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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Porto Alegre

12ª edição da Mostra Cinema e Diretos Humanos ocorre em Porto Alegre e Viamão até 14 de dezembro com entrada franca

Lucio Flávio 2

Abertura oficial ocorre na Cinemateca Capitólio Petrobras em Porto Alegre na terça, 04 de dezembro

 

Porto Alegre, 29 de novembro de 2018 – A 12ª Edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos chega a Porto Alegre e Viamão no dia 04 de dezembro, com sessões gratuitas no Sesc Viamão e Cinemateca Capitólio Petrobras, além de exibições itinerantes mediante agendamento.  Este é o quinto ano consecutivo que o evento conta com produção local da Primeira Fila Produções.

Em 2018, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 70 anos de existência e é o tema do festival. A mostra será realizada nos meses de novembro e dezembro nas 26 capitais do país e no Distrito Federal e a programação é totalmente gratuita.  Ao todo, serão exibidos 40 filmes, divididos em 4 mostras: Temática, Panorama, Mostrinha, dedicada ao público infanto-juvenil, e Homenagem, que celebra a carreira do ator e diretor Milton Gonçalves. A mostra é uma iniciativa do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), com realização do Instituto Cultura em Movimento (ICEM).

Os filmes abordam as diversas temáticas dos Direitos Humanos, como memória e verdade, questões de gênero, população negra, população indígena, população LGBT, imigrantes, direito das pessoas com deficiência, direito da criança, direito dos idosos, direito da mulher, direito à saúde, direito à educação, diversidade religiosa e meio ambiente.  Para permitir a acessibilidade, todas as sessões contam com closed caption, e em sessões selecionadas haverá áudio descrição e Libras. Os espaços onde ocorrem as exibições também possuem estrutura acessível para receber os diferentes públicos, além de contar com a programação em Braille para consulta.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos surgiu em 1948 como um grito de liberdade e o clamor por respeito, contra o fascismo e as milhões de mortes da 2ª Guerra Mundial. Segundo a Diretora de Promoção e Educação em Direitos Humanos do MDH, Juciara Rodrigues, a Mostra promove ações públicas que transcendem governos, por isso já está em sua 12ª edição. “Trata-se de uma revolução silenciosa e maravilhosa. Vai até as pessoas para mostrar a elas a importância de ser cidadão e do respeito ao próximo. Chega até elas levando educação amorosa e libertária, para que possam refletir qual o nosso papel no mundo. É uma forma de lutar e resistir a qualquer tipo de opressão, de objeção em relação ao exercício da nossa cidadania e direitos.”, diz Juciara.

Com mais de 70 filmes no cinema, o ator e diretor Milton Gonçalves, homenageado na Mostra, é um dos mais prolíficos artistas do país. Presente nas telas e palcos desde a década de 50,  participou da história da televisão, do teatro e do cinema brasileiros. Sua versatilidade dramática e seu talento venceram as barreiras que normalmente são impostas aos artistas negros no país. “Sua atuação no cenário político e sua militância pelos Direitos Humanos e contra o racismo o tornam um desses artistas cuja trajetória precisa ser registrada e cuja história deve ser contada para os jovens. Milton Gonçalves soube como poucos manter um rigor artístico e, ao mesmo tempo, uma atuação e coerência política”, diz a diretora do ICEM Luciana Boal. “Com a proximidade de seus 85 anos de vida, em 2018, é fundamental conhecer o homem, marido, pai, político, ator e diretor Milton Gonçalves”, completa.

Para instituições, grupos e escolas que tenham interesse em receber a itinerância da Mostra ou participar das sessões programadas, os agendamentos devem ser feitos pelo email contato@primeirafilaproducoes.com.br ou através do telefone 51 982980541 até 30 de novembro. O evento ocorre nos dias 04, 05, 06, 07, 11, 13 e 14 de dezembro. Mais informações, acesse: facebook.com/mostradecinemaedireitoshumanosnomundors

 

Programação 12º Mostra de Cinema e Direitos Humanos

 

26/11/2018 – Segunda-feira

 

19h – Salão de Atos da FAMECOS (Prédio 7)

Café com Canela – 1h40 – Brasil

Após perder o filho, Margarida (Valdinéia Soriano) vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próprias. Um dia, Violeta (Aline Brunne) bate à sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante pra ela na juventude.

Tempo: 1h40

Classificação: 14 anos

Janela de Libras

 

 

04/12/2018 – Terça-Feira

 

9h30 – SESC VIAMÃO

 

Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones – 25 minutos – Direito a pessoa com Deficiência – Brasil

História da criação da Banda “Os Goiabeiras” da qual fazem parte três pessoas com deficiência: um paralisado cerebral e dois autistas.

 

Nunca Me Sonharam – 1h24 – Direito à Educação – Brasil

Os desafios do presente, as expectativas para o futuro e os sonhos de quem vive a realidade do Ensino Médio nas escolas públicas do Brasil. Na voz de estudantes, gestores, professores e especialistas, “Nunca me sonharam‟ reflete sobre o valor da educação.

Tempo: 1h49

Classificação: Livre

Closed Caption

 

 

14h30 – SESC VIAMÃO

A Rua Noiz – 14 minutos – Cultura, Educação e Direitos Humanos – Brasil

O documentário trata das realidades enfrentadas dentro da periferia do Grande Bom Jardim, e de como uma mulher que aos 5 anos de idade vendia verduras e aos 35 dirige a maior escola de dança de Fortaleza em número de atendidos.

 

Enrolado na Raiz – 23 minutos – População Negra – Brasil

Mulheres negras falam sobre as diferentes formas de violência física e simbólica que o racismo impõe cotidianamente sobre seus corpos. Desejos, sonhos, frustrações, traumas e enfrentamentos são expostos em falas que recuperam experiências da infância.

Tempo: 43 minutos

Classificação: Livre

Closed Caption

 

19h – SESC VIAMÃO

Eles Não Usam Black Tie – 2h14

Eles não usam black-tie debruça-se sobre os conflitos, contradições e anseios da classe

trabalhadora no final dos anos 1970, na crise final da ditadura militar. Baseado em peça homônima de Gianfrancesco Guarnieri escrita duas décadas antes, o filme adota uma narrativa realista que situa, em pólos antagônicos, a esperança na ação coletiva e a aposta nas saídas individuais, como alternativa de vida para os trabalhadores. Em torno do conflito entre o pai sindicalista, Otávio (Guarnieri), e o filho alienado, Tião (Carlos Alberto Ricelli), constrói-se uma trama comovente que reflete os efeitos da luta pela sobrevivência no seio da família operária. Eles não usam black-tie cativou o

público e a crítica, e recebeu vários prêmios, entre os quais se destaca o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1981.

Tempo: 2h14

Classificação: 14 anos

Closed Caption

 

 

21h – CINEMATECA CAPITÓLIO PETROBRAS (Cinema)

ABERTURA OFICIAL DA 12º MOSTRA DE CINEMA E DIREITOS HUMANOS COM DEBATE

Nós – 6 minutos – Imigrantes – Brasil

O filme mostra a trajetória cíclica dos refugiados através dos tempos, uma reedição de acontecimentos passados.

 

Do Outro Lado – 14 minutos – População LGBT – Brasil

Às vésperas de uma importante decisão, a juíza da Corte Suprema de Taiwan recebe uma carta inesperada.

Tempo: 20 minutos

Classificação: Livre

Closed Caption / com Libras ao vivo

 

 

05/12/2018 – Quarta-feira

 

9h30 – SESC VIAMÃO * Sessão com Debate e Libras

Histórias da Fome no Brasil – 52 minutos – Brasil

“Histórias da Fome no Brasil” mostra uma cronologia da fome no país. Do Brasil Colônia, onde foram plantadas as sementes das desigualdades sociais, até as políticas públicas recentes que culminaram na saída do Brasil, em 2014, do Mapa da Fome divulgado pela ONU, retratamos como se deu o enfrentamento deste mal por parte da sociedade e do governo.

A importância da superação da fome pode ser dimensionada quando consideramos que este flagelo perdurou durante séculos em nosso país e que até recentemente não se vislumbrava a história da crença de que ela era uma fatalidade que nunca reverteríamos, o filme nos aponta o pensamento daqueles que “nadaram contra a corrente”, como Josué de Castro, Dom Helder, Betinho e tantos outros, que acreditaram que a fome era um mal reversível, ocasionada pelos próprios homens e suas políticas.

Tempo: 52 minutos

Classificação: Livre

Libras

 

19h – SESC VIAMÃO

Carandirú – 2h26

Carandiru, história baseada em fatos reais e no livro escrito pelo médico Drauzio Varella (Luiz Carlos Vasconcelos), começa quando ele resolve fazer um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina: a Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru, vítima de um dos dias mais negros da história do Brasil, quando a Polícia Militar do Estado de São Paulo, a pretexto de manter a lei e a ordem, fuzilou 111 pessoas. Ali, o médico toma contato com o que, aqui fora, temos até medo de imaginar: violência, superlotação, instalações precárias, falta de assistência médica e jurídica, falta de tudo. O Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, merece sua fama de inferno na terra. Porém, nosso personagem logo percebe que, mesmo vivendo numa situação limite, os internos não representam figuras demoníacas. Ao contrário, ele testemunha solidariedade, organização e, acima de tudo, uma grande disposição de viver. Não é pouco e é o suficiente para que ele, fascinado, resolva iniciar um trabalho voluntário. Oncologista famoso, habituado a mais sofisticada tecnologia médica, Dráuzio Varella pratica a medicina como os antigos: com estetoscópio, olhar sensível e muita conversa.

 

 

06/12/2018 – Quinta-Feira

 

9h30 – SESC VIAMÃO

Henfil – 1h14 – Brasil

O documentário registra uma proposta curiosa feita a uma turma de jovens

animadores: tentar trazer para a atualidade as obras do cartunista, jornalista e ativista brasileiro Henrique de Souza Filho, o Henfil. Além desse processo, o filme traz depoimentos de amigos e revelações sobre como o artista hemofílico lidava com sua doença e utilizava seus desenhos como instrumento de luta contra a censura política de sua época.

Tempo: 1h14

Classificação: 12 anos

Closed Caption

 

9h30 – CINEMATECA CAPITÓLIO PETROBRAS (CINEMA)

À Espera – 22 minutos – Direito a criança e adolescente e Questão de Gênero – Moçambique

Em Moçambique, 39% de meninas se casam antes dos 15 anos com homens mais

velhos que elas, fazendo com que o país se encontra em 10 lugar entre os países mais afetados pelos casamentos prematuros, negando seus direitos como o da Educação e de serem o que elas quiserem.

 

Chega de Fiu Fiu – 1h13 – Questão de Gênero – Brasil

O retrato do dia a dia de três mulheres com vidas distintas, mostrando como a

violência de gênero é constantemente praticada no espaço público urbano. Dessa

forma, as diretoras Amanda Kamanchek Lemos e Fernanda Frazão procuraram

especialistas para discutir sobre o assunto, buscando encontrar respostas e

alternativas para a uma questão fundamental: Será que as cidades foram feitas para as mulheres?

Tempo: 1h35

Classificação: 14 anos

Closed Caption

 

 

14h30 – SESC VIAMÃO

Rua das Casas Surdas – 8 minutos – Memória e Verdade – Brasil

Em uma vizinhança silenciosa, durante a ditadura nos anos 70, Carlos e Ernesto aproveitam o intervalo do jogo no rádio para voltar ao trabalho.

 

Marcos Medeiros – Codinome Vampiro – 1h11 – Memória e Verdade – Brasil

O documentário apresenta Marcos Medeiros, um personagem esquecido da nossa história que foi líder estudantil em 1968. Preso, torturado, cassado e exilado na Europa, Marcos começou a se dedicar ao cinema, tendo feito curtas com Chris Marker na França, um longa com Glauber em Cuba, e depois trabalhado na Itália com Rosselini. de volta ao Brasil, nos anos 80, com a anistia, Marcos inicia um trabalho pioneiro em vídeo, mas não encontra um espaço para viabilizar sua arte que não se identificava com o main stream. A incapacidade de se inserir numa sociedade burguesa e sem utopias leva Marcos à depressão. Morre em 1997 depois de uma longa internação no Pinel.

Tempo: 1h19

Classificação: 16 anos

Closed Caption

 

18h30 – Associação de Cegos do Rio Grande do Sul / ACERGS

Sessão com Audiodescrição

Heróis – 1h10 – Brasil

A judoca Rafaela Silva foi a primeira atleta da delegação brasileira a ganhar uma medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio em 2016, levando toda nação as lágrimas. Popople Misenga, o congolês convidado a participar da delegação composta por refugiados, fez o mesmo. Além disso, como esquecer de Rogério Sampaio e o ouro no mesmo esporte durante as Olimpíadas de Barcelona em 1992. A partir de uma abordagem heroica, a carreira desses desportistas é transformada em filme.

Tempo: 1h10

Classificação: Livre

Closed Caption/ Audiodescrição

 

19h – SESC VIAMÃO

 

O Que é Isso Companheiro – 1h50

Em 1964, um golpe militar derruba o governo democrático brasileiro e, após alguns anos de manifestações políticas, é promulgado em dezembro de 1968 o Ato Constitucional nº 5, que nada mais era que o golpe dentro do golpe, pois acabava com a liberdade de imprensa e os direitos civis. Neste período vários estudantes abraçam a luta armada, entrando na clandestinidade, e em 1969 militantes do MR-8 elaboram um plano para sequestrar o embaixador dos Estados Unidos para trocá-lo por prisioneiros políticos, que eram torturados nos porões da ditadura.

Tempo: 1h50

Classificação: 14 anos

Closed Caption

 

07/12/2018 – Sexta-Feira

 

19h – SESC VIAMÃO * Sessão com Debate

Batuque Gaúcho – 26 minutos – Diversidade Religiosa – Brasil

O Batuque Gaúcho é o nome dado a religião africana no Rio Grande do Sul, maior fenômeno religioso do Brasil, com cerca de 8 a 10 mil casas em todo o Estado. Mesmo assim, ainda é a que mais sofre preconceitos e está inviabilizada devido o racismo.

 

As Sementes – 32 minutos – Meio Ambiente – Brasil

Neneide fala sobre empoderamento feminino e como o grupo “Mulheres Decididas a Vencer” passou a trabalhar com abelhas num assentamento no Rio Grande do Norte. Izanete resiste ao agronegócio que ocupa extensas terras no Rio Grande do Sul, onde produz leite ecológico e pães para a merenda escolar. Para Efigênia, horta é terapia e o trabalho na roça em Minas Gerais, independência. Maria dos Santos recorda lutas pela posse da terra e igualdade de gênero e contra a desnutrição nas áreas quilombolas da

Bahia. Quatro sementes da economia solidária, do cooperativismo, do feminismo, da agroecologia.

 

10/12/2018 – Segunda-Feira

 

9h30 – CINEMATECA CAPITÓLIO PETROBRAS (CINEMA)

Uma Bala – 2 minutos – Defesa aos Defensores de Direitos Humanos – Brasil

Marielle Franco foi assassinada em 14 de março de 2018. Quem matou Marielle? Quem mandou matar Marielle? O crime permanece sem solução! “Uma bala. Uma bala realmente abala. Abala, mas não cala. Quem batalha por igualdade!”

 

Nomes que Importam – 15 minutos – População LGBT – Brasil

Filme que aborda a importância dos nomes sociais das pessoas trans.

O curta-metragem nomes que importam revela as histórias que permeiam as escolhas dos nomes das travestis e transexuais que participam do filme. Por meio de depoimentos, o documentário aciona memórias afetivas.

Repense o Elogio – 48 minutos – Questão de Gênero – Brasil

Repense o Elogio é um documentário que propõe a reflexão sobre a maneira como as crianças são elogiadas. Enquanto meninas são lindas, princesas e delicadas, meninos são fortes, inteligentes e corajosos. Até que ponto estes adjetivos aprisionam o verdadeiro ser de cada um? Este é um filme que reflete sobre o poder das palavras e da cultura, que trouxeram este desequilíbrio tão profundo na forma que elogiamos meninas e meninos.

Tempo: 1h05

Classificação: Livre

Closed Caption / Libras ao Vivo

 

11/12/2018 – Terça-Feira

 

9h30 – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (CINEMA)

Outro Olhar – 34 minutos – Direitos a pessoa com deficiência – Brasil

A história da estudante gaúcha Renata Basso, que tem síndrome de Down e acaba de concluir o ensino médio, é o fio condutor de um retrato impressionante sobre a educação inclusiva no Brasil. Por meio de entrevistas com professores, colegas de classe, familiares e a própria Renata, o filme mostra que o esforço coletivo torna possível oferecer uma aprendizagem de qualidade a estudantes especiais.

 

Monocultura da Fé – 23 minutos – População Indígena – Brasil

Como no resto do país, também entre os Guarani Kaiowá a igreja evangélica vêm ganhando espaço. O mini-documentário percorre aldeias do Mato Grosso do Sul para mostrar denúncias das cada vez mais frequentes violências cometidas por grupos evangélicos contra a população indígena.

 

Waapa – 20 minutos – População Indígena – Brasil

O documentário propõe um mergulho inédito na infância Yudja (Parque Indígena do Xingu/MT) e os cuidados que acompanham seu crescimento. O brincar, a vida comunitária e as influências de uma relação espiritual com a natureza.

14h – EMEF Escola de Surdos Bilíngüe Salomão Watnick

Príncipe da Encantaria – 11 minutos

As margens do Rio Negro a imaginação de Aninha cria asas enquanto Vó Esmeralda conta-lhe a estória de Benito, o boto cor de rosa.

 

A Natureza Agradece – 14 minutos

Bernardo vive em um pequeno rancho cheio de diversidade ambiental, um dia uma fábrica aparece colocando em risco toda a natureza.

 

A Câmera do João – 22 minutos

Uma faixa de luz passa por uma pequena perfuração, e se faz imagem. João descobriu que fotografias são heranças.

Tempo: 47 minutos

Classificação: Livre

Closed Caption / Libras

 

15h30 – EMEF Escola de Surdos Bilíngüe Salomão Watnick

Louise – 5 minutos

Durante brincadeira de futebol de rua entre quatro garotos a bola é chutada para longe e cai próximo a Louise e Bia. Juca corre para pegar a bola, percebe a habilidade das duas garotas para o futebol e as convida para brincar. Iago não aceita a participação delas mas Louise não quer ficar fora do jogo.

 

A Bicicleta do Vovô – 22 minutos – Brasil

A Bicicleta do Vovô é um curta metragem para crianças e adultos que aborda a relação entre avô e neto. Em um lugar muito distante, O Reino do Sertão Pelejado, homensmorcegos capturam lendas através de televisores. Surgem, então, o Super Tigre e o Mestre Conselheiro para salvar o nosso planeta das forças malignas da Feiticeira Mabá. É contando essas histórias que vô Rui transforma a infância do neto Cauê em um universo de aventuras e fantasias, re-significando símbolos através de um olhar mais lúdico sobre as coisas da vida.

Tempo: 27 minutos

Classificação: Livre

Closed Caption / Libras

 

13/12/2018 – Quinta-Feira

 

8h – EMEF Escola de Surdos Bilíngüe Salomão Watnick

Menina de Barro – 1h37 – Bullying – Brasil * Sessão com Debate

A jovem Diana é uma garota habilidosa e especial. Na aurora de seus 12 anos de idade já carrega uma bagagem de conhecimento e talento que se mostra difícil de lidar: ela traz a estigmatizada e dadivosa marca de ser superdotada. Entre a solidão e a curiosidade, entre a agressividade e o carinho, Diana vai tecendo uma auto-crítica minuciosa ao passo que descobre a força do conhecimento e da amizade para liberar seus impulsos mais solidários. Ao mesmo tempo que busca “combater” o Bullying em sua escola, Diana precisará estar pronta para enfrentar seus problemas de família, seu coração e uma fúria típica daqueles que não se contentam com a apatia alheia. Demais para uma garotinha? Sinta-se convidado para descobrir de qual barro são feitas as guerreiras.

Tempo: 1h37

Classificação: 16 anos

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9h30 – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (CINEMA)

Príncipe da Encantaria – 11 minutos

As margens do Rio Negro a imaginação de Aninha cria asas enquanto Vó Esmeralda conta-lhe a estória de Benito, o boto cor de rosa.

 

A Natureza Agradece – 14 minutos

Bernardo vive em um pequeno rancho cheio de diversidade ambiental, um dia uma fábrica aparece colocando em risco toda a natureza.

A Câmera do João – 22 minutos

Uma faixa de luz passa por uma pequena perfuração, e se faz imagem. João descobriu que fotografias são heranças.

Tempo: 47 minutos

Classificação: Livre

Closed Caption / Libras

 

11h00 – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (CINEMA)

Louise – 5 minutos

Durante brincadeira de futebol de rua entre quatro garotos a bola é chutada para longe e cai próximo a Louise e Bia. Juca corre para pegar a bola, percebe a habilidade das duas garotas para o futebol e as convida para brincar. Iago não aceita a participação delas mas Louise não quer ficar fora do jogo.

 

A Bicicleta do Vovô -22 minutos – Brasil

A Bicicleta do Vovô é um curta metragem para crianças e adultos que aborda a relação entre avô e neto. Em um lugar muito distante, O Reino do Sertão Pelejado, homensmorcegos capturam lendas através de televisores. Surgem, então, o Super Tigre e o Mestre Conselheiro para salvar o nosso planeta das forças malignas da Feiticeira Mabá. É contando essas histórias que vô Rui transforma a infância do neto Cauê em um universo de aventuras e fantasias, re-significando símbolos através de um olhar mais lúdico sobre as coisas da vida.

Tempo: 27 minutos

Classificação: Livre

Closed Caption / Libras

 

18h30 – Associação de Cegos do Rio Grande do Sul / ACERGS

Sessão com Audiodescrição

Eduardo Galeano Vagamundo – 1h12 – Brasil

Amigos e profissionais do mundo artístico contam suas lembranças do escritor e jornalista uruguaio Eduardo Hughes Galeano, que faleceu em 2015. A trajetória de Galeano, autor do livro “As Veias Abertas da América Latina”, foi fortemente marcada pelo seu desejo de conhecer o mundo sempre buscando estar em contato com as belezas da vida.

Tempo: 1h12

Classificação: Livre

Closed Caption/ Audiodescrição

 

19h – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (SALA MULTIMIDIA)

Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia – 1h58

Enfoca as ligações entre ladrões e policiais. Lúcio Flávio é um bandido famoso que empreende fugas e ações espetaculares. Seu bando é trazido por um detetive que acobertava suas ações, que acaba sendo denunciado por Lúcio numa reunião com a imprensa. É oferecido um passaporte para fugir do país e não denunciar o policial; entretanto ao saber que seu irmão foi morto, ele recusa. Ao voltar para sua cela, é executado à facadas.

Tempo: 1h58

Classificação: 16 anos

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14/12/2018 – Sexta-Feira

9h30 – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (CINEMA)

 

O Começo da Vida – 1h47 – Direito da Criança – Brasil

Um dos maiores avanços da neurociência é ter descoberto que os bebês são muito mais do que uma carga genética. O desenvolvimento de todos os seres humanos encontra-se na combinação da genética com a qualidade das relações que desenvolvemos e do ambiente em que estamos inseridos.

O Começo da Vida convida todo mundo a refletir como parte da sociedade: estamos cuidando bem dos primeiros anos de vida, que definem tanto o presente quanto o futuro da humanidade?

Tempo: 1h47

Classificação: Livre

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14h30  – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (SALA MULTIMIDIA)

Sociedade Etiquetada – 5 minutos – Direitos Humanos

Fernando, um homem gay, vive em uma sociedade que os rótulos sociais, que são dados a nos por outras pessoas, são vistos a olho nu, e ele tem que suportar o dia a dia dentro dessa sociedade cada dia mais cansado.

 

Tente Entender o Que Eu Tento Dizer – 1h25 – Direito a Saúde

Tente Entender é um documentário sobre a força do coletivo e da militância na transformação das pessoas e de uma realidade marcada pelas barreiras impostas pelo HIV. Um contraponto à desinformação, o filme mostra que a vida é rica em possibilidades ao acompanhar a vida de 6 personagens soropositivos das mais variadas classes sociais, profissões, orientações sexuais e religiosas em seu cotidiano.

Tempo: 1h30

Classificação: 12 anos

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16h30 – CINEMATECA CAPITOLIO PETROBRAS (SALA MULTIMIDIA)

Palestra / Oficina sobre Direitos Humanos destinado a Professores e Graduandos com apresentação do seguinte programa:

 

Narrativas de Um Crime – 15 minutos – Combate à Violência e LGBT

Constantin, um investigador da Polícia Civil e aspirante a escritor, está em busca de uma boa história. Paulo, um Policial Militar, acaba de voltar de um período de suspensão da corporação em que trabalha. Os diferentes pontos de vista de Constantin e Paulo colidem quando eles se cruzam numa cena de um crime: uma jovem drag queen foi brutalmente assassinada. O conflito entre eles desconstrói preconceitos e flerta com a tragédia, revelando uma dura realidade repleta de ironias, lágrimas e sangue.

 

Um Café e Quatro Segundos – 15 minutos – Memória e Verdade – Brasil

Dois torturadores se encontram para tomar um café depois de mais de trinta anos sem se verem, para acertarem contas daquela época.

 

Lacerda – O Corvo da Guanabara – 19 minutos – Memória e Verdade – Brasil

O filme reconstitui a trajetória de Carlos Lacerda, ex-governador da Guanabara e líder radical da UDN em formato cine-jornal, visando iluminar sua participação direta em conspirações e tentativas de golpe em momentos chave da história do Brasil.

Tempo: 49 minutos

Classificação: 16 anos

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19h – CINEMATECA CAPITÓLIO PETROBRAS (SALA MULTIMIDIA)

Rainha Diaba – 1h50

Lapa, Rio de Janeiro. Diaba (Mílton Gonçalves), um homossexual, comanda de um dos quartos de um bordel uma quadrilha responsável pelo controle de vários “pontos” de venda de droga. Sabendo que um dos seus homens de confiança está para ser preso, Diaba “fabrica” um novo marginal, para depois entregá-lo a polícia. Ela encarrega Catitu (Nélson Xavier), seu homem de confiança, de fazer isto. Catitu decide que o alvo.

Tempo: 1h50

Classificação: 18 anos

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Espetáculo com Denise Fraga marca as comemorações dos 160 anos do Theatro São Pedro

Ministério da Cultura e Bradesco apresentam:

Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho,

Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves

 

em

 A VISITA DA VELHA SENHORA

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De Friedrich Dürrenmatt

 Tradução: Christine Röhrig

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga, Maristela Chelala

 Direção Geral: Luiz Villaça

 

Espetáculo marca as comemorações dos 160 anos de fundação do Theatro São Pedro, com temporada de 27 de junho a 07 de julho

Venda de ingressos inicia em 04 de junho

 

Porto Alegre, 28 de maio de 2018 – Depois do sucesso das apresentações de “Galileu Galilei” em 2016, Denise Fraga, acompanhada de grande elenco e sob direção de Luiz Villaça, volta ao palco do Theatro São Pedro, para uma temporada de duas semanas, com o espetáculo A Visita da Velha Senhora. As apresentações, com patrocínio do Ministério da Cultura e Bradesco, integram as comemorações do aniversário de 160 anos do teatro.

O texto do suíço Friedrich Dürrenmatt apresenta um olhar irônico sobre a fragilidade dos nossos valores morais, da justiça e da esperança. Depois de temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, o espetáculo está em turnê pelo Brasil e em Porto Alegre estará em cartaz de 27 de junho a 07 de julho.

Em A Visita da Velha Senhoraque traz 13 atores em cena, Friedrich Dürrenmatt expõe a fragilidade de nossos valores morais e de nossa noção de justiça quando a palavra é dinheiro. A protagonista da peça é quase a encarnação mítica do poder material, a milionária Claire Zachanassian, vivida por Denise, que com seu bilhão põe em xeque a cidade de Güllen.

Os cidadãos da arruinada Güllen esperam ansiosos a chegada da milionária que prometeu salvá-los da falência. No jantar de boas-vindas, Claire Zachanassian impõe a condição: doará um bilhão à cidade se alguém matar Alfred Krank, o homem por quem foi apaixonada na juventude e que a abandonou grávida por um casamento de interesse. Ouve-se um clamor de indignação e todos rejeitam a absurda proposta.  Claire, então, decide esperar, hospedando-se com seu séquito no hotel da cidade.

A partir dessa premissa, o suíço Friedrich Dürrenmatt nos premia com uma obra-prima da dramaturgia, construindo uma rede de cenas que se entrelaçam, cheias de humor e ironia, um desfile de personagens humanos e reconhecíveis que pouco a pouco, vão escancarando a nossa fragilidade diante do grande regente de nossas vidas: o dinheiro. Quem mata Krank?  Cairá Güllen na tentação de satisfazer o desejo de vingança da milionária?  Ou fará justiça?  O que é fazer justiça?  Até que ponto a linha ética se molda ao poder dinheiro?

Dürrenmatt caracteriza A Visita da Velha Senhora como uma comédia trágica e com seu humor cáustico nos pergunta: Até onde nos vendemos para poder comprar? Como o poder e o dinheiro vão descaracterizando os nossos ideais?   Por outro lado, quanto nos custa a não submissão?  O texto se desenrola abrindo ainda outros ramos de reflexão. Dürrenmatt era completamente obcecado pela questão da justiça e as sutilezas de suas fronteiras. O que é justo? O que significa justiça em nossos tempos? Até que ponto o valor moral da justiça se adequa ao poder?  Reconhecível no Brasil nos dias de hoje? A Visita da Velha Senhora expõe questões que sempre estiveram em pauta na história da humanidade, mas que caem como uma luva em nossos tão tristes tempos.

Segundo Denise, encenar A Visita da Velha Senhora depois de A Alma Boa de Setsuan e Galileu é quase como finalizar uma trilogia.  “A trilogia de nosso eterno dilema entre a ética e o ganha pão”, afirma. Em A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, espetáculo visto por mais de 220 mil pessoas, entre 2008 e 2010, a personagem principal perguntava: “Como posso ser boa se eu tenho que pagar o aluguel? Como posso ser bom e sobreviver no mundo competitivo em que vivemos?” Em Galileu Galilei, também de Brecht, espetáculo que esteve um ano e oito meses em cartaz e foi visto por mais de 140 mil pessoas, o tema é revisitado: Como posso ser fiel ao que penso sem sucumbir ao poder econômico e político vigente? Como manter meus ideais comprando meu vinho bom?

Como Brecht, Dürrenmatt é mestre em dissecar as relações de poder e os conflitos morais em suas obras, em questionar o papel do herói e a sua necessidade para uma sociedade justa, em fazer uso do humor para gerar reflexão. Nas três peças: Alma Boa, Galileu Galilei e A Visita da Velha Senhora, tudo isso está explícito. A diferença é que Brecht prefere desconstruir as ilusões de que nos alimentamos e propor uma possível transformação, enquanto Dürrenmatt as mantém vivas e ri delas por serem apenas isso: ilusões, enganos pelos quais lutamos e sempre lutaremos.

“Acredito no poder de transformação pela arte. Na formação do indivíduo pela arte. O teatro como espelho do mundo, nos fazendo rir para nos reconhecer, dando voz a nossa angústia, dando palavras àquilo que pensamos e não sabemos dizer. O humor e a poesia nos ajudando a elaborar o pensamento para agir, para transformar, para viver criativamente, para por a mão da massa da nossa história”, afirma Denise Fraga. “Depois de dois anos e meio de A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, e um ano e meio de Galileu Galilei, do mesmo gênio alemão, sou mais uma vez surpreendida pela potente atualidade de um clássico. Não foi por acaso que cheguei a Dürrenmatt. Foi discípulo, bebeu em Brecht.  Lá está o mesmo fino humor, a mesma ironia e teatralidade. Dürrenmatt também se faz valer do entretenimento para arrebatar o público para a reflexão”, declara a atriz.

A direção é do cineasta Luiz Villaça, que depois do sucesso de “Sem Pensar”, de Anya Reiss, e “A Descida do Monte Morgan”, de Arthur Miller, retorna ao teatro. A montagem tem a sofisticação de contar com cenários e figurinos do mineiro Ronaldo Fraga, que foi o vencedor da 30ª edição do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo. A batuta do maestro Dimi Kireeff, na direção musical, o desenho de luz de Nadja Naira, da companhia brasileira de teatro, Lucia Gayotto na preparação vocal, Keila Bueno nas coreografias e preparação Corporal e Simone Batata, no visagismo.

No elenco, além de Denise, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho, Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves.  A Visita da Velha Senhora recebeu indicações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga) e Melhor Figurino (Ronaldo Fraga) e ao Prêmio Aplauso Brasil nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga), Melhor Direção (Luiz Villaça), Melhor Arquitetura Cênica (Ronaldo Fraga) e Melhor Espetáculo Independente.

As apresentações em Porto Alegre ocorrem nos dias 27, 28, 29 e 30 de junho e 01, 05, 06 e 07 de julho, às 21h de quarta a sábado, e às 18h aos domingos. Os ingressos custam entre 40,00 e 70,00 e estarão à venda na bilheteria do teatro a partir de 04 de junho.

Por Denise Fraga

Amo a comédia porque confio no humor e na ironia como um poderoso agente para a reflexão. Só se ri daquilo que se entende. O humor chama o pensamento e, com isso, dá eficácia e prazer à comunicação de uma ideia.  É incrível como muitos dos autores tidos como clássicos confiavam nisso, mas estão com a risada do público presa na poeira de suas linhas. É preciso sacudi-las, dar uma escovada, deixá-las voar.

Brecht dizia: divertir para comunicar. Me identifico com isso. Divertir o público e mandá-lo para casa em estado de reflexão é o que tem me garantido a sensação de plenitude com o meu ofício. O sucesso de ALMA BOA e GALILEU me confirmaram a popularidade de Brecht. Mais da metade de nosso público talvez nunca tivesse ouvido falar dele, mas nem por isso deixaram de ser completamente capturados por sua genialidade.

Esta necessidade de propagar aquilo que me tocou o coração, dar-lhe comunicação e clareza para ver mover no outro o que moveu em mim, se tornou mesmo a grande força motriz de meu trabalho. Tem dado certo. E a cada espetáculo, renovo minha esperança de continuar fazendo o Teatro em que acredito.

Ficha Técnica:

Autor: Friedrich Dürrenmatt

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Tradução: Christine Röhrig

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga e Maristela Chelala

Direção Geral: Luiz Villaça

Direção de Produção: José Maria

Elenco: Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Eduardo Estrela,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Beto Matos, David Taiyu, Luiz Ramalho, Fernando Neves,

Fábio Nassar e Rafael Faustino

Direção de Arte: Ronaldo Fraga

Direção Musical: Dimi Kireeff

Trilha Sonora Original: Dimi Kireeff e Rafael Faustino

Desenho de Luz: Nadja Naira

Produção Executiva: Marita Prado

Preparação Corporal e Coreografias: Keila Bueno

Direção Vocal: Lucia Gayotto

Preparação Vocal: Andrea Drigo

Visagismo: Simone Batata

Assistente de Direção: André Dib

Assistente de Produção: Musical Nara Guimarães

Engenheiro de Mixagem: Fernando Gressler

Camareira: Cristiane Ferreira

Assistente de Iluminação e Operador de Luz: Robson Lima

Operador de Som: Janice Rodrigues

Cenotécnicos: Jeferson Batista de Santana, Edmilson Ferreira da Silva

Assessoria Financeira: Cristiane Souza

Fotografia: Cacá Bernardes

Making Off: Pedro Villaça e Flávio Torres

Redes Sociais: Nino Villaça

Programação visual: Gustavo Xella

Projeto realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 Produção Original: SESI São Paulo

 Patrocínio Exclusivo: Bradesco

 Realização: NIA Teatro, Ministério da Cultura e Governo Federal

Assessoria de Imprensa Porto Alegre: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

SERVIÇO

A Visita da Velha Senhora

Com Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho, Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves

Dias 27, 28, 29 e 30 de junho e 01, 05, 06 e 07 de julho

Quarta a sábado 21h, domingo 18h

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Classificação: 14 anos

Duração: 120 min

Gênero: Comédia Trágica

 Ingressos (valores da inteira):

Plateia, cadeira extra e camarote central: R$ 70,00

Camarote lateral e galeria: R$ 40,00

Vineria Brasil promove jantar harmonizado com ceviche e edição especial de Brunch com oficina sobre culinária sustentável

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Eventos ocorrem nos dias 08 e 11 de fevereiro

 

A Vineria Brasil recebe nesta semana dois eventos abertos ao público: na quarta-feira, 08 de fevereiro, a casa abre as portas para um jantar harmonizado promovido pela importadora Porto Porto, e no sábado, dia 11, uma edição especial do já tradicional brunch do local, com oficina de culinária sustentável.

A Noite do Ceviche, comandada pela chef Kika Kellermann, terá três opções do célebre prato peruano, adaptado ao gosto do brasileiro. Os pratos serão harmonizados com rótulos como o espumante Brut Rosé Filipa Pato e o vinho Loyos Branco João Portugal Lemos. Os participantes degustarão ceviches de congrio com tangerina, versão clássica com guarnições a base de mulho e batata doce e salmão com abacate. O valor do jantar por pessoa é de R$ 136,00.

No sábado, 11 de fevereiro, a Viver Bem Alimentos promove uma oficina de culinária sustentável durante o brunch da Vineria. A atividade tem como objetivo ensinar aos participantes dicas e receitas para aproveitamento de talos, cascas e sementes, ministrada pela chef Elisabeth Rodrigues, líder do projeto Chef em Minha Casa. O cardápio conta com quiches, risoto, tábua de queijos, pães e bolos, além de patês, tomates confitados, doces e bebidas, com investimento de R$ 72,00.

Para todas as atividades é necessário fazer reserva através dos contatos 51 35578059 | 981237304. A Vineria Brasil fica na Rua Sargento Nicolau Dias de Farias, 166.

Sobre a Vineria Brasil

Aberta ao público em dezembro de 2015, a Vineria Brasil é uma loja de vinhos e wine bar, localizada no bairro Assunção, em Porto Alegre, que trabalha com pequenas e médias vinícolas predominantemente brasileiras. Lá podemos encontrar também novidades da Itália, Portugal, Espanha, Argentina e Chile; o foco são rótulos menos comerciais, alguns comercializados exclusivamente pela casa.

A ideia central do empreendimento da sommelier Carla Carvalho é descomplicar o consumo do vinho. “Ninguém precisa entender de vinhos para beber, basta gostar. Este é o nosso papel, a partir de sua preferência procuramos orientar sua escolha de forma simples e direta, sugerindo quando solicitado alguma harmonização com nossos pratos”, revela Carla.

A loja possui uma máquina Enomatic que disponibiliza quatro rótulos diferentes para os vinhos em taças. Os vinhos são trocados periodicamente, de forma que possibilite ao cliente conhecer em um curto prazo todos os rótulos da casa. Fica a critério do cliente o consumo em taças ou a compra de garrafas na loja, que podem ser consumidas na casa com petiscos e pratos harmonizados para cada opção.

Atualmente, a casa oferece 95 rótulos entre espumantes, tintos e brancos. O cardápio é composto por petiscos, sopas e massas caseiras. Produção totalmente artesanal; destaque para o trio de pães que compõe o prato Vineria Brasil, marca registrada da casa.

Paralelo aos serviços de wine bar e loja, a Vineria também promove eventos, workshops e palestras para pequenos grupos sobre vinhos em geral, além de jantares harmonizados.

A Vineria Brasil fica na Rua Sargento Nicolau Dias de Farias, 166. Informações e reservas: 51 35578059 | 51 81237304 | facebook.com/vineriabrasil | @vineriabrasil

 

Noite do Ceviche

08 de fevereiro, 20h

Cardápio:
Boas vindas com Cava Don Roman Brut e petiscos;

* Ceviche de Congrio com Tangerina.
Harmonização Loyos Branco Joao Portugal Lemos;

* Ceviche Classico com guarnições a base de milho e batata doce .
Harmonização Sauvignon Blanc Nederburg;

* Ceviche de Salmão com abacate
Harmonização Espumante Brut Rose Filipa Pato

E de sobremesa:
* Delicia Tropical!
Creme-espuma de abacaxi com coco e chips de banana.

Valor individual: R$ 136,00

Brunch e Oficina de Culinária Sustentável.
11 de fevereiro, 11h

Cardápio:
• Seleção de quiches salgadas
• Risoto de queijos
• Tábua de queijos
• Pães caseiros
• Bolos
• Patês caseiros de berinjela, grão de bico e alho
• Tomates confitados
• Brigadeiros
• Frutas
• Sucos naturais
• Cafés e chás especiais
• Uma taça de espumante, vinho branco ou tinto.

Investimento: R$ 72,00

Prêmio Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantojuvenil e Revelação 2016 divulga indicados

Premio Açorianos

Premiação ocorre dia 09 de dezembro, no Teatro Renascença

 

A Coordenação de Artes Cênicas da Secretaria da Cultura de Porto Alegre divulga os indicados aos Prêmios Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantojuvenil e Revelação 2016. Os indicados a melhor espetáculo nas três categorias ainda concorrem ao Prêmio de Júri Popular, que terá votação online pelo site da prefeitura a partir das 8h30 desta quinta-feira, 01 de dezembro.

O espetáculo com maior número de indicações é Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora, concorrendo a prêmios nas 12 categorias, seguido por Movimentos Sobre Rodas Paradas, com sete. Brechó da Humanidade e Como Gostais concorrem a seis prêmios. No Tibicuera de Teatro para Crianças, os espetáculos Andarilho e Flamenco Imaginário são os com maior número de indicações, concorrendo a dez e oito prêmios, respectivamente.

Os 22 jurados dos três prêmios avaliam as produções inscritas nas seguintes categorias: direção, ator, atriz, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, cenografia, figurino, iluminação, trilha sonora, dramaturgia original, produção e espetáculo. Concorrem ao Açorianos de Melhor Espetáculo as montagens Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora, Brechó da Humanidade, Como Gostais e O casal Palavrakis. Ao Tibicuera integram a lista de indicados a Melhor Espetáculo Andarilho, Flamenco Imaginário, Missão Água e Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas.

Realizados anualmente desde 1977 pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre, os prêmios buscam destacar e incentivar a produção das artes cênicas em nossa capital. Aos vencedores é entregue um troféu especialmente criado em 1993, pelo artista plástico Vasco Prado. A entrega do mais tradicional prêmio para as artes cênicas de Porto Alegre será no dia 09 de dezembro no Teatro Renascença, a partir das 20h, com entrada franca.

 

INDICADOS AÇORIANOS DE TEATRO 2016

MELHOR PRODUÇÃO

Alana Gomes Sprada, por Perto do Fim – Sylvia Plath

André Varela, Diogo Verardi, Gabriela Poester, Gustavo Poester e Daniel Roitman, por Moscas
Coletivo Errática, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Grupo Pretagô, por AFROME

Venturella Produção, por Movimentos Sobre Rodas Paradas

 

MELHOR TRILHA SONORA

Álvaro Rosacosta, por Os dois gêmeos venezianos
Caio Amon, por HABITANTES D’ELA

João Pedro Cé e Vini Silva, por AFROME

Josué Flach, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Pablo Sotomayor, por Parque de Diversões
MELHOR ILUMINAÇÃO

Edu Rabin, por HABITANTES D’ELA
Fernando Ochôa, por O Método Arbeuq

Lucca Simas, por O casal Palavrakis
Lucca Simas, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Thais Andrade, por Parque de Diversões

MELHOR FIGURINO

Antonio Rabadan, por HABITANTES D’ELA

Carlos Ramiro e Rocco Rodrigo, por Movimentos Sobre Rodas Paradas

Daniel Lion, por Capital

Gustavo Dienstmann, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Liane Venturella, por Brechó da Humanidade

MELHOR CENOGRAFIA

Cia InCoMoDe-Te, por Movimentos Sobre Rodas Paradas

Rafael Birck e Bruno Palharini, por Perto do Fim – Sylvia Plath

Rodrigo Shalako, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Rudinei Morales, por Brechó da Humanidade

Zoé Degani, por HABITANTES D’ELA

MELHOR DRAMATURGIA

Aline Marques, por Valdorf

Diones Camargo e Marcos Contreras, por Parque de Diversões

Francisco Gick, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Liane Venturella e Rudinei Morales, por Brechó da Humanidade

Nelson Diniz, por Movimentos Sobre Rodas Paradas

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Charles DallAgnol, por Como Gostais

Diogo Rigo, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Eduardo Schmidt, por Como Gostais

Henrique Gonçalves, por Os dois gêmeos venezianos

Luiz Manoel Oliveira Alves, por Hotel Rosashock

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Carolina Diemer, por Como Gostais

Isadora Pillar, por Moscas

Juliana Barros, por Os dois gêmeos venezianos

Letícia Kleeman, por Como Gostais

Nina Picoli, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

MELHOR ATOR

Carlos Paixão, por Hotel Rosashock

Francisco Gick, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Marcos Contreras, por Parque de Diversões

Paulo Roberto Farias, por O casal Palavrakis

Rudinei Morales, por Brechó da Humanidade

MELHOR ATRIZ

Aline Marques, por Valdorf

Franciele Aguiar, por Como Gostais

Gisela Sparremberger, por Perto do Fim – Sylvia Plath

Guega Peixotto, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Liane Venturella, por Movimentos Sobre Rodas Paradas

MELHOR DIREÇÃO

Carlos Ramiro, por Movimentos Sobre Rodas Paradas

Daniel Fraga, por Como Gostais

Jezebel De Carli, por Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Liane Venturella, por Brechó da Humanidade
Maurício Casiraghi, por O casal Palavrakis

MELHOR ESPETÁCULO

Brechó da Humanidade

Como Gostais

Movimentos Sobre Rodas Paradas

O casal Palavrakis

Ramal 340 sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora

Jurados do Prêmio Açorianos de Teatro 2016: Breno Ketzer Saul, Fabio Cunha, Lutti Pereira, Marcelo Johann, Márcia Azevedo do Canto, Maria Cecília Guimarães, Michele Rolim, Nelson de Magalhães, Pitti Sgarbi, Plínio Mosca, Renato Mendonça e Simone Butelli

 

INDICADOS TIBICUERA DE TEATRO INFANTOJUVENIL 2016

MELHOR PRODUÇÃO

Daniele Zill e Juliana Kersting, por Flamenco Imaginário

Karen Radde e Daniel Anillo, por A Dama e o Vagabundo em Paris

Rococó Produções Artísticas e Culturais, por Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas

Sue Gotardo, por Missão Água

Telúrica Produções e Cia Vento Minuano, por Doralice, a menina descalça

MELHOR ILUMINAÇÃO

Fabiana Santos, por Missão Água

José Hildemar Cavalheiro e Patrik Simões, por A Dama e o Vagabundo em Paris

Leandro Gass, por Flamenco Imaginário

Nara Lúcia Maia e Bando Marques, por Doralice, a menina descalça

Ricardo Vivian, por Andarilho

 MELHOR FIGURINO

Antonio Rabadan, por Flamenco Imaginário

Gustavo Dienstmann e Valquíria Cardoso, por Andarilho

Rococó Produções Artísticas e Culturais, por Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas

 MELHOR CENOGRAFIA

Alex Limberger, Gustavo Dienstmann e Valquíria Cardoso por Andarilho
Alex Limberger, Valquíria Cardoso, Gustavo Dienstmann, por Missão Água

Antonio Rabadan, por Flamenco Imaginário

In Cena (José Hildemar e Patrik Simões) e Diane Sbardelotto, por A Dama e o Vagabundo em Paris

MELHOR TRILHA SONORA

Germano Reis, Gustavo Dienstmann, Philipe Philippsen e Valquíria Cardoso, por Andarilho

Giovani Capeletti, por Flamenco Imaginário
Raquel Grabauska e Gustavo Finkler, por Cuidado que Ronca
Rococó Produções Artísticas e Culturais, por Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas

MELHOR DRAMATURGIA

Guilherme Ferrêra, por Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas

Lú Endress, por Andarilho

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Dejayr Ferreira, por Doralice, a menina descalça

Henrique Gonçalves, por Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas

Juliano Passini, por A Dama e o Vagabundo em Paris

Luiz Manoel, por Missão Água

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Clarissa Siste, por A Dama e o Vagabundo em Paris

Elisa Heidrich, por Missão Água

MELHOR ATOR

Fabrizio Gorziza, por A Dama e o Vagabundo em Paris

Guilherme Ferrêra, por Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas

Gustavo Dienstmann, por Andarilho

Philipe Philippsen, por Andarilho

MELHOR ATRIZ

Ana Medeiros, por Flamenco Imaginário

Daniele Zill, por Flamenco Imaginário

Valquíria Cardoso, por Andarilho

MELHOR DIREÇÃO

Alex Limberger, por Andarilho

Denis Gosch, por Flamenco Imaginário

Roberto Oliveira, por Missão Água

MELHOR ESPETÁCULO

Andarilho

Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas

Flamenco Imaginário

Missão Água

Jurados do Prêmio Tibicuera de Teatro para Crianças 2016: Mima Ponsi, Juliana Barros, Patrícia Ragazzon, Pedro Delgado, Plínio Marcos Rodrigues e Plínio Mosca

 

INDICADOS REVELAÇÃO 2016

MELHOR ATOR

Emílio Speck, por Homem Mãe

Ivanei Araújo, por Tabataba

Rafael Bricoli, por Aos Sãos

MELHOR ATRIZ

Bruna Casali, por Aos sãos

Gabriela Magagnin, por Homem Mãe

Hayline da Rosa Vitória, por Tabataba

MELHOR DIREÇÃO

Paula Carvalho, por Os Sinos da Candelária

Sandino Rafael, por Tabataba

Thais Andrade, por Aos sãos

MELHOR ESPETÁCULO

Aos sãos

Os Sinos da Candelária

Tabataba

Jurados do Prêmio Revelação 2016: Breno Ketzer Saul, Patrícia Maciel, Paulo Guerra e Silvana dos Santos Rodrigues

 

Prêmios Açorianos de Teatro, Tibicuera de Teatro Infantojuvenil 2016 e Revelação

09 de dezembro, 20h

Teatro Renascença – Av. Erico Verissimo, 307

Entrada Franca

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam espetáculo infantil Terremota em Porto Alegre e Gravataí

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Com apresentações gratuitas, projeto também oferece intérprete de libras nas apresentações e encontro de dramaturgia, que ocorrem no mês de novembro

 

Chega ao Rio Grande do Sul a premiada peça infantil Terremota, de São Paulo, com Jackie Obrigon e Guto Togniazollo. A montagem, escrita e dirigida pelo dramaturgo Marcelo Romagnoli, o mesmo da Bandamirim, conta com o patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, via Lei Rouanet, e tem como objetivo proporcionar a circulação de peças teatrais não inéditas pela Região Sul do país. O público de Porto Alegre e Gravataí poderá conferir as apresentações que ocorrem nos dias 16 e 23 de novembro no Teatro do Sesc, 19 no Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mario Quintana e dia 18 no Sesc Vale do Gravataí.

Terremota conta a história de Maria, menina que mora com seu Tio Bigode e passa muito tempo sozinha com o gato Platão dentro de casa, onde observa o mundo através da janela da sala. Depois que uma tempestade frustra os planos da família de ir à praia, Maria decide, então, proclamar sua própria República – a Terremota – e virar a Maria Terremota Primeira. Ali ela manda, desmanda e conta com a ajuda do tio e do gato na brincadeira.

“Isso revela a relação de poder entre adultos e crianças. Quem ensina quem? Maria realmente questiona o mundo adulto e se torna a dona do apartamento”, conta Romagnoli. Ele acrescenta que a personagem foi inspirada nas personagens Mafalda, do argentino Quino, e Pippi Meialonga, da escritora sueca Astrid Lindgren, por serem “libertárias e revolucionárias”.

Maria é interpretada pela premiada atriz Jackie Obrigon, que há poucos meses esteve em Porto Alegre com o espetáculo adulto Galileu Galilei. Acostumada a atuar para crianças desde o começo de sua carreira, ela acredita que esse é o verdadeiro trabalho de formação de público. “É uma plateia mais sincera, reage na hora, joga junto, você precisa estar inteiro porque eles estão, e não aceitam qualquer coisa”, ressalta a atriz. Terremota já levou os prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte, em 2012, como Melhor Texto, e o Coca-Cola Femsa 2012 – Melhor Atriz e Melhor Texto.

O projeto inclui, ainda, um encontro direcionado a educadores, escritores, dramaturgos, estudantes, atores e interessados. Intitulado Caminhos da dramaturgia para crianças no Brasil, o objetivo é trocar e debater experiências, formas e conteúdos sobre a dramaturgia jovem atualmente feita no Brasil, seus avanços, resultados e dificuldades. A atividade, com entrada franca, tem duração de duas horas e é comandado por Marcelo Romagnoli, Jackie Obrigon e Guto Togniazollo. Em Porto Alegre o evento está agendado para 20 de novembro, das 15h às 18h, na sala Hermes Mancilha na Casa de Cultura Mario Quintana. Inscrições devem ser feitas com inscrições e informações Viviana Schames 519137-1990 vivi.schames@gmail.com. Em Gravataí, o encontro será no dia 17, das 17h às 20h. As inscrições devem ser realizadas através do fone: 51 3497-6174 (falar com Fernanda ou Jhonatan).

Tanto as apresentações quanto o encontro são gratuitos e a peça conta ainda com intérprete de LIBRAS, o que torna o ambiente cultural inclusivo e democrático.

 

Ficha Técnica

TERREMOTA

Texto e direção: Marcelo Romagnoli

Com: Jackie Obrigon e Guto Togniazzolo

Cenário e Luz: Marisa Bentivegna

Figurinos: Cláudia Schapira

Música composta: Tata Fernandes e Dr Morris

Trilha Sonora: Dr Morris

Produção Musical e arranjos: Dr Morris

Adereços: Ivaldo de Mello

Fotos : Maria Clara Diniz 

Stan in:Milena Gasparetti e Fábio D’Arrochella.

Técnico de luz: Jean Marcel

Teacnico de som :Bruno Garcia

Direção de Produção: Jackie Obrigon

Concepção  e realização : Jackie Obrigon e Marcelo Romagnoli

Assessoria de imprensa local: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Duração: 50 minutos

Recomendação etária: livre

 

Sinopse

Maria é uma menina corajosa e esperta que mora com o tio Bigode e o gato Platão. Sua maior diversão é analisar o mundo pela janela. Num feriado, o tio resolve viajar, mas uma forte chuva atrapalha os planos.  A menina fica indignada e prepara uma revolução: inventa um outro mundo na sala de casa e funda a República Terremota.

 

Serviço:

Terremota – Apresentações em Porto Alegre

Teatro do Sesc (Av. Alberto Bins, 665 – Centro)

Apresentações: 16/11 – 15h e 20h | 23/11 – 15h e 20h

 

Teatro Sesc Vale do Gravataí (Rua Anápio Gomes, 1241 – Centro)

Encontro de Dramaturgia – 17/11 das 17h às 20 h – inscrições e informações Viviana Schames 519137-1990 vivi.schames@gmail.com

Apresentações – 18/11 às 15h e 20h

 

Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico)

Apresentação – 19/11 às 16h – Teatro Bruno Kiefer

Encontro de Dramaturgia – 20/11 das 15h às 18h – inscrições e informações Viviana Schames 519137-1990 vivi.schames@gmail.com – Sala Hermes MancilhaTodas as atividades têm entrada franca e serão acompanhadas por intérprete de LIBRAS

Grupo Nós Mimo promove workshop e espetáculo gratuitos em Porto Alegre

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Atividades integram turnê da companhia por oito cidades do RS

Nos dias 05 e 06 de novembro Porto Alegre recebe o Grupo Nós Mimo – Núcleo de Pesquisa para Linguagem Corporal que promove até 17 de novembro uma circulação por oito cidades do Rio Grande do Sul, com apresentações do espetáculo “Fritz” e realização de Workshop sobre processo de criação cênica, com entrada franca, classificação acima de 16 anos.

Em sua pesquisa, o Nós Mimo, fundado pelos atores Alessandro Müller e Luana Michel em 2010, mapeia as discussões, técnicas e treinamentos sobre o corpo. O workshop promovido pelo grupo ocorre no dia 05 de novembro, às 15h na Cia de Arte, com o objetivo de produzir uma criação que trabalhe as linguagens em que a interpretação física do ator esteja presente. A atividade parte da experiência prática da personagem Fritz, um palhaço que se utiliza das técnicas de mimo corpórea para fazer performances de rua. Inscrições pelo e-mail nosmimo@gmail.com.

No domingo, 06 de novembro, Fritz estará no Parque da Redenção para apresentação gratuita. O espetáculo de mímica com mesmo nome que seu protagonista é baseado na apresentação de cenas clássicas e de quadros de humor sutil e refinado, utiliza de objetos e perspectivas cotidianas buscando abordar a relação do capitalismo com o indivíduo presente na sociedade atual.

A turnê do grupo, financiada pela Secretaria de Estado da Cultura através do Pró-Cultura RS, passará por Canela, Gramado, Caxias do Sul, Veranópolis, Porto Alegre, Viamão, Alvorada e Canoas. Para mais informações sobre as apresentações e workshops, acesse: http://www.gruponosmimo.com/agenda

Saiba Mais

Ficha técnica

Produção Executiva: Luana Michel

Atuação: Alessandro Muller

Fotografia: Francine Tisiam

Criação Gráfica: Anderson Foliatti

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Direção: Grupo Nós Mimo

Dramaturgia, figurino e adereços cênicos: Grupo Nós Mimo

Fritz – sinopse

      Fritz passa a desejar o chapéu do capitalismo assim que este surge em seu caminho, atentado por seu desejo, pensa apenas no status que o novo irá lhe trazer. O que Fritz não imaginaria é que este chapéu possui vida própria, ora anda, ora está pesado e depois passa a flutuar.

      Ao conseguir vestir o chapéu, Fritz passa a ter reações estranhas em seu corpo, movimentos involuntários, repentinos e descontrolados. Logo percebe que está preso num mundo de ilusões causadas por este chapéu, descobrindo-o assim, como seu opressor, tirando a sua liberdade de existência e decisão.

       Frustrado com a aquisição, Fritz passa a querer livrar-se do belo e poderoso chapéu, para conseguir assim, voltar à liberdade que antes possuía. O espetáculo de mímica é baseado em cenas clássicas e de quadros de humor sutil e refinado. Através da utilização de objetos e perspectivas cotidianas busca abordar a relação do capitalismo com o indivíduo na sociedade atual.

Duração: 50 minutos

Faixa etária: Livre

Nós Mimo – Núcleo de Pesquisa para Linguagem Corporal

     Os atores Alessandro Müller e Luana Michel iniciam em 2010 uma proposta de trabalho em grupo coletivo, criando o Grupo Nós Mimo Núcleo de Pesquisa para Linguagem Corporal Cavalo Marinho. Tendo como característica a linguagem do teatro de rua e o estudo em cima das técnicas de linguagem corporal, mimo corporal dramática, pantomima e palhaço.

     Atua com a ideologia de levar o trabalho do ator até os segmentos privados de arte e de difícil acesso. Com a intenção de reinventar constantemente no público a necessidade permanente da utopia. O Grupo Nós Mimo vem buscando representar o renascimento da sensibilidade, sendo possível lutar contra um sistema embrutecido, o domínio do capital e do mercado.

      Desde seu primeiro ano de existência o grupo leva suas apresentações para os bairros descentralizados da sua cidade e estado, com o intuito de levar arte para aqueles que possuem difícil acesso e são carentes por ela.

Nós Mimo – turnê RS

Porto Alegre

05 de novembro – workshop | 15h, Cia de Arte – Rua dos Andradas, 1780 | Inscrições: nosmimo@gmail.com

06 de novembro – Fritz | 16h, Parque da Redenção | Entrada Franca

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Macarenando Dance Concept promove intervenções coreográficas urbanas em cinco cidades do RS

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100FORMAS.LOV tem patrocínio de O Boticário na Dança e ocorre durante o mês de agosto

 

A partir do dia 13 de agosto, o elenco da Macarenando Dance Concept estará nas cidades de Gravataí, Campo Bom, Novo Hamburgo, Canoas e Porto Alegre promovendo intervenções coreográficas urbanas e oficina gratuitas. O projeto 100FORMAS.LOV tem patrocínio de O Boticário na Dança e pretende espalhar amor e dança pelos locais em que circulará. O objetivo é levar a linguagem transformadora da dança para locais inusitados das cidades e gerar impacto transformador e sensibilizante, tanto aos corpos dançantes, quanto ao público transeunte.

A intervenção coreográfica é uma versão urbana do espetáculo de dança “100 Formas para o Amor” (2014), dirigido por Diego Mac e feito originalmente para palco, que estreou em novembro de 2014, em Porto Alegre. Será realizada pelos bailarinos da Macarenando junto a pessoas das comunidades locais, indicadas por meio de organizações públicas e da sociedade civil envolvidas com atividades culturais, educacionais e assistenciais.

A companhia está convocando o público a participar das performances. Todas as instruções para participar, assim como as coreografias, podem ser encontradas neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=mlBdVAtzRJc

Além das intervenções, também é realizada uma oficina de dança gratuita, ministrada pela equipe, para compartilhar os procedimentos de criação que deram origem à intervenção coreográfica. A atividade ocorre no dia 03 de setembro, das 09h às 18h, em Porto Alegre. Informações e inscrições através da fanpage www.facebook.com/100formasparaoamor.

O projeto tem direção de Diego Mac e Gui Malgarizi e conta com a participação de Aline Karpinski, Arthur Bonfanti, Dani Dutra, Daniela Aquino, Denis Gosch, Giulia Vieira, Joana Amaral, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree.

As intervenções iniciam em Gravataí no dia 13 de agosto, passando por Campo Bom, Novo Hamburgo, Canoas, e encerrando em Porto Alegre, no dia 28.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral e Coreográfica: Diego Mac

Direção Artística e Coreográfica: Gui Malgarizi

Direção de Produção: Sandra Santos

Elenco Macarenando Dance Concept: Aline Karpinski, Arthur Bonfanti, Dani Dutra, Daniela Aquino, Denis Gosch, Giulia Vieira, Joana Amaral, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree

Trilha-sonora: Diego Mac e Gui Malgarizi

Assessoria de Comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Vídeos: Cris Derois / Infinite Filmes

 

Gravataí – 13/ago – Praça da Matriz – 10h30

Campo Bom – 14/ago – Largo Irmãos Vettel – 10h30

Novo Hamburgo – 20/ago – Praça do Imigrante – 10h30

Canoas – 21/ago – Praça da Emancipação – 10h30

Porto Alegre – 28/ago – Praça XV – 10h30

OFICINA: 03/set – 09h às 18h – Porto Alegre – Local a confirmar

 

REALIZAÇÃO

Macarenando Dance Concept

PATROCÍNIO

O Boticário na Dança

FINANCIAMENTO

Pro-cultura RS / Lei de Incentivo à Cultura / Secretaria de Estado da Cultura / Governo do Estado do RS

+ INFO

www.facebook.com/100formasparaoamor
www.macarenando.com.br/100formasparaoamor
www.macarenando.com.br

Espetáculo dirigido por Jô Soares chega a Porto Alegre nos dias 12, 13 e 14 de agosto

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 Histeria traz no elenco Pedro Paulo Rangel, Cassio Scapin, Erica Montanheiro e Milton Levy

  

Chega ao Theatro São Pedro nos dias 12, 13 e 14 de agosto o espetáculo Histeria, mais recente produção dirigida por Jô Soares. Escrita em 1993, comédia teatral do autor britânico Terry Johnson ganhou direção de John Malkovich e sua montagem foi aclamada por diversos países da Europa, com grande sucesso de público e crítica. Depois de assistir e se encantar com a montagem em Paris, Jô traduziu o texto e dirige a versão brasileira da comédia consagrada pelo mundo.

Com Pedro Paulo Rangel, Cassio Scapin, Erica Montanheiro e Milton Levy, Histeria é uma comédia delirante causada pelo encontro do pai da psicanálise, Sigmund Freud, e o mestre do surrealismo, Salvador Dali.

O encontro, que realmente ocorreu em Londres em 1938, inspirou o renomado dramaturgo inglês a criar a história da peça, que revela as certezas de Freud questionadas por duas outras personagens, enquanto a obra de Dali é satirizada numa visão auto parodiada dele próprio. Freud, já padecendo de uma doença incurável e às portas da morte, recém havia escapado da Europa nazista. Entre diálogos inteligentes, situações farsescas, ritmo frenético e até alucinações, surge uma das “encruzilhadas” do texto: retirar a essência do mito é minar o fundamento da fé?

A montagem estreou em maio no Teatro Tuca em São Paulo e Porto Alegre será a primeira cidade a conferir a peça após a temporada de lançamento. As sessões ocorrem na sexta-feira às 21h, sábado às 20h e domingo às 18h, e os ingressos custam entre R$ 40,00 e R$ 120,00, à venda na bilheteria do teatro e pelo site compreingressos.com

Ficha Técnica:

Texto: Terry Johnson

Tradução e direção: Jô Soares

Produção: Rodrigo Velloni

Elenco: Pedro Paulo Rangel, Cassio Scapin, Erica Montanheiro e Milton Levy

Diretor assistente: Mauricio Guilherme

Iluminação: Maneco Quinderé

Cenografia: Chris Aizner e Nilton Aizner

Figurino: Fábio Namatame

Música Original: Ricardo Severo

Videografismo e Mapping: André Grynwask e Pri Argoud

Fotografia: Priscila Prade

Direção de Arte Gráfica: Giovani Tozi

Produção Executiva: Adriana Souza e Barbara Dib

Assistente de produção: Daise Sena e Bruno Gonçalves

Administração financeira: Vanessa Velloni

Realização: Velloni Produções Artísticas

Assessoria de imprensa em Porto Alegre: Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor

Produção local: Cida Cultural

Duração: 105 minutos

Recomendação: 14 anos

Sobre a equipe:

Jô Soares

Artista de múltiplos talentos, comprovados ao longo de décadas e em áreas tão diversas como o cinema, a televisão, a literatura, as artes plásticas e a música, também tem no teatro o foco de uma de suas maiores paixões.

Como ator trabalhou na companhia de Cacilda Becker, contracenando com a legendária atriz. No decorrer de sua carreira, experimentou-se na arte de representar através da obra de autores como Ariano Suassuna (O Auto da Compadecida), Ionesco (O Rinoceronte), Durrenmatt (O Casamento de Sr. Mississipi) e Peter Schaffer (Tudo no Escuro), entre outros.

Recentemente apresentou-se no solo “Remix em Pessoa”, onde diz poemas de Fernando Pessoa, interpretando o próprio autor. Repetiu o sucesso do monólogo também em Portugal.

Diretor de inúmeros espetáculos teatrais, seus mais recentes trabalhos englobam gêneros e estilos dos mais abrangentes como “Atreva-se” de Mauricio Guilherme, “Frankensteins” de Eduardo Manet, “Ricardo III” de William Shakespeare, “O Eclipse” de Jandira Martini, “A Cabra” de Edward Albee, além da comédia “Às Favas com os Escrúpulos” de Juca de Oliveira, onde dirigiu, a convite dela própria, a grande Bibi Ferreira.

Terry Johnson

Nascido em 20 de dezembro de 1955, é dramaturgo britânico e diretor de teatro, televisão e cinema. Educado na Universidade de Birmingham, ele trabalhou como ator 1971-1975, tendo iniciado na dramaturgia no início da década de 1980.

Os textos de Johnson são produzidos em todo o mundo. Ganhador de nove prêmios de teatro britânico, incluindo o prêmio Olivier de Melhor Comédia 1994 e 1999, Dramaturgo do Ano 1995, Critics ‘Circle Theatre Awards para Melhor New Play 1995, dois Evening Standard Awards Teatro, o Writers Guild Award para Best Play 1995 e 1996, a Meyer-Whitworth Award 1993 e do Prêmio John Whiting de 1991.

Teve muitas produções do West End como diretor e / ou escritor, incluindo: One Flew Over The Cuckoo’s Nest, Hitchcock Blonde, Entertaining Mr Sloane, The Graduate, Dead Funny, Hysteria, Elton John’s Glasses and The Memory of Water. No Royal Court Theatre dirigiu Dumb Show by Joe Penhall e estreou o jogo Piano / Forte. Johnson ganhou o Tony Award 2010 de Melhor Diretor no Musical La Cage aux Folles.

Trabalhou com Chicago’s Steppenwolf Theatre, dirigindo John Malkovich em The Libertine (nomeado para cinco Joseph Jefferson Awards, incluindo Melhor Produção) e Lost Land, ambos textos de Stephen Jeffreys.

Escreveu e dirigiu roteiros dramáticos para televisão, que foram exibidos em todo o mundo, como o mais recentemente Not Only But Always para o Channel 4, que ganhou cinco indicações ao Prêmio Internacional, Melhor Filme no Banff, e um BAFTA por Rhys Ifans. A versão cinematográfica de seu texto “Insignificance”, dirigido por Nicolas Roeg, figurou como a entrada britânica oficial no Festival de Cannes em 1985.

Rodrigo Velloni

Rodrigo Velloni trabalhou com nomes como Jô Soares, Marco Nanini, Fernando Libonati, Gerald Thomas e Vladimir Capella.

A Velloni Produções Artísticas realizou os espetáculos “Atreva-se”, direção de Jô Soares (vencedor do Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Produção Independente de 2012), “Pergunte ao Tempo”, texto e direção de Otavio Martins, “A Comédia das Maldades”, direção de Victor Garcia Peralta, “O Colecionador de Crepúsculos”, “O Meu Amigo Pintor” e “Píramo e Tisbe”, texto e direção de Vladimir Capella, que receberam 19 indicações e 5 prêmios, incluindo Melhor Espetáculo 2009 (“O Colecionador de Crepúsculos”), Melhor Produção (Velloni Produções Artísticas por “O Meu Amigo Pintor”), Melhor Espetáculo 2011 (“Píramo e Tisbe”).

Histeria

12, 13 e 14 de agosto

Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n

Sexta-feira, 21h | Sábado, 20h | Domingo, 18h

Ingressos:

Plateia R$ 120,00

Camarote Central: R$ 100,00

Camarote Lateral: R$ 80,00

Galeria: R$ 40,00

Descontos:

50% de desconto para cliente ou funcionário Porto Seguro e um acompanhante, sem limite por sessão

50% para sócios AATSP em 100 ingressos na apresentação de sexta-feira, 12 de agosto

50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;

50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:

– até 15 anos mediante RG;

– acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;

50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;

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