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Bruna Paulin

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“Amor Amor” chega às plataformas de streaming nessa sexta, 06 de novembro

Sétimo single do quarto álbum dos Fantomaticos é uma composição do baixista André Krause

O sétimo single do quarto álbum dos Fantomaticos, Amor Amor, chega às plataformas de streaming e ao canal do YouTube da banda nesta sexta-feira, 06 de novembro. Composição do baixista André Krause, Amor Amor, assim, sem a separação da vírgula, é uma canção de amor (amor) um pouco caleidoscópica, de uma pequena intimidade, mas também é uma forma de tentar iluminar um pouco as trevas dos corações de quem tenta fazer desse mundo um lugar frio. O sentimento é bom, e vale a pena.

“Carinho sem fim e felicidade não podem ser vistos como problema, então é importante lembrar que a vida vale mais a pena quando a gente tem com quem dividir o nosso tempo, sonhos e vida. A vida é frágil nessa curta passagem sobre a terra”, afirma o músico, que também assume os vocais da gravação. A música tem uma sonoridade que valoriza o piano e os instrumentos acústicos e sua parte instrumental foi toda gravada no retiro da banda, em Gramado (ainda em 2019), enquanto a voz foi gravada nos estúdios da Bunker Sound Design, em Porto Alegre.

O clipe é uma coletânea de desenhos animados antigos em preto e branco, editados pelo guitarrista Augusto Stern, de forma a interagir com a canção. O fotógrafo e artista Fábio Alt mais uma vez foi o responsável pela capa do trabalho, que também remete a uma estética minimalista e à ausência de cores.

O material estará disponível no Spotify, Deezer, iTunes e nas mais diversas plataformas de streaming, assim como no canal da banda no YouTube. A banda inclusive criou uma playlist especial onde estão todos os vídeos já lançados do quarto álbum, sendo que a meta é lançar as 10 músicas do trabalho nesse formato.

www.fantomaticos.com

Canal da banda no Youtube      

https://www.youtube.com/channel/UCT42G1YM9Obvd4RY3xe8QlA

Sobre os Fantomaticos

André Krause – baixo e vocais

Augusto Stern – guitarra e vocais

Guilherme Fialho – guitarra e vocais

Pedro Petracco – bateria e vocais

Rodrigo Trujillo – teclado e vocais

            Fantomaticos é uma banda de Porto Alegre surgida no ano de 1999, ainda de forma experimental, que logo se voltou à busca de uma expressão artística própria e ganhou notoriedade na cena alternativa de rock autoral dos anos 2000. O grupo já se apresentou em diversas cidades do Brasil e em 2015 fizeram seus primeiros shows internacionais, no Uruguai.

            O primeiro disco, ‘No Bosque’ (2008), revela uma grande carga de experimentalismo e originalidade nas composições e arranjos das canções. Seu lançamento teve repercussão nacional na mídia especializada e levou o clipe da canção ‘Gin’ à programação da MTV.

            O segundo disco, ‘Dispersão’ (2013), revela o amadurecimento artístico-musical na construção de um projeto conceitual que busca criar atmosferas e paisagens sonoras mais introspectivas e consistentes. Sobre o trabalho, o músico Frank Jorge, ícone do rock nacional, disse: “(…) é bom escutar uma voz que busca na música uma forma de expressão tendo a noção do quanto é nobre esta possibilidade. (…) A identidade/sonoridade da banda já conta com impressões digitais próprias. A banda tem o SEU som!”

            Deste álbum foram lançados quatro clipes que integram a programação de canais como MTV, Multishow e Bis, Box Brasil, com destaque para a música ‘Ao Longe’. Suas canções passaram pela programação da Itapema FM, Unisinos FM, Novos Horizontes, Mínima FM, entre outras e esse repertório foi apresentado ao vivo na rádio Ipanema FM.

            A canção ‘Recorriendo’, foi remixada pelo artista inglês Midi Error e lançada na rádio BBC Shropshire (Inglaterra). O disco foi destaque na mídia especializada nacional e internacional, como os sites Unsigned & Independent (Irlanda) e Social Radio (EUA).

            Entre o final de 2014 e o final de 2015 lançaram três Eps, com duas músicas cada. São eles: ‘Veja Bem a Sua Volta’, que ganhou bastante espaço nas rádios, ‘Keep Calm’, que tem um belo vídeo-clipe e ‘Vale’, que explora um lado acústico da banda.

            O terceiro álbum, intitulado apenas ‘Fantomaticos’, lançado em 2016, propõe músicas mais diretas e minimalistas, voltadas sobretudo para a execução ao vivo. São 12 músicas inéditas produzidas e gravadas pela banda no seu estúdio, o Bunker Studio.

            A banda ainda lançou em 2018 o single ‘Andar’, um medley e uma aventura musical inspirada em influências da banda, como Beatles, The Who e Supergrass. No final desse ano também lançaram uma versão comemorativa de 10 anos do primeiro disco, ‘No Bosque’, com 3 faixas inéditas gravadas a época.

Terceiro single de Lino chega às plataformas digitais na sexta, 06 de novembro

“Iner” é um lançamento Loop Discos em parceria com a Applaus e conta com clipe assinado por Felipe Andrade com artes de Victória Moliterno

Chega às plataformas de streaming nesta sexta-feira, 06 de novembro, Iner, o terceiro single de Lino, artista paulistano. Após dez anos atuando em espetáculos com diretores consagrados da cena teatral de SP como A Ópera do Malandro, além de filmes como o premiado no exterior O Seco, passando pelas bandas de punk da adolescência e banda de funk rock  Macaco Mostarda, Lino resgata seu lado musical como compositor, guitarrista e beatmaker, firmando uma parceria com a Loop Discos e Applaus para o lançamento de seu projeto musical solo.

Após a estreia de São em 18 de junho, e o single Atento, em julho, chega vez de Iner. As duas primeiras canções trazem um tom mais intimista e sensível, enquanto Iner vem como uma faixa de mensagem otimista e um beat dançante.

“Trabalhei muito em Iner. Não somente no processo criativo, mas também em sua finalização como faixa, passando por seu projeto visual em parceria com Felipe Andrade e Victória Moliterno. Acredito que seja um trabalho que esteja me ensinando muito como artista, em especial no aspecto de desromantizar o processo de composição e o processo artístico como um todo. Suei muito a camiseta até chegar neste resultado, trabalhando dias a fio, da manhã à noite em cima da música. Teve muita insistência. Com Iner aprendi que depender somente da inspiração não é o suficiente. Sua letra foi escrita durante esse período de isolamento social por conta da pandemia, e retrata um momento pessoal de crescimento. Fala um pouco do que sou e um pouco do que almejo ser daqui pra frente”, conta o compositor.

O clipe, que contou com captação, animação e edição de Felipe Andrade, também diretor de Atento, foi gravado no terraço do apartamento do realizador em Pinheiros, tendo como referência visual o clipe de Good News, de Mac Miller, e artes gráficas de Victória Moliterno. “Adoro gente que não sabe dançar, dançando, expressão pura”, brinca Lino.

O projeto de carreira solo de Lino inicia em 2018, quando começa a se aventurar na produção de lo-fi em seu quarto. “Criava linhas de piano, de sopros, de guitarra e os beats. Demorei pra começar a usar samples, eu gostava de criar tudo. E naturalmente comecei a compor letras e melodias pra aquilo tudo. Me parecia errado tanta música sem palavras. Minha inspiração é a vida, e as pessoas, sempre. Sou eu tentando traduzir pra mim mesmo o que eu absorvo enquanto eu observo”, revela.

Ainda em 2020, Lino lança mais um single, Lira, previsto para dezembro. Tanto Iner, quanto São e Atento podem ser conferidas nas plataformas de streaming, assim como no canal no YouTube do artista. Para saber mais sobre Lino, acesse: instagram.com/lino_colatoni

Lino é ator, compositor, guitarrista, beatmaker paulistano. Das bandas de punk da adolescência à banda de funk rock “Macaco Mostarda”, passando pela carreira no teatro e cinema, Lino é artista. Subiu no palco muito cedo, aos três anos, estimulado pelos pais. Aos 13 compôs a primeira canção. No teatro profissional, atuou em peças com diretores consagrados do cenário paulistano, como “A Ópera do Malandro”, e alguns filmes, dentre eles o premiado no exterior, “O Seco”.

Sua estreia na carreira musical solo marca a parceria com a Loop Discos e a Applaus. Entre as referências musicais, Ray Charles, Jimi Hendrix, Tim Maia, Racionais MC’s, Emicida e Black Alien são alguns nomes que surgem quando questionado sobre suas influências. “Uso a música como uma forma de me compreender. Não consigo fazer nada sem colocar o coração e a alma e acredito muito na importância da trajetória”.  E através dessa mistura lírica, com guitarra e beats, o artista se expressa.

Lançamento: Selo Loop Discos

Loop Discos é o selo musical da agência de música Loop Reclame. Seu casting tem mais de 50 artistas e cuida de todas as etapas de lançamento de uma música ou álbum – da burocracia ao planejamento artístico. Com sua house em Porto Alegre, também atende em São Paulo, Los Angeles e Lisboa e já produziu mais de 300 lançamentos (singles, EPS, discos e clipes).

loopdiscos.com/

Produção: Applaus

A Applaus produz conteúdos artísticos teatrais e musicais. São 26 anos de experiência com artistas, shows e festivais na atuação com dezenas de artistas ao longo dessa caminhada por parte de seu fundador, Luciano Cardoso.

http://www.facebook.com/applaus.com.br

O homem infelizmente tem que acabar tem lançamento no dia 03 de outubro no Von Teese Bar

Clara Corleone_foto Mari Korman

Livro de estreia de Clara Corleone é editado pela Zouk e selo Casa da Mãe Joanna

 

Porto Alegre, 17 de setembro de 2019 – Na quinta-feira, 03 de outubro, às 19 horas, ocorre no Von Teese Bar o lançamento do livro de estreia de Clara Corleone, o homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas, da Editora Zouk e selo Casa da Mãe Joanna.

A atriz e escritora, figura conhecida na cena cultural porto-alegrense, começou a publicar seus textos em redes sociais há sete anos. A seleção das publicações, assinada por Joanna Burigo, editora do livro, traz escritos de 2014 até este ano. Além de escrever, desde 2017 Clara comanda um sarau literário com seu nome, onde reúne artistas, jornalistas e outros escritores mensalmente.

“Clara não tem medo de se expor. E o faz de forma bem-humorada e despretensiosa, sem a arrogância de quem, com isso, pretende ensinar um jeito certo de viver, de se comportar. Quem passar os olhos em suas histórias logo concluirá que está diante de uma mulher segura, bem resolvida, destemida”, revela a cientista social e jornalista Mariana Varella, que assina a orelha da publicação.

O homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas surge no coração do Bom Fim de Porto Alegre, e não é tresloucado sugerir que o Bom Fim está para a voz de Clara Corleone como New York está para a de Carrie Bradshaw, como afirma Joanna. “São duas mulheres brancas, cis e heterossexuais, que falam de amor e sexo e todo o resto, a partir de regiões afluentes dos EUA e da capital gaúcha. Aqui, no entanto, o glamour caro dos cupcakes e compras é substituído por muita luta e litrão no boteco. O bairro, efervescente e famoso por ser abrigo festivo da contracultura da cidade, é zona e personagem central das aventuras que compõem este texto, que evoca um regionalismo bastante diferente do tradicionalismo machista e racista gaúcho. Onde Carrie é fabulosamente fictícia e machismo parece ser coisa do passado, Clara existe numa realidade patriarcal da qual produz outro tipo de fabulosidade”.

Feminismo nos dias de hoje, histórias cotidianas, humor, amor, paixões: “as estórias de Clara vêm de suas próprias histórias, e ao contá-las ela faz uma inversão potente da narração pós-feminista característica de tantos produtos culturais em que protagonistas discorrem sobre amor e sexo e todo o resto. Se neles é típico retratar a vida de solteira como trágica e solitária, na versão de Clara não há busca pelo homem certo, ela já é certa de si. Se neles é típico eclipsar os termos do feminismo e tratar o movimento como redundante, na versão de Clara urge a busca por equidade. Se neles é típico celebrar a força das mulheres ridicularizando a masculinidade branca, cis e heterossexual, na versão de Clara o emprego satírico de retórica misândrica serve como ferramenta educativa e de redenção”, conta a editora.

A publicação, com 248 páginas, está em pré-venda pelo site da editora, com opção de retirada no lançamento ou envio a partir de 04/10 por R$ 39,60: http://www.editorazouk.com.br/pd-6c071b-o-homem-infelizmente-tem-que-acabar.html?ct=&p=1&s=1. O livro estará à venda no local do evento pelo valor de R$ 44,00.

Para mais informações, acesse: http://www.editorazouk.com.br/ | facebook.com/claracorleone . O Von Teese Bar fica na Rua Bento Figueiredo, 32.

 

Lançamento o homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas, de Clara Corleone

03 de outubro, quinta-feira, 19h, no Von Teese Bar – Rua Bento Figueiredo, 32

Entrada Franca.

Livro – Pré-venda – R$ 39,60 | No dia do evento – R$ 44,00

http://www.editorazouk.com.br/pd-6c071b-o-homem-infelizmente-tem-que-acabar.html?ct=&p=1&s=1.

Clara Corleone é atriz e escritora. Já teve textos publicados no jornal Zero Hora, site Lugar de Mulher e Revista do Beco. Desde 2017 comanda um sarau literário com seu nome que ocorre mensalmente em Porto Alegre, reunindo artistas, jornalistas e outros escritores. Divide seu tempo como produtora no estúdio Otto Desenhos Animados, a ONG Minha Porto Alegre e como hostess do Bar Ocidente. Mora no Bom Fim, com duas cachorrinhas e uma gata. “o homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas” é seu primeiro livro.

o homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas

Autora: Clara Corleone

Editora Zouk | Casa da Mãe Joanna

Literatura Brasileira/Crônicas

ISBN: 9788580490886

Tamanho: 14x21cm

Número de páginas 248

Preço: R$ 44,00

Encadernação: Brochura

Sinopse: Clara Corleone não tem medo de se expor. E o faz de forma bem-humorada e despretensiosa, sem a arrogância de quem, com isso, pretende ensinar um jeito certo de viver, de se comportar. Quem passar os olhos em suas histórias logo concluirá que está diante de uma mulher segura, bem resolvida, destemida.

O homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas surge no coração do Bom Fim de Porto Alegre, e não é tresloucado sugerir que o Bom Fim está para a voz de Clara Corleone como New York está para a de Carrie Bradshaw. São duas mulheres brancas, cis e heterossexuais, que falam de amor e sexo e todo o resto, a partir de regiões afluentes dos EUA e da capital gaúcha. Aqui, no entanto, o glamour caro dos cupcakes e compras é substituído por muita luta e litrão no boteco. O bairro, efervescente e famoso por ser abrigo festivo da contracultura da cidade, é zona e personagem central das aventuras que compõem este texto, que evoca um regionalismo bastante diferente do tradicionalismo machista e racista gaúcho. Onde Carrie é fabulosamente fictícia e machismo parece ser coisa do passado, Clara existe numa realidade patriarcal da qual produz outro tipo de fabulosidade.

Clara Corleone não tem medo de se expor. E o faz de forma bem-humorada e despretensiosa, sem a arrogância de quem, com isso, pretende ensinar um jeito certo de viver, de se comportar. Quem passar os olhos em suas histórias logo concluirá que está diante de uma mulher segura, bem resolvida, destemida. De fato, Clara é um tanto assim, mas como quase sempre ocorre com os olhares superficiais, apenas percorrer seus escritos não é o suficiente para captar toda a subjetividade da autora. Para entender Clara, é preciso caminhar a seu lado pelo percurso que ela desenhou.

Sentir palpitar o coração da menina que sofreu abuso aos 6 anos, provar a rejeição da adolescente que se achava feia e desenvolveu distúrbio alimentar para se enquadrar em um padrão de beleza que nunca alcançaria, afundar com a moça que se casou com um ideal romântico na cabeça e precisou romper com o casamento para não se separar de si mesma.

Muitos livros nos fazem sentir a consternação de ser mulher. Porque nas histórias, as aventuras e a emoção em geral cabem aos homens; a nós, mulheres, resta a tristeza das peripécias não vividas, a sensação de que podíamos mais, muito mais. Quando a gente lê as histórias da Clara, no entanto, ocorre o oposto: ficamos com vontade de ser mulher. E isso não é pouco.

Mariana Varella

Conheci as crônicas, deboches e poéticas de Clara Corleone antes de conhecer a Corle – o que aconteceu na porta do “Oci”, e também antes deste livro ser um projeto, mas esse é um dos muitos causos que ela conta melhor do que eu poderia. Palavras muito me interessam, e a forma como Clara as arranja para contar histórias diretamente do coração do Bom Fim de Porto Alegre – de onde ela é, e onde hoje moro – resulta numa refrescante celebração das vidas e vivências de uma feminista.

Não é tresloucado sugerir que o Bom Fim está para a voz de Clara Corleone como New York está para a de Carrie Bradshaw. São duas mulheres brancas, cis e heterossexuais, que falam de amor e sexo e todo o resto, a partir de regiões afluentes dos EUA e da capital gaúcha. Aqui, no entanto, o glamour caro dos cupcakes e compras é substituído por muita luta e litrão no boteco. O bairro, efervescente e famoso por ser abrigo festivo da contracultura da cidade, é zona e personagem central das aventuras que compõem este texto, que evoca um regionalismo bastante diferente do tradicionalismo machista e racista gaúcho. Onde Carrie é fabulosamente fictícia e machismo parece ser coisa do passado, Clara existe numa realidade patriarcal da qual produz outro tipo de fabulosidade.

As estórias de Clara vêm de suas próprias histórias, e ao contá-las ela faz uma inversão potente da narração pós-feminista característica de tantos produtos culturais em que protagonistas discorrem sobre amor e sexo e todo o resto. Se neles é típico retratar a vida de solteira como trágica e solitária, na versão de Clara não há busca pelo homem certo, ela já é certa de si. Se neles é típico eclipsar os termos do feminismo e tratar o movimento como redundante, na versão de Clara urge a busca por equidade. Se neles é típico celebrar a força das mulheres ridicularizando a masculinidade branca, cis e heterossexual, na versão de Clara o emprego satírico de retórica misândrica serve como ferramenta educativa e de redenção.

Talvez acidentalmente, mas não coincidentemente, Corle tem como marca de sua prática de vida algo que também caracteriza o feminismo: existir sob a noção radical de que mulheres são pessoas, para usar a ironia cáustica da famosa citação de Marie Shear. Feminismo, neste livro, não é contexto nem personagem, mas uma afiada lente e um potente megafone através dos quais Corleone escolhe se avaliar e apresentar.  Mas ela rememora sua audiência: antes de feminista, é sujeito, pessoa, mulher. Enxergando e apontando o caráter hierárquico e opressor da ordem patriarcal de gênero, Clara autonomamente reivindica a própria humanidade antes de qualquer marcador.

Como tendem a ser os textos feministas, o de Clara disputa a História. O dela, pela escrita de estórias sobre histórias de uma mulher segura e em paz com suas vulnerabilidades, pragmática mas sem medo de render-se ao mistério, cuja prática política é a prática do pessoal. Histórias de uma mulher para quem fundamental, mesmo, é o amor próprio.

Joanna Burigo

 

Guatambu Estância do Vinho participa de diversos eventos durante a Expointer 2015

angusextrabrut_simulacaoA vinícola integra uma série de degustações, além do lançamento do espumante Angus no dia 02 de setembro

Porto Alegre, 28 de agosto de 2015 – A Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito, RS,  marca sua presença na Expointer 2015 com diversas atividades em vários espaços do Parque de Exposições Assis Brasil, além de lançamento do espumante Extra-Brut, produzido para Associação Brasileira de Criadores da Raça Angus.

O Point Wine da Guatambu é no Espaço Boulevard Raça Ideal, onde o público poderá adquirir garrafas e receber mais informações da equipe de enólogos e sommeliers. Os vinhos e espumantes serão servidos em todos os eventos da programação da Casa RBS e palestrantes serão presenteados com kit da vinícola.

No dia 30 de agosto, ao meio dia, os convidados do Espaço VIP do Canal Rural Freio de Ouro poderão provar vinhos e espumantes. No dia 31, a Casa do Senar-RS recebe a sommelière e sócia-proprietária da Guatambu, Isadora Hermann Pötter, e o sommelier Vinicius de Miranda Santiago para degustação orientada. O evento inicia às 17h30, aberto ao público, e as vagas são limitadas. Às 19h, o jornalista e sommelier Irineu Guarnier Filho ministra degustação orientada no Estúdio do Canal Rural.

Na terça-feira, 1º de setembro, o Frigorífico Silva oferece degustação de carnes harmonizadas com espumante Poesia do Pampa Brut, às 19h30, no Espaço ABHB.

Reforçando a parceria com a Associação Brasileira de Criadores da Raça Angus, no dia 02 de setembro, a entidade recebe convidados para o lançamento do espumante Angus Extra-Brut, desenvolvido pela Guatambu. Elaborado com uvas Chardonnay, colhidas manualmente. Produzido pelo processo champenoise, revela aromas finos de frutas de polpa branca, como ameixa branca e pera dando lugar, em segundo plano, a notas delicadas de pão tostado e leveduras. Este é o segundo rótulo produzido pela vinícola para a Associação, que em 2014 lançou o Vinho Angus Tannat. O evento inicia às 17h no Espaço Angus. Na quinta-feira, às 16h30, os rótulos Angus serão servidos em coquetel na Casa RBS às 16h30.

PROGRAMAÇÃO GUATAMBU ESTÂNCIA DO VINHO – EXPOINTER 2015

  • Espaço Boulevard Raça Ideal: Point wine da Guatambu Estância do Vinho – venda dos produtos, contato e bate-papo com as enólogas da vinícola | durante toda a feira
  • Dia 30/08 | 12h | Espaço VIP Canal Rural Freio de Ouro |Degustação rótulos Guatambu Estância do Vinho
  • Dia 31/08 | 17h30 | Casa do Senar-RS | Degustação orientada com apresentação da vinícola, com a proprietária Isadora Pötter e o sommelier Vinicius de Miranda Santiago | aberto ao público – vagas limitadas | 19h | Estúdio Canal Rural | Degustação orientada dos rótulos da vinícola para convidados com o Jornalista e Sommelier Irineu Guarnier Filho
  • Dia 1º/09 | 19:30 h | Espaço ABHB (Hereford e Braford) | Degustação carnes Frigorífico Silva harmonizadas com espumante Poesia do Pampa Brut
  • Dia 02/09 | 17h | Espaço Angus | Lançamento do espumante Angus Extra-Brut, elaborado pela Vinícola Guatambu Estância do Vinho
  • Dia 03/09 | 16h30 | Casa RBS | Coquetel Angus na Casa RBS com degustação rótulos Angus
  • Casa RBS | Os rótulos da vinícola serão servidos em todos os eventos da programação da casa, e palestrantes serão presenteados com Kit da vinícola

Sobre a Guatambu

A Guatambu é uma vinícola boutique que trabalha com administração familiar, em pequena escala, somente com uvas próprias, lotes limitados e garrafas numeradas, em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha, desde 2003. Situada no coração do pampa gaúcho, na fronteira com o Uruguai, o cultivo da videira é marcado por um terroir com mais de 2.300 horas de luminosidade durante o período vegetativo da videira e escassez de chuvas no verão, garantindo a maturação fenólica das uvas e a opulência de seus vinhos.

A vinícola conta com um complexo enoturístico, que engloba área de produção, auditório, sala de degustação, salão com parrilla para eventos e loja, com referências arquitetônicas voltadas à cultura gaúcha e às estâncias do pampa, sendo considerada referência em estilo, beleza e modernidade. Mais informações, acesse o site:http://www.guatambuvinhos.com.br/

Fantomaticos lança disco Dispersão no dia 27 de junho na sala Bruno Kiefer

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Segundo disco da banda traz referências sobre a passagem do tempo

A banda Fantomaticos lança no dia 27 de junho às 20h, na sala Bruno Kiefer na Casa de Cultura Mario Quintana, seu novo disco Dispersão. Formado por André Krause (voz, baixo e violão nylon), Augusto Stern (voz, guitarra, violão aço, mandolina, qin-qin), Gabriel Hornos (voz, bateria e percussão), e Fernando Efron (voz e guitarra), o grupo existe desde 1999 e apresenta seu segundo disco.

Com 11 músicas inéditas produzidas pela banda, o álbum foi gravado entre 2011 e 2012 em Porto Alegre no Bunker Estúdio, mixado por Rodrigo Deltoro na Mixplace e masterizado nos EUA, por Brian Lucey no Magic Garden Mastering, responsável pelo álbum El Camino da banda Black Keys, vencedor do Grammy de Melhor Álbum do Ano de 2013.

“Dispersão traz referências sobre a passagem do tempo e a relação que se tem com ele”, afirmam. Dispersão remete à dispersão do tempo e a realidade do nosso tempo – muitas informações e pessoas interagindo de forma dispersa, sem união. Também representa a diversidade de estilos e escolhas sonoras do disco. Os músicos acreditam que o resultado das canções é o retrato de uma banda, que, apesar de estar fora do circuito de shows, seguiu produzindo e criando.

O disco mistura uma diversidade de instrumentos acústicos com técnicas e efeitos modernos. Instrumentos exóticos como Charango e Mandolina (Peru), Qin Qin e Gongo (China) e instrumentos tradicionais como guitarra, violão, baixo e piano se misturam a programação de instrumentos virtuais, edição de som criativa e efeitos sonoros de circuit bending.

A banda usa sistema de gravação digital juntamente com parafernália vintage, como amplificadores DUOVOX, amplificador IPAME, guitarra Giannini Diamond, além de efeitos com um sintetizador CASIO de brinquedo, entre outros. Os músicos passaram meses fazendo pesquisas de timbres e efeitos para alcançarem sons mais únicos.

Dispersão conta com participações do português radicado no Brasil Jass Carnival (voz em Ao Que Virá), Rodrigo Trujillo (piano em Recorriendo e teclados Você Falou e Eu Nem Notei), do argentino Hernán Efron (voz em Recorriendo), irmão do vocalista e guitarrista Fernando, e do músico e produtor inglês Midi Error (efeitos sonoros em Derreter na Estrada, Dispersão e 2 menos 1).

Desde o início do ano a banda divulga o clipe dos singles Ao longe e Derreter na Estrada, gravados juntos no inverno de 2012 com a ideia de ser um clipe só em duas partes, sendo um deles uma espécie de making of do outro. Os roteiros foram escritos pelo diretor Bruno Carvalho em parceria com a banda, com a premissa de apresentar uma sensação visual da música, mais do que uma história tradicional.

As filmagens ocorreram nas estradas do litoral norte do estado, principalmente em Osório, com os integrantes da banda dirigindo um belo Karmann Ghia, além de imagens em Atlântida e Capão da Canoa. A direção de fotografia é de Felipe Rosa, direção de produção de Patrícia Barbieri, a edição de Vinícius De Luca Meyer e finalização de Ricardo Mendes. Para assistir, basta acessar o site: http://www.fantomaticos.com.

Até o dia do show, a banda disponibilizará semanalmente conteúdos exclusivos relativos ao disco, como músicas inéditas, entrevistas e imagens de making of, através das redes sociais e site do grupo.

Os ingressos para o show do dia 27 custam R$ 10,00 com direito a uma cópia do CD e estarão à venda no dia do show, a partir das 18h na bilheteria do teatro. O disco poderá ser ouvido gratuitamente no site da banda, além de ser adquirido pelo site https://onerpm.com.br/ e pela itunes store.

SAIBA MAIS

DISPERSÃO

11 músicas / 32 minutos / independente / 2013

1. Derreter Na Estrada

2. Flashback

3. Ao Longe

4. Ao Que Virá

5. Recorriendo

6. Dispersão

7. Você Falou e Eu Nem Notei

8. Guy Moquet

9. 2 menos 1

10. Nada Melhor a Dizer

11. Sanfona

Todas músicas compostas, produzidas e gravadas pelos Fantomaticos no Bunker Studio – Porto Alegre – entre 2011 e 2012

O Bunker Studio é o estúdio pertencente a Augusto Stern e Fernando Efron, integrantes da banda. Existe desde 2007 e realiza trabalhos com bandas além de sound design e trilha sonora para filmes. Já passaram pelo estúdio músicos como Arthur de Faria, Nei Lisboa, Apanhador Só entre outros. No cinema, mais de 10 longa-metragens e diversos curtas no currículo: http://www.bunkerstudio.com.br

Mixado por Rodrigo Deltoro no Mixplace – Porto Alegre

Estúdio de mixagem de Rodrigo Deltoro, ex -baixista da Tequila Baby. Já trabalhou com bandas como Cachorro Grande, Fresno, Acústicos e Valvuldaos, Rosa Tattooada, etc: http://rodrigodeltoro.viinyl.com/

Masterizado por Brian Lucey no Magic Garden Mastering – Columbus

Estúdio de masterização em Columbus Ohio EUA, do técnico de som Brian Lucey que masterizou, entre outros artistas, o Black Keys, no album vencedor do Grammy “El Camino”: http://www.magicgardenmastering.com

FANTOMATICOS:

Fundada em 1999 por Augusto Stern, Fernando Efron, Gabriel Hornos, Felipe Franke e Henrique Manfroi, Fantomaticos é uma banda de Porto Alegre, RS. Formado pelos músicos André Krause (voz e baixo), Augusto Stern (voz e guitarra), Gabriel Hornos (voz e bateria) e Fernando Efron (voz e guitarra), o grupo já tem um disco lançado em 2009 chamado No Bosque e lança em 2013 Dispersão, gravado em Porto Alegre, com produção de Rodrigo Deltoro e mixado nos EUA por Brian Lucey, no Magic Garden Mastering . Sua influências são os clássicos do Rock, como The Beatles, The Who, Jimi Hendrix, Mutantes e Supergrass, Jazz – Miles Davis, Duke Ellington e Frank Sinatra –, Funk, Folk, MPB e música alternativa.

http://www.youtube.com/watch?v=Lb57h9HmrdU

INaGeMP no TVCOM Tudo Mais

Foi lançado no dia 13 de junho, o documentário Genética Médica Populacional – INaGeMP, dentro da programação do XXIV Congresso Brasileiro de Genética Médica, em Porto Alegre.

O filme foi produzido pela Verte Filmes, com roteiro e direção de Gabriel Faccini. As filmagens iniciaram em janeiro deste ano no município de Monte Santo (BA), passando por Porto Velho e Monte Negro (RO), Cândido Godói e Porto Alegre (RS). O documentário se constrói a partir da necessidade de desmistificar a genética como uma ciência de elite (no mau sentido), que se faz apenas no interior de laboratórios e trata de questões intangíveis e distantes do homem comum. Através da abordagem de quatro projetos distintos, em diferentes regiões brasileiras, o filme se propõe a construir um panorama das vastas possibilidades de atuação da genética médica junto às comunidades. Estes muitos pontos de contato, apresentados através das diferentes práticas e especialidades genéticas que compõem o INaGeMP, construirão este argumento.

Genética Médica Populacional – INaGeMP apresenta quatro populações em especial, com suas particularidades do ponto de vista científico, mas também com suas diferentes realidades e culturas. São elas: Monte Santo – BA, Monte Negro – RO, Cândido Godói – RS e os grupos populacionais descendentes dos açorianos, também no RS.     A temática da genética se entrelaça necessariamente com a história destas regiões, suas identidades. São estas idiossincrasias que aproximam o espectador leigo e é a partir delas que se poderá acessar as especificidades de cada caso, como resultam de um contexto populacional e como a genética médica se relaciona com isto.

O documentário tem duração de 55 min. Em setembro, Genética Médica Populacional – INaGeMP também fará parte da programação do Congresso Brasileiro de Genética, em Foz do Iguaçu, entre os dias 11 e 14.

Ficha Técnica:

Roteiro e direção – Gabriel Faccini

Ass. de direção – Tiago Rezende

Fotografia – Pedro Henrique Risse

Som direto – André Garcia

Montagem – André Garcia, Gabriel Faccini, Pedro Henrique Risse e  Tiago Rezende

Música – Luciano Faccini

Edição de som – Audrey Pereira

Produção – INaGeMP / Audrey Pereira / Gabriel Faccini / Lavínia Schüler-Faccini

SOBRE O INAGEMP

O Instituto Nacional de Genética Médica Populacional foi fundado em 2008. O programa do INaGeMP inclui ações coordenadas das equipes das instituições associadas e colaboradoras em pesquisa, prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças com fortes componentes genéticos na sua etiologia, assim como formação de recursos humanos na área e ações de transferência de conhecimento para a sociedade através da divulgação científica e educação das comunidades afetadas. Conceitualmente, a Genética Médica Populacional (GEMEPO) é o ramo do conhecimento que estuda e atende as populações com alta prevalência de doenças com um forte componente genético na sua etiologia e/ou de anomalias congênitas (do nascimento), ainda que de causa preponderantemente ambiental. Suas diferentes denominações abarcam a de Genética Médica Populacional, ou “genética médica em nível populacional”, ou “estudo de populações com alta prevalência de doenças genéticas e/ou congênitas”.

A Dra Lavínia Schuller – Faccini concedeu entrevista ao TVCOM Tudo Mais na última sexta-feira. Confira aqui.

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