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Assessoria de Imprensa

Projeto Concha traz Alessandra Leão para edição de julho

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Cantora pernambucana apresenta o álbum recém lançado Macumbas e Catimbós na sexta-feira, 12 de julho, no Agulha

Ingressos à venda no link – http://bit.ly/conchadejulho

A edição de julho do Projeto Concha 2019 recebe a cantora pernambucana Alessandra Leão, com show na sexta-feira, 12 de julho, no Agulha.

O show integra a programação do projeto que este ano conta com o patrocínio do Natura Musical e promove, além de apresentações de cantoras e compositoras brasileiras, uma residência artística de quinze artistas, que ocorre de abril a dezembro.

A cantora apresenta o álbum recém lançado Macumbas e Catimbós, fruto de anos de aprofundamento em tradições musicais de terreiros de Candomblé, Jurema e Umbanda, onde a voz e a percussão são os condutores dos trabalhos.

O álbum tem participação especial de Lia de Itamaracá, Mateus Aleluia, Sapopemba e Recanto Quiguiriçá, e o coro convidado formado por Karina Buhr, Lenna Bahule, Lívia Mattos, Isaar e Manu Maltez. O show tem como base instrumental a voz e o um trio de Ilús.

Há cerca de dois anos Alessandra tornou-se “corimbeira” ou “ogã” na Umbanda, responsável pelos toques e cantos durante os rituais e função proibida às mulheres em grande parte dos terreiros de religiões de matriz africana. A partir dessa experiência, tem se aprofundado ainda mais nesse tema.

O Projeto Concha foi selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2018 com com Financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul. “Coletivos como o Projeto Concha ampliam a voz de movimentos que buscam maior representatividade dentro e fora do mercado musical”, afirma Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. “De uma forma geral, os coletivos promovem impacto cultural, social e econômico que multiplica o alcance de um patrocínio. A gente investe no coletivo e toda uma rede de pessoas conectada a ele também são impactadas de forma positiva”, completa.

Os ingressos custam entre R$ 15,00 e R$ 60,00 e podem ser adquiridos pelo sympla – http://bit.ly/conchadejulho ou no local, no dia do show, mediante disponibilidade.

Protagonismo no palco

O Projeto Concha é uma iniciativa independente, criada em 2018 pela produtora cultural Alice Castiel. Ao analisar o mercado musical, tanto localmente como em eventos nacionais dos quais participou, ela notou a quantidade e a diversidade de mulheres produzindo, compondo, tocando instrumentos e cantando, mas que muitas vezes, apesar do talento, não tinham acesso a selos, gravadoras ou à programação de festivais. “Em Porto Alegre ou em qualquer cidade do Brasil, a oferta dos principais palcos é majoritariamente protagonizada por homens”, afirma. Como contraponto, Alice propôs uma programação que apresentasse exclusivamente o trabalho de mulheres, a fim de chamar atenção para o que é produzido e muitas vezes ignorado ou preterido pelo circuito oficial da música.

Nas 11 edições do projeto, realizadas no bar Agulha, em Porto Alegre, o público lotou a casa para conhecer o trabalho de mais de 20 mulheres, em apresentações de artistas locais e também de criadoras com projeção na cena nacional, criando um espaço de visibilidade e troca de referências musicais, amparado por uma rede de apoio entre mulheres e conteúdo profissionalizante. Já participaram artistas como Letrux, Juçara Marçal, Luedji Luna, Labaq, Xênia França, Maria Beraldo, Larissa Luz, Juliana Perdigão, intervenções poéticas de Angélica Freitas, Mel Duarte, Luna Vitrolira, Crystal Rocha e as atrações locais Saskia, Raquel Leão, Veña, Pâmela Amaro, Thays Prado, As Aventuras e até uma banda se formou especialmente para uma edição do Concha, batizada de Enxame.

Para mais informações, acesse: facebook.com/projetoconchapoa

Sobre Natura Musical

Natura Musical é a principal plataforma de patrocínio da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu R$ 132 milhões no patrocínio de 418 projetos – entre CDs, DVDs, shows, livros, acervos digitais e filmes. O último edital do programa neste ano selecionou 50 projetos em todo o Brasil, entre artistas, bandas e coletivos. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do país e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais.

A plataforma digital do programa leva conteúdo inédito sobre música e comportamento para mais de meio milhão de seguidores nas redes sociais. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente para a rica e pulsante produção musical brasileira.

 

SERVIÇO

Projeto Concha apresenta Alessandra Leão

Sexta-feira, 12 de julho de 2019

Local: Agulha – Rua Conselheiro Camargo, 300

Horários: O bar abre às 19h e a apresentação começa pontualmente às 22h

Ingressos (à venda  no sympla – http://bit.ly/conchadejulho)

Lote Promocional limitado – R$ 15 – apenas online;

1º lote Solidário* / Meia-entrada** – R$ 20 – na internet (com opção de boleto bancário);

2º lote Solidário* e na Hora/ Meia-entrada** – Solidário* / Meia-entrada** – R$ 30

* Solidário – Valor reduzido, com a doação de 1kg de alimento não perecível ou itens de higiene pessoal, disponível para qualquer pessoa. As doações deverão ser entregues no Agulha, no momento da entrada ao evento.

** Meia-entrada – Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados na Lei Federal 12.933/13.

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Novos clientes

Mais dois clientes para a lista: a PublivarOn, agência super bacana, e o atelier da amada Carolina Motta Nunes. Na pauta agora, criatividade e comunicação e muitas belezuras de moda. 🙂

Simplesmente eu, Clarice Lispector chega a Porto Alegre

Espetáculo com Beth Goulart tem apresentações nos dias 03, 04 e 05 de agosto, no Theatro São Pedro

Chega a Porto Alegre nos dias 03, 04 e 05 de agosto o espetáculo Simplesmente eu, Clarice Lispector, com direção, adaptação do texto e interpretação de Beth Goulart. O espetáculo estreou em 2009 e já rendeu à atriz quatro prêmios: Shell 2009, APTR, Revista Contigo e Qualidade Brasil. A montagem já foi assistida por mais de 230 mil pessoas em 46 cidades, tem ficha técnica luxuosa: supervisão de direção de Amir Haddad, trilha de Alfredo Sertã e iluminação de Maneco Quinderé.

A peça mostra a trajetória desta mulher em direção ao entendimento do amor, de seu universo, suas dúvidas e contradições. Uma autora e seus personagens dialogando sobre a vida e morte, criação, Deus, cotidiano, palavra, silêncio, solidão, entrega, inspiração, aceitação e entendimento. O texto é extraído de depoimentos, entrevistas, correspondências de Clarice e trechos das obras: “Perto do Coração Selvagem”, “Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres” e os contos “Amor” e “Perdoando Deus”.

Joana, uma mulher inquieta e criativa foi a primeira personagem de Clarice Lispector que Beth Goulart conheceu. No auge da adolescência, ao ler “Perto do Coração Selvagem”, romance de estreia da autora, sua identificação foi inevitável. “Eu achava que não era compreendida. O que fazer com isso tudo dentro de mim, com esse processo criativo? Só Clarice me entendia.”, confessa Beth. Depois de Joana, que representa o impulso criativo selvagem, vieram outras mulheres na escrita de Clarice. Entre elas, está Ana, do conto “Amor”, que leva uma vida simples, dedicada ao marido e aos filhos e tem a rotina quebrada ao se impressionar com a magia do Jardim Botânico. Ela representa a fase em que Clarice se dedicou totalmente ao marido e aos filhos.

Lóri, da obra “Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres” é uma professora primária que mora sozinha e se prepara para descobrir o amor. Toda a obra de Clarice é uma ode ao amor. Há ainda outra mulher sem nome, que, no conto “Perdoando Deus”, se deixa mergulhar na liberdade enquanto passeia por Copacabana, representando a ironia, a inteligência e o humor na obra de Clarice. Essas quatro mulheres, que, para Beth, “representam algumas facetas da própria Clarice”, foram escolhidas para apresentar ao público a obra de um dos maiores nomes da literatura brasileira. Em “Simplesmente eu, Clarice Lispector”, a atriz interpreta, além da escritora e suas personagens, fragmentos que reconhece em si mesma: “Usando as palavras dela, eu também estou falando de mim, eu me revelo através de minhas escolhas”. Na peça, Beth faz reflexões sobre temas como criação, vida e morte, Deus, cotidiano, solidão, arte, loucura, aceitação e entendimento e trabalha pontos característicos da obra de Lispector, como o vazio, o silêncio e o instante-já, “aquele momento único, que é como um flash, um insight”, explica a atriz.

Para o monólogo, que ela também dirige, passou dois anos mergulhada em longa pesquisa. A narrativa se constrói a partir de trechos de entrevistas, depoimentos e correspondências. Segundo Beth, toda essa ligação se dá por uma única linha: o amor. “Ela falava sobre o amor maternal, o do relacionamento, o amor a Deus, à natureza, ao próximo. Escolhi esse viés para apresentá-la ao público.” Para a atriz, representar Clarice Lispector é realizar um antigo desejo. “Eu sempre acalentei essa vontade de um dia poder dar meu corpo, minha voz, minhas emoções para colocá-la viva em cena.”

A caracterização foi feita de forma cuidadosa. Detalhes como a maquiagem ganharam tratamento especial de Beth Goulart, que optou por um caminho neutro para passear livremente pela pele das personagens e da autora. “O espetáculo todo é como se fosse uma grande folha em branco a ser escrita por esses personagens, pelos movimentos, pelas ações, pelos sentimentos, pela luz.”

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Theatro São Pedro e custam entre R$ 70,00 e R$ 30,00.

 

Ficha técnica

Texto: Clarice Lispector

Adaptação, Interpretação e Direção: Beth Goulart.

Supervisão: Amir Haddad

Gênero: Espetáculo Poema

Direção de Produção: Pierina Morais

Trilha Sonora: Alfredo Sertã

Iluminação: Maneco Quinderé

Direção de Movimento: Márcia Rubin

Preparação Vocal: Rose Gonçalves

Cenário Ronald Teixeira e Leobruno Gama

Figurino: Beth Filipecki

 

Simplesmente eu, Clarice Lispector

Dias 03, 04 e 05 de agosto

Theatro São Pedro | Praça Marechal Deodoro, s/n

Sexta e sábado, 21h | Domingo 18h

Classificação: 12 anos | Duração: 60 minutos

Ingressos: Plateia R$ 70,00 | Cadeira Extra R$ 60,00 | Camarote Central: R$ 50,00 | Camarote Lateral R$ 40,00 | Galeria Central: R$ 30,00 | Galeria Lateral R$ 30,00

Galeria Mascate inaugura nova exposição no dia 24 de julho

Mostra coletiva de fotografia e Boxeadores Também Choram de Denny Chang integram a programação

Inaugura na terça-feira, dia 24 de julho, às 19h, a nova exposição na Galeria Mascate. Após a mostra do primeiro semestre, “Ocupação”, os espaços do banheiro e corredores de circulação seguem integrando os espaços expositivos do local. No térreo, na Sala dos Lixos, um grupo de ex-alunos da fotógrafa Jacqueline Joner expõem seus trabalhos: Iriz Medeiros, Gabriela Di Bella, Marcelo Donadussi, Denise Bandeira, Luciana Menna Barreto, e Marco Nedeff. Destaque para Nedeff, gaúcho de Nova Prata, “fotógrafo oficial de inúmeras famílias, com um olhar tão étnico quanto ele próprio”, afirma Régis Duarte. As imagens selecionadas para a exposição retratam personagens em três momentos distintos da vida: crianças, adolescentes e adultos.

Subindo as escadas, os retratos movies de Gustavo Faraco movimentam a alma dos fotografados. Na sala superior, Denny Chang apresenta seu mais recente trabalho, Boxeadores Também Choram com curadoria de Tiago Coelho. As ilustrações saem de seus livros ganhando as paredes e construindo um mundo paralelo de seus desenhos-contos. E como onde há arte, há moda, o evento do dia 24 também marca o lançamento do projeto Arte na Sacola, onde Régis Duarte assina sacolas com artistas convidados da Mascate, entre eles Dulce Helena, Magna Sperb, Jacqueline Joner, Denny Chang e Débora Piva e a coleção alto inverno do estilista.

A mostra segue até 15 de setembro. A Galeria Mascate funciona de terça a sábado, das 14h às 18h, na Rua Laurindo, 332. A entrada é franca.

 

Saiba mais:

Sentindo a carência na cidade de uma galeria que realmente misturasse arte, fotografia contemporânea, design e moda, o fotógrafo Tiago Coelho, o designer Régis Duarte criaram a Galeria Mascate em setembro de 2011.

O nome Mascate ficou sempre associado à imigração árabe no Brasil, resultante do grande contingente de imigrantes proveniente do Líbano e da Síria que se dedicaram a esta atividade. Em menor número chegaram também ao Brasil imigrantes de outros pontos do antigo Império Otomano, como Turquia, Palestina, Egito, Jordânia e Iraque.

A mascateação introduziu inovações que hoje são traços marcantes do comércio popular, como as práticas de alta rotatividade e alta quantidade de mercadorias vendidas, das promoções e das liquidações.

Inicialmente os mascates visitavam as cidades do interior e as fazendas de café, levando apenas miudezas e bijuterias. Com o tempo e o aumento do capital, começaram também a oferecer tecidos, roupas prontas e outros artigos.

Galeria Mascate

Mostra Coletiva de Fotografia | “Boxeadores também choram” | Lançamento projeto Arte na Sacola e coleção Outono-Inverno Régis Duarte

Rua Laurindo, 332 Santana – Porto Alegre

Funcionamento: De terça a sábado das 14h às 18h

Barracoestudio.com.br

Sem Pensar na imprensa

Espetáculo que fiz assessoria com Mariele Salgado.

 

Projeto A Voz da Roupa promove conversas com estilistas e participantes

Exposição financiada pelo FUMPROARTE reúne imagens de Tiago Coelho e produções de oito estilistas gaúchos

Na próxima quarta-feira, 23 de maio, o projeto A Voz da Roupa promove a primeira edição de conversas com o público, na Sala P.F Gastal da Usina do Gasômetro. O evento faz parte da programação de lançamento da exposição do projeto, inaugurada no dia 10 de maio, na Galeria dos Arcos.

Neste primeiro encontro, os estilistas Mauricio Placeres, Régis Duarte, Carolina Motta Nunes e Greice Antes e os personagens Felipe (palhaço de circo), Madalena (operadora da Trensurb), Natália (garçonete) e Adriana (empregada doméstica) falam sobre as suas experiências durante a concepção dos ensaios e o confronto entre realidade e ficcional. As conversas serão mediadas por Régis Duarte e Tiago Coelho, criadores do projeto. Além dos depoimentos dos participantes, Duarte apresentará imagens de trabalhadores do fotógrafo norte-americano Irving Penn, traçando um paralelo entre as criações do artista e as imagens de A Voz da Roupa.

No dia 30, os estilistas Vinícius Amorim, Vitoria Cuervo, Gustavo Werner e Debora Ydalgo se reúnem com o garçom Derick, o lixeiro Talis, o policial Israel e a dançarina Cristiane na segunda edição do evento. A exposição segue até o dia 10 de junho e a entrada é franca.

A VOZ DA ROUPA

Conversas com estilistas e participantes

Dias 23 e 30 de maio, às 19h30, na Sala P.F. Gastal

(3º andar da Usina do Gasômetro)

Entrada franca

 

Exposição

Até 10 de junho – Galeria dos Arcos

Av. Pres. João Goulart, 551 (térreo da Usina do Gasômetro)

visitação de terças a domingos, das 9 às 21h

Informações: 51 3289 8135

galeriadosarcos@gmail.com

www.galeriadosarcos.blogspot.com

Marcos Sari no Gasparotto

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