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Cine Esquema Novo

Cine Esquema Novo 2019 na imprensa

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Cine Esquema Novo 2019 – Arte Audiovisual Brasileira abre convocatória para a Competitiva Brasil

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 Inscrições estão abertas até 30 de junho, através do link https://forms.gle/pFD4nWZukLxyNbu97

 

 

Porto Alegre, 01 de abril de 2019 – Estão abertas as inscrições até 30 de junho para as candidaturas na Competitiva Brasil do Cine Esquema Novo 2019 – Arte Audiovisual Brasileira, que ocorrerá de 21 a 27 de novembro em Porto Alegre. A convocatória do CEN 2019 recebe inscrições a partir do link https://forms.gle/pFD4nWZukLxyNbu97  onde é possível acessar o regulamento e a ficha de inscrição.

Serão aceitos para a seleção trabalhos de qualquer duração ou formato, pensados para diferentes ambientes (cinema, galeria, etc) e realizados no Brasil (por brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil) ou ainda no exterior (por artistas brasileiros) finalizados a partir de 30 de junho de 2018.

Em 2019, o Cine Esquema Novo chega a sua 13ª edição renovando a sua proposta de exibir e debater o audiovisual brasileiro em suas mais diversas vertentes. O festival segue buscando construir um espaço de diálogo entre obras, público e realizadores, focando em experiências audiovisuais inovadoras, criativas, surpreendentes e experimentais que, não necessariamente, se encaixem na lógica de um festival de cinema. “Através desta convocatória, buscamos trabalhos audiovisuais, independentemente se foram criados para circular em salas de cinema, exposições ou para serem performados ao vivo. O CEN é um evento que privilegia todo o audiovisual, esteja ele onde estiver”, declaram Alisson Ávila, Gustavo Spolidoro, Jaqueline Beltrame e Ramiro Azevedo, organizadores do festival.

A Competitiva Brasil do CEN 2019 pretende apresentar um amplo panorama da recente produção autoral e independente do país e premiará ao final do evento o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2019 e até cinco Prêmios Especiais do Júri (o Júri Oficial poderá outorgar até cinco prêmios, de forma livre, dentre todas as obras em competição).

A novidade da programação deste ano é que o evento contará com outras atividades na programação: além das exibições das obras, oficinas e debates, o CEN 2019 contará com uma Rodada de Negócios, que será divulgada futuramente.

Este momento, que marca o pontapé inicial do festival deste ano, ocorre ao mesmo tempo em que foi divulgada uma notícia alarmante. Poucos dias após o Tribunal de Contas da União determinar à ANCINE a paralisação das atividades de investimento direto via Fundo Setorial do Audiovisual faz-se necessário destacar que os recursos financeiros que viabilizarão a realização do CEN 2019 são oriundos deste mecanismo. Os recursos do FSA também foram fundamentais para a realização de uma série de outros eventos de difusão e formação, bem como para a produção de centenas de longas-metragens que compõem a programação destes eventos. São milhões de Reais investidos em obras cinematográficas que chegam às telas das salas de cinema comerciais e canais de televisão juntamente com obras seriadas com alto grau de qualidade técnica e artística. A equipe do CEN, assim como toda a cadeia da indústria audiovisual brasileira (uma das poucas áreas da economia nacional que têm apresentado crescimento) e que envolve centenas de empresas e milhares de profissionais, está extremamente preocupada com o impacto que esta determinação do TCU gerará no mercado e na renda destes profissionais e lamenta a situação. “Esperamos que os investimentos pelo FSA sejam retomados o mais rápido possível para que não ocorram maiores perdas nos diferentes elos desta cadeia”, declaram.

Com financiamento do edital SAV/MINC/FSA nº 11, 2018, o Cine Esquema Novo 2019 é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem. Mais informações, acesse: http://www.cineesquemanovo.org | http://www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cine_esquema_novo

Festival Cine Esquema Novo no Correio do Povo

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Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 divulga vencedores da Mostra Competitiva Brasil

Marcela Ilha Bordin e Camila Leichter_crédito Thiéle Elissa

Júri elegeu os filmes A Casa, de Camila Leichter, e Princesa Morta do Jacuí, de Marcela Ilha Bordin como os vencedores do Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018

 

Porto Alegre, 28 de novembro de 2016 – Nesta quarta-feira, 28 de novembro, o Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 divulgou os ganhadores da Mostra Competitiva Brasil em cerimônia de premiação na Cinemateca Capitólio. O júri, composto pelo jornalista, crítico e programador Leo Bomfim, a atriz-bailarina e mestre em performance artística Renata de Lélis e  a artista e mestre em poéticas visuais Romy Pocztaruk, elegeu dois  filmes como os grandes vencedores da noite: A Casa, de Camila Leichter, e Princesa Morta do Jacuí, de Marcela Ilha Bordin, que receberam o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018 e dividiram o troféu criado pelo artista Luiz Roque, além de R$ 7 mil em locação de equipamentos na Locall Porto Alegre, apoiadora da premiação.

As 39 obras exibidas em sessões de cinema, videoinstalações e performance foram avaliadas pelos jurados, que tiveram a missão de criar livremente prêmios destaque além de indicar o Grande Prêmio do Cine Esquema Novo 2018, todos eles acompanhados de uma justificativa que explicita as razões da escolha. As produções selecionadas foram El Meraya, de Melissa Dullius e Gustavo Jahn, Azougue Nazaré, de Tiago Mello, B.U.N.I.T.A.S [ce], de Estela Lapponi, A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra, Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes, além de Menção Honrosa para Tinta Bruta de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, Sem Título (5), de Maíra Flores e Luciano Scherer e Supercomplexo Metropolitano Expandido de Guerreiro do Divino Amor. O Júri classificou as categorias com nomes de pedras preciosas.

Como sempre trazendo mudanças e movimento, em 2018 o CEN apresentou novidades em seu time curatorial, que contou com dois sócios da ACENDI, Jaqueline Beltrame e Ramiro Azevedo, e também Vinicius Lopes, parceiro da Pátio Vazio.

Além da Mostra Competitiva Brasil, o festival contou com duas mostras especiais: Topographical Translations, de Philip Widmann, e Existir/Resistir do duo Strangloscope, além de atividades formativas, como o Seminário Pensar a Imagem, ministrado por Elaine Tedesco, James Zortea e Maria Henriqueta Creidy Satt, e as oficinas Crítica no Brasil Hoje, ministrada pelo jornalista e crítico Daniel Feix e Câmera Causa, ministrada pelo sócio da ACENDI e  realizador Gustavo Spolidoro e a  realizadora Jadhe Fucilini.

O CEN é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, com financiamento do edital de apoio a festivais e mostras do Ministério da Cultura / Secretaria do Audiovisual, em co-realização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Municipal da Cultura e Cinemateca Capitólio Petrobras e Goethe-Institut Porto Alegre, apoio institucional TECNA PUCRS, apoio de premiação da Locall e apoio Prime Box Brazil, Unisinos FM, Grupo RBS, Studio Leo Zamper, rogerlerina.com.br, Fantaspoa, Restaurante Suprem, Bárbaros Cervejas Especiais e  Ocupação Utopia e Luta. Para informações sobre o evento e programação, acesse: www.cineesquemanovo.org

 

Saiba Mais

Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018 – Diamante

“De uma sensibilidade ímpar, ‘A Casa’ nos transporta para um tempo onde a memória é um artefato para construção da identidade feminina. Enigmático, sutil e intenso”.

A CASA, Camila Leichter

“Princesa morta do Jacui’, ficção cientifica B nos confins do progresso no Rio Grande do Sul, onde a crença nas possibilidades fabulares cria uma narrativa delirante”.

PRINCESA MORTA DO JACUÍ, Marcela Ilha Bordin

 

Prêmio Destaque Cine Esquema Novo 2018 – vencedores

Prêmio Rubi

“Destaque para o trabalho colaborativo entre os diretores e o grupo de Bagaceira de teatro que rendeu ótimas atuações, “Inferninho” é um filme plástico. A imagem milimetricamente construída, junto à densidade onírica do cenário e personagens, transforma a obra em uma experiência estética e sonora que merece atenção”.

INFERNINHO, Guto Parente e Pedro Diógenes

 

Prêmio Pirita

“A Cidade dos Piratas’, organização narrativa que instiga um mosaico sobre a sexualidade masculina em seus medos e desejos, promovendo uma antologia de muitos períodos e humores da obra de Laerte, em um trabalho radical de montagem que traduz para o cinema a linguagem fragmentada e subversiva das tirinhas em quadrinhos”.

A CIDADE DOS PIRATAS, Otto Guerra

 

Prêmio Ametista

“Com caráter surrealista onde a boca se converte na própria vulva, “B.U.N.I.T.A.S” reconstrói o mito da “vagina dentada” desejada e assustadoramente perigosa. O filme conduz a necessidade pungente de conhecer e reconhecer a beleza assimétrica da genitália feminina, seus mistérios e prazeres. Um filme necessário, impactante e sensual”.

B.U.N.I.T.A.S, Estela Lapponi

 

Prêmio Turmalina Negra

“Apresenta personagens construídos com características multidimensionais, dando a ver desde a fragilidade humana às forças ancestrais que se manifestam no Maracatu, no ciúme, no gozo, no futebol, na fé. Pelo equilíbrio complexo muito bem orquestrado entre atores e não atores”.

AZOUGUE NAZARÉ, Tiago Melo

 

Prêmio Calcita

“Thriller místico sob o signo de mil e uma noites. Um prisma de possibilidades narrativas, “El Meraya” é um enigma underground.”

EL MERAYA, Melissa Dullius e Gustavo Jahn

 

Menção Honrosa do Júri

“Pelas abordagens políticas contundentes”

TINTA BRUTA, Marcio Reolon e Filipe Matzembacher

SEM TÍTULO (5), Maíra Flores e Luciano Scherer

SUPERCOMPLEXO EXPANDIDO METROPOLITANO, Guerreiro do Divino Amor

Prêmios em serviços

Locall

– R$ 7.000,00 (cinco mil reais) em aluguel de equipamentos a serem resgatados na filial Porto Alegre

Júri

LEO BOMFIM: Jornalista carioca radicado em Porto Alegre, é programador da Cinemateca Capitólio Petrobras desde 2015 e da Sala P. F. Gastal desde 2013. É editor do site Freakium e do fanzine de crítica de cinema Zinematógrafo. Codiretor do documentário Nas paredes da pedra encantada (2011), sobre o disco Paêbirú, de Lula Côrtes e Zamalho. Compositor e guitarrista na banda do cantor psicodélico gaúcho Plato Divorak.

RENATA DE LÉLIS: Atriz-bailarina, pesquisadora e professora, mestre em Performance Artística-Dança na FMH-Lisboa. Atua como atriz de teatro e audiovisual desde 2005, tendo recebido cinco prêmios em festivais ao longo de sua carreira. É membro do COLETIVO HABITANTES, coletivo interdisciplinar que pesquisa corpo e tecnologia desde 2015. Com o videoarte Onda, produzido pelo coletivo, participou do FILE – SP, em 2016 e 2017 e no Live Cinema Festival, Itália, em 2016. Em 2018 o coletivo participa do Kino Beat com a videoinstalação Beej.

ROMY POCZTARUK: mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Seu trabalho lida com simulações e com a posição a partir da qual o artista interage com diferentes lugares, e com as relações possíveis a partir do cruzamento de diferentes campos e disciplinas (como ciência e comunicação) com o campo da arte, gerando resultados poéticos em diferentes meios e suportes. Realizou exposições individuais no CDF Centro de Fotografia de Montevideo (2016), Centro Cultural São Paulo (2015), SIM Galeria (2014), Galeria Gestual (2014) e Instituto Goethe POA (2013).

 

Números do CEN 2018

10 filmes premiados

3 mostras

39 filmes selecionados para Competitiva Brasil

13 projetos dirigidos por grupos

13 realizadoras

36 realizadores

9 produções assinadas por brasileiros no exterior

34 filmes em exibição na Cinemateca Capitólio

2 sessões com acessiblidade

1 filme no espaço expositivo do Capitólio

4 filmes na galeria do Goethe-Institut

2 performances

2 seminários

Mais de 30h programação em sala de cinema, galerias, ruas e paredes da cidade;

22 sessões em sala de cinema

2 oficinas

 

Quem fez o CEN 2018:

 Curadoria Mostra Competitiva Brasil: Jaqueline Beltrame, Ramiro Azevedo e Vinícius Lopes

Curadoria Mostra Topographical Translations: Philip Widmann

Curadoria Mostra Strangloscope: Cláudia Cárdenas & Rafael Schilchting

Curso “Crítica no Brasil Hoje”: Daniel Feix

Curso “Câmera Causa”: Gustavo Spolidoro e Jadhe Fucilini

Seminário “Pensar a Imagem”: Elaine Tedesco, James Zortéa, Queta Satt

Júri Mostra Competitiva Brasil: Leonardo Bom Fim, Renata de Lélis, Romy Pocztaruk

Equipe de Produção: Jaqueline Beltrame (coordenação), Arthur Ferraz, Kamyla Claudino Belli, Marco Mafra e Tulia Radaelli

Equipe de Programação: Ramiro Azevedo (coordenação), Isabel Cardoso

Equipe de comunicação: Bruna Paulin (coordenação), Bruna Paulin e Lucas Thompson (assessoria de imprensa) e Juliana Palma (reportagem e redes sociais)

Site: Pomo Studio (Gabriella Tachini e Fred Messias)

Fotografia: Thiéle Elissa

Arte – concepção & design: Gustavo Panichi

Vinheta: Kamyla Claudino Belli

Rádio Oficial CEN 2018: Unisinos FM

Minuto CEN: Equipe TECNA PUCRS

Consultoria Jurídica: Adv. Patrícia Goulart

Ponto de Encontro Oficial CEN 2018: Kaza Zamper

Chuva é cantoria na aldeia dos mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, encerra o Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018

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Festival divulga vencedores da Mostra Competitiva Brasil na quarta, 28 de novembro

 

Porto Alegre, 26 de novembro de 2018 – Na próxima quinta-feira, 28 de novembro, às 18h, o Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 chega ao fim de mais uma edição, com a exibição do longa-metragem de Renée Nader Messora e João Salaviza, Chuva é cantoria na aldeia dos mortos, seguida de cerimônia de premiação da Mostra Competitiva Brasil, na Cinemateca Capitólio Petrobras, com entrada franca.

Vencedor do Prêmio do Júri da seção Um Certo Olhar no Festival de Cannes e Prêmios de Melhor Fotografia no Festival do Rio de 2018, Ihjãc é um jovem do povo Krahô, aldeia indígena localizada em Pedra Branca, no interior do Brasil. Depois de ser surpreendido pela visita do espírito de seu falecido pai, ele se sente na obrigação de organizar uma festa de fim de luto, comemoração tradicional da comunidade. O filme contou com os membros da comunidade de 3.500 no interior do Tocantins, interpretando eles mesmos e falando em seu próprio idioma.  Chuva é cantoria na aldeia dos mortos foi filmado durante nove meses.

Logo a seguir, na premiação do CEN 2018, as 39 obras da Mostra Competitiva Brasil concorrem ao Grande Prêmio Cine Esquema Novo. A comissão julgadora é formada pelo jornalista e programador Leonardo Bom Fim, a artista e mestre em Poéticas Visuais, Romy Pocztaruk e atriz-bailarina, pesquisadora e professora, mestre em Performance Artística Renata de Lélis

O vencedor do Grande Prêmio Cine Esquema Novo recebe o troféu, confeccionado pelo artista Luiz Roque, e levará para casa R$ 7 mil em locação de equipamentos da Locall. O júri também elegerá até cinco prêmios de escolha livre.

A cerimônia também premiará o espectador mais assíduo desta edição, uma homenagem ao filósofo e historiador Décio Andriotti, referência na pesquisa da história da música erudita no Rio Grande do Sul, e uma figura constante na programação do Cine Esquema Novo, com o Prêmio Cadeira Cativa. Falecido em abril deste ano, Décio era presente e muito assíduo, acompanhava toda a programação do festival desde seu início. Estava sempre com seu caderno fazendo anotações sobre os filmes, participava dos debates e interagia sempre que possível com os realizadores. O participante mais assíduo e que publicar a maior cobertura em suas redes sociais, receberá um presente do Studio Leo Zamper.

Com financiamento do edital de apoio a festivais e mostras do Ministério da Cultura / Secretaria do Audiovisual, o Cine Esquema Novo 2018 ocorre na Cinemateca Capitólio e Goethe-Institut Porto Alegre. O CEN é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, em co-realização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Municipal da Cultura e Cinemateca Capitólio Petrobras e Goethe-Institut Porto Alegre, apoio institucional TECNA PUCRS, apoio de premiação da Locall e apoio Prime Box Brazil, Unisinos FM, Grupo RBS, Studio Leo Zamper, rogerlerina.com.br e Ocupação Utopia e Luta. Mais informações, acesse: http://www.cineesquemanovo.org | http://www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cineesquemanovo

 

Saiba Mais

Chuva é cantoria na aldeia dos mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, 2018, 114min

Classificação Indicativa 10 anos

Elenco: Henrique Ihjãc Krahô e Raene Kotô Krahô

Não há espíritos ou serpentes nesta noite e a floresta que envolve a aldeia está tranquila. Ihjãc é um jovem indígena krahô, do norte do Brasil, e tem pesadelos desde que perdeu o pai. É hora de organizar a cerimônia funerária para o espírito poder partir para a aldeia dos mortos. O luto deve cessar. Negando seu dever e querendo escapar de um processo de se tornar um xamã, Ihjãc foge para a cidade. Longe de seu povo e de sua cultura, ele enfrenta a realidade de ser indígena no Brasil contemporâneo.

Vencedor do Prêmio do Júri da seção Um Certo Olhar no Festival de Cannes, Prêmio de Fotografia e Direção no festival do Rio 2018

Direção e Roteiro: Renée Nader Messora e João Salaviza

Produção: Entrefilmes, Karõ Filmes, Material Bruto

Produtores: Ricardo Alves Jr, Thiago Macêdo Correia, João Salaviza, Renée Nader Messora

Fotografia: Renée Nader Messora

Montagem: João Salaviza, Renée Nader Messora, Edgar Feldman

Elenco: Henrique Ihjãc Krahô e Raene Kotô Krahô

Distribuição no Brasil: Embauba

 

Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018

Prêmio:

Locall

– R$ 7.000,00 (sete mil reais) em aluguel de equipamentos

Jurados

Leo BomFim – Jornalista carioca radicado em Porto Alegre, é programador da Cinemateca Capitólio Petrobras (desde 2015) e da Sala P. F. Gastal (desde 2013).  Editor do siteFreakium (2004-2007) e do fanzine de crítica de cinema Zinematógrafo. Codiretor do documentário Nas paredes da pedra encantada (2011) sobre o disco Paêbirú, de Lula Côrtes & Zé Ramalho. Compositor e guitarrista na banda do cantor psicodélico gaúcho Plato Divorak.

Renata de Lélis – atriz-bailarina, pesquisadora e professora, mestra em Performance Artística – Dança na FMH-Lisboa. Atua como atriz de teatro e audiovisual desde 2005, tendo recebido cinco prêmios em festivais ao longo de sua carreira. É membro do COLETIVO HABITANTES, coletivo interdisciplinar que pesquisa corpo e tecnologia desde 2015. Com o videoarte “Onda”, produzido pelo coletivo, participou do FILE – SP, em 2016 e 2017 e no Live Cinema Festival, Itália, em 2016. Em 2018 o coletivo participa do Kino Beat com a video-instalação “Beej”.

Romy Pocztaruk – mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Seu trabalho lida com simulações e com a posição a partir da qual o artista interage com diferentes lugares, e com as relações possíveis a partir do cruzamento de diferentes campos e disciplinas (como ciência e comunicação) com o campo da arte, gerando resultados poéticos em diferentes meios e suportes. Realizou exposições individuais no CDF Centro de Fotografia de Montevideo (2016), Centro Cultural São Paulo (2015), SIM Galeria (2014), Galeria Gestual (2014) e Instituto Goethe POA (2013). Entre as principais mostras coletivas das quais participou estão: 11ª Bienal do Mercosul (2018), Porto Alegre; Panorama da arte brasileira (2017), MAM, São Paulo; Uma coleção particular (2015). Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; 31ª Bienal de São Paulo (2014), BRICS (2014), Oi futuro flamengo, Rio de Janeiro, Brasil; Convite à Viagem – Rumos Artes Visuais (2011-13), Itaú Cultural, São Paulo/Rio de Janeiro/Goiânia, Brasil; 9ª Bienal do Mercosul (2013), Porto Alegre

Também realizou residências no Bronx Museum (Nova York), pela Bolsa Iberê Camargo de residências artísticas; China (Sunhoo Creatives in Residency), Berlim (Takt Kunstprojektraum) e Instituto Sacatar na Bahia

 

Encerramento Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018

Quarta-feira, 28 de novembro

18h – Exibição de Chuva é cantoria na aldeia dos mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza

20h – Cerimônia de Premiação mostra Competitiva Brasil

Cinemateca Capitólio – Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico

Entrada Franca

Cine Esquema Novo 2018 em Zero Hora

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Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 ocorre de 22 a 28 de novembro em Porto Alegre

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Três Mostras, oficinas e seminários integram programação que ocorre na Cinemateca Capitólio, Goethe-Institut Porto Alegre e Ocupação Utopia e Luta

Porto Alegre, 12 de novembro de 2018 – O Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 ocorre entre os dias 22 e 28 de novembro, com atividades gratuitas na Cinemateca Capitólio Petrobras, Goethe-Institut Porto Alegre e Ocupação Utopia e Luta. São três mostras, duas oficinas e dois seminários que integram a programação do evento, que em 2018 completa 15 anos de existência e chega a sua 12ª edição.

A programação do Cine Esquema Novo inicia em grande estilo, com uma sessão de abertura especial: no dia 22 de novembro às 20h na Cinemateca Capitólio o público poderá conferir o show do trio instrumental Reverba TrioPor um Punhado de Trilhas, onde o grupo executa versões de grandes clássicos do cinema, como O Poderoso ChefãoTubarãoAmarcord, Blade Runner,  A Primeira Noite de um Homem e ET, o extraterrestre. Os arranjos compostos tradicionalmente para grandes orquestras foram convertidos para o formato power trio formado pelo guitarrista Julio Cascaes, o baixista Régis Sam e o baterista Gustavo Telles. Por um Punhado de Trilhas contará com projeções e imagens selecionadas por Carolina Grimm.

Após a apresentação, a Mostra Competitiva Brasil abre sua programação às 21h com a exibição de A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra. A Mostra Competitiva Brasil apresenta 39 obras – 35 exibidas na Cinemateca Capitólio e quatro videoinstalações expostas no Goethe Institut, corealizadores do CEN 2018. seleção conta com 13 projetos dirigidos por grupos, 13 realizadoras e 36 realizadores.

Serão 35 obras exibidas na Cinemateca Capitólio e quatro videoinstalações que serão expostas no Goethe-Institut Porto Alegre, co-realizadores do CEN 2018. A seleção conta com 13 projetos dirigidos por grupos, 13 realizadoras e 36 realizadores. Temáticas como feminismo, empoderamento da negritude, política atual, colonialismo, questões indígenas, pertencimento, religião, queer, entre outras, pautam os títulos selecionados de onze Estados brasileiros e nove produções assinadas por brasileiros realizadas no exterior (ou em coprodução internacional).

“Neste amplo panorama da recente produção autoral e independente do país, fica bastante claro que será uma edição extremamente posicionada e política”, afirmam os curadores que assinam a seleção, Jaqueline Beltrame, Ramiro Azevedo e Vinicius Lopes.  A lista integra títulos como “Sol Alegria”, de Tavinho Teixeira e sua filha Mariah Teixeira, uma ficção científica lo-fi, onde uma família nada tradicional corre por um país dominado por uma junta militar e pastores corruptos; “Supercomplexo Metropolitano Expandido”, de Guerreiro do Divino Amor, que investiga como forças ocultas e ficções de diferentes naturezas, sejam elas geográficas, sociais, midiáticas, políticas ou religiosas, interferem na construção do território e do imaginário coletivo a ideia de cidade-máquina em São Paulo; e “Azougue Nazaré” de Tiago Melo, eleito o melhor filme da mostra Bright Future da 47ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdã,  que incorpora elementos sobrenaturais em um retrato quase antropológico de uma pequena comunidade canavieira, dividida entre o Maracatu e o evangelismo.

Destaque também para “Majur”, documentário de Rafael Irineu Alves Lacerda que mostra um ano na  vida de Majur, chefe de comunicação de uma aldeia no interior do Mato Grosso; “O Peixe”, curta-metragem documental experimental que retrata uma vila de pescadores que tem o ritual de abraçar os peixes ao pesca-los; além de “Terremoto Santo” de Bárbara Wagner & Benjamin de Burca, um curta musical com jovens cantores da cena da música evangélica da cidade de Palmares em Pernambuco, explorando com poesia e uma direção de fotografia muito autêntica a cultura evangélica do país.

O festival que, há quinze anos e onze edições derruba as barreiras simbólicas e experienciais entre o cinema e as artes visuais para exibir obras tanto na tradicional sala de cinema quanto em galerias de arte e espaços públicos, apresentará a performance “Título Provisório Para Obras de Formação Indeterminada”, de Marcelo Birck. Realizada em tempo real, exibe animações feitas à mão em super-8, antigas lâminas de lanterna mágica, e slides encontrados com som gerado a partir de um processo similar à montagem do cinema, transposto para outro material: vinis cortados a laser e recolados.

Entre os realizadores gaúchos, destacam-se “Tinta Bruta”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, premiado como Melhor Longa Metragem no 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim e “Música para quando as luzes se apagam” de Ismael Canepppelle.

O público poderá conferir três filmes com sessões acessíveis na Cinemateca Capitólio Petrobras: no dia 23 de novembro, às 17h, será exibido o longa A Cidade dos Piratas e no dia 27, às 15h, os filmes profanAÇÃO Majur.

A Mostra Competitiva premiará ao final do evento, no dia 28 de novembro, às 20h, na Cinemateca Capitólio, o Grande Prêmio Cine Esquema Novo 2018 e cinco Prêmios Especiais do Júri (o Júri Oficial poderá outorgar até cinco prêmios, de forma livre, dentre todas as obras em competição), com apoio da Locall. O júri desta edição é composto por Leo BomFim, Renata de Lélis e Romy Pocztaruk.

O realizador alemão Philip Widmann, artista convidado do CEN 2018, vem a Porto Alegre para exibição de mostra e seminário com entrada franca no Goethe-Institut Porto Alegre. Topographical Translations reúne trabalhos que tentam situar questões de representatividade e inteligibilidade na visibilidade de superfícies construídas e crescidas, contrastando com a evanescência do discurso escrito e falado. O artista apresentará dois programas no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre: às 14h, os curtas Fictitious Force, Das Gestell (ambos de Widmann), em diálgo com os filmes The Voice of God (de Bernd Lützeler) e Nutsigassat (Translations) (de Tinne Zenner), e às 16h, o primeiro longa-metragem do realizador, Szenario. Às 17h30, Widmann promove um Seminário com entrada franca. Os filmes possuem legendas em português e o seminário será realizado em inglêsNo dia 26, a mostra tem reprise nos mesmos horários.

Duo Strangloscope, dos artistas Cláudia Cárdenas & Rafael Schilchting, promove a mostra Existir/Resistir no dia 27, na Cinemateca Capitólio. A dupla executa a performance Carcará, com filmes e projetores 35mm, 16mm e Super 8 e apresenta uma curadoria de seis filmes experimentais de artistas do México, Argentina, EUA, Espanha, Venezuela e  França, três deles em 16mm, que refletem e dão forma a questões sobre existência e resistência.

Duas oficinas integram a programação do evento: Crítica no Brasil Hoje, ministrada pelo jornalista e crítico de cinema Daniel Feix, ocorre nos dias 22, 23 e 26 de novembro, na Cinemateca Capitólio. O curso de três módulos sobre análise de filmes na contemporaneidade com foco na produção atual cinematográfica brasileira ocorre das 15h às 18h e tem 20 vagas. As inscrições devem ser feitas pelo site do festival. Já o projeto Câmera Causa, ministrado por Gustavo Spolidoro e Jadhe Fucilini, ocorre nos dias 24 e 25 de novembro na Ocupação Utopia e Luta e contará com projeções dos filmes realizados na oficina no dia 27, no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre.

Oficina voltada para pessoas são pertencentes ou atuam junto a projetos sociais e grupos em vulnerabilidade social. O intuito é levar a estes grupos/pessoas uma reflexão e prática da realização audiovisual voltada a criação de conteúdo que possa ser utilizado como divulgação do trabalho destes grupos, sua realidade e causas. As inscrições estão abertas até 18 de novembro e as 20 vagas serão preenchidas mediante seleção, feita pelo site do festival. A divulgação dos selecionados ocorrerá no dia 20.

No sábado, 24 de novembro, das 10h30 às 12h, a artista visual, professora de Artes Visuais na  UFRGS Elaine Tedesco, professor da Unisinos e Doutorando em Poéticas Visuais pela UFRGS James Zortéa e a jornalista, doutora em cinema e professora da PUCRS Maria Henriqueta  Creidy Satt integram o Seminário Pensar a Imagem, no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre. A atividade é uma reflexão sobre a imagem contemporânea, abordando especificidades teóricas, técnicas, conceituais, narrativas e de circulação, entre outros aspectos, associados à produção autoral e experimental de imagens no século 21. Não é necessária inscrição prévia.

Com financiamento do edital de apoio a festivais e mostras do Ministério da Cultura / Secretaria do Audiovisual, o Cine Esquema Novo 2018 ocorre na Cinemateca Capitólio e Goethe-Institut Porto Alegre. O CEN é uma realização da ACENDI – Associação Cine Esquema Novo de Desenvolvimento da Imagem, em co-realização com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre através da Secretaria Municipal da Cultura e Cinemateca Capitólio Petrobras e Goethe-Institut Porto Alegre, apoio institucional TECNA PUCRS, apoio de premiação da Locall e apoio Prime Box Brazil, Unisinos FM, Grupo RBS, Studio Leo Zamper, rogerlerina.com.br e Ocupação Utopia e Luta. Mais informações, acesse: www.cineesquemanovo.org |www.facebook.com/cineesquemanovocen | @cineesquemanovo

Cine Esquema Novo 2018 na mídia

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Festival Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira 2018 no Jornal do Comércio

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