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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Belas Letras

Biografia Planet Hemp: Mantenha o respeito na mídia

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Livro “71 Leões” na Folha de São Paulo de hoje

O trabalho de assessoria de imprensa para a editora Belas Letras é uma parceria da Dona Flor Comunicação e Assessoria de Flor em Flor.folhadesp_18.11.18.jpg

Editora Belas Letras comemora dez anos com evento neste sábado, 10 de novembro, na Feira do Livro de Porto Alegre

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 Em formato TEDx, “Faça acontecer” reunirá dez autores da editora que trarão depoimentos da vida pessoal e profissional sobre os principais temas da vida contemporânea. Palestras serão seguidas de sessão de autógrafos

 Falas serão transformadas em livro que será lançado em 2019 – todo o valor dos direitos autorais será revertido para o tratamento de João Vicente, filho da autora Lau Patrón, de “71 Leões”

 

Porto Alegre, 05 de novembro de 2018 – Neste sábado, 10 de novembro, a partir das 18h, a editora Belas Letras comemora seus dez anos de existência com evento que integra a programação da 64ª Feira do Livro de Porto Alegre. Faça acontecer reunirá autores de dez obras da editora, que compartilharão com o público relatos em formato TEDx, onde suas experiências pessoais e profissionais tragam inspiração sobre temas da vida contemporânea, fazendo a plateia refletir sobre sua vida e, principalmente, tomar atitudes.

Participam do evento os autores Marcos Piangers – O poder do eu te amoAna Cardoso –  A mamãe é punkGabriel Gomes, Luciano Braga e Daniel Larusso, – 333 páginas para tirar seu projeto do papelTito Gusmão – Papo de granaGabriela Guerra e Caroline Cintra – JuntasTiago Mattos –  versão em inglês de Vai lá e faz (Just Get It Done) e Lau Patrón, 71 LeõesAs falas trazem os temas relações incríveis, propósito, projetos pessoais, liberdade financeira, liderança, futurismo e aceitação.

Faça acontecer será transformado em livro, que será lançado em 2019. Os direitos autorais da obra serão doados pelos autores para o tratamento de João Vicente, filho de Lau Patrón, que é portador da Síndrome Hemolítica Urêmica atípica, chamada de SHUa, uma condição rara, genética, que causa falhas no sistema imunológico.

A atividade tem entrada franca e ocorre no Teatro Carlos Urbim – Av. Sepúlveda. Em seguida, às 19h30, os autores integram sessão de autógrafos da editora, que ocorre na Praça de Autógrafos.

Sobre a Belas Letras

Fundada por Gustavo Guertler em Caxias do Sul em abril de 2008, ao lançar seus dois primeiros livros, “Meu Pequeno Gremista”, de Humberto Gessinger, e “Meu Pequeno Colorado”, de Luís Augusto Fischer. As publicações se tornaram best-sellers, com mais de 50 mil exemplares vendidos e se transformaram em coleção, intitulada Meu Pequeno Torcedor. Com diversas publicações na área musical – biografia do Nasi, do Ira, títulos internacionais como a biografia de Neil Peart, Paul Stanley e Anthony Kieds, a Belas Letras também projetou ao longo desta primeira década de existência nomes gaúchos no cenário nacional, como Ana Cardoso, Tiago Mattos e Marcos Piangers, que já vendeu mais de 250 mil cópias.

Já foram lançados mais de 260 títulos – só em 2018 são 34 até o final do ano. A editora tem como propósito transformar a vida das pessoas através de histórias. “Não existe nada mais transformador do que você aprender a partir da experiência de outra pessoa. A gente quer fazer parte da vida das pessoas, representar algo no crescimento delas, sejam elas leitores de formação ou não. E essa linha é o que tem norteado nossas publicações”, declara Guertler, CEO da editora.

A Belas Letras é uma editora de não-ficção que se sustenta em cinco pilares da vida contemporânea: família – “entendemos família como qualquer grupo que está unido pelo amor”, afirma; música, viagem, criatividade e gastronomia. Ainda este ano, estão previstos os lançamentos Juntas, de Gabriela Guerra e Caroline Cintra, Papo de granade Tito Gusmão e a biografia do Planet Hemp: Mantenha o respeito, de Pedro de Luna.

Apesar de ter se profissionalizado rapidamente nos últimos anos, o mercado editorial ainda está muito apegado a modelos tradicionais de negócio. “É inevitável entender que a gente está inserido nesse contexto de ainda poucas inovações. E isso para a gente, de alguma forma, é um ponto positivo, pois mostra que há muitos caminhos para inovar”, revela Guertler. A Belas Letras é a única editora do Brasil que doa outro livro para cada exemplar que é vendido na loja virtual, um programa que existe desde 2015 e se chama Compre 1 Doe 1. A partir de outubro desse ano, todas as pessoas passaram a receber, junto com o seu pedido, um livro extra e uma carta, que explica sobre o Compre 1 Doe 1 e informa que o livro extra recebido deve ser doado. Ou seja, os próprios leitores têm a oportunidade de doar e viver essa experiência.

 “Acredito que um dos nossos pontos mais inovadores é pensar o livro como um produto multiplataforma e multicanal. Livro não deve estar só em livraria. Livro é conteúdo, e conteúdo pode se transformar em várias coisas. Queremos atingir não somente aquele leitor de formação, que frequenta livraria. Queremos que os livros façam parte da vida das pessoas, e para isso acontecer nada melhor do que levá-los onde elas estão”. Há dois anos a Belas Letras tem uma parceria com a rede de lojas Imaginarium, desenvolvendo livros conceito para presentear. A editora também desenvolveu um co-branding com a Dobra, uma empresa gaúcha que fabrica carteiras com um tecido especial com a mesma espessura do papel, usado pela Nasa, onde comercializa carteiras de alguns livros publicados. Para saber mais, acesse: belasletras.com.br

Faça Acontecer – 10 anos da Editora Belas Letras

 

Sábado, 10 de novembro, 18h | Teatro Carlos Urbim – Av. Sepúlveda

Falas dos autores:

Relacionamentos incríveis – Marcos Piangers – O poder do eu te amo

Propósito – Ana Cardoso – A mamãe é punk

Projetos Pessoais – Luciano Braga – autor com Gabriel Gomes e Daniel Larusso – 333 páginas para tirar seu projeto do papel

Liberdade financeira – Tito Gusmão – Papo de grana

Liderança – Gabriela Guerra, Caroline Cintra – Juntas

Futurismo – Tiago Mattos – livro versão em inglês do “Vai lá e faz”, Just Get It Done

Aceitação – Lau Patrón – 71 Leões

Em seguida, às 19h30, sessão de autógrafos com todos os autores na Praça de Autógrafos da 64ª Feira do Livro de Porto Alegre

Entrada Franca

Sobre os autores e os títulos:

Marcos Piangers é jornalista e dá palestras por todo o Brasil sobre as mudanças tecnológicas e as relações familiares. Trabalha com comunicação e plataformas digitais desde 2001. Nascido em Florianópolis, em 2006 se mudou para Porto Alegre, para participar do programa Pretinho Básico, um fenômeno de audiência. Em 2017, foi morar em Curitiba com a família. Publicou O papai é pop em 2015, pela Belas Letras, livro que virou best-seller com mais de 150 mil exemplares vendidos, lançado também em inglês e espanhol, além de O papai é pop 2, em 2016, e dois volumes em quadrinhos.

O poder do eu te amo – Um livro para dizer a coisa mais importante. Não tenha medo de dizer “eu te amo”. Inspirado no vídeo O Poder do Eu Te Amo, de Marcos Piangers, com mais de 50 milhões de visualizações, este é um presente para celebrar seus laços de afeto e amor. O “eu te amo” tem poder. O “eu te amo” muda vidas. O “eu te amo liberta”. Nunca é tarde para começar a praticar.

Ana Cardoso é jornalista e nasceu em Curitiba em 1977. Mudou-se para Florianópolis em 1999, onde trabalhou com esportes radicais na Rádio Atlântida por seis anos, pesquisou rádios e assentamentos do MST e concluiu um mestrado em Sociologia Política. Aos 26 virou feminista, aos 27 casou com o também jornalista Marcos Piangers, aos 28 teve sua primeira filha, Anita. A segunda, Aurora, nasceu sete anos depois. Viveu em Porto Alegre de 2006 a 2016 e em 2017 mudou-se para Curitiba, envolvida até o último fio de cabelo com pesquisas sociológicas, grupos feministas e a família.

A mamãe é punk – O que acontece quando saímos da zona de conforto da maternidade, aquela fase semitranquila em que as crianças fazem o que nós orientamos e correm para os nossos braços sempre que estão com algum problema? Treta. A adolescência é para os fortes. Para mães e pais com nervos de aço. Seu filho não quer conversar. O quarto parece ter sido devastado por um tsunami. Chora na hora de fazer uma tarefa da casa? Não sabe estudar sozinho? Quer ficar mais e mais no celular? Calma. Tá todo mundo na mesma. A culpa não é sua. Pelo menos não 100%. Respira fundo e vamos tentar entender juntas este caos chamado adolescência.

Luciano Braga é formado em Comunicação Social pela UFRGS, é fundador e diretor de criação da Shoot The Shit. Publicou, também pela Belas Letras, O poder do tempo livre. Escreve uma newsletter mensal sobre sua vida e possui diversos projetos ligados à comédia, quadrinhos e tirinhas, como Feldman, Braga Comics e Tiras Toscas. Comediante de stand up comedy em formação.

333 páginas para tirar seu projeto do papel – É um livro para quem precisa ter uma ideia ou está cheio de ideias e não sabe o que fazer. É para quem abandonou um projeto antigo; precisa organizar os pensamentos; está com um projeto na gaveta e não sabe qual é o próximo passo; precisa de inspiração e gás pra voltar ao projeto; precisa de disciplina; está disposto a rabiscar ou apenas alguém que queira fazer algo diferente.

Tito Gusmão é apaixonado por empreendedorismo (quando adolescente vendia produtos eletrônicos de porta em porta) e viciado em mercado financeiro, onde tem alguns bons anos de experiência no Brasil e nos Estados Unidos. Destes anos, quase 10 deles foram como sócio e ajudando a construir a maior corretora da América Latina. Conhece muito das engrenagens e os bastidores do mundo de investimentos: produtos, gestão, análise, backoffice, risco, distribuidores, conflitos, a parte boa e a não tão boa. Ministrou mais de 500 cursos e treinamentos e criou ferramentas e plataformas para o mercado utilizadas por milhares de pessoas. Foi um dos fundadores, nos Estados Unidos, da Warren, a primeira corretora com foco no cliente e que entrega uma experiência fácil para investir nos melhores produtos.

Papo de Grana – “Dinheiro não surge do nada. Você quer? Vai ter que conquistar.” Foi a resposta que Tito Gusmão recebeu do pai quando ainda era um menino e queria saber por que não tinha um cartão que seria abastecido automaticamente, o que também é conhecido como mesada. A resposta pavimentou o caminho para uma relação de respeito com o dinheiro desde cedo, e que determinou também a escolha profissional. Tito foi um dos sócios da XP Investimentos e depois fundou a Warren, uma fintech (empresa de tecnologia do segmento financeiro) para desmistificar o mercado financeiro e auxiliar pessoas de todas as idades a investir bem. Em Papo de Grana, Tito mostra como ter uma relação melhor com o dinheiro, como fugir das roubadas (que são muitas) na hora de investir e fazer as escolhas certas para conquistar a independência financeira. Não porque dinheiro tem que ser a coisa mais importante do mundo, mas justamente porque ele é a última coisa com que você deveria se preocupar.

Caroline Carbonell Cintra é Bacharel e Mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Há vinte anos é consultora de tecnologia, tendo trabalhado com clientes de indústrias diversas, no Brasil e nos Estados Unidos, em empresas como Oracle, DBServer, HP e ThoughtWorks, onde se tornou diretora-presidente. Nos últimos cinco anos atua como executiva na ThoughtWorks Brasil, onde se dedica a criar novas narrativas do mundo de negócios, que incluam pessoas inconformadas em sua busca por realidades diferentes e corajosas para o futuro do Brasil e do mundo.

 Gabriela Guerra é Graduada em Administração de Empresas na PUC-RS, foi Operadora de Bolsa de Valores na XP Investimentos, trabalhou com Recursos Humanos na Dell, Marketing Digital na Winehouse e Gestão de Projetos na Perestroika. Em 2012, cofundou o Movimento Porto Alegre Como Vamos e se juntou à ThoughtWorks em 2013, onde atuou como Analista de Negócios, Diretora de Justiça Social e Econômica, Diretora-Presidente e Principal Consultant. Apaixonada pela forma com que a tecnologia pode gerar mudanças significativas na sociedade, em negócios e em equipes, está em constante aprendizado sobre novas formas de trabalho e gestão, estratégias digitais e sobre transformações sociais advindas de novas tecnologias – com foco especial em privacidade de dados.

Juntas – Dizem por aí que mulheres são boas com pessoas e homens com números, que pessoas em posição de chefia precisam de “autoridade”, dizem que não se pode misturar emoções com trabalho, sob pena de se mostrar vulnerável. Dizem uma porção de coisas e isso mostra que mudar o mundo do jeito que ele sempre foi é um desafio muito grande. Aos poucos, surgem outras formas de liderar um negócio. Já não existem decisões unilaterais, as lideranças baseadas em autoritarismo perderam o sentido (algum dia tiveram?) e as cartilhas de certo e errado deixaram de existir. Em 2015, duas mulheres se tornaram diretoras-presidentes da ThoughtWorks, multinacional especializada em desenvolvimento de software. Juntas. Descubra em Juntas o real significado de liderança em uma organização inovadora e em rápido crescimento.

Tiago Mattos é multiempreendedor. Educador. Palestrante. Um dos maiores especialistas em futurismo do Brasil. Formado pelo GSP da Singularity, programa de dez semanas da universidade criada pela Nasa e pelo Google, no Vale do Silício, para preparar as lideranças do futuro. Aperfeiçoou seus estudos sobre futuro do trabalho em algumas das melhores escolas do mundo, como Harvard e MIT. Um dos fundadores da Perestroika, a maior escola de atividades criativas da América Latina.

Vai lá e faz (Just Get It Done– O mundo está cheio de histórias de empreendedores que começaram do nada. Tiago Mattos, um dos maiores futuristas brasileiros, formado pela Singularity – a universidade erguida no Vale do Silício pelo Google em parceria com a Nasa – vai te mostrar neste livro que, sim, você pode criar uma empresa bem-sucedida do zero se tiver o mindset certo e entender como o mundo está mudando. Porque nunca foi tão fácil fazer. Nunca foi tão fácil fazer um livro, uma música, um filme, uma reunião dos colegas do ensino médio, uma passeata, um partido político, uma casa, um carro, uma declaração de amor, uma viagem ao redor do mundo. Nunca foi tão fácil fazer uma empresa. Nunca foi tão fácil entender que ninguém fará o mundo que você quer por você. Só você.

Lau Patrón nasceu em Porto Alegre em 1988, meio uruguaia e meio brasileira. Trabalhou como produtora audiovisual e publicitária durante bons anos, antes de se tornar mãe do João Vicente. Faz três anos que criou a página Avante Leãozinho, onde divide suas reflexões sobre inclusão, além de acolher outras famílias. Vem desenvolvendo mais projetos nesse sentido, é uma palestrante TEDx, odeia a palavra “superação”, e acredita apenas na mudança que passa pelo afeto. Ela não é só uma publicitária, mãe ou mulher latino-americana feminista. Em seu microcosmo, Lau é um universo todo. E como tal, tem suas próprias leis: escrever é uma delas. Pelos cotovelos – histórias, poesias, crônicas que vem guardando na gaveta há anos. 71 Leões é seu primeiro livro.

71 Leões – Em um domingo de sol, a publicitária Lau Patrón corria pelo parque tentando alcançar o seu filho João Vicente, um menininho alegre e destemido de um ano e meio, que ela sempre chamou de Leãozinho. No outro dia, assistia ele sofrer uma crise violenta e misteriosa. Um fio de vida escorrendo para longe do seu colo de mãe. E tudo virou do avesso. Diagnosticado com uma síndrome raríssima, João estava morrendo. Este livro é um diário intenso e sincero dos setenta e um dias que Lau morou no hospital, muitos ao lado de seu filho em coma em um box de UTI, esperando a vida ou a morte. Um relato comovente e poderoso onde Lau nos dá uma dimensão real das pessoas, das emoções fluidas, da não existência de heróis. Do amor, como fonte de escolhas. Do olhar para a dor, sem medo, e com alguma ternura. De não matar leões por dia e, sim, recebê-los com reverência. Um por dia, um a mais na matilha. Para avançar. Para ir avante.

Lau Patrón lança 71 Leões, pela editora Belas Letras com bate-papo e sessão de autógrafos no sábado, 27 de outubro, em Porto Alegre

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Um relato intenso e sincero dos 71 dias em que autora morou no hospital junto com o filho João Vicente, diagnosticado com síndrome raríssima e autoimune. Uma história sobre afeto, dor e renascimento que chega às principais livrarias do país em novembro

 Livro encontra-se em pré-venda pelo site https://belasletras.com.br/produto/71-leoes/

Parte da verba arrecadada em pré-venda será destinada ao tratamento de João Vicente

 

No sábado, 27 de outubro, o público de Porto Alegre poderá participar do lançamento do livro 71 Leõe, de Lau Patrón, que contará com bate-papo e sessão de autógrafos na Casa Guandu. Nas livrarias a partir de novembro, a publicação encontra-se em pré-venda pelo site https://belasletras.com.br/produto/71-leoes/ até 23 de outubro. O kit pré-venda conta com livro + marcador de página + 1 foto Polaroid asssinada + carimbo do João na primeira página do livro e poderá ser retirado no evento do dia 27. Parte da verba arrecadada nesta fase será destinada ao tratamento do menino, portador da Síndrome Hemolítica Urêmica atípica, chamada de SHUa.

“Esse livro é a minha montanha-russa particular e um convite para as pessoas entrarem comigo nela. Um convite de autoconhecimento, de reflexão. E espero que possa tocar e auxiliar, de alguma forma, outras histórias.” Nas palavras da autora Lau Patrón, 71 Leões é mais do que um livro sobre sua experiência com a maternidade. “É um livro sobre dor e amor. Todos os sentimentos complexos e às vezes incoerentes que fazem parte dos nossos processos de transformação.”

Nascida em Porto Alegre, filha de pai uruguaio e mãe gaúcha, a publicitária Lau tinha 25 anos quando seu filho João Vicente – o leãozinho, como ela chama desde a gestação – então com um ano e oito meses de idade, foi diagnosticado com a Síndrome Hemolítica Urêmica atípica, uma condição rara, genética, que causa falhas no sistema imunológico. Em meio a uma crise da doença, ele teve um AVC isquêmico que deixou sequelas motoras.

A jovem, que nunca havia almejado a maternidade, viu sua vida se transformar de maneira repentina. Em um dia ela acompanhava o filho correndo e brincando feliz no parque e, no outro, percebia os primeiros sinais da doença, que o levaria até quase a morte. Foi quando a vida virou do avesso. João recebeu um diagnóstico grave e um prognóstico desesperador, e Lau descobriu que o amor é o grande norteador de escolhas, e que força é o que fazemos a partir daquilo que dói.

Desde então, ela buscou possibilidades de tratamento, investiu em diversos tipos de terapia e hoje o menino já senta sozinho, desenha, voltou a movimentar as mãos e fica até de pé – resultados jamais esperados na época. Durante todo esse período, Lau mobilizou muitas pessoas, por meio de campanhas na internet. A página no Facebook “Avante Leãozinho” (facebook.com/avanteleaozinho) possui mais de 19 mil seguidores; e a autora já foi tema de diversas reportagens na imprensa nacional, e recentemente, participou do Tedx Unisinos, com um recorde de visualizações do vídeo de sua fala: https://www.youtube.com/watch?v=9eyCmr7At04&feature=youtu.be

Em 71 Leões, lançado pela Editora Belas Letras, que chega às principais livrarias do país em novembro, a autora narra os 71 dias que viveu no hospital ao lado do filho; 50 deles na UTI. Em formato de diário, o livro intercala cartas da mãe para o filho, relatos autobiográficos da vida de Lau, com a sequência dos acontecimentos, dia após dia, que iniciaram no dia 14 de outubro de 2013, quando João foi internado, até o dia 23 de dezembro daquele ano, quando recebeu alta.

Com narrativa potente, a autora compartilha cada detalhe íntimo e profundo da complexidade daqueles dias, transportando o leitor às paredes frias do hospital e ao ambiente hostil que pode ser uma UTI. Lau gravou a própria experiência, fazendo relatos diários em áudio de tudo o que ia acontecendo. A inspiração para essa narrativa veio a partir do filme Elena (2012), da atriz e cineasta brasileira Petra Costa.

Com 71 Leões pronto, Lau entrou em contato com a cineasta, que aceitou o convite e escreveu a apresentação do livro. “O livro provoca espasmos. Espasmos de choro, riso, espasmos de reconhecimento. Daquilo que escondíamos de nós mesmos. Uma travessia da qual saímos do outro lado mais vivos. E mais alegres também. Hoje agradeço Elena por me levar à Lau. A me conectar com uma mulher que, com apenas 30 anos, carrega a potência de ser uma das grandes autoras do nosso tempo”, escreveu Petra.

“71 Leões são linhas que falam de dor e de amor – e eu ainda não conheci coisas mais universais que isso”, conclui.

No evento de lançamento em Porto Alegre, mãe e filho estarão juntos autografando a publicação. As atividades têm entrada franca e ocorrem das 16h às 19h.  A Casa Guandu fica na Rua Mata Bacelar, 52.

Bate-papo e sessão de autógrafos- Lançamento 71 Leões em Porto Alegre

27 de outubro, sábado, das 16h às 19h

Casa Guandu (Rua Mata Bacelar, 52, Auxiliadora)

Entrada gratuita

 

Lau Patrón

Lau Patrón nasceu em Porto Alegre em 1988, meio uruguaia e meio brasileira. Trabalhou como produtora audiovisual e publicitária durante bons anos, antes de se tornar mãe do João Vicente. Faz três anos que criou a página Avante Leãozinho, onde divide suas reflexões sobre inclusão, além de acolher outras famílias. Vem desenvolvendo mais projetos nesse sentido, é uma palestrante TEDx, odeia a palavra “superação”, e acredita apenas na mudança que passa pelo afeto. Ela não é só uma publicitária, mãe ou mulher latino-americana feminista. Em seu microcosmo, Lau é um universo todo. E como tal, tem suas próprias leis: escrever é uma delas. Pelos cotovelos – histórias, poesias, crônicas que vem guardando na gaveta há anos. 71 Leões é seu primeiro livro.

 

71 Leões: Uma história sobre afeto, dor e renascimento

Laura Patrón

ISBN: 9788581744544

Família/Maternidade

Autoajuda/ Autobiografia

Número de páginas: 192

Formato: 15x21cm

Editora: Belas Letras

Preço de capa: 39,90

Peso (em Kg): 0,500

 

Sinopse

Em um domingo de sol, a publicitária Lau Patrón corria pelo parque tentando alcançar o seu filho João Vicente, um menininho alegre e destemido de um ano e meio, que ela sempre chamou de Leãozinho. No outro dia, assistia ele sofrer uma crise violenta e misteriosa. Um fio de vida escorrendo para longe do seu colo de mãe. E tudo virou do avesso. Diagnosticado com uma síndrome raríssima, João estava morrendo. Este livro é um diário intenso e sincero dos setenta e um dias que Lau morou no hospital, muitos ao lado de seu filho em coma em um box de UTI, esperando a vida ou a morte. Um relato comovente e poderoso onde Lau nos dá uma dimensão real das pessoas, das emoções fluidas, da não existência de heróis. Do amor, como fonte de escolhas. Do olhar para a dor, sem medo, e com alguma ternura. De não matar leões por dia e, sim, recebê-los com reverência. Um por dia, um a mais na matilha. Para avançar. Para ir avante.

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