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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

março 2022

Livro que conta a jornada de mulher em busca da família após 40 anos tem lançamento na quarta-feira, 06 de abril, no Barraco Cultural

“Dona Ana”, projeto de Tiago Coelho e Ana Sousa Werner, é selecionado pelo programa Rumos Itaú Cultural 2019 – 2020


Há 12 anos, Tiago Coelho e Ana Sousa Werner embarcaram em uma viagem de 4 mil quilômetros em busca de um reencontro, que resultou em uma série de fotos assinadas pelo artista de Santo Antônio da Patrulha. Em 2022 a obra se transforma em livro assinado pela dupla, com lançamento marcado para quarta-feira, 06 de abril, no Barraco Cultural. Dona Ana conta a saga de Ana Sousa Werner, que 40 anos depois de deixar a cidade natal, retorna para reencontrar a família, com textos da autora e fotos de Coelho, projeto contemplado pelo programa Rumos Itaú Cultural. 

Ana Sousa Werner nasceu em um povoado que hoje se chama Vila do Japim, no município de Viseu, a 320 quilômetros da capital paraense e na beira do Rio Piriá, conhecido pelas suas corredeiras e pelo bom banho de água doce. Filha de pais lavradores, cresceu junto aos dez irmãos debaixo de pés de bananeira, sob a supervisão da mãe e da avó. Aos oito anos, já trabalhava na roça plantando algodão, milho, cana e macaxeira. Aos 17, resolveu ir embora para a cidade e avisou só a mãe, hoje falecida. De lá foi para Belém, depois para São Paulo e, já casada e com três filhos, para Santo Antônio da Patrulha, no Rio Grande do Sul. Sem saber ler nem escrever, perdeu totalmente o contato com amigos e parentes.

Quando criança, dona Ana ouvia lendas do folclore brasileiro: histórias sobre a Mãe-d’água, metade mulher, metade peixe, que assoviava de dentro do rio; sobre o Curupira, guardião das florestas “que cantava nas matas como gente”; e também sobre lobisomens, “demônios que se apossavam do corpo das pessoas e as transformavam em animais como porcos, cachorros ou bois”. “Além da onça, que perseguia a mim e aos meus irmãos de verdade”, afirma ela.

Ana trabalhou na casa dos pais de Tiago como babá. Tiago tinha seis anos e Ana 49. “A primeira lembrança que tenho dela é de seu sorriso. E, como boa contadora de histórias que é, sempre povoou meu imaginário com suas memórias – repletas de onças, cobras, macacos, tatus, rios e florestas –, que, para mim, pareciam saídas diretamente de uma fábula. “Dona Ana é uma história de esperança, busca pelo passado, resgate de origens, reencontros, amor, paixão e fé, e que também reflete sobre a complexidade das relações sociais que temos aqui dentro do Brasil”, conta Tiago, professor de fotografia e idealizador da publicação. 

Ao chegar em Santo Antônio da Patrulha, Ana resolveu aprender a ler e escrever para poder resgatar seu passado. Matriculou-se em um curso de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e se formou no Ensino Fundamental. “Foi por necessidade. Não saber ler nem escrever é como se a pessoa fosse cega e não pudesse enxergar as coisas”, conta ela. 

Em 2010, dona Ana recebeu um dinheiro inesperado, um resgate do FGTS que tinha um valor muito maior do que ela imaginava. À época, fazia 40 anos que não tinha notícias da família, e decidiu que era hora de resgatar suas origens e voltar à terra natal na esperança de rever os irmãos. Pediu a Tiago que fizesse um retrato da família que constituíra no Sul, para o caso de encontrar a família do Norte. “Foi quando resolvi ir junto, para ajudá-la na busca e também para documentar o percurso, tendo a fotografia como nossa companheira. Porque me interessa muito a ideia de imaginação e relato. Escolhi a fotografia como ferramenta para estudar, conhecer e entrar em diferentes realidades, para construir contatos pessoais e conexões mais profundas com temáticas e personagens”, explica Tiago.

Partiram, então, para a viagem: avião, depois mais dois ônibus e muita estrada de terra. Dona Ana dava suas impressões sobre o caminho, contava sobre o entorno, as comidas, a fisionomia das pessoas. No segundo meio de transporte, quando comentavam sobre a busca, uma desconhecida os interpelou: “Você é a Ana, a falecida?”. “Foi quando descobri que todo mundo achava que eu tinha morrido, menos meu irmão Albino, que tinha feito uma promessa de orações e sessões de jejum para eu voltar. E voltei! No nosso reencontro, choramos que só faltava desmaiar. A máquina até trancou, parou de funcionar”, conta ela emocionada.

“Foi o ápice! Ninguém acreditava no que estava acontecendo. Todos abraçados, em silêncio. A câmera voltou e fiquei ali, registrando o momento, e depois os outros dias. É importante lembrar que por lá não havia luz elétrica em 2010. A tradição oral de passar os saberes é geral da família e do povoado. É interessante porque sempre passa a sensação da pessoa que conta a história, cujos significados são ricos justamente pelas interpretações dos casos e pela linguagem que cada um usa para reconstruir a relação de importância, mistério e felicidade, a maneira de perpetuar. Uma mesma história que me atravessou, da onça que perseguia a família, foi contada de maneiras diferentes pelos irmãos Adaltina, Albino e Ana. Como era a onça que perseguia as crianças? Ela perseguia mesmo ou só ouviam os ruídos dela? O pai matou a onça? Não? A onça era um bebê onça?”, indaga Tiago.

Desde seu lançamento em 2010 o projeto Dona Ana já passou por eventos como a Biennale Photoquai – Musée Du Quai Branly (França), MUFF – Festival internacional de Fotografía de Montevideo (Uruguai), XIX Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia (Belém), Museo de Bellas Artes de Tandil (Argentina), Ningbo International Photography Week (China), entre outros.

Em 2013 Coelho publicou a primeira versão do projeto em versão zine. Dona Ana se queixou que havia muitas páginas em branco e que o resultado final, segundo ela, não chegava nem perto de contar sua história de forma satisfatória. Fez, então, pauta nos espaços que estavam em branco e resolveu redigir, ela mesma e de próprio punho, a sua história. O texto percorre memórias de infância, a vida na roça, a mudança para a cidade, o estranhamento do frio quando chegou ao Sul e as mudanças internas pelas quais passou, incluindo o fato de que não gostava de lavar roupa e de cozinhar, mas agora faz essas atividades com gosto: “Meu prato mais famoso é a feijoada, e também faço uns bifinhos bem bons”, conta orgulhosa.

Tiago também mudou nos 12 anos em que o projeto precisou amadurecer para ficar pronto. “Como fotógrafo e como pessoa. Nunca tinha ido ao Norte do país, tinha apenas referências fotográficas. Foi uma oportunidade para questionar estereótipos e buscar uma construção artística que mesclasse os nossos imaginários, meu e dela, com a realidade. Vivenciei essa experiência e ela segue transformadora na minha vida e no meu trabalho. E essa história, por mais que parta de algo pessoal, reflete a situação de grande parte da população brasileira que migra para outros estados e atravessa o país levando na bagagem seus sonhos, suas expectativas e sua própria cultura”, reflete.

Com 92 páginas, a primeira edição conta com 500 exemplares, editada pela Austral Edições. A sessão de autógrafos em Porto Alegre inicia às 18h e a intenção é lançar a publicação em outros lugares, inclusive no Pará. O livro está à venda pelo site da Austral Edições: https://austral.ink/dona-ana

Sobre o Rumos Itaú Cultural
Um dos maiores editais privados de financiamento de projetos culturais do país, o Programa Rumos, é realizado pelo Itaú Cultural desde 1997, fomentando a produção artística e cultural brasileira. A iniciativa recebeu mais de 75,8 mil inscrições desde a sua primeira edição, vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas 1,5 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 7 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados.

Na última edição, de 2019-2020, os 11.246 projetos inscritos foram examinados, em uma primeira fase seletiva, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país. Em seguida, passaram por um profundo processo de avaliação e análise por uma Comissão de Seleção multidisciplinar, formada por 23 profissionais que se inter-relacionam com a cultura brasileira, incluindo gestores da própria instituição. Foram selecionados 92 projetos.

Lançamento e sessão de autógrafos de “Dona Ana”, Tiago Coelho e Ana Sousa Werner
Quarta-feira, 06 de abril, 19h
Barraco Cultural – Rua Laurindo, 332 – Entrada Franca

Publicação à venda pela  https://austral.ink/dona-ana 
No evento será possível adquirir exemplares.

Eu quero ser seu amigo de novo estreia em 31 de março na Cubo Play

Podcast comandado por Lelê Bortholacci e Carol Govari apresenta a história da cena do rock gaúcho de 1995 a 2015

Os apaixonados por histórias do rock gaúcho podem celebrar: a partir de 31 de março estreia com exclusividade na Cubo Play o podcast Eu quero ser seu amigo de novo, que conta a história da Olelê Music, produtora que se destacou na cena cultural do RS de 1995 a 2015. Apresentado pelo comunicador Lelê Bortholacci e pela jornalista e pesquisadora de música Carol Govari, os episódios da primeira temporada trazem participações de músicos de bandas como Comunidade Nin-Jitsu, Ultramen e Cachorro Grande, que integraram o cast da produtora. Reunindo causos e muitos souvenirs, como crachás, ingressos, revistas, cartazes e CDs, Lelê, provocado por Carol, fala sobre as bandas e traz histórias nunca antes contadas.

A ideia surgiu em um encontro entre Carol e Lelê, que, ao ser entrevistado pela jornalista – ainda na época da Olelê Music -, se deu conta que tinha muita história para contar. Os anos se passaram, a produtora fechou, mas Lelê sempre foi instigado por colegas e amigos a contar a sua história – e consequentemente a história da cena que ajudou a construir por 20 anos. Além disso, a ideia do podcast é relembrar e confirmar a importância dessas bandas para a música e a cultura do estado. “Minhas pesquisas têm como fio condutor a memória e percebemos uma carência de registros sobre essa cena de meados dos anos 1990 pra cá. Há muito conteúdo sobre os anos 1980, – eu mesma escrevi minha tese sobre isso -, mas pouco sobre a última década do século XX”, comenta a jornalista.

As gravações iniciaram em outubro de 2021 e contarão com participações de todos os grupos que passaram pela Olelê ao longo dos anos. “Decidimos esticar a pauta e ampliar o assunto para falar sobre a história do rock em Porto Alegre. Teremos a participação de outras bandas, empresários, produtores, donos de bares etc”, revela. 

Desde 1995, Lelê  Bortholacci atua na produção cultural de Porto Alegre – seja como DJ, roadie, produtor, empresário e radialista. Entre os principais trabalhos, está o escritório que abriu em 1997 junto ao estúdio Bafo de Bira, do músico Rafael Malenotti, quando começou a levar o material autoral das bandas para as casas de shows pelo interior do Rio Grande do Sul. A LB Produtora virou Olelê Music e até 2015 gerenciou a carreira de bandas como Ultramen, Tequila Baby, Comunidade Nin-Jitsu, Cachorro Grande, Reação em Cadeira, Fresno, entre outras. Além disso, ao longo dos anos trabalhou com curadoria artística, e eventos como Festival Planeta Atlântida, Festa Nacional da Música (Palco Atlântida), Discografia Rock Gaúcho, Beatles Festival e Art & Beer Festival. Desde 2015, com o fechamento da Olelê,  dedica-se exclusivamente à função de radialista e comunicador nas rádios Atlântida, 102.3 e Gaúcha.

Carol Govari é jornalista graduada pela UFSM, com mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação pela Unisinos. Realizou estágio doutoral no Department of Art History & Communication Studies da McGill University, em Montreal, Canadá, onde aprofundou sua pesquisa sobre cenas musicais.  É autora do livro ‘As próximas horas serão muito boas. Materialidades e estéticas da Comunicação em duas apresentações ao vivo da banda Cachorro Grande’, (Novas Edições Acadêmicas, 2019), e desde 2010 atua na cobertura de shows no blog ‘The Backstage’. É vinculada ao Laboratório de Pesquisa Cultpop – Cultura Pop, Comunicação e Tecnologia, da Unisinos, e colaboradora do Centro de Investigação em Artes e Comunicação, da Universidade do Algarve (Portugal). 

A atração estará disponível gratuitamente na Cubo Play, e contará com episódios semanais. Para saber mais, acesse: https://www.instagram.com/eqssadn/

Tom Misch se apresenta em Porto Alegre na sexta-feira, 20 de maio

Guitarrista e produtor britânico realiza performance no Bar Opinião integrando a programação oficial do festival MITA

Ingressos à venda a partir de 14 de março

Chega a Porto Alegre na sexta-feira, 20 de maio, às 23h, o guitarrista e produtor britânico Tom Misch, marcando a primeira edição do MITA Day na cidade, parte da programação oficial do MITA, primeiro festival produzido em parceria pelas empresas Bonus Track e 30E – Thirty Entertainment, evento que terá periodicidade anual. Em 2022, o projeto conta com patrocínio do app Ame. 

Natural de Londres, o artista chama atenção devido ao seu versátil talento e abordagem multidisciplinar. Nascido em 1995, iniciou aos quatro anos aprendendo violino, para em seguida, desenvolver técnicas de violão. Em 2012 lançou os primeiros trabalhos pelo Soundcloud e apresenta faixas de jazz contemporâneo que trazem pitadas de soul, R&B, Hip Hop, usando instrumentos clássicos e misturando sintetizadores e linhas de baixo marcadas, revelando um groove especial às canções. Estreou no formato álbum em 2018, com Geography, onde conta com faixa em parceria com De La Soul. Em 2020, além de What Kinda Music, desenvolveu o projeto Quarantine Sessions, que conta com uma composição em parceria com Marcos Valle intitulada Parabéns, e que foi lançada em 2021. 

A The South America Tour conta com performances na Argentina e no Chile, além de São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro, onde Misch apresenta um repertório de diferentes álbuns, como Geography e What Kinda Music, e músicas novas de seu próximo álbum solo com a banda completa. O artista segue para apresentações na Europa e Austrália depois de passar pelo Brasil. 

A venda de ingressos inicia nesta segunda-feira, 14 de março, com valores a partir de R$ 125,00 pela plataforma Sympla ou nas lojas Planeta Surf Bourbon Wallig e  Verse Centro (confira as informações completas abaixo). 

Tom Misch em Porto Alegre – MITA Day

20 de maio de 2022, 23h

Bar Opinião – Rua José do Patrocínio, 834

Classificação etária: 18 anos.

Ingressos à venda a partir de 14 de março

Venda de ingressos online: https://www.sympla.com.br/opiniao

LOCALLOTE 1LOTE 2LOTE 3LOTE 4
INTEIRAR$ 250,00R$ 300,00R$ 350,00R$ 400,00
MEIAR$ 125,00R$ 150,00R$ 175,00R$ 200,00
INGRESSO SOLIDÁRIOR$ 130,00R$ 155,00R$ 180,00R$ 205,00

Todas as pessoas podem comprar o Ingresso Solidário. Para acesso ao show, deverá ser feita a doação de 1kg de alimento não perecível, a ser entregue na entrada do Opinião.

Para vendas pela Internet, é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no acesso ao evento. Para Bilheteria, é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no ato da compra e no acesso ao evento.

Para pagamento online serão aceitos os cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa, ELO.

– Venda limitada a 6 ingressos por CPF.

–  Vendas online – Taxa de conveniência de 15% sobre o valor total da compra

– Todas as condições acima poderão ser alteradas sem aviso prévio.

Bilheteria oficial – sem cobrança de taxa de conveniência

Loja Planeta Surf Bourbon Wallig: Avenida Assis Brasil 2611 / loja 249 – Jardim Lindóia – Porto Alegre

Funcionamento: das 10h às 22h

Formas de pagamento: Somente em dinheiro

Outros pontos de venda – sujeito à cobrança de taxa de conveniência

Loja Verse Centro: Rua dos Andradas, Galeria Chaves, 1444 / loja 06 – Centro Histórico – Porto Alegre

Funcionamento: das 10h às 22h

Formas de pagamento: Somente em dinheiro

Sarau da Clara Corleone tem edição especial na Cubo Play

Comemorando os cinco anos de existência do projeto, a escritora recebe Paula Taitelbaum e Tatiana Cruz na segunda, 14 de março, às 20h

Evento em formato híbrido conta com plateia presencial e transmissão online – ingressos à venda em www.cuboplay.com.br


Em comemoração aos cinco anos do lançamento do seu sarau e celebrando o mês da mulher, a escritora Clara Corleone promove uma edição especial do evento na Cubo Play. Após dois anos sem edições presenciais, o estúdio da Cubo Filmes recebe o projeto na segunda-feira, 14 de março, às 20h com plateia presencial e transmissão online pela plataforma. 

Clara recebe Paula Taitelbaum e Tatiana Cruz, que apresentarão textos de autoras cruzando diferentes gerações de escritoras da cena local.  A ideia é reverenciar a produção literária feminina em um descontraído encontro. Enquanto Paula já possui uma vasta lista de livros publicados em diversas linguagens, Tatiana é estreante – seu primeiro livro, “Na minha casa há um leão” foi lançado em 2021 pela Zouk. Já Clara estreou em 2019 com “O homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas”, que está, atualmente, em sua quinta impressão e foi vencedor do Prêmio Minuano de Literatura, categoria crônicas (2020). Em 2021 lançou seu primeiro romance “Porque era ela, porque era eu”, pela L&PM. Pelo romance, recebeu o Prêmio Jacarandá de Autora Revelação no mesmo ano.

Criado em 2017 com edições mensais no Von Teese Bar, o evento literário traz sempre um tema que pauta os textos lido por Clara e seus convidados e já recebeu as escritoras Martha Medeiros, Claudia Tajes e Luisa Geisler, as políticas Manuela D’Ávila e Fernanda Melchionna, os diretores de cinema Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo, os jornalistas Katia Suman, Carol Anchieta, Roger Lerina e Paulo Germano, as atrizes Mirna Spritzer, Maria Galant e Catharina Conte, entre outros.

Os ingressos para a plateia presencial são limitados e custam R$ 20,00 e a transmissão online custa R$ 10,00,  à venda em www.cuboplay.com.br . A casa localizada na Rua São Matheus 345, abre às 19h com opções gastronômicas. 
Clara Corleone é atriz, escritora e produtora. Já teve textos publicados no jornal Zero Hora e no site Lugar de Mulher. Desde 2017 comanda um sarau literário com seu nome. “O homem infelizmente tem que acabar – crônicas, deboches e poéticas”, seu primeiro livro – editora Zouk com o selo da Casa da Mãe Joanna, de Joanna Burigo – está, atualmente, em sua quinta impressão e foi vencedor do Prêmio Minuano de Literatura, categoria crônicas (2020). Também em 2020, Clara foi contemplada com dois prêmios no edital FAC Digital RS – como apresentadora com seu sarau virtual em parceria com a produtora Ah Tri Cultural e como dramaturga do projeto “Músicas para remendar o coração” em parceria com a artista Bruna Paulin. Em 2021 lançou seu primeiro romance “Porque era ela, porque era eu”, pela L&PM. Pelo romance, recebeu o Prêmio Jacarandá de Autora Revelação no mesmo ano.
Paula Taitelbaum é apaixonada pela palavra. A escrita, a falada, a imaginada. Nos anos 80, iniciou seu trabalho como atriz no Grupo Pé de Palco, dirigido por Júlio Conte. Nos anos 90, formou-se em publicidade, trabalhou como redatora publicitária e roteirista, lançou os livros poemas Eu versos Eu (1998) e Sem Vergonha (1999). A partir dos 2000, firmou-se como escritora, lançou novos livros de poemas, entre eles Mundo da Lua (2002), Porno pop pocket (2004) e Menáge à Trois (2005) e participou de coletâneas de poesia e crônica, passou a colaborar com jornais e revistas e escreveu livros com foco em história em coautoria com Eduardo Bueno. E mais: adentrou o mundo do livro infantil lançando Palavra vai, palavra vem (2013), Bichológico (2016), Pra que serve um dedo? (2017), Ora Bolas (2019), Poupou (2019) e Maia e Valentim (2021). Além de escritora, também passou a atuar como ilustradora, tendo ilustrado, além de seus livros, a obra Dicionário da Independência – 200 anos em 200 verbetes, de Eduardo Bueno. Atualmente, dedica-se a escrever, é gerente de comunicação da L&PM Editores e também uma das sócias fundadoras da Editora Piu. Desde 2019 é também uma das curadoras da LER – Salão Carioca do Livro.

Tatiana Cruz é poeta, autora do livro “Na minha casa há um leão” (Editora Zouk, 2021), letrista, redatora publicitária, colagista e especialista em Literatura Brasileira (UFRGS). É criadora do mapa global de abrir voz de mulheres no Instagram, @1minuteslam, onde compartilha poesia falada de autoria de mulheres ao redor do mundo. É co-fundadora do @sarau.nosotras, encontro poético feito por mulheres só para mulheres. Suas colagens podem ser vistas no @fabulario.collage.

Sarau Clara Corleone – aniversário de cinco anos
Com Paula Taitelbaum e Tatiana Cruz
Segunda-feira, 14 de março, 20h
Na Cubo Play – ingressos presenciais – R$ 20,00 e onlne R$ 10,00
à venda em http://www.cuboplay.com.br

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