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Só para mulheres… e homens também estreia em 05 de junho no Ocidente

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Montagem com direção de Zé Adão Barbosa e Carlota Albuquerque aborda temas do universo feminino

 

Estreia no dia 05 de junho no Ocidente o espetáculo “Só para Mulheres… e homens também”, com direção de Zé Adão Barbosa e Carlota Albuquerque. Em cena quatro mulheres – Ana Maria Mainieri, Cristina Kerwaldt, Giovana de Figueiredo e Maria Bufrem – abordam temas como trabalho, amor, separação, TPM e sexo, através de dramaturgia original ao lado de textos de Sara Kane, Elisa Lucinda, Brecht, entre outros, onde passeiam livremente entre o drama e a comédia, cantam, dançam e emocionam.

Além das quatro atrizes, a cada edição o espetáculo receberá convidadas que participam de um quadro de entrevistas. Estão confirmados os nomes da ativista do movimento Trans, Gloria Crystal (05/6), as jornalistas Katia Suman e Carol Anchieta (06 e 12/6) e a educadora Esther Grossi (13/6).

“Simone de Beauvoir disse que ‘não se nasce mulher, torna-se mulher’. A mulher contemporânea se aproxima cada vez mais de uma conquista definitiva de seu espaço real na sociedade. Este trabalho se debruça nas ideias de vários grandes escritores, homens e mulheres. Dedico à Ceny e Ely, minhas duas mães. Às minhas irmãs Ana, Vânia e Regina e a todas as amigas que me amam tanto e me fazem acreditar que as mulheres são os grandes pilares deste universo”, declara Zé Adão.

A direção musical é de Everton Rodrigues, cenografia e figurinos de Gustavo Dienstman, vídeos de Daniel Jainechine, desenho de luz de Ricardo Vivian e produção da Primeira Fila Produções.

As apresentações ocorrem às 20h nos dias 05, 06, 12 e 13 de junho, com ingressos a R$ 50,00, que podem ser adquiridos antecipadamente pelo site https://www.entreatosdivulga.com.br/soparamulheres. Mais informações: https://www.facebook.com/soparamulheresehomenstambem/

 

Roteiro e direção: Zé Adão Barbosa

Codireção e desenho de movimentos: Carlota Albuquerque

Direção musical: Everton Rodrigues

Elenco: Ana Maria Mainieri, Cristina Kerwaldt, Giovana de Figueiredo e Maria Bufrem

Consultoria: Ângela Figueiredo

Cenografia e figurinos: Gustavo Dienstman

Cenotécnica: Paulo Pereira

Costureira: Mari Falcão

Vídeos: Daniel Jainechine

Iluminação: Ricardo Vivian

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin

Design Gráfico: Uou Design

Fotos: Dulce Helfer

Coordenação de produção: Primeira Fila Produções

Coprodução Brasil-Alemanha estreia em 30 de agosto no teatro do Goethe-Institut Porto Alegre

Crédito Maí Yandara_-66-2

Pátria Estrangeira/Fremde Heimat é um projeto teatral com equipe e elenco brasileiro e alemão e estará em cartaz nos dois países

Porto Alegre, 27 de agosto de 2018 – Estreia na quinta-feira, 30 de agosto, no teatro do Goethe-Institut Porto Alegre, o espetáculo Pátria Estrangeira/Fremde Heimat, uma coprodução da ATO cia.cênica, Primeira Fila Produções e Badisches Staatstheater Karlsruhe. A temporada de estreia mundial da produção, que conta com elenco e equipe brasileiro e alemão, segue em Porto Alegre até 09 de setembro, seguida por apresentações em Karlsruhe a partir do dia 20 do mesmo mês. O projeto tem financiamento do Fundo de Cultura Federal Alemão Kulturstiftung des Bundes em parceria com o Goethe-Institut.

         O sul do Brasil é conhecido por ser a região que recebeu grande parte dos imigrantes vindos da Alemanha. No século XIX chegaram ao Brasil colonos alemães que pela pobreza e falta de perspectiva econômica se refugiaram na região dos Pampas – as famílias receberam boas vindas com o propósito de colonizar a região e embranquecer a população. A partir de então, diversas ondas de imigração alemã se sucederam, desde os refugiados econômicos da crise de 1920, os perseguidos pelo Nazismo na segunda guerra até os próprios Nazistas que com o fim da guerra se esconderam na região. Em algumas famílias até hoje o dialeto alemão Hunsrückisch é falado. Atualmente, a Alemanha e o Brasil são países de destino da imigração causada pela pobreza. A Alemanha já foi um país de partida de imigrantes pobres. No projeto docuficcional, cinco atores com antecedentes migratórios partem em busca de sua “pátria estrangeira”.

Pátria Estrangeira/Fremde Heimat é uma direção e baseado na pesquisa da diretora Mirah Laline, com pesquisa e texto do autor Jürgen Berger, construída em colaboração com elenco, equipe e direção e direção de dramaturgia de Jan Linders. O elenco, formado pelos brasileiros com raízes e descendências germânicas, Philipe Philippsen, Camila Falcão, Martina Fröhlich, Karin Salz Engel e o alemão de família Austríaca e Italiana, Thomas Prenn, conta a história de descendentes de alemães no Brasil, através de uma docuficcção. “Foi através de uma pesquisa autobiográfica de cada um dos atores e seus ancestrais, alguns deles vindos da Alemanha, que construímos este biodrama”, conta Mirah. A partir de uma pesquisa e resgate autobiográficos durante um workshop realizado no primeiro semestre deste ano em Porto Alegre, o autor Jürgen Berger montou a base dos textos do espetáculo. Quatro atores e músicos brasileiros contracenam com um jovem ator de Karlsruhe, Alemanha. Temas como ancestralidade, gerações, memória, pertencimento, imigração permeiam questionamentos como: é possível viver duas culturas ao mesmo tempo? Seria Pátria um instrumento do colonialismo? Que semelhanças existem com a recente onda de imigração no Brasil e na Alemanha?

Vídeos e músicas – executadas ao vivo e compostas pelo elenco – são elementos muito marcantes da concepção, segundo a diretora. Ricardo Vivian assina o Desenho de Luz, Rodrigo Shalako o cenário, Mauricio Casiraghi, Video e Projeções e Déh Dullius os figurinos. Jan Linders é o dramaturgo.

O projeto está em desenvolvimento desde 2015 quando Mirah foi convidada pela diretora do Goethe-Institut Porto Alegre, Marina Ludemann, a integrar a equipe de um projeto proposto pelo crítico e autor Jürgen Berger, que estava em Porto Alegre ministrando uma oficina de Crítica Teatral. A ideia de Berger era montar uma peça docu-ficcional, baseado em histórias dos imigrantes alemães e de seus descendentes. O Rio Grande do Sul é o estado mais meridional do Brasil e, junto com Santa Catarina, uma região com expressivo contingente de descendentes de imigrantes alemães que chegaram ao Brasil no início século XIX. Jürgen aproveitou para visitar cidades da zona alemã gaúcha, como Dois Irmãos e Santa Maria do Herval, onde a maioria dos habitantes ainda fala o dialeto Hunsrückisch. Após uma pausa, o projeto foi retomado no início de 2018, com a confirmação do subsídio pela Kulturstiftung des Bundes, a principal instituição para financiamento cultural da Alemanha.

Em Porto Alegre Pátria Estrangeira/Fremde Heimat estará em cartaz de 30 de agosto a 09 de setembro, com apresentações às 20h de quinta-feira a sábado e às 18h aos domingos, com ingressos a R$ 40,00. As vendas antecipadas estão disponíveis pelo site entreatosdivulga.com.br. Durante a temporada, será possível adquirir entradas no local, uma hora antes do início do espetáculo. Em Karlsruhe, o espetáculo estreia em 20 de setembro e terá apresentações nos dias 23, 29 e 30 do mesmo mês, além de uma performance na cidade de Ludwigshafen no dia 28.

 

Mais informações:

https://www.goethe.de/ins/br/pt/sta/poa/ver.cfm?fuseaction=events.detail&event_id=21344906

http://spielzeit18-19.staatstheater.karlsruhe.de/programm/info/2775/

facebook.com/patriaestrangeirafrremdeheimat

Instagram @fremde.heimat

Sinopse

Coração ambivalente

Atualmente a Alemanha e o Brasil são países de destino da imigração causada pela pobreza. A Alemanha já foi um país de partida de imigrantes pobres. No projeto docuficcional, cinco atores com antecedentes migratórios partem em busca de sua “pátria estrangeira”.

Os antepassados de Martina estão entre os primeiros emigrantes que, no início do século 19, emigraram da atual região da Renânia-Palatinado para o sul do Brasil. Ela vive em Porto Alegre e vive brigando com um coração ambivalente no seu peito. Uma alemã ela não é, mas é realmente brasileira?

Camila é tataraneta de uma família com influência afro-alemã. Sua tataravó teve uma relação com o filho de uma família de imigrantes alemães. O fato de que a tataravó alemã tenha desagregado a família do filho, acompanha Camila até hoje. Porém, no ano de 2018, uma brasileira descendente afro tem problemas mais urgentes.

Philipe é tataraneto de um patchwork brasileiro-indígena-judeu-europeu. Sua árvore genealógica poderia ser tema de um projeto de pesquisa. O brasileiro com os muitos corações no peito tem de viver com o fato de que, apesar de seus antepassados alemães, a cidadania alemã lhe é negada.

Karin viveu e trabalhou como pianista de concertos na Alemanha e na Suíça, mas apesar disso tinha a sensação de que seu coração batia em Porto Alegre. Após quatro anos de migração pela Europa central, ela se decidiu por retornar à sua pátria sul-brasileira. Ela chegou a um país profundamente dividido social e politicamente.

Thomas, do sul do Tirol, vive em Berlim e não pode requerer um passaporte alemão. Ele não necessita de um Ministério para saber que pátria é lá onde ele se sente em casa.

FICHA TÉCNICA

JÜRGEN BERGER | Pesquisa e Texto*

MIRAH LALINE | Pesquisa e Direção

CAMILA FALCÃO – KARIN SALZ ENGEL – MARTINA FRÖHLICH – PHILIPE PHILIPPSEN -THOMAS PRENN | Elenco

MAURICIO CASIRAGHI | Vídeo

DÉH DULLIUS | Figurinos

RODRIGO SHALAKO | Cenografia

RICARDO VIVIAN | Iluminação

UOU DESIGN/ LUCAS DALA-LANNA | Design Gráfico

JANAINA VIANNA | Assistência de Direção

PASCAL BERTEN | Tradução e Assessoria Linguística

HERTA ELBERN | Tradução

JAN LINDERS| Dramaturgia

MAÍ YANDARA | Fotografias

BRUNA PAULIN | Assessoria de Imprensa e redes sociais

ROZE PAZ e VINICIUS MELLO | Produção Executiva

DANIELA MAZZILLI E LETICIA VIEIRA | Coordenação de Produção

ATO. Cia cênica | Coprodução Brasil

GOETHE INSTITUT PORTO ALEGRE | Coprodução Brasil

PRIMEIRA FILA PRODUÇÕES | Produção Brasil

BADISCHES STAATSTHEATER KARLSRUHE | Produção Alemanha

KULTURSTIFTUNG DES BUNDES | Patrocinador Master

* com a colaboração do elenco, direção e equipe criativa

FREMDE HEIMAT / PÁTRIA ESTRANGEIRA

Curiosidades – por Jan Linders

  • Projeto binacional – está é a primeira montagem que temos conhecimento que tem uma equipe técnica e elenco de brasileiros e alemães; Todos os atores tem algum ancestral alemão na família, além de três integrantes da equipe técnica – a assessora de comunicação Bruna Paulin, o cenógrafo Rodrigo Shalako, o figurinista Déh Dullius
  • O projeto foi concebido pelo crítico e autor teatral Jürgen Berger e a diretora Mirah Laline após uma pesquisa na Serra Gaúcha, em comunidades alemãs que falam o dialeto Hunsrückisch.
  • O texto da peça foi baseado em entrevistas e relatos pessoais dos atores – com material adicional, criando uma docuficcção, um caso raro onde os próprios atores profissionais são o próprio tema do espetáculo
  • A peça foi desenvolvida em um workshop que teve duração de duas semanas em março de 2018 e em 6 semanas intensas de ensaios em julho e agosto de 2018, no Goethe-Institut Porto Alegre, onde as oito apresentações brasileiras ocorrem. Outras temporadas no Brasil já estão em negociação
  • Após a curta temporada de estreia no Brasil, elenco e equipe técnica viaja para a Alemanha para se apresentar durante a temporada de abertura do Staatstheater Karlsruhe, estreando em 20 de setembro, com apoio da Associação Sul-Brasileira Alemã
  • A história da imigração europeia no Rio Grande do Sul é desconhecida na Alemanha, como o fato que há uma recente imigração de pessoas do Senegal, Haiti e Venezuela. Acompanhando a pesquisa do projeto, a equipe conheceu diversos vendedores de rua desses países no centro de Porto Alegre.
  • Duas professoras da UFRGS, Luciana Garcia de Mello e Ana Lúcia Liberato Tettemanzy, estiveram com o grupo, esclarecendo e fornecendo informações sobre pós-colonialismo, racismo, o discurso brasileiro sobre os indígenas e os afro-brasileiros e os novos imigrantes
  • O projeto só foi possível de ser realizado através do financiamento do Fundo da Cultura Alemã – www.kulturstiftung-bund.de.

E-Nômades, documentário sobre nômades digitais, estreia nesta sexta, 15 de dezembro

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Curta-metragem dirigido por Lucas Rangel Pinto traz três histórias de pessoas que não possuem sede fixa e trabalham pela internet

 

Porto Alegre, 12 de dezembro de 2017 – Estreia nesta sexta-feira, 15 de dezembro, o documentário E-Nômades, de Lucas Rangel Pinto. O projeto reúne três personagens que trocaram suas carreiras e sede fixa para viverem sem CEP e trabalharem pela internet, de qualquer canto do mundo, desde que tenham WIFI. Gravado em 2016 em Nova York (EUA), Lima (Peru) e San Andres (Colômbia), E-Nômades conta as histórias do personal trainer norte-americano Steve Maxwell, o administrador e organizador de cruzeiros para nômades digitais alemão Johannes Voelkner e o Consultor internacional de desenvolvimento de negócios brasileiro Fabio Martinazzo.

Maxwell, 63 anos, vive das consultorias online sobre saúde e atividade física, além de seminários, que aproveita para viajar pelo mundo. Sua vida, minimalista, cabe em uma mochila. “Gosto de sentir o peso do que levo comigo nas costas. Se está demais, é por que estou levando coisas que não preciso comigo”, revela. Voelkner iniciou sua vida de nômade digital em 2007 e hoje em dia promove cruzeiros pelo mundo para nômades digitais. Martinazzo está participando de um projeto intitulado Remote Year, onde por um ano um grupo de 75 pessoas de diversas idades, formações e partes do mundo se reúne para viver por um mês em cada cidade estabelecida pelo projeto. “O que mudou desde que eu me tornei um nômade digital é que eu sou mais feliz, eu me sinto mais responsável pela minha felicidade”, confessa.

“Nossa ideia é mostrar que pessoas que se encontram em lugares opostos do mundo, na verdade estão muito próximas, pois as distâncias cada vez são menores e a possibilidades cada vez maiores”, declara o diretor. E-Nômades busca retratar o dia-a-dia destas pessoas, suas experiências, histórias de vida, desafios, julgamentos da sociedade, julgamento de familiares, o que as fez decidir trabalhar remotamente e como isso afetou a sua noção de mundo.

O filme de 15min tem roteiro, direção de fotografia de Pinto, pesquisa de Mariana Pires, câmeras e som direto de Hallan Batman e Ale Vax, finalização de Mauris Hanssen, trilha sonora e sound design de Naum Gallo, motion effects e Diego Kasper e art design de Leo Lage. O filme estará disponível na  página do projeto no facebook (facebook.com/enomades) e pelo site da Skylab Filmes: http://skylabfilmes.com.br/

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Ficha técnica:

Protagonistas: Steve Maxwell, Johannes Voelkner e Fábio Martinazzo

Roteiro, direção, direção de fotografia e montagem: Lucas Rangel Pinto

Pesquisa: Mariana Pires

Cameras e som direto: Hallan Batman e Ale Vax

Finalização: Mauris Hanssen

Trilha sonora e sound design: Naum Gallo

Motion effects: Diego Kasper

Art Design: Leo Lage

Gravado em Nova York/EUA, Lima/Peru e San Andres/Colombia

Cia de Flamenco Del Puerto estreia novo espetáculo dia 20 de junho no Teatro Renascença

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Ciclos apresenta amostras do processo de criação do primeiro semestre de 2017 e coreografias marcantes dos 18 anos do grupo

 

Comemorando os 18 anos de sua formação, a Cia de Flamenco Del Puerto estreia no próximo dia 20 de junho o espetáculo Ciclos. Transformar, fechar ciclos e avistar novos horizontes. Chegando a maioridade, a Del Puerto se transforma e apresenta ao público amostras do processo de criação do primeiro semestre de 2017 e também bailes que foram marcos na trajetória do grupo. O espetáculo conta com a participação do corpo de baile formado pelos alunos do centro de formação da Del Puerto, além dos artistas da companhia e de artistas convidados.

A Escola e Companhia de Flamenco Del Puerto foi fundada em 1999 e desde então realiza um intenso trabalho de pesquisa técnica, expressiva e histórico-cultural que envolve a Arte Flamenca. A companhia já circulou por todo o país com suas montagens, recebeu prêmios e indicações, entre eles troféus Açorianos de Dança em 2008, 2012 e 2014, o Prêmio Funarte Klauss Vianna 2013 e o Prêmio de Pesquisa em Artes Cênicas do Teatro de Arena em 2015. Atualmente a Companhia está em circulação com o espetáculo para crianças, o premiado “Flamenco Imaginário”, indicado em diversas categorias dos prêmios Tibicuera de Teatro e Açorianos de Dança em 2016.

A apresentação de Ciclos ocorre às 20h, no Teatro Renascença (Av Erico Verissimo, 307), com ingressos a R$ 40,00 e descontos para idosos, estudantes e artistas. As entradas podem ser adquiridas antecipadamente na sede da Del Puerto (Av. Cristóvão Colombo, 752). No dia do espetáculo, a bilheteria abre uma hora antes da apresentação. Informações: www.facebook.com/delpuertoflamenco | (51) 3028-4488.

https://www.youtube.com/watch?v=06PNC73_TGw

Ciclos

20 de junho, terça-feira, 20h | Teatro Renascença – Av. Erico Verissimo

Ingressos: R$40,00 inteira | R$20,00 (idosos, estudantes, artistas)
Ponto de venda antecipada: Del Puerto – Av. Cristóvão Colombo 752

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor
REALIZAÇÃO: Del Puerto Produções

Ana Luiza Azevedo e Giba Assis Brasil participam da próxima edição do Sarau Elétrico em 13 de junho

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Evento promove edição sobre a poetisa e tradutora Primavera das Neves, personagem do documentário produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre que estreia em 15 de junho nos cinemas

 

Na próxima terça-feira, 13 de junho, o Sarau Elétrico recebe a diretora e o montador de “Quem é Primavera das Neves”, Ana Luiza Azevedo e Giba Assis Brasil, para uma edição do Sarau da Vida Real. A vida e obra de Primavera das Neves é uma das pautas do evento, já tradicional da programação do Ocidente.

Tramas rocambolescas, diálogos improváveis, reviravoltas mirabolantes, personagens estereotipados, não há ficção que dê conta do que acontece na vida real. Aliás, os brasileiros e brasileiras que o digam. Recebem a dupla da Casa de Cinema Luis Augusto Fischer, Diego Grando e Katia Suman, que lerão trechos de obras de não ficção.

A reconstrução de parte da vida de uma pessoa que possuía histórias tão incríveis quanto às que traduzia, este é o documentário Quem é Primavera das Neves, que estreia nas salas comerciais em 15 de junho. Em março de 2010, Jorge Furtado publica em seu blog, indagando quem pode ter notícias sobre a tradutora de Alice no País das Maravilhas, Primavera das Neves, cujo nome o fascina. Três anos depois, numa noite de insônia, Eulalie Ligneul responde: Primavera Ácrata Saiz das Neves foi sua amiga. A busca sobre quem foi Primavera ganha a ajuda de duas amigas de infância da tradutora e poetisa: Eulalie e a artista plástica Anna Bella Geiger.

Primavera veio para o Brasil aos nove anos quando os pais fugiam da ditadura de Franco e Salazar. Aos 18 anos volta a Portugal e se apaixona por um jovem tenente português, Manoel Pedroso. E é Manoel quem revela outros detalhes dessa história: a vida dele com Primavera em Portugal, a resistência à ditadura Salazarista, o exílio na embaixada brasileira, a fuga para o Brasil pouco antes do golpe de 1964 com uma filha de seis meses no colo. Primavera morreu aos 48 anos, falava seis idiomas, traduziu mais de oitenta livros e deixou uma obra poética até então inédita. Uma vida curta, intensa, com um tanto de aventura e muita melancolia. Para partilhar um pouco da produção de Primavera, Ana Luiza Azevedo e Furtado, diretores do filme, convidaram a atriz Mariana Lima que lê trechos de traduções e poemas da escritora.

Pedro Furtado assina ao lado de Jorge o roteiro do projeto, que tem direção de fotografia de Alex Sernambi, montagem de Giba Assis Brasil, som direto de Rafael Rodrigues, direção de produção de Bel Merel, trilha original de Mauricio Nader, pesquisa de Lilian Ferrari e desenho de som Kiko Ferraz Studios.

A canja especial fica por conta de João Maldonado, Claudio Calcanhoto e Marcio Bolzan, com muito jazz. O evento inicia às 21h com ingressos a R$ 15,00.

Cidades Fantasmas e Quem é Primavera das Neves estreiam no circuito comercial em 15 de junho

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Documentários produzidos pela Casa de Cinema de Porto Alegre serão exibidos nas mesmas salas em sessões intercaladas

 

Porto Alegre, 26 de maio de 2016 – Chegam às salas comerciais no dia 15 de junho os documentários Cidades Fantasmas e Quem é Primavera das Neves, ambos produzidos pela Casa de Cinema de Porto Alegre. Segundo a Produtora Executiva dos dois projetos e sócia da Casa, Nora Goulart, os filmes serão exibidos nas mesmas salas em sessões intercaladas. “Participamos do festival É Tudo Verdade com os dois longas, e durante o evento percebemos o interesse do público em assistir aos dois filmes, mesmo trabalhando histórias e personagens tão distintos. Assim, decidimos realizar um lançamento único para os dois projetos”, conta.

Cidades Fantasmas e Quem é Primavera das Neves tem mais em comum do que seu lançamento: são filmes que falam sobre memória, resgate e esquecimento. Também participaram da Competição Brasileira de Longas e Médias-Metragens e da itinerância do É tudo verdade – 22º Festival Internacional de Documentários, onde Cidades Fantasmas saiu como melhor filme da categoria e possuem coprodução com Globo Filmes e GloboNews.

Dirigido por Tyrell Spencer, Cidades Fantasmas conta a história de cidades prósperas, que abrigaram populações inteiras e hoje estão abandonadas e consumidas pelo tempo. Catástrofes naturais, motivações econômicas, embates políticos, guerras, são algumas das condições que levaram esses lugares ao total despovoamento. Sepultadas pelo tempo e esquecidas pelos mapas, o filme refaz os passos das populações dessas cidades, quatro delas apresentadas no longa realizado em coprodução com a Galo de Briga Filmes e oito que integram a série que será lançada no segundo semestre no Canal Brasil. No Brasil: Ararapira (PR), Cococi (CE), Fordlandia (PA), Minas do Camaquã (RS) e Vila do Ventura (BA), Epecuén, na Argentina, Armero, na Colômbia, e Humerstone, no Chile.

Quatro destinos na América Latina, onde as ruínas e o silêncio são o plano de fundo da jornada. Alguns de seus antigos moradores ainda guardam na memória o que viveram ali e, através de relatos mais intimistas, evocam lembranças de um passado que não querem esquecer. “Com um olhar contemplativo sobre o que restou, refletimos sobre o que deixamos e podemos deixar do nosso legado, entendendo que tudo pode ter um fim e que nada está livre da luta contra o esquecimento”, afirma Spencer.

O projeto será lançado em junho como longa-metragem documentário e no segundo semestre como série documental de oito episódios de 15min em coprodução com o Canal Brasil. A fotografia é de Glauco Firpo, correção de cor de Ligia Tiemi Sumi, roteiro de André Luis Garcia, Carolina Silvestrin André Luis Garcia e Guilherme Soares Zanella, direção de produção de Glauco Urbim, som direto de Gabriela Bervian, trilha original de Leo Henkin e montagem de Germano de Oliveira.

A reconstrução de parte da vida de uma pessoa que possuía histórias tão incríveis quanto às que traduzia, este é o documentário Quem é Primavera das Neves. Em março de 2010, Jorge Furtado publica em seu blog, indagando quem pode ter notícias sobre a tradutora de Alice no País das Maravilhas, Primavera das Neves, cujo nome o fascina. Três anos depois, numa noite de insônia, Eulalie Ligneul responde: Primavera Ácrata Saiz das Neves foi sua amiga. A busca sobre quem foi Primavera ganha a ajuda de duas amigas de infância da tradutora e poetisa: Eulalie e a artista plástica Anna Bella Geiger.

Primavera veio para o Brasil aos nove anos quando os pais fugiam da ditadura de Franco e Salazar. Aos 28 anos volta a Portugal e se apaixona por um jovem tenente português, Manoel Pedroso. E é Manoel quem revela outros detalhes dessa história: a vida dele com Primavera em Portugal, a resistência à ditadura Salazarista, o exílio na embaixada brasileira, a fuga para o Brasil pouco antes do golpe de 1964 com uma filha de seis meses no colo. Primavera morreu aos 48 anos, falava seis idiomas, traduziu mais de oitenta livros e deixou uma obra poética até então inédita. Uma vida curta, intensa, com um tanto de aventura e muita melancolia. Para partilhar um pouco da produção de Primavera, Ana Luiza Azevedo e Furtado, diretores do filme, convidaram a atriz Mariana Lima que lê trechos de traduções e poemas da escritora.

Pedro Furtado assina ao lado de Jorge o roteiro do projeto, que tem direção de fotografia de Alex Sernambi, montagem de Giba Assis Brasil, som direto de Rafael Rodrigues, direção de produção de Bel Merel, trilha original de Mauricio Nader, pesquisa de Lilian Ferrari e desenho de som Kiko Ferraz Studios.

O que já falaram sobre Cidades Fantasmas

“Nenhum filme foi mais belo que o de Tyrell Spencer. (…) Não foi só a tragédia embutida na história – o tema de Cidades Fantasmas – que seduziu os jurados. A forma do filme também é brilhante. O jovem não é só talentoso. Já é um mestre”. O ESTADO DE SÃO PAULO

“Além dos bons depoimentos, o filme se vale de uma filmagem intimista, a percorrer as ruínas em labirinto em longos plano-sequência, como a câmera de O Ano Passado em Marienbad, de Alain Resnais sobre o tempo. (…) Belo e melancólico filme”. LUIZ ZANIN – O ESTADO DE SÃO PAULO

“Em pouco mais de uma hora, Cidades Fantasmas mostra com poesia visual e depoimentos sinceros como uma comunidade ou um grande empreendimento, que já foram cenários de prosperidade, podem ser transformados em ruínas que pouco aludem aos dias de glória. (…) Cidades Fantasmas faz com que o público saia da sessão pensativo, em especial aqueles que vivem a reclamar dos problemas do lugar onde moram e cogitam mudar-se algum dia”. PAPO DE CINEMA

O que já falaram sobre Quem é Primavera das Neves

“(…) desse encontro, nasce essa joia preciosa, Quem é Primavera das Neves, dos diretores gaúchos Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado. A forma como o material é captado expressa a inteligência, a capacidade dos diretores em ir ao essencial. A maneira como é montada (por Giba Assis Brasil, sempre) dá ao filme o tom de um thriller gentil envolvente. Não deixe de ver”. LUIZ ZANIN – O ESTADO DE SÃO PAULO

“É uma história que comove por ser, ao mesmo tempo, expressão dos horrores e dos encantos do século 20 – com sua massa de mortos, humilhados, excluídos, exilados. (…) Assim, as lacunas não podem ser vistas como falhas de documentação ou pesquisa, e sim como um alerta: esquecimento, nesse caso, também diz muito sobre a história que é contada no filme”. MAURICIO MEIRELES – FOLHA DE SÃO PAULO

“(…) é um filme que se basta, uma pequena pérola. (…) Furtado teve o insight dos cientistas e sua busca pode não mudar o cinema, nem o mundo discreto dos tradutores, mas emociona qualquer espectador que valoriza as pequenas surpresas”. IVONETE PINTO, CALVERO

“O esqueleto convencional vem acompanhado de uma montagem instigante, que ressalta os traços cômicos da história e deixa o espectador sempre querendo mais. O fio narrativo mantem-se constante, agradável”. HENRIQUUE ARTUNI, BASTIDORES

“Para além da figura particular de “Vera”, o filme se abre como uma doce reflexão sobre a tradução, as línguas, o exílio e a nacionalidade. Nada é exposto como tese, mas embutido naturalmente no ato de evocar uma vida através das suas entrelinhas. Nisso Furtado e Ana Luiza confirmam uma inteligência – e também um humor – já bem conhecidos de seus trabalhos anteriores. Os tantos encontros afetuosos que se dão em torno de Primavera das Neves fazem desse filme uma joia irretocável”. CARMATTOS

“Enquanto boa parte dos diretores preferiria adotar uma abordagem didática e cronológica da vida de Primavera, Furtado e Azevedo tomam a coerente decisão de enxergá-la através das lentes (muitas vezes embaçadas) dos óculos daqueles que a conheceram em vida, construindo uma figura que é simultaneamente concreta e mítica humana e romantizada”. JOÃO MARCOS FLORES – CINENEWS

 

Cidades Fantasmas (2017, 71min)

Deserto chileno, Amazônia brasileira, Andes colombianos e Pampa argentino. Quatro destinos na América Latina, onde as ruínas e o silêncio são o plano de fundo da nossa jornada. Alguns de seus antigos moradores ainda guardam na memória o que viveram ali e, através de relatos mais intimistas, evocam lembranças de um passado que não querem esquecer. Com um olhar contemplativo sobre o que restou, refletimos sobre o que deixamos e podemos deixar do nosso legado, entendendo que tudo pode ter um fim e que nada está livre da luta contra o esquecimento.

Produção: Casa de Cinema de Porto Alegre e Galo de Briga Filmes

Co-Produção: Globo Filmes e GloboNews

Direção: Tyrell Spencer

Produção Executiva: Nora Goulart

Fotografia: Glauco Firpo

Correção de cor: Lígia Tiemi Sumi

Roteiro:  André Luis Garcia,  Carolina Silvestrin, Guilherme Soares Zanella

Direção de produção: Glauco Urbim

Som direto: Gabriela Bervian

Trilha Original: Léo Henkin

Montagem: Germano de Oliveira

 

Quem é Primavera das Neves (2017, 75min)

“Quem é Primavera das Neves”? Assim começa esta história: Jorge Furtado tenta descobrir na internet quem é a tradutora de Alice no País das Maravilhas que tem um nome tão peculiar e poético. Não encontra. Faz a pergunta num blog. Três anos depois, numa noite de insônia, Eulalie Ligneul responde: Primavera Ácrata Saiz das Neves foi sua amiga. Era uma tradutora e poeta portuguesa, que veio para o Brasil aos nove anos quando os pais fugiam da ditadura de Franco e Salazar. Aos 18 anos Primavera volta a Portugal e se apaixona por um jovem tenente português, Manoel Pedroso. E é Manoel quem revela outros detalhes dessa história: a vida dele com Primavera em Portugal, a resistência à ditadura Salazarista, o exílio na embaixada brasileira, a fuga para o Brasil pouco antes do golpe de 64 com uma filha de seis meses no colo. Primavera morreu aos 48 anos, falava seis idiomas, traduziu mais de oitenta livros e deixou uma obra poética até aqui inédita. Uma vida curta, intensa, com um tanto de aventura e muita melancolia.

Produção: Casa de Cinema de Porto Alegre

Coprodução – Globo Filmes e GloboNews

Roteiro – Jorge Furtado e Pedro Furtado

Direção – Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado

Produção Executiva – Nora Goulart

Direção de Fotografia – Alex Sernambi,AGC

Montagem – Giba Assis Brasil

Som direto – Rafael Rodrigues

Direção de Produção – Bel Merel

Trilha Original – Maurício Nader

Pesquisa: Lilian Ferrari e Joana Bernardes

Desenho de Som: Kiko Ferraz Studios

 

Casa de Cinema de Porto Alegre

A Casa de Cinema de Porto Alegre ganhou em 2015 o Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série Doce de Mãe. A produtora foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 30 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Curta!, a britânica Channel 4, a alemã ZDF, HBO Latin America, as fundações norte-americanas Rockefeller e Macarthur, as distribuidoras Columbia, Elo Company, Imagem Filmes, Espaço Filmes, Fox e a produtora argentina 100 Bares.  A estratégia da Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural.

www.casacinepoa.com.br | https://www.facebook.com/casacinepoa | https://www.youtube.com/user/casacinepoa | https://vimeo.com/casacinepoa | @casacinepoa

Globo Filmes

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 160 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, dramas e aventuras, apostando em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como ‘Tropa de Elite 2’, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’, ‘Nosso Lar’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

Como Gostais na imprensa

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Muovere Cia de Dança Contemporânea estreia espetáculo no dia 18 de novembro no Instituto Ling

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Choking integra o projeto Webcoreô, vencedor do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014

Estreia no dia 18 de novembro o novo espetáculo da Muovere Cia de Dança Contemporânea, que em 2016 completa 27 anos de trajetória. Choking integra o projeto Webcoreô, contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014.

O espetáculo de dança, é um “estudo” atravessado por interfaces digitais e criado a partir de questionamentos sobre as relações estabelecidas entre realidade e ficção na interação cotidiana com a internet. Choking apresenta um conjunto de peças coreográficas que dialogam sobre noções de violência, movimento, sincronismo e anacronismo, perpassando o referencial imagético e sensível criado pela Cia Muovere ao longo de seus 27 anos.

Em que medida a internet, a web e os dispositivos interferem no movimento artístico do corpo?   Choking é composto de episódios, onde as camadas se trançam, em tempo real, nas variações de tempo e distância do espaço teatral. Segundo Jussara Miranda, diretora da companhia e do espetáculo, o ponto de partida da criação se baseia na questão da dança moribunda, noção citada pela coreógrafa no artigo Processos endêmicos ativados por picadas, in Políticas Culturais: teoria e práxis, 2011. Trata-se da dança das bordas, ou aquela que atrai nosso olhar para as ocorrências fora da zona de maior atenção. Para a Muovere, a dança moribunda trilhou no compasso da criação e montagem como um fio condutor, sobre “qual é a sua dança?”, um dos questionamentos que guia o desenvolvimento do projeto Webcoreô, que também contou com um seminário sobre tecnologia, dança e corpo, por Ivani Santana.

“O interesse de trabalhar com a dança com mediação tecnológica foca na experiência sensorial e perceptiva a que se propõe o espetáculo, e não no uso de dispositivos, por si. A tecnologia está em Choking para potencializar nossas escolhas, ideias e pensamentos”, afirma. “Choking é um espetáculo-estudo. Criado a várias mãos investiu no campo das possibilidades, onde cada integrante da equipe tem sua parte de colaboração”, comenta Jussara.

As bailarinas Angela Spiazzi, Joana Amaral e Leticia Paranhos emprestam suas valiosas experiências de vida e arte para compor sentido junto à primorosa direção artística de Diego Mac.

Com figurinos de Antonio Rabadan, projeto gráfico de Sandro Ka, luminotécnica de Ricardo Vivian, projeto de maquiagem de Nilton G. Junior, Choking conta com o apoio do Instituto Ling, recebendo a Muovere em residência para a montagem do projeto, bem como em temporada de première, que ocorre de 18 a 20 de novembro, com entrada franca.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Direção Coreográfica: Jussara Miranda

Coordenação Artística e Direção Cênica: Diego Mac

Elenco: Angela Spiazzi, Joana Amaral e Letícia Paranhos

Coordenação de Produção: Joice Rossato – Aresta Cultural

Produção Executiva: Laís Werneck

Iluminação e Videografia: Ricardo Vivian

Figurino: Antonio Rabadan

Costura: Marcia Groski

Maquiagem: Nilton Gaffrée Jr.

Identidade Visual e Projeto Gráfico: Sandro Ka

Fotografia: Cristina Lima, Gui Malgarizi e Rossato Lima

Texto – Episódio Tutorial: Gui Malgarizi

Trilha Sonora Pesquisada e Intervenção Cênica: Diego Mac

Registro e Edição Videográfica: Rossato Lima

Assessoria de Comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Sinopse

“Fios, telas, carnes, operações, olhos, figuras, figurinos, roupa de batalha, espaços reais, espaços virtuais, imagens, tempo objetivo do relógio, tempo dramático do espetáculo: tudo junto, misturado, no palco, no lugar dos acontecimentos. Ponto de partida”. (por Diego Mac)

Duração: 45 minutos

Classificação: livre

facebook.com/ MuovereCiadeDancaContemporanea

 

Choking – temporada de estreia

Dias 18, 19 e 20 de novembro

18: 20h

19 e 20: 17h e 19h

O espetáculo tem entrada franca e as senhas serão distribuídas 30 minutos antes da apresentação, até a lotação do auditório (89 lugares).

Endereço: R. João Caetano, 440 – Três Figueiras, Porto Alegre – RS, 90470-260

Telefone:(51) 3533-5700

 

O Método Arbeuq na imprensa

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