integrou o elenco do filme O mercado de notícias, documentário rio longa metragem com direção de Jorge Furtado. De 2016 a 2019 apresentou o espetáculo El Juego de Antonia, em parceria com Luciana Paz e direção de Andre Carreira. Entre 2020 e 2022 seguiu diversos cursos de formação em Clown, Canto para o Teatro, Experimentos de Zoom para o Teatro, Experimentos em Audiovisual, ofertados em plataformas digitais. Nesse mesmo perí odo, com direção e roteiro de Marco Fronchetti, a partir da obra “O torcicologologista” de Gonçalo Tavares, participou de Excelências, Experimento Zoom I e II, apresentados pelo youtube e pela Fundarte de Montenegro, RS. Em 2021, atua com Mirna Spritzer em Lubi e Vrum no Clube de Esquina, vídeo apresentado no show on-line SOS Ocidente.

NOVAS DATAS: À Luz da Memória promove projeções mapeadas na fachada do Theatro Sete de Abril nos dias 09 e 10 de julho

Projeto inédito que resgata a história de Pelotas conta com patrocínio da CEEE Grupo Equatorial Energia, financiamento da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LIC-RS) e realização da Perene Patrimônio Cultural

O evento chega a Pelotas nos dias 09 e 10 de julho com intervenções que combinam tecnologia e memória na fachada do Theatro Sete de Abril, integrando a programação de comemoração do aniversário da cidade

Em decorrência da previsão de chuva para a região, as apresentações do projeto À Luz da Memória: Patrimônio em Evidência serão transferidas para os dias 09 e 10 de julho. O evento será uma oportunidade para a comunidade de Pelotas desvendar as histórias fascinantes relacionadas ao Theatro Sete de Abril e a cultura da cidade por meio de um projeto inovador que promove um mergulho em quatro municípios gaúchos com projeções que colocam o patrimônio em evidência. À Luz da Memória já passou por Porto Alegre, no Memorial do Rio Grande do Sul, e Rio Grande, no Prédio da Alfândega e, em julho, será a vez das intervenções acontecerem em Pelotas e Bagé. Com patrocínio da CEEE Grupo Equatorial Energia, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LIC-RS), a iniciativa tem como objetivo valorizar o patrimônio do estado, criando narrativas que se comuniquem de maneira lúdica e informativa com a herança cultural das quatro cidades.

Utilizando uma abordagem que combina tecnologia, linguagem audiovisual e envolvimento da comunidade, edifícios emblemáticos serão iluminados, por duas noites consecutivas, com projeções que retratam momentos e símbolos da memória local. As apresentações serão acompanhadas de intérpretes de LIBRAS e terão intervalos ao longo da noite. Cada projeção tem a duração de 10 minutos, sendo especialmente criada para aquela cidade, contando com a assinatura da Imersiva. 

As projeções, gratuitas, começarão sempre ao entardecer. 

Em Pelotas, o público poderá conferir a ativação na fachada do Theatro Sete de Abril, nos dias 09 e 10 de julho, a partir das 18h, integrando a programação das comemorações do aniversário da cidade. Ainda em julho, À Luz da Memória passará pela Antiga Estação Férrea de Bagé, nos dias 15 e 16. Os prédios escolhidos para o projeto são tombados em nível estadual ou federal e facilmente acessíveis à população, permitindo que a atividade receba um grande público.

Cada cidade e seu respectivo prédio trazem uma temática – comunicação, trabalho, cultura e transporte – e conta com um roteiro original produzido com base em pesquisas desenvolvidas pelos historiadores Darlan Marchi e Olívia Nery. “Acreditamos que essa união entre tecnologia e o patrimônio por meio da experiência virtual contribui à fruição da obra concreta, atraindo públicos que de outra forma não se interessariam pelo tema preservação. A intervenção efêmera instiga a percepção do bem de forma diferente, transmitindo informações de maneira poética e lúdica a um público diverso”, afirma Simone Neutzling, proponente e uma das produtoras executivas do projeto.

“O Grupo Equatorial Energia tem, em seu DNA, a conexão com a cultura local de suas áreas de concessão através da proximidade e do fomento econômico, com foco no desenvolvimento social. Com o patrocínio, a CEEE Grupo Equatorial valoriza a importância da conservação do patrimônio histórico e cultural das cidades que atendemos, colaborando, assim, para o fortalecimento de nossa memória e cultura”, resume Fabrizio Bopp Panichi, executivo de Comunicação Externa, Marketing e Sustentabilidade da CEEE Grupo Equatoria Energial.

O icônico Theatro Sete de Abril, o mais antigo do estado, transportará o público através dos séculos para conhecer o patrimônio cultural da cidade. As projeções mapeadas apresentam uma viagem na história local, desde os tempos em que indígenas habitavam essas terras alagadiças, até a chegada dos europeus e o desenvolvimento da indústria do charque no século XIX. A área no entorno da praça Coronel Pedro Osório tem sua história contada a partir da segunda fase de desenvolvimento urbano, período onde o teatro foi construído. O roteiro também revela aos espectadores a dura realidade da escravidão e o florescimento da expressão artística que floresceu na cidade, assim como os famosos doces, reconhecidos como patrimônio cultural imaterial brasileiro em 2018.  

À Luz da Memória” nos convida a refletir sobre a pluralidade das expressões culturais de Pelotas e a importância de compreender a construção de sua história. Uma oportunidade única de testemunhar a complexidade e a riqueza das identidades, valorizando as heranças e contribuições das gerações passadas. É um convite para nos conectarmos com elementos dos diferentes tempos e culturas que seguem reafirmando, reivindicando e constituindo as memórias compartilhadas da cidade na atualidade”, revela Darlan Marchi, historiador responsável pela pesquisa na cidade.

Ações de educação patrimonial em Pelotas ocorreram com crianças e pré-adolescentes do Instituto Hélio D’Angola

Além da pesquisa histórica, ações de Educação Patrimonial são desenvolvidas nos municípios, como a realização de oficinas nos prédios relacionados ao projeto, murais colaborativos e exposições.  Em cada uma das quatro cidades contempladas pelas projeções são desenvolvidas atividades com a comunidade local. O objetivo principal é incentivar a apropriação cultural e cidadã, a partir da reflexão sobre a importância do patrimônio histórico e cultural no passado, presente e futuro das cidades integrantes.

Em Pelotas as atividades ocorreram no sábado, 17 de junho, com crianças e pré-adolescentes do Instituto Hélio D´Angola, com uma visita guiada ao Museu do Doce (Casarão 8). Os visitantes  conferiram a exposição que conta a história do Doce de Pelotas, patrimônio imaterial brasileiro, assim como a trajetória da sede e arquitetura do prédio. Em seguida, os alunos integraram uma oficina ministrada pela Museóloga Jossana Peil Coelho e pela historiadora Rita Juliana S. Poloni, com uma proposta mais lúdica, utilizando desenhos e pinturas na criação de mapas afetivos em relação ao entorno da Praça Coronel Pedro Osório, localizada no centro histórico da cidade. Encerrando as atividades, o grupo participou de visita guiada pelo Theatro Sete de Abril. 

Os produtos gerados pelas atividades de educação patrimonial – mapas afetivos, legendas e ingressos – serão analisados e selecionados pela equipe responsável pela área e servirão como material para a exposição “devolutiva” que ocorrerá em cartaz (lambe lambe) fixado no tapume em frente ao Theatro Sete de Abril durante os dias de projeções. 

Além das projeções, a programação conta com Feira do Artesanato e apresentações artísticas (confira o serviço completo abaixo. Para mais informações, acesse: https://www.instagram.com/aluzdamemoria/ 

À LUZ DA MEMÓRIA: PATRIMÔNIO EM EVIDÊNCIA

PELOTAS – 09 e 10 de julho

Theatro Sete de Abril – Pr. Cel. Pedro Osório, 152 – Centro

09 de julho

Local: Alameda da Praça Coronel Pedro Osório – 10h às 18h Feira do Artesanato na Rua

Local: Theatro Sete de Abril – 17h – Clube do Choro 

17h45 – Abertura oficial do projeto À Luz da Memória na cidade de Pelotas.

18h – Início das projeções do projeto À Luz da Memória, na fachada do Theatro Sete de Abril – em frente à Praça Coronel Pedro Osório.

10 de julho

18h – Início das projeções do projeto À Luz da Memória, na fachada do Theatro Sete de Abril – em frente à Praça Coronel Pedro Osório.

Ficha Técnica

Produção executiva: Simone Neutzling e Roberta Manaa

Videomapping: Imersiva

Produção local: Renata Pinhatti e Luísa Maciel

Pesquisa histórica: Darlan Marchi e Olívia Nery

Coordenação Educativo: Rita Juliana Poloni

Educativo local: Bruno Salvaterra (Porto Alegre), Eliza Antochevis (Rio Grande), Adriana Barbosa (Bagé) e Jossana Peil (Pelotas)

Coordenação de Comunicação e Marketing: Bianca Maraninchi Ricci

Identidade visual: Nathália Fenner

Assessoria Imprensa: Bruna Paulin

Mídias sociais: Thaís Lettnin

Redação e revisão: Joana Maciel

Sobre a Perene 

A Perene Patrimônio Cultural é uma empresa especializada na gestão e conservação do patrimônio histórico, artístico e cultural do Rio Grande do Sul. Reconhecida pelo trabalho de excelência, é responsável pela realização de projetos e obras de restauração, consultorias e elaboração de inventários urbanos do patrimônio edificado.

Com mais de 40 projetos em prédios representantes do patrimônio cultural, a Perene já realizou iniciativas em renomadas edificações do patrimônio histórico gaúcho. Com uma abordagem holística, são elaboradas ações de preservação em imóveis públicos, privados e institucionais, buscando sempre potencializar as características arquitetônicas, históricas e culturais de cada proposta.

Os prédios históricos que fazem parte da trajetória da Perene estão espalhados por diferentes cidades do estado. Em Pelotas, destacam-se a Catedral Metropolitana de São Francisco de Paula, a Casa 08 e a Charqueada São João. Em Jaguarão, a Antiga Sede do Clube Jaguarense, a Igreja Matriz do Divino Espírito Santo e a Igreja Imaculada Conceição. Já em Rio Grande, destacam-se a Antiga Estação Villa Siqueira e a Antiga Fábrica Rheingantz. E em Porto Alegre, temos o Museu de Arte do Rio Grande do Sul – Ado Malagoli. 

À frente da Perene está a experiente arquiteta Simone Neutzling, que soma mais de 20 anos de atuação em projetos e obras de restauração. É doutoranda em Memória Social e Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Pelotas, onde também concluiu o mestrado em 2018.

Sobre a CEEE Grupo Equatorial Energia

A distribuidora gaúcha, adquirida pelo Grupo Equatorial em 2021 e originada do Grupo CEEE, atende 72 municípios do Rio Grande do Sul, distribuindo energia e serviços para mais de 1,8 milhão de clientes nas regiões Metropolitana de Porto Alegre, Litoral Norte, Centro Sul, Sul, Litoral Sul e Campanha. A Equatorial Energia é o 3º maior grupo de distribuição do país em número de clientes e está presente em 31% do território nacional, atendendo 15% do total de consumidores brasileiros e respondendo por 13% do mercado de distribuição de energia elétrica do país. O Grupo Equatorial também atua nos setores de Transmissão, Serviços, Telecom, Comercialização, Geração Distribuída, Saneamento e Renováveis, sendo um player de atuação integrada no segmento de energia. Tudo isso respeitando o seu compromisso primordial com o crescimento sustentável.

Especial Canção Francesa com Luana Pacheco Trio ocorre na quinta, 13 de julho, no Sgt Peppers

Cantora e compositora apresenta clássicos da canção francesa e diversos sucesso da música francófona, além de canções autorais

Celebrando a Festa Nacional Francesa, que ocorre no dia 14 de julho, Luana Pacheco Trio apresenta na quinta-feira, 13 de julho, o Especial Canção Francesa no Sgt Peppers, a partir das 21h.  A cantora e compositora apresenta, ao lado de Luciano Leães no piano e Miriã Farias no violino, um passeio pelos clássicos da canção francesa e também pelo melhor da música contemporânea francófona, sem deixar de lado suas composições autorais em francês: “Gris”, “Parapluie”e “Maladroite”.

Arrume sua mala, pois para ouvir (e ver ao vivo) a música de Luana, é preciso estar impregnado pelo espírito Wanderlust (do alemão wandern: “caminhar”, “vagar” + Lust : “desejo”; em português, desejo de viajar), termo que descreve um forte apetite de descobrir novos lugares, de explorar o mundo, de nos levar ao desconhecido, a algo novo. Não há dúvidas de que ao embarcarmos nessa trip sonora iremos conhecer (e reconhecer) ambiências diversas. 

E assim, como suas inspirações alicerçadas em grandes nomes femininos da música norte-americana, francesa e brasileira, o conjunto de canções que compõem seu trabalho de estreia, revelam um trânsito de Luana pelos três idiomas que a auxiliaram a construir sua persona artística – com influências principalmente de Jazz, Blues e Música Francesa. 

Intérprete e compositora, Luana fez seu debute autoral em 2018, em CD homônimo. Em 2022 lançou a faixa chamada Peixe, que abre uma nova fase, com composições em português. A música, gravada no Estúdio do Arco, tem produção de Luciano Leães, que também toca baixo, guitarra, teclados e faz as percussões (e demais arranjos). 

Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam R$ 30,00 – primeiro lote, mais taxas. No dia do evento os ingressos custam R$ 70,00. O Sgt Pepper’s fica na Quintino Bocaiúva, 256.

Sobre Luana Pacheco

As origens da palavra jazz remetem aos dialetos falados nos estados do sul dos EUA em meados de 1800 e já tiveram sinônimos como energia e entusiasmo; já foi um vocábulo usado para indicar uma mulher particularmente apaixonada; já significou valor, força, talento e virilidade. Tudo isso é Luana Pacheco. Dona de uma voz que é ao mesmo tempo doce e poderosa, seu talento reside no cruzamento entre o jazz, a chanson e o blues.  Iniciou a vida na música cedo, assim como algumas das divas que mais admira: Ella Fitzgerald, Edith Piaf, Etta James, Dinah Washington e  Elza Soares.

Luana Pacheco é daqueles talentos que nascem para viver de música. Venceu um festival de canto em São Paulo ainda criança e – após rodar o estado durante a adolescência com diversos grupos – a cantora ganhou o III Festival da Canção Francesa da Aliança Francesa de Porto Alegre, aos 21 anos, em 2010. Desde então, ela tem sido uma das principais referências da cultura francesa no sul do país. Prova disso, é que, em março de 2017, Luana Pacheco foi convidada para abrir o show da cantora francesa ZAZ em Porto Alegre. A apresentação aconteceu no Auditório Araújo Vianna.

Em 2012 Luana Pacheco graduou-se em Música com ênfase em Canto pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Entre dezembro de 2010 e abril de 2011 participou do quadro Jovens Talentos do Programa Raul Gil, em rede nacional, onde chegou até a semifinal, defendendo um repertório recheado de clássicos do jazz, da chanson e do blues. 

Em novembro de 2017 Luana Pacheco lançou uma campanha de financiamento coletivo, para a gravação do seu primeiro álbum, pela plataforma do site catarse. O projeto atingiu 103% da meta em junho de 2018. O trabalho autoral conta com canções em francês, em português e em inglês. O lançamento aconteceu em dezembro de 2018 no Centro Histórico – Cultural Santa Casa em Porto Alegre. Em fevereiro de 2020, Luana teve a oportunidade de se apresentar pela primeira vez em Paris, na França, no mítico Café des Deux Moulins, cenário do filme: “Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain”, que marcou a vida de gerações.

Atualmente, Luana se apresenta em formato trio, acompanhada de Luciano Leães no piano e Miriã Farias no violino. 

@luanapacheco.cantora  www.youtube.com/luanapachecomusic  www.luanapacheco.com

Luana Pacheco Trio Especial Canção Francesa

Quinta-Feira, 13 de julho, às 21h

Sgt Pepper’s fica na Quintino Bocaiúva, 256.

INGRESSOS:

* O VALOR DO INGRESSO INTEIRO NA HORA DO EVENTO É DE R$ 70,00 (MEIA-ENTRADA: R$ 35,00 * Mediante  comprovação). ABAIXO OS VALORES DOS INGRESSOS PROMOCIONAIS ANTECIPADOS: 

INGRESSO INDIVIDUAL – 1° LOTE PROMOCIONAL – R$30,00 + taxa sympla 10%

INGRESSO INDIVIDUAL – 2° LOTE PROMOCIONAL  – R$40,00 + taxa sympla 10%

INGRESSO INDIVIDUAL – 3° LOTE PROMOCIONAL – R$50,00 + taxa sympla 10%

MESAS com INGRESSO INCLUÍDO:

MESA 2 Lugares – R$150,00 + taxa sympla 10%

MESA 4 Lugares – R$280,00 + taxa sympla 10%

MESA 8 Lugares – R$480,00 + taxa sympla 10%

Projeto inédito resgata a história de Bagé por meio de projeções mapeadas na fachada da Antiga Estação Férrea

“À Luz da Memória: Patrimônio em Evidência” conta com patrocínio da CEEE Grupo Equatorial, financiamento da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LIC-RS) e realização da Perene Patrimônio Cultural

O evento chega a Bagé nos dias 15 e 16 de julho com intervenções que combinam tecnologia e memória na fachada da Antiga Estação Férrea

A comunidade de Bagé terá a oportunidade de desvendar as histórias fascinantes relacionadas à Antiga Estação Férrea e à região por meio de um projeto inovador que promove um mergulho em quatro municípios gaúchos com projeções que colocam o patrimônio em evidência. “À Luz da Memória: Patrimônio em Evidência” já passou por Porto Alegre, no Memorial do Rio Grande do Sul, e Rio Grande, no Prédio da Alfândega, e em julho será a vez das intervenções acontecerem em Pelotas e Bagé. Com patrocínio da CEEE Grupo Equatorial Energia, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LIC-RS), a iniciativa tem como objetivo valorizar o patrimônio do estado, criando narrativas que se comuniquem de maneira lúdica e informativa com a herança cultural das quatro cidades.

Utilizando uma abordagem que combina tecnologia e linguagem audiovisual, edifícios emblemáticos são iluminados por duas noites consecutivas com projeções que retratam momentos e símbolos da memória local. As apresentações serão acompanhadas de intérpretes de LIBRAS e terão intervalos ao longo da noite. Cada projeção tem a duração de 10 minutos, sendo especialmente criada para aquela cidade, contando com a assinatura da Imersiva. As projeções, gratuitas, começarão sempre ao entardecer. Os prédios escolhidos para o projeto são tombados em nível estadual ou federal e facilmente acessíveis à população, permitindo que a atividade receba um grande público. Em Bagé, o público poderá conferir a ativação na fachada da Antiga Estação Férrea, nos dias 15 e 16 de julhoa partir das 18h

Cada cidade e seu respectivo prédio trazem uma temática – comunicação, trabalho, cultura e transporte – e conta com um roteiro original produzido com base em pesquisas desenvolvidas pelos historiadores Darlan Marchi e Olívia Nery. “Acreditamos que essa união entre tecnologia e o patrimônio por meio da experiência virtual contribui à fruição da obra concreta, atraindo públicos que de outra forma não se interessariam pelo tema preservação. A intervenção efêmera instiga a percepção do bem de forma diferente, transmitindo informações de maneira poética e lúdica a um público diverso”, afirma Simone Neutzling, proponente e uma das produtoras executivas do projeto.

“O Grupo Equatorial Energia tem, em seu DNA, a conexão com a cultura local de suas áreas de concessão através da proximidade e do fomento econômico, com foco no desenvolvimento social. Com o patrocínio, a CEEE Grupo Equatorial valoriza a importância da conservação do patrimônio histórico e cultural das cidades que atendemos, colaborando, assim, para o fortalecimento de nossa memória e cultura”, resume Fabrizio Bopp Panichi, executivo de Comunicação Externa, Marketing e Sustentabilidade da CEEE Grupo Equatorial.

As projeções conduzirão o público a uma viagem aos trilhos do passado, resgatando a história da linha férrea que conectava Bagé a Rio Grande, uma das principais impulsionadoras para o desenvolvimento da região sul e da campanha na segunda metade do século XIX. Desde os primeiros habitantes indígenas até os conflitos coloniais, dos quilombos que ofereceram abrigo aos escravos fugitivos às revoluções e guerras que moldaram a região, cada parada revelará uma parte da história de Bagé e da natureza protetora da Rainha da Fronteira. A chegada da linha férrea, com cerca de 280 km de extensão e 15 estações ao longo do percurso, transformou profundamente a comunidade local.

“Em Bagé, À Luz da Memória fará uma viagem no tempo através dos trilhos do trem. Embarcaremos na antiga Estação Ferroviária, atual centro administrativo, para refletir sobre a história do município, suas memórias e identidades. O trem, símbolo de progresso e modernidade no final do século XIX, é um dos elementos centrais para refletirmos sobre as transformações experienciadas na região e como ele contribuiu para a construção da cidade que conhecemos hoje. Uma Bagé com múltiplas culturas, histórias e vozes que são conectadas pela paisagem do pampa”, afirma Olívia Nery, historiadora responsável pela pesquisa na cidade. 

Ações de educação patrimonial em Bagé envolveram jovens e adultos das escolas Dr. Antenor Gonçalves Pereira – Geteco Técnico e Escola Cívico Militar São Pedro

Além da pesquisa histórica, ações de Educação Patrimonial são desenvolvidas nos municípios, como a realização de oficinas nos prédios relacionados ao projeto, com a produção de murais colaborativos e exposições. Em cada uma das quatro cidades contempladas pelas projeções são desenvolvidas atividades com a comunidade local. O objetivo principal é incentivar a apropriação cultural e cidadã, a partir da reflexão sobre a importância do patrimônio histórico e cultural no passado, presente e futuro das cidades integrantes.

Em Bagé as atividades ocorrem nos dias 26 e 28 de junho e em 13 de julho, com jovens e adultos das escolas Dr. Antenor Gonçalves Pereira – Geteco Técnico e Escola Cívico Militar São Pedro. Essa programação inclui oficinas que trabalham o conceito de patrimônio vivido, a importância social e cultural para o presente e para o futuro da cidade e promovem discussões relacionadas à história de vida de cada um dos membros do grupo e das suas relações com a memória da cidade. Já no dia 13, a partir das 19h, a historiadora Olivia Nery ministra palestra buscando sensibilizar o olhar para o patrimônio.

Os produtos gerados pelas atividades de educação patrimonial serão analisados e selecionados pela equipe responsável pela área e servirão como material para a exposição “devolutiva” que ocorrerá no Prédio da Estação Férrea durante os dias de projeções. 

Em caso de chuva, o evento será transferido. Para mais informações, acesse: https://www.instagram.com/aluzdamemoria/ 

À LUZ DA MEMÓRIA: PATRIMÔNIO EM EVIDÊNCIA

BAGÉ – 15 e 16 de julho

Antiga Estação Férrea – R. Caetano Gonçalves – Centro

Ficha Técnica

Produção executiva: Simone Neutzling e Roberta Manaa

Videomapping: Imersiva

Produção local: Renata Pinhatti e Luísa Maciel

Pesquisa histórica: Darlan Marchi e Olívia Nery

Coordenação Educativo: Rita Juliana Poloni

Educativo local: Bruno Salvaterra (Porto Alegre), Eliza Antochevis (Rio Grande), Adriana Barbosa (Bagé) e Jossana Peil (Pelotas)

Coordenação de Comunicação e Marketing: Bianca Maraninchi Ricci

Identidade visual: Nathália Fenner

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin

Mídias sociais: Thaís Lettnin

Redação e revisão: Joana Maciel

Sobre a Perene 

A Perene Patrimônio Cultural é uma empresa especializada na gestão e conservação do patrimônio histórico, artístico e cultural do Rio Grande do Sul. Reconhecida pelo trabalho de excelência, é responsável pela realização de projetos e obras de restauração, consultorias e elaboração de inventários urbanos do patrimônio edificado.

Com mais de 40 projetos em prédios representantes do patrimônio cultural, a Perene já realizou iniciativas em renomadas edificações do patrimônio histórico gaúcho. Com uma abordagem holística, são elaboradas ações de preservação em imóveis públicos, privados e institucionais, buscando sempre potencializar as características arquitetônicas, históricas e culturais de cada proposta.

Os prédios históricos que fazem parte da trajetória da Perene estão espalhados por diferentes cidades do estado. Em Pelotas, destacam-se a Catedral Metropolitana de São Francisco de Paula, a Casa 08 e a Charqueada São João. Em Jaguarão, a Antiga Sede do Clube Jaguarense, a Igreja Matriz do Divino Espírito Santo e a Igreja Imaculada Conceição. Já em Rio Grande, destacam-se a Antiga Estação Villa Siqueira e a Antiga Fábrica Rheingantz. E em Porto Alegre, temos o Museu de Arte do Rio Grande do Sul – Ado Malagoli. 

À frente da Perene está a experiente arquiteta Simone Neutzling, que soma mais de 20 anos de atuação em projetos e obras de restauração. É doutoranda em Memória Social e Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Pelotas, onde também concluiu o mestrado em 2018.

Sobre a CEEE Grupo Equatorial Energia

A distribuidora gaúcha, adquirida pelo Grupo Equatorial em 2021 e originada do Grupo CEEE, atende 72 municípios do Rio Grande do Sul, distribuindo energia e serviços para mais de 1,8 milhão de clientes nas regiões Metropolitana de Porto Alegre, Litoral Norte, Centro Sul, Sul, Litoral Sul e Campanha. A Equatorial Energia é o 3º maior grupo de distribuição do país em número de clientes e está presente em 31% do território nacional, atendendo 15% do total de consumidores brasileiros e respondendo por 13% do mercado de distribuição de energia elétrica do país. O Grupo Equatorial também atua nos setores de Transmissão, Serviços, Telecom, Comercialização, Geração Distribuída, Saneamento e Renováveis, sendo um player de atuação integrada no segmento de energia. Tudo isso respeitando o seu compromisso primordial com o crescimento sustentável.

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