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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

dezembro 2017

Mulheres em Círculo tem segunda edição no sábado, 09 de dezembro

Fernanda Beppler_credito_Ana Paula Varela

Atividade promovida pela alquimista Fernanda Beppler tem como tema “A Lua e Eu”

 

Ocorre neste sábado, 09 de dezembro, das 14h às 17h, a segunda edição de “Mulheres em Círculo”, um encontro para troca de saberes e compartilhamento de vivências entre mulheres. Promovido pela alquimista Fernanda Beppler, o evento tem como tema “A Lua e Eu”, onde a influência da lua sobre as mulheres e ciclos, a lua no céu e no mapa astral pautam as conversas. “Nosso objetivo é construir um espaço de reunião entre mulheres para conversas, meditações e um estímulo a conexão da natureza feminina que existe em cada uma de nós, tecendo um feminino sagrado”, revela Fernanda.

“Estamos construindo juntas este círculo, levando para os encontros nossos anseios, nossos quereres e os assuntos que gostaríamos de abordar. Os encontros são mensais e a ideia é formar um grupo para iniciar em 2018 a leitura do livro Mulheres que correm com os lobos de Clarissa Pinkola Estés”, conta a terapeuta holística. “Também iremos conversar sobre a prática de “plantar a lua” – o que isso significa e como pode fortalecer nossa conexão com a mãe natureza. E será levada a proposta de iniciarmos todas a mandala lunar – prática individual de auto-observação e escrita diária, para nos entender, respeitando o ritmo do nosso ciclo feminino (para mulheres que menstruam ou não)”.

O evento ocorre no Atelier da Casa9, na Rua São Manoel, 337, no bairro Rio Branco, com contribuição consciente. Inscrições através do link: https://goo.gl/HaurfZ. Mais informações: (51) 981786460 | nandabeppler@gmail.com.

Mulheres Em Círculo – tecendo um feminino sagrado

A Lua e Eu

Sábado, 09/12, das 14h às 17h

Atelier da Casa9 (Rua São Manoel, 337 – Rio Branco/Porto Alegre/RS)

Facilitadora: Fernanda Beppler

Contribuição Consciente: este é um encontro aberto, com contribuição livre e consciente. Isto não significa que este encontro é gratuito. Ao final do encontro você poderá depositar em uma caixa o valor com o qual gostaria de contribuir.

Inscrições: https://goo.gl/HaurfZ | Informações: (51) 981786460 | nandabeppler@gmail.com

“Choking” tem apresentações nos dias 07, 08 e 09 de dezembro no Instituto Ling

By Cristina Lima3

Porto Alegre, 01 de dezembro de 2017 – O espetáculo Choking, da Muovere Cia de Dança Contemporânea, retorna aos palcos para curta temporada no Instituto Ling, nos dias 07, 08 e 09 de dezembro. A montagem participou da Sétima Edição do projeto “MODOS DE EXISTIR”: Dança e(m) intermidialidades, no SESC Santo Amaro/ SP em 2017.

Choking é um espetáculo de dança atravessado por interfaces digitais e criado a partir de questionamentos sobre as relações estabelecidas entre realidade e ficção, na interação cotidiana com a internet. A peça apresenta um conjunto de coreografias que projetam noções de violência, movimento, sincronismo e anacronismo, perpassando o referencial imagético e sensível criado pela Muovere ao longo de seus 27 anos.

Em que medida a internet, a web e os dispositivos interferem no movimento artístico do corpo?   Choking é composto de episódios, em que as camadas se trançam, em tempo real, nas variações de tempo e distância do espaço teatral. Segundo Jussara Miranda, diretora da companhia e do espetáculo, o ponto de partida da criação se baseia na questão da dança moribunda, noção citada pela coreógrafa no artigo Processos endêmicos ativados por picadas, in Políticas Culturais: teoria e práxis, 2011. Trata-se da dança das bordas, ou aquela que atrai nosso olhar para as ocorrências fora da zona de maior atenção. Para a Muovere, a dança moribunda trilhou no compasso da criação e montagem como um fio condutor, sobre “qual é a sua dança?”, um dos questionamentos que guia o desenvolvimento do projeto Webcoreô, que também contou com um seminário sobre tecnologia, dança e corpo, por Ivani Santana, em 2016.

“O interesse de trabalhar com a dança com mediação tecnológica foca na experiência sensorial e perceptiva a que se propõe o espetáculo, e não no uso de dispositivos, por si. A tecnologia está em Choking para potencializar nossas escolhas, ideias e pensamentos”, afirma. “Choking é um espetáculo-estudo. Criado a várias mãos investiu no campo das possibilidades, onde cada integrante da equipe tem sua parte de colaboração”, comenta Jussara.

As bailarinas Angela Spiazzi, Letícia Paranhos e Joana Nascimento emprestam suas valiosas experiências de vida e arte para compor sentido junto à primorosa direção artística de Diego Mac.

Com figurinos de Antonio Rabadan, projeto gráfico de Sandro Ka, luminotécnica de Ricardo Vivian, projeto de maquiagem de Nilton Gaffree Jr., Choking conta com o apoio do Instituto Ling e Espaço N.

As apresentações ocorrem nos dias 07 e 08 às 20h e no dia 09 às 19h. Os ingressos custam R$ 40,00 e estão à venda no site do Instituto Ling.

 

Ficha técnica

Direção geral e coreográfica: Jussara Miranda

Direção Artística: Diego Mac

Bailarinos: Angela Spiazzi; Letícia Paranhos e Joana Nascimento

Trilha Sonora: Diego Mac e Jussara Miranda

Iluminação e Videografia: Ricardo Vivian

Figurinos: Antonio Rabadan

Projeto maquiagem: Nilton Gaffree Jr.

Identidade Visual e Projeto gráfico: Sandro Ka

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Direção de produção: Jussara Miranda

Produção: Ana Paula Reis

Fotografia: Cristina Lima e Gui Malgarizi

 

Sinopse

“Fios, telas, carnes, operações, olhos, figuras, figurinos, roupa de batalha, espaços reais, espaços virtuais, imagens, tempo objetivo do relógio, tempo dramático do espetáculo: tudo junto, misturado, no palco, no lugar dos acontecimentos. Ponto de partida”. (por Diego Mac)

 

Duração: 45 minutos

Classificação: livre

https://www.facebook.com/MuovereCiadeDancaContemporanea

 

Choking no Instituto Ling

Dias 07 e 08 de dezembro: 20h

09 de dezembro: 19h
Ingressos a R$ 40,00 (inteira)
e R$ 20,00 (meia entrada) no site www.institutoling.org.br

Endereço: R. João Caetano, 440 – Três Figueiras, Porto Alegre – RS, 90470-260

Telefone:(51) 3533-5700

Estacionamento e ambiente climatizado

 

II Festival de Música de Nova Prata comemora êxito e divulga balanço das atividades

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Evento promoveu programação formativa e apresentações musicais gratuitas, com patrocínio master da Adylnet Telecom, durante cinco dias

 

A equipe do II Festival de Música de Nova Prata recém encerrou suas atividades e já está se preparando para a terceira edição, confirmada no último domingo, 26 de novembro, para 2019. O evento, que ocorreu em três locais de Nova Prata entre os dias 22 a 26 de novembro, reuniu um público total de mais de 7 mil  pessoas que prestigiaram 18 apresentações musicais e dez atividades formativas.

A segunda edição do festival, que teve patrocínio master da Adylnet Telecom, promoveu o intercâmbio cultural, proporcionando, através de programação gratuita, apresentações musicais de grupos instrumentais e autorais do RS e atividades de formação, além de divulgar e fomentar cinco grupos locais e regionais, com a Mostra Paralela, que recebeu quarenta inscrições durante o processo de seleção. A programação contou com cinco shows de artistas convidados, apresentação das bandas selecionadas na Mostra Paralela, exposição de arte, dois bate-papos com artistas e três oficinas.

Abrindo a programação, a Orquestra de Câmara da Ulbra realizou um concerto didático para 500 crianças da rede municipal de ensino, no Auditório do Centro Empresarial Vicencio Paludo.

A programação da quinta-feira, dia 23 de novembro, iniciou com a oficina do Duo de Viola e Acordeon, com Valdir Verona e Rafael De Boni. À noite, o público participou da cerimônia de abertura, que contou com a presença do Vice Prefeito Sérgio Sottili, do Secretário Municipal de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer, Everson Marca, da Secretária Municipal de Educação, Elaine Casanova e do Gerente do Sesc Bento Gonçalves, Jaques Fachinelli.. A Orquestra de Sopros de Nova Prata iniciou as performances da noite, seguida do show de Verona e De Boni.

Na sexta-feira, 24 de novembro, Renan Balzan ministrou a oficina O Movimento da Bossa Nova e o Disco Elis e Tom” e Jonathas Ferreira apresentou a palestra Harmonizando a Carreira Musical, ambos na Sala Vip do de Centro Empresarial Vicencio Paludo. Um bate-papo com Ferreira e o norte-americano Adrian Bellue, primeira atração internacional do festival, foi mediado pela jornalista Bruna Paulin na Eclética Centro de Música. À noite, o estilo fingerstyle animou a plateia, com as performances de Jonathas Ferreira e Adrian Bellue.

Nem a chuva espantou o público no sábado, 25 de novembro. A Oficina Musicalização Infantil, ministrada por Dinei Maroso e a de Fingerstyle, ministrada por Jonatas Ferreira integraram as atividades formativas. Pela manhã o Ária Trio se apresentou no Palco Principal, abrindo a programação do dia. Durante a tarde integrantes do Quinteto Canjerana e Veña participaram do bate-papo na Eclética, mediado por Bruna Paulin. A Mostra Local abriu a programação do final da tarde, com Casa Muscaria e Diego Berquó Trio. As apresentações foram seguidas pela performance da dupla Veña, o violonista Gabriel Selvage e o encerramento da noite pelo Quinteto Canjerana.

O Homenageado desta edição, Leonel Ivo Krüger,esteve presente na noite de sábado, onde recebeu troféu da organização do festival. Nascido em 1937 na Linha General Osório, próximo a Vista Alegre, inicia seu envolvimento com a música aos oito anos com a gaita trazida pelo avô da Alemanha. Autodidata, aos doze ganha da mãe o primeiro violão. Integrou diversos grupos de música de Nova Prata, fundou a Associação dos Músicos Locais e trabalhou com construção de aparelhos de áudio.

A programação de domingo iniciou pela manhã com as apresentações do Coro da AABB e o grupo “As Mulheres de Bah”. À tarde, o público prestigiou as atrações de rua com o show de Philipe Philipsen e o Grupo De Pernas Pro Ar, que realizou a performance AUTOMÁKINA – Universo Deslizante, encantando a população. A atividade formativa ministrada por Jon Neeto e Jony Mazz, Workshop Maicá Custom, ocorreu no Arnaldo Bar.

A Mostra Paralela de domingo colocou a plateia da Praça da Bandeira para dançar, com as performances de MOIO, Trabalhos Espaciais Manuais e Kula Jazz. Encerrando a segunda edição do evento, Renato Borghetti subiu ao Palco Principal da Praça da Bandeira, reunindo um público de 3 mil pessoas que prestigiaram a performance.

Volpatto comemora o sucesso da segunda edição, reforçando a importância dos patrocinadores e parceiros, que, mesmo em ano de crise financeira, tiveram a sensibilidade de enxergar uma realidade além de um projeto no papel e viabilizado o festival. “Foi emocionante ver a cidade mobilizada em torno da música. Poder proporcionar uma programação altamente qualificada e gratuita é um grande desafio e conseguimos cumpri-lo com ajuda do nosso patrocinador master Adylnet Telecom e o patrocínio da CORSAN, P&C Arte Mobili, Corpo Clínico do Hospital São João Batista, VIPAL Borrachas, Autopratense e Supermercados Porta,  além do apoio institucional fundamental da Prefeitura de Nova Prata e do SESC – Sistema Fecomércio”, declara.

No encerramento do Festival, o Secretário Municipal de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer, Everson Marca, reafirmou a importância do evento para a população Pratense e confirmou o apoio institucional da Prefeitura para a próxima edição, que ocorrerá em 2019.

O evento não somente movimentou a programação cultural da cidade, como também o comércio: o movimento nos restaurantes do centro da cidade aumentou e a lotação dos hotéis Coroados e Condall chegou a 100%, recebendo, além de equipe técnica e músicos, visitantes de Porto Alegre, Erechim, Passo Fundo, Caxias do Sul e São Paulo. “Estamos extremamente felizes em perceber que o festival já deixou sua marca em Nova Prata, ajudando a construir uma cultura de valorização da música instrumental. Foi muito bonito ver a Praça da Bandeira cheia mesmo com o tempo ruim do sábado, e lotada no domingo, com uma plateia emocionada e atenta. Esperamos que esse tipo de atividade se transforme em tradição na nossa agenda anual da cidade”, declara.

O Festival tem realização da Eclética Centro de Música e da Cuco Produções e conta com o patrocínio master da ADYLNET Telecom, patrocinadora deste evento desde sua primeira edição, patrocínio da CORSAN, P&C Arte Mobili, VIPAL, Autopratense, Supermercado Porta e Corpo Clínico do Hospital São João Batista, além do apoio institucional da Prefeitura de Nova Prata e do SESC – Sistema Fecomércio. O evento conta com o financiamento do Pró Cultura RS – Lei de Incentivo à Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul e Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura –  Brasil – Governo Federal.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Direção Artística: Lucas Martini Volpatto
Direção de produção: Liége Biasotto

Curadoria da Mostra Paralela: Bruno Melo, Fernando Mattos, Francesco Settineri, Liége Biasotto, Lívia Biasotto e Lucas Martini Volpatto
Produção e Coordenação Técnica: Bruno Melo

Técnico de Som: Thomaz Dreher
Iluminação: Marga Ferreira

Sonorização: Delta Som e Luz

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
Gestão de Redes Sociais: Raphaela Donaduce e Caetano Telles – Dona Flor Comunicação
Design Gráfico: Eric Dias
Site: RTI Design e Tecnologia
Fotografias e Vídeos: LF Studio
Realização: Eclética – Centro de Música e CUCO Produções

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