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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

Autor

Bruna Paulin

Para não esquecer: ação performática que (d)enuncia as mortes por COVID-19 terá última reativação para marcar a trágica soma de 500 mil óbitos em função da doença

Projeto promoverá última etapa de performances entre 25 de junho a 5 de julho através de lives no Instagram

A performance Quase-Oração realizará, de 25 de junho a 5 de julho, a sua última etapa de reativação com a meta de alcançar a emblemática e trágica marca de 500 mil mortos pela COVID-19 no Brasil. A ação coletiva duracional conta com a participação de dezenas de pessoas, entre artistas e não-artistas, de diferentes estados do território nacional e brasileiros residentes no exterior, que se revezarão para contabilizar os números das vítimas fatais da doença. O público poderá acompanhar ao vivo a leitura dos números pelo Instagram @quaseoracao.

O ato coletivo de contagem e denúncia deverá reunir, para este momento final, cerca de 80 pessoas e partirá do número de 335 mil vidas perdidas, atingido em suas etapas anteriores, e cuja soma de tempo de realização chega hoje a cerca de 350 horas. A primeira ativação ocorreu entre 25 de janeiro e 02 de fevereiro, partindo do número 1 ao 225.143. Nesta largada, os algarismos foram contados durante 24 horas, tornando-se uma das mais longas performances ininterruptas já realizadas no país. Na sequência, o registro de 250 mil óbitos no país desencadeou novo engajamento do grupo, que agregou participações como a dos criadores do Memorial Inumeráveis (@inumeraveismemorial), Edson Pavoni e Gabriela Veiga.

A respeito do encerramento da ação, destaca Diego Vacchi, um dos organizadores: “estamos diante de uma das maiores crises sanitárias do mundo e as mortes pela doença estão sendo relativizadas, como se estivéssemos amortizados diante da marca diária de óbitos. O Quase-oração é uma resposta coletiva à essa barbárie, e cujos resultados poderiam ser outros se medidas mais adequadas tivessem sido adotadas e houvesse o respeito à vida”.

Um fragmento do texto coletivo, que acompanha o trabalho, afirma: “Solitária e em conjunto, a performance denuncia a impessoalidade dos números constantes nas estatísticas e presta uma homenagem às vítimas da pandemia. O som de cada número está no lugar de uma vida – irrepetível, irrecuperável – que se extinguiu. Assim, a enunciação é realizada como um cumprimento de um rito lento, longo, repetido e sistemático. Uma “quase-oração” de despedida por e daqueles que deram seus últimos suspiros”.

A performance ocorrerá em diversos horários ao longo dos dias propostos. Os vídeos ficam salvos, criando um grande corpo de memória para que não esqueçamos nunca essa tragédia que vivemos. Para acompanhar, acesse instagram.com/quaseoracao

Quase-Oração

Como pensar a coletividade – seus condicionamentos, prescrições e inscrições – a subjetivação em sua dimensão coletiva e sociopolítica, neste aqui e neste agora, no qual a vida e a morte parecem viver processos de ressignificação e quantificação, que fogem aos seus tidos “normais” lugares semânticos-conceituais? Diante dessa traumática realidade que se impõe sobre nós, não há espaço para simulação de um distanciamento reflexivo frio diante da dor que, individual e coletivamente, de forma implacável, nos toma.

A enunciação de cada número é o modo de cumprir um rito lento, longo, repetido e sistemático; uma “quase-oração” de despedida por e daqueles que deram seus últimos suspiros. Performance quieta e ruidosa. Solitária e em conjunto. Números. Impessoais números. Uma rude e soturna ironia, posto que cada som e sílaba de cada palavra, em verdade, evoca e está no lugar de uma vida – única, irrepetível, irrecuperável – que se extinguiu. A matemática seca das estatísticas é alongada à exaustão, à náusea. A esses números, são contrapostas as cifras da equação capitalista capaz de relativizar a “vida humana” em prol “da saúde econômica”.

 Que a nós, sobreviventes inquietos, perturbados pela ameaça ou iminência da perda, o som dessa contagem persiga de forma incômoda e insistente. A soma ainda está em aberto. Assim como a ferida.

O quê: Performance coletiva | “Quase-oração”

Quando: 25 de junho a 5 de julho | horários diversos

Onde: Instagram @quaseoracao

My Favourite Kind, de Victor Todt, chega às plataformas de streaming na sexta, 18 de junho

Nono single do cantor e compositor é um pop rock, com melodias “catchy” e com referências do britpop

Um britpop psicodélico repleto de referências sessentistas e noventistas será lançado na próxima sexta-feira, 18 de junho, nas plataformas de streaming. My favourite kind é o nono single do cantor e compositor Victor Todt. Coincidentemente, a faixa é lançada no mesmo dia que uma de suas grandes inspirações, o músico britânico Paul McCartney, comemora 79 anos.

Desde 2016 lançando produções autorais, a partir de 2020 Todt começa a compor em inglês. A mudança surge por conta de uma temporada vivendo em Liverpool e inspirações que nascem através da troca com músicos locais: “me apaixonei tanto pela cidade e suas pessoas que foi um processo natural o desejo de compor em inglês, trazendo um pouco do que vivi para minha produção artística”, comenta. Atualmente Victor segue compartilhando seu processo e inspiração com artistas britânicos parceiros.

“Escrevi My Favourite Kind em janeiro deste ano. Surgiu a partir de uns poemas sobre flores que li do Pablo Neruda e de Rubem Braga. Falar sobre alguém usando a figura metafórica me chamou atenção, então rabisquei a primeira frase da primeira estrofe, que traduzindo é: ‘você pode crescer em qualquer lugar, entre as falésias/penhascos, o concreto e os trilhos’. Ao finalizar, levei em voz e violão para o meu atual produtor, Bruno Mad, para pensarmos juntos na sonoridade dela e assim iniciar as gravações.

A parceria com Mad iniciou no ano passado, com o lançamento de Liverpool e In this Dream. “Bruno me provocou para que eu fosse intercalando as faixas entre canções mais animadas e mais lentas e eu gostei do desafio”, revela. My Favourite Kind é um pop rock, com melodias “catchy” e com referências do britpop, desde Beatles do período Rubber Soul-Revolver, passando por Stone Roses, Oasis e Miles Kane. Bem ao estilo “Cool Brittania” dos anos 1990, Todt também cita como influência Richard Ashcroft, assim como os contemporâneos australianos DMAs, e destaca que suas grandes paixões são a música e o futebol.

A faixa foi gravada em Porto Alegre, na casa de Mad e no Nektarestudio, onde Victor e o produtor dividiram a execução de todos os instrumentos: Todt na voz, violão e guitarras e Bruno baixo, bateria, guitarras e sintetizador.

Victor inicia sua relação com a música ainda criança, na escola. Em 2012, vivendo em Barcelona, decide aprofundar seus conhecimentos em violão, guitarra e canto, lançando Sem Direção em 2016. Além de apresentações em diversos espaços em Porto Alegre, o músico já tocou em Ushuaia, na Argentina e na cidade do Porto, em Portugal.

Ao longo dos próximos meses estão previstos o lançamento de mais singles, também produzidos por Bruno Mad. Para acompanhar as novidades de Victor Todt, acesse https://linktr.ee/victortodtmusic

Lançamento de My Favourite Kind, de Victor Todt

18 de junho, nas plataformas de streaming

Composição, guitarra, voz e violão – Victor Todt

Produção, gravação, mixagem e masterização – Bruno Mad

Baixo, bateria, guitarras e sintetizador – Bruno Mad

Gravada em Porto Alegre, em março e abril de 2021

Planejamento Executivo e Design – Ocorre Lab

Assessoria de Imprensa e Relacionamento – Bruna Paulin Assessoria de Flor em Flor

Lupa – festival de videoclipes divulga os selecionados para a votação do público nesta segunda, 07 de junho

Primeira edição do projeto vencedor do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2020, oferece prêmios entre R$ 1.500,00 a R$ 4.000,00 para os vídeos vencedores

Votação inicia pelo site do evento na quarta, 09 de junho

Com as inscrições encerradas na última segunda-feira, 31 de maio, o Lupa – Festival de Videoclipes recebeu 346 vídeos que alcançam mais de 23 horas de conteúdo, material que está sendo avaliado pelo time de curadores. No dia 07 de junho o público poderá conferir as 30 obras selecionadas que integraram a votação popular que inicia na quarta-feira, 09 de junho, e segue até 14 de julho. O Lupa – festival de videoclipes tem como objetivo dar visibilidade à produção de videoclipes produzidos a partir de 2019, no território do estado do Rio Grande do Sul. O projeto, promovido pela OSC Sempre-Viva, da cidade de Santa Rosa/RS, sob a coordenação geral e produção executiva da GAIA PRODUÇÃO CULTURAL, é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS.

Esta primeira edição do festival abrangeu 45 municípios, representando 9% das cidades do RS. De acordo com o coordenador do projeto, Fernando Keiber, “as inscrições foram um sucesso, reforçando a nossa tese de que o setor do audiovisual, ligado à música, tem uma produção expressiva e clama por atenção. Os tempos de pandemia têm sido ao mesmo tempo que um agravante na situação econômica, um impulso para a criatividade”. Porto Alegre foi o município com o maior número de inscritos, com 159 vídeos enviados. Em segundo lugar vem Pelotas, com 40 videoclipes inscritos; Canoas, 23; Caxias do Sul, 14; Santa Maria, 11; e, empatados com 8 clipes inscritos cada uma, Alvorada e Santa Rosa, a cidade sede da proponente do Lupa, a OSC Sempre-Viva.

O Lupa contemplou entre os inscritos os mais diversos gêneros musicais, tendo sido formado um mosaico muito interessante, com destaque em quantidade de inscritos aos mais variados estilos do Rock (85 inscrições), nos gêneros do rap e hip hop (49), entre baladas de todas as nuances (33), nativista e gauchesca (26 inscrições) além de gospel, fado, MPB, funk, música erudita, sertanejo, soul, bolero, sambas de todas as cores, pop, disco, dance, entre outros. “Um ponto que chama a atenção é a quantidade de inscritos com a categoria videodança, apontando para a necessidade de atenção para este estilo e público específico”, conta Keiber, que também é um dos curadores.

A curadoria, formada por Keiber, Lanza Xavier, Henrique de Freitas Lima e Alexandre Mattos, selecionará os 30 vídeos que integrarão a final e estarão disponíveis para votação no site a partir de 09 de junho. Nesta segunda, dia 07, às 20h, através do Facebook e Instagram do festival, a lista será divulgada. A mostra virtual dos vídeos selecionados bem como o evento de premiação se dará no dia 15 de julho, através do canal do YouTube do projeto.

Os videoclipes concorrem a prêmios entre R$ 1.500,00 e R$ 4.000,00. Os cinco primeiros lugares serão eleitos pelo júri do festival, além de um prêmio para o vídeo vencedor escolhido pelo público. Para acompanhar as próximas etapas do evento, acesse @lupafestival e www.lupafestival.com.br

O LUPA – festival de videoclipes do Rio Grande do Sul é realizado pela Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva e financiado pela lei nº 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e a Fundação Marcopolo.

Lupa – festival de clipes

Divulgação classificados 07/06 às 20h pelas redes @lupafestival

Abertura Votação Popular online 09/06 pelo site www.lupafestival.com.br

Evento de Premiação 15/07

Prêmios:

1º Lugar – R$ 4.000,00

2º Lugar – R$ 3.000,00

3º Lugar – R$ 2.500,00

4º Lugar – R$ 2.000,00

5º Lugar – R$ 1.500,00

Júri Popular – R$ 1.500,00

Curadores

ALEXANDRE MATTOS é natural de Pelotas, é produtor cultural e realizador audiovisual Membro-fundador da produtora Moviola Filmes, tendo produzido vários filmes e documentários. Atualmente, participa do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual da FLUP em parceria com a Rede Globo, onde foi selecionado para desenvolvimento de argumento da série “Sal e Sangue”, também foi selecionado para participar do curso EAD Projeções –Linguagem e Processos Criativos no Cinema Brasileiro Contemporâneo do Itaú Cultural. Durante doze anos integrou a Banda Auto Retrato, participando shows, festivais, gravando videoclipes e compondo.

FERNANDO KEIBER é produtor cultural, professor e músico. É formado em música pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL – 1992); Leitura e Transposição e Harmonia e Improvisação no Conservatório de Música de Pelotas. Atuou como coordenador do Setor de Tomada de Contas da Lei de Incentivo à Cultura – SEDAC/RS (2005 a 2009). Atualmente é conselheiro fiscal da Associação dos Produtores Culturais do Estado do Rio Grande do Sul – APCERGS, proprietário da Gaia Cultura & Arte, empresa especializada em planejamento e gestão de projetos culturais, coordenador do Musicanto, presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Santa Rosa, gestão 2020/2022,presidente da Comissão Municipal e Incentivo à Cultura – CMIC de Santa Rosa/RS e gestor administrativo e financeiro da Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva.

HENRIQUE DE FREITAS LIMA DIRETOR é roteirista, Produtor de Cinema e Televisão e Consultor e Advogado especializado em Cultura, Esportes e Terceiro Setor, nascido em Sobradinho, RS, em 27/10/1959. Dirigiu os longas metragens TEMPO SEM GLÓRIA (1984), LUA DE OUTUBRO (1997), CONCERTO CAMPESTRE (2003), DANUBIO (2010), CONTOS GAUCHESCOS (2012) e ZORAVIA (2018), os curtas em 35 mm A HORA DA VERDADE (1988) e O MACACO E O CANDIDATO (1990), e a Série de Televisão PORTEIRA ABERTA (2004), entre outros. Foi Membro Fundador e 1o Presidente da Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RGS – APTC/RS, Conselheiro do Conselho Nacional de Cinema – CONCINE (1986/1989) e Membro Fundador e 1o Presidente da Associação dos Produtores Culturais do RGS – APCERGS. Sócio Proprietário e Diretor da Cinematográfica Pampeana, fundada em 1995. É advogado e Sócio Gerente da Freitas Lima Consultores Associados S/C, fundada em 2007 e participa de Conselhos da Academia Brasileira de Artes Audiovisuais e API Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro.

LANZA XAVIER possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pelotas (2003) e mestrado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2006). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Pelotas nos cursos de Cinema de Animação e Cinema e Audiovisual. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: produção e autoria cinematográfica, cinema gaúcho, políticas públicas para o audiovisual e acompanhamento de egressos. Responsável pelas disciplinas de Introdução à Linguagem Audiovisual, Direção de Produção, Produção Executiva e Projeto em Audiovisual I e II. Integra a equipe da Diretoria do FORCINE, Gestão 2021-2022. Doutoranda em Educação pela UFPEL. Mãe do Theo (9 anos) e da Nalu (5 anos).

Podcast A História do Disco recebe Charles Gavin para episódio especial duplo

Programa da artista e comunicadora Bruna Paulin recebe personalidades que falam sobre sua relação emocional com a música

Episódios com o músico, produtor e pesquisador musical Charles Gavin vão ao ar nos dias 26 de maio e 02 de junho nas plataformas de streaming

Ultrapassando mais de 2000 minutos de conteúdo no ar, com duas temporadas e 35 episódios, a artista e comunicadora Bruna Paulin recebe no podcast A História do Disco o músico, produtor,  pesquisador musical e apresentador do programa O Som do Vinil, Charles Gavin, em episódio especial duplo, veiculado nos dias 26 de maio e 02 de junho.

No ar desde setembro de 2020, A História do Disco traz diversas histórias, tanto sobre a produção de álbuns de diversos estilos e momentos da história da música, “como também como esses discos fazem parte das nossas vidas”, conta a jornalista.

O programa já recebeu nomes como o da escritora Martha Medeiros, o ator Guilherme Weber, a atriz e escritora Clara Corleone, o cineasta Jorge Furtado, o produtor musical Marcelo Fróes, a apresentadora Roberta Martinelli, as jornalistas Fabiane Pereira, Kamille Viola e Chris Fuscaldo, a atriz e escritora Júlia Medeiros, o músico Rafael Rocha e a cantora e compositora Filipe Catto, entre outros.

No final de 2020, A História do Disco, com apenas 13 episódios no ar na época, ficou entre os 111 podcasts de música mais ouvidos do ano em todo Brasil pelo Spotify. “A ideia foi aproximar meu amor à música e aos discos de vinil às histórias que trazemos com um disco que gostamos muito. Todo disco tem uma história, seja ela de como foi criado, seja da primeira vez que o ouvimos”, declara a Mestre em Comunicação pela PUCRS, onde desenvolveu pesquisa sobre as bandas The Beatles e The Rolling Stones e a construção das imagens das duas bandas através de periódicos britânicos. “A História do Disco’ é resultado de anos de pesquisa na área, somados ao meu lado entrevistadora e apresentadora, que é uma das atividades profissionais que tenho me dedicado mais nos últimos anos”, revela.

Além dos episódios em podcast, é possível acompanhar o projeto através de perfil no Instagram (@ahistoriadodisco) onde a pesquisadora traz relatos de coleções, dicas de lojas de discos pelo mundo e diversas curiosidades. O programa vai ao ar semanalmente às quartas-feiras e está disponível em 10 plataformas de streaming. A arte do podcast é assinada pelo artista visual Librae, com vinheta criada por Augusto Stern e Fernando Efron e edição de Nicolly Demeneghe.

Ouça em:

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Breaker

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Overcast 

Radio Public
Spotify

Festival de Música de Nova Prata promove mostra local com transmissão online e gratuita no sábado, 29 de maio

Ação tem financimento Lei 14.017 – Aldir Blanc via edital da Prefeitura Municipal de Nova Prata

O Festival de Música de Nova Prata promove um novo formato de programação, adaptado aos tempos atuais onde ainda há necessidade de distanciamento social. Contemplado com recursos da Lei 14.017 – Aldir Blanc via edital da Prefeitura Municipal de Nova Prata, o Festival promove no sábado, 29 de maio, uma Mostra Local, a partir das 19h, online e gratuita, com transmissão por suas redes sociais e pela Conecta Mais TV.

Na programação, três bandas locais ganham espaço para mostrar seu trabalho: Garra e Alma, Projeto Nó e Cordas e Prosa. Além dos shows, o projeto disponibilizará entrevistas com os artistas, que poderão dividir sua trajetória artística e experiências com o público.

Garra e Alma apresenta seu disco de lançamento. Com um repertório totalmente autoral e instrumental de Ricardo Frizon e Giovani Chrestani, a banda tem como protagonista os violões em suas composições, que mesclam influências brasileiras, nativistas e folclóricas com gêneros musicais estrangeiros como o flamenco, jazz dentre outros.

O Projeto Nó é um grupo formado pelos músicos André Brasil, Diego Berquó e Tiago Andreola e a artista plástica, Ana Lucia Perin. Juntos buscam realizar uma fusão das artes, musicando pinturas e pintando sons. Utilizam como inspiração para a criação musical os ritmos tradicionais brasileiros e a improvisação, e como matéria prima de telas pintadas pela artista, pigmentos orgânicos naturais a base de terra, criando também simbolicamente uma ligação com a ancestralidade presente no material musical do grupo. Buscando um ponto de vista livre no imaginário dos artistas e suas vivências pessoais.

Formado no final de 2018, o Duo Cordas e Prosa surgiu devido ao interesse dos integrantes em estudar repertórios de jazz e música brasileira. A instrumentação é composta por Daniel Peruzzo no violão e Lucas Loro Piano na guitarra. O nome Cordas e Prosa vem do resultado da união dos instrumentos utilizados e das conversas bohemias, além da ideia de transformar as músicas do repertório em uma prosa entre os dois músicos.

O Festival de Música de Nova Prata surgiu com o intuito de promover e difundir a produção de música instrumental e autoral do Estado do RS e já contou com duas edições, em 2015 e 2017. O evento é realizado pela Eclética Escola de Música em parceria com a CUCO Produções, consolidando o festival como uma referência musical na região da Serra. Nesta edição especial, a mostra local do festival conta com o apoio da Plena Comunicação Integrada e da Conecta Mais TV e será realizada com recursos da Lei n. 14.017/2020, viabilizados pelo edital de produções culturais e artísticas organizado pela Secretaria Municipal de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer da Prefeitura de Nova Prata.

Para saber mais, acesse: https://www.facebook.com/festivaldemusicanovaprata

https://www.instagram.com/festivaldemusicadenovaprata/

https://www.youtube.com/channel/UC08KB5TLWhm1RLa_tRif66A

Festival de Música de Nova Prata – Mostra Local

29 de maio, 19h – online e gratuito

Transmissões dos shows de Garra e Alma, Grupo Nó e Corda e Prosa

Pelos canais do festival: https://www.facebook.com/festivaldemusicanovaprata e https://www.youtube.com/channel/UC08KB5TLWhm1RLa_tRif66A

E pela Conecta Mais TV

Workshop gratuito sobre criação e produção de podcasts está com inscrições abertas

Podcast: da escrita à escuta ocorrerá nos dias 08 e 09 de junho online

Inscrições até 01 de junho pelo formulário http://bit.ly/daescritaaescuta

Estão abertas as inscrições para o workshop Podcast: da escrita à escuta que ocorrerá nos dias 08 e 09 de junho, das 19h às 21h, em formato online e gratuito. O workshop de criação e produção de podcasts conta com a atriz, jornalista e mestre em comunicação Bruna Paulin e a atriz, professora e pesquisadora, mestre e doutora em educação, Mirna Spritzer.

A atividade é voltada a pessoas que busquem utilizar a produção de conteúdo em áudio para projetos de ficção como podficitions, programas de entrevistas, podcasts narrativos ou informativos, entre outros. 

Serão realizados dois encontros de 2h cada, onde os participantes receberão conteúdos básicos introdutórios para criação de um conteúdo em áudio, desde sua concepção até veiculação, como criação de um produto de áudio, tipos de formato, como montar um roteiro, produção de entrevistas, gravação, edição e veiculação, além de conceitos sobre a voz e a escuta e relação de sons, trilhas, paisagens sonoras, volumes e a voz.

O segundo encontro proporcionará encontros individuais das ministrantes com os participantes para orientação e consultoria de seu projeto desenvolvido durante a atividade, 

ou fora dela.

As inscrições devem ser feitas através de formulário até 01 de junho. Serão disponibilizadas 30 vagas e as pessoas selecionadas serão comunicadas por email. Para mais informações, escreva para brunapaulin@gmail.com.

Sobre as ministrantes

Bruna Paulin é artista e comunicadora. Atriz formada pelo TEPA, jornalista e Mestre em Comunicação Social pela PUCRS desde 2006 desenvolve pesquisas na área da comunicação, cultura e juventude.E 2017 estreou o espetáculo poético-musical Uma Nova Pele. É a host do podcast A História do Disco, lançado em 2020, onde semanalmente entrevista personalidades sobre sua relação com a música. Desenvolve diversos projetos de comunicação para instituições, empresas, marcas e projetos culturais pela Assessoria de Flor em Flor. Já assinou podcasts para Centro Histórico-Cultural Santa Casa, Casa de Cinema de Porto Alegre, Noite dos Museus e Cine Esquema Novo, além de apresentar o programa Ponto de Encontro do Porto Alegre em Cena em 2020. Também em 2020 lançou o projeto de podcast ficcional Músicas para Remendar Coração, com dramaturgia da escritora Clara Corleone.

Mirna Spritzer é atriz, professora e radialista. Pesquisadora das vozes, escutas e paisagens sonoras. Doutora em Educação com a Tese O corpo tornado voz, a experiência pedagógica da peça radiofônica, em 2005. Produziu e apresentou o programa Radioteatro na Rádio FM Cultura, de 1998 a 2007. Contemplada com o edital Nossa Onda do Ministério da Cultura, em 2011, para produção de radiopeças. Publicou com Raquel Grabauska o livro Bem Lembrado, memórias do radioteatro em Porto Alegre. Seus trabalhos mais recentes são, em cinema, Yonlu, de Hique Montanari, Aos olhos de Ernesto, de Ana Luiza Azevedo e Ana. Sem Título, de Lúcia Murat. No teatro, Língua Mãe. Mameloschn, com o qual recebeu o Prêmio Braskem para melhor atriz, Expresso Paraíso e A comédia dos erros. Participou dos podcasts A história do Disco, de Bruna Paulin e Submersa, de Camila Proto, dentro do Festival Kino Beat 2019. Também do projeto acústico P.S. Palavras que entrego a ti, de Danuta Zaghetto. Tem artigos publicados em vários periódicos em especial A poética da escuta, na Revista Voz e Cena, em 

https://periodicos.unb.br/index.php/vozecena/article/view/31599/26378

WORKSHOP PODCAST: DA ESCRITA À ESCUTA

Com Bruna Paulin e Mirna Spritzer

INSCRIÇÕES DE 20 DE MAIO A 01 DE JUNHO 

Pelo formulário – http://bit.ly/daescritaaescuta

Encontros 08 e 09 de junho, das 19h às 21h, online e gratuito

Dois encontros de 2h cada, onde os participantes receberão conteúdos básicos introdutórios para criação de um conteúdo em áudio, desde sua concepção até veiculação:

  • Criação de um produto de áudio;
  • Formato;
  • Roteiro;
  • Produção;
  • Gravação;
  • A voz e a escuta;
  • Edição; 
  • Relações sonoras: trilha, paisagem sonora, volumes e relação com a voz
  • Veiculação

O segundo encontro proporcionará encontros individuais das ministrantes com os participantes para orientação e consultoria de seu projeto desenvolvido durante a atividade ou fora dela.

Novo single de Lino chega às plataformas digitais na sexta, 21 de maio

“Lira” é uma composição em parceria com Lara Lazzaretti

O lançamento Loop Discos em parceria com a Applaus conta com clipe com direção de Diego Imai, Fernando Gonsales e Ricardo D’Avila

Uma canção construída a quatro mãos é o mais recente lançamento de LinoLira, composta em parceria com Lara Lazzaretti, chega às plataformas de streaming nesta sexta-feira, 21 de maio, com um clipe assinado pela Ruído. O quarto single do artista paulistano surgiu durante 2020, quando, ao lado da amiga, atriz e estreante no meio musical, resolveram aproveitar o isolamento para experimentar e criar juntos. “Chegamos a dividir apartamento por uns meses ano passado e nesse tempo fomos trocando muitas figurinhas, criando, testando, tanto musicalmente quanto através de outras linguagens artísticas. Nos exploramos artisticamente até cansar”, brincam.

Lira surgiu de uma série de versões de músicas já conhecidas que a dupla começou a tocar e cantar. O que era uma brincadeira entre os amigos inspirou a produção autoral. “É um retrato do momento em que estávamos vivendo: os dois de mudança. Não só uma mudança de CEP, mas também de intensas transformações pessoais”, revelam. E mesmo no meio de tantas turbulências e modificações externas também, a música traz uma mensagem de resiliência: “Lira nos lembra de ficarmos bem, apesar de tudo”.

As gravações do clipe ocorreram no antigo apartamento de Lino, entre as caixas da mudança. Com um clima intimista, o filme em preto e branco tem assinatura da Ruído e direção de Diego Imai, Fernando Gonsales e Ricardo D’Avila.

Este é o quarto lançamento do artista pela Loop Discos em parceria com a Applaus. Em 2020, ocompositor, guitarrista e beatmaker apresentou ao público as canções São, Atento e Iner.

O projeto de carreira solo de Lino inicia em 2018, quando começa a se aventurar na produção de lo-fi em seu quarto. “Criava linhas de piano, de sopros, de guitarra e os beats. Demorei pra começar a usar samples, eu gostava de criar tudo. E naturalmente comecei a compor letras e melodias pra aquilo tudo. Me parecia errado tanta música sem palavras. Minha inspiração é a vida, e as pessoas, sempre. Sou eu tentando traduzir pra mim mesmo o que eu absorvo enquanto eu observo”, revela.

Em 2021 estão previstos mais lançamentos para os próximos meses. Para saber mais sobre Lino, acesse: instagram.com/lino_colatoni

Lino é ator, compositor, guitarrista e produtor musical paulistano.

Cresci dentro de um espaço com palco e piano. Filho de uma professora por excelência, que figurou muito na ponte entre a minha existência e a arte, ela me permitiu uma infância cercada por uma cultura bem permissiva e acolhedora. Eu descobri cedo que era através daquelas ferramentas que eu iria me expressar diante do Mundo como indivíduo.

Na adolescência, veio o punk, o rap, o skate e a guitarra. Dentro dessa plataforma agressiva, eu entendi o que era traduzir sentimentos complexos em uma forma simples, direta e verdadeira.

Através da paixão, expandi minha pesquisa pra além dos campos em que eu estava habituado. Nasceu também a minha carreira de ator:  mergulhei no teatro; no cinema;  Conheci e trabalhei com muita gente incrível. E a música sempre do meu lado, cada vez mais nutrida por esse amadurecimento artístico.

Bandas autorais, composições, shows e estúdios: tudo isso já era parte da minha identidade, quando de repente me vi só. Dentro do meu quarto, comecei a produzir meus beats, minhas mixagens, me apropriando cada vez mais da minha bagagem, num desejo de explorar a minha alma como uma ferramenta física – como mais um instrumento. Que sempre esteve presente, mas que agora ganhava um caráter prático.

O Lo-Fi foi minha grande porta de entrada para a produção musical caseira. Depois de meses praticando e compondo instrumentais, eu senti necessidade de colocar palavras dentro daqueles arranjos. Me parecia errado toda aquela musicalidade sem o instrumento do verbo.

De lá pra cá, busco cada vez mais uma conexão honesta entre as minhas referências e os anseios da minha alma. Meu trabalho hoje consiste em desobstruir o caminho da criatividade pra que ela se apresente da forma mais simples e mais sincera possível.

Enquanto eu almejo, me distraio da minha busca, ser basta.

Lançamento: Selo Loop Discos

Loop Discos é o selo musical da agência de música Loop Reclame. Seu casting tem mais de 50 artistas e cuida de todas as etapas de lançamento de uma música ou álbum – da burocracia ao planejamento artístico. Com sua house em Porto Alegre, também atende em São Paulo, Los Angeles e Lisboa e já produziu mais de 300 lançamentos (singles, EPS, discos e clipes).

loopdiscos.com/

Produção: Applaus

A Applaus produz conteúdos artísticos teatrais e musicais. São 26 anos de experiência com artistas, shows e festivais na atuação com dezenas de artistas ao longo dessa caminhada por parte de seu fundador, Luciano Cardoso.

www.facebook.com/applaus.com.br

“Dance a Diversidade” estreia em 17 de maio

Projeto da Macarenando é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS e conta com mostra coreográfica em vídeos e masterclass gratuitas

Com estreia agendada para 17 de maio, a Macarenando apresenta ao público seu mais recente projeto, Dance a Diversidade, uma série de 21 vídeos criados a partir de um desdobramento da pesquisa e do trabalho da companhia com o procedimento Dance a Letra, que já deu origem a diversos espetáculos e obras em vídeo.

Dance a Diversidade traz a temática LGBTQIA+ através de uma seleção de músicas de diversos estilos e épocas, tanto da MPB quanto de artistas internacionais, com canções de artistas como Johnny Hooker, Adriana Calcanhoto, Nei Matogrosso, Lulu Santos, Vitor Kley, entre outros. O projeto é vencedor do Edital de Criação e Formação – Diversidade das Culturas da Lei Aldir Blanc no estado do RS.

Dance a Diversidade se propõe a focar, dar visibilidade e investir no potencial de criação de novos sentidos para temas que envolvam o universo LGBTQIA+, realizada por artistas pertencentes a essa parcela da população. O projeto contém em seu título uma cacofonia, podendo ser lido como ‘Dance Adversidade’ – o que não é à toa. Temos muito a dizer, refletir e dançar a respeito dos desafios e adversidades que se impõe à população LGBTQIA+ e aos artistas em nossa sociedade – somam-se a isso os obstáculos do fazer cultural e artístico provocados pela pandemia do COVID-19. No ano em que a Macarenando completa oito anos de trajetória, contemplamos uma história de lutas e de busca pela sobrevivência pela arte, em um grupo majoritariamente composto por pessoas LGBTQIA+ e mulheres. Isso significa permitir que a voz da diversidade se efetive dentro de poéticas videocoreográficas com alcance e projeção dentro da sociedade do RS, fomentando processos de reflexão e de identificação com o público, em especial com o público LGBTQIA+”, declara um dos diretores do grupo, Gui Malgarizi.

As reflexões propostas no projeto não são novas para o grupo, que tem se debruçado sobre temas, conceitos e procedimentos relativos à diversidade de corpos dançantes em toda a sua obra. Isso se exemplifica pela composição da equipe, formada por bailarinos e bailarinas que não se identificam com o padrão estético-corporal único tradicionalmente empregado pela dança: há corpos magros e gordos; jovens e maduros; masculinos, femininos e o que há entre esses espectros. Também não é novidade para o grupo a utilização de plataformas digitais para a realização do projeto. A Macarenando vem, desde 2017, pesquisando e operando nas redes online, tanto para criar arte quanto para se relacionar com o seu público e fomentar novos. Respaldam tais ações a experiência do diretor Diego Mac sobre as relações entre Dança e Tecnologia, que pesquisa sobre o tema desde 2006, passando por um mestrado em Poéticas Visuais (UFRGS) com dissertação acerca de processos de criação entre vídeo e dança.

A dupla de diretores, formada por Diego Mac e Gui Malgarizi, lançou uma regra desafiante à equipe de criação: os gestos a serem utilizados para atribuir às palavras das letras das músicas deveriam ser obrigatoriamente escolhidos de uma única e mesma Coleção de Gestos, composta por 30 itens. Os itens gestuais foram criados e colecionados a partir dos títulos das cenas do primeiro espetáculo original da Macarenando: 100 Formas para o Amor (2014), tornando “o amor sem formas” uma premissa temática para abordar o universo LGBTQIA+.

De acordo com Mac, “Dance a Letra é um procedimento de criação desenvolvido pela Macarenando que consiste em atribuir gestos literais para letras de músicas brasileiras. Para esse projeto, as músicas serão escolhidas de acordo com seu potencial de criação de novos sentidos para temas que envolvam o universo LGBTQIA+. Mas é importante frisar que o trabalho não se propõe a colocar em cena uma visão biográfica, histórica, política, educadora ou sociorealista sobre o tema. Trata-se, antes de tudo, de apresentar o que a dança que fazemos diz e reflete sobre corpos, sexualidades, gêneros, transformações, representações, diversidades e amores. Essa empreitada coloca-nos, sem dúvida, num estado de pesquisa sobre o procedimento Dance a Letra, aprofundando e revelando novas possibilidades para o seu uso e aplicação em um contexto de criação coreográfica.”

Os bailarinos ensaiaram e gravaram suas performances cada um de sua casa. Todo o processo foi realizado remotamente, com duração de sete semanas entre ensaios, gravações e edição do material. Com orientação coreográfica de June Machado, será possível conferir diariamente nas redes da Macarenando no YouTube, Facebook e Instagram performances dos bailarinos Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Chiarah Cohén, Daniela Aquino, Dani Dutra, Dani Boff, Denis Gosch, Diego Mac, Eduardo Richa, Freda Corteze, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.

Encerrando a programação, o grupo promove uma masterclass gratuita no dia 12 de junho, destinada a artistas LGBTQIA+ do Rio Grande do Sul, com a participação da equipe Macarenando e mediação da Professora Drª. Luciane Coccaro (UFRJ). A atividade, intitulada COMO ESSE VÍDEO DANÇA? Ferramentas para a criação de dança para telas tem como objetivo proporcionar o compartilhamento e reflexão a respeito dos procedimentos e técnicas de criação artística utilizadas no projeto. O encontro ocorre das 14h às 17h pela plataforma Zoom e as inscrições estão abertas através do link http://bit.ly/masterclassdanceadiversidade

Mais informações: https://www.facebook.com/macarenando | https://www.instagram.com/macarenandodanceconcept/

Dance a Diversidade

A partir de 17 de maio, diariamente, nas redes da Macarenando

Canções que integram as performances:

  • Under Pressure (instrumental)
  • Pau, Perereca e Cu (cantado por Harmonia do Sampler)
  • Escandalizar (cantado por Johnny Hooker)
  • Como 2 e 2 (cantado por Ney Matogrosso)
  • Tato (cantado por Arnaldo Antunes)
  • Homem (cantado por Alice Caymmi)
  • Pelo Amor De Deus (cantado por Alice Caymmi)
  • Corpo Fechado (cantado por Johnny Hooker)
  • Lizete (cantado por Na Ozetti)
  • Você Me Pergunta (cantado por Adriana Cacanhotto e Rubel)
  • Touro (cantado por Johnny Hooker)
  • Antes De Tudo (cantado por Alice Caymmi)
  • Que Estrago (cantado por Letrux)
  • Lamento (cantado por Caio Prado)
  • Bastidores (cantado por Cauby Peixoto)
  • A Mulher Barbada (cantado por Adriana Cacanhotto)
  • Era Pra Ser (cantado por Adriana Cacanhotto)
  • Velhos E Jovens (cantado por Adriana Cacanhotto)
  • A Cura (cantado por Lulu Santos e Vitor Kley)
  • Amor Meu Grande Amor (cantado por Angela Ro Ro)
  • Esse Cara (cantado por Cazuza)

Masterclass COMO ESSE VÍDEO DANÇA? Ferramentas para a criação de dança para telas – 12 de junho, das 14h às 17h, pelo Zoom. Inscrições – http://bit.ly/masterclassdanceadiversidade

FICHA TÉCNICA

Direção: Diego Mac e Gui Malgarizi

Bailarinos: Aline Karpinski Dias, Arthur Bonfanti, Chiarah Cohén, Daniela Aquino, Dani Dutra, Dani Boff, Denis Gosch, Diego Mac, Eduardo Richa, Freda Corteze, Giulia Baptista Vieira, Juliana Rutkowski e Nilton Gaffree Jr.

Orientação coreográfica: June Machado

Videocoreografia: Diego Mac

Participação especial: Jack Garcia (vídeo “Antes de Tudo”)

Mediação da Masterclass: Luciane Coccaro

Produção: Sandra Santos e Arthur Bonfanti

Gestão de comunicação digital: Giulia Baptista Vieira

Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin

Assessoria contábil: Fernanda Raab Prass

SOBRE A MACARENANDO

Macarenando é uma iniciativa cultural que investe na mistura da dança, do humor e da cultura pop para criação de conteúdos, projetos e serviços.

No portfólio de espetáculos constam ABOBRINHAS RECHEADAS – O JOGO (2013), 100 FORMAS PARA O AMOR (2014), A CLASSE (2015), QUAL É A MÚSICA DESSA CENA (edição 2017 e 2018), DANCE A LETRA GRUPÃO POCKET LIVE GESTOS CAETANO (2017), DANCE A LETRA: SOBREVIDA (2018), ABOBRINHAS RECHEADAS: REI ROBERTO (2018), DAS TRIPAS SENTIMENTO (2018), as intervenções urbanas 100FORMAS.LOV (2016), ENSAIO SOBRE AUSÊNCIA E DOÇURA (2016) e MASH (2018), BALBÚRDIA (2019), e a encenação de terror imersivo CASA DO MEDO (2017-2020).

Em âmbito digital, a Macarenando executa o projeto de Presença Digital da marca por meio da atuação em diversas plataformas, como Youtube, Facebook, Instagram, Spotify e site institucional, com criação e distribuição de conteúdos sobre dança, humor e cultura pop, em contínua aproximação e relação com o público. Em 2017, lançou o eBook #TEXTÃO @MACARENANDO, que reúne textos produzidos pela equipe Macarenando e publicados em sua página no Facebook sob a forma de #textão. Em 2018 e 2109, publicou a série “Vídeo Dance a Letra”, com 24 vídeos. Em 2019, realizou o Prêmio Macarenão, um debate em formato live sobre os destaques da Dança em Porto Alegre no ano. Em 2020, em função da pandemia do COVID-19, intensificou-se o trabalho neste projeto, de modo prioritário, perfazendo uma série de ações online, como: criação e publicação de mais de 100 de vídeos, lives, cursos online e exibição de espetáculos em vídeo.

É dirigida por Diego Mac, que ao longo de sua trajetória artística vem se apropriando da coreografia Macarena em suas criações, entendendo-a como marca da dança no mundo.

Inaugurada em dezembro de 2013, a Macarenando construiu forte presença no setor cultural ao apresentar diferentes nichos e abordagens para a dança como linguagem criativa. Inserida na perspectiva do desenvolvimento cultural e econômico junto à indústria criativa, opera na simplicidade, na diversidade, no bom humor, na proposição da experiência sensível, na aproximação com o público, na popularização da dança cênica, na formação de plateia, no agenciamento com diferentes setores e mercados, e no desejo de mudar o mundo, mobilizar pessoas e provocar transformações.

Terceiro single de Ianaê Régia tem lançamento nesta quinta, 13 de maio

Edredom tem clipe dirigido por Vinicius Angeli e Vitória Proença

Nesta quinta-feira, 13 de maio, chega às plataformas digitais o terceiro single de Ianaê Régia, Edredom. A cantora de R&B Alternativo usa pedal de looping e compõe melodias coloridas ao explorar sua personalidade e extensão vocal. Entre o orgânico e o eletrônico, tem como proposta despertar o groove interno do público. Edredom é composta por quatro elementos primordiais: a voz, o beat, a guitarra elétrica e o baixo acústico – agentes criam uma atmosfera suave influenciada pelo Lofi Hip-Hop, R&B Alternativo e NeoSoul que contrastam com o uso de percussões que também evidenciam o caráter latino-americano da música.

Com produção musical de João Pedro Cé, o single conta com Mateus Albornoz no baixo acústico, Gabriel Gorski na guitarra, e Ianaê nos vocais e synth. A letra de Edredom, de caráter subjetivista e nostálgico, narra o processo dialógico ansioso de uma personagem consigo própria. À distância, ela é capaz de visualizar o movimento pela cidade e sua imaginação a torna presente aos ambientes nos quais ela não habita.

A cantora e compositora lançou seu primeiro single chamado Os Malditos Versos Livres em 2019, onde relata as angústias em relação à censura sobre a classe artística-política. Nessa canção, seus versos metafóricos denunciam acontecimentos do período da Ditadura Civil-Militar. Em 2020 foi a vez de Devir, inspirado em uma estética lo-fi, que retrata cenas do cotidiano em período de distanciamento social. A canção, produzida por Ianaê, apresenta uma atmosfera introspectiva, nostálgica e intimista sobre a conexão entre corpo e cidade. O pianista Diego Schutz é quem executa, no single, a criação instrumental.

O clipe de Edredom tem roteiro, direção e direção de fotografia de Vinicius Angeli e Vitória Proença, da 229 Visuais, com direção cênica e direção de arte de Paola Kirst, que também abriu as portas da sua casa para a gravação do clipe. O filme estará disponível no canal do YouTube da artista. Para saber mais sobre o projeto, acesse: https://www.instagram.com/ianaeregia/ |

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCMXhMQEZq8Bevn1dMmHHGgQ?view_as=subscriber

Spotify: https://open.spotify.com/artist/2U6yol0dEwL4ORqWSuTly7

Ianaê Régia é cantora de R&B Alternativo e seu repertório segue três pilares: o político, o conceitual e o sensual. Usa pedal de looping e compõe melodias coloridas ao explorar sua personalidade e extensão vocal. Entre o orgânico e o eletrônico, tem como proposta despertar o groove interno do público.

Em 2020 seu projeto de lançamento de podcast e singleclipe foi contemplado no edital do FAC Digital. De caráter educativo, o podcast “Devir: Conexão Corpo-Cidade”, é onde Ianaê conversa com artistas pretes da cena local acerca de pautas da luta antirracista. Também em 2020 foi aluna na primeira turma do curso de capacitação TREINAM, apresentando pitch para agentes da indústria da música como Fernanda Paiva, Ana Morena e Renata Gomes.

É também Produtora Artística e atualmente toma frente nos trabalhos de Identidade, Preparação de Elenco e Direção Cênica com artistas como Dessa Ferreira, Cassi3 e Charles Frutas no projeto Cores do Sul. Será mentora de Presença de Palco no Circuito Orelhas, projeto contemplado pelo Natura Musical.

Edredom, lançamento em 13 de maio

Um filme de 229 Visuais

Direção: Vinicius Angeli e Vitória Proença

Roteiro: Vinicius Angeli e Ianaê Régia

Direção Cênica e Direção de Arte: Paola Kirst

Direção de Fotografia: Vinicius Angeli e Vitória Proença

Colorização e Edição: Vinicius Angeli

Montagem e edição: Vinicius Angeli, Vitória Proença, Ianaê Régia

Figurino: Acervo Bruxó e Ianaê Régia

Maquiagem: Caroline Rodrigues

Cabelo: Atelier Glamour AfroHair e Paola Kirst

Apoio: Bruta Art

Autoria: Ianaê Régia

Produção Musical: João Pedro Cé

Masterização: Wagner Lagemann

Baixo Acústico: Mateus Albornoz

Guitarra: Gabriel Gorski

Synth: Ianaê Régia

Produção Executiva: Bruna Anele

Social Media: Thiago Valentini – Lado C

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