

Evento reunirá doze bandas com o objetivo de recriar a efervescência da cena local do Rock Gaúcho
Nos dias 23 e 24 de setembro, o Auditório Araújo Viana recebe o Festival Rock Gaúcho – edição Independência’17. O projeto de Nei Van Soria tem como objetivo recriar a efervescência da cena local realizando um festival que reúna, em um mesmo palco, diferentes gerações do Rock Gaúcho.
“Ao longo das últimas três décadas, o Bom Fim, e em especial, o Auditório Araújo Vianna, foram palco de inúmeros eventos que construíram a identidade musical pela qual somos, hoje, reconhecidos”, afirma o organizador do projeto. Segundo o músico, o Festival Rock Gaúcho – edição Independência’17, é um manifesto: O FRG recria o estilo da nossa música e leva ao centro da cultura gaúcha a trilha sonora de nossas vidas”.
Participam do evento Pouca Vogal, projeto de Humberto Gessinger e Duca Leindecker, Armandinho, Nei Van Sória, Nenhum de Nós, Papas da Língua, Cachorro Grande, Vera Loca e Rosa Tattooada, que dividiram o palco com bandas novas, com a curadoria de Van Soria. Os nomes dos grupos serão divulgados a partir da próxima semana, através do site do evento.
Os ingressos já estão à venda no site do evento, com valores entre R$ 50,00 e R$ 400,00. Há possibilidade de adquirir passaportes para os dois dias de evento, assim como o ticket para Meet and Greet. Para mais informações, acesse: festivalrockgaucho.com.br
Festival Rock Gaúcho – edição Independência
23 e 24 de setembro, Auditório Araújo Viana
23 de setembro: Pouca Vogal, Papas da Língua, Nei Van Sória e Vera Loca
24 de setembro: Armandinho, Nenhum de Nós, Cachorro Grande, Rosa Tattooada
Ingressos entre R$ 50,00 e R$ 400,00 pelo site festivalrockgaucho.com.br
facebook.com/FestivalRockGaucho

Evento promove intensa programação gratuita com espetáculos e atividades formativas
A 7ª edição do FESTIA – Festival Internacional de Teatro em Canoas ocorre de 01 a 10 de setembro, com uma intensa programação gratuita. Serão 15 espetáculos em diversos espaços da cidade, de grupos locais e companhias do México, Rio de Janeiro, Alagoas e São Paulo, além de diversas atividades formativas.
O festival, já tradicional na agenda cultural do município, surgiu como uma circulação independente do Grupo TIA, organizador do evento, em 2010. Mais do que uma mostra de espetáculos teatrais, o maior objetivo do festival é o intercâmbio entre artistas e a comunidade para dialogar, resistir e construir um panorama melhor para a arte e a cultura. A programação é realizada por diversas localidades da cidade, no centro, parques, equipamentos culturais e em locais descentralizados, colaborando assim com o desenvolvimento sócio-cultural da cidade possibilitando que todos possam usufruir de forma aberta, gratuita e inclusiva aos espetáculos, as atividades formativas e reflexivas com caráter de qualidade.
Em 2017 o homenageado do FESTIA é João Silva Máximo, artista plástico e também fundador e diretor do grupo Podem Ter Inço no Jardim, de Canoas, companhia em atividade há mais de 30 anos através do teatro popular como oficinas gratuitas, cursos, montagem de espetáculos e intervenções urbanas. Durante todo o festival, o público poderá conferir a exposição “Mãe Preta, Mãe África”, de Máximo, que estará em cartaz na Casa das Artes Villa Mimosa. Além de seu trabalho no grupo, o artista também produz esculturas em madeira, com inspiração na temática africana, projeto que desenvolve desde 2007. A forma arredondada da matéria prima (madeira bruta) é transformada em carrancas, rostos e corpos que remetem ao povo africano e seus descendentes.
A programação inicia às 15h do dia 01 de setembro, com o espetáculo “Nocturnos”, de Daniel Toledo, do México, inédito no Brasil. O espetáculo de bonecos conta a história de um homem que tenta lembrar uma melodia enquanto evoca histórias da noite. Morte, aventura e sonhos estão envoltas em mistério e magia de objetos e bonecos. A apresentação ocorre no Auditório da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.
No mesmo dia, às 21h, no Estúdio Black Bird, a banda Mondo Calado, de Canoas, apresenta um som que mescla o peso, groove e poesia de formas bem particulares. O evento também contará com a performance de intervenção urbana “Sonorização Poética” de Arthur Côrtes. O artista e seus instrumentos sonoros com muita descontração e curiosidades propõem um minuto de interação cultural com poesia.
Entre os destaques da programação teatral, está o Grupo Anônino de Teatro, do Rio de Janeiro, que apresenta pela primeira vez no Estado “Cabeça de Nego”, no sábado, 02 de setembro, no Teatro do Sesc Canoas. A montagem coloca em foco diversas questões da vida contemporânea. Valendo-se de algumas habilidades circenses como malabarismo, equilibrismo, magia e manipulação de objetos, o ator cria um ambiente mágico para conduzir os sentidos do espectador.
Entre os grupos locais, o destaque fica para o Grupo de Teatro de Pernas Pro Ar, de Canoas, que em 2018 completa 30 anos de fundação. O público poderá conferir a performance de “O Lançador de Foguetes” na sexta-feira, 08 de setembro, às 15h, na Praça da Juventude Nelson Mandela/Guajuviras. Excêntrico, virtuoso cientista busca parceiros para uma curiosa jornada em busca do lugar ideal para realizar com excelência sua experiência científica. Curiosos malabares circenses, engenhosas engenhocas astrológicas e a energia do público lançam foguetes, ideias ao ar.
Além da programação de espetáculos o FESTIA promove diversas atividades formativas, como os Workshops “O Jogo Como Técnica”, com João Carlos Artigos – Grupo Anônimo de Teatro/RJ e “Manipulação de Mamulengo” com Danilo Cavalcanti – Mamulengo da Folia/SP, os lançamentos dos livros “Contos Transantropológicos” de Atena Beauvoir Roveda e “Longa Jornada do Teatro de Rua Brasil Afora” de Márcio Silveira dos Santos, o Fórum Setorial do Teatro e Circo de Canoas – Colegiado Setorial do Teatro e Circo de Canoas e Sesc Canoas e as atividades deTrocas de Saberes “Cultura e Arte LGBT” e “Afro: Conexão Cultural”.
O evento encerra no domingo, 10 de setembro, com o show do Trio Agrestino, de Alagoas, que se apresenta pela primeira vez no RS. O trio de forró pé-de-serra com mais de 40 anos de estrada se apresenta na Pizzaria e Lanches 40 Graus. Para conferir todas as atrações e programação, acesse:


Mostra com obras de Tiago Coelho e lançamento da coleção primavera-verão 2018 de Régis Duarte marcam o evento
No sábado, 26 de agosto, às 19h, a Galeria Mascate abre suas portas para a inauguração da mostra inédita em Porto Alegre, Balneário Alegria, com obras de Tiago Coelho e participação de Denise Silveira na videoinstalação. O projeto, desenvolvido para World Press Photo Masterclass em colaboração com a Fundación Pedro Meyer, foi premiado em 2º lugar pelo Prêmio Fundação Conrado Wessel de Arte 2015 e recebeu menção honrosa no POY LATAM (Pictures of the year) e no FINI 2017 (Festival Internacional de la Imagen, México).
A cidade de Guaíba encontra-se as margens do lago de mesmo nome e possui 100.000 habitantes. Um aspecto sui generis chama a atenção do lugar: uma grande fábrica de celulose. É a única fábrica de celulose no mundo situada dentro de uma cidade. Em quase todos os pontos desse lugar, podemos visualizar o gigante de ferro e concreto, com suas imponentes chaminés. Muitos defendem que a fábrica contribui na economia local, porém alguns moradores lutam por melhores condições na qualidade de vida da região. Reivindicando medidas para a diminuição dos impactos ambientais e sociais, em especial para a redução da poluição do ar e da água, assim como a poluição sonora que agride fortemente alguns moradores vizinhos.
No mesmo dia o público poderá conferir o lançamento da coleção Primavera-Verão 2018, Jardim Geométrico, de Régis Duarte. A arquitetura e elementos geométricos sempre se fizeram presentes nos trabalhos do artista. Na coleção que segundo ele já é um sopro de primavera, Duarte recorre as aplicações metalizadas em peças amplas de malha, sem pudores na mistura de pratas e ouros ou mesmo ao integrar paetês de dourado refinado com lamês de prateado barato. Flores cilíndricas, pétalas triangulares e galhos cortados com esquadro, são alguns dos elementos dessa coleção que promete o mesmo sucesso dos insetos de crochê, lançados recentemente.
A mostra Balneário Alegria segue em cartaz até 23 de setembro, com entrada franca. A Galeria Mascate fica na Rua Laurindo, 332, Bairro Santana, e funciona de segunda a sexta das 14h às 18h.
Galeria Mascate
Sentindo a carência na cidade de uma galeria que realmente misturasse arte, fotografia contemporânea, design e moda, Tiago Coelho e Régis Duarte inauguraram a Galeria Mascate em setembro de 2011 e já passaram pelo espaço diversas mostras coletivas e individuais, de artistas locais e internacionais. As obras são apresentadas inseridas nos espaços do Barraco Estúdio, deixando de lado a caixa branca usada tradicionalmente em mostras, museus e galerias, para serem percebidas como parte do ambiente, com um clima de “lá em casa”, como se o visitante estivesse em uma sala de estar, não em um espaço de arte.
“Nossa intenção é fazer com que o distanciamento entre arte e público seja eliminado”, afirma Duarte. O nome Mascate remete a comércio, consumo de uma maneira popular e acessível. O espaço também conta com a Loja de Museu, onde é possível adquirir além das obras à venda na galeria, peças de coleções femininas e masculinas de Régis Duarte, publicações, acessórios, entre outros.
SERVIÇO
Balneário Alegria, mostra de Tiago Coelho + lançamento da coleção Primavera-Verão 2018 Jardim Geométrico, de Régis Duarte
Inauguração – 26 de agosto, 19h
Até 23 de setembro
Entrada Franca
Galeria Mascate – Rua Laurindo, 332 – Bairro Santana – Porto Alegre – RS
De segunda a sexta, das 14h às 18h | Barracoestudio.com.br

Nomes das artes visuais, teatro, música e cinema participam dos debates Tropicálias 1967- 2017 – 50 anos em revisão
A CAIXA Cultural Rio de Janeiro promove, de 29 de agosto a 1º de setembro de 2017 (terça a sexta-feira), o ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão, que reúne oito pesquisadores e realizadores do teatro, música, artes visuais e cinema para discutir um período histórico que ainda opera como um potente motor ideológico nos campos da cultura e da arte do Brasil contemporâneo. Os debates ocorrem sempre às 18h30, com entrada franca e retirada de senhas uma hora antes de seu início. O evento tem a idealização e a curadoria de André Masseno e patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.
“Levando em consideração o panorama de 1967, como pode ser entrevisto o Brasil de 2017? Como os preceitos éticos e estéticos destas tantas tropicálias ainda reverberam no momento atual e podem, sobretudo em retrospecto, oferecer uma visão arguta do país do presente?”, indaga o curador André Masseno.
Com o objetivo de discutir tais questões, o projeto apresenta e analisa, em quatro encontros, uma intricada e complexa relação entre arte, indústria e mercado, que viu moldar, na Tropicália, uma constelação artística composta por agentes (contra)culturais que buscavam saídas reflexivas para um contexto nacional sufocado pela ditadura.
Participam das palestras Luiz Tatit e Miguel Jost, em debate sobre as sonoridades tropicalistas e o álbum-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis; Ricardo Basbaum e Fred Coelho analisam obras de Hélio Oiticica e Décio Pignatari; Victor Hugo Adler Pereira e José da Costa abordam O Rei da Vela, espetáculo com texto de Oswald de Andrade e dirigido por José Celso Martinez Corrêa; e Vladimir Carvalho e Jorge Furtado, que explicitam as relações entre o Cinema Novo e a Tropicália debatendo Terra em Transe, de Glauber Rocha.
O evento é destinado a públicos diversos: estudantes do ensino médio, universitários, artistas, pesquisadores e todos que se interessam pelo período e pela produção cultural e artística nacional.
Programação (sempre às 18h30):
29/08 (terça-feira)
Sonoridades tropicalistas, com Luiz Tatit
A influência do tropicalismo na canção brasileira pode ser avaliada sob dois ângulos igualmente importantes no quadro geral de nossa cultura artística. O primeiro considera o tropicalismo como um ato de intervenção brusca – e até certo ponto inesperada – num momento crucial de ebulição da música popular no Brasil. O segundo ângulo examina o movimento como um desejo de assimilação (mistura) que se tornou perene no âmbito da canção e que tem sua contrapartida no gosto pela depuração (triagem) introduzido pela bossa nova.
Tropicália ou Panis et Circensis, com Miguel Jost
O objetivo é debater de forma crítica as interações entre as propostas tropicalistas, suas relações com o mercado e a cultura pop, e sua oposição frontal contra um projeto de defesa da cultura nacional popular como definida no âmbito dos centros populares de cultura (CPCs) da UNE. Ainda na clave dessa concepção original dos tropicalistas sobre a contaminação da cultura nacional por elementos da cultura pop internacional, discutir também, sob a luz do debate entre Caetano Veloso e o professor da USP Roberto Schwarz, a oposição entre o tropicalismo e pensamento marxista na forma como este foi lido e desenvolvido no Brasil dos anos 1960.
30/08 (quarta-feira)
Corpos tropicalistas nas artes visuais, com Ricardo Basbaum
Serão comentados alguns temas relacionados ao período tropicalista, em sua relação com as pesquisas das artes visuais – especialmente em torno de duas das mais emblemáticas expressões daquela época: da adversidade vivemos, de Hélio Oiticica e geleia geral brasileira, de Décio Pignatari. Naquele momento, o que se queria com tais afirmações, que parecem indicar um interesse pelo confronto (“adversidade”) e mistura e multiplicidade (“geleia”)? Como tais frases poderiam ser atualizadas hoje, frente aos desafios do século XXI para o campo da arte e da cultura contemporâneas? Serão organizados comentários que apontam para a fórmula “geleia adversa” ou “adversa geleia” como eventual modo de resistência à economia da cultura tal qual se apresenta hoje, no sentido de buscar possibilidades efetivas de intervenção e resistência.
Tropicália (Hélio Oiticica), com Fred Coelho
A fala será dedicada aos textos de Hélio Oiticica escritos durante os anos de 1968 e 1969 e que relacionam sua obra Tropicália (1967) com os desdobramentos do movimento musical denominado Tropicalismo. A partir de suas ideias sobre uma “nova imagem”, a formação de uma vanguarda brasileira e os trabalhos do chamado Grupo Baiano, acompanharemos a Tropicália desde as críticas do seu criador aos usos modistas no Brasil até a recusa crítica em apresentá-lo na exposição Information (MoMA, NY, 1970), quando Oiticica envia outro trabalho em seu lugar. A ideia de uma “imagem do Brasil” nesse período será chave para o debate.
31/08 (quinta-feira)
A cena tropical brasileira, com Victor Hugo Adler Pereira
A montagem de O Rei da Vela evidenciou as dificuldades da intelectualidade e das plateias “bem pensantes” encararem suas contradições ideológicas e a convivência do país do cosmopolitismo modernizante com o tradicionalismo patriarcal e as heranças do “atraso”, da chanchada e do melodrama. A produção musical dos tropicalistas explorou esses e outros desequilíbrios, desafiando os padrões de gosto e a rigidez de posições ideológicas. A discussão abordará como a diversidade estética e temática do teatro que resistiu aos desafios do período ditatorial e posteriores a ele relaciona-se à abertura de perspectivas do tropicalismo.
O Rei da Vela (Oswald de Andrade e José Celso Martinez Corrêa), com José da Costa
A palestra vai abordar as necessidades artísticas e intelectuais que levaram José Celso Martinez Corrêa a encenar O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, no ano de 1967 e sua importância na trajetória criativa do diretor a partir daquele momento. O que se buscará, em primeiro lugar, é contextualizar a realização do espetáculo na época em que surgiu: período de governo totalitário e de práticas diferenciadas de resistência e contestação, de caráter político, cultural e comportamental. Em segundo lugar, pretende-se discutir como algumas das concepções teatrais que emergem no teatro de José Celso Martinez Corrêa no final dos anos 1960 se atualizam, posteriormente, no filme O Rei da Vela, realizado pelo encenador em parceria com o cineasta Noilton Nunes, no início da década de 1980. Será debatido, ainda, como algumas dessas concepções e métodos artísticos adotados no período tropicalista, mesmo transformados, persistem nos trabalhos do Teatro Oficina construídos a partir da década de 1990.
01/09 (sexta-feira)
Cinema e alegorias tropicalistas, com Vladimir Carvalho
O Cinema Novo e o tropicalismo nascem praticamente da mesma fonte original. O primeiro um pouco antes, mas ambos têm, a nosso juízo, muito a ver com o momento em que o país conheceu um extraordinário impulso em direção ao seu desenvolvimento e transformação, no início dos anos de 1960, com sensível influência na cultura e nas artes. Os filmes desse período apresentavam um forte compromisso em espelhar a realidade social que vivíamos. Revê-los hoje nos coloca frente a frente com as possibilidades de melhor compreendermos a atualidade presente e o papel do cinema que queremos.
Terra em transe (Glauber Rocha), com Jorge Furtado
Nelson Rodrigues definiu brilhantemente Terra em Transe como um “vômito triunfal”. Dá para imaginar o efeito daquela ópera barroca tropical num país careta como o Brasil da ditadura militar, com procissões da família católica pelas ruas e artistas de terno e gravata. Acontece que uma obra seminal de um grande artista funciona como um pedra jogada num lago, expande sua força para muito além do seu tempo. Terra em Transe deve ser revisitado de tempos em tempos, como todos os clássicos. Eles nos lembram de o quanto mudamos e de o quanto permanecemos iguais.
Ficha técnica:
Idealização e Curadoria: André Masseno.
Produção e Coordenação Geral: Quintal Produções
Direção Geral: Verônica Prates
Coordenação Artística: Valencia Losada
Coordenação de Planejamento: Maitê Medeiros
Produtor Executivo: Thiago Miyamoto
Programação visual: Karin Palhano
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Serviço:
Ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão
Entrada Franca (com distribuição de senhas uma hora antes de cada encontro)
Data: 29 de agosto a 01 de setembro (de terça a sexta-feira)
Horário: 18h30
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Lotação: 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Facebook: http://www.facebook.com/tropicalias50anosemrevisao


Evento gratuito promove shows de Renato Borghetti, Luiz Carlos Borges, Marcello Caminha e oficinas de música instrumental para crianças
De 27 de agosto a 01 de setembro o público que visitar a Expointer poderá conferir uma série de atividades gratuitas que integram a programação do I Encontro de Arte Tradicional. Realizado pela Idealize com o apoio da ABCCC – Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos através da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, o projeto tem como objetivo promover ações culturais gratuitas para valorizar e difundir a cultura rio-grandense através da música.
Estão previstos dois shows e seis oficinas de música instrumental gratuitos. As atividades formativas serão oferecidas para alunos da rede pública de ensino de Esteio e ministradas pelo Grupo Mas Bah, totalizando 180 crianças e adolescentes de 07 a 16 anos beneficiados com as oficinas. É necessário prévio agendamento pelo telefone 51 998332277.
A programação musical inicia no domingo, 27 de agosto, às 19h, com apresentações de Renato Borghetti e Luiz Carlos Borges em um palco montado na pista da ABCCC. Na sexta 01 de setembro, às 18h, é a vez de Marcello Caminha com participação especial do Grupo Mas Bah. As atividades têm entrada franca para os visitantes da Expointer.
I Encontro de Arte Tradicional
Todas as atividades com entrada franca para os visitantes da Expointer
27 de agosto
19h – shows Renato Borghetti e Luiz Carlos Borges
Pista da ABCCC
31 de agosto e 01 de setembro
Oficina de Música Instrumental com Grupo Mas Bah
Tatersal de Leilões ABCCC
01 de setembro
18h – Marcello Caminha com participação especial do Grupo Mas Bah
Pista ABCCC