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Teatro Mototóti realiza turnê em São Paulo a partir de 30 de abril

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Companhia gaúcha de teatro de rua apresenta espetáculos de seu repertório em São Paulo, Santos e Jundiaí

 

A partir de 30 de abril, o Teatro Mototóti, companhia gaúcha de teatro de rua, apresenta espetáculos de seu repertório nas cidades de São Paulo, Santos e Jundiaí, em uma turnê que segue até o mês de junho.

Além das apresentações dos espetáculos O Vendedor de Palavras e Flor da Vida, o grupo ministra a oficina A essência do teatro de rua. As atividades ocorrem em diversas unidades do SESC/SP, além de participação na X Mostra de Teatro de São Miguel Paulista.

Em O Vendedor de Palavras, o grupo inicia uma jornada no universo do trabalho autoral, comprometido com a arte como um canal de comunicação entre criadores e público. Com versões em português e espanhol, este espetáculo já percorreu o Brasil, Argentina e Uruguai. O grupo já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades. A montagem é a primeira da companhia, tendo estreado em 2009. O Vendedor de Palavras conta a história de Milho, um menino do interior que sonha em ir para a capital e encontrar sua “amiga” Espiga, que o espera para juntos encherem o mundo de pensamentos, sonhos e palavras. Os avós de Milho, Odete, uma impertinente senhora alemã; e Adam, um grande inventor Inglês, não irão poupar palavras nem artimanhas para manter o jovem sob suas asas, garantindo boas risadas e o humor próprio do teatro popular, feito para a rua.

Flor da Vida é a mais recente produção do grupo, vencedora do prêmio Funarte Artes na Rua 2013. A dramaturgia foi construída a partir de uma tragédia que os atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre viveram. No ano de estreia do primeiro espetáculo do grupo um incêndio avassalador destruiu quase tudo o que eles tinham em casa, exceto o material do teatro. “Flor da Vida é o momento em que transformamos a dor desse triste episódio em riso e em arte”, revelam. A montagem, que estreou em 2014, contou com um processo de pesquisa e criação em Porto Alegre e Campinas. O grupo buscou parceiros mais experientes na área da palhaçaria, assim surgiram os intercâmbios com palhaços gaúchos, uma iniciativa que proporcionou trocar experiências com oito grupos/artistas da capital e interior do Rio Grande do Sul. Mais tarde, se juntou ao trabalho um dos grandes mestres da palhaçaria no Brasil: Ésio Magalhães, responsável pela orientação palhaçística e assistência de direção do espetáculo. Na peça, os palhaços Charle’s Tone e Thalia Thaluda contam a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.

A oficina A Essência do Teatro de Rua é ministrada pelos atores fundadores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, que dividem com os alunos saberes e práticas da arte de rua. Os integrantes do Mototóti trabalham com teatro de rua há 18 anos, sendo nove deles desenvolvendo atividades dentro da companhia, ministrando em diversas cidades do país workshops para atores, professores e não atores, a convite de grupos, festivais e instituições. “A rua é um espaço transformador por natureza, onde o pré-estabelecido dá lugar ao inusitado, exigindo de cada um o despojamento, o desapego, a flexibilidade e fluidez tão necessários a essa arte”, afirma Fernanda. Para a atriz, o curso é uma oportunidade de desenvolver novas práticas de atuação, mas também uma experiência pessoal: “são vivências que levamos para a vida pessoal, os relacionamentos e também o trabalho”, conta. A oficina abordará temas como concentração, voz e musicalidade, percepção de espaço, espontaneidade, improvisação, trabalho em grupo, entre outros.

As atividades promovidas pelo grupo em SP ocorrem até 02 de junho, com entrada franca. Informações sobre as apresentações e oficina, confira na programação abaixo.

Turnê Teatro Mototóti São Paulo/SP 2016

SESC Pinheiros

O Vendedor de Palavras         

30 de abril – 12h – Área de convivência da unidade

01 de maio – 12h – Área de convivência da unidade

Entrada franca

SESC Pinheiros

Flor da Vida

07 de maio – 16h – Área de convivência da unidade

08 de maio – 16h – Área de convivência da unidade

Entrada franca

SESC Santos

O Vendedor de Palavras: 14 de maio – 17h30 – no saguão do teatro

Flor da Vida: 15 de maio – 17h30 – no saguão do teatro

Entrada franca

X Mostra de Teatro de São Miguel Paulista

Flor da Vida – 20 de maio – 19h – Praça do Casarão (R. São Gonçalo do Rio das Pedras, s/n. Vila Mara / Jardim Helena)

Entrada franca

SESC Jundiaí

Projeto “Cia na Casa”

O Vendedor de Palavras – 28 de maio às 17h – Área de convivência da unidade

Flor da vida – 29 de maio às 11h – Área de convivência da unidade

Flor da Vida – 01 de junho às 10h e às 14h – Área de convivência da unidade

Oficina “A Essência do Teatro de Rua” – de 31 de maio à 02 de junho das 19h às 22h – No teatro da Unidade

Entrada franca

Inscrições para Oficina: SESC Jundiaí – (11) 4583-4900

Saiba Mais:

Sinopse Flor da Vida: O Teatro Mototóti fala de sua própria jornada ao contar a história de dois palhaços, que se encontram e buscam realizar seu grande sonho: fazer teatro! Provando dos sabores e dissabores da vida de casal, Charle’s Tone e Thalia Thaluda caminham juntos fazendo escolhas dia-a-dia, até que um incêndio arrebatador destrói tudo o que eles têm. Bem, quase tudo. De acordo com a simbologia da Flor da Vida*, cada passo interfere diretamente no desenho de uma história. Qual será o desfecho desses dois? Para onde eles foram quando pensavam já não ter mais para onde ir? Este é um momento de grande alquimia do Grupo, que se vale da linguagem do palhaço para tocar o intangível e contar a história de amor, superação e perseverança de seus criadores. https://www.youtube.com/watch?v=TkNz3C-VNWw

* Flor da Vida é o nome dado a uma figura geométrica formada por vários círculos sobrepostos, num padrão de flor, representando as formas fundamentais de espaço e tempo. Nesse sentido é uma expressão visual da vida, tecendo ligações entre todos os seres, carregando em si informações básicas de todas as coisas vivas. Acredita-se, desde a mais remota antiguidade, que cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece este padrão: ele é o padrão dacriação e da vida em todo lugar. Então não poderíamos ter encontrado uma simbologia melhor para acolher nosso novo trabalho: A Flor da Vida.

Sinopse O Vendedor de Palavras: Há uma grande falta de palavras no mundo e as pessoas ficam repetindo e repetindo as mesmas poucas que têm. Se cada palavra vale um pensamento, quanto mais palavras, mais pensamentos! Essa é a descoberta de Milho, um menino do interior que sonha em ir para a capital e encontrar sua “amiga” Espiga, que o espera para juntos encherem o mundo de pensamentos, sonhos e… palavras!!! Os avós de Milho, Odete, uma impertinente senhora alemã; e Adam, um grande inventor Inglês, não irão poupar palavras nem artimanhas para manter o jovem sob suas asas, garantindo boas risadas e o humor próprio do teatro popular, feito para a rua. https://www.youtube.com/watch?v=5HqxghRKZrQ

 O Teatro Mototóti existe há nove anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil. Em 2015 o grupo expandiu seu núcleo de contação de histórias, trazendo à cena o espetáculo Histórias da Bergamotinha, em que utiliza diversos elementos teatrais para contar histórias encenadas e musicadas, apresentando um trabalho multilinguagens que resultou em uma contação de histórias altamente teatral.

Desde 2015 o Mototóti promove mensalmente apresentações de espetáculo e atividades gratuitas em sua sede pública, no Parque Mascarenhas de Morais, em Porto Alegre.  O projeto, intitulado Se Essa Rua Fosse Minha, já recebeu mais de 1500 espectadores e ocorre de forma independente, sem patrocínios ou financiamentos.

http://www.motototi.com.br | www.facebook.com/TeatroMotototi

Sistema Fecomércio-RS/ Sesc e Associação dos Amigos do Theatro São Pedro apresentam “Vermelho”

Venda de ingressos inicia na próxima segunda-feira, dia 22 de outubro

Antonio Fagundes e seu filho Bruno Fagundes, chegam ao Theatro São Pedro nos dias 16, 17 e 18 de novembro com o espetáculo Vermelho, dirigido por Jorge Takla. A produção em Porto Alegre é resultado da parceria exitosa firmada entre o Sistema Fecomércio-RS/ Sesc e Associação dos Amigos do Theatro São Pedro. Em seu ateliê em Nova York, em 1958 o já consagrado artista Mark Rothko recebe pela primeira vez seu novo assistente, Ken. “O que você vê?”, pergunta, apontando para uma das pinturas em que trabalhava. A partir daí, uma bela relação desenvolve-se diante da plateia; um encontro cheio de nuances, em que ambos se permitem indagar e refletir, questionar e ouvir.

Premiadíssimo na Broadway (vencedor de seis Tonys na temporada de 2010), Vermelhoé uma co-produção de Antonio Fagundes e Jorge Takla. Escrita pelo dramaturgo e roteirista John Logan e traduzida por Rachel Ripani, com figurinos de Fabio Namatame, a peça se passa no período entre 1958-1959, quando o pintor russo naturalizado norte-americano – que ganhou notoriedade ao encabeçar o Expressionismo Abstrato -, trabalha em uma série de murais para o sofisticado restaurante Four Seasons, no Edifício Seagram, na Park Avenue, encomendados a ele por uma quantia recorde para a época.

Vermelho é um olhar carinhoso sobre um grande artista consagrado passando o bastão para uma nova geração de novos artistas inquietos, provocadores e talentosos. A peça é também um panorama da arte moderna da New York dos anos 1950. O texto vai muito além de uma biografia de Rothko. “Se deixarmos o artista falar de sua necessidade de comunicação com a plateia e de sua vontade de descobrir a pureza de sua arte, conseguimos ampliar o alcance do texto mais do que se nos limitássemos a imitar o Rothko”, comenta Fagundes. Bruno completa: “É interessante como as discussões podem ser lidas de vários pontos de vista, e tocam em outros âmbitos; é uma troca constante e quase inevitável, como se fosse uma necessidade deles, e isso vai revelando as diversas camadas dos personagens aos poucos.”

A troca de conhecimentos, no entanto, não se dá apenas na ficção. Pela primeira vez, Antônio Fagundes contracena com seu filho, Bruno. No palco, os atores mostram, também, a intimidade construída no processo de criação de um artista. Preparam e misturam a tinta, esticam a tela, debatem a iluminação ideal para, nas palavras do artista, proteger sua obra de arte. Com muita segurança, Rothko conduz Ken – e o público – por um caminho teórico cheio de referências e, ao mesmo tempo, extremamente sensível.

Sobre Mark Rothko

Nascido no ano de 1903 em Dvinsk, na Rússia, Mark Rothko transferiu-se com sua família para Portland, nos Estados Unidos, com apenas dez anos. Apesar de sua má condição financeira, recebeu ótima educação, ingressando na seleta e tradicional Universidade de Yale, em 1921, e vislumbrando uma carreira política que contivesse seu grande engajamento social. No entanto, dois anos depois abandonou os estudos e partiu para um rumo menos acadêmico, estabelecendo-se em Nova York em 1925, quando começou a pintar de forma autodidata.

Mais tarde, estudou a técnica sob a tutela do artista Max Weber, partindo de um estilo realista – como sua série Subways, de 1930 -, para gradualmente desenvolver seu estilo, passeando pelas formas abstratas da década de 1940, até chegar em figuras abstratas que enfatizavam a cor e a forma. Nos anos 1950, distanciou-se do Surrealismo para se tornar um dos principais artistas do movimento Expressionismo Abstrato, ao lado de Jackson Pollock e Willem de Kooning. Sempre com a preocupação de comunicar e de produzir emoção através de suas grandes telas, Rothko evoluiu seu estilo ao simplificá-lo – priorizando a cor e suas sobreposições, desenvolveu em sua obra a noção de “campos de cor”, bastante característica daquele momento.

Mesmo tendo abandonado os estudos na Universidade, Rothko considerava fundamental o conhecimento formal: foi profundo conhecedor de filosofia e arte, sendo muito influenciado pela obra de Friedrich Nietzsche. No período entre 1958-59, retratado no espetáculo Vermelho, Rothko trabalhava na série de murais Seagram, obra encomendada para o sofisticado restaurante Four Seasons, em Nova York. A crise vivida por ele naquele momento culminou na desistência e devolução do dinheiro adiantado pelo trabalho, que hoje encontra-se exposto na Tate Modern, em Londres, na National Gallery of Art, em Washington, e no Kawamura Memorial Museum, no Japão. Além de muito influente como artista, Rothko dedicou-se por décadas ao ensino da arte, lecionando em diversas instituições. Ele suicidou-se em 1970, em Nova York.

Ingressos

A venda de ingressos terá início na próxima segunda-feira, dia 22 de outubro, nas bilheterias do Theatro São Pedro. Os ingressos custam entre R$ 5,00 (exclusivo para comerciários com Cartão Sesc/ Senac nos setores plateia, camarotes centrais e laterais)  e R$ 140,00, com descontos de 50% para os associados da AATSP e para os 100 primeiros do Clube do Assinante e 20% para os demais. Para comerciários, a venda exclusiva ocorre no Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665). – das 8h às 19h30 – Informações: 3284 2070.

Vermelho

Dias 16, 17 e 18 de novembro

Sexta e sábado, 21h | Domingo, 20h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

 

Ingressos

Início das vendas: 22 de outubro

Informações pelo telefone 3227 5100

Duração: 80min

Classificação: 12 anos

Valores dos ingressos:

Plateia: R$ 140,00

Camarotes centrais e cadeiras extras: R$ 120,00

Camarotes laterais: R$ 70,00

Galerias: R$ 40,00

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