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Casa de Cinema de Porto Alegre na imprensa

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Prana Filmes na capa do Segundo Caderno em Zero Hora

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Moacyr Scliar – o centauro do Bom Fim na imprensa

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Santander Cultural apresenta Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim

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Mostra inédita faz tributo ao médico, escritor e jornalista, que faleceu em 2011.

 A exposição une manuscritos históricos, instalações imersivas e representações audiovisuais dos personagens do autor.

Scliar construiu uma ponte entre a Bessarábia, a cidade de Porto Alegre e o mundo. Tornou-se um autor que partiu do regional e chegou ao universal.

Porto Alegre, 16 de setembro de 2014 – Quem conhece um pouco sobre a vida e a obra de Moacyr Scliar tem saudade do escritor bem-humorado e de seus textos brilhantes. Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim é uma mostra realizada pelo Santander Cultural, de 17 de setembro a 16 de novembro, sobre um homem notável para a literatura e a medicina do Rio Grande do Sul. Com curadoria de Carlos Gerbase e consultoria de Regina Zilberman, a exposição apresenta os mundos ficcionais e as histórias sobre o mundo real contadas por Scliar, mostrando como ele conseguiu, de forma sensível e obstinada, reuni-los em seus textos e na sua vida.          

            Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim é dividida em ambientes que retratam a vida do homenageado e de sua família: a travessia de seus ancestrais, vindos da Bessarábia; o Bom Fim e a infância na rua Fernandes Vieira; a carreira de médico; o grande leitor que se transforma num escritor prolífico; seus personagens; sua vida familiar e afetiva.

            O visitante poderá escolher entre ler Scliar num livro ou em tablets. Fará um mergulho no Bom Fim dos anos 1940, bairro onde a família Scliar viveu. Conhecerá alguns dos principais personagens dos livros de Scliar, encenados por atores em totens digitais. Numa sala de projeção, assistirá a um documentário de curta metragem baseado na obra do escritor. No ambiente dedicado à medicina, ouvirá o comovente discurso da formatura em medicina de Scliar. No final da exposição, poderá testar os conhecimentos adquiridos na exposição em mesas interativas.

            Com um ritmo de produção ímpar, o médico, escritor e jornalista gaúcho deixou um legado de obras importantes em todas as áreas em que atuou. Integrante da Academia Brasileira de Letras, vencedor de três prêmios Jabuti e de um prêmio Casa de Las Americas, Scliar nunca perdeu o contato com os estudantes. Em inúmeras palestras, ele respondia pacientemente às dúvidas e curiosidades de crianças e adolescentes.

            Carlos Gerbase, jornalista, escritor e cineasta, com pós-graduação em cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle – Paris III, atua como curador com o objetivo de proporcionar ao visitante da mostra uma experiência imersiva na obra e na vida de Scliar. Para isso, o Santander Cultural sofreu uma intervenção arquitetônica arrojada e conteúdos audiovisuais dominam o ambiente, mas também há espaço para muitos manuscritos originais, que em sua maioria nunca foram apresentados em público. A realização é da Prana Filmes, combinada a supervisão literária da profa. Regina Zilberman.

            Marcos Madureira, diretor-presidente do Santander Cultural, destaca: “É com satisfação que participamos da preservação da memória de um dos principais intelectuais brasileiros, que, em suas ações, nos mostrou que o saber e a generosidade são características que devem caminhar juntas. Esperamos que todos desfrutem da história de um homem que interpôs Porto Alegre e o mundo em um mesmo lugar: o Bom Fim”.

Atividades simultâneas

            No mesmo período, o Santander Cultural receberá diversos eventos em sintonia com os temas abordados na exposição. São oficinas, palestras, seminários, mostras de cinema, apresentação de dança, show de música e teatro. Nomes como Ignacio de Loyola Brandão, Luis Fernando Verissimo, Cíntia Moscovich e Tânia Rösing estarão nessa programação simultânea.

Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim

Curadoria Carlos Gerbase

Santander Cultural Porto Alegre | Rua Sete de Setembro, 1028 | POA  RS

De 17 de setembro até 16 de novembro de 2014 (16/9 abertura para convidados)

Entrada franca

“Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim” | Por Carlos Gerbase

De tempos em tempos, em todo mundo, por razões muito difíceis de explicitar, surge um ser humano com a capacidade de falar com toda a sua espécie através da literatura. Ele pode viver numa pequena vila ou numa grande cidade. Ele pode ter uma formação acadêmica completa ou ser um autodidata. Sua pele pode ser preta, branca, amarela, ou combinar essas cores de modo pouco usual. Ele pode surgir de uma cultura específica, fazendo de sua região o seu cenário recorrente, ou pode ser um cidadão do mundo, cosmopolita e transnacional. Nada disso importa. O que importa é essa rara comunicação estabelecida entre um indivíduo, um ser único e particular, e a comunidade planetária. A exposição “Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim” é um tributo e uma homenagem a um desses seres raros e especiais.

Nascido em Porto Alegre, em 1937, no bairro Bom Fim, reduto histórico dos imigrantes judeus, Moacyr Scliar absorveu plenamente o seu lugar, o seu tempo e a sua circunstância cultural, mas, em seus contos, romances e crônicas, transcendeu todos esses aspectos, transformando-os em matéria-prima para seu diálogo com o planeta. Traduzido para mais de dez idiomas, adaptado para o teatro e para o cinema, estudado nas universidades e nas escolas fundamentais, vencedor de três prêmios Jabuti e de um prêmio Casa de Las Americas, Moacyr Scliar, além de colocar sua cidade e seu bairro no mapa da literatura universal, conseguiu, sem muito alarde, construir uma visão de mundo a ser compartilhada em qualquer cidade, em qualquer bairro, de qualquer país do mundo.

O escritor Scliar, portanto, já seria motivo mais do que suficiente para justificar esta exposição. O homem Scliar, contudo, é bem maior que a sua arte. Formado em medicina, fez da saúde pública uma espécie de segundo diálogo com seus semelhantes. Se, na literatura, falava das dores dos espíritos, na medicina tratava das mazelas dos corpos. Cabe perguntar: como conseguia tempo e energia para alcançar resultados igualmente significativos nessas duas atividades, que exerceu cotidianamente, em paralelo, por mais de 40 anos? Este é um dos mistérios que esta exposição pretende investigar. Talvez uma das respostas seja a sua capacidade de concentrar-se no que realmente importa: conviver com sua família (sua esposa Judith e seu filho Roberto), contar histórias divertidas para seus amigos (Luis Fernando Veríssimo costuma dizer que ficava feliz quando Scliar estava presente no jantar, porque só precisava abrir a boca para comer) e, é claro, escrever, sem se importar com o local, a temperatura, a pressão ou o ruído ambiente.

A modéstia e o espírito comunitário de Moacyr Scliar o levavam a um contato muito próximo com seus leitores, especialmente jovens e crianças. Ele era a ficha número um nos pedidos de escolas para palestras. Infelizmente, desde o dia 27 de fevereiro de 2011, Scliar não pôde mais fazer essas visitas, nem dar autógrafos, nem responder pacientemente às perguntas dos estudantes. Seus leitores adultos também estão órfãos de seu papo descontraído e de sua figura popular, caminhando pelas ruas dos bairros Bom Fim e Santa Cecília. Esta exposição pretende devolver um pouco de Moacyr Scliar para todos nós e, ao mesmo tempo, repensar sua obra com a necessária atenção, acompanhada de uma inevitável emoção.

Carlos Gerbase é um cineasta brasileiro, integrante por 24 anos da Casa de Cinema de Porto Alegre, deixa a produtora em 2011 juntamente com Luciana Tomasi para criar a Prana Filmes. É também professor de cinema na PUC-RS, escritor e músico, tendo sido membro da banda Replicantes, como baterista e, depois, vocalista.

Moacyr – Escritor de Porto Alegre | Por Regina Zilberman

O primeiro romance de Moacyr Scliar, “A guerra no Bom Fim”, foi editado em 1982. Não é seu primeiro livro, pois, antes, tinha lançado as narrativas de “Carnaval dos animais”, publicado contos em parceira com Carlos Stein e participado de antologias, acompanhado de outros escritores do Rio Grande do Sul.

“A guerra no Bom Fim”, contudo, ocupa lugar especial, porque lida com Porto Alegre. Não apenas a ação se passa na cidade, falando de seus bairros, morros, parques: a vida porto-alegrense anima a ação da narrativa, motiva o comportamento das personagens, estabelece os parâmetros de comportamento e afeto. Nossa capital está ali, de corpo inteiro, seduzindo os homens que a habitam e explicando a razão de ser de suas existências.

Por sua vez, “A guerra no Bom Fim” não é o único texto em que Porto Alegre reside nas páginas dos livros de Scliar: “O exército de um homem só”, “Os deuses de Raquel”, “O ciclo das águas”, “Os voluntários”, “O centauro no jardim” — eis criações dos anos 1970 que escolhem a cidade como cenário dos acontecimentos. Cenário que extravasa as funções costumeiramente atribuídas a ele: bairros podem traduzir a personalidade das pessoas, como o paradoxal bairro Partenon em ‘Os deuses de Raquel”, ruas são sintomas de sonhos, como bastante conhecida Voluntários da Pátria, em “Os voluntários”.

Moacyr Scliar é o intérprete de nossa cidade, e nos seus livros nos reconhecemos não apenas como habitantes de nossa curiosa pólis, feita de concreto, asfalto e paisagens idílicas. Reconhecemo-nos também como indivíduos, sujeitos que encontram no espaço circundante seu eu refletido, imagem e reprodução mais nítida e compreensível que o original.

Continuo a destacar “A Guerra no Bom Fim”. Porque esse livro, estreia de Scliar no romance, ultrapassa a representação da cidade e da interpretação de seus moradores. Homenageando Erico Verissimo, de quem extrai a visão literária do Bom Fim apresentada no texto, o escritor refaz a trajetória de nossa literatura e escolhe seus pares. Com efeito, se o Bom Fim de Moacyr Scliar é o de sua (nossa) infância, povoado por uma mitologia própria, muito peculiar ao bairro, ele é também o Bom Fim que se encontra nos livros de Erico Verissimo, como “Um lugar ao sol”, por exemplo. Ao se reproporiar do Bom Fim de Erico e reintroduzi-lo em seus livros, Moacyr adianta ao leitor como quer ser lido. Como gaúcho e alinhado à melhor tradição do romance sulino.

Por último, o Bom Fim é o nosso bairro judeu. É como tal que nós reconhecemos nesse livro, não apenas por fazer parte desse grupo étnico, mas principalmente por nos apontar o modo como nós, judeus, pertencemos a esse segmento minoritário, à cidade de Porto Alegre e à cultura do Rio Grande do Sul, representada no romance pela adesão de Moacyr à tradição literária de Erico Verissimo. Mais que outro escritor, Scliar evidenciou nossa identidade, no melting pot de nossa metrópole, sem renegar as origens, de um lado, de outro, sem abrir mão da integração ao universo gaúcho.

A trajetória do romancista, inaugurada com esse “A Guerra no Bom Fim”, nunca perdeu de vista esse começo. O escritor foi longe: produziu quase vinte romances, vários livros de contos, ensaios sobre medicina e literatura, narrativas infanto-juvenis; foi objeto de coletâneas que selecionam os melhores entre os muitos bons; está publicado em Portugal e traduzido nos Estados Unidos, França, Holanda, Alemanha, para citar alguns dos países do Hemisfério Norte em que sua obra foi acolhida favoravelmente.

Além disso, foi chamado para fazer conferências na América do Norte e na Europa, participou de programas de incentivo à leitura no interior do Estado e por todos os cantos do país. Ministrou curso de literatura para estudantes universitários nos Estados Unidos e foi regularmente convidado para debater e compor painéis com intelectuais e artistas de renome do meio acadêmico e artístico.

O escritor foi longe; mas continuou sempre próximo, não apenas por permanecer entre nós, lealmente porto-alegrense. Mas também por nos entregar nossa cidade à leitura e entendimento, leitura que é compreensão de nosso mundo e de nós mesmos. Nada melhor para iluminar nossas vidas, mesmo após ter partido daqui para sempre.

Regina Zilberman é escritora e professora. Licenciou-se em Letras pela UFRGS, doutorou-se em Romanística pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha, e fez pós-doutorado em Rhode de Island, nos Estados Unidos. Foi professora da PUCRS e é uma das maiores especialistas em literatura infanto-juvenil. Possui mais de 20 livros publicados e premiados na área pedagógica e educacional. É professora da UFRGS (Instituto de Letras).

 

Sobre as atividades simultâneas

SEMINÁRIOS

A Construção da Identidade Judaica na Trajetória de Moacyr Scliar

Moacyr Scliar sempre foi um membro atuante da comunidade judaica. Neste seminário, os convidados irão debater a importância do trabalho do autor na divulgação da cultura judaica.

Data: 7/10

Horário: 19h30

Local: Sala Multiuso

Mediador: Abrahão Finkelstein

Participantes: Abrão Slavutzky, Jacques Alkalai Wainberg, Léo Schames, Luiz Lerrer, Ruben George Oliven e Wremyr Scliar

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

O Jornalismo na Vida de Moacyr Scliar

Renomados jornalistas compartilharão suas memórias sobre a intensa colaboração de Moacyr Scliar na imprensa regional e nacional.

Data: 21/10

Horário: 19h30

Local: Sala Multiuso

Mediador: Nelson Sirotsky

Participantes: Cláudia Laitano, Nilson Souza, Rosane de Oliveira, Tânia Rösing e Tulio Milman

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

Território da Emoção: A Trajetória Médica de Moacyr Scliar

Neste seminário, médicos gaúchos falarão sobre a atuação de Moacyr Scliar na área da Medicina: da especialização no campo da saúde pública até sua atuação como médico sanitarista.

Data: 28/10

Horário: 19h30

Local: Sala Multiuso

Mediador: Germano Bonow

Participantes: Airton Stein, Carlos Antunes, Domingos Otavio d’Avila, Maria Beatriz Targa, Rafael Botelho Foerngs, Sérgio Becheli e Walmor Piccinini

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

Do Mágico ao Social: A Arte de Contar Histórias

Autor de mais de 70 livros, Moacyr Scliar terá sua obra analisada por alguns dos seus colegas escritores mais próximos, que falarão sobre o homem por trás das palavras.

Data: 12/11

Horário: 19h30

Local: Átrio

Mediador: Antônio Torres

Participantes: Cíntia Moscovich, Ignacio de Loyola Brandão, Luis Fernando Verissimo e Luiz Antonio de Assis Brasil

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

PALESTRAS

No Laboratório do Escritor Moacyr Scliar

O que se pode descobrir ao entrar no laboratório de um escritor? Moacyr Scliar deixou um acervo literário de riqueza infinita. A palestrante é Marie-Hélène Paret Passos, doutora em Literatura Brasileira, responsável pelo acervo de Moacyr Scliar no DELFOS/PUCRS.

Data: 23/9

Horário: 20h

Local: Sala Multiuso

Palestrante: Marie-Hélène Paret Passos

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

Moacyr Scliar e Suas Múltiplas Identidades

O rabino Nilton Bonder, doutor em Literatura Hebraica pelo Jewish Theological Seminary, fala sobre a atuação de Moacyr Scliar nas diversas áreas a que ele se dedicou.

Data: 13/11

Horário: 20h

Local: Átrio

Palestrante: rabino Nilton Bonder

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

TEATRO

Uma noite com Moacyr Scliar

Leitura de contos, crônicas e excertos de obras de Scliar com participação especial do músico Cláudio Levitan.

Data: 1º/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Elenco: Mirna Spritzer, Sérgio Lulkin e Zé Victor Castiel

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

 

Monólogo A Mulher que Escreveu a Bíblia

Peça teatral baseada na obra de Moacyr Scliar.

Data: 16/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Elenco: Inez Viana

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

DANÇA

Espetáculo Etnias com Grupo Kadima

Com 40 integrantes e 35 anos de atividades, o grupo porto-alegrense apresenta a cultura judaica através do seu premiado espetáculo de dança folclórica israeli – um espetáculo sobre o qual o próprio Moacyr Scliar escreveu certa vez, salientando sua importância artística e cultural.

Data: 8/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

MÚSICA

Espetáculo Tributo a Moacyr Scliar com Conjunto Musical Lechaim

A banda da comunidade judaica de Porto Alegre homenageia Moacyr Scliar interpretando músicas folclóricas e populares em ídiche e hebraico, intercaladas com textos do autor e quadros de humor enfocando os costumes e tradições do ‘povo do livro’.

Data: 22/10

Horário: 20h

Local: Átrio

Acesso por ordem de chegada. Sujeito a lotação do espaço.

OFICINAS

Criação de Textos

O principal objetivo do encontro é desenvolver o texto criativo, apresentando os segredos da ficção, possibilitando ao aluno começar a escrever contos ou romances. Pedro Gonzaga é professor de literatura, escritor e poeta.

Data: 27/9

Horário: 13h30 às 17h30

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Faixa etária: a partir de 14 anos

Oficineiro: Pedro Gonzaga

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 17/9

Contação de Histórias

A oficina oferece oportunidades de leitura e análise de contos e crônicas de Moacyr Scliar, enfatizando a excelência da qualidade ficcional dos textos. Marô Barbieri é professora, escritora e contadora de histórias.

Data: 4/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: a partir de 14 anos

Oficineira: Marô Barbieri

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 24/9

Criação de Personagens – Animando Scliar

A partir da leitura de um texto de Scliar, os participantes irão dar vida aos personagens em uma animação da história em stop motion. Claudia Hamerski é artista visual, especializada em Pedagogia da Arte e bacharel em História Teoria e Crítica de Arte e Desenho.

Data: 11/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: 7 a 12 anos

Oficineira: Claudia Hamerski

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 1º/10

Ilustrando histórias com Isogravura

A proposta da oficina é criar ilustrações a partir de obras de Moacyr Scliar, pode ser uma ideia de ilustração para a capa do livro ou mesmo a representação dos personagens dessas histórias. Sheila Prade é formada em Artes Visuais com ênfase em pintura.

Data: 18/10

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: 7 aos 12 anos

Oficineira: Sheila Prade

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 8/10

Dedoche – Nem uma coisa nem outra

A oficina apresenta para o público a história de Tininha que não sabe se quer continuar larva ou virar borboleta. Os participantes irão criar fantoches que, depois de uma transformação, terão duas personalidades.Claudia Hamerski é artista visual, especializada em Pedagogia da Arte e bacharel em História Teoria e Crítica de Arte e Desenho.

Data: 25/10

Local: Santander Cultural

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: 7 a 12 anos

Oficineira: Claudia Hamerski

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 15/10

Ilustração

A partir do conto História porto-alegrense, de Moacyr Scliar, os alunos vivenciarão na prática as suas capacidades artísticas. Dane é autodidata e atualmente dedica- se à ilustração de livros de literatura infantil, juvenil e coordena oficinas de ilustração pelo país.

Data: 1º/11

Local: Santander Cultural – Atelier da Ação Educativa

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: a partir de 14 anos

Oficineiro: Dane D’Angeli

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 22/10

Flipbook

A oficina consiste em dar algumas noções básicas de uma técnica bem simples de animação: o flipbook. Marco Arruda é formado em Artes Visuais com ênfase em desenho e atualmente trabalha na Otto Desenhos Animados.

Data: 8/11

Local: Santander Cultural – atelier 2

Horário: 13h30 às 17h30

Faixa etária: a partir de 10 anos

Oficineiro: Marco Arruda

Inscrições gratuitas pelo e-mail ecult03@santander.com.br ou pelo telefone 51 3287.5941 a partir de 28/10

CINEMA

Duas mostras exibem filmes títulos em sintonia com a temática da mostra. Acompanhe pelo site do Santander Cultural; pelo folder ou ligue para 51-30283231 / 91898847 para mais informações.

Mostra Destinos, Sonhos e Esperanças: Trajetórias das Imigrações Judaicas

De 16 de setembro até 1º de outubro

Mostra Moacyr Scliar: Palavras em Movimento

De 2 até 10 de outubro

 

Santander Cultural

Rua Sete de Setembro, 1028 | Centro Histórico

Porto Alegre  RS  Brasil  90010-191 | 51 3287.5500

scultura@santander.com.br | www.santandercultural.com.br

Horários de funcionamento

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

Biblioteca

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

não abre no primeiro domingo do mês

Café do Cofre

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

segundas, das 11h às 15h

Moeda Bar e Restaurante

seg a sex, das 11h30 às 15h

Loja Koralle Santander Cultural

ter a sab, das 10h às 19h | dom e feriados, das 13h às 19h

Moacyr Scliar – o centauro do Bom Fim na mídia

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Moacyr Scliar, o Centauro do Bom Fim na imprensa

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