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Teatro Mototóti promove Teatro Alquímico – vivência o ano de Júpiter

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Vivência terapêutica através do teatro ocorre em 20 de março

Porto Alegre, 13 de março de 2018 – O Teatro Mototóti promove na terça-feira, 20 de março, mais uma edição do projeto Teatro Alquímico, nesta edição com o foco no ano de Júpiter. Trata-se de uma vivência terapêutica conduzida pelos atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, onde, através de dinâmicas teatrais, oferecem um caminho de auto-conhecimento com o despertar das potencialidades ligadas aos arquétipos da astrologia.

O Teatro Alquímico foi criado por Fernanda e Carlos Alexandre em 2016 com a proposta de oferecer vivências terapêuticas a partir dos princípios da alquimia tendo o teatro como fio condutor da dinâmica. Cada vivência envolve elementos sagrados, com um toque ritualístico e traz exercícios teatrais, musicais, sensoriais, meditações, experiências sonoras, aromaterapia, astrologia, oráculos, florais, dança, em um misto de todo o conhecimento e prática dos criadores, nas artes e nos mistérios da antiga alquimia. É destinado a homens e mulheres buscadores de autoconhecimento. Mais do que um encontro pontual, as vivências são o início de uma jornada alquímica, um mergulho em si, através do teatro – a arte do grupo – removendo do caminho o que já não serve mais até restar somente sua verdadeira essência. Isso é a transmutação de que fala a Alquimia, a transformação interior do chumbo em ouro, o encontro com a nossa pedra filosofal.

Segundo Fernanda, que também atua como alquimista há seis anos, “as vivências serão recheadas de teatro mas também de alquimia, com meditações, sons terapêuticos, aromas, cristais e florais. São encontros destinados a todos aqueles que buscam autoconhecimento, a pessoas que não conhecem astrologia, alquimia e teatro, ou àqueles que querem aprender um pouco mais”.

Para a astrologia, cada ano é regido por um planeta e este vai influenciar a todos de forma coletiva, independente de acreditarmos ou não. “Quando conhecemos a influência deste planeta, podemos saber como nos preparar para tirar melhor proveito das energias que estarão no ar”, revela. A Vivência O Ano de Júpiter ocorre no dia do ano novo astrológico, data comemorada quando o Sol ingressa no signo de Áries.

Júpiter é o maior planeta do sistema solar, e uma de suas principais características é a expansão. Conhecido como o grande benéfico e associado ao “toque de Midas” – aquilo em que tocar, se transforma em ouro. Traz a energia da fé, do coletivo, da capacidade de buscar um ideal maior de vida, de traçar estratégias para isso, traz otimismo, leveza, um convite a se aprofundar em alguma área do conhecimento e, quem sabe, se tornar mestre naquilo. “Fala de sermos fortes na caminhada e termos uma meta a alcançar. Otimismo, alegria, perspicácia, liberdade, viagens (quanto mais e maior, melhor). Então, nesta vivência os participantes serão provocados com algumas questões: o que você quer expandir em seu novo ano? Como está sua fé, suas crenças? A busca por seus ideais, tem sido pauta na sua vida? Qual sua estratégia para alcançar suas metas nesse ano? Entre outras questões”, conta.

Os interessados podem se inscrever através do link http://bit.ly/teatroalquimico e a inscrição custa R$ 71,00. O encontro ocorre das 19h às 22h, no Atelier Casa9 (Rua São Manoel, 337). Informações através do telefone (51) 981786460 ou email nandabeppler@gmail.com

Serviço:

Teatro Alquímico – Vivência do Ano de Júpiter

20 de março, das 19h às 22h

Onde: Atelier da Casa9  – Rua São Manoel, 337 – bairro Rio Branco – Porto Alegre|RS

Investimento:        R$ 71,00 (pagos no ato da inscrição)

Inscrições pelo link http://bit.ly/teatroalquimico
Informações com Fernanda (51) 981786460  | nandabeppler@gmail.com | As vagas são limitadas.

Sobre os Criadores:

Fernanda Beppler é Alquimista da saúde e das artes. Formada pela Escola de Alquimia Joel Aleixo (de São Paulo|SP), atua em consultório há seis anos com Terapia Floral, Fluido Bastões, Astrologia Alquímica, Tarot Alquímico, Cromoterapia e Geobiologia. Atriz e Musicista há 20 anos, graduada em Artes Cênicas pela UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, criadora e diretora do Teatro Mototóti, de Porto Alegre|RS, onde realiza uma pesquisa teatro-musical que alia arte e alquimia – tendo seu ponto alto na montagem do último espetáculo do Grupo, intitulado “Flor da Vida”.

Carlos Alexandre é adepto da terapia floral há 12 anos e vem praticando desde então a filosofia de vida da antiga Arte da Alquimia. Formação terapêutica em Canto Harmônico, Cromoterapia Esotérica e Tarot de Marseille. É Criador do Teatro Mototóti, ao lado de sua companheira Fernanda Beppler e atua no teatro profissional há 20 anos. Juntos, Carlos e Fernanda são responsáveis pela criação e circulação de um repertório de espetáculos e oficinas teatrais que já percorreram o Brasil, tendo interagido até hoje com um público superior a 200 mil espectadores.

Mais sobre os criadores em: www.motototi.com | http://fernandaalquimista.blogspot.com.br/

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Teatro Mototóti promove Ciclo de Vivências através do Teatro Alquímico

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Série de vivências terapêuticas através do teatro inicia no dia 23 de abril

 

O Teatro Mototóti promove a partir do dia 23 de abril o projeto Teatro Alquímico –  Ciclo de Vivências 2016. Trata-se de uma série de quatro vivências terapêuticas conduzidas pelos atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, onde, através de dinâmicas teatrais, oferecem um caminho de auto-conhecimento com o despertar das potencialidades ligadas aos 12 arquétipos da astrologia.

Segundo Fernanda, que também atua como alquimista há quatro anos, “as vivências serão recheadas de teatro mas também de alquimia, com meditações, sons terapêuticos, aromas, cristais e florais”. As atividades envolvem um elemento sagrado (fogo, terra, água ou ar) e seus arquétipos astrológicos correspondentes. “São encontros destinados a todos aqueles que buscam autoconhecimento, a pessoas que não conhecem astrologia, alquimia e teatro, ou àqueles que querem aprender um pouco mais. Cada encontro não é voltado apenas a pessoas cujo signo solar faz parte do tema, já que temos os doze arquétipos influenciando nosso mapa astral em alguma circunstância”.

Em abril, o primeiro encontro será ao redor dos assuntos do Fogo – ou Flamma, na alquimia. “Este é o primeiro elemento, que dá origem a todos os demais, traz consigo a chama da exaltação, oferece comandos regeneradores, é o fogo sagrado do espírito, nossa essência mais pura”, conta.

Este elemento está relacionado aos arquétipos: Áries – o fogo do guerreiro, Leão – o fogo da persona e Sagitário – o fogo dos ideais. Juntos, eles formam o Trígono de Fogo, essencial para darmos início a qualquer coisa na vida. Unindo a arte e a alquimia, o intuito do projeto é proporcionar aos participantes um encontro com a sua essência, despertando todas as potencialidades do Trígono de Fogo. “O teatro é a arte do coletivo, uma ferramenta maravilhosa para trilhar este caminho, pois ao mesmo tempo em que mergulhamos em nosso interior, estamos conectados a uma rede, não estamos sós neste mundo”, revelam.

Os interessados podem participar de uma ou mais vivências, sem exigência de participar do total de atividades como pré-requisito. O encontro ocorre das 14h às 19h, no Atelier Casa9, e o investimento é de R$ 80,00 e conta com mapa astral de cada um dos participantes. Informações através do telefone (51) 81786460 ou email nandabeppler@gmail.com

 

Serviço:

Onde: Atelier da Casa9  – Rua São Manoel, 337 – sala 9 – bairro Rio Branco – Porto Alegre|RS

Quando: dia 23 de abril

Duração: 5h (das 14 às 19h)

Investimento:

  • R$ 80,00 (desconto de 10% nos pagamentos adiantados ou à vista | inscrição confirmada somente mediante depósito bancário no valor de R$ 40,00 a 80,00 – que serão abatidos no pagamento final)

 

Inscrições: com Fernanda (51) 81786460 – whats | nandabeppler@gmail.com | Envie e-mail com seus dados de nascimento (data/hora/cidade). As vagas são limitadas.

Sobre os Criadores:

Fernanda Beppler é Alquimista da saúde e das artes. Formada pela Escola de Alquimia Joel Aleixo (de São Paulo|SP), atua em consultório há 4 anos com Terapia Floral, Fluido Bastões, Astrologia Alquímica, Tarot Alquímico, Cromoterapia e Geobiologia. Atriz e Musicista há 18 anos, graduada em Artes Cênicas pela UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, criadora e diretora do Teatro Mototóti, de Porto Alegre|RS, onde realiza uma pesquisa teatro-musical que alia arte e alquimia – tendo seu ponto alto na montagem do último espetáculo do Grupo, intitulado “Flor da Vida”.

Carlos Alexandre é adepto da terapia floral há 10 anos e vem praticando desde então a filosofia de vida da antiga Arte da Alquimia. Formação terapêutica em Canto Harmônico, Cromoterapia Esotérica e Tarot de Marseille. É Criador do Teatro Mototóti, ao lado de sua companheira Fernanda Beppler e atua no teatro profissional há 18 anos. Juntos, Carlos e Fernanda são responsáveis pela criação e circulação de um repertório de espetáculos e oficinas teatrais que já percorreram o Brasil, tendo interagido até hoje com um público superior a 200 mil espectadores.

Mais sobre os criadores em: www.motototi.com | http://fernandaalquimista.blogspot.com.br/

Teatro Mototóti promove oficina de Teatro de Rua em janeiro

 

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“A essência do Teatro de Rua” ocorre entre os dias 25 e 29 com turmas para adultos e adolescentes

 

O Teatro Mototóti promove, pela primeira vez em Porto Alegre, a oficina A Essência do Teatro de Rua – Oficina de Verão do Teatro Mototóti, entre os dias 25 e 29 de janeiro. A dupla de atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre ministra as aulas, que desenvolvem uma imersão de cinco dias, em que os integrantes do grupo dividirão com os alunos saberes e práticas da arte de rua.

Os integrantes do Mototóti trabalham com teatro de rua há 18 anos, sendo nove deles desenvolvendo atividades dentro da companhia, ministrando em diversas cidades do país workshops para atores, professores e não atores, a convite de grupos, festivais e instituições. “A rua é um espaço transformador por natureza, onde o pré-estabelecido dá lugar ao inusitado, exigindo de cada um o despojamento, o desapego, a flexibilidade e fluidez tão necessários a essa arte”, afirma Fernanda. Para a atriz, o curso é uma oportunidade de desenvolver novas práticas de atuação, mas também uma experiência pessoal: “são vivências que levamos para a vida pessoal, os relacionamentos e também o trabalho”, conta.

A oficina abordará temas como concentração, voz e musicalidade, percepção de espaço, espontaneidade, improvisação, trabalho em grupo, entre outros. O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado por Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares. Já são mais de 500 apresentações no Brasil e exterior, além do projeto de teatro de rua em Porto Alegre, o Circuito Se Essa Rua Fosse Minha, que uma vez por mês é realizado no Parque Mascarenhas de Morais, no Bairro Humaitá.

Serão duas turmas: adulto, com aulas das 18h às 22h, e adolescentes, das 14h às 17h. O workshop ocorre no Atelier da Casa9 e as inscrições estão abertas através do email teatro@motototi.com.br. Para celebrar o encerramento do curso, os participantes serão convidados a integrar um cortejo cênico-musical no Parque da Redenção, um dos locais mais tradicionais do teatro de rua da cidade, no dia 30 de janeiro.

1ª Oficina de Verão do Teatro Mototóti

Período: 25 a 29 de janeiro de 2016

Local: Atelier da Casa9 (São Manoel, 337 / sala 9)

como chegar: https://goo.gl/maps/VmN8cU4xaeT2

Público alvo / turmas:

  • Adutos: com idade mínima de 16 anos (atores e não atores)

Horário: 18 às 22h (com intervalo para café) Carga Horária: 20h/aula

Ministrantes: Carlos Alexandre e Fernanda Beppler

 

  • Adolescentes: entre 10 e 15 anos (a confirmar mediante preenchimento mínimo das vagas)

Horário: 14 às 17h. Carga Horária: 15h/aula

Ministrantes: Geison Aquino e Mariana Beppler

 

Orientações para os alunos: estar com roupas leves, que não atrapalhem ou impeçam os movimentos. Evitar roupas jeans, por exemplo. A ideia é se soltar, brincar! Então, venha com roupas confortáveis. Ao final da oficina cada aluno receberá um Certificado de Participação.

 

Conteúdo Programático

  • A importância da visão periférica no exercício do teatro de rua
  • O olhar do ator no teatro de rua
  • A concentração no caos – a rua não oferece o conforto e a tranquilidade do teatro feito em salas. Assim, exige do ator uma qualidade diferente de trabalho
  • O corpo do ator no teatro de rua – conhecendo seu corpo, identificando e limpando seus “vícios”, lapidando para encontrar suas potencialidades
  • A voz do ator e a musicalidade para o teatro de rua
  • O ator e a percepção do espaço
  • A triangulação – um elemento da máscara teatral como recurso na construção do trabalho do ator
  • O trabalho em grupo, a cooperação e a criação coletiva
  • A espontaneidade de cada aluno/ator, individualmente e no grupo
  • Improvisação, um elemento fundamental para a criação artística.

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Projeto Se essa rua fosse minha realiza quinta etapa no dia 30 de agosto

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 Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

 

O Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para o projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha” neste próximo domingo, dia 30 de agosto. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações.

O projeto transforma o Parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo a ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho em um espaço de convivência e arte.

A quinta etapa conta com uma apresentação do espetáculo Flor da Vida, mais recente produção do grupo, pois no mês de julho, a apresentação foi cancelada devido à chuva. A dramaturgia foi construída a partir de uma tragédia que os atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre viveram. No ano de estreia do primeiro espetáculo do grupo – O Vendedor de Palavras – um incêndio avassalador destruiu quase tudo o que eles tinham em casa, exceto o material do teatro. “Flor da Vida é o momento em que transformamos a dor desse triste episódio em riso e em arte”, revelam. A montagem da peça foi feita em Porto Alegre, sede do Mototóti, e Campinas, sede do Barracão Teatro.

Neste domingo, a programação oferece outras atividades gratuitas, como aula de pilates com a professora Barbara Neuman, e aula de boxe chinês com o instrutor Yuri Benites. Após a apresentação do espetáculo, os atores batem um papo com o público com roda de chimarrão.

O Teatro Mototóti circulou com o espetáculo “Flor da Vida” pelo interior do RS durante o mês de julho e participou do FIG – Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco. Esta foi a segunda vez que o grupo se apresenta no Estado – em 2014, o espetáculo i-Mundo foi apresentado no Palco Giratório Recife, promovido pelo Sesc.

Saiba Mais

Sinopse: O Teatro Mototóti fala de sua própria jornada ao contar a  história de dois palhaços, que se encontram e buscam realizar seu grande sonho: fazer teatro! Provando dos sabores e dissabores da vida de casal, Charle’s Tone e Thalia Thaluda caminham juntos fazendo escolhas dia-a-dia, até que um incêndio arrebatador destrói tudo o que eles têm. Bem, quase tudo. De acordo com a  simbologia da Flor da Vida*, cada passo interfere diretamente no desenho de uma história. Qual será o desfecho desses dois? Para onde eles foram quando pensavam já não ter mais para onde ir? Este é um momento de grande alquimia do Grupo, que se vale da linguagem do palhaço para tocar o intangível e contar a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.

* Flor da Vida é o nome dado a uma figura geométrica formada por vários círculos sobrepostos, num padrão de flor, representando as formas fundamentais de espaço e tempo. Nesse sentido é uma expressão visual da vida, tecendo ligações entre todos os seres, carregando em si informações básicas de todas as coisas vivas. Acredita-se, desde a mais remota antiguidade, que cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece este padrão: ele é o padrão dacriação e da vida em todo lugar. Então não poderíamos ter encontrado uma simbologia melhor para acolher nosso novo trabalho: A Flor da Vida.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 – já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Quinta etapa do projeto “Se essa rua fosse minha” – apresentação do espetáculo “Flor da Vida”

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

Programação gratuita

Quando: 30 de agosto – domingo
15h – aula de pilates – gratuita (com profª Bárbara Neumann)
– aula de boxe chinês – gratuita (com o instrutor Yuri Benites)
16h – apresentação do espetáculo Flor da Vida (Teatro Mototóti)
17h – roda de chimarrão, com bate papo entre atores e público
18h – encerramento

Realização: Teatro Mototóti

Parceiros: Bruna Paulin – assessoria de Flor em flor, Personal Pilates by Bárbara Neumann, Yuri Benites – instrutor de Boxe Chinês e ES – Soluções em Comunicação Visual.

Projeto Se essa rua fosse minha realiza quarta etapa no dia 26 de julho

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

 

Após o sucesso das três primeiras etapas, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para o projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha” neste próximo domingo, dia 26 de julho. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre, vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações.

O projeto transforma o Parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo a ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho em um espaço de convivência e arte.

A quarta etapa conta com uma apresentação do espetáculo Flor da Vida, mais recente produção do grupo. A dramaturgia foi construída a partir de uma tragédia que os atores Fernanda Beppler e Carlos Alexandre viveram. No ano de estreia do primeiro espetáculo do grupo – O Vendedor de Palavras – um incêndio avassalador destruiu quase tudo o que eles tinham em casa, exceto o material do teatro. “Flor da Vida é o momento em que transformamos a dor desse triste episódio em riso e em arte”, revelam. A montagem da peça foi feita em Porto Alegre, sede do Mototóti, e Campinas, sede do Barracão Teatro.

A etapa do dia 26 de julho também oferece outras atividades gratuitas, como aula de pilates com a professora Barbara Neuman, e aula de boxe chinês com o instrutor Yuri Benites. Após a apresentação do espetáculo, os atores batem um papo com o público.

O Teatro Mototóti circulou com o espetáculo “Flor da Vida” pelo interior do RS durante o mês de julho e nesta quarta-feira, dia 22, participa do FIG – Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco. Esta é a segunda vez que o grupo se apresenta no Estado – em 2014, o espetáculo i-Mundo foi apresentado no Palco Giratório Recife, promovido pelo Sesc.

Saiba Mais

Sinopse: O Teatro Mototóti fala de sua própria jornada ao contar a  história de dois palhaços, que se encontram e buscam realizar seu grande sonho: fazer teatro! Provando dos sabores e dissabores da vida de casal, Charle’s Tone e Thalia Thaluda caminham juntos fazendo escolhas dia-a-dia, até que um incêndio arrebatador destrói tudo o que eles têm. Bem, quase tudo. De acordo com a  simbologia da Flor da Vida*, cada passo interfere diretamente no desenho de uma história. Qual será o desfecho desses dois? Para onde eles foram quando pensavam já não ter mais para onde ir? Este é um momento de grande alquimia do Grupo, que se vale da linguagem do palhaço para tocar o intangível e contar a história de amor, superação e perseverança de seus criadores.

* Flor da Vida é o nome dado a uma figura geométrica formada por vários círculos sobrepostos, num padrão de flor, representando as formas fundamentais de espaço e tempo. Nesse sentido é uma expressão visual da vida, tecendo ligações entre todos os seres, carregando em si informações básicas de todas as coisas vivas. Acredita-se, desde a mais remota antiguidade, que cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece este padrão: ele é o padrão dacriação e da vida em todo lugar. Então não poderíamos ter encontrado uma simbologia melhor para acolher nosso novo trabalho: A Flor da Vida.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 – já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Quarta etapa do projeto “Se essa rua fosse minha” – apresentação do espetáculo “Flor da Vida”

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

Programação gratuita

Quando: 26/julho – domingo
15h – aula de pilates – gratuita (com profª Bárbara Neumann)
– aula de boxe chinês – gratuita (com o instrutor Yuri Benites)
16h – apresentação do espetáculo Flor da Vida (Teatro Mototóti)
17h – roda de chimarrão, com bate papo entre atores e público
18h – encerramento
Realização: Teatro Mototóti

Parceiros: Bruna Paulin – assessoria de Flor em flor, Personal Pilates by Bárbara Neumann, Yuri Benites – instrutor de Boxe Chinês e ES – Soluções em Comunicação Visual.

Espetáculo “Flor da Vida”- https://youtu.be/Q2qqxgbeaMI

Se essa rua fosse minha tem terceira edição no dia 28 de junho

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

Teatro Mototóti apresenta gratuitamente espetáculo i-MUndo

Após o sucesso das duas primeiras edições, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para a terceira edição do projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha” neste próximo domingo, dia 28 de junho. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações. A primeira edição do projeto, em abril, reuniu mais de 200 espectadores. A segunda edição, no mês passado, apresentou o espetáculo O Vendedor de Palavras e contou com atividades também gratuitas, como aula de pilates e slack line.

O projeto transforma o parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua    verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho. E que façamos da rua um espaço de convivência e arte”!

No espetáculo i-Mundo, o grupo aborda assuntos que abrangem o ser humano e sua relação com a própria espécie.  A história apresenta um universo de situações cotidianas ao homem, como nossa relação com a água, com o lixo e a exacerbada corrida das pessoas pelo dinheiro – colocando-o à frente até mesmo de outro ser humano. As situações são vivenciadas a partir da ótica de dois alienígenas. Servindo como um espelho à plateia, o espetáculo  estimula as pessoas a refletirem sobre os rumos para onde nosso mundo caminha, e nosso papel dentro dessa movimentação. O Teatro Mototóti já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades. A montagem teve importantes participações em mostras e festivais do gênero no país e recebeu para sua o Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010.

Se propondo a criar um espetáculo ousado e futurista, mas sem se desconectar das raízes do teatro de rua, o grupo faz em i-Mundo uma releitura das tradicionais pernas de pau (que aumentam as figuras), utilizando o Kangoo Jumps. Este acessório, muito comum em academias, trouxe um desafio físico para os atores, exigindo uma sofisticação técnica para interpretar as personagens e executar a trilha sonora ao vivo, sobre um sapato que propõe um equilíbrio e movimentação diferente do natural. O Teatro Mototóti é o primeiro grupo teatral brasileiro a utilizar o Kangoo Jumps em cena. A apresentação de i-MUndo tem entrada franca, assim como todas as atividades oferecidas dentro do projeto. Para saber mais, acesse:www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

Sinopse: Você, exemplar i-MUndano, está vivendo sua vida tranquilamente, quando dos céus descem dois seres alienígenas para ocupar este planeta, i-MUndo. Mas algo está errado: eles encontram i-MUndanos sobreviventes (do fim do mundo) por toda parte! O que farão diante de tal tragédia? De um universo de possibilidades nasce a incerteza, o desconhecido diante dos seus olhos… sim, é verdade, eles estão aqui. Não há mais segredos. Você não está mais sozinho.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Terceira edição projeto “Se essa rua fosse minha”

Dia 28 de junho, às 15h

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

Espetáculo “i-Mundo” – https://youtu.be/Q2qqxgbeaMI
Programação gratuita

“Se essa rua fosse minha” tem segunda edição no dia 31 de maio

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Projeto independente de arte de rua ocupa uma vez por mês o Parque Mascarenhas de Moraes no bairro Humaitá

Em maio, Teatro Mototóti apresenta “O Vendedor de Palavras”

 

Após o sucesso de sua primeira edição em abril, o Teatro Mototóti retorna ao Parque Mascarenhas de Moares para a segunda edição do projeto independente de arte de rua “Se essa rua fosse minha”. Os atores do grupo, Fernanda Beppler e Carlos Alexandre vivem no bairro e aproveitam o espaço do parque para ensaios e apresentações.

O projeto transforma o parque Mascarenhas de Moraes em um espaço de arte de rua, um domingo por mês, com acesso gratuito. Sediado há três anos no Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre, o Teatro Mototóti vem construindo essa ideia de estar mais presente na rotina da comunidade. Nesse período, o grupo adotou o parque, que fica no coração do bairro, como sua Sede Pública. Este é um conceito bastante difundido entre artistas de rua de todo o Brasil, que permite aos grupos a ocupação artística de espaços públicos, promovendo atividades diversas tais como apresentações, ensaios e oficinas.

Com atividades regulares, o foco do grupo é a formação de plateia, a longo prazo, construindo o hábito de ir para a rua consumir arte. No próximo domingo, dia 31, o primeiro espetáculo do grupo será apresentado, O vendedor de palavras, de 2008. Nas edições seguintes, os outros espetáculos do Mototóti serão apresentados à comunidade. A programação do projeto também conta com apresentações de companhias e artistas convidados, envolvendo não somente a linguagem teatral, mas trazendo espetáculos de dança, circo, música e todas as formas de arte que contemplam a rua como palco.

Segundo os atores, “a rua é das pessoas, e precisamos encontrar esse caminho de volta, que faça as famílias compartilharem uma tarde de domingo no gramado verde, entre às árvores, conhecendo e interagindo com seu vizinho. E que façamos da rua um espaço de convivência e arte”!

Em O Vendedor de Palavras, o Grupo inicia uma jornada no universo do trabalho autoral, comprometido com a arte como um canal de comunicação entre criadores e público. Com versões em português e espanhol, este espetáculo já percorreu o Brasil, Argentina e Uruguai. O grupo já foi assistido por 124.000 espectadores em mais de 450 apresentações, passando por 165 cidades.

A apresentação de O Vendedor de Palavras tem entrada franca, assim como todas as atividades oferecidas dentro do projeto. Para saber mais, acesse: www.mototóti.com.br.

Saiba Mais

Sinopse: Há uma grande falta de palavras no mundo e as pessoas ficam repetindo e repetindo as mesmas poucas que têm. Se cada palavra vale um pensamento, quanto mais palavras, mais pensamentos! Essa é a descoberta de Milho, um menino do interior que sonha em ir para a capital e encontrar sua “amiga” Espiga, que o espera para juntos encherem o mundo de pensamentos, sonhos e… palavras!!! Os avós de Milho, Odete, uma impertinente senhora alemã; e Adam, um grande inventor Inglês, não irão poupar palavras nem artimanhas para manter o jovem sob suas asas, garantindo boas risadas e o humor próprio do teatro popular, feito para a rua.

O Teatro Mototóti existe há oito anos e já possui quatro espetáculos em seu repertório. Formado pelos atores Carlos Alexandre e Fernanda Beppler em 2007, o grupo vem se destacando no cenário de teatro de rua, atuando em todo o país, tendo como características de trabalho a pesquisa e prática permanentes em teatro de rua e a construção/manutenção de um repertório de espetáculos, com o propósito de colocar em cena trabalhos autorais que dialoguem com o público nos mais diferentes lugares.

O primeiro espetáculo, O Vendedor de Palavras – Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2008 –   já foi assistido por 80 mil espectadores em mais de 270 apresentações e ganhou uma versão em espanhol, para apresentações na Argentina e Uruguai. A segunda montagem do grupo, i-MUndo – Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2010 – estreou em setembro de 2011 na capital gaúcha e vem realizando participações em importantes mostras e festivais pelo país.  Ao final de 2012, o Grupo comemorou seu quinto ano de atividades, trazendo à cena mais um espetáculo de teatro de rua, “Folia dos Reis”, um auto que conta a história do Natal sob a perspectiva dos três Reis Magos. O espetáculo estreou no Natal luz de Gramado e integra as principais festividades de Natal do Sul do país.

Em 2013 o Grupo trouxe à cena a história da vida e obra de Hermeto Pascoal, com a peça “Hermeto Pascoal: o mago dos sons”, que mescla a linguagem teatral com a contação de histórias. 2014 foi o ano da estreia de Flor da Vida, quarto espetáculo do repertório do Grupo, contemplado com o Prêmio FUNARTE Artes na Rua (Circo Dança e Teatro) 2013. Este trabalho teve orientação de Esio Magalhães (Barracão Teatro – Campinas/SP), referência na linguagem do palhaço no Brasil.

Serviço

Segunda edição projeto “Se essa rua fosse minha”

Dia 31 de maio, às 16h

Parque Mascarenhas de Moraes, bairro Humaitá

 

28 de junho, 16h

i-Mundo

Entrada Franca

 

 

 

 

 

 

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