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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

janeiro 2023

Edição 2023 de Nei LisPoa ocorre nos dias 07 e 08 de fevereiro no Teatro Renascença

Espetáculo de verão de Nei Lisboa chega para celebrar um país que renasce para seu povo e para o mundo

Ingressos à venda pela plataforma Sympla – https://www.sympla.com.br/evento/nei-lispoa-2023/1834848

O tradicional show de verão de Nei Lisboa já tem data marcada para acontecer em 2023:o músico sobe ao palco do Teatro Renascença nos dias 07 e 08 de fevereiro para a 13ª edição de Nei LisPoa. A performance vem para celebrar um país que renasce para seu povo e para o mundo. Em sua 13ª edição, tem sido um combatente explícito do fascismo, do ódio e do preconceito que se alastraram nos últimos anos, buscando com bom humor e energia resistir aos momentos mais difíceis. “Agora é a hora de festejar a luta e a vitória que se conquistou: temos motivos de sobra para erguer os braços e saudar, na nossa tradicional Revirada, um Brasil que resgata para si um futuro de liberdade, de tolerância e justiça social. Aleluia”!

Criado em janeiro de 2010, o projeto seguiu ininterrupto até 2020, quando por conta da pandemia de COVID-19 infelizmente não ocorreu no verão de 2021. Em 2022, o espetáculo ocorreu em março, celebrando o aniversário de Porto Alegre, e este ano, retorna ao calendário de verão. Nei vem acompanhado por Luiz Mauro Filho no piano e teclado, Paulinho Supekovia na guitarra e Giovanni Berti na percuteria. No repertório, boas surpresas, entre joias do baú, releituras de outros compositores e clássicos da carreira. No setlist já estão confirmadas versões de Que loucura, de Sérgio Sampaio, e When I’m sixty-four, de Paul McCartney. A escolha da canção dos Beatles não é por acaso: no dia 18 de janeiro Lisboa completou 64 anos. Janeiro também é mês de aniversário de Luiz Mauro e Giovani e Paulinho completa em 2023 também 64 primaveras.

Vinhetas em vídeo pontuam o roteiro, ao estilo das lives “Em casa e ao vivo” transmitidas durante a pandemia. E como sempre, a plateia é convidada a participar da (re)contagem regressiva, da ceia musical e de tudo mais que faz do Nei LisPoa um momento único no verão de Porto Alegre.

Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam entre R$ 50,00 e R$ 120,00. O show tem apoio cultural de Jacinto Pane&Cucina, TVE e FM Cultura.


O quê
: Nei LisPoa 2023, com Nei (violão e voz), Giovanni Berti (percuteria, vocais), Luiz Mauro Filho (teclado, vocais). Paulinho Supekovia (guitarra, vocais) 
Onde: Teatro Renascença (Av. Érico Verissimo, 307 – Porto Alegre)
Quando: 7 e 8 de fevereiro de 2023
Horário: 20h

Ingressos:
1º lote
meia-entrada*: R$ 50,00 / inteira:  R$ 100,00
        

2º lote
meia-entrada*: R$ 60,00 / inteira:  R$ 120,00
        

* Estudantes, idosos, pessoas com deficiência, doadores de sangue, jovens de baixa renda e classe artística.

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.

Sessões de Ay Mi Amor! ocorrem nos dias 18 e 19 de janeiro na programação do Porto Verão Alegre

Comédia musical com Daniel Debiagi e La Negra Ana Medeiros conta com apresentações no Teatro do Sesc

Nos dias 18 e 19 de janeiro, às 20h, a programação do Porto Verão Alegre recebe duas sessões de Ay Mi Amor! no Teatro do Sesc. A comédia musical, em cartaz desde 2017, é uma criação de Daniel Debiagi e La Negra Ana Medeiros, que interpretam La Negra y El Blanco Nieves, um excêntrico casal de artistas espanhóis mundialmente famosos em turnê pelo Brasil. A relação de paixão, ciúmes e desavenças entre os dois é ilustrada musicalmente com humor, canções latinas, versões de sucessos nacionais em espanhol, flamenco e improviso.  Nesta pequena temporada dentro da programação do 24º Porto Verão Alegre, o espetáculo conta com a participação especial da atriz e cantora Fernanda Copatti.

Com direção de Joice Rossato, por meio de voz, violão, percussão, castanholas, baile e performances, Daniel e Ana dão vida aos personagens com repertório de diferentes épocas, desde boleros dos anos 1950 até sucessos atuais. Os ingressos, à venda pelo site do festival www.portoveraoalegre.com.br, custam entre R$ 25,00 e R$ 50,00.

Ay mi amor! no Porto Verão Alegre

Dias: 18 e 19 de janeiro de 2022

Hora: 20h

Local: Teatro do Sesc – Av. Alberto Bins, 665

Ingressos somente pelo site: www.portoveraoalegre.com.br

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Texto: Daniel Debiagi e Ana Medeiros

Direção: Joice Rossato

Elenco: Ana Medeiros, Daniel Debiagi e Fernanda Copatti

Luz: Nara Lucia Maia

Som: Otávio Moura

Produção: Dank Produções

“Espírito” e “Degelo” são as performances do Farol.live no Cine Farol Santander em janeiro

Com patrocínio do Santander, primeira temporada do Farol.live contará com 20 performances ao vivo e atividades formativas;

Nos dias 17 e 31 de janeiro o público poderá conferir as performances de M Takara, Carla Boregas e Dimitre Lima e Henrique Roscoe

As atividades integram a programação do Festival Kino Beat

A programação de 2023 do Farol.live inicia nesta terça, 17 de janeiro, no Cine Farol Santander, no Farol Santander Porto Alegre com a apresentação de Espírito, uma colaboração de M Takara, Carla Boregas e Dimitre Lima. O projeto produzido pelo festival Kino Beat e Cuco Produções é um espaço de incentivo à criação e experimentação em diversas linguagens e tecnologias, suas intersecções e desdobramentos. A programação conta com variadas imersões artísticas envolvendo nomes da cena cultural brasileira, apostando no cruzamento de música, artes visuais, artes cênicas, audiovisual e tudo mais que couber no imaginário de cada artista envolvido. O público poderá conferir uma segunda performance no dia 31, intitulada Degelo, ambas integrando a programação do 8 Festival Kino Beat.

Espírito é uma colaboração entre a dupla de músicos M Takara e Carla Boregas e o artista e programador Dimitre Lima. “A ideia é criar uma peça inspirada nos percursos das águas subterrâneas canalizadas na região do Anhangabaú, seus momentos de transbordamento e alagamento, e o retorno caótico dessas águas para a natureza”, diz Boregas sobre a obra que traz uma reflexão sobre o conflito entre o urbano e o meio ambiente. 

Maurício Takara toca bateria e percussão com as bandas Hurtmold, RAKTA e São Paulo Underground (com o trompetista Rob Mazurek). Takara também é muito ativo na cena de improvisação e música experimental de São Paulo. Em seu trabalho solo usa a bateria e a percussão em conexão com sintetizadores e efeitos eletrônicos, explorando o lado mais abstrato e melódico dos ritmos e dos sons percussivos. Carla Boregas é uma artista que trabalha com som explorando sintetizadores analógicos e digitais, baixo elétrico, gravação de campo e sons acústicos com ênfase em textura, repetição e sensorialidade. Criando atmosferas imersivas e também paisagens sonoras expansivas, tanto em seu trabalho solo quanto em colaboração com outros artistas. Ela também é metade do FRONTE VIOLETA, uma dupla transdisciplinar que investiga o som de forma multissensorial.  Dimitre Lima é artista e programador. Utiliza tecnologia como ferramenta de expansão das possibilidades de expressão artística. Realizou projetos como o Poster Calendário Lunar (2011-2022), A obra VENTOAGUA na Galeria Digital do SESI-SP (2017) e o encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

No dia 31, é a vez de Degelo, de Henrique Roscoe, uma performance audiovisual sobre o aquecimento global, executada a partir de um instrumento criado pelo artista. A performance aborda a forma predatória que o ser humano tem tratado o planeta e um dos seus consequentes resultados – o derretimento das calotas polares. Durante aproximadamente 30 minutos, a apresentação intercala momentos de tensão com outros em que uma aparente calma é apenas um suspiro antes que novas fraturas voltem a acontecer. Executada a partir de um instrumento criado pelo artista, que consiste em um bloco de isopor com 2 microfones (piezos) embutidos, onde o som captado é modulado por efeitos e gera padrões rítmicos intensos que transmitem a ideia de tensão, que permeia toda a apresentação. O instrumento é tocado arrancando-se partes dele até que sobrem apenas pequenos pedaços. Uma câmera capta os movimentos das mãos na chapa de isopor, e uma programação aciona trechos curtos gravados ao longo da performance, criando representações sonoras e visuais da fragmentação de geleiras. 

Henrique Roscoe é artista digital, músico e curador. Trabalha na área audiovisual desde 2004. É graduado em Comunicação social pela UFMG e Engenharia Eletrônica pela PUC/MG e tem especialização em Design pela FUMEC. No início de 2008 iniciou um novo projeto audiovisual conceitual e generativo chamado Hol, com o qual já se apresentou nos principais festivais de imagens ao vivo no Brasil como FILE, ON_OFF, Live Cinema, Multiplicidade, KinoLounge, FAD e também no exterior, na Itália (LPM), Suíça (Mapping Festival) e Bolívia (Dialectos Digitales). Participou de festivais de vídeo em vários países como Alemanha, França, Espanha, Holanda e EUA com documentações de suas composições. 

Com curadoria de Gabriel Cevallos, fundador e curador do Kino Beat Festival, as apresentações serão desenvolvidas de forma inédita ou em adaptações pensadas especificamente para o espaço, explorando os recursos e limitações da sala enquanto dispositivo criativo. Ao longo de 10 meses, o público poderá conferir 20 performances da primeira edição reunindo artistas de diferentes vertentes, com projetos comissionados ou adaptados que serão gravados ao vivo na sala e difundidos pelos canais do projeto.

Além das performances, atividades formativas gratuitas também serão promovidas como oficinas, palestras, vivências e workshops, criados a partir de tópicos práticos e teóricos derivados das apresentações artísticas. “O corpo presente, seja na prática dos artistas envolvidos ou na fruição do público, será premissa das apresentações. O objetivo é promover e difundir a produção artística autoral do estado do RS em intercâmbio com a produção nacional”; revela o curador.

Os ingressos custam R$ 15,00 com benefícios de meia-entrada, e já estão à venda por meio da plataforma Sympla. Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto) de estudante, idosos, PNE, jovens de baixa renda, entre outros, os documentos válidos são determinados pela Lei Federal 12.933/13. Para mais informações, acesse: https://www.instagram.com/farol.live.poa/

Esse projeto é financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio do Santander e realização da Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo – Governo Federal.

Sobre o Farol Santander Porto Alegre

Criado para relembrar o passado, marcar o presente e iluminar o futuro, o Farol Santander Porto Alegre completou três anos em março de 2022. Neste período, recebeu 11 exposições de artes visuais, em diversas temáticas, com artistas nacionais e internacionais, divididas entre os espaços do Grande Hall e do Átrio. Em 2022, o Farol Santander ampliou sua atuação cultural com concertos de música clássica e popular, além de espetáculos de dança. Participaram respectivamente a Orquestra de Câmara da ULBRA e a Cisne Negro Cia. de Dança.

O Cine Farol Santander, no subsolo do prédio, exibe programações com títulos e mostras cinematográficas de cineastas brasileiros e internacionais.

O histórico edifício no Centro da capital gaúcha, construído na década de 1930 e tombado pelo patrimônio histórico e artístico estadual, também possui atrações permanentes.

Na Galeria, a exposição fixa Memória e Identidade apresenta a história da cidade, do prédio e da política monetária brasileira. Já no subsolo, a outra mostra permanente, Os Dois Lados da Moeda, conta com um importante acervo de numismática do Rio Grande do Sul, propondo uma analogia entre as moedas “oficiais” e “não oficiais” que circulavam na região Nas laterais da sala é contada a evolução da moeda oficial do estado brasileiro.

Além dos espaços já citados, o Farol Santander Porto Alegre conta ainda com duas arenas para discussões e debates acerca de temas como cultura e gastronomia. O subsolo, que já conta com o Cine Farol Santander e a mostra Os Dois Lados da Moeda, ainda oferece aos visitantes um café.

8º Festival Kino Beat ocorre a partir de 18 de janeiro

Na edição de 2023, evento contemplado pelo programa Cultura Circular 2022 com realização do British Council e apoio do Oi Futuro promove a Residência Formigueiro que contará com 17 residentes entre artistas, biólogos, arquitetos e urbanistas

A partir de 18 de janeiro, 17 residentes entre artistas, biólogos, arquitetos e urbanistas iniciam a Residência Formigueiro, atividade que marca o lançamento da 8ª edição do Festival Kino Beat. Através de novas abordagens, o festival dá continuidade às discussões e temáticas levantadas em sua edição anterior: os reinos naturais e o papel da humanidade na acelerada transição ambiental planetária.

Contemplado pelo programa Cultura Circular 2022 com realização do British Council e apoio do Oi Futuro, o 8º Kino Beat se estrutura essencialmente como uma residência, um espaço experimental de pesquisas e trocas entre artistas e pesquisadores da biologia e da arquitetura e urbanismo. Ao longo de três semanas serão estimuladas trocas entre pessoas, linguagens e disciplinas para a criação de trabalhos artísticos inéditos, alicerçados em dois pilares: formigas e cidades. “Para aproximar os eixos da residência de uma experiência situada e de maior intimidade, aprofundaremos as questões: Quais formigas? Quais cidades?”, contam os curadores Gabriel Cevallos e Adauany Zimovski.

“Partiremos de Porto Alegre para observar e pensar em conjunto com a espécie de formigas cortadeiras um contorno menos abstrato da cidade. Recortamos a capital e definimos o espaço sede da residência como um microcosmo para se pensar a macro-cidade”, revelam. A Casa de Cultura Mario Quintana, com suas diversas salas, andares e passarelas, assim como um formigueiro repleto de túneis e câmaras, será o ponto de partida relacional com o restante da cidade para o desenvolvimento das pesquisas e criações.

Os 17 residentes desenvolverão seus projetos, que serão exibidos a partir de 09 de fevereiro na Sala Sotero Cosme do MAC, na Casa de Cultura Mario Quintana, em cartaz até 26 de março. Integram as atividades Fiona MacDonald, Leonardo Brawl Márquez, Hélio Soares Júnior, Estêvão da Fontoura, Joana Burd, Coletivo Grupelho, Livia Koeche, Leo Caobelli, Vicente Carcuchinski, Camila Leichter e Mauro Espíndola (Moinho Edições Limitadas), Tuane Eggers e Beto Mohr.

Além dos resultados das residências, a programação conta com atividades formativas e performances audiovisuais realizadas em parceria com o projeto Farol.live:  no dia 17 de janeiro ocorre a colaboração Espírito, trabalho da dupla de músicos M Takara e Carla Boregas e o artista e programador Dimitre Lima; já em 31 de janeiro é a vez de Degelo, uma performance audiovisual sobre o aquecimento global, executada a partir de um instrumento criado por Henrique Roscoe. Em fevereiro, no dia 8 alguns artistas residentes, encabeçados pela companhia de dança e experimentação cênica Grupelho, apresentam na praça da Alfândega uma performance resultante das pesquisas da residência e no dia 25 o público poderá conferir outra performance derivada da residência na sala do Cine Santander. 

A 8ª edição do Festival Kino Beat e a residência formigueiro foram contempladas no programa Cultura Circular 2022 com realização do British Council e apoio do Oi Futuro. Apoio cultural da Casa de Cultura Mario Quintana, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul, Museu de Arte Contemporânea do RS  e Farol Santander. Mais informações, acesse: https://kinobeat.com/ e https://www.instagram.com/kinobeatfestival/

PROGRAMAÇÃO

18/01, quarta-feira,  18h – Sala Sérgio Napp 1 (2º andar da CCMQ)

Palestra de abertura com o biólogo Hélio Soares Júnior e o urbanista Leonardo Brawl .

Em Mirmecoesfera: as formigas como agentes de transformação, a ideia de Hélio é conversar sobre quem são as formigas e o que faz desses pequenos seres pertencentes a uma única família, a Fomicidae – essa por sua vez encaixada no enorme e diversificado grupo dos Insecta – se destacar tanto na natureza. Para isso iremos conversar sobre a sua biologia e tentar responder a uma série de perguntas, tanto básicas sobre a alimentação das formigas como complexas sobre seus comportamentos e papéis ecológicos.

Já em Os desafios da cidade para além de pensar o futuro, a ideia de Leonardo é localizar as cidades no contexto das crises multidimensionais que o planeta está vivenciando, ao mesmo tempo que tentar fazer um apanhado geral das ferramentas e instrumentos desenvolvidos nos centros urbanos para a tomada de decisões sobre problemas estruturais que diferentes sociedades enfrentaram no passado, enfrentam no presente e terão que enfrentar no futuro, sobretudo em um panorama de disputa de narrativas e visões de mundo: de um lado economicistas e oligarcas, por outro, comunitaristas e horizontais. A ideia é lançar provocações que incentivem as pessoas a abraçarem a complexidade do organismo vivo Cidade, buscando ensaios de mundos alternativos que vão além das soluções baseadas na Natureza, chegando em possibilidades que aliam ideias socialmente justas e ambientalmente viáveis.

19 e 20/01 (quinta e sexta), 10h às 12h – Sala Sérgio Napp 1 (2º andar da CCMQ)

Oficina “Comunidades interespecíficas e os espaços que habitam” com Daiana Schröpel.

Atividade prático-reflexiva que propõe prospecções sobre a relação entre o humano e o não humano e suas interações com o meio que habitam. Por meio da reflexão sobre conceitos e noções pertinentes à temática proposta e da realização de caminhadas na Casa de Cultura Mário Quintana e em seu entorno, pretende-se desenvolver a percepção e a sensibilidade acerca do tema proposto. A partir da proposição de exercícios práticos voltados à observação e ao registro de relações interespecíficas, objetiva-se ampliar percepções e visibilidades sobre contextos ambientais locais, refletindo sobre as relações do humano com o seu entorno biótico e abiótico, assim como estimular a prospecção sobre outros modos de existência. Vagas esgotadas.

Exposição Coletiva: Residência Formigueiro – Galeria Sotero Cosme, MACRS, 6ª andar da CCMQ

Abertura: 09 de fevereiro, 18h

Período de visitação: 10 de fevereiro a 26 de março de 2023.

PROGRAMAÇÃO EM PARCERIA COM O FAROL.LIVE – Farol Santander – R. Sete de Setembro, 1028 – Centro Histórico, Porto Alegre

17 de janeiro,  20h – “Espírito”

Uma colaboração entre a dupla de músicos M Takara e Carla Boregas e o artista e programador Dimitre Lima. “A ideia é criar uma peça inspirada nos percursos das águas subterrâneas canalizadas na região do Anhangabaú, seus momentos de transbordamento e alagamento, e o retorno caótico dessas águas para a natureza”, diz Boregas sobre a obra que traz uma reflexão sobre o conflito entre o urbano e o meio ambiente. 

Carla Boregas é uma artista que trabalha com som explorando sintetizadores analógicos e digitais, baixo elétrico, gravação de campo e sons acústicos com ênfase em textura, repetição e sensorialidade. Criando atmosferas imersivas e também paisagens sonoras expansivas, tanto em seu trabalho solo quanto em colaboração com outros artistas. Ela começou em 2011, quando co-fundou o RAKTA. Ela também é metade do FRONTE VIOLETA, uma dupla transdisciplinar que investiga o som de forma multissensorial. Maurício Takara toca bateria e percussão com as bandas Hurtmold, RAKTA e São Paulo Underground (com o trompetista Rob Mazurek). 

Takara também é muito ativo na cena de improvisação e música experimental de São Paulo. Em seu trabalho solo usa a bateria e a percussão em conexão com sintetizadores e efeitos eletrônicos, explorando o lado mais abstrato e melódico dos ritmos e dos sons percussivos. 

Dimitre Lima é artista e programador. Utiliza tecnologia como ferramenta de expansão das possibilidades de expressão artística. Realizou projetos como o Poster Calendário Lunar (2011-2022), A obra VENTOAGUA na Galeria Digital do SESI-SP (2017) e o encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

31 de janeiro,  20h – “Degelo”

É uma performance audiovisual sobre o aquecimento global, executada a partir de um instrumento criado pelo artista. A performance trata da forma desordenada que o ser humano tem tratado o planeta e o seu consequente resultado – o derretimento das calotas polares, causando uma modificação completa de todos os ecossistemas da terra. Durante aproximadamente 30 minutos, a apresentação intercala momentos de tensão com outros onde uma aparente calma é apenas um suspiro antes que novas fraturas voltem a acontecer. A performance é executada a partir de um instrumento criado pelo artista, que consiste em um bloco de isopor com 2 microfones (piezos) embutidos. O som captado é modulado por efeitos e gera padrões rítmicos intensos que transmitem a ideia de tensão, que permeia toda a apresentação. O instrumento é tocado arrancando-se partes dele até que sobrem apenas pequenos pedaços. uma câmera capta os movimentos das mãos tirando pedaços da chapa de isopor, e uma programação faz uma mistura de trechos curtos gravados ao longo da performance fazendo parecer que a mão que toca o instrumento na verdade está tirando pedaços das geleiras reais.

Henrique Roscoe é artista digital, músico e curador. Trabalha na área audiovisual desde 2004. É graduado em Comunicação social pela UFMG e Engenharia Eletrônica pela PUC/MG e tem especialização em Design pela FUMEC. No início de 2008 iniciou um novo projeto audiovisual conceitual e generativo chamado Hol, com o qual já se apresentou nos principais festivais de imagens ao vivo no Brasil como FILE, ON_OFF, Live Cinema, Multiplicidade, KinoLounge, FAD e também no exterior, na Itália (LPM), Suíça (Mapping Festival) e Bolívia (Dialectos Digitales). Participou de festivais de vídeo em vários países como Alemanha, França, Espanha, Holanda e EUA, com documentações de suas composições. 

8 de fevereiro, quarta-feira – (horário a definir) 

Alguns artistas residentes, encabeçados pela companhia de dança e experimentação cênica Grupelho apresentam na praça da Alfândega uma performance resultante das pesquisas da residência

25 de fevereiro, sábado, 20h 

Performance audiovisual derivada da Residência Formigueiro na sala do Cine Santander. 

CURADORES

Gabriel Cevallos

Possui graduação em Cinema e Produção Audiovisual pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e Pós-graduação em Práticas Curatoriais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É Mestrando em Artes Visuais pelo mesmo programa, com orientação da Profa. Dra. Ana Albani de Carvalho, na área de História, Teoria e Crítica, dentro da linha de pesquisa Relações Sistêmicas da Arte, com pesquisa que relaciona o sistema da arte e o antropoceno. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em curadoria, atuando principalmente nos seguintes temas: arte contemporânea, audiovisual ao vivo, música ao vivo e arte digital. Atualmente é diretor e curador do Festival de artes integradas Kino Beat. Recebeu os prêmios de Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão no 13 ̊ prêmio Açorianos de Artes Plásticas (2019) promovido pela Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Porto Alegre-RS.

https://www.instagram.com/cevallosss/

Adauany Zimovski

Artista e pesquisadora. Doutoranda em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na área de História Teoria e Crítica, dentro da linha de pesquisa Imagens, Culturas e Memória, com orientação da Profª Drª Mônica Zielinsky. Foi pesquisadora visitante na Columbia University, em Nova York, onde realizou sua pesquisa de doutorado-sanduíche (bolsista CAPES-PRINT) entre outubro de 2021 a março de 2022. Faz parte do grupo de pesquisa ‘Apagamentos da memória na arte. Políticas espaciais e temporais’, coordenado pela Profª Drª Mônica Zielinsky. Entre 2007 e 2012 foi artista integrante e gestora do Atelier Subterrânea, onde atuou na elaboração e produção de projetos, curadorias, workshops, palestras e performances. Participou do 6ª Festival Kino Beat (2019) com a performance Neblina, juntamente com Marion Velasco, e foi assistente curatorial na 7ª edição do Festival (2021). 

https://www.instagram.com/adauanyzimovski/

PARTICIPANTES

Fiona MacDonald (Feral Practice)

É uma artista e pesquisadora que trabalha com seres humanos e não humanos como para criar projetos de arte e eventos interdisciplinares que desenvolvem conexões éticas e imaginativas através das fronteiras das espécies. Muitas vezes as pessoas estabelecem uma divisão entre seres humanos e não humanos, e entre diferentes categorias de conhecimento e compreensão. A Feral Practice visa conversar através dessas barreiras. Suas pesquisas se baseiam em práticas de conhecimento artístico, científico e subjetivo para explorar estéticas diversas e criar espaços sugestivos de conhecer a natureza.

http://www.feralpractice.com

Leonardo Brawl Márquez – TransLAB.URB

Ativista Social, Urbanista, Arquiteto, Designer de Processos Cívicos, Placemaker e Músico. Co-fundador do coletivo TransLAB.URB e do Instituto de Pesquisa em Inovação Social – Translab (rede internacional de Laboratórios Cidadãos). Co-fundador da Rede Brasileira de Urbanismo Colaborativo, Placemaking Brasil e dos projetos Raíz Urbana (rede FAO-ONU) e Corredor Sur. Faz parte das redes Placemaking LatinoAmérica, Jane’s Walk, PlacemakingX, CivicWise, BrCidades e Frena La Curva. O TransLAB.URB tem o foco na Cidade, partindo de um entendimento do Urbanismo enquanto cultura coletiva, cruzando com conhecimentos transdisciplinares e empíricos dos agentes transformadores da vida urbana. Amparados pela certeza de que a cultura urbanística da população é indispensável para sua atuação na melhoria dos territórios urbanos, buscamos criar, difundir e testar diversas metodologias que possibilitem transformações dos espaços, dentro das lógicas do ativismo cidadão e da cidade como um bem comum. Entre tantas coisas, utilizamos abordagens oriundas do Urbanismo Tático, Placemaking, Urbanismo Hacker, Sociologia, Psicologia Social, Pedagogia, Etnografias, Cartografias, e Mapeamentos. Acreditamos na criação, manutenção e ampliação de redes distribuídas, com ações locais e conexões globais.

https://translaburb.cc/

Hélio Soares Júnior (Insect Ecology Lab – Laboratório de Ecologia de Insetos)

Possui graduação em Ciências Biológicas (bacharelado e licenciatura) pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2008). Mestrado em Biologia Animal pela Universidade Estadual de Campinas (2018). Tem experiência na área de entomologia com ênfase em mirmecologia (história natural, ecologia e comportamento). Atualmente é aluno de doutorado em Biologia Animal e membro do LEI (Laboratório de Ecologia de Insetos) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Fotógrafo autodidata com experiência como coordenador em cursos de macrofotografia de natureza. Exposições, prêmios e publicações fotográficas nacionais e internacionais. Possui grande acervo de macro fotografias de natureza, principalmente de formicidae e aracnida. O Laboratório de Ecologia de Insetos (LEI) é engajado com divulgação científica, seja na mídia ou com visitas de alunos e público de todas as idades. O laboratório é vinculado ao ao programa de pós-graduação em biologia animal da UFRGS.

https://juniorhsoares.wixsite.com/heliosoares/about

https://www.ufrgs.br/insecolab/

Estêvão da Fontoura

Estêvão da Fontoura é artista multimídia e professor inquieto que acredita na transformação da sociedade pela educação e pela arte. Doutorando em “Poéticas de Processos Híbridos” no Instituto de Artes da UFRGS, sua trajetória conta com participação em projetos reconhecidos no contexto nacional, como o “Projeto Casa Grande”, vencedor do Prêmio FUNARTE de Arte Negra (2012), regional, como a seleção para o 67º Salão Paranaense (2021), estadual, como o projeto “Desobeciência: arte e ciência no tempo presente”, contemplado pelo edital FAC Movimento (2019) da SEDAC-RS, e local, como o projeto “Fora da Gaiola: tensionamentos da paisagem sonora”, realizado com fomento do edital “Jogue Limpo com a Cultura”, da Prefeitura Municipal de Osório/RS em 2020.

www.estevaodafontoura.com.

Joana Burd

Artista visual, docente e pesquisadora em estética háptica. Licenciada em Artes Visuais em 2014 (UFRGS, Brasil) e Mestra em Poéticas Visuais em 2018 (UFRGS, Brasil), atualmente realiza o doutorado na Facultat de Belles Arts, Universitat de Barcelona, onde também é professora de Arte Sonora. Seu trabalho desenvolve-se em arte, física e tecnologia através de esculturas interativas, vídeos e instalações sonoras, colaborando com artistas, intérpretes e engenheiros. Concentra sua prática em um hibridismo de colagens entre low-tech e plataformas open source. As experiências visam oferecer vivências táteis para o público interagir e envolver seu corpo com o fenômeno da vibração. Pesquisa como motores e alto falantes, podem questionar objetos de desejo e a perspectiva de gênero no campo digital. Também se interessa no impacto afetivo da tecnologia e em como criar novas formas de diálogo por meio de dispositivos táteis e hápticos.

https://www.joanaburd.com/

Coletivo Grupelho

O Coletivo Grupelho trabalha com experimentações performáticas em Porto Alegre desde 2016, desenvolvendo pesquisa de corpo e sitespecific na rua com base na dança contemporânea, na performance, em explorações físicas e somáticas. De origens multidisciplinares (Psicologia, Teatro, Jornalismo, Artes Visuais, Dança, Licenciatura) es artistes têm em comum a formação do Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre. O Coletivo é formado por Bruna Chiesa, Bruno da Rosa Cunha, Débora Poitevin, Janaína Ferrari e Roberta Fofonka. Entre suas obras destaca-se Tiger Balm // Experimento cênico, vencedor do Prêmio Açorianos de Dança 2019 na categoria Direção e ILHA, de 2022, que venceu o Prêmio Açorianos de Dança na categoria Intérprete Destaque pela performance de Janaína Ferrari. O Coletivo também assina as performances urbanas BOLHA e Banho de Sol na Rua da Praia. O método de criação proposto pelo Coletivo se dá no cruzamento entre os interesses físicos e referenciais teóricos. Para pensar a dança, buscamos referências não só deste campo, mas da literatura, das artes visuais, das artes marciais, do cinema, da filosofia e da antropologia. Os conceitos de “pedagogia do afeto” e “dramaturgia do convívio” são chaves nos processos do Coletivo Grupelho, que aposta na sustentação da pesquisa sem anseio de buscar um ponto final ou fechamento absoluto de um processo criativo, apostando na transformação dos materiais e tendo a experimentação enquanto escolha estética e dramatúrgica. Essa soma entre es integrantes permite crescimento individual potencializando também os trabalhos solos des artistes.

https://www.instagram.com/coletivogrupelho/

Livia Koeche

Livia Koeche é Arquiteta Urbanista formada pela UFRGS em março de 2017. Desenhista de animação tradicional frame-a-frame formada pelo curso AnimaEdu, teve sua trajetória profissional vinculada ao estúdio Otto Desenhos Animados, onde trabalhou de 2009 a 2014 e pôde colaborar com os filmes Até que a Sbórnia nos Separe (2014) e Castillo y el Armado (2014). Em 2017, animou as ilustrações de Eloar Guazzelli para cenografia em vídeo para o show do Vitor Ramil na abertura do FestiPoa Literária no Theatro São Pedro. Realizou seu primeiro curta-metragem de animação autoral Esqueleto (2019) mediante o Fundo de Apoio à Cultura (FAC/RS). Mestre em Poéticas Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (2018-2020) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAV-UFRGS) com a Pesquisa Situações Públicas: Projeção e Projeto, na qual pesquisa e desenvolve instalações site-specific dentro da linha de pesquisa Linguagens e Contextos de Criação, orientada pela Profa. Dra. Maria Ivone dos Santos. Desenvolve e executa projetos audiovisuais, de videomapping, cenografia e arquitetura efêmera desde 2014, nos quais aplica suas competências técnicas como arquiteta na criação de cenários estruturados fisicamente em articulação com sua prática da criação audiovisual. Pesquisadora integrante do Grupo de Pesquisa Identidade e Território (GPIT-PROPUR/UFRGS) desde 2010, junto ao qual iniciou seus estudos sobre cinema na pesquisa intitulada Identidade Territorial na Cinematografia Brasileira. Em colaboração com este Grupo de Pesquisa já realizou diversos trabalhos, inclusive um documentário: Pela UFRGS (2015) produzido pela Panda Filmes. Atualmente reside em Porto Alegre, Brasil.

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Leo Caobelli

Artista visual. Trabalha principalmente nas áreas da fotografia, vídeo e instalação. Graduado em Jornalismo (2003), pós-graduado em Fotografia (2012), mestre (2017) e doutorando em Poéticas Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS. Foi repórter fotográfico da Folha de S.Paulo (2006-2009). Fundou e fez parte do coletivo Garapa (2008-2015). Vencedor do Prêmio Brasil Fotografia, expôs no FoLa, em Buenos Aires (2017) e na Ecarta, em Porto Alegre (2019). É representado pela galeria Bailune Biancheri e possui obras em coleções de museus como MASP, MAM(SP), MON Curitiba, entre outros.

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Vicente Carcuchinski

Vicente Carcuchinski é fotógrafo, produtor cultural, diretor de fotografia e artista visual multimídia. Graduado em jornalismo pela PUCRS em 2015 com certificação adicional em Escrita Criativa, iniciou seus estudos em fotografia e audiovisual obtendo grau máximo no trabalho de conclusão sobre a relação da imagem e da palavra na construção narrativa. Durante sua formação, atuou como fotógrafo na Assembleia Legislativa do RS e no setor de fotografia da Câmara Municipal de Porto Alegre. Em 2012, realizou sua primeira exposição individual na Assembleia Legislativa do RS. No mesmo ano, se especializou no módulo avançado do Photography Course London, em Londres, onde se aprofundou em diversas áreas da fotografia. Participou como produtor, oficineiro, fotógrafo e diretor de fotografia em projetos contemplados por editais públicos de financiamento como Fauna Festival (FAC 2015), Fábulas Contínuas (FAC 2015), Desencontro Online de Fotografia (Edital Emergencial PMPA 2020), Jardim de memórias (Edital Emergencial PMPA 2020) e Todos os pessegueiros estão floridos (FAC 2019). Como artista visual, participou de exposições coletivas na galeria Airez (Curitiba), Planta Baja (Porto Alegre), Casa de Cultura Mário Quintana (Porto Alegre), Les Rencontres d’Arles (França) e Foto Haus (Berlim).

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Moinho Edições Limitadas

Projeto editorial dos artistas Camila Leichter e Mauro Espíndola iniciado em 2016, a partir de um envolvimento com experiências mnemônicas e fenomenológicas no Moinho da Capivara, um ecossistema de três hectares de mata nativa às margens do arroio Serraria que desperta aproximações com a agroecologia em coexistência com um conjunto arquitetônico formado por um moinho d’água de arquitetura enxaimel em ruínas, supostamente construído por volta de 1855, contíguo a uma casa de alvenaria, localidade a 65 km ao norte de Porto Alegre. A editora compartilha em pequenas tiragens uma produção gráfica, imagética e processual das especificidades do habitar e ser habitado pelo lugar, que abre um campo de imersões, aprofundando e trocando interações sobre o Moinho, para expandir convivências com artistas e pesquisadores, não só a permitir a realização de seus trabalhos, mas também a partilhar suas práticas com estudantes e professores da rede pública de ensino enquanto se partilham as lidas cotidianas de cuidado, manutenção e sustentação da relação com o lugar. A participação em feiras de artes gráficas e publicações independentes vem sendo uma forma de colocar em movimento o Moinho, integrar redes e compartilhar propostas editoriais pela circulação de trabalhos como: Parada Gráfica, Folhagem, Papelera, Noa Noa, Quadrúpede e Garganta (Porto Alegre); Paraguay (Buenos Aires); Miolo(s) (São Paulo); Feira Sub (Campinas); ReTina, (Santa Maria); Impressionante (Santiago do Chile) e Microutopias (Montevidéu).

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Beto Mohr

Beto Mohr é mestre em Ecologia (Biologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA (2014) e biólogo pela UNISC (2011). Também atua como fotógrafo e músico. Além disso, tem experiência em bioacústica, métodos de monitoramento acústico passivo, entomologia, zoologia (morcegos e aves). Possui interesse em temas como Ecologia, Evolução, Conservação, Inventário de Biodiversidade, Comportamento, Taxonomia, Técnicas de Amostragem, Bioacústica e Filosofia da Ciência. É idealizador do projeto Dilúvio Vivo (@diluvio.vivo), com o qual pretende resgatar a percepção da biodiversidade que existe e resiste no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre.

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Tuane Eggers

Tuane Eggers é doutoranda em Poéticas Visuais pela UFRGS, mestra em Poéticas Visuais pela mesma instituição (2021) e jornalista pela Univates (2015). Seu trabalho em artes visuais é focado na fotografia, com temáticas relacionadas aos fluxos e à impermanência da vida. Possui cinco publicações independentes em fotolivros. Seu trabalho já foi exibido em países como Japão, Alemanha, Argentina e Rússia. Além da fotografia, também atua no campo audiovisual.

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