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Casa de Cinema de Porto Alegre

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Longa-metragem Morto Não Fala na capa do Segundo Caderno em Zero Hora

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Rasga Coração estará disponível no NOW, Vivo e Oi Play a partir de 05 de fevereiro

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Longa-metragem dirigido por Jorge Furtado é uma adaptação da peça homônima de Oduvaldo Vianna Filho

 

A partir de terça-feira, 05 de fevereiro, “Rasga Coração” estará disponível nas plataformas on demand NOW, Vivo e Oi Play. O longa-metragem dirigido por Jorge Furtado estreou nas salas comerciais brasileiras em dezembro de 2018.

Rasga Coração é uma adaptação da peça homônima de Oduvaldo Vianna Filho, com roteiro do diretor, Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno e conta a história de conta a história de Manguari Pistolão (Marco Ricca), militante anônimo, que depois de quarenta anos de lutas vê o filho Luca (Chay Suede) acusá-lo de conservador. Sem dinheiro para fechar o mês, sofrendo com as dores de uma artrite crônica, e num crescente conflito com Luca, Manguari passa em revista seu passado, e se vê repetindo as mesmas atitudes de seu pai. Intercalando fragmentos de vários momentos da vida de Manguari, o filme atravessa quarenta anos da vida política brasileira. O longa-metragem é uma coprodução da Casa de Cinema de Porto Alegre, Globo Fiilmes e Canal Brasil, com distribuição da Sony Pictures.

O texto original segue tão atual e necessário quanto em seu lançamento, em 1974. Última peça escrita por Vianninha, além de censurada, teve sua encenação e publicação proibidas e mesmo assim recebeu primeiro prêmio no concurso do SNT, por unanimidade da banca, sendo liberada pela Censura apenas cinco anos depois. No prefácio da peça, escrito em fevereiro de 1972, o autor dedicaria ao “lutador anônimo político, aos campeões de lutas populares; preito de gratidão à ‘velha guarda’: à geração que me antecedeu, que foi a que politizou em profundidade a consciência do país”.

No elenco, além de Ricca e Suede, estão Drica Moraes, Luisa Arraes, George Sauma, João Pedro Zappa, Duda Meneghetti, Kiko Mascarenhas, Fabio Enriquez, Nelson Diniz, Anderson Vieira e Cinândrea Guterres. São 20 atores no elenco e 350 figurantes que compõe a ficha de “Rasga Coração”.

As gravações ocorreram em Porto Alegre no final de 2017, com captação em 4K, e com uma equipe composta por 150 profissionais, que que ficaram envolvidos pelo período médio de dois meses de pré-produção e um mês de filmagem, nas dependências do Tecna-Viamão/PUCRS, onde o cenário do apartamento de 170m2 foi construído em 20 dias, mantendo a reprodução de um edifício de Copacabana, selecionado pelos diretores de arte Fiapo Barth e William Valduga.

Aproveitando o espaço da antiga Capela do local, uma equipe de dez marceneiros, dez pintores de arte (vindos de SP),  três serralheiros e dois escultores trabalhou no apartamento de Manguari Pistolão que foi montado nos mínimos detalhes para manter as características das construções do bairro carioca: detalhes da fachada, réplica de persianas antigas e janelas do mesmo tamanho que o prédio original, com uma vista para um chroma de 20m, que foi trabalhado em efeitos na pós-produção integram a cena. Mais de 30 empresas fornecedoras estiveram envolvidas, entre serralheria, vidraçaria, madeireira, tintas, papel de parede, pisos, demolidora, acabamentos, molduras, entre outros, além dos oito profissionais da própria equipe de arte do filme. As externas foram filmadas em Porto Alegre e no Rio de Janeiro.

Rasga Coração tem Produção Executiva de Nora Goulart, Direção de Fotografia de Glauco Firpo, Direção de Arte de Fiapo Barth e William Valduga, Direção de Produção de Bel Merel e Glauco Urbim, Figurinos de Rô Cortinhas, Caracterização de Britney, Música Original de Maurício Nader e Montagem de Giba Assis Brasil.

Rasga Coração teve sua première na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro. O filme também foi exibido no Festival do Rio, na mostra Première Brasil e no X Festival Internacional de Cinema da Fronteira, onde recebeu o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular.

Mais informações: facebook.com/RasgaCoracaoFilme

 

Sinopse

Rasga Coração é uma adaptação da peça de Oduvaldo Vianna Filho e conta a história de Manguari Pistolão, militante anônimo que depois de quarenta anos de luta pelo que considera novo e revolucionário, vê o filho Luca acusá-lo de conservador, antiquado e anacrônico. Contando o dinheiro para fechar o mês, sofrendo com as dores de uma artrite crônica e num crescente conflito com o filho, Manguari passa em revista seu passado e se vê repetindo as mesmas atitudes de seu pai. A partir de uma relação entre pai e filho, o filme conta a história de um país partido.

 

Elenco principal

Marco Ricca – Manguari

Drica Moraes – Nena

Chay Suede – Luca

Luisa Arraes – Mil

George Sauma – Lorde Bundinha

João Pedro Zappa – Manguari Jovem

Duda Meneghetti – Nena Jovem

Kiko Mascarenhas – Castro Cott

Fabio Enriquez – Castro Cott Jovem

Nelson Diniz – 666

Anderson Vieira – Camargo Velho

Cinândrea Guterres – Talita

 

Roteiro: Jorge Furtado, Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno.

Direção: Jorge Furtado

Produção Executiva: Nora Goulart

Direção de Fotografia: Glauco Firpo

Direção de Arte: Fiapo Barth e William Valduga

Direção de Produção: Bel Merel e Glauco Urbim

Figurinos: Rosângela Cortinhas

Caracterização: Britney Federline

Produção de Elenco: Laura Leão

Montagem: Giba Assis Brasil

Música original: Maurício Nader

 

SOBRE A CASA DE CINEMA  DE PORTO ALEGRE

A Casa de Cinema de Porto Alegre ganhou em 2015 o Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série Doce de Mãe. A produtora foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 30 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Curta!, a britânica Channel 4, a alemã ZDF, HBO Latin America, as fundações norte-americanas Rockefeller e Macarthur, as distribuidoras Columbia, Elo Company, Imagem Filmes, Espaço Filmes, Fox e a produtora argentina 100 Bares.  A estratégia da Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural.

www.casacinepoa.com.br | https://www.facebook.com/casacinepoa | https://www.youtube.com/user/casacinepoa | https://vimeo.com/casacinepoa | @casacinepoa

 

 

SOBRE A GLOBO FILMES

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 250 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

SOBRE O CANAL BRASIL

O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com “Lóki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante. Agora em 2018, o canal atinge a marca de 300 filmes. Sair do campo da exibição e partir também para feitura fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos uma importância imensurável dentro do cenário do cinema brasileiro recente. Entre os longas recém coproduzidos estão “Animal Cordial” de Gabriela Almeida; “Divinas Divas”, de Leandra Leal; “Não Devore o Meu Coração” de Felipe Bragança e “Pendular” de Julia Murat.

 

SOBRE A SONY PICTURES

Com presença marcante no mercado nacional, a Sony Pictures distribuiu  e/ou co-produziu no Brasil, 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Em 2018, através do investimento em inúmeras produções, apostando em novos talentos e diferentes gêneros ao longo dos últimos anos, a Sony chega à marca de mais de 60 filmes nacionais distribuídos e/ou co-produzidos, entre eles: Deus é Brasileiro, O Auto da Compadecida, Carandiru, Cazuza, 2 Filhos de Francisco, Saneamento Básico, Meu Nome Não é Johnny, Chico Xavier, Xingu, Tainá, Confissões de Adolescente e Um Tio Quase Perfeito.

 

Morto Não Fala integra mostra Voices no Festival de Cinema Internacional de Rotterdam

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Longa-metragem dirigido por Dennison Ramalho é a primeira produção do gênero pela Casa de Cinema de Porto Alegre

 

Porto Alegre, 28 de janeiro de 2019  – Morto não Fala, primeiro longa-metragem do gênero produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre, com direção de Dennison Ramalho, integra a programação do Festival de Cinema Internacional de Rotterdam, que ocorre de 24 de janeiro a 3 de fevereiro.

O International Film Festival Rotterdam (IFFR) é m dos maiores festivais da Europa, sendo um dos cinco maiores festivais de filmes europeus, ao lado de Cannes, Veneza, Berlim, e de Locarno, conhecido por ser uma vitrine de filmes alternativos, inovadores e não-comerciais.

A produção será exibida nos dias 24, 27 e 31 de janeiro e 2 de fevereiro, dentro da mostra Voices, que tem como objetivo celebrar grandes contadores e histórias e filmes arrojados. Morto Não Fala conta a história de Stênio (Daniel de Oliveira), plantonista noturno em um necrotério que possuiu um dom paranormal de comunicação com os mortos. Quando as confidências que ouve do além revelam segredos de sua própria vida, Stênio desencadeia uma maldição que traz perigo e morte para perto de si e de sua família.

O longa já participou de treze festivais no Brasil, Canadá, Espanha, EUA, França, Inglaterra, México e Portugal, e já recebeu prêmios de Melhor Longa Metragem Latino Americano (Morbido Fest – México), Melhor Efeitos Especiais (Nocturna  Madrid Film Festival – Espanha), Melhor  Atriz pelo Júri Oficial para Fabíula Nascimento e Melhor Diretor no Rio Fantastik Festival.

Morto não Fala foi rodado em Porto Alegre no segundo semestre de 2016, apesar de se passar em São Paulo. A equipe foi formada por aproximadamente 120 profissionais, que ficaram envolvidos pelo período médio de dois meses de pré-produção e um mês de filmagem.  As dependências do Tecna-Viamão/PUCRS foram utilizadas como cenários para o filme, o mais importante deles, o IML. Alguns outros ambientes foram reconstruídos dentro da PUCRS e as locações externas ficaram espalhadas pela cidade de Porto Alegre.

Um dos pontos altos da produção foram os manequins confeccionados por quinze artistas plásticos. Todos os corpos foram moldados em pessoas reais, atores do filme. Após o molde, a estrutura básica era construída, passando por diferentes processos, entre eles, pintura artística, perucaria e maquiagens de efeito. Morto Não Fala está foi captado em 4k, com seis personagens principais, onze personagens secundários, quatorze participações e cento e treze figurantes.

O filme é uma coprodução da Casa de Cinema de Porto Alegre com Globo Filmes e Canal Brasil e conta com Daniel de Oliveira, Fabíula Nascimento, Bianca Comparato, Marco Ricca, Cauã Martins e Annalara Prates no elenco. Baseado em um conto de Marco de Castro, tem roteiro de Ramalho e Claudia Jouvin com supervisão de roteiro de Jorge  Furtado e George Moura, produção executiva de Nora Goulart, Guel Arraes como produtor associado, direção de fotografia de André Faccioli, direção de arte Fabio Goldfarb, figurinos de Rô Cortinhas, direção de produção de Glauco Urbim, montagem de Jair Peres, som direto de Rafael Rodrigues, música original de Paulo Beto, desenho de som de Ricardo Reis, caracterização e maquiagem de efeito  de Britney, esculturas e próteses de efeito de  Marcelo Ampe e direção de efeitos visuais de  Guilherme Ramalho.

O longa deve estrear nas salas comerciais brasileiras em maio deste ano.

Morto Não Fala

Tagline: “Segredo de morto é segredo de morte.”

SINOPSE: “Stênio é plantonista noturno no necrotério de uma grande e violenta cidade. Em suas madrugadas de trabalho, ele nunca está só, pois possui um dom paranormal de comunicação com os mortos. Quando as confidências que ouve do além revelam segredos de sua própria vida, Stênio desencadeia uma maldição que traz perigo e morte para perto de si e de sua família”.

Dennison Ramalho é diretor e roteirista. Formado em Jornalismo pela PUC/RS e Pósgraduado em Film MFA  na Universidade de Columbia (NY). Dirigiu os curtas-metragens “Nocturnu” (1999 – Melhor Curta Metragem / Festival de Cinema de Gramado – Brasil), “Amor é só de Mãe” (2002 – ganhador de 15 prêmios no mundo, incluindo Melhor Curtametragem no Festival de Cinema Fantástico – Canadá) e “Ninja” (2010 – ganhador de 12 prêmios em todo o mundo, incluindo Melhor Curta-metragem no Festival de Cinema de Horror de New York, Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre – FantasPoa e Festival Internacional de Cinema da Transylvania). Co-roteirista de “Encarnação do Demônio”, dirigido por José Mojica Marins – o filme que trouxe o ícone cult do horror brasileiro, Zé do Caixão, de volta ao cinema. Diretor do filme “O ABC da Morte 2” (2014) segmento “J é para Jesus”. Co-autor da série “Carcereiros” (2017) para TV Gobo – vencedora do Grande Prêmio do Júri no MipDrama Screening – Cannes.

PRODUÇÃO

A Casa de Cinema de Porto Alegre foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 30 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries.  Nossos parceiros e clientes incluem empresas como a TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, britânico Channel 4, alemão ZDF, a HBO Latin America, o Rockefeller e o Macarthur Fundações, as distribuidoras Columbia e Fox e o produtor argentino 100 Bares. A estratégia Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural. Produções selecionadas: Ilha das Flores (curta, 1989), 3 Minutos  (curta, 1999), O Homem que Copiava  (longa, 2003), Antes que o Mundo Acabe (longa, 2009), Doce de Mãe (série de televisão, 2014), O Mercado de Notícias (documentário, 2014). Cidades Fantasmas (documentário, 2017 – vencedor É Tudo Verdade)

COPRODUÇÃO

GLOBO FILMES Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 250 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

CANAL BRASIL O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com “Lóki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante. Em 2018, o canal ultrapassou a marca de 300 coproduções realizadas. Sair do campo da exibição e partir também para feitura fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos uma importância imensurável dentro do cenário do cinema brasileiro recente. Entre os longas recém coproduzidos estão “Animal Cordial” de Gabriela Almeida; “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor; “Canastra Suja” de Caio Soh; “Tungstênio” de Heitor Dhalia; “Berenice Procura” de Allan Fiterman; “Ferrugem” de Aly Muritiba; “Benzinho” de Gustavo Pizzi e “10 Segundos para Vencer” de José Alvarenga Jr.

 

ELENCO PRINCIPAL

Daniel de Oliveira – Stênio

Fabíula Nascimento – Odete

Bianca Comparato – Lara

Marco Ricca – Jaime

Cauã Martins – Edson

Annalara Prates – Ciça

 

FICHA TÉCNICA

Baseado em um conto de Marco de Castro

Direção – Dennison Ramalho

Roteiro – Dennison Ramalho e Claudia Jouvin

Supervisão de Roteiro – Jorge Furtado e George Moura

Produção Executiva – Nora Goulart

Produtor Associado – Guel Arraes

Diretor de Fotografia – André Faccioli

Diretor de Arte – Fabio Goldfarb

Figurinos – Rosângela Cortinhas

Diretor de Produção – Glauco Urbim

Montagem – Jair Peres, AMC

Som Direto – Rafael Rodrigues

Música Original – Paulo Beto

Supervisão de Som – Miriam Biderman, ABC

Desenho de Som – Ricardo Reis, ABC

Produção de Elenco – Alessandra Tosi e Simone Buttelli

Caracterização/Maquiagem de Efeito – Britney Federline

Esculturas e Próteses de Efeito – Marcelo Amp

Direção de Efeitos Visuais – Guilherme Ramalho

Longa-metragem Morto Não Fala na imprensa

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Rasga Coração na imprensa

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Rasga Coração tem sessão comentada na próxima terça-feira, 22 de janeiro, na Cinemateca Capitólio Petrobras

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Atividade contará com a presença do diretor Jorge Furtado às 19h30

 

Na próxima terça-feira, 22 de janeiro, às 19h30, a Cinemateca Capitólio Petrobras (Rua Demétrio Ribeiro, 1085) promove  sessão comentada  de Rasga Coração, com a presença do diretor  Jorge Furtado. A sessão é uma parceria com o Clube de Cinema de Porto Alegre, que completou 70 anos de atividades em 2018 e acaba de receber da ACCIRS, Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, o prêmio Luiz César Cozzatti – Destaque Gaúcho, destinado à valorização da produção audiovisual e a cultura do RS.

Rasga Coração é uma adaptação da peça homônima de Oduvaldo Vianna Filho, com roteiro do diretor, Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno e conta a história de conta a história de Manguari Pistolão (Marco Ricca), militante anônimo, que depois de quarenta anos de lutas vê o filho Luca (Chay Suede) acusá-lo de conservador. Sem dinheiro para fechar o mês, sofrendo com as dores de uma artrite crônica, e num crescente conflito com Luca, Manguari passa em revista seu passado, e se vê repetindo as mesmas atitudes de seu pai. Intercalando fragmentos de vários momentos da vida de Manguari, o filme atravessa quarenta anos da vida política brasileira. O longa-metragem é uma coprodução da Casa de Cinema de Porto Alegre, Globo Fiilmes e Canal Brasil, com distribuição da Sony Pictures.

O texto original segue tão atual e necessário quanto em seu lançamento, em 1974. Última peça escrita por Vianninha, além de censurada, teve sua encenação e publicação proibidas e mesmo assim recebeu primeiro prêmio no concurso do SNT, por unanimidade da banca, sendo liberada pela Censura apenas cinco anos depois. No prefácio da peça, escrito em fevereiro de 1972, o autor dedicaria ao “lutador anônimo político, aos campeões de lutas populares; preito de gratidão à ‘velha guarda’: à geração que me antecedeu, que foi a que politizou em profundidade a consciência do país”.

No elenco, além de Ricca e Suede, estão Drica Moraes, Luisa Arraes, George Sauma, João Pedro Zappa, Duda Meneghetti, Kiko Mascarenhas, Fabio Enriquez, Nelson Diniz, Anderson Vieira e Cinândrea Guterres. São 20 atores no elenco e 350 figurantes que compõe a ficha de “Rasga Coração”.

As gravações ocorreram em Porto Alegre no final de 2017, com captação em 4K, e com uma equipe composta por 150 profissionais, que que ficaram envolvidos pelo período médio de dois meses de pré-produção e um mês de filmagem, nas dependências do Tecna-Viamão/PUCRS, onde o cenário do apartamento de 170m2 foi construído em 20 dias, mantendo a reprodução de um edifício de Copacabana, selecionado pelos diretores de arte Fiapo Barth e William Valduga.

Aproveitando o espaço da antiga Capela do local, uma equipe de dez marceneiros, dez pintores de arte (vindos de SP),  três serralheiros e dois escultores trabalhou no apartamento de Manguari Pistolão que foi montado nos mínimos detalhes para manter as características das construções do bairro carioca: detalhes da fachada, réplica de persianas antigas e janelas do mesmo tamanho que o prédio original, com uma vista para um chroma de 20m, que foi trabalhado em efeitos na pós-produção integram a cena. Mais de 30 empresas fornecedoras estiveram envolvidas, entre serralheria, vidraçaria, madeireira, tintas, papel de parede, pisos, demolidora, acabamentos, molduras, entre outros, além dos oito profissionais da própria equipe de arte do filme. As externas foram filmadas em Porto Alegre e no Rio de Janeiro.

Rasga Coração tem Produção Executiva de Nora Goulart, Direção de Fotografia de Glauco Firpo, Direção de Arte de Fiapo Barth e William Valduga, Direção de Produção de Bel Merel e Glauco Urbim, Figurinos de Rô Cortinhas, Caracterização de Britney, Música Original de Maurício Nader e Montagem de Giba Assis Brasil.

Rasga Coração teve sua première na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro. O filme também foi exibido no Festival do Rio, na mostra Première Brasil e no X Festival Internacional de Cinema da Fronteira, onde recebeu o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular.

O filme seguirá em cartaz na Cinemateca Capitólio com sessões às 18h nos dias 24, 26 e 29 de janeiro. Mais informações: facebook.com/RasgaCoracaoFilme

 

Sinopse

Rasga Coração é uma adaptação da peça de Oduvaldo Vianna Filho e conta a história de Manguari Pistolão, militante anônimo que depois de quarenta anos de luta pelo que considera novo e revolucionário, vê o filho Luca acusá-lo de conservador, antiquado e anacrônico. Contando o dinheiro para fechar o mês, sofrendo com as dores de uma artrite crônica e num crescente conflito com o filho, Manguari passa em revista seu passado e se vê repetindo as mesmas atitudes de seu pai. A partir de uma relação entre pai e filho, o filme conta a história de um país partido.

 

Elenco principal

Marco Ricca – Manguari

Drica Moraes – Nena

Chay Suede – Luca

Luisa Arraes – Mil

George Sauma – Lorde Bundinha

João Pedro Zappa – Manguari Jovem

Duda Meneghetti – Nena Jovem

Kiko Mascarenhas – Castro Cott

Fabio Enriquez – Castro Cott Jovem

Nelson Diniz – 666

Anderson Vieira – Camargo Velho

Cinândrea Guterres – Talita

 

Roteiro: Jorge Furtado, Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno.

Direção: Jorge Furtado

Produção Executiva: Nora Goulart

Direção de Fotografia: Glauco Firpo

Direção de Arte: Fiapo Barth e William Valduga

Direção de Produção: Bel Merel e Glauco Urbim

Figurinos: Rosângela Cortinhas

Caracterização: Britney Federline

Produção de Elenco: Laura Leão

Montagem: Giba Assis Brasil

Música original: Maurício Nader

 

SOBRE A CASA DE CINEMA  DE PORTO ALEGRE

A Casa de Cinema de Porto Alegre ganhou em 2015 o Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série Doce de Mãe. A produtora foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 30 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Curta!, a britânica Channel 4, a alemã ZDF, HBO Latin America, as fundações norte-americanas Rockefeller e Macarthur, as distribuidoras Columbia, Elo Company, Imagem Filmes, Espaço Filmes, Fox e a produtora argentina 100 Bares.  A estratégia da Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural.

www.casacinepoa.com.br | https://www.facebook.com/casacinepoa | https://www.youtube.com/user/casacinepoa | https://vimeo.com/casacinepoa | @casacinepoa

 

SOBRE A GLOBO FILMES

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 250 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

SOBRE O CANAL BRASIL

O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com “Lóki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante. Agora em 2018, o canal atinge a marca de 300 filmes. Sair do campo da exibição e partir também para feitura fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos uma importância imensurável dentro do cenário do cinema brasileiro recente. Entre os longas recém coproduzidos estão “Animal Cordial” de Gabriela Almeida; “Divinas Divas”, de Leandra Leal; “Não Devore o Meu Coração” de Felipe Bragança e “Pendular” de Julia Murat.

SOBRE A SONY PICTURES

Com presença marcante no mercado nacional, a Sony Pictures distribuiu  e/ou co-produziu no Brasil, 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Em 2018, através do investimento em inúmeras produções, apostando em novos talentos e diferentes gêneros ao longo dos últimos anos, a Sony chega à marca de mais de 60 filmes nacionais distribuídos e/ou co-produzidos, entre eles: Deus é Brasileiro, O Auto da Compadecida, Carandiru, Cazuza, 2 Filhos de Francisco, Saneamento Básico, Meu Nome Não é Johnny, Chico Xavier, Xingu, Tainá, Confissões de Adolescente e Um Tio Quase Perfeito.

Longa-metragem Rasga Coração no Correio do Povo de hoje

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Longa-metragem Rasga Coração na capa do Caderno 2 do jornal O Estado de São Paulo de hoje

 

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