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Bruna Paulin

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Fantomaticos apresentam “Dispersão” no dia 14 de março no Sesc Vila Mariana

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Banda gaúcha lança segundo disco em São Paulo

Os Fantomaticos iniciam a agenda de 2014 levando seu disco Dispersão, lançado em 2013, para São Paulo. A banda se apresenta no dia 14 de março, às 20h30, no Sesc Vila Mariana.

Formado por André Krause (voz, baixo e violão nylon), Augusto Stern (voz, guitarra, violão aço, mandolina, qin-qin), Gabriel Hornos (voz, bateria e percussão), Fernando Efron (voz e guitarra) e Rodrigo Trujillo (teclados), o grupo existe desde 1999 e apresenta seu segundo disco.

Com 11 músicas inéditas produzidas pela banda, o álbum foi gravado entre 2011 e 2012 em Porto Alegre no Bunker Estúdio, mixado por Rodrigo Deltoro na Mixplace e masterizado nos EUA, por Brian Lucey no Magic Garden Mastering, responsável pelo álbum El Camino da banda Black Keys, vencedor do Grammy de Melhor Álbum do Ano de 2013.

Dispersão traz referências sobre a passagem do tempo e a relação que se tem com ele”, afirmam. Dispersão remete à dispersão do tempo e a realidade do nosso tempo – muitas informações e pessoas interagindo de forma dispersa, sem união. Também representa a diversidade de estilos e escolhas sonoras do disco. Os músicos acreditam que o resultado das canções é o retrato de uma banda, que, apesar de estar fora do circuito de shows, seguiu produzindo e criando.

O disco mistura uma diversidade de instrumentos acústicos com técnicas e efeitos modernos. Instrumentos exóticos como Charango e Mandolina (Peru), Qin Qin e Gongo (China) e instrumentos tradicionais como guitarra, violão, baixo e piano se misturam a programação de instrumentos virtuais, edição de som criativa e efeitos sonoros de circuit bending.

A banda aproveita a apresentação em São Paulo para lançar seu terceiro clipe de Dispersão, Recorriendo, com estreia prevista para no início de março no programa Udigrudi da PlayTV. Além da divulgação do disco, os músicos já iniciaram a composição de músicas para um novo trabalho, que deve ser lançado em 2015.

Os ingressos custam R$ 12,00 e as vendas iniciam no dia 03 de março às 16h pelo Portal SescSP e no dia 05, nas bilheterias das unidades, às 17h30.

FANTOMATICOS

Dia 14 de março, sexta-feira, às 20h30
Auditório – 128 lugares
Venda de ingresso online, pelo Portal SescSP, a partir de  3  de março, às 16h e  na  rede INGRESSOSESC, nas bilheterias das unidades, a partir de 5 de março, às 17h30.
Não recomendado para menores de 12 anos.
R$ 12,00 (inteira); R$ 6,00 (usuário inscrito no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino com comprovante). R$ 3,00 (trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).

Bilheteria: Terça a sexta-feira, das 9h às 21h30; sábado, das 10h às 21h; domingo e feriado, das 10h às 18h30 (ingressos à venda em todas as unidades do Sesc).  Aceita-se todos os cartões.

Horário de funcionamento da unidade: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábado, das 9h às 21h; e domingo e feriado, das 9h às 18h30.

Estacionamento: R$ 3 a primeira hora + R$ 1 a hora adicional (matriculados no Sesc). R$ 6 a primeira hora + R$ 2 a hora adicional (não matriculados). 200 vagas.

Sesc Vila Mariana
Rua Pelotas, 141
Informações: 5080-3000
sescsp.org.br
Siga-nos: /sescvilamariana

 

Assessoria de Imprensa Fantomaticos

Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

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2013 – um ano de sucesso para Guatambu Estância do Vinho

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Além de diversos prêmios, o ano foi marcado pela inauguração da vinícola enoturística

A Guatambu Estância do Vinho iniciou 2013 com sua maior colheita de uva, reunindo mais de 100 toneladas da fruta, entre tintas e brancas de oito variedades víniferas, o dobro do que o ano anterior, devido ao fato deste ano estarem entrando em produção 11 ha a mais de vinhedos.

Em março, o espumante Poesia do Pampa Brut foi avaliado em primeiro lugar na categoria Brut Charmat no Ranking Vinho SIM de Espumantes Nacionais 2012-2013, promovido pelo site Vinho Sim. De um total de 28 amostras de 17 vinícolas da região Sul, o espumante recebeu pontuação final 17,25 de um máximo de 20. Foi o único, entre brancos e rosés, a receber nota acima dos 16 pontos. O concurso contou com nove jurados especialistas na área, através de degustação às cegas.

Em junho, a Guatambu inaugurou sua sede enoturística, focada no turismo rural. O evento, para imprensa, autoridades e convidados, contou com a presença do ator Thiago Lacerda, que participou dos lançamentos de dois novos rótulos: o espumante Rosé Brut e o vinho Rastros do Pampa Tannat.

O espaço conta com sala de degustação, auditório, salão de eventos para 200 pessoas com parrilla e loja, além da área de produção. A estrutura total é de 3.000 m², sendo o prédio feito em dois níveis, empregando a técnica da gravidade na produção de vinhos, considerada a melhor para produção de vinhos finos de qualidade. É no espaço subterrâneo que são elaborados todos os rótulos da vinícola, visando preservar sua qualidade com maior controle de temperatura.

A loja estilo “boutique” funciona em horário comercial e oferece, além dos vinhos e espumantes produzidos pela Guatambu, produtos produzidos na região da Campanha. As visitas guiadas e degustações acontecem através de agendamento.

As obras para construção do prédio da vinícola iniciaram em fevereiro de 2011, com projeto assinado por Celestino Rossi.  A área turística apresenta referências das estâncias da região do pampa, com decoração rústica, parrilla e móveis feitos com madeira rústicas de antigas cercas e instalações dos campos da família, com decoração assinada pelas arquitetas Deise Pires e Renata Lazzaretti. O salão Rastros do Pampa permite contato visual constante com a natureza local e foi pensado para eventos que reúnem originalidade, requinte e aconchego a uma ocasião.

O tour oferecido apresenta todas as seções de elaboração dos vinhos, desde a produção das uvas, recebimento e desengace das frutas, apresentação da área de controle de qualidade (laboratório), visita às caves e ao engarrafamento. “Se o visitante tiver mais tempo, poderá fazer cavalgada nos vinhedos e conhecer mais sobre a criação de ovinos e bovinos da Estância”, revela Gabriela Pötter.

Em julho, a vinícola recebeu medalhas de ouro e prata no 10º Concurso Mundial de Bruxelas Brasil, com os vinhos Rastros do Pampa Tannat e Cabernet Sauvignon 2012. O evento é chancelado pelo Councours Mondial Bruxelles, considerado a maior premiação da categoria no mundo, chamado de “Copa do Mundo” da degustação de vinhos, julgados por especialistas de diversos países.

Em agosto, a Guatambu participou dos eventos que marcaram o lançamento do filme “O Tempo e o Vento”, de Jayme Monjardim, integrando a carta de bebidas dos coquetéis de lançamento na Expointer, no Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Bagé, reforçando a parceria com a produção do longa metragem, que ofereceu os espumantes da  vinícola na Missa Campal que abriu as gravações, em março de 2012.

Em setembro, dois vinhos da Guatambu foram classificados entre os 30% mais representativos da safra 2013 na Avaliação Nacional dos Vinhos, realizada em Bento Gonçalves. Considerada o Oscar da vitivinicultura brasileira, a avaliação selecionou o vinho Tannat Rastros do Pampa e o base espumante Chardonnay.

A amostra de base espumante da Guatambu foi a única da região da Campanha classificada entre os 30% superiores da safra. Conforme a enóloga Gabriela Hermann Pötter, este vinho foi elaborado para mais tarde ser lançado como espumantes Guatambu Nature e Guatambu Extra Brut, produtos de alta gama da vinícola.

Em outubro, os rótulos da vinícola começaram a ser comercializados pelas 12 adegas de vinhos de alta gama do grupo Angeloni, nas cidades de Criciúma, Florianópolis, Balneário Camboriú, Blumenau, Curitiba, Joinville e Maringá. A rede de supermercados é reconhecida como a maior de Santa Catarina, a terceira da Região Sul e a nona do país. Contando com 27 lojas, a empresa foi eleita dez vezes como “Supermercado do Ano” pela Associação Catarinense de Supermercados, e figura entre as 500 maiores empresas brasileiras, conforme ranking elaborado anualmente pela Revista Exame.

No final do mês, a Guatambu recebeu o Prêmio Vencedores do Agronegócio – edição 2013, promovido pela Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul – FEDERASUL. O case Vinícola Enoturística Guatambu Estância do Vinho foi o vencedor na Categoria Produção Agropecuária.

Foram selecionadas pela Comissão Julgadora iniciativas inovadoras de reconhecido mérito pelo trabalho, pela excelência, resultados, modelo de gestão e qualidade, envolvendo os negócios do complexo da produção rural, do Agrovarejo, Agroindústria e Agroserviços. A Guatambu conquistou o prêmio por ter diversificado a matriz produtiva com a inauguração da vinícola enoturística, agregando vinho, turismo e gastronomia nas tradicionais atividades já existentes na propriedade, de agricultura e pecuária.

Após a inauguração da vinícola, o faturamento aumentou em 120% em relação ao mesmo período de 2012. Mensalmente, a vinícola tem recebido em média 750 pessoas, totalizando 3.000 visitantes em quatro meses de funcionamento.

Perspectivas para 2014

Para o próximo ano, a Guatambu projeta aumentar a produção em 50%, passando de 100 para 150 toneladas de uva processadas, e o faturamento seguir em curva ascendente. Serão lançados em 2013 novos rótulos, como vinho Luar do Pampa Chardonnay 2013, e o vinho da Estância Branco 2013, um corte das uvas Gewürtraminer, Chardonnay e Sauvignon Blanc, engarrafado com moderna tampa rosca, “screw cap”.

Além disso, na próxima safra, o investidor francês Gaspar Desurmont fechou parceria com a empresa e irá elaborar um vinho na vinícola com uvas da Campanha Gaúcha, para exportar para a França. O projeto se chama “Vinhetica”.

Saiba Mais

Origem

A origem do empreendimento vitivinícola foi há dez anos, quando foram implantados os primeiros vinhedos, visando diversificar as atividades da Estância Guatambu, do médico veterinário Valter José Pötter. Na época, sua filha Gabriela, formada em Agronomia, motivou a família a fazer um projeto piloto com uvas Cabernet Sauvignon e Chardonnay para aproveitar o excelente clima da região da Campanha (com verões mais secos, com alta insolação, topografia levemente ondulada, inverno adequado para dormência da videira e alta amplitude térmica), extremamente favorável à atividade. Estas características favorecem a produção de uvas com maturação fenólica, taninos maduros, complexidade aromática e gosto aveludado. Com o apoio dos pesquisadores da Embrapa Uva e Vinho, foi elaborado o primeiro vinho Cabernet Sauvignon da Guatambu em escala industrial em 2008, chamado Rastros do Pampa. A estreia no mercado foi um sucesso de comercialização e arrebatou prêmios internacionais, fato que impulsionou os proprietários a investirem solidamente no ramo.

Produção atual

Atualmente são 22 hectares de área plantada, com uma produção de 100 mil garrafas por ano, e previsão de aumento para 180 mil unidades a partir de 2014. Os vinhedos estão localizados na latitude 30º58’ sul – a mesma de países como Argentina, Chile, África do Sul e Austrália, referências na produção de vinhos. A vinícola investiu na produção das uvas Cabernet

Sauvignon, Tannat, Tempranillo, Merlot, Pinot Noir, Chardonnay, Sauvignon Blanc e Gewürztraminer. A produção de vinhos é assinada pela Eng. Agrônoma e enóloga Gabriela Hermann Pötter, juntamente com os enólogos uruguaios Alejandro Cardozo e Javier Gonzalez Michelena. “Nossos vinhos e espumantes são elegantes, frutados e macios”, comenta Gabriela.

Produção sustentável

Até 2014, toda a energia utilizada para funcionamento da vinícola será fornecida pela propriedade, através de uma estação de coleta de energia solar. “Como a região é extremamente favorecida de sol, resolvermos investir na captação desta energia”, conta Pötter.  A fase 1 do projeto já está em funcionamento, com 18 painéis de sistema fotovoltaico, fornecendo 7% da energia necessária para a vinícola. A fase 2 contará com 300 painéis solares, que serão instalados ao lado da vinícola. Este projeto está em fase de importação dos equipamentos. Quando terminado, o projeto constituirá a primeira usina solar da região da Campanha e a única em vinícola no Brasil.

Além de economia de energia elétrica, o sistema registra a economia na emissão de CO2 e devolverá à rede de energia a produção sobressalente que não for utilizada.  “Nosso consumo no pico é de 20 mil quilowatts por mês. Com a instalação do sistema fotovoltaico, vamos garantir uma economia financeira e de energia”, conta. Foram investidos R$ 680 mil para a implementação do projeto. “Nossa trajetória empresarial sempre foi norteada pela inovação e sustentabilidade econômica, social e ambiental dos empreendimentos. No caso da vinícola não poderia ser diferente”, afirma.

A sustentabilidade também é encontrada no fornecimento de água do local. Reservatórios foram construídos para captar água da chuva, que é utilizada para PPCI e irrigação dos jardins. Outra parte segue para estação de tratamento, construída dentro dos padrões da Organização Mundial da Saúde, produzindo 500 litros de água potável por hora, que é utilizada para no complexo industrial e enoturístico.

Outro destaque é o jardim nativo formado com plantas oriundas do pampa gaúcho, implementado pela equipe da Face Nativa, coordenados pelo gestor ambiental Eduardo Fernández Iglesias e pelo biólogo Fernando Capsi Pires. “Este é o primeiro empreendimento no Brasil que possui um jardim de plantas nativas do pampa gaúcho”, revela Eduardo. O projeto contou com mais de 25 espécies de plantas da região, sendo o primeiro jardim concebido naturalmente no Rio Grande do Sul, incluindo o gramado de campo nativo e o pomar com seis tipos diferentes de frutas. A pesquisa, planejamento e execução do projeto durou um ano. As pedras utilizadas também são do local, encontradas durante a construção das fundações do prédio.

No que tange a produção de uvas, a Guatambu também utiliza uma técnica sustentável e ecológica no controle de doenças fúngicas, com a utilização da máquina Lazo TPC (Thermal Pest Control), que produz um jato de ar quente nos cachos de uva.

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Santa Estação Cia de Teatro apresenta o espetáculo Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar em São Paulo

Apresentações ocorrem nos dias 12, 13 e 14 de julho na Sala Olido, com entrada franca

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A Santa Estação Cia de Teatro apresenta em São Paulo o espetáculo “Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar”, contemplado com o Prêmio Myriam Muniz de circulação da Funarte. As sessões ocorrem nos dias 12, 13 e 14 de julho, na Sala Olido, com entrada franca.

A novidade desta nova etapa do projeto de circulação é a chegada de Janaína Kremer no elenco. A atriz gaúcha participou em 2012 das filmagens do longa metragem dirigido por Jayme Monjardim, “O Tempo e o Vento”, no papel de Bibiana, o mesmo personagem interpretado por Fernanda Montenegro.

O grupo iniciou a caravana nacional em julho de 2012, na cidade de Campinas. Segundo a diretora da companhia, Jezebel de Carli, a escolha das cidades foi marcada pela busca de referências que se identificam com a temática do espetáculo: “As cidades de Curitiba, Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, tão distintas entre si, também são o ponto de interesse desta escolha, uma vez que o universo abordado pelo trabalho se passa em submundos, guetos, difusos e incorporados no desenho de centros urbanos. E é aí onde elas se parecem, cada uma com suas particularidades em cenário e personagens, mas com os mesmos medos e sombras”, afirma.

A montagem estreou em Porto Alegre, sede da companhia, em outubro de 2010. A caravana contempla 10 apresentações gratuitas nas quatro cidades, além de atividades formativas com Diones Camargo, dramaturgo do espetáculo. Em São Paulo, o projeto promove no dia 11 de julho, às 16h, um Bate Papo Online com o Dramaturgo, pelo site da SP Escola de Teatro (http://www.spescoladeteatro.org.br/), onde Camargo responderá perguntas e contará sobre o processo de criação da dramaturgia do espetáculo.

Hotel Fuck está ancorado no diálogo entre a linguagem cinematográfica e teatral e tem como objetivo interferir nos espaços cotidianos da cidade sob a forma de um set de filmagem, com texto dramático de Diones Camargo e direção de Jezebel.  A peça transita entre o teatro, o cinema e a rua. Apresentado ao espectador em cenas decupadas, longe de uma narrativa tradicional, a saga se completa em três dias: Episódio 1 – “Cavando a porta do inferno.”;  Episódio 2 – “Uma temporada no paraíso.” e Episódio 3 – “Eles atiram em lobos.”

O espetáculo traz cenas repletas de assassinato, roubo, sexo, intriga, humor, pitadas de efeitos especiais e personagens do submundo. Ambientado em uma ficção com referência na desconstrução “nonsense” de David Linch, que ora faz lembrar os filmes de Quentin Tarantino e Robert Rodrigues, ora a estética dos quadrinhos de Frank Miller e Alan Moore.

O público acompanha de perto as gravações e os truques utilizados para a realização dos efeitos especiais do que seria um filme de ação, sexo e terror, com muito humor e amadorismo, típicos de uma produção de baixo orçamento.        Os atores jogam além dos personagens do filme Hotel Fuck, as figuras do em torno, ou seja, a equipe técnica: diretor, produtor, diretor de fotografia, assistente, diretor de arte, figurinista, câmera, técnicos de luz e som, etc, provocando a inserção da realidade sobre a ficção e as diferentes camadas que surgem dessa contaminação.

As apresentações em São Paulo têm entrada franca, e as senhas serão distribuídas a partir de 1h antes do evento, na bilheteria do local. O espetáculo encerra a viagem no Rio de Janeiro, em agosto.

Sinopse

Quando Nick Newman, um infame esquartejador de mulheres, decide parar de matar, ele não imagina os problemas que essa decisão irá lhe trazer. A começar por Linda, sua amante imortal, que fica furiosa com a notícia, pois apesar dos insistentes pedidos ela nunca teve a sorte de ser destroçada pelo amado, da mesma forma que este fazia com as outras mulheres. Outra que não suporta a idéia é Audrey, uma mulher misteriosa que planeja vingar-se do homem que a mutilou, anos antes. Para isso, ela contrata Gordon, um detetive durão, sem saber que na verdade este não passa de um ex-ator que vive aprisionado no seu único e derradeiro papel. Essas figuras ainda cruzarão com Ashley, uma diva pornô excêntrica, egoísta e radicalmente egocêntrica; com Loureen, uma diretora fetichista e dominadora, que está em busca do próximo roteiro que lhe colocará novamente atrás das câmeras; e com Jessica, uma transexual dividida pela culpa de um passado obscuro. Para completar esse cenário de pesadelo, um quadro de James Dean, um vestido da Marilyn Monroe, um papel de parede de pinturas rupestres, e uma revelação mística trazida por Leatherface. Garotas com cinta liga e armas em punho, massacres, assaltos a bancos, fetiches e perversões, algemas, couros e muffins, perseguições implacáveis, apostas mal-sucedidas, trocas de identidades, travestismo, esquartejamentos, revelações místicas trazidas por Leatherface, garotões que amam suas Magnum 44, corações partidos, sexo e sangue…  muito sangue. Onde? No Hotel Fuck, baby.

FICHA TÉCNICA

HOTEL FUCK – NUM DIA QUENTE A MAIONESE PODE TE MATAR

Direção: Jezebel De Carli

Texto: Diones Camargo

Elenco: Denis Gosch, Janaina Kremer, Jeffie Lopes, Gabriela Greco, Larissa Sanguiné, Luciana Rossi, Rafael Guerra

Cenário: Juliano Rossi

Figurino: Fabrízio Rodrigues
Iluminação: Nara Maia

Diretor Cenotécnico: Gilberto Goulart

Direção, captação e edição de vídeos: Bruno Goularte Barreto
Trilha sonora pesquisada: Jezebel De Carli, Larissa Sanguiné, Jeffie Lopes e Diones Camargo

Produção: Jezebel De Carli

Produção Executiva e Assessoria de Imprensa: Palco Aberto Produtora

Realização: Santa Estação Cia de Teatro

FICHA TÉCNICA TURNÊ HOTEL FUNCK IN CITY

Direção e produção: Jezebel De Carli

Direção de produção e divulgação: Rodrigo Marquez

Assistência de Produção: Natali Karro

Atores participantes: Janaina Kremer, Denis Gosch, Jeffie Lopes, Gabriela Greco, Larissa Sanguiné, Luciana Rossi, Rafael Guerra

Workshop de Dramaturgia/Curitiba: Diones Camargo

Produtores Locais: Campinas – Cassiane Tomilhero/Brisa Oliveira

Curitiba –  Marcinho Zolá (INSTIGA –  Gestão e Produção Cultural)

Rio de Janeiro – Vanessa Garcia e Guggo Morales

São Paulo –  Cassiano Fraga (Foco Produtora)

Assessoria de Imprensa Nacional: Bruna Paulin – Assessoria de flor em flor

Diretor Cenotécnico: Gilberto Goulart

Responsável técnico iluminação e operador de luz:  Nara Maia

Projeto Gráfico: Sandro Ka/Kátia Ozório

Site: Sandro Ka

Diagramação: Sandro Ka e Diego Leismann

Realização: Santa Estação Companhia de Teatro

Produção Executiva: Palco Aberto Produtora

Histórico da Companhia

A Santa Estação Cia. de Teatro foi fundada em 2003 sob direção de Jezebel De Carli e integrada por atores/bailarinos formados pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e Teatro Escola de Porto Alegre, mantém seu trabalho de criação e produção artística bem como de gestão e programação cultural de um espaço de referencia no âmbito das artes cênicas na cidade de porto alegre, o projeto Usina das Artes – Usina do Gasômetro. Nestes dez anos a Santa Estação na busca de criar uma linguagem própria e inovadora vem produzindo espetáculos, experimentos e performances com reconhecimento de público e crítica.

o   Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar

·         Temporada na praça da Usina do gasômetro – Projeto Usina das Artes – Porto Alegre/RS – 2010/2011;

·         Temporada no Centro Municipal de Cultura – estacionamento, foyer e palco do Teatro Renascença – Porto Alegre/RS – 2011;

·         18º festival Porto Alegre Em Cena – Prêmio Brasken de Teatro e Dança.

·         Premiações: Prêmio Braskem de Melhor Ator no 18º Porto Alegre em Cena/2011.

Santa Estação Cia de Teatro em São Paulo

Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar

12, 13 e 14 julho

Sexta e sábado, 18h

Domingo, 17h

Retirada de senhas 1 hora antes do espetáculo, na bilheteria do teatro

Galeria Olido – Av. São João, 473 – Centro

Bate Papo Online com o Dramaturgo Diones Camargo

11 de julho, 16h, pelo site: http://www.spescoladeteatro.org.br/

Confira o trailer http://www.youtube.com/watch?v=qNrNAYmoONo

Santa Estação Cia de Teatro em caravana

Companhia foi vencedora do Prêmio Myriam Muniz de circulação pela Funarte

Inicia no dia 14 de julho a caravana de circulação do espetáculo Hotel Fuck: num dia quente a maionese pode te matar, da Santa Estação Cia de Teatro, em Curitiba, Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. O projeto foi contemplado com o Prêmio Myriam Muniz de circulação da Funarte.

Segundo a diretora do grupo, Jezebel de Carli, a escolha das cidades foi marcada pela busca de referências que se identificam com a temática do espetáculo: “As cidades de Curitiba, Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, tão distintas entre si, também são o ponto de interesse desta escolha, uma vez que o universo abordado pelo trabalho se passa em submundos, guetos, difusos e incorporados no desenho de centros urbanos. E é aí onde elas se parecem, cada uma com suas particularidades em cenário e personagens, mas com os mesmos medos e sombras”, afirma.

A montagem estreou em Porto Alegre, sede da companhia, em outubro de 2010. A caravana contempla 10 apresentações gratuitas, além de uma Oficina de Dramaturgia com Diones Camargo, dramaturgo do espetáculo, em Curitiba. Nas outras cidades, o grupo vai fazer um intercâmbio de idéias, demonstrações de trabalhos e de treinamento com outros grupos e companhias, chamado “Processos e procedimentos entre grupos”. As apresentações em Campinas acontecem nos dias 14 e 15/07 no Centro Cultural Casarão, e em Curitiba dentro da programação do Palco Giratório Paraná em agosto. Hotel Fuck passa por São Paulo e encerra a viagem no Rio de Janeiro, em datas a confirmar, previstas para novembro.

Hotel Fuck está ancorado no diálogo entre a linguagem cinematográfica e teatral e tem como objetivo interferir nos espaços cotidianos da cidade sob a forma de um set de filmagem, com texto dramático de Diones Camargo e direção de Jezebel.  A peça transita entre o teatro, o cinema e a rua.

Hotel Fuck – Sobre o texto de Diones Camargo

No roteiro, Diones Camargo tece os três episódios idealizados por De Carli movendo-se a partir de personagens criados pelos atores e suas composições cênicas em processos colaborativos entre direção, atores e dramaturgo. Camargo produz um texto atravessado pelo cinema, teatro, literatura e todo o “lixo cultural” que vem se acumulando ao longo das últimas décadas.

Sinopse

Quando Nick Newman, um infame esquartejador de mulheres, decide parar de matar, ele não imagina os problemas que essa decisão irá lhe trazer. A começar por Linda, sua amante imortal, que fica furiosa com a notícia, pois apesar dos insistentes pedidos ela nunca teve a sorte de ser destroçada pelo amado, da mesma forma que este fazia com as outras mulheres. Outra que não suporta a idéia é Audrey, uma mulher misteriosa que planeja vingar-se do homem que a mutilou, anos antes. Para isso, ela contrata Gordon, um detetive durão, sem saber que na verdade este não passa de um ex-ator que vive aprisionado no seu único e derradeiro papel. Essas figuras ainda cruzarão com Ashley, uma diva pornô excêntrica, egoísta e radicalmente egocêntrica; com Loureen, uma diretora fetichista e dominadora, que está em busca do próximo roteiro que lhe colocará novamente atrás das câmeras; e com Jessica, uma transexual dividida pela culpa de um passado obscuro. Para completar esse cenário de pesadelo, um quadro de James Dean, um vestido da Marilyn Monroe, um papel de parede de pinturas rupestres, e uma revelação mística trazida por Leatherface. Garotas com cinta liga e armas em punho, massacres, assaltos a bancos, fetiches e perversões, algemas, couros e muffins, perseguições implacáveis, apostas mal-sucedidas, trocas de identidades, travestismo, esquartejamentos, revelações místicas trazidas por Leatherface, garotões que amam suas Magnum 44, corações partidos, sexo e sangue… muito sangue. Onde? No Hotel Fuck, baby.

FICHA TÉCNICA

Direção: Jezebel De Carli

Texto: Diones Camargo

Coordenação de produção e divulgação: Rodrigo Marquez

Assistência de Produção: Marcinhò Zola

Elenco: Ana Carolina Moreno, Denis Gosch, Jeffie Lopes, Gabriela Greco, Larissa Sanguiné, Luciana Rossi, Rafael Guerra

Cenário: Juliano Rossi

Figurino: Fabrízio Rodrigues

Iluminação:  Luiz Acosta

Captação e edição de vídeos: Bruno Goularte Barreto

Trilha sonora pesquisada: Jezebel De Carli

Produtores Locais: Campinas – Cassiane Tomilhero

Curitiba – Thiago Inácio

Rio de Janeiro – Bruno Lelis

São Paulo – Aysha Nascimento

Assessoria de Imprensa Nacional: Bruna Paulin

Diretor Cenotécnico: Gilberto Goulart

Coordenação Logística Cenografia: Ana Carolina Moreno

Responsável técnico iluminação e operador de luz:  Luiz Acosta

Projeto Gráfico do Espetáculo: Kátia Ozório

Projeto Gráfico da Turnê: Sandro Ka

Site: Sandro Ka

Produção Executiva/Grupo: Palco Aberto Produtora

Realização: Santa Estação Companhia de Teatro

Histórico da Companhia

A Santa Estação Cia. de Teatro fundada em 2003 sob direção de Jezebel De Carli e integrada por atores/bailarinos formados pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e Teatro Escola de Porto Alegre, mantém seu trabalho de criação e produção artística bem como de gestão e programação cultural de um espaço de referencia no âmbito das artes cênicas na cidade de porto alegre, o projeto Usina das Artes – Usina do Gasômetro. Nestes nove anos a Santa Estação na busca de criar uma linguagem própria e inovadora vem produzindo espetáculos, experimentos e performances com reconhecimento de público e crítica.

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