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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

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Aliança Francesa Porto Alegre

3º Prêmio AF de Arte Contemporânea divulga os selecionados

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Júri selecionou dez artistas que integram mostra coletiva que ocorre a partir de 23 de julho no porão do Paço Municipal

 

Porto Alegre, 24 de junho de 2019 – Foram divulgados na última quarta-feira, 19 de junho, os dez artistas selecionados do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2019. Em sua terceira edição, a premiação busca estimular a produção das artes visuais contemporâneas no Rio Grande do Sul, com a missão de dar apoio e incentivo para artistas em início de carreira. O evento é uma realização da Aliança Francesa Porto Alegre e Ministério da Cidadania através da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Timac Agro e apoio do Centre Intermondes e da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

O júri brasileiro, composto por Adriana Boff, Bruna Fetter, Diego Groisman, Paulo Miyada e Patrice Pauc, e o júri francês do Centre Intermondes representado por Edouard Mornaud e Flavie Monnierselecionaram os seguintes concorrentes: Alexandre Garbini de Nadal, Bruno Cesar Eder Giasson, Camila Proto, Francine Rocha Lasevitch, Henrique Fagundes Machado, Joana Burd, Letícia Arais Lopes, Marcelo Chardosim Fraga, Oendu de Mendonça e Vitória de Oliveira Macedo. A lista integra a Mostra Coletiva do 3º Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, que inaugura no dia 23 de julho, às 19h, no Porão do Paço da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (Praça Montevidéu, 10) com curadoria de Groisman.

Os três vencedores da edição 2019 foram Letícia Arais Lopes (1º lugar), Alexandre Garbini de Nadal, (2º lugar) e Marcelo Chardosim Fraga (3º lugar). Letícia foi premiada com uma residência artística de dois meses no Centre Intermondes, em La Rochelle, na França, com passagem e alojamento incluídos, um prêmio em dinheiro no valor de R$ 8.000,00 como incentivo à produção do artista, ajuda de custo para o período da estadia em La Rochelle de R$ 3.000,00, além de uma  bolsa de estudos na Aliança Francesa Porto Alegre. A residência está programada para os meses de agosto e setembro de 2019. O segundo e o terceiro lugar também serão premiados com bolsas de estudo na Aliança Francesa de Porto Alegre.

A exposição seguirá em cartaz com entrada franca até 04 de outubro.

Aliança Francesa na mídia

 

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Aliança Francesa na coluna Perimetral de Paulo Germano em Zero Hora de hoje

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Goethe-Institut e Aliança Francesa Porto Alegre promovem mostra sobre movimentos sociais e insurgências populares na Cinemateca Capitólio Petrobras

Uma Juventude Alemã

 Insurreição ocorre de 18 a 27 de junho e traz em sua programação filmes e debates sobre as relações entre os movimentos estudantis da década de 1960 e os protestos atuais

 

No exato momento em que as ruas do Brasil voltam a ser palco de grandes manifestações políticas, o Goethe-Institut e a Aliança Francesa Porto Alegre promovem de 18 a 27 de junho na Cinemateca Capitólio Petrobras, a mostra Insurreição, que conta com 17 filmes e três mesas de debate sobre as relações entre os movimentos sociais protagonizados por estudantes nas décadas de 1960 e 1970, em particular na Alemanha e na França, e as atuais formas de insurreição popular e desobediência civil.

Os 50 anos das revoltas estudantis de Maio de 1968, celebrados em 2018, a passagem do 30º aniversário da queda do Muro de Berlim e das revoltas estudantis na Praça da Paz Celestial de Pequim, ou ainda os 50 anos do levante de Stonewall, em Nova York, marco da luta pelos direitos da comunidade LGBT (todos comemorados em 2019), são acontecimentos que estimularam os organizadores a propor uma reflexão sobre a permanência dos movimentos de insurreição na sociedade contemporânea. Para tanto, o crítico e pesquisador de cinema Marcus Mello, curador da mostra, elegeu como ponto de partida o filme Uma Juventude Alemã, de Jean-Gabriel Périot, uma co-produção entre Alemanha e França que estreou na seção Panorama do Festival de Cinema de Berlim em 2015 e permanece inédita no Brasil.

Neste documentário, o diretor resgata, através de um riquíssimo material de arquivo, as origens estudantis do grupo Baader-Meinhof e suas relações com o movimento dos estudantes franceses que tomaram as ruas em maio de 1968, refletindo sobre os seus distintos desdobramentos históricos e sua repercussão internacional.

Através de uma seleção de filmes clássicos e outros de produção recente, Insurreição busca relacionar esses movimentos de revolta iniciados na Europa no final da década de 60 e ver como eles ainda reverberam nos dias de hoje, em particular com as ocupações de escolas por estudantes secundaristas no Brasil, reconhecido como um dos mais relevantes e inspiradores gestos de desobediência civil no cenário político atual. “Junte-se a isso outras manifestações recentes, como as ocupações urbanas protagonizadas pelo MTST, ou de grupos feministas radicais, como o ucraniano Femen, e teremos um atestado revelador de que os tempos atuais estão longe de poderem ser classificados como conformistas, existindo uma chama persistente de insatisfação e revolta na sociedade civil”, declara Mello.

Entre os destaques da programação, está a primeira exibição na cidade do documentário Espero Tua (Re)Volta, de Eliza Capai, sobre o movimento de ocupação das escolas em São Paulo, que ganhou o prêmio da Anistia Internacional no último Festival de Berlim. A diretora e a jovem ativista Marcela Jesus, uma das protagonistas do filme, estarão presentes na abertura da mostra, no dia 18, para sessão seguida de debate ao lado de Cacá Nazário, diretor do curta Secundas, que retrata o movimento de ocupações escolares em Porto Alegre.

Já controversa atuação do grupo terrorista Baader-Meinhof e suas repercussões na história recente da Alemanha está representada por um bloco de cinco filmes que trazem a visão de diretores alemães de diferentes gerações sobre as ações do grupo, também conhecido como Fração do Exército Vermelho: A Terceira Geração (1979), de Rainer Werner Fassbinder, Os Anos de Chumbo (1981), de Margarethe von Trotta, A Segurança Interna (2000), de Christian Petzold, e As Consequências do Crime (2015), de Julia Albrecht e Dagmar Gallenmüller, além de Alemanha no Outono (1978), produção coletiva assinada por dez diretores (Rainer Werner Fassbinder, Alf Brustellin, Hans Peter Cloos, Alexander Kluge, Maximiliane Mainka, Edgar Reitz, Katja Rupé, Volker Schlöndorff, Peter Schubert e Bernhard Sinkel), considerado um dos clássicos do cinema político alemão.

A programação inclui ainda produções inéditas no Brasil, como os documentários Morrer aos 30 Anos, de Romain Goupil (sobre Maio de 1968 e suas consequências), e A Assembleia, de Mariana Otero (sobre o movimento de organização social Nuit Debout, que eclodiu na França em 2016). Já a resistência dos movimentos em prol dos direitos homossexuais, está representada pela exibição de 120 Batimentos por Minuto, emocionante drama de ficção que resgata a história dos ativistas do Act Up na França, à época da eclosão da epidemia da Aids. Também da França vem a obra-prima Zero de Conduta (1933), de Jean Vigo, que mostra a ocupação de uma escola por alunos revoltados com a tirania de seus professores, na década de 1930 do século passado.

Ao lado do inédito Espero Tua (Re)Volta, os recentes movimentos de resistência e desobediência civil no Brasil estão representados por uma seleção de títulos que retratam desde as revoltas dos estudantes secundaristas, como Escolas em Luta, de Eduardo Consonni, Rodrigo T. Marques e Tiago Tambelli, e Rasga Coração, de Jorge Furtado, a mobilização dos trabalhadores sem teto (O Teto Sobre Nós, de Bruno Carboni, e Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé), e as grandes  manifestações de junho de 2013 (Operações de Garantia da Lei e da Ordem, de Julia Murat e Miguel Antunes Ramos).

A mostra também conta com três debates. O primeiro deles, na abertura da mostra em 18 de junho, reúne os diretores Eliza Capai e Cacá Nazário e a ativista Marcela Jesus. Já no dia 24, às 19h, o diretor Jorge Furtado debate o seu filme Rasga Coração, ao lado da cientista política Céli Pinto, no Auditório do Goethe-Institut Porto Alegre. Finalmente, no dia 27 de junho, a cineasta Liliana Sulzbach e a cientista política Silvana Krause, discutem o documentário Uma Juventude Alemã, no encerramento da mostra, na Cinemateca Capitólio Petrobras, às 19h30.

Os ingressos custam R$ 10,00 para as sessões na Cinemateca Capitólio Petrobras, com bilheteria aberta 30 minutos antes das sessões. A Cinemateca Capitólio Petrobras fica na Rua Demétrio Ribeiro 1085 – Esq. com Borges de Medeiros. A sessão de Rasga Coração no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre tem entrada franca e distribuição de senhas uma hora antes da sessão.

 

FILMES DA PROGRAMAÇÃO

Uma Juventude Alemã (Une Jeunesse Allemande), de Jean-Gabriel Périot (França/Suíça/Alemanha, 2015, documentário, 93 minutos).

No final da década de 1960, a geração do pós-guerra alemão, desiludida pelo capitalismo anticomunista, se revoltava. O protesto contra o Estado levou à fundação da Fração do Exército Vermelho (RAF). O documentário de Jean-Gabriel Périot descreve, sem comentários, a transformação gradual e a crescente politização da era RAF, das suas origens estudantis até chegar à resistência armada, comparando o movimento dos estudantes alemães e seus desdobramentos com o movimento de Maio de 1968 na França. Exibição em HD.

 

Espero Tua (Re)Volta, de Eliza Capai (Brasil, 2019, documentário, 90 minutos).

Quando a crise se aprofundou no Brasil, os estudantes saíram às ruas e ocuparam escolas protestando por um ensino público de qualidade e uma cidade mais inclusiva. O documentário de Eliza Capai acompanha as lutas estudantis desde as marchas de 2013 até a vitória do presidente Jair Bolsonaro em 2018. Inspirada pela linguagem do próprio movimento, o filme é conduzido pela locução de três estudantes, representantes de eixos centrais da luta, que disputam a narrativa, explicitando conflitos do movimento e evidenciando sua complexidade. Ainda inédito nos cinemas, o filme de Eliza Capai ganha sua primeira exibição em Porto Alegre. Prêmio da Anistia Internacional no último Festival de Berlim. Exibição em DCP.

 

Alemanha no Outono (Deutschland im Herbst), de Rainer Werner Fassbinder, Alf Brustellin, Hans Peter Cloos, Alexander Kluge, Maximiliane Mainka, Edgar Reitz, Katja Rupé, Volker Schlöndorff , Peter Schubert e Bernhard Sinkel (Alemanha, 1978, 123 minutos).

Filme formado por diferentes episódios, assinados por um grupo de diretores que inclui alguns dos nomes mais importantes do cinema alemão do pós-guerra, como Alexander Kluge, Rainer Wener Fassbinder, Edgar Reitz, Volker Schlöndorff e Hans Peter Cloos. O filme cobre o período de dois meses no ano de 1977, quando um empresário foi raptado e posteriormente morto pela Fração do Exército Vermelho, grupo terrorista de esquerda cujas ações convulsionaram a opinião pública alemã na década de 1970. Após essa operação frustrada, três líderes do movimento, Andreas Baader, Gudrun Ersslin e Jean-Carl Rasper, teriam cometido suicídio na prisão de Stammheim. O filme inclui raras imagens do funeral de Baader, Ersslin e Rasper, e a participação de intelectuais como os escritores Heinrich Böll e Max Frisch e dos cineastas Margarethe von Trotta, Rainer Werner Fassbinder e Volker Schlöndorff. Exibição em HD.

 

A Terceira Geração (Die Dritte Generation), de Rainer Werner Fassbinder. Com Margit Carstensen, Hanna Schygulla, Eddie Constantine, Bulle Ogier, Udo Kier e Hark Bohm (Alemanha, 1979, 111 minutos).

Uma comédia de humor negro sobre as atrapalhadas ações de um grupo de terroristas clandestinos. Polêmica visão de Fassbinder em relação à atuação da Fração do Exército Vermelho na Alemanha, o filme provocou reações extremas na época de seu lançamento, incluindo o espancamento de um projecionista em Hamburgo e a invasão de um grupo de jovens a um cinema em Frankfurt, que tentaram destruir a sua cópia com ácido. Condenado a um longo período de invisibilidade, e ofuscado pelo sucesso de outras produções do prolífico diretor Fassbinder, este filme debochado e anárquico somente seria redescoberto em meados dos anos 2000, quando reestreou nos cinemas alemães e pode ter suas virtudes finalmente reconhecidas. Exibição em HD.

 

Os Anos de Chumbo (Die Bleierne Zeit), de Margarethe von Trotta. Com Jutta Lampe, Barbara Sukowa, Rüdiger Vogler e Luc Bondy (Alemanha, 1981, 106 minutos).

Filhas de um rígido pastor protestante, as irmãs Juliane (Jutta Lampe) e Marianne (Barbara Sukowa) se afastam da severidade religiosa de seu ambiente familiar para militarem na luta pelos direitos das mulheres. Enquanto Juliane se torna uma jornalista engajada, sua irmã passa a integrar uma organização terrorista. Quando Marianne é presa, Juliane decide ajudar a irmã, apesar das diferenças de opinião que ambas têm em relação aos limites de seu comprometimento político. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, onde conquistou também o prêmio de melhor atriz para Jutta Lampe e Barbara Sukowa, este impactante drama de Margarethe von Trotta foi incluído pelo diretor sueco Ingmar Bergman na lista de seus filmes favoritos. Exibição em HD.

 

A Segurança Interna (Die Innere Sicherheit), de Christian Petzold. Com Julia Hummer, Barbara Auer, Richy Müller, Bilge Bingül e Bernd Tauber (Alemanha, 2000, 106 minutos).

Um casal de ex-terroristas alemães vive na clandestinidade em Portugal, na companhia de sua rebelde filha adolescente. Com roteiro co-assinado por Harun Farocki, foi o filme que revelou o cineasta Christian Petzold, um dos grandes nomes do cinema alemão contemporâneo, atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros com Em Trânsito. Vencedor do troféu de melhor filme do ano no Deutscher Filmpreis, a principal premiação do cinema alemão. Exibição em HD.

 

As Consequências do Crime (Die Folgen der Tat), de Julia Albrecht e Dagmar Gallenmüller (Alemanha, 2015, documentário, 80 minutos).

Após 37 anos do assassinato de Jürgen Ponto, diretor do Dresdner Bank, por um grupo terrorista, as diretoras Julia Albrecht e Dagmar Gallenmüller investiga o envolvimento de sua irmã Susanne Albrecht neste crime, que provocou traumas profundos tanto entre os familiares de Ponto quanto na sua própria família. Um documentário corajoso e altamente pessoal, que investiga os efeitos de fatos históricos recentes na vida de indivíduos comuns. Exibição em HD.

 

Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé. Com Carmen Silva, Isam Ahmad Issa, Suely Franco, José Dumont e Gabriel Tonin (Brasil, 2016, 93 minutos).

No centro de São Paulo, o prédio do antigo Hotel Cambridge é ocupado por trabalhadores sem moradia. Através de uma hábil combinação entre documentário e ficção, a diretora Eliane Caffé produz um contundente retrato sobre os movimentos de ocupação dos trabalhadores sem-teto, o MTST, no Brasil, descrevendo sua organização e seus embates contra o Estado. Exibição em DCP.

 

Operações de Garantia da Lei e da Ordem, de Julia Murat e Miguel Antunes Ramos (Brasil, 2017, documentário, 83 minutos).

As manifestações que ocorreram no Brasil entre junho de 2013 e julho de 2014 estão no centro do documentário de Julia Murat e Miguel Antunes Ramos, que trabalha exclusivamente com material de arquivo. A abordagem tradicionalista dos grandes meios de comunicação e a cobertura alternativa das mídias independentes são comparadas e exploradas, evidenciando as suas diferenças e a posição do observador e do observado em cada uma delas. Ao propor um olhar sobre reportagens de televisão, materiais gravados por jornalistas e cineastas que acompanharam as manifestações e mídias alternativas (como a cobertura do coletivo Mídia Ninja), a dupla de diretores busca encontrar as relações internas às imagens, apresentando esses documentos produzidos no calor da hora sem hierarquização entre as diferentes fontes. Um filme de arquivo tenso e urgente, no qual a edição provoca novas relações entre imagem e discurso. Exibição em DCP.

 

Escolas em Luta, de Eduardo Consonni, Rodrigo T. Marques e Tiago Tambelli (Brasil, 2017, documentário, 77 minutos).

Em São Paulo, alunos secundaristas reagem ao decreto oficial que determina o fechamento de 94 escolas da rede pública e a realocação dos alunos. A resposta estudantil surpreende. Em poucos dias, por meio de redes sociais e aplicativos, eles organizam uma reação em uma verdadeira Primavera Secundarista – algo completamente inédito no país –, ocupando 241 escolas e saindo às ruas para protestar. O estado decreta guerra aos estudantes. Exibição em DCP.

 

Zero de Conduta (Zéro de Conduite), de Jean Vigo. Com Jean Dasté, Robert le Flon, Louis Lefebvre, Delphin e Gilbert Prouchon (França, 1933, 47 minutos).

Um grupo de estudantes ocupa sua escola para protestar contra a tirania de seus professores. Clássico de Jean Vigo realizado na década de 30, este média-metragem é considerado uma autêntica celebração da revolta e da insubordinação, e durante anos esteve proibido na França. Um filme maldito, de um diretor maldito, que somente teria seu talento reconhecido após a sua morte. Exibição em HD.

 

Morrer aos 30 Anos (Mourir à 30 Ans), de Romain Goupil (França, 1982, documentário, 95 minutos).

Após o suicídio de seu amigo Michel Récanati, o cineasta Romain Goupil se interroga a respeito de seu passando militante na extrema esquerda da CAL (Comités d’Action Lycéens). Ele insere em meio a imagens de assembleias gerais e manifestações em torno de 1968, documentos íntimos e depoimentos de antigos companheiros que partilharam desse momento. Através de um documentário de tom comovedoramente pessoal, Goupil traça o retrato de uma geração. Vencedor da Caméra d’Or no Festival de Cannes em 1982. Exibição em HD.

 

A Assembleia (L’Assemblée), de Mariana Otero. França, 2017, documentário, 99 minutos.

Em 31 de março de 2016, na Praça da República em Paris, nasce o movimento Nuit Debout. Durante mais de três meses, pessoas de todos os horizontes experimentaram a invenção de uma nova forma de democracia. Como falar juntos sem falar de uma só voz? Eis a pergunta colocada pelo movimento, ao qual a diretora Mariana Otero procura dar voz, neste documentário inédito nos cinemas brasileiros. Exibição em HD.

 

120 Batimentos por Minuto (120 Battements par Minute), de Robin Campillo. Com Nahuel Pérez Biscayart, Arnaud Valois, Adèle Haenel e Antoine Reinartz (França, 2017, 143 minutos).

A organização dos movimentos LGBT na França no começo da década de 80, a fim de garantir aos portadores do vírus da Aids tratamento de saúde digno e recursos para as pesquisas na área médica. Grande Prêmio do Júri e vencedor da Queer Palm no Festival de Cannes de 2017. Exibição em DCP.

 

Rasga Coração, de Jorge Furtado. Com Marco Ricca, Drica Moraes, Chay Suede, George Sauma, João Pedro Zappa e Luisa Arraes (Brasil, 2018, 113 minutos).

Após 40 anos de militância, Manguary Pistolão (Marco Ricca) vê o filho (Chay Suede) acusá-lo de ser um conservador, revivendo o mesmo conflito que teve com seu pai (Nelson Diniz) na juventude. Elogiada adaptação de Jorge Furtado para o texto de Oduvaldo Vianna Filho, um clássico da dramaturgia brasileira. Sessão única no Auditório do Goethe-Institut, seguida de debate com o diretor Jorge Furtado e a professora e cientista política Céli Pinto. Exibição em HD.

 

Secundas, de Cacá Nazário (Brasil, 2017, documentário, 20 minutos).

“Uma fagulha pode incendiar uma pradaria”. O conhecido provérbio chinês ilustra a dimensão tomada pelo movimento de ocupação das escolas brasileiras pelos estudantes secundaristas, que se alastrou pelo Brasil em 2016. O empolgante documentário de Cacá Nazário acompanha as repercussões e desdobramentos da ação política desses jovens estudantes nas escolas de Porto Alegre. Prêmio de melhor curta-metragem gaúcho no Festival de Gramado em 2017. Exibição em DCP.

 

O Teto Sobre Nós, de Bruno Carboni. Com Cosme RodriguesFrancisco GickSilvana Rodrigues (Brasil, 2015, 22 minutos).

Ocupantes de um prédio abandonado recebem a notícia de que podem ser despejados a qualquer momento. Enquanto Anna tenta lidar com a notícia, ela se depara com um misterioso homem deitado em sua cama. Prêmio de melhor direção no Festival de Gramado em 2015. Exibição em DCP.

 

 

GRADE DE HORÁRIOS

18 a 27 de junho de 2019 

 

18 de junho (terça-feira)

16:00 – O Teto Sobre Nós + Era o Hotel Cambridge

18:00 – Zero de Conduta

19:00 – Secundas + Espero Tua (Re)Volta, sessão seguida de debate com os diretores Cacá Nazário e Eliza Capai e a ativista Marcela Jesus

 

19 de junho (quarta-feira)

16:00 – As Consequências do Crime

18:00 – Os Anos de Chumbo

20:00 – Morrer aos 30 Anos

 

20 de junho (quinta-feira)

16:00 – Operações de Garantia da Lei e da Ordem

18:00 – 120 Batimentos por Minuto

20:30 – Uma Juventude Alemã

 

21 de junho (sexta-feira)

16:00 – A Segurança Interna

18:00 – A Assembleia

20:00 – Secundas + Escolas em Luta

 

22 de junho (sábado)

16:00 – Morrer aos 30 Anos

18:00 – Os Anos de Chumbo

20:00 – A Terceira Geração

 

23 de junho (domingo)

16:00 – Uma Juventude Alemã

18:00 – O Teto Sobre Nós + Era o Hotel Cambridge

20:00 – Alemanha no Outono

 

24 de junho (segunda-feira)

19:00 – Rasga Coração, sessão seguida de debate com o cineasta Jorge Furtado e a professora e cientista política Céli Pinto, no Auditório do Goethe-Institut Porto Alegre – ENTRADA FRANCA

 

25 de junho (terça-feira)

16:00 – Morrer aos 30 Anos

18:00 – A Segurança Interna

20:00 – Secundas + Escolas em Luta

 

26 de junho (quarta-feira)

16:00 – Os Anos de Chumbo

18:00 – A Assembleia

20:00 – Secundas + Zero de Conduta

 

27 de junho (quinta-feira)

16:00 – As Consequências do Crime

18:00 – Operações de Garantia da Lei e da Ordem

19:30 – Uma Juventude Alemã, sessão seguida de debate com a cineasta Liliana Sulzbach e a cientista política Silvana Krause

 

 

MOSTRA INSURREIÇÃO

18 a 27 de junho de 2019

Cinemateca Capitólio Petrobras

(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico – Porto Alegre)

Entre os dias 18 e 27 de junho de 2019

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

 

Auditório do Goethe-Institut

(Rua 24 de Outubro, 112 – Independência – Porto Alegre)

Dia 24 de junho de 2019, às 19 horas

 

Exibição e debate do filme Rasga Coração, de Jorge Furtado

(entrada franca)

 

Realização:

 Goethe-Institut Porto Alegre

 Aliança Francesa de Porto Alegre

 

Festival Varilux de Cinema Francês 2019 ocorre de 06 a 19 de junho

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Evento que celebra a cinematografia francesa tem sessões em mais de 70 cidades brasileiras

 

O Festival Varilux de Cinema Francês comemora sua décima edição em 2019, com atividades de 06 a 19 de junho, exibindo por todo Brasil 16 longas-metragens da nova safra da cinematografia francesa e um clássico. No Rio Grande do Sul, a mostra chega às cidades de Porto Alegre, São Leopoldo, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria e Caxias do Sul.

Este ano o evento ultrapassa a marca de um milhão de espectadores e chegará a mais de 70 cidades. O Festival Varilux de 2010 foi realizado em nove cidades, exibido em 11 salas de cinema e visto por cerca de 25 mil pessoas. Nove anos depois, em 2018, atingiu quase todo o Brasil, tendo passado por 88 municípios, 118 salas e consumido por um público de 172 mil pessoas de todas as idades. Os longas-metragens programados se destinam tanto a adultos quanto jovens e crianças.  

Na seleção de 2019 destacam-se as seguintes produções: Graças a Deus (Grâce à Dieu), último filme de François Ozon. Vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim esse ano – prêmio do júri -, tem como base uma história real que conduziu à condenação do cardeal francês Philippe Barbarin por seu silêncio sobre os abusos sexuais cometidos contra menores de idade por um padre de sua diocese. O filme estreou na França em fevereiro de 2019, apenas alguns dias antes do julgamento do Cardeal e suscitou muitos debates. A animação Astérix e o Segredo da Poção Mágica (Asterix – Le Secret de la Potion Magique), de Alexandre Astier e Louis Clichy, verdadeiro fenômeno, que vendeu cerca de quatro milhões de ingressos na França. O ambicioso e espetacular filme histórico A Revolução em Paris (Un Peuple et son Roi) de Pierre Schoeller, que retrata a gênesis da Revolução Francesa. Essa produção, que foi construída a partir de uma pesquisa de quase seis anos e custou 17 milhões de euros, reúne um elenco excepcional formado por nomes como Louis Garrel, Adèle Haenel, Izïa Higelin, Gaspard Ulliel, Laurent Lafitte, Olivier Gourmet e Denis Lavant, entre outros.

O clássico desta edição é Cyrano de Bergerac, de Jean-Paul Rappeneau, inspirado na famosa peça de Edmond Rostand. A versão apresentada tem Gérard Depardieu como protagonista e completa 30 anos de lançamento. O filme, de 1990, já foi visto por cerca de 4, 8 milhões de espectadores na França e por 1,700 milhão no estrangeiro.

Na capital gaúcha, os cinemas que receberão o evento são o Espaço Itaú de Cinema (Túlio de Rose, 80), o Guion Center (Gen. Lima e Silva, 776), o Cinemark Barra Shopping Sul (Diário de Notícias, 300) e a Sala Redenção (Eng. Luiz Englert, s/n, Campus Central da UFRGS).

Lançamento em Porto Alegre

Em Porto Alegre, o lançamento exclusivo do Festival ocorre no dia 4 de junho, às 19h, no Espaço Itaú de Cinema do Bourbon Country, oferecendo aos convidados o melhor do cinema, música e da gastronomia francesa. Antes da projeção de Cyrano Mon Amour (Edmond), longa de Alexis Michalik, um coquetel será oferecido pela Fouet Gastronomia, com cardápio assinado pelo chef Lucio Rocha. No menu, sabores inspirados pelo filme e a gastronomia francesa: Vol au vent de frango defumado, tartelete de queijo de cabra, miniquiche caprese, grissinis de parmesão, patê de foie e pâte à choux de crème pâtissière. Tudo isso harmonizado com espumantes da Salton. Para animar o evento, o DJ francês Clément Desnoux fará um set para recepcionar os convidados.

Com Thomas Solivérès, Olivier Gourmet, Mathilde Seigner, Cyrano Mon Amour é uma comédia dramática ambientada na Paris de 1897. Edmond Rostand ainda não completou 30 anos, mas já tem dois filhos e muitas angústias. Desesperado por trabalho e há dois anos sem conseguir escrever, ele propõe ao renomado ator Constant Coquelin uma nova peça, uma comédia heroica, em verso. Assim começa a escrever essa peça na qual ninguém acredita, mas por enquanto, ele só tem o título: Cyrano de Bergerac. Em seu filme de estreia, Michalik faz um grande afresco romântico, homenageando os atores, o amor e a alegria de viver.

O Festival Varilux de Cinema Francês é realizado pela produtora Bonfilm e tem como patrocinador principal a Essilor/Varilux, além do Ministério da Cidadania por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura; a Secretaria de Estado de Cultura, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro; a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Outros parceiros importantes são as unidades das Alianças Francesas em todo Brasil, a Embaixada da França no Brasil, as distribuidoras dos filmes e os exibidores de cinema independente/de arte e as grandes redes de cinema comercial. Em Porto Alegre, a mostra recebe o apoio da Aliança Francesa, da Fouet Gastronomia e Salton.

Sinopses, grades e trailers no site http://variluxcinefrances.com/

Inscrições para o 3º Prêmio AF de Arte Contemporânea encerram nesta sexta-feira, 31 de maio

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Premiação oferece dois meses de residência artística no Centre Intermondes, na França

 

Encerram nesta sexta-feira, 31 de maio, as inscrições para o Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2019. Em sua terceira edição, a premiação busca estimular a produção das artes visuais contemporâneas no Rio Grande do Sul, com a missão de dar apoio e incentivo para artistas em início de carreira. O evento é uma realização da Aliança Francesa Porto Alegre e Ministério da Cidadania através da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Timac Agro e apoio do Centre Intermondes e da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Para se inscrever, é preciso morar no Rio Grande do Sul. Cada participante pode concorrer com até três obras. Podem participar da seleção as seguintes artes visuais contemporâneas: pintura, gravura, desenho, serigrafia, fotografia, escultura, grafite, vídeo arte, arte performática, vídeo, transmídia e instalação. Os interessados devem fazer sua inscrição no site da Aliança Francesa de Porto Alegre (www.afpoa.com.br), onde podem encontrar o regulamento completo e a ficha de inscrição.

O melhor trabalho será premiado com uma residência artística de dois meses no Centre Intermondes, em La Rochelle, na França, com passagem e alojamento incluídos, um prêmio em dinheiro no valor de R$ 8.000,00 como incentivo à produção do artista, ajuda de custo para o período da estadia em La Rochelle de R$ 3.000,00, além de uma  bolsa de estudos na Aliança Francesa Porto Alegre. A residência está programada para os meses de agosto e setembro de 2019.

O segundo e o terceiro lugar também serão premiados com bolsas de estudo na Aliança Francesa de Porto Alegre. Em 2018, os vencedores foram David Ceccon (1º lugar), Marcelo Armani (2º lugar) e Manoela Cavalinho (3ª colocação).

Ao todo, dez trabalhos serão selecionados. A lista de artistas participantes e os três primeiros lugares será divulgada em 19 de junho. As obras serão expostas em uma Mostra Coletiva, programada para 23 de julho no Porão do Paço Municipal da Prefeitura de Porto Alegre.  A exposição seguirá em cartaz com entrada franca até 04 de outubro.

Primeira edição do Débats d’Idées 2019 recebe Anne Poiret na sexta, 05 de abril

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Evento promove exibição do filme “Welcome to Réfugistan” seguido de debate com a diretora com realização do Ministério da  Cidadania e  Aliança Francesa  Porto Alegre

Na sexta-feira, 05 de abril, às 20h, a Aliança Francesa de Porto Alegre promove a primeira edição 2019 do projeto Debats d’Idées, que contará com a presença da jornalista Anne Poiret, na Cinemateca Capitólio Petrobras.

Vencedora do Prix Albert Londres, o principal prêmio do jornalismo francês, em 2007 por “Muttur: um crime contra o humanitário” (França 5), a escritora e jornalista produz documentários há 15 anos. Anne participa de sessão comentada do filme Welcome to Réfugistan, que trata sobre histórias de refugiados pelo mundo, que hoje já somam mais de 17 milhões de pessoas.

Welcome to Réfugistan revela o modo como a agência de refugiados das Nações Unidas administra campos que abrigam milhões de refugiados em todo mundo, criando um país virtual do tamanho da Holanda. Como lidar com as necessidades urgentes de milhares de refugiados que chegam todos os dias? Como esta resposta de emergência se transformou em uma situação durável com uma permanência média de mais de quinze anos? Quais são as perspectivas de longo prazo para este tipo de resposta à urgência humanitária? O documentário foi rodado em diversos campos pelo mundo, como no Quênia, Tanzânia, Jordânia, fronteira da Grécia com a Macedônia e em escritórios da agência na França, Inglaterra e Suíça.

Anne é diretora de “Meu País Fabrica Armas”, (France 5), “Síria: Missão Impossível” (ARTE), “Sudão do Sul: fábrica de um Estado” (ARTE), “Namíbia: O Genocídio do Segundo Reich” – (França 5) – e colabora com diferentes publicações. No Oriente Médio, África ou Ásia, ela está particularmente interessada nas áreas cinzentas do período do pós-guerra. “Reconstruir Mossul”, gravado ao longo do ano de 2018, será transmitido em breve pelo canal ARTE.

A mediação do Débat d´Idées estará a cargo da jornalista gaúcha Claudia Laitano, com tradução consecutiva de Vanise Dresch e a entrada é franca.

Débats d’Idées é uma realização da Aliança Francesa Porto Alegre que busca promover encontros com pensadores, jornalistas e intelectuais sobre questões como fronteira, geopolítica, imigração, cultura e meio ambiente, entre outros temas contemporâneos. O Débats d’Idées é realizado pela Aliança Francesa de Porto Alegre e pelo Ministério da Cidadania por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Rouanet), com patrocínio da Timac Agro e apoio da Cinemateca Capitólio Petrobras.

CINEMA

Débats d’Idées com Anne Poiret

Exibição de “Welcome to Réfugistan” (2016, 72min) seguida de debate com Anne Poiret, mediação de Claudia Laitano e tradução consecutiva de Vanise Dresch

05 de abril, 20h – Cinemateca Capitólio Petrobras

Realização: AFPOA e Ministério da Cultura

Patrocínio: Timac Agro

Apoio: Cinemateca Capitólio Petrobras

Entrada Franca

 

Inscrições abertas para o 3º Prêmio AF de Arte Contemporânea

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Premiação apresentada pelo Ministério da Cidadania e Aliança Francesa Porto Alegre oferece dois meses de residência artística no Centre Intermondes, na França

Porto Alegre, 20 de março de 2019 – Estão abertas as inscrições para o Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2019. Em sua terceira edição, a premiação busca estimular a produção das artes visuais contemporâneas no Rio Grande do Sul, com a missão de dar apoio e incentivo para artistas em início de carreira. As inscrições estão abertas de 19 de março a 31 de maio de 2019.

Para se inscrever, é preciso morar no Rio Grande do Sul. Cada participante pode concorrer com até três obras. Podem participar da seleção as seguintes artes visuais contemporâneas: pintura, gravura, desenho, serigrafia, fotografia, escultura, grafite, vídeo arte, arte performática, vídeo, transmídia e instalação. Os interessados devem fazer sua inscrição no site da Aliança Francesa de Porto Alegre (www.afpoa.com.br), onde podem encontrar o regulamento completo e a ficha de inscrição.

O melhor trabalho será premiado com uma residência artística de dois meses no Centre Intermondes, em La Rochelle, na França, com passagem e alojamento incluídos, um prêmio em dinheiro no valor de R$ 8.000,00 como incentivo à produção do artista, ajuda de custo para o período da estadia em La Rochelle de R$ 3.000,00, além de uma  bolsa de estudos na Aliança Francesa Porto Alegre. A residência está programada para os meses de agosto e setembro de 2019.

O segundo e o terceiro lugar também serão premiados com bolsas de estudo na Aliança Francesa de Porto Alegre. Em 2018, os vencedores foram David Ceccon (1º lugar), Marcelo Armani (2º lugar) e Manoela Cavalinho (3ª colocação).

Ao todo, dez trabalhos serão selecionados. A lista de artistas participantes e os três primeiros lugares será divulgada em 19 de junho. As obras serão expostas em uma Mostra Coletiva, programada para 23 de julho no Porão do Paço Municipal da Prefeitura de Porto Alegre.  A exposição seguirá em cartaz com entrada franca até 04 de outubro.

Essa é a terceira edição do prêmio no Rio Grande do Sul, que é realizado pela Aliança Francesa de Porto Alegre e pelo Ministério da Cidadania por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Rouanet), com patrocínio da Timac Agro e apoio do Centre Intermondes e da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Aliança Francesa Porto Alegre promove programação gratuita em comemoração ao Dia Internacional da Francofonia

Nina Rouge - creditos Fabio Alt 2018

Diversas atividades ocorrem na sede Moinhos de Vento, a partir de sexta, 15 de março

 

Porto Alegre, 12 de março de 2019 – Para celebrar a volta às aulas e o Dia Internacional da Francofonia, comemorado mundialmente no dia 20 de março, a Aliança Francesa  Porto Alegre promove, a partir desta sexta-feira, 15 de março, diversas atividades gratuitas na sede Moinhos de Vento.

Em cartaz de 15 de março a 24 de maio, a exposição O mundo é minha pátria: a migração haitiana e senegalesa no Brasil propõe um olhar diferente sobre a realidade do RS que, nos últimos anos, recebeu haitianos e senegaleses que tentam se integrar à realidade brasileira. Os fotógrafos Diego Vara, Mateus Bruxel e Tadeu Vilani acompanharam durante dois anos o dia a dia e os desafios desses migrantes que vieram ao Brasil na busca por um futuro.

O resultado desse trabalho fotográfico dá espaço para a discussão das políticas migratórias em terras brasileiras. A língua francesa ressoa hoje com novos sotaques no sul do Brasil. O objetivo desta exposição é mostrar a diversidade dos mundos francófonos, mas, também, mostrar os obstáculos enfrentados diariamente por homens e mulheres que buscam uma vida melhor.

Também no dia 15, às 19h, com realização da AFPOA e Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet, e patrocínio da Timac Agro, a sede Moinhos de Vento abre as portas para receber a jornalista, produtora cultural e DJ Nanni Rios com um set muito especial de boas-vindas. Nanni convida o público a uma viagem pela música brasileira de todas as épocas: da Tropicália à novíssima MPB, passando por Bossa Nova, carimbó e manguebeat, tudo temperado com o que há de mais dançante na música francesa contemporânea.

No sábado, 16 de março, às 17h, a  AFPOA  recebe o público para uma tarde de Chanson Francesa, com atrações muito especiais: Nina Rouge, Daniel Debiagi e Philipe Philippsen, vencedores das edições 2018, 2015 e 2013 do Festival da Canção Francesa se apresentam acompanhados dos músicos Jackson Spindler (teclado), Bruno Vargas (baixo) e Otávio Moura (bateria).

Nina foi a grande vencedora da edição 2018 do Festival, onde levou o título nacional em novembro do ano passado. Daniel é cantor e compositor, foi vice-campeão na final nacional do 8º Festival, e recentemente lançou seu primeiro álbum, “Sem Chover em Teus Olhos”. Philipe Philippsen é ator, músico e artista de rua. Em 2013 venceu a etapa RS e em 2018 levou o segundo lugar.

Todas as atividades têm entrada franca. A Aliança Francesa Porto Alegre Sede Moinhos de Vento fica na rua Dr. Timóteo, 752. Mais informações (51) 3222-6070 | recepcao@afpoa.com.br |  (51) 98427-9742

 

 

Dia Internacional da Francofonia

A Francofonia é uma das grandes áreas linguísticas mundiais. Não se limita a um idioma em comum, dado que é também fundamentada na partilha dos valores humanistas que foram veiculados pela língua francesa. São os dois pilares sobre os quais está alicerçada a Organização Internacional da Francofonia.

Criada em 1970, a Organização Internacional da Francofonia (OIF) tem por missão dar corpo a uma solidariedade ativa entre os 80 Estados e governos que a compõem (57 membros e 23 observadores) – ou seja, mais de um terço dos Estados membros das Nações Unidas -, totalizando uma população de mais de 890 milhões de pessoas, 274 milhões das quais são francófonas.

 

Língua francesa

  • Há 300 milhões de francófonos no mundo.

Estima-se em 300 milhões o número de francófonos no mundo, 72 milhões dos quais são locutores francófonos parciais.

  • O francês é a 5ª língua mais falada do planeta e a única, com o inglês, a ser falada nos cinco continentes.
  • É a 2ª língua de negócios no espaço europeu e a 3ª no mundo.
  • O francês é a 4ª língua na Internet.

 

A Francofonia

  • OIF: 88 Estados e governos – A Organização Internacional da Francofonia (OIF) agrupa 88 Estados e governos (dos quais, 27 observadores), repartidos pelos cinco continentes.
  • Francofonia: um bilhão e meio de habitantes – Os 88 Estados e governos da OIF totalizavam um bilhão e meio de habitantes, ou seja, 16% da população mundial.
  • OIF : mais de um terço dos Estados membros da ONU Os 84 Estados e governos da Organização Internacional da Francofonia representam mais de um terço dos membros das Nações Unidas.
  • Em 32 Estados e governos membros ou observadores da OIF, o francês é língua oficial, sozinho ou juntamente com outras línguas.
  • Espaço francófono: 20% do comércio mundial de mercadorias
  • Há 900 000 professores de francês no mundo
  • 125 milhões de pessoas em situação de aprendizagem que envolve o francês
  • 60% dos francófonos têm menos de 30 anos
  • 55% de francófonos na África

Fonte: Site Oficial da Organização Internacional da Francofonia

 

Sobre a Aliança Francesa

A Aliança Francesa está presente no Brasil desde 1885 e é o único curso de ensino da língua francesa reconhecido pelo Ministério da Educação Nacional francês. Seu primeiro centro foi fundado no Rio de Janeiro, apenas dois anos após a criação da sede, em Paris.

Há mais de 50 anos promovendo a língua e a cultura francesas em Porto Alegre, a Aliança Francesa é uma associação sem fins lucrativos, registrada sob o nome de Centro Franco-Brasileiro, reconhecida de utilidade pública pelo decreto estadual nº 22 524 de 13/07/73 e pelo decreto municipal nº 3816 de 23/11/73.

A Aliança Francesa de Porto Alegre propõe cursos para todas as idades e níveis, inclusive nas épocas de férias, com professores especializados e total apoio pedagógico.

Para os adultos, além do curso de francês – com diferentes cargas horárias e novas turmas a cada mês – há diversos cursos específicos e ateliês culturais.

Por fim, única credenciada a realizar os exames para obtenção dos diplomas de proficiência linguística DELF e DALF, é também centro de aplicação de testes e exames internacionalmente reconhecidos.

Em parceria com os agentes culturais gaúchos, a Aliança Francesa organiza durante todo o ano espetáculos de teatro, de circo e de dança contemporânea, mostras de artes plásticas e de cinema, concertos de música erudita e shows de música popular. Também recebe palestrantes da França e de países de língua francesa.

Unidade Moinhos

Rua Dr. Timóteo, 752, Moinhos de Vento | CEP: 90570-040 | Porto Alegre – RS

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