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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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novembro 2016

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Espetáculo Terremota na imprensa

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“Flamenco Imaginário” tem apresentações gratuitas na II Mostra de Artes Cênicas e Música do Teatro Glênio Peres

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Primeira produção para o público infantil produzida pela Cia de Flamenco Del Puerto tem sessões nos dias 26 e 27 de novembro

 

Porto Alegre, 16 de novembro de 2016 – Depois do sucesso de suas temporadas em Porto Alegre e uma turnê por cinco cidades do RS, o espetáculo Flamenco Imaginário, primeira produção para o público infantil produzida pela Cia de Flamenco Del Puerto, retorna a cartaz na Capital com duas apresentações gratuitas na II Mostra de Artes Cênicas e Música do Teatro Glênio Peres, nos dias 26 e 27 de novembro. O evento é uma realização da Câmara Municipal de Porto Alegre.

Flamenco Imaginário é livremente inspirado na dramaturgia de “O corcunda de Notre Dame”, de Victor Hugo. A montagem se propõe o desafio de desenvolver uma obra com identidade flamenca focada nos pequenos e conta com trilha sonora inédita composta especialmente para o projeto por Giovani Capeletti e figurinos de Antonio Rabadan. Idealizado por Daniele Zill, tem direção de Denis Gosch e coreografias de Juliana Prestes. No elenco, além de Daniele, Ana Medeiros, Juliana Kersting e Leonardo Dias.

As sessões acontecem às 16h, no Teatro Glênio Peres (Av. Loureiro da Silva, 255), com retirada de senhas a partir do dia 22 de novembro no Memorial da CMPA até 25/11. Os ingressos que não forem distribuídos até sexta-feira, serão disponibilizados nos dias das apresentações.

A Cia Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa do flamenco como linguagem, envolvendo técnica, expressividade e aspectos histórico-culturais. O grupo já circulou por todo o país com suas montagens, recebeu prêmios e indicações, entre eles o troféu Açorianos de Melhor Espetáculo por Tablao e Las Cuatro Esquinas.

Ficha técnica

Idealização: Daniele Zill
Direção: Denis Gosch
Coreografia: Juliana Prestes
Bailarinos: Ana Medeiros, Daniele Zill, Juliana Kersting e Leonardo Dias
Trilha Sonora Original: Giovani Capeletti
Design e Operação de Luz: Leandro Gass
Técnico de som: Zé Derly
Figurinos e Cenário: Antonio Rabadan
Produção executiva: Daniele Zill e Juliana Kersting
Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

REALIZAÇÃO: Del Puerto Produções e Câmara Municipal de Porto Alegre

Serviço:

Flamenco Imaginário

II Mostra de Artes Cênicas e Música do Teatro Glênio Peres

26 e 27 de novembro, sábado e domingo, 16h

Teatro Glênio Peres (av. Loureiro da Silva, 255)

**INGRESSOS podem ser retirados no Memorial da CMPA (av. Loureiro da Silva, 255) a partir do dia 22/11, terça-feira, até o dia 25/11, sexta-feira.  Os ingressos que não forem distribuídos até sexta, serão disponibilizados nos dias das apresentações.

Imagens – https://www.youtube.com/watch?v=96DPkdYr5b0

www.delpuerto.com.br | facebook.com/flamencoimaginario

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Cine Esquema Novo 2016 – Arte Audiovisual Brasileira divulga vencedores da Mostra Competitiva Brasil

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Cinema Novo, de Eryk Rocha, foi escolhido pelo júri para receber o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2016

 

Na última quinta-feira, 10 de novembro, o Cine Esquema Novo 2016 – Arte Audiovisual Brasileira divulgou os ganhadores da Mostra Competitiva Brasil em cerimônia de premiação na Cinemateca Capitólio. O júri, composto pelo pelo professor do Instituto de Artes da UFRGS, Eduardo Veras, a jornalista e professora no curso de Cinema da UFPel, Ivonete Pinto e o diretor, roteirista e montador Vicente Moreno, elegeu o filme Cinema Novo, de Eryk Rocha o vencedor da noite, que recebeu o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2016 e diversos serviços dos apoiadores Kiko Ferraz Studios, Lilit Laboratório Digital, Psycho´n´Look e Locall.

As 44 obras exibidas em sessões de cinema, videoinstalações, projeções e performance de rua foram avaliadas pelos jurados, que teve a missão de criar livremente quatro prêmios destaque além de indicar o Grande Prêmio do Cine Esquema Novo 2016, todos eles acompanhados de uma justificativa que explicita as razões da escolha. As produções selecionadas foram Rifle, de Davi Pretto, Jonas e o Circo sem Lona, de Paula Gomes, Solon, de Clarissa Campolina e Woman Without a Mandolin, de Fabiano Mixo.

Cinema Novo recebeu o troféu do Grande Prêmio Cine Esquema Novo, confeccionado pelo artista Luiz Roque, e prêmios em serviços (veja lista completa abaixo) oferecidos por Kiko Ferraz Studios, Lilit Laboratório Digital, Psycho N’ Look e Locall. O coordenador de Cinema, Video e Foto da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Marcus Mello, recebeu os prêmios pela equipe.

O evento reuniu durante uma semana de programação um público de mais de 2500 pessoas, que acompanharam as exibições, cursos e palestras que ocorreram na Cinemateca Capitólio, sede do CEN, Goethe-Institut Porto Alegre, Instituto Ling e Fluxo – Escola de Fotografia Expandida. Em 2016, o festival que desde 2003 promove a diversidade da imagem através do conceito de Arte Audiovisual – uma proposta capaz de englobar tanto a ideia do cinema quanto das artes visuais, voltou a ser anual e competitivo.

O CEN é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, em correalização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, através da Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura e Goethe-Institut Porto Alegre; coprodução da Pátio Vazio e apoio institucional do Instituto Ling, Departamento de Artes Visuais e Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS, Fluxo – Escola de Fotografia Expandida e Tecna – Centro Tecnológico Audiovisual do RS. Para informações sobre o evento e programação, acesse: www.cineesquemanovo.org

Saiba Mais

Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2016

“Parece documentário, mas vai além, construindo-se como poderoso ensaio poético. Ressignifica, não segue cartilhas, critica o próprio objeto. Experiência profunda de montagem, atualiza e redescobre a potência das imagens em um novo contexto”.

CINEMA NOVO, de Eryk Rocha (RJ)

 

Prêmio Destaque Cine Esquema Novo 2016 – vencedores

“Distante dos esquemas tradicionais dos filmes bombacha-e-chimarrão, mas percorrendo o mesmo cenário pampiano, não se entrega às facilidades narrativas ao acompanhar as inquietações de um personagem à margem do heroísmo”.

RIFLE, de Davi Pretto (RS)

 

“Um retrato sensível que, ao assumir o seu processo criativo, espelha e ao mesmo tempo altera a realidade que documenta, dividindo com o personagem o anseio da criação artística”.

JONAS E O CIRCO SEM LONA, de Paula Gomes (BA)

 

“O cenário pós-catastrófico, o desenho de som arrojado e a sugestão política constroem uma experiência sensorial perturbadora”.

SOLON, de Clarissa Campolina (MG)

 

“Uma tradução audiovisual precisa do cubismo ao justapor em um único plano múltiplas perspectivas de uma mesma figura”.

WOMAN WITHOUT A MANDOLIN, de Fabiano Mixo (BR-RJ / ALE)

 

Prêmios em serviços

Kiko Ferraz Studios

– 40 horas de edição de som

– 12 horas de mixagem

– 6 horas de foley

– 4 horas de estúdio para dublagem

 

Lilit – Laboratório Digital

– Preparação de 5 diárias de material bruto para montagem, incluindo: conversão com LUT offline para software de edição, sincagem por timecode e/ou claquete, organização no software de edição.

– Backup duplo em fitas de LTO 05 (até 5Tb, sem a mídia)|

 

Psycho n’Look

– 10 horas de correção de cor

– 1 DCP de um filme de até 15 minutos

 

Locall

– R$ 5.000,00 (cinco mil reais) em aluguel de equipamentos a serem resgatados nas filiais dos estados de São Paulo, Curitiba ou Porto Alegre.

 

Júri

EDUARDO VERAS – Eduardo Veras é professor do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), atuando no Bacharelado em História da Arte e no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. É membro do Comitê Brasileiro de História da Arte. Integra o Conselho Deliberativo da Fundação Vera Chaves Barcellos e o Comitê de Acervo e Curadoria da Fundação Iberê Camargo.

IVONETE PINTO – Jornalista, doutora em Cinema pela USP; professora no curso de Cinema da UFPel; editora das revistas Teorema e Orson; sócia fundadora e ex-vice-presidente da Abraccine – Assoc. Brasileira de Críticos de Cinema; sócia-fundadora e ex-presidente da Accirs (Assoc. e Críticos de Cinema do RS); participou de júris em festivais como Gramado, Mar del Plata, Teerã, Cine Ceará,  Mostra de São Paulo, Havana, Cartagena e FestRio. É autora dos livros A Mediocridade, Descobrindo o Irã e Samovar nos Trópicos.

VICENTE MORENO – Vicente Moreno atua como diretor, roteirista e montador. Entre seus trabalhos recentes está o curta Depois da Avenida, a série Grandes Cenas e o longa Dromedário no Asfalto, do qual foi montador e produtor executivo. Graduou-se realizador audiovisual pela UNISINOS, onde atualmente é professor de montagem e roteiro, e concluiu seu mestrado em comunicação pela PUCRS, com ênfase em narratologia. Foi também professor convidado na CINETVPR em Curitiba e na Especialização em Cinema da UNISINOS.

Números do CEN 2016

Público de 2500 pessoas

5 filmes premiados

3 mostras

44 filmes selecionados para Competitiva Brasil

59 artistas (10 duos e 4 coletivos)

32 filmes em exibição na Cinemateca Capitólio (sessões às 19h e 21h)

4 filmes nos espaços expositivos do Capitólio

3 filmes no Instituto Goethe

4 filmes no Instituto Ling

1 performance pelas ruas da cidade

Mais de 35h programação em sala de cinema, galerias, ruas e paredes da cidade;

14 sessões em sala de cinema

14 filmes dirigidos por mulheres

14 filmes gaúchos (realizados aqui ou em outras plagas)

5 atividades formativas

 

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