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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Jorge Furtado

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Iniciam as filmagens do novo longa de Jorge Furtado

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Rasga Coração, produção da Casa de Cinema de Porto Alegre, será rodado a partir de 08 de novembro em Porto Alegre

 

A partir desta quarta-feira, 08 de novembro, iniciam as filmagens do longa-metragem Rasga Coração, uma produção da Casa de Cinema de Porto Alegre. O filme, dirigido por Jorge Furtado, é uma adaptação da peça homônima de Oduvaldo Vianna Filho, com roteiro assinado pelo diretor ao lado de Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno.

Rasga Coração conta a história de Manguari Pistolão (Marco Ricca), militante anônimo, que depois de quarenta anos de lutas vê o filho Luca (Chay Suede) acusá-lo de conservador. Sem dinheiro para fechar o mês, sofrendo com as dores de uma artrite crônica, e num crescente conflito com Luca, Manguari passa em revista seu passado, e se vê repetindo as mesmas atitudes de seu pai. Intercalando fragmentos de vários momentos da vida de Manguari, o filme atravessa quarenta anos da vida política brasileira.

O texto original segue tão atual e necessário quanto em seu lançamento, em 1974. Última peça escrita por Vianninha, além de censurada, teve sua encenação e publicação proibidas e mesmo assim recebeu primeiro prêmio no concurso do SNT, por unanimidade da banca, sendo liberada pela Censura apenas cinco anos depois. No prefácio da peça, escrito em fevereiro de 1972, o autor dedicaria ao “lutador anônimo político, aos campeões de lutas populares; preito de gratidão à ‘velha guarda’: à geração que me antecedeu, que foi a que politizou em profundidade a consciência do país”.

No elenco, além de Ricca e Suede, estão Drica Moraes, Luisa Arraes, George Sauma, João Pedro Zappa, Duda Meneghetti, Kiko Mascarenhas, Fabio Enriquez, Nelson Diniz, Anderson Vieira eCinândrea Guterres. As gravações em Porto Alegre seguem até 04 de dezembro.

Rasga Coração tem Produção Executiva de Nora Goulart, Direção de Fotografia de Glauco Firpo, Direção de Arte de Fiapo Barth e William Valduga, Direção de Produção de Bel Merel e Glauco Urbim, Figurinos de Rô Cortinhas, Caracterização de Britney, Música Original de Maurício Nader e Montagem de Giba Assis Brasil. A previsão de lançamento nas salas comerciais é setembro de 2018.

Elenco principal

Marco Ricca – Manguari

Drica Moraes – Nena

Chay Suede – Luca

Luisa Arraes – Mil

George Sauma – Lorde Bundinha

João Pedro Zappa – Manguari Jovem

Duda Meneghetti – Nena Jovem

Kiko Mascarenhas – Castro Cott

Fabio Enriquez – Castro Cott Jovem

Nelson Diniz – 666

Anderson Vieira – Camargo Velho

Cinândrea Guterres – Talita

 

​Roteiro: Jorge Furtado, Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno.

Direção: Jorge Furtado

Produção Executiva: Nora Goulart

Direção de fotografia: Glauco Firpo

Direção de Arte: Fiapo Barth e William Valduga

​Direção de produção: Bel Merel e Glauco Urbim

Figurinos: Rosângela Cortinhas

Caracterização: Britney

Produção de elenco: Laura Leão

Montagem: Giba Assis Brasil

Música original: Maurício Nader

 

Casa de Cinema de Porto Alegre

A Casa de Cinema de Porto Alegre ganhou em 2015 o Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série Doce de Mãe. A produtora foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 30 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Curta!, a britânica Channel 4, a alemã ZDF, HBO Latin America, as fundações norte-americanas Rockefeller e Macarthur, as distribuidoras Columbia, Elo Company, Imagem Filmes, Espaço Filmes, Fox e a produtora argentina 100 Bares.  A estratégia da Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural.

www.casacinepoa.com.br | https://www.facebook.com/casacinepoa | https://www.youtube.com/user/casacinepoa | https://vimeo.com/casacinepoa | @casacinepoa

 

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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REALIZA CICLO DE PALESTRAS GRATUITAS SOBRE A TROPICÁLIA

 

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 Nomes das artes visuais, teatro, música e cinema participam dos debates Tropicálias 1967- 2017 – 50 anos em revisão

 

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro promove, de 29 de agosto a 1º de setembro de 2017 (terça a sexta-feira), o ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão, que reúne oito pesquisadores e realizadores do teatro, música, artes visuais e cinema para discutir um período histórico que ainda opera como um potente motor ideológico nos campos da cultura e da arte do Brasil contemporâneo. Os debates ocorrem sempre às 18h30, com entrada franca e retirada de senhas uma hora antes de seu início. O evento tem a idealização e a curadoria de André Masseno e patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

“Levando em consideração o panorama de 1967, como pode ser entrevisto o Brasil de 2017? Como os preceitos éticos e estéticos destas tantas tropicálias ainda reverberam no momento atual e podem, sobretudo em retrospecto, oferecer uma visão arguta do país do presente?”, indaga o curador André Masseno.

Com o objetivo de discutir tais questões, o projeto apresenta e analisa, em quatro encontros, uma intricada e complexa relação entre arte, indústria e mercado, que viu moldar, na Tropicália, uma constelação artística composta por agentes (contra)culturais que buscavam saídas reflexivas para um contexto nacional sufocado pela ditadura.

Participam das palestras Luiz Tatit e Miguel Jost, em debate sobre as sonoridades tropicalistas e o álbum-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis; Ricardo Basbaum e Fred Coelho analisam obras de Hélio Oiticica e Décio Pignatari; Victor Hugo Adler Pereira e José da Costa abordam O Rei da Vela, espetáculo com texto de Oswald de Andrade e dirigido por José Celso Martinez Corrêa; e Vladimir Carvalho e Jorge Furtado, que explicitam as relações entre o Cinema Novo e a Tropicália debatendo Terra em Transe, de Glauber Rocha.

O evento é destinado a públicos diversos: estudantes do ensino médio, universitários, artistas, pesquisadores e todos que se interessam pelo período e pela produção cultural e artística nacional.

 

Programação (sempre às 18h30):

29/08 (terça-feira)

Sonoridades tropicalistas, com Luiz Tatit

A influência do tropicalismo na canção brasileira pode ser avaliada sob dois ângulos igualmente importantes no quadro geral de nossa cultura artística. O primeiro considera o tropicalismo como um ato de intervenção brusca – e até certo ponto inesperada – num momento crucial de ebulição da música popular no Brasil. O segundo ângulo examina o movimento como um desejo de assimilação (mistura) que se tornou perene no âmbito da canção e que tem sua contrapartida no gosto pela depuração (triagem) introduzido pela bossa nova.

 

Tropicália ou Panis et Circensis, com Miguel Jost

O objetivo é debater de forma crítica as interações entre as propostas tropicalistas, suas relações com o mercado e a cultura pop, e sua oposição frontal contra um projeto de defesa da cultura nacional popular como definida no âmbito dos centros populares de cultura (CPCs) da UNE. Ainda na clave dessa concepção original dos tropicalistas sobre a contaminação da cultura nacional por elementos da cultura pop internacional, discutir também, sob a luz do debate entre Caetano Veloso e o professor da USP Roberto Schwarz, a oposição entre o tropicalismo e pensamento marxista na forma como este foi lido e desenvolvido no Brasil dos anos 1960.

 

30/08 (quarta-feira)

Corpos tropicalistas nas artes visuais, com Ricardo Basbaum

Serão comentados alguns temas relacionados ao período tropicalista, em sua relação com as pesquisas das artes visuais – especialmente em torno de duas das mais emblemáticas expressões daquela época: da adversidade vivemos, de Hélio Oiticica e geleia geral brasileira, de Décio Pignatari. Naquele momento, o que se queria com tais afirmações, que parecem indicar um interesse pelo confronto (“adversidade”) e mistura e multiplicidade (“geleia”)? Como tais frases poderiam ser atualizadas hoje, frente aos desafios do século XXI para o campo da arte e da cultura contemporâneas? Serão organizados comentários que apontam para a fórmula “geleia adversa” ou “adversa geleia” como eventual modo de resistência à economia da cultura tal qual se apresenta hoje, no sentido de buscar possibilidades efetivas de intervenção e resistência.

 

Tropicália (Hélio Oiticica), com Fred Coelho

A fala será dedicada aos textos de Hélio Oiticica escritos durante os anos de 1968 e 1969 e que relacionam sua obra Tropicália (1967) com os desdobramentos do movimento musical denominado Tropicalismo. A partir de suas ideias sobre uma “nova imagem”, a formação de uma vanguarda brasileira e os trabalhos do chamado Grupo Baiano, acompanharemos a Tropicália desde as críticas do seu criador aos usos modistas no Brasil até a recusa crítica em apresentá-lo na exposição Information (MoMA, NY, 1970), quando Oiticica envia outro trabalho em seu lugar. A ideia de uma “imagem do Brasil” nesse período será chave para o debate.

 

31/08 (quinta-feira)

A cena tropical brasileira, com Victor Hugo Adler Pereira

A montagem de O Rei da Vela evidenciou as dificuldades da intelectualidade e das plateias “bem pensantes” encararem suas contradições ideológicas e a convivência do país do cosmopolitismo modernizante com o tradicionalismo patriarcal e as heranças do “atraso”, da chanchada e do melodrama. A produção musical dos tropicalistas explorou esses e outros desequilíbrios, desafiando os padrões de gosto e a rigidez de posições ideológicas. A discussão abordará como a diversidade estética e temática do teatro que resistiu aos desafios do período ditatorial e posteriores a ele relaciona-se à abertura de perspectivas do tropicalismo.

 

O Rei da Vela (Oswald de Andrade e José Celso Martinez Corrêa), com José da Costa

A palestra vai abordar as necessidades artísticas e intelectuais que levaram José Celso Martinez Corrêa a encenar O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, no ano de 1967 e sua importância na trajetória criativa do diretor a partir daquele momento. O que se buscará, em primeiro lugar, é contextualizar a realização do espetáculo na época em que surgiu: período de governo totalitário e de práticas diferenciadas de resistência e contestação, de caráter político, cultural e comportamental. Em segundo lugar, pretende-se discutir como algumas das concepções teatrais que emergem no teatro de José Celso Martinez Corrêa no final dos anos 1960 se atualizam, posteriormente, no filme O Rei da Vela, realizado pelo encenador em parceria com o cineasta Noilton Nunes, no início da década de 1980. Será debatido, ainda, como algumas dessas concepções e métodos artísticos adotados no período tropicalista, mesmo transformados, persistem nos trabalhos do Teatro Oficina construídos a partir da década de 1990.

 

01/09 (sexta-feira)

Cinema e alegorias tropicalistas, com Vladimir Carvalho

O Cinema Novo e o tropicalismo nascem praticamente da mesma fonte original. O primeiro um pouco antes, mas ambos têm, a nosso juízo, muito a ver com o momento em que o país conheceu um extraordinário impulso em direção ao seu desenvolvimento e transformação, no início dos anos de 1960, com sensível influência na cultura e nas artes. Os filmes desse período apresentavam um forte compromisso em espelhar a realidade social que vivíamos. Revê-los hoje nos coloca frente a frente com as possibilidades de melhor compreendermos a atualidade presente e o papel do cinema que queremos.

 

Terra em transe (Glauber Rocha), com Jorge Furtado

Nelson Rodrigues definiu brilhantemente Terra em Transe como um “vômito triunfal”. Dá para imaginar o efeito daquela ópera barroca tropical num país careta como o Brasil da ditadura militar, com procissões da família católica pelas ruas e artistas de terno e gravata. Acontece que uma obra seminal de um grande artista funciona como um pedra jogada num lago, expande sua força para muito além do seu tempo. Terra em Transe deve ser revisitado de tempos em tempos, como todos os clássicos. Eles nos lembram de o quanto mudamos e de o quanto permanecemos iguais.

 

Ficha técnica:

Idealização e Curadoria: André Masseno.

Produção e Coordenação Geral: Quintal Produções

Direção Geral: Verônica Prates

Coordenação Artística: Valencia Losada

Coordenação de Planejamento: Maitê Medeiros

Produtor Executivo: Thiago Miyamoto

Programação visual: Karin Palhano

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal


Serviço:

Ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão

Entrada Franca (com distribuição de senhas uma hora antes de cada encontro)

Data: 29 de agosto a 01 de setembro (de terça a sexta-feira)

Horário: 18h30

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Lotação: 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Classificação Indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Facebook: http://www.facebook.com/tropicalias50anosemrevisao

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Casa de Cinema de Porto Alegre na mídia

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Longa-metragem “Quem é Primavera das Neves” na imprensa

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