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Bruna Paulin

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Museu de Contrastes inaugura neste sábado no LabART 760

 

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Última mostra do ano conta com obras de 14 artistas

 

Inaugura neste sábado, 11 de dezembro, no LabART 760, a última exposição de 2016 do espaço, Museu de Contrastes – Experiência 5. Construída com antiguidades, colecionáveis de períodos e lugares diversos, e obras de arte moderna e contemporânea, que serão exibidos lado a lado a partir de mecanismos de justaposição. Estes mecanismos permitem que se realizem novas abordagens dos diversos sentidos que os objetos carregam, seu caráter funcional e seu valor simbólico.

A exposição, com curadoria de Gaudêncio Fidelis, foi organizada levando em consideração um conjunto de objetos que normalmente compõe o espaço hierárquico da residência privada. Estruturado historicamente como uma disposição patriarcal da normatividade e da ordem, os diversos ambientes que compõe uma residência equivalem em essência à decoração de interiores necessária para preenche-los e ornamenta-los, considerando ainda o estabelecimento de uma ordem comunicativa (que assinala a classe a quem pertencem) assim como as normas do espaço doméstico e como se pressupõe agir dentro delas. Essa ordem patriarcal articulada através da disposição dos ambientes, determina regras de comportamento e um ritual específico de circulação que pode ser caracterizado como essencialmente normativo. Qualquer fuga desta hierarquia pode ser considerada como excentricidade.

Museu de Contrastes – Experiência 5 busca constituir uma biografia afetiva dos objetos, para além de sua proveniência, ao mesmo tempo que busca formular um “manual de contrastes”, através de um conjunto de estratégias de justaposição que desafiam o senso comum da lógica de exibição convencional. “Podemos dizer que este manual de contrastes é a parte da exposição que trata da introdução de novos modelos de curadoria, que sejam capazes de construir um campo de conhecimento e reflexão para uma história de exposições”, afirma Fidelis.

O que está em questão em Museu de Contrastes é uma sociologia dos objetos e seu impacto simbólico no universo da cultura. A decoração de interiores, por exemplo, causou um enorme impacto nos modos de exibição de obras que foram historicamente utilizados, mas o contrário também é verdade. O interior minimalista surgiu a partir de seus desdobramentos na arte contemporânea no início dos anos de 1960. “Um dos aspectos que esta exposição busca evidenciar são os conflitos que podemos vislumbrar desse agenciamento, entre a função dos objetos, e seu aspecto decorativo, transformados no tempo pela experiência da decoração de interiores e a adição de valor histórico”, conta.

A mostra conta com 15 obras de artistas como Antônio Augusto Bueno, Ana Norogrando, Carlos Trevi, Cibele Vieira, Fábio Del Ré, Gilda Vogt, Leandro Machado, Mário Röhnelt, Otto Sulzbach, Pedro Weingärtner, Ricardo Giuliani, Sandro Ka, Tânia Resmini e Tony Camargo, além da inclusão de antiguidades e objetos colecionáveis.

A mostra coletiva conta com empréstimos de galerias, antiquários, e coleções públicas e privada e segue em cartaz até 11 de março de 2017. O LabART  760 funciona de segunda a sexta-feira das 14h às 18h, e aos sábados, das 10h às 15h, na Rua Marechal Floriano, 760.

Museu de Contrastes – Experiência 5

Com obras de:

Ana Norogrando

Antônio Augusto Bueno

Carlos Trevi

Cibele Vieira

Fábio Del Ré

Gilda Vogt

Leandro Machado

Mário Röhnelt

Otto Sulzbach

Pedro Weingärtner

Ricardo Giuliani

Sandro Ka

Tânia Resmini

Tony Camargo

Com inclusão de antiguidades e objetos colecionáveis

Gaudêncio Fidelis (Brasil, 1965) é curador e historiador de arte, especializado em arte brasileira, moderna e contemporânea e arte das américas. É mestre em arte pela New York University (NYU) e doutor em História da Arte pela State University of New York (SUNY) com a tese The Reception and Legibility of Brazilian Contemporary Art in the United States (1995-2005). Foi fundador e primeiro diretor do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul em 1992. Publicou entre outras obras Dilemas da Matéria: Procedimento, Permanência e Conservação em Arte Contemporânea (MAC-RS, 2002); Uma História Concisa da Bienal do Mercosul (FBAVM, 2005) e O Cheiro como Critério: em Direção a uma Política Olfatória em Curadoria (Chapecó: Argos, 2015). Entre 2004 e 2005 foi curador-adjunto da 5a Bienal do Mercosul. É membro do Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico Brasileiro do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA). Foi diretor do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS (2011-2014) e Curador-chefe da 10a Bienal do Mercosul (2014-2015).

Museu de Contrastes – Experiência 5 – Conceito

A exposição Museu de Contrastes é construída com antiguidades, colecionáveis de períodos e lugares diversos, e obras de arte contemporânea, exibidos lado a lado a partir de mecanismos de justaposição. Estes mecanismos permitem que realizemos novas abordagens dos diversos sentidos que os objetos carregam, seu caráter funcional e seu valor simbólico. Através destes mecanismos a realidade material dos objetos também torna-se evidente, e as obras de arte contemporâneas colocadas em confronto com eles buscam revelar a existência em ambos os casos de suas características simbólicas e sua problemática conceitual. O atrito provocado pelo confronto, possibilita assim, a investigação de uma existência muitas vezes obscurecida pelo hábito do olhar, que acostumado com a rotina, não nos permite ver muitas vezes determinados aspectos de um objeto, a menos que um segundo ou terceiro objeto ative sua constituição obscurecida.

Museu de Contrastes busca constituir uma biografia afetiva dos objetos, para além de sua proveniência, ao mesmo tempo que busca formular um “manual de contrastes”, através de um conjunto de estratégias de justaposição que desafiam o senso comum da lógica de exibição convencional. Podemos dizer que este manual de contrastes é a parte da exposição que trata da introdução de novos modelos de curadoria, que sejam capazes de construir um campo de conhecimento e reflexão para uma historia de exposições.

A exposição foi construída levando em consideração um conjunto de objetos que normalmente compõe o espaço hierárquico da residência privada. Estruturado historicamente como uma disposição patriarcal da normatividade e da ordem, os diversos ambientes que compõe uma residência equivalem em essência à decoração de interiores necessária para preenche-los e ornamenta-los, considerando ainda o estabelecimento de uma ordem comunicativa (que assinala a classe a quem pertencem) assim como as normas do espaço doméstico e como se pressupõe agir dentro delas. Essa ordem patriarcal articulada através da disposição dos ambientes, determina regras de comportamento e um ritual específico de circulação que pode ser caracterizado como essencialmente normativo. Qualquer fuga desta hierarquia pode ser considerado como excentricidade.

Em 1968 Jean Baudrillard publicou seu livro Le système des objets (Editions Gallimard), uma exaustiva abordagem teórica dos aspectos socioculturais e históricos do objeto a partir de uma crítica da cultura moderna de consumo. Baudrillard nos mostra que um “sistema dos objetos” pode ser construído a partir de sua “funcionalidade”, “disfuncionalidade” e de uma “metafuncionalidade” que lhe é atribuída na construção do valor simbólico. Em seu livro Baudrillard aborda as antiguidades como uma categoria “marginal” ou seja, à parte do universo dos objetos, uma vez que estes incorporam o significado do tempo como função, carregando o que ele chama de “mito da origem”. Entretanto, como assinala Baudrillard, o objeto antigo tem um impacto enorme sobre a modernidade, pois ele altera a nossa percepção de tempo daquela da praticidade para a de puro significado, que ele considerou como carregando assim a “significação do tempo”.

Na exposição Museu de Contrastes, está em questão uma sociologia dos objetos e seu impacto simbólico no universo da cultura. A decoração de interiores, por exemplo, causou um enorme impacto nos modos de exibição de obras que foram historicamente utilizados, mas o contrário também é verdade. O interior minimalista surgiu a partir de seus desdobramentos na arte contemporânea no início dos anos de 1960. Um dos aspectos que esta exposição busca evidenciar são os conflitos que podemos vislumbrar desse agenciamento, entre a função dos objetos, e seu aspecto decorativo, transformados no tempo pela experiência da decoração de interiores e a adição de valor histórico. Objetos servem como intercessores entre o indivíduo e o espaço. Sua relação com a vida cotidiana é mediada pela sua capacidade de inscrever um caráter de tempo e assim atribuir valor aos objetos como forma de relacioná-los ao universo da experiência com a história. Sejam eles históricos ou contemporâneos, estas características encontram-se implícitas em sua própria existência.

A exposição conta com empréstimos de galerias, antiquários, e coleções públicas e privadas.

De 11 de dezembro de 2016 a 11 de março de 2017

LabART 760 – Rua Marechal Floriano, 760 – Centro Histórico, Porto Alegre

Horário:

Seg-Sex: 14h-18h

Sáb: 10h-15h

Contato: labart760@gmail.com

Telefone: (51) 35162259

 

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Fluxos de Comunicação (Experiência 4) inaugura no sábado, 29 de outubro, no LabART 760

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Com curadoria de Marcio Tavares, mostra traz obras de André Petry, Britto Velho, Lucas Schultz, Marcelo Armani, Milton Kurtz e Shirley Paes Leme

Inaugura no próximo sábado, 29 de outubro, a exposição Fluxos de Comunicação (Experiência 4) no LabART 760. O espaço no Caminho dos Antiquários recebe sua quarta mostra desde sua inauguração com curadoria de Marcio Tavares e obras de André Petry, Britto Velho, Lucas Schultz, Marcelo Armani, Milton Kurtz e Shirley Paes Leme.

Fluxos de comunicação (Experiência 4) é uma exposição que objetiva abordar questões que formam a relação entre a arte e a comunicabilidade, explorando a dinâmica comunicativa das obras de arte e também inferir acerca dos modos como se distribuem as informações e as trocas culturais no meio social contemporâneo. A mostra conta com a participação de obras de artistas com distintas trajetórias e de distintas gerações, compondo um variado quadro de interesses e aproximações com o conceito da exposição, reunindo os artistas André Petry, Britto Velho, Lucas Schultz, Marcelo Armani, Milton Kurtz e Shirley Paes Leme, as quais vistas em conjunto conferem um interessante panorama dessa interessante relação entre a arte e os modos como, nós humanos, podemos interagir em processos significativos de comunicação.

Com oito obras – a maioria instalações inéditas –, Fluxos de Comunicação (Experiência 4) pretende descortinar questões acerca da importância da arte nos processos comunicativos. “De certa maneira, podemos dizer que a arte é construída e elemento das formas estabelecidas de estruturação comunicativa nas distintas sociedades e culturas. Tal percepção nos leva a compreender a importância dos questionamentos postos pelos pensadores da semiótica quando tratam de questões relativas à arte”, ressalta Tavares. De acordo com o curador, “pensar a obra de arte e as exposições como dispositivos simbólicos de produção de interação comunicativa permite que sua apresentação em um contexto de exposição recebe uma abertura para uma construção generosa de significados acerca da produção em evidência, afastando a arte do predomínio dos especialistas aproximando-a do mundo sem rebaixar seu conteúdo significativo”.

A exposição segue em cartaz até 03 de dezembro, com entrada franca. O LabART  760 funciona de segunda a sexta-feira das 14h às 18h, e aos sábados, das 10h às 15h, na Rua Marechal Floriano, 760.

 

Saiba Mais

Fluxos de Comunicação (Experiência 4)

Curadoria: Marcio Tavares

Com obras dos artistas:

André Petry

Britto Velho

Lucas Schultz

Marcelo Armani

Milton Kurtz

Shirley Paes Leme

Fluxos de Comunicação (Experiência 4)

De 29 de outubro a 03 de dezembro

Entrada Franca

LabART 760 – Rua Marechal Floriano, 760 – Centro Histórico, Porto Alegre

Horário:

Seg-Sex: 14h-18h

Sáb: 10h-15h

Contato: labart760@gmail.com

Telefone: (51) 35162259

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LabART 760 promove curso sobre História da Arte Brasileira

©2016 Nilton Santolin

©2016 Nilton Santolin

Atividade é ministrada pela curadora e historiadora Ana Zavadil

 

O Laboratório para Experimentações Artísticas – LabART 760 promove a partir de 18 de outubro a segunda edição do curso sobre História da Arte Brasileira, ministrado pela curadora e historiadora Ana Zavadil. A atividade tem como objetivo o estudo dos conceitos, movimentos e artistas a partir dos anos 1950 no Brasil, com foco nas inovações plásticas produzidas no país até a virada do século.

Com seis encontros de três horas de duração, o curso tratará de temas como Arte Concreta e Neoconcretismo, Arte Conceitual, entre outros. As aulas estão agendadas para as terças-feiras, das 14h30 às 17h30, até 29 de novembro. O LabART oferece descontos para estudantes e professores de artes e associados Chico Lisboa. As inscrições devem ser feitas pelo email labart760@gmail.com. Informações (51) 35162259.

Localizado no Caminho dos Antiquários, na rua Marechal Floriano Peixoto, o LabART 760 é uma iniciativa independente comprometida em apoiar a produção, a crítica e a investigação interdisciplinar acerca das práticas artísticas contemporâneas. Na equipe, os curadores e historiadores Ana Zavadil, Gaudêncio Fidelis e Márcio Tavares, a advogada e gestora cultural Marla Trevisan, e o advogado e artista visual Ricardo Giuliani. O LabART  760 funciona de segunda a sexta-feira das 14h às 18h, e aos sábados, das 10h às 15h.

  • História da Arte Brasileira

Ministrado pela Profa. Me. Ana Zavadil

Estudo dos conceitos, movimentos e artistas a partir dos anos de 1950 no Brasil, dividido em seis encontros:

18/10 Arte Concreta e Neoconcretismo;

23/10 Novas Figurações: arte dos anos de 1960;

01/11 A desmaterialização da Arte: arte conceitual dos anos de 1970;

08/11 Volta à pintura anos de 1980;

22/11 Corpo, espaço e memória: arte dos anos de 1990;

29/11 Arte a partir da virada do século

Vagas: 10

Investimento: R$ 900,00 – parcelado em até 3 x no cartão

Carga horária: 18h – 6 encontros

Terças-feiras, das 14h30 às 17h30 – De 18 de outubro a 29 de novembro

Desconto de 15% associados Chico Lisboa (pagamento 2x)

Desconto de 15% para professores e alunos de artes (pagamento em 2X)

As inscrições devem ser feitas pelo email labart760@gmail.com. Informações (51) 35162259.

Ana Zavadil (1957, Brasil)

Curadora e historiadora de arte especializada em arte brasileira moderna e contemporânea. Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal de Santa Maria  com a dissertação Reatando os Nós: Arte & Fato Galeria, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul-MAC/RS e Torreão- Espaços de Legitimação em Porto Alegre (1985-1997). Professora no curso de Pós-Graduação da Universidade de Caxias do Sul – UCS, na disciplina de Introdução à Curadoria e na Universidade Feevale, onde ministra a disciplina Arte Brasileira Contemporânea. Foi membro do Comitê de Acervo e Curadoria do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul-MAC/RS de 2011 a 2013 e membro do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul de 2011 a 2013. Publicou inúmeros artigos em anais de congressos, jornais e revistas acadêmicas. É autora do livro ENTRE: Curadoria A-Z, um mapeamento da produção contemporânea do RS entre 2000/2013 tendo realizado a exposição homônima no Museu de Arte Contemporânea do RS. Foi Curadora-chefe do Museu de Arte do Rio Grande do Sul-MARGS de 2013 à 2014, onde realizou a curadoria de várias exposições como A Bela Morte: Confrontos com a Natureza-Morta no Século XXI, O Cânone Pobre: Uma Arqueologia da Precariedade na Arte; Útero Museu e Domesticidade: Gerações do Feminino na Arte; Geografias da Criação: Arte, Moda & Design, entre outras, além de ter realizado a organização do material educativo destas exposições para fins pedagógicos. Foi curadora-assistente da 10a Bienal do Mercosul.

LabART 760

Rua Marechal Floriano Peixoto, 760 Caminho dos Antiquários – Centro Histórico, Porto Alegre

Horário:

Seg-Sex: 14h-18h

Sáb: 10h-15h

Contato: labart760@gmail.com

Telefone: (51) 35162259

 

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LabART 760 inaugura sua terceira mostra em 20 de agosto

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Tecer no Tempo (Experiência 3) tem curadoria de Ana Zavadil e reúne 16 obras de Angélica Neumaier e Odete Calderan

 

Porto Alegre, 15 de agosto de 2016 – No próximo sábado, 20 de agosto, o Laboratório de Experimentações Artísticas – LabART 760, inaugura sua terceira exposição desde sua abertura em abril. Tecer no Tempo (Experiência 3), tem curadoria de Ana Zavadil e reúne 16 obras das artistas Angélica Neumaier e Odete Calderan.

Angelica Neumaier é uma herdeira da pintura e constrói seus trabalhos com base na formalização recorrente da tradição construtivista, pois as pinturas abandonam o suporte tradicional, mas não as formas. Seu processo é construído aos poucos, o ritmo é definido a partir das camadas de materiais e, “quando nos colocamos a uma determinada distância, é possível perceber os movimentos ali contidos”, revela Ana. A última ação é transformar a pintura em um objeto. Para isso, é emoldurada ou acolchoada com fibra para que ganhe espessura. Ao ganhar um corpo, essa pintura se caracteriza por se impregnar de cores que vão do amarelo até chegarem ao ocre e dourado.

Odete Calderan tem sua trajetória marcada pelo fazer cerâmico. Seus trabalhos conceituais encontram seu potencial criativo nas formas esféricas. A dedicação a essa técnica trouxe novas questões ao seu trabalho, tecendo novas relações entre o material e os conceitos que tomam corpo em suas pesquisas. A apropriação também é um conceito usado por Calderan, pois, no trabalho Inventário para Terras, a sua construção é feita por meio de uma rede de colaboradores. As terras que vão nos pequenos vidros são enviadas por amigos e pessoas de todas as partes. Segundo a curadora, os outros trabalhos selecionados de Odete permitem que o olhar atravesse a história da arte, “já que a cerâmica é secular; no entanto, a proposta da artista neste espaço é muito atual, pelo fato de abranger o colecionismo, a apropriação e a repetição do gesto”.

Localizado no Caminho dos Antiquários, na rua Marechal Floriano, o LabART 760 é uma iniciativa independente comprometida em apoiar a produção, a crítica e a investigação interdisciplinar acerca das práticas artísticas contemporâneas. Na equipe, os curadores e historiadores Ana Zavadil, Gaudêncio Fidelis e Márcio Tavares, a advogada e gestora cultural Marla Trevisan, e o advogado e artista visual Ricardo Giuliani. Tecer no Tempo segue em cartaz até 29 de outubro, com entrada franca. O LabART  760 funciona de segunda a sexta-feira das 14h às 18h, e aos sábados, das 10h às 15h, na Rua Marechal Floriano, 760.

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