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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

mês

julho 2012

Simplesmente eu, Clarice Lispector chega a Porto Alegre

Espetáculo com Beth Goulart tem apresentações nos dias 03, 04 e 05 de agosto, no Theatro São Pedro

Chega a Porto Alegre nos dias 03, 04 e 05 de agosto o espetáculo Simplesmente eu, Clarice Lispector, com direção, adaptação do texto e interpretação de Beth Goulart. O espetáculo estreou em 2009 e já rendeu à atriz quatro prêmios: Shell 2009, APTR, Revista Contigo e Qualidade Brasil. A montagem já foi assistida por mais de 230 mil pessoas em 46 cidades, tem ficha técnica luxuosa: supervisão de direção de Amir Haddad, trilha de Alfredo Sertã e iluminação de Maneco Quinderé.

A peça mostra a trajetória desta mulher em direção ao entendimento do amor, de seu universo, suas dúvidas e contradições. Uma autora e seus personagens dialogando sobre a vida e morte, criação, Deus, cotidiano, palavra, silêncio, solidão, entrega, inspiração, aceitação e entendimento. O texto é extraído de depoimentos, entrevistas, correspondências de Clarice e trechos das obras: “Perto do Coração Selvagem”, “Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres” e os contos “Amor” e “Perdoando Deus”.

Joana, uma mulher inquieta e criativa foi a primeira personagem de Clarice Lispector que Beth Goulart conheceu. No auge da adolescência, ao ler “Perto do Coração Selvagem”, romance de estreia da autora, sua identificação foi inevitável. “Eu achava que não era compreendida. O que fazer com isso tudo dentro de mim, com esse processo criativo? Só Clarice me entendia.”, confessa Beth. Depois de Joana, que representa o impulso criativo selvagem, vieram outras mulheres na escrita de Clarice. Entre elas, está Ana, do conto “Amor”, que leva uma vida simples, dedicada ao marido e aos filhos e tem a rotina quebrada ao se impressionar com a magia do Jardim Botânico. Ela representa a fase em que Clarice se dedicou totalmente ao marido e aos filhos.

Lóri, da obra “Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres” é uma professora primária que mora sozinha e se prepara para descobrir o amor. Toda a obra de Clarice é uma ode ao amor. Há ainda outra mulher sem nome, que, no conto “Perdoando Deus”, se deixa mergulhar na liberdade enquanto passeia por Copacabana, representando a ironia, a inteligência e o humor na obra de Clarice. Essas quatro mulheres, que, para Beth, “representam algumas facetas da própria Clarice”, foram escolhidas para apresentar ao público a obra de um dos maiores nomes da literatura brasileira. Em “Simplesmente eu, Clarice Lispector”, a atriz interpreta, além da escritora e suas personagens, fragmentos que reconhece em si mesma: “Usando as palavras dela, eu também estou falando de mim, eu me revelo através de minhas escolhas”. Na peça, Beth faz reflexões sobre temas como criação, vida e morte, Deus, cotidiano, solidão, arte, loucura, aceitação e entendimento e trabalha pontos característicos da obra de Lispector, como o vazio, o silêncio e o instante-já, “aquele momento único, que é como um flash, um insight”, explica a atriz.

Para o monólogo, que ela também dirige, passou dois anos mergulhada em longa pesquisa. A narrativa se constrói a partir de trechos de entrevistas, depoimentos e correspondências. Segundo Beth, toda essa ligação se dá por uma única linha: o amor. “Ela falava sobre o amor maternal, o do relacionamento, o amor a Deus, à natureza, ao próximo. Escolhi esse viés para apresentá-la ao público.” Para a atriz, representar Clarice Lispector é realizar um antigo desejo. “Eu sempre acalentei essa vontade de um dia poder dar meu corpo, minha voz, minhas emoções para colocá-la viva em cena.”

A caracterização foi feita de forma cuidadosa. Detalhes como a maquiagem ganharam tratamento especial de Beth Goulart, que optou por um caminho neutro para passear livremente pela pele das personagens e da autora. “O espetáculo todo é como se fosse uma grande folha em branco a ser escrita por esses personagens, pelos movimentos, pelas ações, pelos sentimentos, pela luz.”

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Theatro São Pedro e custam entre R$ 70,00 e R$ 30,00.

 

Ficha técnica

Texto: Clarice Lispector

Adaptação, Interpretação e Direção: Beth Goulart.

Supervisão: Amir Haddad

Gênero: Espetáculo Poema

Direção de Produção: Pierina Morais

Trilha Sonora: Alfredo Sertã

Iluminação: Maneco Quinderé

Direção de Movimento: Márcia Rubin

Preparação Vocal: Rose Gonçalves

Cenário Ronald Teixeira e Leobruno Gama

Figurino: Beth Filipecki

 

Simplesmente eu, Clarice Lispector

Dias 03, 04 e 05 de agosto

Theatro São Pedro | Praça Marechal Deodoro, s/n

Sexta e sábado, 21h | Domingo 18h

Classificação: 12 anos | Duração: 60 minutos

Ingressos: Plateia R$ 70,00 | Cadeira Extra R$ 60,00 | Camarote Central: R$ 50,00 | Camarote Lateral R$ 40,00 | Galeria Central: R$ 30,00 | Galeria Lateral R$ 30,00

“Simplesmente eu, Clarice Lispector” chega a Porto Alegre

O espetáculo “Simplesmente eu, Clarice Lispector” chega ao Theatro São Pedro nos dias 03, 04 e 05 de agosto. Os ingressos já estão à venda. A montagem dirigida e interpretada por Beth Goulart foi destaque na Contracapa de hoje:

Menos que Nada na imprensa

O filme estreia hoje e teve uma cobertura fantástica da imprensa de Poa:

 

 

 

 

 

Galeria Mascate inaugura nova exposição no dia 24 de julho

Mostra coletiva de fotografia e Boxeadores Também Choram de Denny Chang integram a programação

Inaugura na terça-feira, dia 24 de julho, às 19h, a nova exposição na Galeria Mascate. Após a mostra do primeiro semestre, “Ocupação”, os espaços do banheiro e corredores de circulação seguem integrando os espaços expositivos do local. No térreo, na Sala dos Lixos, um grupo de ex-alunos da fotógrafa Jacqueline Joner expõem seus trabalhos: Iriz Medeiros, Gabriela Di Bella, Marcelo Donadussi, Denise Bandeira, Luciana Menna Barreto, e Marco Nedeff. Destaque para Nedeff, gaúcho de Nova Prata, “fotógrafo oficial de inúmeras famílias, com um olhar tão étnico quanto ele próprio”, afirma Régis Duarte. As imagens selecionadas para a exposição retratam personagens em três momentos distintos da vida: crianças, adolescentes e adultos.

Subindo as escadas, os retratos movies de Gustavo Faraco movimentam a alma dos fotografados. Na sala superior, Denny Chang apresenta seu mais recente trabalho, Boxeadores Também Choram com curadoria de Tiago Coelho. As ilustrações saem de seus livros ganhando as paredes e construindo um mundo paralelo de seus desenhos-contos. E como onde há arte, há moda, o evento do dia 24 também marca o lançamento do projeto Arte na Sacola, onde Régis Duarte assina sacolas com artistas convidados da Mascate, entre eles Dulce Helena, Magna Sperb, Jacqueline Joner, Denny Chang e Débora Piva e a coleção alto inverno do estilista.

A mostra segue até 15 de setembro. A Galeria Mascate funciona de terça a sábado, das 14h às 18h, na Rua Laurindo, 332. A entrada é franca.

 

Saiba mais:

Sentindo a carência na cidade de uma galeria que realmente misturasse arte, fotografia contemporânea, design e moda, o fotógrafo Tiago Coelho, o designer Régis Duarte criaram a Galeria Mascate em setembro de 2011.

O nome Mascate ficou sempre associado à imigração árabe no Brasil, resultante do grande contingente de imigrantes proveniente do Líbano e da Síria que se dedicaram a esta atividade. Em menor número chegaram também ao Brasil imigrantes de outros pontos do antigo Império Otomano, como Turquia, Palestina, Egito, Jordânia e Iraque.

A mascateação introduziu inovações que hoje são traços marcantes do comércio popular, como as práticas de alta rotatividade e alta quantidade de mercadorias vendidas, das promoções e das liquidações.

Inicialmente os mascates visitavam as cidades do interior e as fazendas de café, levando apenas miudezas e bijuterias. Com o tempo e o aumento do capital, começaram também a oferecer tecidos, roupas prontas e outros artigos.

Galeria Mascate

Mostra Coletiva de Fotografia | “Boxeadores também choram” | Lançamento projeto Arte na Sacola e coleção Outono-Inverno Régis Duarte

Rua Laurindo, 332 Santana – Porto Alegre

Funcionamento: De terça a sábado das 14h às 18h

Barracoestudio.com.br

Menos que Nada tem ciclo de sessões comentadas no Santander Cultural

Longa metragem dirigido por Carlos Gerbase estreia na sexta-feira, dia 20 de julho em diversas plataformas

Estreia no dia 20 de julho o novo longa metragem de Carlos Gerbase, Menos que Nada. A produção é o primeiro lançamento no formato pela Prana Filmes, de Gerbase e Luciana Tomasi. Uma programação especial está sendo produzida, com uma rodada de sessões comentadas no Santander Cultural, onde integrantes da equipe vão contar o processo de criação do filme.

No dia 20 de julho, o diretor Carlos Gerbase e a assistente de direção Janaína Fischer conversam com o público sobre roteiro e direção, com a participação especial de Celso Gutfreind. No dia 24, os temas são arte, fotografia e comentários sobre a obra que inspirou o roteiro, com Rita Faustini, Marcelo Nunes e o escritor Marcelo Backes.

No dia 28, Luciana Tomasi e Jéssica Luz falam sobre produção e Giba Assis Brasil sobre montagem e no dia 31, Rafael Rodrigues, Kiko Ferraz, Nenung, 4Nazzo e Biba Meira contam um pouco sobre som e música, sempre nas sessões das 19h.

Além disso, no dia 02 de agosto, o filme terá uma sessão especial para pessoas com deficiência visual ou auditiva. Menos que Nada será apresentado com audiodescrição e legendas em português. No debate, com a presença de Gerbase e da audiodescritora Letícia Schwartz, haverá um intérprete de libras.

Fazendo um filme

Sessões Comentadas com a equipe de Menos que Nada

20 jul – sex – 19h – Roteiro e Direção – Carlos Gerbase, Janaína Fischer e Celso Gutfreind

24 jul – ter – 19h – Arte / Fotografia/Obra que inspirou o roteiro – Rita Faustini / Marcelo Nunes e Marcelo Backes

28 jul – sab – 19h – Produção e Montagem – Luciana Tomasi, Jessica Luz e Giba Assis Brasil

31 jul – ter – 19h – Som / Música – Rafael Rodrigues, Kiko Ferraz / Nenung, 4Nazzo, Biba Meira

Saiba mais:

O lançamento multi-plataformas acontece no dia 20 de julho de 2012. Nas salas de cinema, o filme estará nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Curitiba e Salvador. O portal Terra, através do Sundaytv (sundaytv.terra.com.br), serviço que disponibiliza vídeos em formato digital, oferecerá por 45 dias o filme gratuitamente para exibição em streaming. No Canal Brasil o filme será exibido às 22h, na TVCOM, à meia noite. O dvd de “Menos que Nada” também estará à venda, em lojas especializadas ou pelo site da Prana Filmes: www.pranafilmes.com.br


EQUIPE PRINCIPAL

Direção – Carlos Gerbase

Produção – Luciana Tomasi

Roteiro – Carlos Gerbase, com a colaboração de Marcelo Backes e Celso Gutfreind

Montagem – Giba Assis Brasil

Fotografia – Marcelo Nunes

Direção de Arte – Rita Faustini

Som direto – Rafael Rodrigues

Supervisão de som – Kiko Ferraz

 

ELENCO PRINCIPAL

Felipe Kannenberg – “Dante”

Branca Messina – “Paula”

Rosanne Mulholland – “René”

Maria Manoella – “Berenice”

Carla Cassapo – “Laura”

Roberto Oliveira – “Gregório”

Artur Pinto – “Sérgio”

Alexandre Vargas – “Ciro”

Felipe Monaco – “Zanata”

Elisa Volpatto – “Úrsula”

Matheus Zoltowski – “Dante criança”

Letícia Lahude – “Berenice criança”

SINOPSE

“Menos que nada” é a história de Dante, um doente mental internado há dez anos num hospital psiquiátrico. Ele é considerado um caso perdido, até que uma jovem médica decide tratar dele e estudá-lo. Ao investigar o passado de Dante, surgem três personagens importantes – seu pai, uma amiga de infância e uma importante cientista. Nem todos eles querem revelar o que sabem.

Menos que Nada no Metro

O novo longa de Carlos Gerbase tem lançamento multiplataforma nesta sexta-feira, dia 20.

Sem Pensar na imprensa

Espetáculo que fiz assessoria com Mariele Salgado.

 

Artigo para jornal O Povo

Fui convidada para escrever um artigo no jornal O Povo, de Fortaleza, para um caderno especial sobre os 50 anos dos Rolling Stones. O texto foi publicado no último domingo. Para ler, acesse o link

Eclética Unplugged na imprensa

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