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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

novembro 2018

Gustavo Telles & Os Escolhidos divulga novo clipe

 

 “Não, não sei, enfim”, dirigido por Boca Migotto está no ar nos canais da banda

 

 

A banda Gustavo Telles & Os Escolhidos disponibiliza no seu canal no YouTube o videoclipe de Não, não sei, enfim, dirigido por Boca Migotto.

Segundo o jornalista Márcio Grings, responsável pelo release do álbum Gustavo Telles & Os Escolhidos, “Não, não sei, enfim é uma canção de amor que poderia ser regravada por Odair José. O embalo romântico de fim de festa, ora nos joga de volta pros anos 1950/60, outras vezes flerta com o clima de uma banda de rock enfurnada num boteco apertado; trilha sonora adequada para uma garçonete recolher os copos sujos do balcão enquanto um segurança se ocupa em expulsar o último bêbado desse inferninho”.

O clipe foi gravado dia 10 de junho de 2018 em Porto Alegre e traz os atores Bruno Krieger e Carina Dias como os protagonistas, além de participações de Telles, Migotto, Carol Scortegagna e Luciana Pasqual. O roteiro, assinado pelo diretor, retrata o término de um relacionamento. A produção executiva é de Jaqueline Beltrame. Bruno Polidoro e Pedro Clezar assinam a direção de fotografia. Direção de arte e figurino por João e Maria. A maquiagem é de Carol Eléguida.  Juan Quintáns é o responsável pela montagem e a finalização é de Daniel Dode.

Uma versão em vinil do álbum, lançado em CD no  primeiro semestre  de 2018, será lançada ainda este ano, pelo 180 Selo Fonográfico. Mais informações facebook.com/gustavo.telles.10 e http://www.gustavotelles.com.br

Ficha técnica do clipe “Não, não sei, enfim”

Atores Convidados: Bruno Krieger e Carina Dias

Participação: Boca Migotto, Carol Scortegagna, Gustavo Telles, Luciana Pasqual

Direção e Roteiro: Boca Migotto

Produção Executiva: Jaqueline Beltrame

Direção de fotografia: Bruno Polidoro e Pedro Clezar

Câmeras: Juan Quintáns, Bruno Polidoro e Pedro Clezar

Eletricista:  Guilherme Kroeff

Direção de Arte e Figurino: João e Maria

Contra-regras: Dani Magalhães

Maquiagem: Carol Eléguida

Montagem: Juan Quintáns

Finalização: Daniel Dode

Consultoria Jurídica: Patricia Goulart

 

Apoio: 

Locall

Teimoso Filmes e Artes

Post Frontier

Convulsion Epics

Propasta

 

Uma realização:

Teimoso Filmes e Artes
“A realização deste clipe só foi possível graças ao empenho, entrega e dedicação de toda a equipe e apoiadores. Muitíssimo obrigado a todos!” Gustavo Telles

 

Gustavo Telles & Os Escolhidos

Compositor, cantor, multi-instrumentista e produtor, Gustavo Telles  iniciou seu projeto solo em 2009, chamado  Gustavo Telles & Os Escolhidos, e possui quatro álbuns lançados: “Do seu amor, primeiro é você quem precisa” (2010), “Eu perdi o medo de errar” (2013), “Ao Vivo no Theatro São Pedro (2017) e “Gustavo Telles & Os Escolhidos” (2017).

Lançado primeiramente nas plataformas digitais no fim do ano passado, o álbum “Gustavo Telles & Os Escolhidos” ganhou versão em CD em julho de 2018. O vinil será lançado até o final do ano. Ao vivo, Telles canta e toca bateria, acompanhado de Murilo Moura nos teclados e vocal, Edu Meirelles no baixo e Daniel Mossmann (Pata de Elefante) na guitarra e vocal.

Gustavo Telles é fundador e ex-integrante da banda de rock instrumental Pata de Elefante. Formado em 2002, o grupo lançou quatro álbuns, ganhou prêmios como o VMB 2009 (MTV) e Açorianos de Música de Porto Alegre – Revelação em 2005 e Melhor Disco Instrumental em 2011-, circulou por diversos estados do país, teve músicas incluídas em trilhas sonoras de filmes e tornou-se um dos principais nomes da nova música instrumental brasileira. A banda parou com suas atividades em março de 2013 e retornou em outubro de 2016. Em outubro de 2017, Gustavo Telles sai da Pata de Elefante para dedicar-se ao seu trabalho solo.

 

SOBRE O ÁLBUM “GUSTAVO TELLES & OS ESCOLHIDOS” (2017)

Ex-integrante do trio de rock instrumental Pata de Elefante, Gustavo Telles prossegue firme em sua hiperatividade artística. Depois de elogiada estreia solo em “Do seu amor, primeiro é você quem precisa” (2010), da boa sequência em “Eu perdi o medo de errar” (2013), Telles solidificou sua incursão pelo folk/country/rock/blues. Um retrospecto dessa linhagem está em “Gustavo Telles & Os Escolhidos Ao Vivo no Theatro São Pedro” (2017), testemunho desse caminho construído por um repertório coerente e original. Porém, se no segundo disco o tempero soul foi uma surpresa, já no álbum homônimo “Gustavo Telles & Os Escolhidos” (2017), com lançamento programado para outubro, via 180 Selo Fonográfico, apenas para plataformas digitais, entre elas o Spotify,  iTunes, Google Play e ONErpm, o espírito soul parece ter vingado forte em suas músicas.

Aproximando a lupa um pouco mais, na verdade visualizamos um gene rock ‘n’ soul como palheta de cor predominante nas 11 novas canções inéditas, assim como reluz frente aos nossos olhos a bonita imagem da capa captada pelo fotógrafo Rodrigo Marroni, com arte de Leo Lage. E para executar o novo trabalho, ao contrário de uma legião de músicos e convidados (algo que teve seu ponto alto no show ao vivo no Theatro São Pedro), dessa vez os Escolhidos são poucos: “Antes, a formação era flutuante e eu contava com diversos músicos colaboradores. Agora, pela primeira vez, consegui manter uma formação fixa. Isso implica em uma nova sonoridade”, relata Telles. A produção musical é de Daniel Mossmann (Pata de Elefante), velho parceiro do músico e que também é o guitarrista do álbum. E Gustavo Telles e Murilo Moura assinam a coprodução. Murilo Moura está nos teclados e vocal, Felipe Kautz (Dingo Bells) no baixo e o próprio Telles mais Alexandre “Papel” Loureiro dividem a bateria. Por último, Paulo Arcari, responsável pela gravação, mixagem e masterização no Studio Rock, participa também como percussionista em várias passagens do disco. E essa escolha pode ser um dos fatores que contribuem para o sentimento de conexão e coesão desse conjunto de músicas.

De início, ao desembrulhar o pacote, topamos de cara com “Vem comigo”, um tema que coloca o pé na porta e deixa claro que estamos ouvindo um disco de rock ‘n’ roll cantado em português. “É um som pegado com alma soul”, afirma o compositor. Sotaque stoneano com identidade do rock daqui. “A coragem vem do medo”, diz a letra, ritmada como se estivéssemos emaranhados no trânsito caótico de um fim de tarde em qualquer metrópole do mundo.

“Temporal” relembra um dos temporais mais devastadores que passaram pela Capital gaúcha nos últimos anos. Telles faz o serviço completo: “Em Porto Alegre, 29 de janeiro de 2016”; canta em um dos trechos da música. E um cíclico riff de guitarra empurra o tema ladeira acima. Participação da cantora gaúcha Marina Garcia e do trio Dingo Bells nas vozes de apoio.

“Não, não sei, enfim” é uma canção de amor que poderia ser regravada por Odair José. O embalo romântico de fim de festa, ora nos joga de volta pros anos 1950/60, outras vezes flerta com o clima de uma banda de rock enfurnada num boteco apertado; trilha sonora adequada para uma garçonete recolher os copos sujos do balcão enquanto um segurança se ocupa em expulsar o último bêbado desse inferninho. “Deixe-me ir” nos empresta aquela sensação de movimento, um sentimento de que a vida não pode parar. Parida em linhagem soul, com direito a corinhos de “uhh-uhh” e arejada pelo clima de improviso, o tema ainda conta com participação especial de Vicente Guedes nas percussões. “Sempre mais” nos convida a sacolejar ao balanço de uma guitarra limpa que caminha lado a lado com um teclado Hammond. Perceptível a evolução do protagonista como cantor.

“E de tudo que já vivi” é um blues repleto de espaços vazios, onde nos emaranhamos às nuanças de cada instrumentista. Dá pra imaginar o ar circulando entre os músicos. Apesar do recado otimista “Ser feliz, por que não / E assim, ele resolveu ir fundo”, somos aos poucos tomados por um sentimento de estafa a contaminar letra e sonoridade – abatidos pela experiência de um sofrimento vivido, como todo o bom blues deve estar impregnado.

“Outra vez” é a piano song do álbum, gravada ao vivo no velho modo ‘menos é mais’. Essa economia mostra a força das composições de Telles, fácil também de imaginá-las em outras vozes. A instrumental “Dormindo no sofá” é um resquício do espólio da Pata de Elefante, música composta para um projeto abandonado que reencarna como único libelo country do novo disco, e elo a nos conectar com a lembrança do country-rock de “Do seu amor primeiro é você que precisa”.

“A Vida é Breve” é outro ponto alto do álbum, com destaque para o iluminado solo de guitarra de Mossmann. A meu ver uma perfeita alusão ao som do supergrupo inglês Blind Faith, formação que conseguiu reunir Eric Clapton e Steve Winwood. “Muitos dizem que têm razão” nos revela o viés político de Telles. “Eu escrevi essa música quando o pedido de impechament de Dilma estava sendo julgado”. Sim, o verdadeiro artista precisa saber separar o joio do trigo e deve assumir seu posicionamento frente à dura realidade que todos nós vivemos.

E finalizando os trabalhos, “Que seja pra valer”, espécie de música emblema daquilo que Gustavo Telles & Os Escolhidos nos propõem com suas canções. Apesar de aparentemente percorrer trilhas perseguidas por muitos músicos que se inspiram no rock difundido por bandas/artistas atuantes na segunda metade dos anos 1960 e primeira metade dos anos 1970, Telles não sofre de um mal comum em muitos coirmãos de hoje: não vejo a obsessão pelo ‘retrô’ ou uma busca obsessiva pelo vintage. Pelo contrário, o espirito dessas canções também está ligado com o bom rock dos dias de hoje. E por mais que o Santo Graal de boa parte dos ídolos do compositor esteja cimentado na música de um tempo passado, só os tolos (ou surdos) não irão perceber que claramente estamos a ouvir um trabalho que tem uma marca de talento do nosso tempo.

*Por Márcio Grings

Terceira edição do projeto Arte para Todos Delphus recebe Ale Zanonato

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 Artista fará duas live paintings abertas ao público nos dias 10 de novembro e 01 de dezembro

 

Porto Alegre, 06 de novembro de 2018 – A Delphus Galeria promove a última edição de 2018 do projeto Arte para Todos Delphus com obras de Ale Zanonato. O artista é o terceiro a ter mostra individual e promover live paintings no local, com entrada franca. A iniciativa pretende aproximar o público do ambiente da galeria e dos artistas.

“Esta é uma oportunidade para todos os interessados em acompanhar o processo de criação do artista”, afirma a diretora da galeria, Salete Salvador. “Entender como funciona o trabalho artístico, poder assistir o preparo de uma tela, é uma oportunidade que poucas pessoas têm e é uma maneira de entender mais sobre arte”, conta.

Além disso, todas as peças de Zanonato disponíveis na galeria estarão com valores e condições especiais: “acreditamos que facilitando as condições de compra também estamos construindo uma ponte de acessibilidade à arte”, declara Salete. Para as compras à vista, as obras estarão com 10% de desconto e também poderão ser parceladas em até 10 vezes sem juros.

Natural de Sarandi, RS, Zanonato cursou bacharelado em desenho e plástica na UPF – Universidade de Passo Fundo, em 1986. Em 1994 especializou-se em Pintura no Instituto Lorenzo De Medici – Firenze Itália. Participa constantemente de mostras individuais e coletivas no Brasil e Exterior. Destaca-se com premiações em salões de Arte. Possui obras em acervos particulares e institucionais no Brasil, Itália, Suíça, México, EUA, Argentina e Portugal.

As Live Paintings ocorrem aos sábados dia 10 de novembro e 01 de dezembro, das 11h às 15h. A Delphus Galeria funciona de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h na Av. Cristóvão Colombo, 1093.

Sobre o artista

Natural de Sarandi, RS. Nascido em 25 de julho de 1957. cursou bacharelado em desenho e plástica na UPF – Universidade de Passo Fundo, em 1986. No ano de 1994 especializou-se em Pintura no Instituto Lorenzo De Medici – Firenze Itália

Participa constantemente de mostras individuais e coletivas no Brasil e Exterior. Destaca-se com premiações em salões de Arte. Possui obras em acervos particulares e institucionais no Brasil, Itália, Suíça, México, EUA, Argentina e Portugal.

“O inquieto, sensível e dinâmico artista plástico Ale Zanonato surpreende, encanta e seduz tanto quem simplesmente passa o olhar, quanto quem se detém em sua obra. Misto de realidade e sonho, seu trabalho faz contraponto entre o extremamente sensível, aconchegante e suave com a força, o grito, a partida.

Ale Zanonatto é um artista respeitado e admirado em sua terra, mas engenhoso e versátil inova, busca o desconhecido e o futuro, Ale é um mago no trabalho da cor, do pincel, da técnica e da emoção”. Cilene Maria Potrich – Diretora da FAC – Faculdade de Artes e Comunicação UPF

“No difícil exercício da pintura, é um perfeccionista, sutil no cainho da cor onde suas formas fluem mágica e infinitamente. sua técnica reveste-se de uma singeleza extrema transmitindo as vibrações luminosas da forma abstrata, efeitos óticos que modulam a superfície acrescentando traços de lirismo e gestualidade à obra. Seu universo pictórico é uma mescla de sensibilidade, lucidez e intuição de mistério e experimentação plástica na construção de uma linguagem iconográfica própria”. Margarida Pantaleão da Silva – professora de estética

“Ale trabalha a cor como se nela encontrasse respostas às suas inquietações, pois na procura da matéria, na complexidade do óleo, encontra identificações de irrealidade, sonho. as pinceladas se organizam sempre, a partir do centro, num abstrato lírico como se massas densas congelassem um momento. as cores neutras sustentam cores saturadas de grande brilho e efeito contrapondo-se às superfícies lisas e gradualmente harmonizadas. No entorno das pastosidades, cor-forma, descreve o óleo com ecos de cor”. Maria Lucina Busato Bueno – pintora e pesquisadora

Sobre a Delphus Galeria

A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.

Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 44 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.

A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades. O serviço de emolduração é referência na cidade, já que alia a assessoria especializada na escolha da melhor montagem e a mão de obra primordial.

A Delphus Galeria atende de segunda à sexta-feira das 09h às 18h45 e aos sábados das 09h às 13h. Av. Cristóvão Colombo, 1093 – Floresta – Porto Alegre/RS (51) 99256.6218 / (51) 3222.3232

Assessoria de Imprensa – Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor – (51) 984070657

Editora Belas Letras comemora dez anos com evento neste sábado, 10 de novembro, na Feira do Livro de Porto Alegre

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 Em formato TEDx, “Faça acontecer” reunirá dez autores da editora que trarão depoimentos da vida pessoal e profissional sobre os principais temas da vida contemporânea. Palestras serão seguidas de sessão de autógrafos

 Falas serão transformadas em livro que será lançado em 2019 – todo o valor dos direitos autorais será revertido para o tratamento de João Vicente, filho da autora Lau Patrón, de “71 Leões”

 

Porto Alegre, 05 de novembro de 2018 – Neste sábado, 10 de novembro, a partir das 18h, a editora Belas Letras comemora seus dez anos de existência com evento que integra a programação da 64ª Feira do Livro de Porto Alegre. Faça acontecer reunirá autores de dez obras da editora, que compartilharão com o público relatos em formato TEDx, onde suas experiências pessoais e profissionais tragam inspiração sobre temas da vida contemporânea, fazendo a plateia refletir sobre sua vida e, principalmente, tomar atitudes.

Participam do evento os autores Marcos Piangers – O poder do eu te amoAna Cardoso –  A mamãe é punkGabriel Gomes, Luciano Braga e Daniel Larusso, – 333 páginas para tirar seu projeto do papelTito Gusmão – Papo de granaGabriela Guerra e Caroline Cintra – JuntasTiago Mattos –  versão em inglês de Vai lá e faz (Just Get It Done) e Lau Patrón, 71 LeõesAs falas trazem os temas relações incríveis, propósito, projetos pessoais, liberdade financeira, liderança, futurismo e aceitação.

Faça acontecer será transformado em livro, que será lançado em 2019. Os direitos autorais da obra serão doados pelos autores para o tratamento de João Vicente, filho de Lau Patrón, que é portador da Síndrome Hemolítica Urêmica atípica, chamada de SHUa, uma condição rara, genética, que causa falhas no sistema imunológico.

A atividade tem entrada franca e ocorre no Teatro Carlos Urbim – Av. Sepúlveda. Em seguida, às 19h30, os autores integram sessão de autógrafos da editora, que ocorre na Praça de Autógrafos.

Sobre a Belas Letras

Fundada por Gustavo Guertler em Caxias do Sul em abril de 2008, ao lançar seus dois primeiros livros, “Meu Pequeno Gremista”, de Humberto Gessinger, e “Meu Pequeno Colorado”, de Luís Augusto Fischer. As publicações se tornaram best-sellers, com mais de 50 mil exemplares vendidos e se transformaram em coleção, intitulada Meu Pequeno Torcedor. Com diversas publicações na área musical – biografia do Nasi, do Ira, títulos internacionais como a biografia de Neil Peart, Paul Stanley e Anthony Kieds, a Belas Letras também projetou ao longo desta primeira década de existência nomes gaúchos no cenário nacional, como Ana Cardoso, Tiago Mattos e Marcos Piangers, que já vendeu mais de 250 mil cópias.

Já foram lançados mais de 260 títulos – só em 2018 são 34 até o final do ano. A editora tem como propósito transformar a vida das pessoas através de histórias. “Não existe nada mais transformador do que você aprender a partir da experiência de outra pessoa. A gente quer fazer parte da vida das pessoas, representar algo no crescimento delas, sejam elas leitores de formação ou não. E essa linha é o que tem norteado nossas publicações”, declara Guertler, CEO da editora.

A Belas Letras é uma editora de não-ficção que se sustenta em cinco pilares da vida contemporânea: família – “entendemos família como qualquer grupo que está unido pelo amor”, afirma; música, viagem, criatividade e gastronomia. Ainda este ano, estão previstos os lançamentos Juntas, de Gabriela Guerra e Caroline Cintra, Papo de granade Tito Gusmão e a biografia do Planet Hemp: Mantenha o respeito, de Pedro de Luna.

Apesar de ter se profissionalizado rapidamente nos últimos anos, o mercado editorial ainda está muito apegado a modelos tradicionais de negócio. “É inevitável entender que a gente está inserido nesse contexto de ainda poucas inovações. E isso para a gente, de alguma forma, é um ponto positivo, pois mostra que há muitos caminhos para inovar”, revela Guertler. A Belas Letras é a única editora do Brasil que doa outro livro para cada exemplar que é vendido na loja virtual, um programa que existe desde 2015 e se chama Compre 1 Doe 1. A partir de outubro desse ano, todas as pessoas passaram a receber, junto com o seu pedido, um livro extra e uma carta, que explica sobre o Compre 1 Doe 1 e informa que o livro extra recebido deve ser doado. Ou seja, os próprios leitores têm a oportunidade de doar e viver essa experiência.

 “Acredito que um dos nossos pontos mais inovadores é pensar o livro como um produto multiplataforma e multicanal. Livro não deve estar só em livraria. Livro é conteúdo, e conteúdo pode se transformar em várias coisas. Queremos atingir não somente aquele leitor de formação, que frequenta livraria. Queremos que os livros façam parte da vida das pessoas, e para isso acontecer nada melhor do que levá-los onde elas estão”. Há dois anos a Belas Letras tem uma parceria com a rede de lojas Imaginarium, desenvolvendo livros conceito para presentear. A editora também desenvolveu um co-branding com a Dobra, uma empresa gaúcha que fabrica carteiras com um tecido especial com a mesma espessura do papel, usado pela Nasa, onde comercializa carteiras de alguns livros publicados. Para saber mais, acesse: belasletras.com.br

Faça Acontecer – 10 anos da Editora Belas Letras

 

Sábado, 10 de novembro, 18h | Teatro Carlos Urbim – Av. Sepúlveda

Falas dos autores:

Relacionamentos incríveis – Marcos Piangers – O poder do eu te amo

Propósito – Ana Cardoso – A mamãe é punk

Projetos Pessoais – Luciano Braga – autor com Gabriel Gomes e Daniel Larusso – 333 páginas para tirar seu projeto do papel

Liberdade financeira – Tito Gusmão – Papo de grana

Liderança – Gabriela Guerra, Caroline Cintra – Juntas

Futurismo – Tiago Mattos – livro versão em inglês do “Vai lá e faz”, Just Get It Done

Aceitação – Lau Patrón – 71 Leões

Em seguida, às 19h30, sessão de autógrafos com todos os autores na Praça de Autógrafos da 64ª Feira do Livro de Porto Alegre

Entrada Franca

Sobre os autores e os títulos:

Marcos Piangers é jornalista e dá palestras por todo o Brasil sobre as mudanças tecnológicas e as relações familiares. Trabalha com comunicação e plataformas digitais desde 2001. Nascido em Florianópolis, em 2006 se mudou para Porto Alegre, para participar do programa Pretinho Básico, um fenômeno de audiência. Em 2017, foi morar em Curitiba com a família. Publicou O papai é pop em 2015, pela Belas Letras, livro que virou best-seller com mais de 150 mil exemplares vendidos, lançado também em inglês e espanhol, além de O papai é pop 2, em 2016, e dois volumes em quadrinhos.

O poder do eu te amo – Um livro para dizer a coisa mais importante. Não tenha medo de dizer “eu te amo”. Inspirado no vídeo O Poder do Eu Te Amo, de Marcos Piangers, com mais de 50 milhões de visualizações, este é um presente para celebrar seus laços de afeto e amor. O “eu te amo” tem poder. O “eu te amo” muda vidas. O “eu te amo liberta”. Nunca é tarde para começar a praticar.

Ana Cardoso é jornalista e nasceu em Curitiba em 1977. Mudou-se para Florianópolis em 1999, onde trabalhou com esportes radicais na Rádio Atlântida por seis anos, pesquisou rádios e assentamentos do MST e concluiu um mestrado em Sociologia Política. Aos 26 virou feminista, aos 27 casou com o também jornalista Marcos Piangers, aos 28 teve sua primeira filha, Anita. A segunda, Aurora, nasceu sete anos depois. Viveu em Porto Alegre de 2006 a 2016 e em 2017 mudou-se para Curitiba, envolvida até o último fio de cabelo com pesquisas sociológicas, grupos feministas e a família.

A mamãe é punk – O que acontece quando saímos da zona de conforto da maternidade, aquela fase semitranquila em que as crianças fazem o que nós orientamos e correm para os nossos braços sempre que estão com algum problema? Treta. A adolescência é para os fortes. Para mães e pais com nervos de aço. Seu filho não quer conversar. O quarto parece ter sido devastado por um tsunami. Chora na hora de fazer uma tarefa da casa? Não sabe estudar sozinho? Quer ficar mais e mais no celular? Calma. Tá todo mundo na mesma. A culpa não é sua. Pelo menos não 100%. Respira fundo e vamos tentar entender juntas este caos chamado adolescência.

Luciano Braga é formado em Comunicação Social pela UFRGS, é fundador e diretor de criação da Shoot The Shit. Publicou, também pela Belas Letras, O poder do tempo livre. Escreve uma newsletter mensal sobre sua vida e possui diversos projetos ligados à comédia, quadrinhos e tirinhas, como Feldman, Braga Comics e Tiras Toscas. Comediante de stand up comedy em formação.

333 páginas para tirar seu projeto do papel – É um livro para quem precisa ter uma ideia ou está cheio de ideias e não sabe o que fazer. É para quem abandonou um projeto antigo; precisa organizar os pensamentos; está com um projeto na gaveta e não sabe qual é o próximo passo; precisa de inspiração e gás pra voltar ao projeto; precisa de disciplina; está disposto a rabiscar ou apenas alguém que queira fazer algo diferente.

Tito Gusmão é apaixonado por empreendedorismo (quando adolescente vendia produtos eletrônicos de porta em porta) e viciado em mercado financeiro, onde tem alguns bons anos de experiência no Brasil e nos Estados Unidos. Destes anos, quase 10 deles foram como sócio e ajudando a construir a maior corretora da América Latina. Conhece muito das engrenagens e os bastidores do mundo de investimentos: produtos, gestão, análise, backoffice, risco, distribuidores, conflitos, a parte boa e a não tão boa. Ministrou mais de 500 cursos e treinamentos e criou ferramentas e plataformas para o mercado utilizadas por milhares de pessoas. Foi um dos fundadores, nos Estados Unidos, da Warren, a primeira corretora com foco no cliente e que entrega uma experiência fácil para investir nos melhores produtos.

Papo de Grana – “Dinheiro não surge do nada. Você quer? Vai ter que conquistar.” Foi a resposta que Tito Gusmão recebeu do pai quando ainda era um menino e queria saber por que não tinha um cartão que seria abastecido automaticamente, o que também é conhecido como mesada. A resposta pavimentou o caminho para uma relação de respeito com o dinheiro desde cedo, e que determinou também a escolha profissional. Tito foi um dos sócios da XP Investimentos e depois fundou a Warren, uma fintech (empresa de tecnologia do segmento financeiro) para desmistificar o mercado financeiro e auxiliar pessoas de todas as idades a investir bem. Em Papo de Grana, Tito mostra como ter uma relação melhor com o dinheiro, como fugir das roubadas (que são muitas) na hora de investir e fazer as escolhas certas para conquistar a independência financeira. Não porque dinheiro tem que ser a coisa mais importante do mundo, mas justamente porque ele é a última coisa com que você deveria se preocupar.

Caroline Carbonell Cintra é Bacharel e Mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Há vinte anos é consultora de tecnologia, tendo trabalhado com clientes de indústrias diversas, no Brasil e nos Estados Unidos, em empresas como Oracle, DBServer, HP e ThoughtWorks, onde se tornou diretora-presidente. Nos últimos cinco anos atua como executiva na ThoughtWorks Brasil, onde se dedica a criar novas narrativas do mundo de negócios, que incluam pessoas inconformadas em sua busca por realidades diferentes e corajosas para o futuro do Brasil e do mundo.

 Gabriela Guerra é Graduada em Administração de Empresas na PUC-RS, foi Operadora de Bolsa de Valores na XP Investimentos, trabalhou com Recursos Humanos na Dell, Marketing Digital na Winehouse e Gestão de Projetos na Perestroika. Em 2012, cofundou o Movimento Porto Alegre Como Vamos e se juntou à ThoughtWorks em 2013, onde atuou como Analista de Negócios, Diretora de Justiça Social e Econômica, Diretora-Presidente e Principal Consultant. Apaixonada pela forma com que a tecnologia pode gerar mudanças significativas na sociedade, em negócios e em equipes, está em constante aprendizado sobre novas formas de trabalho e gestão, estratégias digitais e sobre transformações sociais advindas de novas tecnologias – com foco especial em privacidade de dados.

Juntas – Dizem por aí que mulheres são boas com pessoas e homens com números, que pessoas em posição de chefia precisam de “autoridade”, dizem que não se pode misturar emoções com trabalho, sob pena de se mostrar vulnerável. Dizem uma porção de coisas e isso mostra que mudar o mundo do jeito que ele sempre foi é um desafio muito grande. Aos poucos, surgem outras formas de liderar um negócio. Já não existem decisões unilaterais, as lideranças baseadas em autoritarismo perderam o sentido (algum dia tiveram?) e as cartilhas de certo e errado deixaram de existir. Em 2015, duas mulheres se tornaram diretoras-presidentes da ThoughtWorks, multinacional especializada em desenvolvimento de software. Juntas. Descubra em Juntas o real significado de liderança em uma organização inovadora e em rápido crescimento.

Tiago Mattos é multiempreendedor. Educador. Palestrante. Um dos maiores especialistas em futurismo do Brasil. Formado pelo GSP da Singularity, programa de dez semanas da universidade criada pela Nasa e pelo Google, no Vale do Silício, para preparar as lideranças do futuro. Aperfeiçoou seus estudos sobre futuro do trabalho em algumas das melhores escolas do mundo, como Harvard e MIT. Um dos fundadores da Perestroika, a maior escola de atividades criativas da América Latina.

Vai lá e faz (Just Get It Done– O mundo está cheio de histórias de empreendedores que começaram do nada. Tiago Mattos, um dos maiores futuristas brasileiros, formado pela Singularity – a universidade erguida no Vale do Silício pelo Google em parceria com a Nasa – vai te mostrar neste livro que, sim, você pode criar uma empresa bem-sucedida do zero se tiver o mindset certo e entender como o mundo está mudando. Porque nunca foi tão fácil fazer. Nunca foi tão fácil fazer um livro, uma música, um filme, uma reunião dos colegas do ensino médio, uma passeata, um partido político, uma casa, um carro, uma declaração de amor, uma viagem ao redor do mundo. Nunca foi tão fácil fazer uma empresa. Nunca foi tão fácil entender que ninguém fará o mundo que você quer por você. Só você.

Lau Patrón nasceu em Porto Alegre em 1988, meio uruguaia e meio brasileira. Trabalhou como produtora audiovisual e publicitária durante bons anos, antes de se tornar mãe do João Vicente. Faz três anos que criou a página Avante Leãozinho, onde divide suas reflexões sobre inclusão, além de acolher outras famílias. Vem desenvolvendo mais projetos nesse sentido, é uma palestrante TEDx, odeia a palavra “superação”, e acredita apenas na mudança que passa pelo afeto. Ela não é só uma publicitária, mãe ou mulher latino-americana feminista. Em seu microcosmo, Lau é um universo todo. E como tal, tem suas próprias leis: escrever é uma delas. Pelos cotovelos – histórias, poesias, crônicas que vem guardando na gaveta há anos. 71 Leões é seu primeiro livro.

71 Leões – Em um domingo de sol, a publicitária Lau Patrón corria pelo parque tentando alcançar o seu filho João Vicente, um menininho alegre e destemido de um ano e meio, que ela sempre chamou de Leãozinho. No outro dia, assistia ele sofrer uma crise violenta e misteriosa. Um fio de vida escorrendo para longe do seu colo de mãe. E tudo virou do avesso. Diagnosticado com uma síndrome raríssima, João estava morrendo. Este livro é um diário intenso e sincero dos setenta e um dias que Lau morou no hospital, muitos ao lado de seu filho em coma em um box de UTI, esperando a vida ou a morte. Um relato comovente e poderoso onde Lau nos dá uma dimensão real das pessoas, das emoções fluidas, da não existência de heróis. Do amor, como fonte de escolhas. Do olhar para a dor, sem medo, e com alguma ternura. De não matar leões por dia e, sim, recebê-los com reverência. Um por dia, um a mais na matilha. Para avançar. Para ir avante.

Longa-metragem Aos olhos de Ernesto na capa do Segundo Caderno em Zero Hora de hoje

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Longa-metragem Rasga Coração em Zero Hora do fim de semana

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Festival Primavera Vivar na capa do caderno Arte & Agenda do Correio do Povo

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Oi apresenta 5ª edição do Kino Beat de 13 de novembro a 13 de janeiro em Porto Alegre

14e édition du Festival Mutek 2013

Tema da Abundância orienta a linha curatorial do festival de música, performances audiovisuais e multimídia e artes integradas que terá mais de dez dias de atrações e atividades ao vivo em dez espaços da cidade

Porto Alegre, 01 de novembro de 2018 – De 13 de novembro a 13 de janeiro de 2019, Porto Alegre recebe a quinta edição do Kino Beat, festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. Em um cenário de crise política, econômica e ideológica, o evento resiste, celebra e apresenta uma programação que reúne formatos de atividades já consagradas nas edições anteriores e lança propostas inéditas. O evento, com entrada franca, tem patrocínio master da Oi e patrocínio Stella Artois, apoio cultural do Oi Futuro, com financiamento Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul.

Pela primeira vez, a programação do Kino Beat é pautada por um tema principal, a abundância. “Vivemos o paradoxo da abundância, temos tanto e ao mesmo tempo tão pouco, seja em ideias, recursos naturais, recursos tecnológicos ou sob a perspectiva do conhecimento humano”, declara Gabriel Cevallos, criador e curador do evento. Com o objetivo de investigar o tema por meios das atrações artísticas e seus desdobramentos por analogias, metáforas e poéticas, a abundância se cristaliza na variedade de linguagens artísticas contempladas: música, cinema, teatro, artes visuais e as diversas disciplinas e gêneros que derivam destes pilares, e também no olhar e escuta atentos para a multiplicidade de vozes que gritam por visibilidade, abrangendo o maior e mais variado número de artistas brasileiros e estrangeiros. “É uma programação que traz a abundância em todos os sentidos: este é o mais extenso de todos os festivais, incluindo mais de 50 artistas de diversos estilos e backgrounds, assim como as mais variadas atividades, 22 atrações ao vivo. Podemos dizer que nesta quinta edição o Kino Beat alcançou sua maioridade”, conta.

De acordo com Cevallos, a abundância também está na autocelebração, de um festival que reflete e comemora a sua própria trajetória. Compreende-se abundância não como ostentação frívola, mas como antídoto para uma pobreza de conhecimento, atitudes e possibilidades, uma programação que busca na abundância o diálogo individual e coletivo por meio da arte. Serão dois meses de festival, com 11 dias de programação de atividades ao vivo, ocupando dez espaços culturais em Porto Alegre (Vila Flores, Instituto Goethe, Theatro São Pedro, Espaço Lugar, Campus Unisinos Porto Alegre, Teatro da Unisinos, Teatro do Sesc Centro, Centro Cultural Multimeios Restinga, Pinacoteca Ruben Berta e Pinacoteca Aldo Locatelli) que recebem shows musicais, performances audiovisuais, mostra de vídeo, seminário e oficinas de artistas e pensadores do Brasil, Uruguai, França e Suíça.

Ao propor a abundância como tema, o festival também se arrisca em investigar de forma crítica os seus efeitos sociais, culturais, políticos e econômicos. “Questionar como os excessos e transbordamentos afetam a nossa vida em sociedade é uma das provocações que o Kino Beat faz a todos os participantes”. Uma das atividades inéditas será o Seminário Caleidoscópio Metamorfogênico – Excessos Urbanos realizado no Goethe-Institut Porto Alegre em parceria com o Seeding Lab, Laboratório do Grupo de Pesquisa de Design Estratégico para a Inovação Cultural e Social, da Unisinos. Mediado pela profa. Dra. Ione Bentz receberá professores e pensadores para discutir o tema, design, futuro e ativismo social.

A arte desta edição, criada pela Silvo, se apropria de referências como a cornucópia e imagens clássicas de naturezas mortas das pinturas clássicas, criando uma natureza morta contemporânea, aproximando objetos orgânicos e inorgânicos, onde objetos contemporâneos do dia a dia estão lado a lado com um banquete, evidenciando um movimento humano, sugerindo o vestígio do uso dos materiais – cascas, recortes e utensílios.

A programação inicia com a performance Tempest, da França, de Antoine Schmitt e Franck Vigroux, no Teatro do Sesc, passando por performance inédita criada especialmente pelo festival por Mirna Spritzer, Isabel Nogueira e Gabriel Cevallos, performances da francesa OKO DJ e a artista suíça Bonaventure, além de apresentação inédita em Porto Alegre do sexteto paulistano Hurtmold.

Integrando as atividades da Semana da Consciência Negra, o Kino, em parceria com o coletivo Turmalina de Porto Alegre, promove no sábado, 17 de novembro, o Turmalina Apresenta: Música Preta, no Vila Flores. Será um dia todo de programação, que contará com oficina de mixagem, seminário Narrativas da Música Negra Através dos Tempos, com Nina Fola (socióloga e musicista) e Bernardo Oliveira (crítico musical, professor pela UFRJ), além de performances de Telefunksoul e Miuccia.

De 04 de dezembro até 13 de janeiro o público poderá conferir uma exposição coletiva Lento Crepúsculo nas Pinacotecas Rubem Berta e Aldo Locatelli, com curadoria de Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos. Partindo da temática da abundância, a mostra busca convidar diferentes artistas para exporem suas obras que abordam a dimensão do termo e que exploram os seus possíveis transbordamentos: de informações, de discursos, de crises, de sentimentos, e até mesmo o reflexo disso no meio-ambiente. O “lento crepúsculo” foi como o escritor argentino Jorge Luis Borges nomeou o seu longo processo de perda da visão. “Para nós, cabe investigar a metáfora por trás dessa cegueira lenta e gradual, e dos riscos de ignorar as pressões e os excessos do mundo”, declaram os curadores. Integram a mostra fotografias, vídeos, livros de artista, obras gráficas e objetos, além de pinturas, que problematizam a questão da abundância no universo das artes visuais.

Encerrando a programação, no dia 13 de janeiro de 2019, Fernando Velázques, artista que participou da primeira edição do Kino Beat, apresenta Asteróide, no Teatro da Unisinos. A performance audiovisual que explora a gravidade como catalisador da potência do mundo foi desenvolvida especialmente para o festival.

Mais informações: facebook.com/kinobeat |kinobeat.com | Instagram @kinobeatfestival

FICHA TÉCNICA

Direção artística, curadoria e coordenação geral: Gabriel Cevallos

Direção de produção: Liége Biasotto – CUCO Produções

Coordenação técnica: Bruno Melo – Traga Seu Show

Comunicação e conteúdo digital: Agência Browse

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Assistência de Produção: Amanda Gatti

Design gráfico e web site: Silvo

Curadoria Exposições: Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos

Curadora Mostra Audiovisual Sem Destino: Elaine Tedesco

Sobre o Kino Beat

Kino Beat é um Festival de música, performances audiovisuais multimídia e artes integradas. A partir dos pilares, imagem (Kino) e som (Beat), apresenta artistas e atividades multidisciplinares, que utilizam de diversos modos as tecnologias no processo criativo de suas obras. O experimental, o sensorial e a imersão, são premissas para composição do seu programa, que se espalha pela cidade, ocupando teatros, galerias, museus, espaços culturais e casas noturnas. Diluindo fronteiras entre linguagens e gêneros, as atrações de natureza híbrida, são apresentadas em diversos formatos, transitando entre shows musicais, performances audiovisuais, exposições, oficinas, seminário, mostras de filmes e festas.

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